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O Vingador do Futuro (remake)


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Eu acho que vai ser foda e superar o original. Mas quero tetinhas!!!
 

 

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Veja seis novas fotos do remake de O VINGADOR DO FUTURO

14/05 - 10h57

por Heitor Valadão

O ator Colin Farrell está sempre em boa companhia feminina, seja dentro ou fora das telas. Se Arnold Schwarzenegger teve Rachel Ticotin e uma ainda desconhecida Sharon Stone, Farrell vem com Jessica Biel e Kate Beckinsale, que "coincidentemente" é esposa do diretor da refilmagem de O Vingador do Futuro, Len Wiseman. Veja as fotos:

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Wiseman também é produtor da franquia Anjos da Noite, além de ter dirigido os primeiros dois filmes, onde conheceu sua atual esposa. Durante muito tempo, ele estava cotado para dirigir o novo filme da série Duro de Matar, A Good Day to Die Hard, depois do sucesso do quarto filme. Mas os executivos do estúdio tinham pressa e acabaram trocando o sujo pelo mal lavado com John Moore, de Atrás das Linhas Inimigas e O Vôo da Fênix.

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  • 2 months later...

Kaitlyn Leeb comenta seus três seios em O Vingador do Futuro

Atriz promoveu o filme na Comic-Con 2012 e deixou os presentes intrigados com a comissão de frente tríplice.

 

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Kaitlyn Leeb, a atriz que interpreta a prostituta de três seios de O Vingador do Futuro (Total Recall), o remake dirigido por Len Wiseman (Anjos da Noite) e estrelado por Colin Farrell, esteve na semana passada na Comic-Con 2012 para divulgar o filme- e levou seu trio de próteses à convenção.

 

Ao Calgary Herald, porém, a canadense Leeb contou que diversas pessoas no evento acreditaram que os seios eram reais - e que ela tinha passado por uma cirurgia para obtê-los. "Várias pessoas me perguntaram se implantei o terceiro. Outras acharam que os dois dos lados eram verdadeiros - e que o do meio era falso. Mas o que mais me perturbou é o fato de que todas acreditaram que eu estava andando com os peitos de fora na Comic-Con. Nenhum deles é meu", disse.[/media]

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  • 2 weeks later...

30% no RT,,, Novo fracasso artístico... aguardando agora o financeiro...

 

 

 

O VINGADOR DO FUTURO deve fracassar nas bilheterias

 

totalrecall_cartaz_ficha.jpgAs primeiras estimativas de bilheteria de O Vingador do Futuro não são positivas e indicam uma possível falta de interesse dos americanos pelo remake do longa de 1990. Segundo informações do órgão Exhibitor Relations, o filme deve faturar apenas US$ 20 milhões em sua estreia nos EUA, nesta sexta (3 de julho), ficando em um decepcionante terceiro lugar, respectivamente, atrás deBatman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge e Diário de um Banana 3, outro lançamento do fim de semana.

 

Os números poucos expressivos sugerem que o novoVingador do Futuro pode seguir a mesma carreira deblockbusters de verão como John Carter e Battleship, que fracassaram nas bilheterias. Vamos aguardar os resultados oficiais.

 

O filme de ação e ficção científica, estrelado por Colin Farrell, chega ao Brasil em 17 de agosto.

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  • 2 weeks later...

Jessica Biel quase mostra demais em première de filme

Ela posou em tapete vermelho para divulgação do longa, na Alemanha, e o decote do vestido quase traiu a atriz.

 

 

 

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Uma coisa e certa neste Vingador a Jessica e a Kate são muito gatas, agora sobre o filme só vendo mesmo mas não acho que e tão ruim como andam pintado, mas deve estar em falta com alguma coisa do original.

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Eu revi semana passada. De cara, pelo trailer deste aqui já não gostei da cena do "espaçoporto" quando Quaid embarca para marte. Schwarza de gorda e com a cabeça se "desmanchando" é cena para não esquecer. E escolheram mal as atrizes, tanto a Biel quanto a Kate são de segunda. hahahahaha

 

Acho, pelo que vi, que eles usaram CGI demais. Sem muitas expectativas...

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Vai ter o Kuato?

 

Como se desconhecêssemos alguma parte da Jessica, eu hein..., já vimos até o piercing genital dela, oras... :D

 

 

nao..nao vai ter Quato nem nada se passando em Marte! a estoria se passa td na Terra.. Pelo q vi nos extras do blue-ray (importado), a acao do original se passou em Marte por exigencia dos produtores e nao do roteiro original..ja q eles queriam um filme q parecesse mais sci-fi...e nada mais obvio q td se passasse fora da Terra. Independete disso, em Marte a estoria funciona melhor..

 

Em tempo, na epoca foi feito um roteiro pra sequencia do original, mas q foi engavetado e serviu de base pra... Minority Report, do Spielberg!

 

 

enqto isso, uma analise do original do Swcharza!

 

 

 

 

Vingador do Futuro, O: Lembre-se, você pode se arrepender!

 

Por Autor Convidado– 09/08/2012

 

por E.R.Corrêa

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O Vingador do Futuro” (Total Recall, 1990) deu início ao que está se demonstrando, por parte dos figurões envolvidos com o cinema, uma preferência aos trabalhos curtos de Philip K. Dick. Se levarmos em conta que os próprios romances e novelas de Dick eram, em sua maioria, versões expandidas e remodeladas de ideias já anteriormente utilizadas nos contos, veremos que este procedimento, ainda que não de todo justo, tem sua razão de ser. Quanto a isso o próprio Dick tem algo a declarar: “A maior parte de meus próprios romances é fruto de expansões de contos anteriores, ou fusões de diversos contos – sobreposições. O germe estava no conto; num sentido muito real, aquilo foi verdadeiramente destilado. E algumas das minhas melhores ideias, que significaram mais para mim, nunca consegui expandir em forma de romance. Elas existem como contos, apesar de todos os meus esforços” (“O Vingador do Futuro – Histórias de Philip K. Dick“, Editora Paulicéia, 1991).

 

 

 

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Dono de uma vasta produção de contos e noveletas, o trabalho de busca e catalogação de ideias para sua expansão em forma de romance ficava, pois, obviamente mais fácil, de forma que Dick já tinha uma boa parcela do trabalho realizada, quando se propunha a faze-lo.

O Vingador do Futuro” (“Recordamos para você por atacado“) apareceu originalmente na edição de abril de 1966 na “The Magazine of Fantasy and Science Fiction“, com o título “We Can Remember It For You Wholesale” e tinha potencial para ser transporto num trabalho mais arrojado, talvez até mesmo um romance, mas, como isso não aconteceu, obrigou os roteiristas Ronald Shusett, Dan O’Bannon e Gary Goldman a se virarem com o que tinham nas mãos. E eles não fizeram feio, apesar dos contratempos…

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O caso é que a história de “O Vingador do Futuro” é ainda mais tumultuada e confusa que a de “Blade Runner“, outra produção baseada em obra de Dick; consta que o filme, desde que sua ideia germinal foi lançada pela primeira vez nos idos da década de 1970, demorou mais de quinze anos para ser rodado. Sua produção passou por tantas mãos e seu roteiro sofreu reviravoltas tão alucinantes que, em determinados momentos, não se sabia mais do que tratava: se aventura, comédia, drama, espionagem… Ronald Shusett, o grande responsável pela realização do filme, já estava quase desistindo quando, repentinamente, dois nomes de enorme relevo no final da década de 80 se envolveram na contenda: o holandês Paul Verhoeven e o austríaco Arnold Schwarzenegger. Foi então que a coisa funcionou. Nada como ares europeus para revigorar as coisas…

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No conto, Douglas Quail é um “miserável empregadinho assalariado“; seu sonho é visitar o planeta Marte, onde existem sofisticadas colônias humanas acessíveis somente aos grandes figurões do governo e às pessoas de muita, muita grana. Sua esposa não se cansa de dizer que ele não pertence a essa nata.

Sem alternativa, Quail resolve recorrer aos transplantes de memória da famosa Rekord Associados, empresa especializada em realizar os mais diferentes e exóticos sonhos de maneira alternativa, ou seja, ela faz com que o cliente passe a acreditar que, de fato, fez aquilo que desejava realmente; memórias falsas de passeios, realização pessoal, conquistas amorosas e tudo mais são sua especialidade.

Acontece que no caso de Douglas há um pequeno problema: ele já esteve em Marte numa missão importante como espião-assassino para o governo, e essa lembrança estava simplesmente apagada de sua memória por questões de segurança; com o tratamento de implante na Rekord, essa lembrança remota vem acidentalmente à tona e lhe traz enormes problemas – passa a ser caçado impiedosamente. Depois de muita correria e perseguição, ele consegue convencer os agentes secretos do governo a deixar com que a Rekord lhe implante uma nova memória falsa, um sonho louco que ele tivera na infância a respeito de alienígenas e invasão da Terra, apagando, no processo, todas as referências a Marte. Assim, poderiam poupa-lo por saber demais. O problema é que esse novo implante revela segredos escondidos infinitamente mais desagradáveis do que aqueles referentes ao planeta vermelho e a espionagens extraplanetárias…

 

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Mesmo sendo relativamente curto, o conto é de uma potencialidade extraordinária, fornecendo todos os elementos indispensáveis para uma boa intriga futurista repleta de paranóias e reviravoltas alucinantes típicas não só do trabalho dickiano mas também desse tipo de enredo em geral. Sem falar da conclusão, uma das mais espetaculares e divertidas já feitas para uma short story.

Na época em que a produção do filme ainda estava em andamento e Schwarzenegger foi finalmente anunciado como astro principal, os ânimos ficaram exaltados. Imediatamente se imaginou um filme de ação e violência inteiramente desnudado de seus elementos dickianos característicos em favor da notória truculência do ator; felizmente, essa visão simplória não se verificou de todo. O que ocorreu, nas mãos versáteis e inteligentes de Verhoeven, foi uma inteira remodelação tanto das ideias quanto do conteúdo: o filme teria ação e violência, sim senhor – e bastante – mas, exceto por poucas modificações feitas no roteiro de Shusett, preservaria uma grande parte dos elementos instigantes característicos do famoso autor de “O Homem do Castelo Alto“, além de acrescentar elementos hitchcockianos sob uma ótica futurista pra lá de engenhosa. Isso porque, naquela época, um filme com Arnold Schwarzenegger sem ação e pancadaria era simplesmente impensável, ainda mais sob a batuta de Paul Verhoeven, que acabava de sair do grande sucesso comercial “Robocop, O Policial do Futuro” (Robocop, 1987), produção futurista de ficção científica cuja palavra chave era violência. (Durante todo o tempo em que esteve em andamento, a produção de Total Recall contou com diversificados nomes tanto para sua direção quanto para seu elenco; George Miller, David Cronemberg, Bruce Beresford e Russel Mulcahy foram alguns dos cogitados para conduzir a película, enquanto Patrick Swayze, Christopher Reeve, Jeff Bridges e Richard Dreyfuss em algum momento apareceram escalados como o ator principal). Mas esses elementos ficaram equilibrados e contidos e não prejudicaram a trama inteligente e criativa que nos joga de frente, assim como ao personagem central, a um jogo de intriga e paranóia realmente de tirar o fôlego, tudo sob o impulso inspirado da música sempre competente do mestre Jerry Goldsmith, perito em dar forma audível às ideias visuais da ficção científica.

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Produção de quase sessenta milhões de dólares (hoje um orçamento banal para uma mega produção), “O Vingador do Futuro” não desagradou à maioria dos fãs de Philip K. Dick, ao contrário do que se imaginava a princípio, mesmo sua trama não tendo sido totalmente fiel ao conto original, já que o texto é curto e não sustenta, por si só, um molho de situações que justifique uma cumplicidade literal de quase duas horas de projeção em película. Enquanto no conto, por exemplo, Marte é apenas citado como o palco da ação em que o personagem estivera envolvido, em quase toda a segunda metade do filme a ação se passa justamente lá, acrescentando personagens e motivações, com um indispensável tema romântico se desenvolvendo em paralelo, com um final que muitos consideraram chocho, envolvendo beijo na mocinha e tudo mais. A verdade é que, numa leitura mais atenta, esse final apoteótico quase sempre criticado pode se revelar enganador: tudo, e eu digo tudo, afinal de contas, pode não ter passado de uma alucinação de Douglas Quaid (no filme é Quaid), pode não ter passado exatamente daquilo que ele queria na Recall – uma brincadeira neuroterapêutica. Assim, a “verdadeira realidade“, tanto para ele quanto para nós, poderia ser entendida somente até o momento em que ele decide ignorar os protestos da esposa Rachel (Sharon Stone) e sacrificar um dia de trabalho pesado para visitar a Recall; daí para frente – e por que não? – tudo estaria incluído no pacote de recordações de aluguel pelo qual ele pagara. (O próprio personagem se pergunta o tempo todo se essa possibilidade poderia ser a verdadeira). Seria uma visão dickiana perfeita; mas, ao mesmo tempo, soa como pouco provável que os roteiristas tenham pensado assim, do contrário seria fácil acrescentar um daqueles detalhezinhos surpresa que muitos diretores adoram colocar após os créditos finais… De uma forma ou de outra, o filme cumpre o que se propõe de maneira satisfatória e inteligente; os efeitos especiais são de primeira qualidade e a trama é enxuta, com ação e perguntas suficientes para agradar não só aos fãs da pancadaria como também aos amantes do trabalho do grande autor americano de ficção científica, num filme que, no mínimo, pode ser considerado como um dos melhores da década de 1990. Em 1999 foi produzida a série “Total Recall 2070“, dando prosseguimento às complicadas ideias passadas no divertido universo do filme de Paul Verhoeven.

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Pô Kuato virou uma febre na net, só digitar o nome no google imagens e vão ver as coisas mais engraçadas que os fãs fazem com o personagem

 

Acredito então, que essa frase dita lá em cima, de apagar totalmente o filme classico é a melhor forma, e ver o filme independente, não um remake.

 

Vi o trailer há algum tempo atrás, achei que ia funfar sem problemas, parecia um bom syfy..., o que acho que estão criticando negativamente é essa relação com o classico provavelmente e não porque o filme é ruim..., vai saber, só quando assistir.

 

Enfim, de qualquer forma, não gostaria de ver o Kuato em CGI. :D

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  • 2 weeks later...

Assisti ontem e os comentários de críticos como o Érico Borgo do omelete que pra voce curtir está nova versão tem que esquecer que existiu o original, mas e uma missão impossível esquecer a obra maravilhosa do Paul Verhoeven de 1990 que marcou pelas cenas violência escatológicas agora neste nova versão ação corre solto não dá tempo de pensar na trama que remete algumas coisas do original e Colin Farrel (Douglas Quaid) e legal e tal mas não se mostra e nenhum momento ameaçador como agente duplo desmemoriado ao contrario da sua "esposa" Lori (Kate Benckisale) que vira uma especie de TMil feminino e passar o casal de protagonista Farrel e Jessica Beil linda mais apagada com uma ferocidade incrível, alias acho que foi melhor personagem do filme. Não tive problema de ver ação se passar só na terra (limaram marte) mas senti ausência dos mutantes e achei em especial o tal lider da rebelião o Mathias feito por Bill Nighy fraco, alias as cenas que remetem o original implante de memoria, fuga do aeroporto, o encontro de Quaid com o líder Mathias me soaram insonsas pois são politicamente correta demais e limpas sem originalidade o diretor Len Wiseman se esforça e entrega um bom produto as cenas na cidade colonia até lembram Blade Runner mas não chega aos pés do original.

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O Vingador do Futuro | Paul Verhoeven fala sobre o remake

 

Diretor do original revela sua opinião sobre a versão estrelada por Colin Farrel

 

Natália Bridi

28 de Agosto de 2012

 

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Paul Verhoeven e Arnold Schwarzenegger

Paul Verhoeven, diretor do Vingador do Futuro original, falou ao Screen Rant sobre o remake estrelado por Colin Farrel:

"A presença de Arnold Schwarzenegger deixou o filme mais leve, e acho que isso é muito importante nessas adaptações de Philip Dick. Acho que se fosse feito de uma maneira conservadora, não tenho certeza se funcionaria - pelo menos não naquela época. E recentemente [no remake], não funcionou. Eu posso dizer isso pois os produtores da nova versão [Neal Moritz e Toby Jaffe] disseram que o original era brega ou algo assim. E Colin Farrel chamou o filme de kitsch em uma entrevista. Então me atrevo a dizer que o remake não é bom", declarou.

 

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Bom, eu vi... Se os produtores e o astro do remake disseram que o original é brega, kitsch ou coisa assim, pq diabos fazem todos os esforços para COPIAR o filme de 1990 sempre que podem? E é claro que é impossível dissociar este remake do original, já que, como dito, os caras se preocupam em reciclar momentos, falas e até gags do filme do Verhoeven. Tomaram na cabeça, bem feito. Fora o visual espetacular (que também é poluído com bilhões de informações impossíveis de acompanhar) e a ação desenfreada não há nada que preste muito.

 

Por ora, 3/5, mas receio que abaixe pra 2/5 rápido... Vamos ver como o filme fica na minha cabeça nos próximos dias.

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Assisti o filme, ele é bem fraco, as cenas de ação são boas mas falta alguma coisa nelas, não me captou pegou, tem mta, mas mta cena de ação e pouca narrativa de história, algumas coisas simplesmente acontecem sem explicação alguma... acho linda a Biel, até está em meu top 10, mas ela está bem sem sal nesse filme, e a Backinsale coitada, perdidinha no filme, apesar de nunca ter gostado dela...

 

Mas os efeitos são ótimos, e o mecanismo do the fall ficou mto bem feito, pena q um filme não é apenas isso...

 

Mas como faz mto tempo q vi o original, então consegui me diverti assistindo, não é bom, mas assistivel uma vez e pronto...

 

nota 2,5/5

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por estas e outras q tenho medo do remake do Robocop, mesmo com Padilha na direcao... aliass, tds remakes estao sendo suavizados de modo a se adaptarem aos novo$ tempo$... Conan q o diga...

 

Paul Verhoeven não aprova remake de O VINGADOR DO FUTURO

29/08 - 19h22

 

por Diego Almeida

 

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Em entrevista ao site Movieline, Paul Verhoeven, que dirigiu O Vingador do Futuro de 1990, admitiu que não gostou nenhum pouco da refilmagem recém-lançada.

 

"Arnold Schwarzenegger [ao lado, com Verhoeven] deixou o filme mais leve, e acho que isso é muito importante nas adaptações de Philip Dick. Acho que se o original tivesse sido feito de uma forma conservadora, não tenho certeza se funcionaria - pelo menos não naquela época. E recentemente [no remake], não funcionou. Eu posso dizer isso porque o produtor do remake disse que o meu filme era brega ou algo assim. E Colin Farrell o chamou de 'kitsch' em uma entrevista. Então me atrevo a dizer que a nova versão não é boa", declarou.

 

Aparentemente, nem o público aprovou. O filme de US$ 125 milhões está longe de se pagar nos EUA; até agora acumulou nada expressivos US$ 55,6 milhões, mas está tendo mais sorte no mercado internacional, onde juntou quase US$ 80 milhões.

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  • 2 months later...
  • 1 month later...

Pois eu não desgostei. Como disseram, praticamente não tem estória, é só ação; mas a ação é boa. O problema é que, por ser contínua, cansa. Atuações não existem, até pq não são possíveis. Nenhum membro do elenco consegue ficar em frente à câmera por mais que cinco segundos antes que alguma coisa exploda. Ainda assim, é um filme que entretém; não faz nada além do básico, não deixa nada de marcante, não insulta ninguém. Inócuo.

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