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Código Da Vinci


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 Kraa.... Eu li o livro inteiro em 3 dias. Amei, sério msm. Td bem que chega em um ponto e ele fica mto cansativo, é bastante informação. :) O final que me deixo meio de kra, eu tava esperando algo mais... Podia ser melhor. Mas lê, vale mtooo a pena.

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Também tô querendo muito ler este livro, espero que ele seja adaptado para o cinema em breve.

SINOPSE

Um assassinato dentro do Museu do Louvre, em Paris, traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo que foi protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Jesus Cristo. A vítima é o respeitado curador do museu, Jacques Saunière, um dos líderes dessa antiga fraternidade, o Priorado de Sião, que já teve como membros Leonardo da Vinci, Victor Hugo e Isaac Newton. Momentos antes de morrer, Saunière consegue deixar uma mensagem cifrada na cena do crime que apenas sua neta, a criptógrafa francesa Sophie Neveu, e Robert Langdon, um famoso simbologista de Harvard, podem desvendar. Os dois transformam-se em suspeitos e em detetives enquanto percorrem as ruas de Paris e de Londres tentando decifrar um intricado quebra-cabeças que pode lhes revelar um segredo milenar que envolve a Igreja Católica. Apenas alguns passos à frente das autoridades e do perigoso assassino, Sophie e Robert vão à procura de pistas ocultas nas obras de Da Vinci e se debruçam sobre alguns dos maiores mistérios da cultura ocidental - da natureza do sorriso da Mona Lisa ao significado do Santo Graal. Mesclando ingredientes de uma envolvente história de suspense com informações sobre obras de arte, documentos e rituais secretos, Dan Brown consagrou-se como um dos autores mais brilhantes da atualidade.

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ISTO É - 7 de Agosto de 2004

Aconteceu no Museu do Louvre, um dos lugares mais visitados do mundo. Na calada da noite, para escapar de um atentado, o curador Jacques Saunière se abraça a uma tela de Caravaggio, que cai acionando o sistema de segurança. Um portão de ferro se fecha com um estrondo, separando o velho de seu agressor, um albino de íris rosadas e pupilas vermelho-escuras, que saca uma pistola e o atinge no estômago. Em meio à agonia, o curador se arrasta pela Grande Galeria até a famosíssima Mona Lisa, de Leonardo Da Vinci, em cujo vidro deixa uma mensagem escrita com sangue. Ainda se arrastando, Saunière retorna ao local onde foi ferido. Mais tarde, é encontrado pelo historiador americano Robert Langdon e pela criptógrafa francesa Sophie Neveu, sua neta. Estava deitado sem roupas, em meio à uma circunferência também desenhada com sangue, braços e pernas abertos, evocando outra obra de Da Vinci, O homem vitruviano. Emocionante, não? Pois é o ponto de partida da ficção O código Da Vinci (Sextante, 480 págs., R$ 39,90), quarto livro do americano Dan Brown, atual fenômeno de vendagens.

A editora Sextante promete para o fim do ano Os segredos do Código Da Vinci, coletânea de textos defendendo o autor e sua obra. Para seus contestadores, ambos os livros são indefensáveis. Uns dizem ser uma miscelânea doida. Outros, um thriller de segunda categoria, só que sem sexo ou suspense. Na verdade, Brown mexeu num ninho de vespas ao misturar os parcos conhecimentos disponíveis sobre Leonardo Da Vinci com seitas de existência polêmica, como a dos Templários e do Priorado do Sião. Também provocou a ira incontrolável de instituições religiosas ao colocar em dúvida a divindade de Jesus Cristo, mostrando-o casado com Maria Madalena, e a fúria new age das pós-feministas ao retratá-la como verdadeira líder, a mulher por trás do homem ou do filho do Homem.

Como se não bastasse, atraiu historiadores de todas as tendências, pois confunde datas, cria atributos discutíveis para o ainda mais discutível Santo Graal e se vale de uma série de enigmas considerados risíveis por especialistas. Ao desenhar Silas, o albino assassino, como uma espécie de pistoleiro dos filmes de 007 a serviço da Opus Dei, fez com que a poderosa organização, ultraconservadora e normalmente discreta, soltasse os cachorros em seu site, que transborda de artigos classificando o livro de Brown de “o mais imbecil, inexato, mal informado e estereotipado”. Espertamente, o autor colocou nas primeiras páginas um apêndice intitulado Fatos no qual afirma que tudo na obra, incluindo “documentos e rituais secretos..., corresponde rigorosamente à realidade”. Seu site alega que ele e Blythe, sua mulher, historiadora de arte, pintora e editora “de primeira linha”, se sentem felizes por insuflarem debates sobre questões tão importantes.

 

Eduardo38205.8895833333
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Também tô querendo muito ler este livro' date=' espero que ele seja adaptado para o cinema em breve.

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Vai ser, e já tem até ator brigando pelo papel do detetive, os dois mais cotados é o Tom Hanks e Rossel Crowe. Tem outros também, tipo Ben Affleck e até o Tim Carey, vou procurar a revista SET do mês passado, e  colocar a reportagem aqui.

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Também tô querendo muito ler este livro' date=' espero que ele seja adaptado para o cinema em breve.

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Vai ser, e já tem até ator brigando pelo papel do detetive, os dois mais cotados é o Tom Hanks e Rossel Crowe. Tem outros também, tipo Ben Affleck e até o Tim Carey, vou procurar a revista SET do mês passado, e  colocar a reportagem aqui.

Hummmmm.....Eu quero muito ler este livro.....Mas tomara que quem ganhe o papel seje Tom Hankssssdil.gif

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  • 2 weeks later...

 É verdade eu acho. Em alguns livros de matemática eu já li sobre, mas não sei com certeza até aonde é verdade. O bacana do livro é que ele pega exemplos recentes (tem um que até saiu na Veja esse ano) e claro uns antigos também. Mas é tanta informação que uma hora cansa. Só que eu pirei na história, li muito rápido. 

Mah^^38231.9566782407
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  • 3 weeks later...

Tem muito haver com religião, e na verdade há um mistério no fim revelado, mas tudo tendo contato direto com religiosidade.

Eu não achei difícil de ler, demorou um pouco para eu me empolgar e cpmeçar a ler que nem uma doída, mas depois que começa não para.

Acho que é descritivo sem exageros.

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  • 3 weeks later...

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