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Crise Financeira Mundial


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Agora caiu 16

Após momento de volatilidade, Bovespa passa a operar em alta

 

 

 

 

 

 

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A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em alta nesta

terça-feira, depois de ter oscilado entre o nível positivo e o negativo

nos primeiros negócios do dia.

 

Na sessão anterior, houve baixa de 5,43% com o temor de uma recessão global.

 

Por volta das 10h30, o Ibovespa, principal índice da Bolsa paulista, registrava alta de 2,36%, aos 43.093,46 pontos (acompanhe gráfico com atualização constante).

 

O dólar comercial recuava 0,59%, a R$ 2,187 na venda (veja quadro com a cotação do dólar atualizada). No pregão anterior, saltou 7,53%, maior alta diária desde 1999.

 

A União Européia decidiu elevar a garantia dos depósitos bancários

no grupo de 20 mil euros para 50 mil euros. A expectativa é de que esse

patamar chegue, por meio de um novo acordo, a 100 mil euros.

 

Outras

ações coordenadas para vencer a crise também estão sendo tomadas por

outros países. O Banco Central da Austrália anunciou o corte

na taxa de juros do país em um ponto percentual, para 6% ao ano, para

reagir à piora das previsões de crescimento econômico mundial e ao

aumento dos custos de financiamento das sociedades bancárias.

 

O governo britânico discute com instituições financeiras a possibilidade de uma injeção

de recursos públicos. Fontes dizem que três grandes bancos, Royal Bank

of Scotland, Lloyds TSB e Barclays, estavam em busca de 15 bilhões de

libras (US$ 26 bilhões) cada para ajudá-los a enfrentar a crise global.

 

No Brasil, o Banco Central e o Ministério da Fazenda anunciaram ações

para evitar que os problemas financeiros norte-americanos reflitam no

Brasil. Entre as medidas, está o aumento do limite da dedução de

compulsórios para R$ 300 milhões, disponibilização de R$ 24 bilhões

exclusivos para a compra de carteira de bancos menores e ampliação da

linha de crédito para exportações em R$ 5 bilhões.

 

Mercados

Após

a queda recorde de alguns mercados europeus na segunda-feira, os

índices tentam mostrar recuperação. Por volta das 9h30, a Bolsa de

Londres avançava 1,08% e a de Paris subia 1,14%, enquanto a da Alemanha

perdia 0,61%.

 

A decisão do banco central australiano de reduzir

a taxa de juros fez com que a maioria das Bolsas asiáticas fechasse em

alta, embora o principal índice da região, o de Tóquio, tenha recuado

3%.

 

A expectativa é que outros países adotem a mesma medida de reduzir juros.

 

A

bolsa de Sydney subiu 1,72%, recuperando-se do pior nível em 3 anos,

enquanto o índice Straits Times de Cingapura avançou 0,43%. O índice

KOSPI, da Coréia do Sul, subiu 0,54%, enquanto Taiwan teve valorização

de 0,34%.

 

Rayden2008-10-07 10:49:26

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Essa situação é tão complexa que nem tem como querer punir “os culpados”... Hoje estamos vendo o estouro de uma bolha que começou há uns vinte anos, e agora começamos a sentir seus efeitos de numa grande crise depois de anos. Depois de muitos créditos, empréstimos (muitos para clientes sem qualquer comprovação de renda), e com a alta dos juros, começaram várias inadimplências. Clientes começaram a quebrar, principalmente os que tinham empréstimos para investir em imóveis, já que o preço começou a cair e por isso não conseguiriam recuperar o investimento. Mas ficar no prejuízo. Dessa forma, muita gente quebrada, afetando a economia, porque não podem comprar.

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Começou brabo:

 

08/10/2008 - 10h16

Bovespa cai 5,21% e dólar atinge R$ 2,45, em novo dia turbulento

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da Folha Online

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) já inicia os negócios desta quarta-feira afundando para o seu nível mais baixo em dois anos. Hoje, os principais bancos centrais do planeta anunciaram uma ação coordenada de corte dos juros locais, numa medida amplamente aguardada nos mercados financeiros. As Bolsas de Valores, no entanto, não mostram otimismo com as novidades: da Ásia à Europa, as ações desabam, com investidores nervosos, às voltas com a perspectiva de uma recessão nas maiores economias do planeta.

Leia cobertura completa da crise financeira
Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA

O Ibovespa, o índice da Bolsa que reflete os preços das ações mais negociadas, despenca 5,21% e desce para os 38.049 pontos. Ontem, a Bolsa fechou em queda de 5,43%.

O dólar comercial é cotado a R$ 2,450 na venda, o que representa uma forte alta de 6,01% sobre a cotação de ontem. Trata-se do maior preço para a moeda americana, desde agosto de 2005.

O Federal Reserve (o banco central americano) reduziu a taxa básica de juros dos EUA de 2% para 1,5%, numa ação coordenada com bancos centrais europeus, a exemplo do BC britânico, que também reduziu sua taxa de juros em 0,50 ponto percentual, para 4,5%.

Richard Drew/AP

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Tela em Bolsa nos EUA indica o corte emergencial de juros pelo Fed

Os outros bancos que agiram com redução em suas taxas de juros foram: o Banco do Canadá; o BCE (Banco Central Europeu); o Sveriges Riksbank (da Suécia); e o SNB (Banco Nacional da Suíça, na sigla em inglês).

As autoridades monetárias redobram os esforços para combater os efeitos mais dramáticos da crise: primeiro, a paralisia na circulação de crédito, com injeções bilionárias e regulares de dinheiro no sistema bancário; segundo, aumentando as garantias dos depósitos bancários, de modo a acalmar a população e evitar uma cena bastante conhecida na época da crise de 29: a corrida aos bancos.

Ação coordenada

Há semanas, os participantes do mercado financeiro reclamavam de uma ação coordenada das autoridades européias e americanas para enfrentar a crise, que já havia se expandido para além das fronteiras dos EUA e ganhava dimensão global.

Ontem, o Fed e outros cinco bancos centrais anunciaram uma injeção bilionária de recursos, para combater um dos efeitos mais negativos da crise: o corte na circulação de recursos entre os bancos, que param de emprestar por não saber qual a próxima instituição financeira a falir, sob o peso dos créditos que viraram 'pó' e deixaram rombos nos balanços.

Já havia fortes rumores nas mesas de operações de bancos e corretoras sobre uma redução das taxas de juros nas principais economias do planeta, de modo a baratear o crédito e estimular o consumo e investimentos. Operadores do câmbio já comentavam ontem que as medidas poderiam ser anunciadas ainda na quinta-feira, mas a precipitação da crise pode ter acelerado a decisão das autoridades monetárias

O presidente do Fed (o BC americano), Ben Bernanke, havia sinalizado que medidas nesse sentido estavam a caminho ao declarar que o estágio da crise pedia mudanças na política monetária. Essas mudanças, como se soube pouco depois, já estavam em discussão desde meados de setembro. A ata do Fed, relativa à reunião do dia 16 de setembro, mostrava que os dirigentes do banco central dos EUA já cogitavam reduzir os juros.

O mercado, no entanto, vê com reticências as últimas medidas anunciadas pelos governos, porque não resolvem a dúvida central de analistas e investidores: qual o tamanho das perdas nos bancos provocadas pelos problemáticos créditos 'subprimes'.

Sem saber o tamanho dessas perdas, e a extensão dos estragos nas instituições financeiras, a crise de confiança, que paralisa a circulação de crédito e agrava os efeitos sobre o restante da economia, não vai embora, afirmam analistas.

A crise se precipitou nas últimas semanas, primeiro derrubando praticamente todos os grandes bancos de investimentos americanos, que foram engolidos pela concorrência ou "estatizados" em ações de emergência da Casa Branca.

E na última quinzena, esse mesmo cenário começou a ser reproduzido na Europa, em quase todos os cantos do continente e em economias de todos os tamanhos: na poderosa Alemanha, o banco especializado em hipotecas Hypo Real Estate teve que ser resgatado por uma ação conjunta do governo local e dos bancos privados. Na Islândia, o governo local assumiu o controle total sobre o segundo maior banco do país, o Landsbanki, em uma operação equivalente à nacionalização.

Brasil

O governo brasileiro também já adotou medidas para combater os efeitos da crise mundial sobre a economia brasileira: o encurtamento e o encarecimento das linhas de crédito, já que as empresas brasileiras praticamente perderam o acesso ao financiamento externo. Em um cenário de extrema aversão ao risco, o dinheiro pára de circular pelo mundo, principalmente o fluxo para as economias emergentes.

Anteontem à noite, o governo avisou que vai editar uma MP (medida provisória) que autoriza o Banco Central do Brasil a comprar diretamente a carteira de crédito de bancos comerciais.

O Planalto também já anunciou a criação de uma linha internacional de crédito para ajudar os exportadores, com o dinheiro das reservas internacionais do BC, mas sem informar o valor em questão. E ainda no início do mês, reduziu o recolhimento compulsório para os bancos grandes que comprarem parte das carteiras de crédito dos bancos pequenos.

Em setembro, os bancos pequenos já haviam sido beneficiados com uma redução no compulsório, de modo a garantir uma injeção de R$ 13 bilhões na economia.

====================

 

Aposto que o dólar chega a $3,00 com folga até sexta. 16
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Vai dar merda hoje... não quero nem ver 04

Em pânico, bolsas asiáticas sofrem suas maiores perdas

Em Tóquio, o índice Nikkei recuava 11,38%.

Em Seul, a bolsa sul-coreana mergulhava 7,5%.

 

As bolsas asiáticas entraram em pânico nesta sexta-feira (10),

sofrendo suas maiores perdas na abertura desde o início da crise

financeira que sacode o planeta.

 

Em Tóquio, o índice Nikkei recuava 11,38% ou 1.042,08 pontos, a

8.115,41 unidades, ameaçando romper a barreira negativa dos 8

mil pontos, cerca de meia hora após o início do pregão. Esta é a

primeira vez desde junho de 2003 que o Nikkei cai abaixo dos 9

mil pontos.

Contaminada pela crise global nos mercados de valores, a bolsa

de Hong Kong também abriu com forte queda de 7,7%.

 

Em Seul, a bolsa sul-coreana mergulhava 7,5%, com o índice Kospi

cedendo 97,11 pontos, a 1.197,78 unidades.

Cingapura abriu em queda de mais de 7%, com o Straits Times

perdendo 152,44 pontos, a 1.950,27 unidades.

 

Na Austrália, a Bolsa de Sydney perdia 7,4%, com o SP/ASX 200

recuando 323,5 unidades, a 3.997,4 pontos, no final da manhã.

 

Ouro

 

 

"Os investidores fogem para o ouro. É o único valor sem

risco, tudo mais está no vermelho", disse Lucinda Chan, da

Macquarie Equities, no mercado australiano.

 

Na quinta-feira (9), Wall Street caiu, com o Dow Jones cedendo

7,33% e o Nasdaq, 5,47%, após uma onda de pânico no final da

sessão que tomou conta dos investidores, preocupados com as

perspectivas dos bancos e da General Motors.

 

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E a todas essas a patuléia pagando o pato... Qdo as burras derramavam dinheiro queriam q o estado se mantesse totalmente afastado, qdo a coisa aperta correm pra q o estado socorra com dinheiro da massa.. Sim, eu sei, é necessário, pra evitar uma quebradeira geral e uma crise ainda pior com reflexos sociais, blá blá blá... Mas é irritante q qdo a coisa tava bem, falar em estado intervindo dava dor de barriga neles.. Agora q deu merd* o estado é bem vindo... Aliás, o estado não pe bem vindo, o dinheiro do estado é q é...

É a velha máxima neoliberal.. Privatiza-se o lucro, socializa-se o prejuízo...

A crise não foi um acidente, uma fatalidade , um grande azar... Nasceu da ganância generalizada do pessoal q achou q tinha dado o pula do gato e achava q era uma molezinha fazer uma grana facinha; e durante algum tempo foi mesmo... Mas daqui a algum tempo, qdo a crise amainar e as coisas começarem a voltar de novo pro lugar, os mesmos caras de antes vão continuar dando as cartas e continuar faturando alto, até fazerem a próxima merd* e chamarem o estado a bancar de novo...

 

 

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Eu nunca vi nem li nada parecido com o que estou vendo . Todo o mundo civilizado agindo de forma coordenada para conter a crise .

Se o ser humano fosse assim em relação a todos os assuntos e não apenas quando a depressão bate a porta , o planeta Terra seria um lugar mais agradável para se viver .

É exatamente por isso que continuo acreditando que essa crise não será um pentelhésimo da de 29 .

Acredito que haverá retração da atividade econômica , mas que será bem mais branda do que pregam os profetas do apocalípse .

Acredito também que quando a poeira baixar , os USA não serão a mesma superpotência econômica de hoje . Haverá um equilíbrio muito maior entre eles , a UE e o próprio Bric .

Mas para aqueles que criticam a maneira de funcionar da economia americana , lembro que os USA só são grandes como são justamente porque lá o dinheiro circula , é gasto , é consumido e não enterrado no quintal . Não digo que é certo ou errado , mas é o que os tornou o que são .

 
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Hj escutei a entrevista de um economista(supostamente competente...)q afirmou q os calotes q deram início a crise representam cerca de 20% dos contratos de risco/subprime q rolaram nos EUA... Os demais 80% estão adimplentes, mas quem garante q permanecerão?? Se começarem a dar calote tb a coisa pode ainda piorar...

 

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Malditos

americanos... 11

 

Agora que os mercados vinham se recuperando, me aparece

um infeliz pra enfiar o pé dos outros mais na lama do que já estavam, agora que deveria ser a hora de maquiar essas estatísticas, surge alguém pra falar que essa corja já está em recessão.

 

Se antes eu tinha dúvidas de quem seriam os verdadeiros beneficiados dessa "crise financeira", agora elas se dissiparam... 18

 

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Um quatrilhão de dólares em derivativos, foi o cálculo do BIS (bank for international settlements, o banco central dos banco centrais situado na Basiléia). O total do PIB do todos os países em 2007 foi cerca de 60 trilhões de dólares.

Como eles vão tapar este buraco? Assaltar todo mundo, até os porquinhos das crianças e os chapéus de mendigos?  Pedir emprestado para marcianos?

Parece que estão deixandoo castelo de cartas pra cair depois que o novo presidente tiver começado o mandato.

O que será que vai acontecer? Algumas previsões é que as bolsas ficarão fechadas por vários meses...Feliz aquele que tem uma casa com quintal pra plantar uma mandioca ou um feijão, esse não passará fome, quanto ao resto, não sei não... 

 
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 Bank of International Settlements BIS, the world's clearinghouse for central banks in Basel, Switzerland.

Warren Buffet chamou os derivativos de armas financeiras de destruição em massa.

Esta é a fonte original, o site do BIS. Mas eu lí o artigo em blogs de economistas renomados, mas é só ir na fonte original pra confirmar.

O BIS é chamado de banco central dos banco centrais e funciona na Basiléia, Suíça.

A história oficial do BIS você pode achar no wikipedia. Existem histórias não tão oficiais de como a de que John Keynes queria que o BIS fosse fechado depois do fim da segunda guerra, mas esta é uma outra estória.
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Eu perguntei o texto exato da fonte para ler no FDS comendo pipoca enquanto me divirto . Adoro esses profetas do Apocalipse-que-nunca-se-confirma .

Acho irônico até que venha da Suiça . Não era lá que um buraco negro ia se formar e engolir o planeta ?

[ironia mode on] Fiquei até com medo de pousar em Coitrin [ironia mode off]

 

 
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Se um dia me dissessem que o cruzeiro ia acabar eu não acreditaria, se me dissessem que a Europa teria uma só moeda , eu não acreditaria, que a Euroapa seria unificada, eu iria chamar o cara de nazista, que o muro de Berlim iria cair, também não acreditaria, que um cometa iria colidir com jupiter na decada de 90, eu iria chamar o cara de louco varrido...

 

O fato é que o mundo (ou o universo, if you will) é muito mais bizarro do que a gente imagina.

 

Se eu disser que esse mundo é uma grande oligarquia, você também não vai acreditar, que guerra fria e guerra ao terrorismo não passam de dialética hegeliana, também não.

 

Eu acho que você tem 15 anos e ainda acredita em coelhinho da páscoa.

 

Eu não gosto de tirar a inocência das crianças, mas acho que não há mais tempo pra ser tão bobo e anestesiado (confortably numb, como na música do Pink Floyd).

 
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O que será que vai acontecer? Algumas previsões é que as bolsas ficarão fechadas por vários meses...Feliz aquele que tem uma casa com quintal pra plantar uma mandioca ou um feijão' date=' esse não passará fome, quanto ao resto, não sei não... 

 

 
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Se eu ganhasse um centavo pra cada vez que ouvi ou li algo parecido com isso a cada crise financeira eu já teria largado o emprego e estaria curtindo umas férias permanentes ao redor do mundo rindo dessa crise atual.

 

 

 

Sinceramente eu não sei o que é pior: Os que fingem que não tem crise nenhuma ou os que tem "complexo de nostradamus" com suas profecias apocalípticas ridículas.

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Se um dia me dissessem que o cruzeiro ia acabar eu não acreditaria' date=' se me dissessem que a Europa teria uma só moeda , eu não acreditaria, que a Euroapa seria unificada, eu iria chamar o cara de nazista, que o muro de Berlim iria cair, também não acreditaria, que um cometa iria colidir com jupiter na decada de 90, eu iria chamar o cara de louco varrido...

 

O fato é que o mundo (ou o universo, if you will) é muito mais bizarro do que a gente imagina.

 

Se eu disser que esse mundo é uma grande oligarquia, você também não vai acreditar, que guerra fria e guerra ao terrorismo não passam de dialética hegeliana, também não.

 

Eu acho que você tem 15 anos e ainda acredita em coelhinho da páscoa.

 

Eu não gosto de tirar a inocência das crianças, mas acho que não há mais tempo pra ser tão bobo e anestesiado (confortably numb, como na música do Pink Floyd).

 
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Olhe bem o que você escreveu e reflita se sou eu quem parece ter 15 anos e acredita em tudo .

Boatos apocalípticos como esse eu escuto às dúzias diariamente . Dependendo da tendência que prefiro que o mercado tome , até os incentivo e aumento , as vezes .

Mas por mais que me esforce , não imagino um colapso global como se fosse um Armaggedon financeiro nem eu tendo que plantar batatas nos vazos de palmeiras daqui de casa .

Sinto lhe informar , mas o mundo não irá acabar . Nem mesmo verá algo sequer parecido com o que foi em 29 .

 
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