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Forum Cinema em Cena

Oscar 2010: Indicados e Previsões


MacGruber
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Tb adorei Lars and the real girl e assim como o Fe acho q deveria ter sido indicado a melhor filme ao menos.

Nem me lembrei saulomeri q o Depp havia sido indicado por Sweeney Todd e o Clooney pelo Michael Clayton. Sem dúvida alguma a interpretação do Gosling era infinitamente melhor!
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George Clooney sendo reconhecido por interpretar George Clooney é sempre decepcionante. Felizmente, ele mesmo reconheceu que o Day-Lewis é quem merecia.

 

Acho que vcs estão superestimando a Academia. Já foi um milagre o Gosling ter sido indicado por Half Nelson (que ainda não vi, mas devo ver logo), repetir este feito um ano depois era praticamente impossível.

 

Parece que ele vai fazer par romântico com a Kirsten Dunst num tal de All Good Things, do diretor de Na Captura dos Friedman.
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Trailer de Bright Star:

 

 

Os dois protagonistas parecem ótimos mesmo. O trailer é igual aos vários de filmes desse estilo (a narração tbm não ajuda) mas o filme tem tudo pra ser bom sim.
Beckin2009-07-22 00:55:53
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Ontem fui à locadora pegar a série FRIDAY NIGHT LIGHTS e já ia saindo qd a gerente me pediu pra esperar um pouco. Estava terminando de catalogar os lançamentos recém-chegados e queria que eu desse uma olhada; vê se algo me interessava. Entre as 50 cópias do nunca confiável Ed Zwick´DEFIANCE e as 30 de EVOCANDO ESPÍRITOS, lá estavam as minguadas três cópias de Lars and the Real Girl.

 

Afora a emoção de ver um filme de Ryan Gosling em dvd, aluguei pra rever uma das melhores atuações dos últimos anos.

 

Eu havia baixado o filme na véspera do Oscar 2008. De cara achei a performance de Gosling de um superlativismo ímpar, mas o filme não me arrebatara. O desenvolvimento do personagem me parecera ótimo, assim como a abordagem do personagem pelo texto e por Gosling: Funcional e abalado numa medida exata de melancolia, com sua deficiência mais pronunciada pela inabilidade de Lars em se relacionar e a forma como ele projeta suas fraturas psicologicas em Bianca, a Sex Doll. Mas a maneira como a cidade participava inteira da "desordem" de Lars não me agradou. Revendo o filme, notei como o roteiro cria artíficios sutis e convincentes para nos convencer da decisão coletiva da cidade. Não importa se é inverossimil, importa que a construção do filme é eficaz.

 

Com isso, tudo no filme cresceu pra mim.

 

 

E Gosling... Sem o q falar. Só nao me peçam pra escolher entre ele e Day-Lewis.

 

 

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E gostei mt do trailer de Bright Star. Um q de genérico sim, mas tb com um q de Campion. Cornish parece incrivel, assim como Whishaw.
Ronny2009-07-23 08:12:30
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Não gostei do trailer de Bright Star, principalmente pela repetitiva decupagem. Escolha de locações parecidas me parece algo bem ruim do filme. Belo pelo belo mas vazio... espero estar enganado, afinal se Campion fez O Piano, talento ela tem, apesar das suas últimas besteiras...

 

...

 

Trailer de Alice in Wonderland visto e como eu temia, um excesso de coisas... um pavor. Helena Bohan Carter está parecendo o baby da família dinossauro com uma mistura de Gollum. A cabeça distorcida é um horror... os efeito também são bem vagabundos... espero que não sejam imagens já completamente finalizadas...

FeCamargo2009-07-22 18:37:58

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Boa, Bruno.

 

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Searchlight backs Bridges’ “performance of a lifetime”

Posted by Guy Lodge · 10:13 am · July 22nd' date=' 2009

 

 

Jeff%20Bridges%20in%20Crazy%20HeartWhen I first began compiling my Oscar nomination predictions back in May, I took a wild-card Best Actor punt on Jeff Bridges in a little, then distributor-less indie called “Crazy Heart.”

In truth, I had little basis for the guess other than the strong

reputation of the 1987 source novel, and the fact that Bridges is

surely one of the most sorely Oscar-overdue actors in the business.

Like Ed Harris, he’s one of those dependable American stalwarts,

well-liked by all, who you think must win at some point, but rarely land roles showy enough for the winner’s circle.

“Crazy Heart,” however, gives Bridges the opportunity to play a

washed-up, alcoholic country singer seeking to get his life and career

back on track — now just count the Oscar hooks in that sentence.

So I was interested to see my idea given at least some credence by Fox Searchlight, who recently acquired global rights to the film for a seven-figure sum.

[/quote']

 

 

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Jessica Lange só não teve a mesma sorte que a Meryl Streep, mais é uma atriz tão incrível quanto a Meryl.

Agora falando de Grey Gardens, os estúdios não acreditavam que o filme pudesse vingar, daí só a HBO gostou da ideia do filme, enfim são grandes atuações, figurino perfeito, direção de arte muito ousada, um roteiro correto e a primeira direção de um homem que acreditava muito em Big Edie e Little Edie. com 12 milhões fizeram milagre.
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Pessoal ontem fui ver HÁ TANTO TEMPO QUE TE AMO e aconselho para todos. Um filme realmente maravilhoso. A atuação de Kristin Scott Thomas é absurda: cada gesto, cada olhar milimetricamente calculado. E o roteiro te deixa com perguntas desde o começo. O que aquela mulher fez, a quem fez e por que fez. O filme consegue te prender com essas perguntas até o final, onde ocorre a revelação. Simplesmente magnífico. Ahh aquela música dos créditos...

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Tenho ressalvas para com HÁ TANTO TEMPO QUE TE AMO. O roteiro é realmente mt bom, no que se considere construção e desenvolvimento de trama e personagens, mas o diretor, apesar de acertar no distanciamento, por mts vezes consegue pôr tudo numa esfera mt burocrática, no sentido de mts passagens soarem à deriva. E a cena final não me satisfaz.

Thomas briga com Sally Hawkins pelo posto de melhor atriz do ano e é um vexame que ela não tenha sido indicada. Monstruosa. E o que falar de Elsa Zylberstein?

 

Digo e repito: O Oscar 2009 foi o mais injusto para os atores nesta década.
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Concordo com o Ronny, sobre a injustiça no Oscar.

 

Sobre o filme, acho que já tinha dito e resumo assim: não é um grande filme (a falta de talento do diretor não permitu), mas tem grandes momentos.

 

E a vaga de melhor atriz é mesmo uma briga entre Hawkins e Thomas (e Hathaway), mas Thomas ganhou, no meu ringue. Impressionante!
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Warm notices for Streep in ‘Julie & Julia’

Posted by Guy Lodge · 12:45 pm · July 24th, 2009

Meryl%20Streep%20in%20Julie%20&%20JuliaEven before anyone had laid eyes on Nora Ephron’s “Julie & Julia,” I felt fairly confident in predicting the critical response: nice, unremarkable film dominated by a broadly entertaining, larger-than-life turn from Meryl Streep.

And so it has come to pass. The trade papers are united in their lukewarm feelings on the film itself, while Streep comes in for the expected praise for a showy star turn a showy star role. (Meanwhile, poor Amy Adams gets predictably, if charitably, sidelined, despite her joint billing.)

Variety’s Todd McCarthy is harshest on the film, calling it “overstuffed and predigested … a slick, presumptuous vanity project,” but has nothing but kind words for Streep’s “delightfully daffy” performance:

Doing her formidable best to counteract (the film’s) drawbacks is Streep, whose 5-foot-6 frame makes her an imperfect physical match for the 6-foot-2 Julia, but who proves more than up to the challenge of tackling this beloved celebrity’s equally outsized personality. Delivering an elegant approximation of the woman’s distinctly flutelike vocal pitch and endearing mannerisms, Streep abundantly conveys the warmth, rich humor and joie de vivre so evident in Julia’s TV appearances and her writing.

Kirk Honeycutt’s Hollywood Reporter review is more gently critical of the film, declaring it enjoyable but lacking in nuance, and besotted with Streep:

Another Streep marvel … Streep delivers yet another uncanny impersonation, getting every shade of the famously hearty voice and extravagant, life-loving personality that was Julia.

However, Screen International’s Fionnuala Halligan, while admiring of Streep’s craft, raises concerns that it might not register with those unfamiliar with Julia Child herself:

Child was a Cordon Bleu chef with distinctive physical attributes and eccentric, if not downright campy, mannerisms, which Streep largely nails. But Ephron does not help the uninitiated – that is to say the younger viewer or international audiences who haven’t seen Child’s TV shows – by providing any footage or context upfront. Thus it takes a while for Streep’s initially alarming performance – more reminiscent of her turn in Mamma Mia! than Doubt – to sink in.

(I guess if I had to choose between Streep’s turn in “Mamma Mia!” or “Doubt,” I’d pick the former, but it’s not an appetizing comparison. Anyway.)

Anyway, regardless of the film’s reception, these notices will likely spur on the Oscar talk for Streep, though her cause would be helped if the older female target audience embraces the film as they did “The Devil Wears Prada.” Streep’s campaign for the latter was a relatively easy one, but still benefitted from the film’s better-than-expected critical notices and surprisingly broad awards reach. (It may have got only two Oscar nods, but Screenplay and Supporting Actress were near misses, while I suspect it was closer to a Best Picture nod than most people think.)

“Julie & Julia” might lack those advantages as an awards horse, and there’s still the question mark of Nancy Meyers’ “Something Good”: a similarly comedic vehicle that, should Streep also get strong notices for it, will be far fresher in voters’ minds given its December release.

Could a vote-split damage the actress’s chances of a nomination? Or could the Academy’s biopic hard-on keep “Julia” ahead all along? Or could she duck into supporting after all, as was initially speculated, and shoot for the double nod? Far too early to speculate, of course — and all these questions are easily answered if “Something Good” turns to be, well, not — but it’s an interesting situation.

http://incontention.com/
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Não, não perdoa. Mas resta saber se ela sobrevive ao filme, que parece estar bem abaixo de O Diabo Veste Prada.

...

 

Vi Lars e Happy-Go-Lucky. "Pequena pérola" é uma definição realmente perfeita  para o 1º, mas gostei mais ainda desse Leigh. O que um pouco de starpower e muita devoção ao Clint não fizeram para a campanha da Jolie, hein? Vergonhosa a não-indicação da Hawkins. Melhor filme teria sido uma ótima pedida tb.
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Não gostei do trailer de Bright Star' date=' principalmente pela repetitiva decupagem. Escolha de locações parecidas me parece algo bem ruim do filme. Belo pelo belo mas vazio... espero estar enganado, afinal se Campion fez O Piano, talento ela tem, apesar das suas últimas besteiras...

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Trailer de Alice in Wonderland visto e como eu temia, um excesso de coisas... um pavor. Helena Bohan Carter está parecendo o baby da família dinossauro com uma mistura de Gollum. A cabeça distorcida é um horror... os efeito também são bem vagabundos... espero que não sejam imagens já completamente finalizadas...
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Ah, eu gosto tanto da Helena, ela é ótima não concorda Fe?  A despeito de Alice in Wonderland.  Nos próprios filmes do Harry ela aparece pouco, mas já arrebenta.  Aquela loucura da personagem me fascina, por mais estúpida que possa ser.  E sobre o último ser o melhor, discordo, acho o mais fraco desde o amadurecimento a partir do terceiro, que pra mim, é o melhor sem sobras de dúvidas.
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Sinceramente, a despeito de gosto pessoal, ser fã enfim...  Acho uma baita injustiça do que se fala do Oscar desse ano no quesito interpretações.  Eles podem ter esnobado grandes atuações (é uma vergonha os coadjuvantes de Rachel Getting Married terem sido esquecidos), porém na hora de premiar, com a exceção de Cruz, que estava ótima mas não era a melhor das indicadas, Ledger, Penn, Winslet injustiça?  Todos brilhantes.  E me dá náuseas quando alguém fala da Hathaway como uma grande atriz, ela realizou ótimo desempenho, seu melhor até hoje, mas Oscar?  Não consigo engolir isso.  P.S. Só um comentário, respeito a posição de quem pensa o contrário.

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