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Qual e a melhor adaptação para o cinema de Stephen King ?  

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  1. 1. Qual e a melhor adaptação para o cinema de Stephen King ?

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STEPHEN KING

Stephen%20King

 

Stephen Edwin King (Portland, 21 de setembro de 1947) é um escritor estadunidense, reconhecido como um dos mais notáveis escritores de contos de horror fantástico e ficção de sua geração. Seus livros foram publicados em mais de 40 países e muitas das suas obras foram adaptadas para o cinema.

Embora seu talento se destaque na literatura de terror/horror, escreveu algumas obras de qualidade reconhecida fora desse gênero e cuja popularidade aumentou ao serem levadas ao cinema, como nos filmes "Conta Comigo", "Um Sonho de Liberdade" (contos retirados do livro "As quatro estações"), "Eclipse Total", "Lembranças de um Verão" e "À espera de um milagre".

Início de tudo

Quando Stephen tinha apenas dois anos, seu pai, Donald Edwin King, abandonou a família. Sua mãe, Nellie Ruth Pillsbury, criou sozinha King e seu irmão mais velho adotivo David, muitas vezes passando por graves dificuldades financeiras. A família se mudou para a cidade natal de Ruth, Durham, Maine mas também passaram vários períodos em Fort Wayne, Indiana e Stratford, Connecticut.

Ainda criança, testemunhou um acidente horrível - um de seus amigos ficou preso em uma ferrovia e foi atropelado por um trem. Muitas pessoas falam que isso inspirou seu lado negro e suas criações pertubadoras, mas ele mesmo descarta essa idéia.

King era um leitor fanático dos quadrinhos EC's horror comics incluindo Tales from the crypt, que estimulou seu amor pelo terror. Na escola, ele escrevia histórias baseadas nos filmes que assistia e as copiava com a ajuda de seu irmão David. King as vendia aos amigos, mas seus professores desaprovaram e o forçaram a parar.

De 1966 a 1971, Stephen estudou Inglês na Universidade do Maine em Orono, onde ele escrevia uma coluna intitulada "King's Garbage Truck" para o jornal estudantil, o Maine Campus. Ele conheceu Tabitha Spruce lá e se casaram em 1971. O período que passou no campus influenciou muito em suas histórias, e os trabalhos que ele aceitava para poder pagar pelos seus estudos inspiraram histórias como "The Mangler" e o romance "Roadwork" (como Richard Bachman).

King ensinou inglês na Academia Hampden em Hampden, Maine. Ele e sua família moravam em um trailer, e ele escreveu histórias curtas, a maioria para revistas masculinas. Como é relatado na introdução de Carrie, a estranha, se um de seus filhos ficasse resfriado, Tabitha brincava, "Qual é, Steve, pense nisso como um de seus monstros." Stephen também desenvolveu um problema com a bebida, que levou mais de uma década para ser resolvido.

Imagem:Stephenking%20house.JPG

 

Stephen logo começou vários romances. Uma de suas primeiras idéias era uma moça jovem com poderes psíquicos, mas ele descartou a idéia. Sua esposa resgatou os esboços do lixo e o encorajou a voltar a escrever sobre isso. Após terminar o romance, ele o intitulou "Carrie, a estranha" e mandou para a Doubleday. Ele recebeu $2 500 dólares adiantados (não muito para um romance, mesmo naquela época), mas os direitos autorais fizeram com que ele recebesse $400 000 posteriormente. Pouco antes do livro ser publicado, sua mãe morreu de câncer no útero. Sua tia Emrine leu o romance para ela antes de sua morte.

King admitiu que nessa época ele estava constantemente bêbado e que foi alcoólatra por mais de uma década. Ele também constatou que baseou o personagem Jack Torrance, do livro O Iluminado, nele mesmo. Sua família e amigos intervieram, jogando fora, na sua frente, todos os seus vícios. Stephen King cortou o álcool e qualquer tipo de droga por volta de 1980 e se mantem sóbrio desde então.

Imagem:StephenKingGFDL.PNG

 Frases Marcantes

 

Através de entrevistas e até mesmo de seus livros Stephen King nos revela um pouco sua maneira de pensar e se expressar, de forma direta ou indireta. Algumas das frases marcantes:

- "Eu me interesso por pessoas boas em situações ruins, pessoas comuns em situações extraordinárias".

- "As pessoas ficam desapontadas com minha aparência. Dizem:'Você não é um monstro'".

- "Não tenho muitos amigos. Meu ponto de vista é como o de Mark Twain: tirando uma por uma, as pessoas são legais".

- "Filme de terror é um gênero fora-da-lei".

- "Para muitos produtores e diretores, o material que escrevo é extremamente visual. Eles resolvem filmá-lo achando que não precisam trabalhar duro na construção dos filmes. Para eles, é só uma questão de elenco. Quando fazem os filmes, eles se concentram nos momentos em que um monstro aparece movimentando suas presas. Não acho que as pessoas estejam interessadas nisso."

- Depois de Clive Barker ter escrito Hellraiser, King disse: "Eu vi o futuro do terror, seu nome é Clive Barker".

- "Se eu gosto de assustar as pessoas? Sim, eu gosto".

- "...alguém sempre levanta e me faz essa pergunta: Por que você escolheu escrever sobre assuntos tão medonhos? Eu geralmente respondo essa com uma outra pergunta: Por que você acha que eu tenho escolha?"

- "Estou ficando cego", diz King a um entrevista exclusiva contando sua doença irreversível nos olhos.

- "Já matei árvores demais no mundo." Stephen King supostamente anunciando que não escreverá mais e com isso economizará papel, poupando as árvores.

- "O meu trabalho se resume em duas coisas: prestar atenção em como as pessoas reais se comportam e então contar a verdade sobre o que você vê."

- "Esforce-se para viver ou esforce-se para morrer!" no livro Quatro Estações, em Primavera Eterna.

- "As pessoas me perguntam por que eu escrevo coisas tão brutas. Gosto de dizer que tenho um coração de menino - está guardado num vidro em cima da minha escrivaninha".

 Citações

Dark Passion Play - Nightwish - Tuomas (compositor e pianista/tecladista da banda)faz referência a Empathica na canção "The Poet And Pendulum", que está relacionada ao livro "A Torre Negra" de Stephen King.

Lost - 2ª Temporada - Ben, enquanto aprisionado, pede um livro de Stephen King para ler.

Lost - 3ª Temporada - 1º Episódio - Em uma das cenas os personagens estão debatendo sobre livros e autores, neste caso, "Carrie" é o livro que está sendo discutido.

Invasion - 1ª Temporada - 12º Episódio - Em uma cena o xerife está na casa do lago com sua filha e seus enteados. Ele pergunta a seu enteado se achou algum filme para assistir e o garoto responde - pensamos em "O Iluminado".

Premonição 2 - Numa das cenas, o personagem Tim está em seu quarto lendo o livro "Saco de Ossos".

O pacto - na sala de aula o professor cita Stephen King como grande romancista e diz que seu livro favorito é "O iluminado".

Friends - "O iluminado" é o livro favorito de Joey.

Donnie Darko - No filme Donnie Darko, a mãe de Donnie lia It, de Stephen King, logo no início do filme.

A Herança de Mr. Deeds - O personagem "Deeds" diz que a única pessoa famosa que passou em sua cidade foi Stephen King, que parou em um posto de gasolina, mas ninguém teve coragem chegar perto. Ele diz também que um amigo olhou nos olhos dele e perdeu 200 dólares naquela noite.

 

 Curiosidades

Segundo a Revista Forbes, Stephen King, o rei do horror, foi o 3º escritor mais bem pago do Mundo no ano de 2007. Com um faturamento de US$ 45 milhões.

LONGAS BASEADOS EM SEUS FILMES

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Carrie A estranha de Brain de Palma

 

Carry White (Sissy Spacek) é uma jovem que não faz amigos em virtude de morar em quase total isolamento com Margareth (Piper Laurie), sua mãe e uma pregadora religiosa que se torna cada vez mais ensandecida. Carrie foi menosprezada pelas colegas, pois ao tomar banho achava que estava morrendo, quando na verdade estava tendo sua primeira menstruação. Uma professora fica espantada pela sua falta de informação e Sue Snell (Amy Irving), uma das alunas que zombaram dela, fica arrependida e pede a Tommy Ross (William Katt), seu namorado e um aluno muito popular, para que convide Carrie para um baile no colégio. Mas Chris Hargenson (Nancy Allen), uma aluna que foi proibida de ir à festa, prepara uma terrível armadilha que deixa Carrie ridicularizada em público. Mas ninguém imagina os poderes paranormais que a jovem possui e muito menos de sua capacidade vingança quando está repleta de ódio.  

 

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O Iluminado de Stanley Kubrick

 

Durante o inverno, um homem (Jack Nicholson) é contratado para ficar como vigia em um hotel no Colorado e vai para lá com a mulher (Shelley Duvall) e seu filho (Danny Lloyd). Porém, o contínuo isolamento começa a lhe causar problemas mentais sérios e ele vai se tornado cada vez mais agressivo e perigoso, ao mesmo tempo que seu filho passa a ter visões de acontecimentos ocorridos no passado, que também foram causados pelo isolamento excessivo.

 

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Na hora da zona morta de David Cronenberg

 

Johnny Smith (Christopher Walken) é um professor de literatura que estava prestes a se casar quando sofre um acidente de carro e fica cinco anos em coma. Ao recobrar a consciência, descobre que perdeu sua carreira e Sarah Bracknell (Brooke Adams), sua noiva, mas em compensação ganhou poderes paranormais que o permitem prever o futuro. Assim, ele tem o poder de alterar o curso dos acontecimentos e este é o seu dilema: interferir ou sofrer sozinho, sabendo das tragédias que estão por acontecer.

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Conta comigo de Rob Reiner

 

Quatro garotos saem em busca do corpo de um adolescente perdido na mata e passam por todo tipo de provação, descobrindo então o amadurecimento e o valor da amizade. Dirigido por Rob Reiner (Questão de Honra) e com River Phoenix, Corey Feldman, Kiefer Sutherland, John Cusack e Richard Dreyfuss no elenco. Recebeu uma indicação ao Oscar

 

louca-obsessao-poster01.jpglouca-obsessao01.jpg

 

Louca Obsessão de Rob Reiner

 

Paul Sheldon (James Caan) é um escritor famoso que sofre um acidente de carro, sendo socorrido por uma enfermeira (Kathy Bates) que se autodenomina sua fã número um. Ela o leva para sua casa e passa a cuidá-lo. Mas, ao ler os originais do novo livro do escritor, percebe que sua personalidade predileta será morta, fazendo com que sua personalidade doentia se revele. Sem poder se locomover, Sheldon se vê à mercê das loucuras da "fã".

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Cemiterio Maldito de Mary Lambert

sonho-de-liberdade-poster01.jpgsonho-de-liberdade02.jpg

 

Um sonho de liberdade de Frank Darabont

 

Em 1946, Andy Dufresne (Tim Robbins), um jovem e bem sucedido banqueiro, tem a sua vida radicalmente modificada quando é mandado para uma penitenciária para cumprir prisão perpétua por ter assassinado sua mulher e o amante dela. No presídio, faz amizade com Ellis Boyd Redding (Morgan Freeman), um prisioneiro que cumpre pena há 20 anos e controla o mercado negro do presídio.

 

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A espera de um milagre de Frank Darabont

 

Ambientado em 1935, no corredor da morte de uma prisão sulista, À espera de um milagre é a história entre o chefe de guarda da prisão (Tom Hanks) com um de seus prisioneiros (Michael Clarke Duncan). Aos poucos, desenvolve-se entre eles uma relação incomum, baseada na descoberta de que o prisioneiro possui um dom mágico que é, ao mesmo tempo, misterioso e milagroso.

 


 

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A tempestade do seculo

 

Little Tall é uma pequena cidade que fica em uma ilha longe do continente e está prestes para receber uma violenta tempestade de neve. Paralelamente Andre Linoge (Colm Feore), um forasteiro bastante estranho, chega na pequena cidade e cria pânico e morte entre os moradores. Ele sabe tudo sobre todos e quando Linoge conta a verdade sobre um deles a pessoa nega tal afirmação. Mike Anderson (Timothy Dale), o policial da cidade, tenta manter cada um em alerta contra a forte tempestade e Linoge. O forasteiro, por sua vez, repete sem cessar "Dê-me o que quero e eu irei embora", sem explicar o significado exato destas palavras.

 

apanhador-de-sonhos-poster01.jpgapanhador-de-sonhos06.jpg

O apanhador de sonhos de Lawrence Kasdan

 

Após salvarem Duddits (Donnie Wahlberg), um portador da síndrome da Down, de vândalos adolescentes, quatro garotos ganham estranhos poderes que lhes confere uma ligação telepática. Anos mais tarde, em uma acampamento nas florestas do Maine, eles ficam presos em uma violenta e repentina nevasca. É quando eles descobrem que uma força alienígena está pestes a controlar as mentes de todos na cidade onde moram.

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O passageiro do futuro de Bret Leonard

 

Um cientista desenvolve experiências que envolvem o desenvolvimento da inteligência a partir de drogas e realidade virtual em um simples jardineiro. Ele coloca o jardineiro em um processo de aprendizado e, com isso, o homem, rapidamente, se torna um gênio. Mas, a esse ponto, o jardineiro começa a ter suas próprias idéia de como a pesquisa deveria continuar e, com isso, o cientista perde o controle de seu experimento.

 

creepshow-2-poster01.jpgcreepshow-2-06.jpgcreepshow-2-04.jpg

 

Creepshow - o show de horrores

 

No 1º conto a estátua de madeira de um cacique ganha vida, para vingar a morte do dono de uma pequena mercearia e de sua mulher, que foram mortos por uma quadrilha chefiada por um índio. Na 2ª história 4 jovens vão nadar em um lago e buscam refúgio em uma balsa, quando começam a ser caçados um a um por uma "mancha de óleo". Na última história uma mulher casada, após passar algumas horas com um garoto de programa, vai ao encontro do marido. Quando atropela um homem e o mata, ela decide fugir, mas logo o fantasma da vítima a persegue

 

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A Janela secreta

Mort Rainey (Johnny Depp) é um escritor em crise, que acaba de se separar de sua esposa (Maria Bello) após tê-la flagrado com outro homem. Mort decide se isolar em uma cabana à beira do lago Tashmore, em busca de tranquilidade. Porém lá aparece John Shooter (John Turturro), que começa a atormentá-lo ao acusá-lo seguidamente de plágio.


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Lembranças de um verão

 

Robert Garfield (David Morse) é um fotógrafo de meia idade que após a morte de um amigo passa a relembrar seu passado, mais especificamente o verão que passou quando tinha apenas 11 anos. Foi uma época marcada pela amizade com Carol (Mika Boorem) e Sully (Will Rothhaar) e também pela chegada de um novo vizinho, Ted Brautigan (Anthony Hopkins). Robert já era órfão de pai naquela época e vivia com sua mãe (Hope Davis), sendo que a memória de seu pai se apagava cada vez mais graças à amargura de sua mãe. Entretanto, é com a amizade e atenção de Ted que Robert passa a ter uma outra visão de seu falecido pai bem como as possibilidades que a vida lhe oferecia na época.

 

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A COISA

 

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1408 

 

Um promissor romancista, Mike Enslin (John Cusack), resolveu enveredar por outro caminho e escrever livros que investiguem fenômenos paranormais. Enslin nunca presenciou realmente algum destes fatos, então fica difícil obter credibilidade. Além do mais Mike é totalmente cético, pois até hoje não encontrou evidências de que exista vida após a morte. No entanto decide ir até Nova York e se hospedar no Dolphin Hotel, mais exatamente no quarto 1408, que tem fama de ser habitado por espíritos malignos. O gerente do hotel, Gerald Olin (Samuel L. Jackson), o avisa que 56 mortes já ocorreram neste quarto, mas Mike está decidido a conferir se sua fama está condizente com a verdade.

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O nevoeiro de Frank Darabont

 

Após uma violenta tempestade devastar a cidade de Maine, David Drayton (Thomas Jane) e Billy (Nathan Gamble), seu filho de 8 anos, correm rumo ao supermercado, temendo que os suprimentos se esgotem. Porém um estranho nevoeiro toma conta da cidade, o que faz com que David, Billy e outras pessoas fiquem presas no supermercado. Logo David descobre que há algo de sobrenatural envolvido e que, caso deixem o local, isto pode ser fatal.

Um dos autores mais culturado e popular e com certeza e Stephen King, um mestre do terror e suspense e continua a todo vapor em atividade, e chamando a atenção de hollywood e gente muito talentosa.

Por isso abri este tópico, façam as suas escolhas


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Top Posters In This Topic

O Iluminado é o melhor mesmo, mas tenho um carinho todo especial por "IT", filme pouco conhecido, que na verdade é uma série de 4 episódios, e compilaram os episódios em um "filme", que acho ótimo, a primeira parte, a segunda, quando eles estão grandes, é ruim.

 

E revi ontem "Colheita Maldita", ótimo, me arrepiei, não se fazem, realmente, filmes de terror como antigamente.
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O Iluminado é o melhor mesmo' date=' mas tenho um carinho todo especial por "IT", filme pouco conhecido, que na verdade é uma série de 4 episódios, e compilaram os episódios em um "filme", que acho ótimo, a primeira parte, a segunda, quando eles estão grandes, é ruim.

 

 

 

E revi ontem "Colheita Maldita", ótimo, me arrepiei, não se fazem, realmente, filmes de terror como antigamente.
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Pantalaimon, é bom ir descobrindo, aos poucos, que você tem opinião própria, e não é um mero papagaio da crítica (conforme eu tinha a impressão). É preciso muita opinião própria para gostar de Colheita Maldita, um filme abominável e execrado por todos (coisa justa, na minha opinião, rsrs).

 

 

 

Também gosto de IT, e concordo que a segunda parte não é tão boa. Não acho que seja ruim, acho que o que estraga é aquela maldita aranha de brinquedo. 11.gif

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O Iluminado, Conta Comigo, Louca Obsessão, O Nevoeiro, Carrie... só filmaço, estão entre meus preferidos, no entanto, não tenho como não votar em Um Sonho de Liberdade. Um filme emocionante, que minha mãe pegou na locadora há muitos anos e colocou no videocassete, sem que ninguém estivesse esperando muita coisa e... bom, não dá pra explicar o impacto do filme.

 

 

 

Li o conto que deu origem ao filme muitos anos depois, e é um dos poucos casos em que o filme tem ainda mais detalhes do que a obra escrita, embora não mude quase nada na história original (só acrescenta). Não era algo difícil de se fazer, já que a história é relativamente curta, mesmo assim pode-se dizer que a adaptação saiu melhor que a obra original.

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Dos filmes da enquete:

 

Conta Comigo - excelente, e não só pelo fator nostálgico.

Shawshank Redemption - A quilômetros a melhor de todas as adaptações

O Iluminado e Carrie todo mundo sabe que eu detesto, acho ambos péssimos filmes.

Cemitério Maldito - Bem bom. Sucesso dos anos 90, mas prefiro Trocas Macabras que não está na enquete.

Zona Morta - Bom. Mas o livro é muito melhor

Creepshow - interessante, tem uma das mortes mais claustrofóbicas de todos os tempos.

À Espera de um Milagre - excelente, segundo melhor

Louca Obsessão - outro que todo mundo gosta e eu detesto, aliás, tenho horror à Kate Bathes

1408 - Muito bom

It - bom, o livro é levemente superior, mas como todo mundo fala, não há comparação entre a primeira e segunda parte

O Nevoeiro - muito bom e surpreendente

 

Ah, o citado Colheita Maldita é fraquíssimo apesar das 100000 continuações, pelo menos na minha opinião

 

 

Mr. Scofield2008-10-24 22:33:04

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Colheita Maldita é ruinzinho mesmo. E ele tem 2 defeitos básicos: o começo e o fim. Se o diretor tivesse editado alguma coisa ali no começo e no fime, o filme poderia ter funcionado melhor.

 

Spoilers...

 

O começo mostra logo de cara o que as crianças fazem na cidade. Depois quando o casal chega lá a gente já sabe o que houve... blé. O filme deveria ter começado com o casal, e eles indo parar na cidade aparentemente abandonada e aos poucos a gente vai descobrindo (juntos com eles) o que aconteceu por lá. E o fim, confirma a existência do monstro do milharal. Na verdade, tudo ficaria "mais terrível" se aquilo tudo fosse, sim, só responsabilidade da criançada da cidade, sem monstro tosco para justificar aquilo tudo. Ou seja, a garotada ficou louca e badernou a cidade toda, eliminando os adultos. Nenhum monstro consegueria ser mais terrível que isso.

 

Ah! E teve ainda um terceiro defeito grave do filme: Teve muitas continuações! E nenhuma delas diz a que veio (eu parei no III, o resto eu nem vi). Mas isso não é culpa do filme em si...
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<font size="3" face="Times New Roman' date=' Times, serif">Dos filmes da enquete:Conta Comigo - excelente, e não só pelo fator nostálgico.Shawshank Redemption - A quilômetros a melhor de todas as adaptaçõesO Iluminado e Carrie todo mundo sabe que eu detesto, acho ambos péssimos filmes.Cemitério Maldito - Bem bom. Sucesso dos anos 90, mas prefiro Trocas Macabras que não está na enquete.Zona Morta - Bom. Mas o livro é muito melhorCreepshow - interessante, tem uma das mortes mais claustrofóbicas de todos os tempos.À Espera de um Milagre - excelente, segundo melhorLouca Obsessão - outro que todo mundo gosta e eu detesto, aliás, tenho horror à Kate Bathes1408 - Muito bomIt - bom, o livro é levemente superior, mas como todo mundo fala, não há comparação entre a primeira e segunda parteO Nevoeiro - muito bom e surpreendenteAh, o citado Colheita Maldita é fraquíssimo apesar das 100000 continuações, pelo menos na minha opinião

 

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Hmmm, primeira pessoa que eu vejo que não gosta de Carrie. O Iluminado eu entendo, e sobre Louca Obsessão vc já explicou o motivo... mas Carrie?

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O Iluminado considero um ótimo filme, mas em questão de adaptação livro-cinema não passa nem perto de ser a melhor já que é diferente do livro e o próprio King nutre certo ódio pelo filme (tanto que produziu uma fraca produção do mesmo para tv lançado em vhs duplo por aqui, mas que é bem mais fiel ao seu livro).

 

Qto aos outros, a melhor realmente é Um Sonho de Liberdade, mas gosto  de A Tempestade do Século, Carrie, Christine, O Aprendiz, Conta Comigo, À Espera de Um Milagre, 1408, O Nevoeiro, It, Louca Obsessão, Trocas Macabras, A Metade Negra, Cemitério Maldito, Dança da Morte, Fenda no Tempo, A Hora da Zona Morta, Montado na Bala, Creepshow, Bala de Prata, Cujo, Olhos de Gato, Lembranças de Um Verão, O Passageiro do Futuro, O Sobrevivente, Eclipse Total, A Janela Secreta, As Vezes Eles Voltam, Vôo Noturno(o filme do vampiro que pilota avião e não o da Rachel McAdams05).

 

Aqueles que não gosto mto são Apanhador de Sonhos, Desespero, Rose Red, Tommyknockers, Sonâmbulos, Colheita Maldita, Chamas da Vingança, Comboio do Terror, Mangler, A Maldição, Jovem Outra Vez.

 

 

Putz, como esse cara teve obras adaptadas.060606

Devo ter esquecido alguma coisa, mas acho que relatei as mais significativas e importantes.

 

Rob Gordon2008-10-25 03:27:34

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Putz, esse A Tempestade do Século é aquele que no final o capetão leva a criança embora? 06

 

Lembro uma vez que passou no SBT mas como o filme é longo foi totalmente mutilado, por isso não entendi quase nada e acabei não gostando do filme. Só lembro do final porque eu fiquei meio "13". 06

 

Nem sabia que Bala de Prata é baseado numa obra dele, curtia pra caramba esse filme. 16
Angelo Voorhees2008-10-25 03:40:37
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Esse mesmo, Angelo. A Tempestade do Século é um filme mto bom, lançado por aqui apenas em vhs duplo pela Warner e hj esquecido, mas continua um filme mto bom (na minha opinião). Se sair em dvd por aqui, cofreio na hora.

 

Bala de Prata é baseado no livro A Hora do Lobisomem, se não estou enganado. E o filme é mto bom...um daqueles da minha infância que cresci assistindo, mas agora faz um tempinho que não o vejo. 12

 

 

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Meu preferido, com muita muita folga, é O Iluminado, que pra mim é um dos 5 melhores filmes do mundo e assim como o Angelo considero a melhor atuação de todos os tempos.

 

Depois fico com Carrie e Um Sonho de Liberdade.

 

Tem alguns que vi faz tempo e ou não me lembro de muita coisa, como O Aprendiz, Conta Comigo, O Cemitério Maldito, Rose Red, Christine, Colheita Maldita e Jovens Outra Vez.

 

Bom, eu adoro It, foi um dos filmes da minha infancia, e metade do ano passado achei o DVD dele em locadorazinha aqui e fui rever, cheio de medo de abalar a visão que eu tinha. Bom, caiu um pouco no meu conceito mesmo, os diálogos são exageradamente ruins, mas não chegou a comprometer muito não. Mesmo com diálogos podres o King consegue criar situações nostalgicas até pra quem vê pela primeira vez, sobre esse lance de amizade na infância, e como não era a primeira vez que eu tinha visto, isso ficou mais forte ainda. A merda é que esse filme podia ser op com um pouco mais de capricho: do King, em ter sido um pouco menos megalomaniaco com o final (acho que ele se emocionou com o que tinha escrito até ali e resolveu fazer algo apoteótico, ao em vez de apenas sugestionar a verdadeira forma do palhaço); e do roteirista em ter despiegaçado (?) um pouco os diálogos (pq tem uns muito ruinzinhos) já que isso é uma caracterisca do King mesmo. Daí da aquele gostinho, foi bom, mas podia ter sido op.

 

E tem dois filmes dele que eu gosto muito também, que é Fenda no Tempo e A Tempestade do Século. Fenda no Tempo é fantástico também, e apesar dos Langoliers serem muito ridículos, nem atrapalham tanto quanto a forma final do palhação. O clima desse filme é muito legal, um avião vagando pelo nada e um aeroporto vazio esperando para ser atacado por criaturas desconhecidas. O poder de sugestionar funciona bem  nesse: vc fica o filme toda sabendo dos bichinhos, ouve eles, sabe que vai dar merda ali, e a tensão é uma das maiores dos filmes baseados nas histórias do king. Eu preferia que apenas eles voltassem pro avião e mostrasse uma certa destruição no aeroporto, não a forma real dos bichos, mas nem incomoda tanto. E A Tempestade do Século é foda também. Falam dos finais do King, mas o desse, junto com de Carrie e Zona Morta, são os melhores. Aquela cena das pedrinhas e do moleque com olhar de demônio é fantástica.

 

A Hora da Zona Morta é muito bom também, e o melhor livro dele (depois da op A Torre Negra, lógico)

 

Gosto de Á Espera de Um Milagre, 1408 (mas até certa parte só, antes de ele "acordar" do "sonho"), O Sobrevivente, Vôo Noturno, Tommyknockers, Desespero (até certa parte apenas, e o xerifão é um dos melhores personagens do king), A Hora do Lobisomen 16, A Mansão Mastern, A Maldição, Janela Secreta, etc, e os outros ou esqueci de mencionar, ou não vi, ou não gostei.
Tensor2008-10-25 09:20:27
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Meu preferido é o Iluminado, mas gosto tb de Carrie, Tempestade do Seculo, Cemiterio Maldito, A espera de um milagre, Christine, 1408, a janela secreta..os outros não vi e apanhador de sonhos é o unico que nao gosto.

 

Dos que nao foram citados, gosto de A Maldição do Cigano, Rose Red.

 

 

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<font size="3" face="Times New Roman' date=' Times, serif">Dos filmes da enquete:Conta Comigo - excelente, e não só pelo fator nostálgico.Shawshank Redemption - A quilômetros a melhor de todas as adaptaçõesO Iluminado e Carrie todo mundo sabe que eu detesto, acho ambos péssimos filmes.Cemitério Maldito - Bem bom. Sucesso dos anos 90, mas prefiro Trocas Macabras que não está na enquete.Zona Morta - Bom. Mas o livro é muito melhorCreepshow - interessante, tem uma das mortes mais claustrofóbicas de todos os tempos.À Espera de um Milagre - excelente, segundo melhorLouca Obsessão - outro que todo mundo gosta e eu detesto, aliás, tenho horror à Kate Bathes1408 - Muito bomIt - bom, o livro é levemente superior, mas como todo mundo fala, não há comparação entre a primeira e segunda parteO Nevoeiro - muito bom e surpreendenteAh, o citado Colheita Maldita é fraquíssimo apesar das 100000 continuações, pelo menos na minha opinião

 

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Hmmm, primeira pessoa que eu vejo que não gosta de Carrie. O Iluminado eu entendo, e sobre Louca Obsessão vc já explicou o motivo... mas Carrie?

Tenho um problema sério com Carrie, Raziel, que tornaria muito difícil eu gostar do filme: eu não gosto da estória. Portanto, falamos em algo, mais uma vez subjetivíssimo.

Não gosto da associação entre paranormalidade e inferioridade que King estabelece existente intrinsicamente na personalidade da garota Carrie.

Diante disso acho tudo excessivo e exagerado demais. A menina é extremamente ridicularizada, sofre horrores e tem uma estória até muito triste. Algo que teoricamente estabeleceria um vínculo emocional forte com o espectador  e como normalmente me envolvo muito com esse elemento: personagem, seria um fator bastante interessante e primordial para que eu gostasse do filme. Carrie é um filme de horror diferenciado pra mim, porque envolve, indubitavelmente, uma elevada carga dramática proveniente do mundo bizarro da moça.

No entanto, vejo como uma saída fácil essa da paranormalidade, mais do que isso: uma saída que não me agrada em nenhum momento. Ela estabelece uma mudança de perspectiva que nesse caso os grandes extremos opostos (inferioridade traçada pelas circunstâncias em que Carrie é envolvida x superioridade trazida pelos poderes que possui) pra mim soa como algo que tensiona a esfera do desejo irracional (o querer reverter uma situação) e acho que eu gostaria de algo mais palpável pelo poder racional e concreto da primeira esfera, que pra mim parece muito real, entende? O que eu digo é: há, pra mim um descompasso entre os dois: problemática e "resolução" (entre aspas, claro), que me incomoda demasiado. Não que eu ache que não exista a paranormalidade, mas ela é extremamente conveniente no filme, pelas características da personagem. Em outras palavras, é como se eu subisse numa montanha russa com os nervos à flor da pele e fosse retirado no alto antes da descida. E fatores como a "explosão de ódio" de Carrie (e quanto mais forte fosse, mais esse sentimento seria reforçado) fossem atalhos que não considero com força suficiente para raspar no nível da primeira esfera.

E não se engane, sei que isso é intencional. Eu só não gosto nem um pouco da opção de King.

Aliás, sei que muitos virão aqui falar de suas várias interpretações da estória enfatizando outros pontos ou até mesmo discordando de tudo, mas...é isso que opiniões subjetivas, não?

Dito isso se tornaria muito difícil eu gostar de qualquer obra a respeito, óbvio. E se no imaginário da estória, onde todos os componentes eram construído com certa liberdade e interagindo inclusive com elementos reflexivos mais específicos (li primeiro o livro) eu já não gostava nem um pouco, imagine a materialização de tudo que eu não gostava em conflito com uma visão de alguém que gostava (e que portanto, tendia a reforçar os elementos que eu "amenizava"), entende?

 

Já o problema de O Iluminado pra mim está mais no problema de eu considerar excessivamente imagéticos todas as obras de King e ele ter optado por algo de altíssimo potencial reflexivo e psicológico. Acho fraquíssimo o desenvolvimento psicológico do personagem de Jack Nicholson, ele poderia ser infinitamente mais rico tanto no livro quanto no filme. Daí vem o que pouca gente entende: apesar de eu detestar o filme, acho fantástica a atuação de Nicholson porque de certa forma as coisas estão desvinculadas. Mas já falei bastante sobre O Iluminado aqui no fórum, não tenho mais paciência. 06

Mr. Scofield2008-10-25 12:13:20

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<font size="3" face="Times New Roman' date=' Times, serif">Dos filmes da enquete:Conta Comigo - excelente, e não só pelo fator nostálgico.Shawshank Redemption - A quilômetros a melhor de todas as adaptaçõesO Iluminado e Carrie todo mundo sabe que eu detesto, acho ambos péssimos filmes.Cemitério Maldito - Bem bom. Sucesso dos anos 90, mas prefiro Trocas Macabras que não está na enquete.Zona Morta - Bom. Mas o livro é muito melhorCreepshow - interessante, tem uma das mortes mais claustrofóbicas de todos os tempos.À Espera de um Milagre - excelente, segundo melhorLouca Obsessão - outro que todo mundo gosta e eu detesto, aliás, tenho horror à Kate Bathes1408 - Muito bomIt - bom, o livro é levemente superior, mas como todo mundo fala, não há comparação entre a primeira e segunda parteO Nevoeiro - muito bom e surpreendenteAh, o citado Colheita Maldita é fraquíssimo apesar das 100000 continuações, pelo menos na minha opinião

 

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Hmmm, primeira pessoa que eu vejo que não gosta de Carrie. O Iluminado eu entendo, e sobre Louca Obsessão vc já explicou o motivo... mas Carrie?

<font size="3" face="Times New Roman, Times, serif">Tenho um problema sério com Carrie, Raziel, que tornaria muito difícil eu gostar do filme: eu não gosto da estória. Portanto, falamos em algo, mais uma vez subjetivíssimo. Não gosto da associação entre paranormalidade e inferioridade que King estabelece existente intrinsicamente na personalidade da garota Carrie. Diante disso acho tudo excessivo e exagerado demais. A menina é extremamente ridicularizada, sofre horrores e tem uma estória até muito triste. Algo que teoricamente estabeleceria um vínculo emocional forte com o espectador  e como normalmente me envolvo muito com esse elemento: personagem, seria um fator bastante interessante e primordial para que eu gostasse do filme. Carrie é um filme de horror diferenciado pra mim, porque envolve, indubitavelmente, uma elevada carga dramática proveniente do mundo bizarro da moça.No entanto, vejo como uma saída fácil essa da paranormalidade, mais do que isso: uma saída que não me agrada em nenhum momento. Ela estabelece uma mudança de perspectiva que nesse caso os grandes extremos opostos (inferioridade traçada pelas circunstâncias em que Carrie é envolvida x superioridade trazida pelos poderes que possui) pra mim soa como algo que tensiona a esfera do desejo irracional (o querer reverter uma situação) e acho que eu gostaria de algo mais palpável pelo poder racional e concreto da primeira esfera, que pra mim parece muito real, entende? O que eu digo é: há, pra mim um descompasso entre os dois: problemática e "resolução" (entre aspas, claro), que me incomoda demasiado. Não que eu ache que não exista a paranormalidade, mas ela é extremamente conveniente no filme, pelas características da personagem. Em outras palavras, é como se eu subisse numa montanha russa com os nervos à flor da pele e fosse retirado no alto antes da descida. E fatores como a "explosão de ódio" de Carrie (e quanto mais forte fosse, mais esse sentimento seria reforçado) fossem atalhos que não considero com força suficiente para raspar no nível da primeira esfera.E não se engane, sei que isso é intencional. Eu só não gosto nem um pouco da opção de King.Aliás, sei que muitos virão aqui falar de suas várias interpretações da estória enfatizando outros pontos ou até mesmo discordando de tudo, mas...é isso que opiniões subjetivas, não?Dito isso se tornaria muito difícil eu gostar de qualquer obra a respeito, óbvio. E se no imaginário da estória, onde todos os componentes eram construído com certa liberdade e interagindo inclusive com elementos reflexivos mais específicos (li primeiro o livro) eu já não gostava nem um pouco, imagine a materialização de tudo que eu não gostava em conflito com uma visão de alguém que gostava (e que portanto, tendia a reforçar os elementos que eu "amenizava"), entende?Já o problema de O Iluminado pra mim está mais no problema de eu considerar excessivamente imagéticos todas as obras de King e ele ter optado por algo de altíssimo potencial reflexivo e psicológico. Acho fraquíssimo o desenvolvimento psicológico do personagem de Jack Nicholson, ele poderia ser infinitamente mais rico tanto no livro quanto no filme. Daí vem o que pouca gente entende: apesar de eu detestar o filme, acho fantástica a atuação de Nicholson porque de certa forma as coisas estão desvinculadas. Mas já falei bastante sobre O Iluminado aqui no fórum, não tenho mais paciência.

 

 

 

Oook, é bem subjetivo mesmo. É o típico caso em que não se concorda com as escolhas do roteiro, e por isso o "santo não bate". É o meu caso com Forrest Gump, que admito ser um "bom filme", mas simplesmente odeio por achar tudo forçado e melodramático.

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Bom' date=' eu adoro It, foi um dos filmes da minha infancia, e metade do ano passado achei o DVD dele em locadorazinha aqui e fui rever, cheio de medo de abalar a visão que eu tinha.

 

 

 

A merda é que esse filme podia ser op com um pouco mais de capricho: do King, em ter sido um pouco menos megalomaniaco com o final (acho que ele se emocionou com o que tinha escrito até ali e resolveu fazer algo apoteótico, ao em vez de apenas sugestionar a verdadeira forma do palhaço); [/quote']

 

 

 

Bom, tenho algo a dizer sobre esse trecho: acho que você não leu o livro, que é muito mais grandioso do que a série de TV; durante o livro, aparecem monstros realmente poderosos, baseados nos medos das crianças: temos um pássaro gigante, um tubarão que nada pelo lago, etc e talz. O final do livro precisava de algo impactante, caso contrário seria brochante, portanto a aranha gigante consegue o efeito desejado (afinal, em livro, ela é muito mais assustadora). Esse lance de "apenas sugerir" é sempre mencionado quando se quer criticar algum filme de terror que "mostra muito", mas como fã do gênero (principalmente na literatura), eu afirmo uma coisa: sugerir é legal, mas não sempre. A história precisa dar margem pra esse tipo de recurso, e se o escritor fizer todas as histórias dessa forma, vai se tornar repetitivo apenas. Na maioria das vezes, é preciso deixar a "elegância" de lado e partir pra ignorância mesmo. 06.gif

 

 

 

Em It (a série), acho que os problemas que envolvem o clímax são: a interpretação dos atores, que não parecem sentir medo da aranha gigante, a cena em si (péssimamente filmada, devido as limitações técnicas) e a própria aranha-gigante, que é mal-feita e não assusta nem criança. O que eu digo é o seguinte, o problema não é TER uma aranha gigante, mas sim mostrar uma aranha gigante de plástico. Se fosse algo estilo "Laracna", a coisa funcionaria.

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O Iluminado é o melhor mesmo' date=' mas tenho um carinho todo especial por "IT", filme pouco conhecido, que na verdade é uma série de 4 episódios, e compilaram os episódios em um "filme", que acho ótimo, a primeira parte, a segunda, quando eles estão grandes, é ruim.

 

E revi ontem "Colheita Maldita", ótimo, me arrepiei, não se fazem, realmente, filmes de terror como antigamente.
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Pantalaimon, é bom ir descobrindo, aos poucos, que você tem opinião própria, e não é um mero papagaio da crítica (conforme eu tinha a impressão). É preciso muita opinião própria para gostar de Colheita Maldita, um filme abominável e execrado por todos (coisa justa, na minha opinião, rsrs).

Também gosto de IT, e concordo que a segunda parte não é tão boa. Não acho que seja ruim, acho que o que estraga é aquela maldita aranha de brinquedo. 11.gif

 

0606 Bom saber que você mudou de opinião, eu devo passar essa imagem de mediocridade mesmo, a começar pelo meu "pantalaimon" (a foto vem do filme, mas sou fã da trilogia), enfim. Exato, a aranha é a pior coisa; é ridículo ver um bando de velhos brigando com uma aranha armados de pedras e um estilingue. Já a primeira parte é perfeita, nossa.

 

E existe DVD já a venda, eu tenho o meu, legal. ;D
pantalaimon2008-10-25 18:30:51
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"Carrie" é o melhor, depois de "O Iluminado", acho. "Cemitério Maldito" eu odiei, tanto que não vi até o final, achei a história um lixo.

O que eu gosto de "Colheita Maldita" é a trama; eu acho assustador uma cidade abandonada e liderada por crianças onde um líder, embasado por preceitos religiosos, domina a todos. Tem umas cenas da cidade deserta, com umas folhas de milharais pelos cantos, abandonada, eu me arrepio, adoro. E o tal do Malachai é BIZARRO, onde acharam aquele menino?A cara dele é assustadora, juntamente com o líder, o Isaac, outro medonho!
pantalaimon2008-10-25 18:21:28
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Bom' date=' eu adoro It, foi um dos filmes da minha infancia, e metade do ano passado achei o DVD dele em locadorazinha aqui e fui rever, cheio de medo de abalar a visão que eu tinha.

A merda é que esse filme podia ser op com um pouco mais de capricho: do King, em ter sido um pouco menos megalomaniaco com o final (acho que ele se emocionou com o que tinha escrito até ali e resolveu fazer algo apoteótico, ao em vez de apenas sugestionar a verdadeira forma do palhaço); [/quote']

Bom, tenho algo a dizer sobre esse trecho: acho que você não leu o livro, que é muito mais grandioso do que a série de TV; durante o livro, aparecem monstros realmente poderosos, baseados nos medos das crianças: temos um pássaro gigante, um tubarão que nada pelo lago, etc e talz. O final do livro precisava de algo impactante, caso contrário seria brochante, portanto a aranha gigante consegue o efeito desejado (afinal, em livro, ela é muito mais assustadora). Esse lance de "apenas sugerir" é sempre mencionado quando se quer criticar algum filme de terror que "mostra muito", mas como fã do gênero (principalmente na literatura), eu afirmo uma coisa: sugerir é legal, mas não sempre. A história precisa dar margem pra esse tipo de recurso, e se o escritor fizer todas as histórias dessa forma, vai se tornar repetitivo apenas. Na maioria das vezes, é preciso deixar a "elegância" de lado e partir pra ignorância mesmo. 06.gif

Em It (a série), acho que os problemas que envolvem o clímax são: a interpretação dos atores, que não parecem sentir medo da aranha gigante, a cena em si (péssimamente filmada, devido as limitações técnicas) e a própria aranha-gigante, que é mal-feita e não assusta nem criança. O que eu digo é o seguinte, o problema não é TER uma aranha gigante, mas sim mostrar uma aranha gigante de plástico. Se fosse algo estilo "Laracna", a coisa funcionaria.

 

Pois é, e o mais assustador em "IT" é o palhaço, excelentemtente interpretado e muito bem colocado em cada cena, a maquiagem, a voz, perfeito. Acho que acontece uma frustração do espectador, no meu caso, em saber que aquele palhaço aterrorizante é aquela aranha nada assustadora; eles precisavam ter criado, em termos visuais mesmo, algo mais assustador que o palhaço, e falham, pois a aranha é risível.

 

Outra frustração minha é não ter lido o livro, gigantão, por falta de tempo; mas farei isso algum dia, espero que em breve. Eu sempre quis muito ler o livro, por adorar o filme, e pelo tamanho da obra, são mais de mil páginas?, imagino que deva ser ótimo, deve aprofundar muito mais os personagens, coisas que a primeira parte do filme/série já faz bem.
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Bom' date=' eu adoro It, foi um dos filmes da minha infancia, e metade do ano passado achei o DVD dele em locadorazinha aqui e fui rever, cheio de medo de abalar a visão que eu tinha.

A merda é que esse filme podia ser op com um pouco mais de capricho: do King, em ter sido um pouco menos megalomaniaco com o final (acho que ele se emocionou com o que tinha escrito até ali e resolveu fazer algo apoteótico, ao em vez de apenas sugestionar a verdadeira forma do palhaço); [/quote']

Bom, tenho algo a dizer sobre esse trecho: acho que você não leu o livro, que é muito mais grandioso do que a série de TV; durante o livro, aparecem monstros realmente poderosos, baseados nos medos das crianças: temos um pássaro gigante, um tubarão que nada pelo lago, etc e talz. O final do livro precisava de algo impactante, caso contrário seria brochante, portanto a aranha gigante consegue o efeito desejado (afinal, em livro, ela é muito mais assustadora). Esse lance de "apenas sugerir" é sempre mencionado quando se quer criticar algum filme de terror que "mostra muito", mas como fã do gênero (principalmente na literatura), eu afirmo uma coisa: sugerir é legal, mas não sempre. A história precisa dar margem pra esse tipo de recurso, e se o escritor fizer todas as histórias dessa forma, vai se tornar repetitivo apenas. Na maioria das vezes, é preciso deixar a "elegância" de lado e partir pra ignorância mesmo. 06.gif

Em It (a série), acho que os problemas que envolvem o clímax são: a interpretação dos atores, que não parecem sentir medo da aranha gigante, a cena em si (péssimamente filmada, devido as limitações técnicas) e a própria aranha-gigante, que é mal-feita e não assusta nem criança. O que eu digo é o seguinte, o problema não é TER uma aranha gigante, mas sim mostrar uma aranha gigante de plástico. Se fosse algo estilo "Laracna", a coisa funcionaria.

 

Pra mim o problema é ter a aranha, não importa como ela fosse. Tanto no livro quanto no filme, eu acho que deveriam apenas sugerir. Pra mim o melhor e o mais assustador é justamente a ameaça ter essa forma de um amigo da criança completamente psicótico. No livro é menos ruim, claro,até pq um universo desses cabe melhor no imaginário do que própriamente na tela (com raras exceções), mas mesmo assim eu escolheria um final diferente, acho que o livro se alongou mais do que deveria, mas o final nele nem me incomoda muito, mas discordo que seria frustrante um final mais comedido. Já com filme é diferente, nem tudo que é bom na literatura é bom na tela, e nesse caso, uma criançada enfrentando uma aranha gigante, eu não consigo imaginar esse cena se não de uma maneira extremamente imbecil. Eu ignoraria totalmente o final do livro e faria algo completamente novo envolvendo apenas o palhaço. Mas daí a gente já corre pra subjetividade, essa é apenas a forma que eu prefiro, claro.
Tensor2008-10-25 20:23:46
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