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Forum Cinema em Cena

Cineclube Light


Mr. Scofield
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Nossa, sempre vi o cineclube no fórum, mas nunca tive disposição para entrar, apesar da curiosidade! É bem legal, acho que aqui as discussões estão num outro nível, já que inúmeras vezes não me senti motivada a escrever sobre algum filme nas outras sessões por receber depois apenas comentários vazios.

 

Tentarei postar aqui algumas "mini-resenhas" dos filmes mais alternativos que gosto muito, mas já aviso que não tenho vocação pra crítica!

 

A primeira, hoje que é dia do professor, dissertarei sobre o filme "Entre os Muros da Escola”, de Laurent Cantet (França, 2008), e tentarei fazer um paralelo à relação professor-aluno que acontece nas escolas aqui no Brasil também.

 

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Como diz o título, a ação de Entre os Muros da Escola se passa na sala de aula, no pátio, nos corredores e na sala dos professores numa escola de Paris durante um ano letivo. O filme de Laurent Cantet, que foi vencedor da Palma de Ouro de Cannes de 2008, mostra uma visão social e política realista e contundente sobre a França, sobre como o país lida com seus imigrantes e ex-colonizados. O filme é baseado no livro homônimo de François Bégaudeau, professor e ator não-profissional que faz o papel do professor François Marin, que conduz toda a história. Os alunos também foram interpretados por atores amadores, com várias improvisações, o que deu um aspecto muitas vezes de documentário à esta ficção.

Mas vamos nos ater à relação professor-alunos mostrada no filme, fora de seu contexto social. No filme, o professor François tenta se aproximar de seus alunos numa classe heterogênea, ele sabe que a única forma de aproximação é a individual, porém o que impera ali é a hierarquia, a relação de poder, que ocorre em toda a escola.

A classe é composta por uma minoria francesa, de baixa renda, e por imigrantes africanos e , árabes, com suas famílias desestruturadas, e asiáticos, como um aluno chinês, que apesar de tirar excelentes notas em várias disciplinas, tem dificuldade em aprender francês, e sua família corre risco de deportação. Os alunos, apesar de trocarem ofensas em relação à etnias e gêneros quase que todo o tempo, são um grupo, e se unem quando a ofensa parte de alguém fora do grupo, no caso, o professor, que num determinado ponto se desestabiliza e xinga duas de suas alunas, causando um dos maiores conflitos do filme.

Em paralelo com a relação professor-aluno nas escolas brasileiras, o que percebe-se é a semelhança da dinâmica da sala de aula, que num primeiro momento parece totalmente caótica, mas há ali entre os alunos um tipo de organização, onde no meio do caos boa parte ainda assim participa da aula e o professor tenta uma aproximação geral, mas obtém mais sucesso numa abordagem individual, tarefa nada fácil em salas de aula de quarenta alunos. Os alunos também trocam agressões entre si, mas não aceitam intervenções dos professores. Outra semelhança são as reclamações na sala de professores, que se queixam da falta de respeito e da própria visão de mundo de seus alunos, sem nunca buscar entender sua realidade. Na maioria das vezes, o que acontece, é como no filme, uma visão hierarquizada, de cima para baixo, e os conflitos sociais e culturais entre professores e alunos se tornam batalhas diárias.

 

Voltando ao filme, neste os choques étnicos são mostrados de forma muito mais direta, esfregando na cara que os franceses preferem fingir que os conflitos não existem, mesmo não tendo muitas vezes como ignorar seus imigrantes. O mesmo aconteceu em Caché, daí lanço a questão: será que esta atitude é pior do que o conflito aberto, como ocorre nos EUA? (ex. Crash)
Ursa2009-10-15 11:32:21
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Eu adoro Entre Les Murs, até coloquei no meu TOP dos melhores da década. No meio da sessão, me vi até comparando este filme com o cinema dos Dardenne, tamanho o grau de realismo que Cantet consegue alcançar. Tem algumas cenas que são verdadeiras aulas de cinema, como a multidão se juntando no pátio da escola ou o incidente que leva a expulsão de Solomon, ambas construídas como reações em cadeia, que gradativamente alcançam níveis gravíssimos. 

 

Além de retratar brilhantemente o verdadeiro papel do professor e da escola, o filme ainda cria um microcosmos que reflete o estado de nossa sociedade atual, onde (como vc muito bem citou) emigrantes são tratados como escória, o racismo ainda se vê presente, alunos chegam ao fim do ano dizendo não ter aprendido nada e os professores são obrigados a mendigar pelo preço do café. E esse François Bégaudèau (é assim que se escreve?) é um puta ator!

 

Sério, não consigo pensar em filme melhor pra ter levado a Palma de Ouro e que merecia ter ganho o Oscar.

 

Em tempo, Barton Fink é o único dos Coen que ainda não vi.04 E Fargo é o meu preferido deles!
Luizz2009-10-15 12:35:03
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Não tenho nem o que responder, Luizz, você só acrescentou elementos aos meus comentários, é isso mesmo, o filme recria através do microcosmo da escola vários conflitos de uma sociedade, principalmente no tratamento dado aos imigrantes, no caso específico da França, e também a relação professor-aluno, que parece ser universal, pois aquela sala de aula lembra em muito as salas de aula brasileiras.

 

03
Ursa2009-10-15 23:20:31
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A Primeira Noite de Tranquilidade (Valerio Zurlini, 1972) - 4/4

 

Não pensei que fosse encontrar de novo uma cumplicidade tão perfeita entre ator e diretor quanto em Le Samouraï, do Melville. E tomei no cu, óbvio. Culpa, mais uma vez (e não por acaso), de Alain Delon, o maior de todos. Zurlini filma de dentro e para dentro do francês, que É o filme. Cada sombra e variação de luz e partícula de neblina ao longo de A Primeira Noite de Tranquilidade é parte de um só organismo, composto por Dominici e o mundo que o rodeia. Antes de entrarem em contato com a lente de Zurlini, os ambientes são absorvidos por Delon, que lhes confere dor, lamento e cores mortas antes de devolvê-los destruídos à câmera, que se move sempre quieta e receosa, como se se movesse em torno de um leito de morte.

 

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Troço bonito, né? Mas até parece que esse é o quadro mais comentado do Rafael e um dos grandes símbolos de uma época porque é simplesmente bonito.

 

Tenho mó respeito por tudo o que vocês pensam aqui, sobre os filmes, sobre o cinema e até sobre a arte, e até acredito que eu possa, facilmente, mudar de opinião em pouco ou muito tempo. Mas o negócio é que agora, eu acho que a arte funciona também através do contexto. E também, acredito que não deva haver regras pra se formatar um filme. Tá, se Anticristo é ruim, é um filme ruim e ponto, por n motivos. Mas discordo, se um dos motivos for 'Trier não faz cinema'. Na verdade, eu acho que toda vez que alguém abre a Bíblia pra ler Exôdus 8:2, algo de bonito acontece no mundo, porque se o cinema saiu da tela pra entrar na vida do nego, porra, ele ganhou.

 

Enfim, o post tá deslocado, vocês já saíram da discussão, mas vi o filme esses dias e quis falar aqui. Sim, gostei, e não, não acho que simbolismos e metáforas são necessários pra gostar.

 

 

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Eu não sei se eu entendi errado, mas o Foras mencionou no texto dele que Anticristo não era cinema, ou algo assim.

 "A partir do momento em que seu filme falha enquanto é luz transcorrendo

na tela, ele falha enquanto cinema, e não serve nem pra estar ao lado

de um documentário da vida animal na prateleira da locadora."

 

Bat, num resumão mesmo, eu disse acreditar que fatores externos possam ser interessantes em filmes.

 

Troy Atwood2009-10-20 19:28:17

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eu ia quotar o Troy, mas ia me tornar repetitivo, já que o que eu ia dizer é justamente o que o Foras disse.

 

o que posso acrescer pra ilustrar melhor, é que esses fatores externos são ótimos quando contextualizados, complementares e não os pilares. o que me parece o caso desse Antichrist. mas como eu disse no meu textinho, o filme é ruim independente disso, é fraco como cinema mesmo. as únicas coisas boas em tudo ali é o elenco, ao meu ver. só.

 

batgody2009-10-20 23:27:27

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Velvet Goldmine, de Todd Haynes (3/4)

 

confesso não ser um conhecedor do cinema de Haynes. é apenas o segundo filme seu que tenho o prazer de assistir. por coincidência, ambos foram motivados pela mesma paixão: a música.

 

no caso do anterior (Não Estou Lá) fui atrás de um filme que tratasse do meu ídolo mor Bob Dylan, nesse aqui, atrás de algo de David Bowie, meu segundo músico favorito, atrás apenas, por óbvio, de Dylan. mas, os filmes não se cruzam somente por essa particularidade musical, mas também em termos estruturais. a sensação que tive é que Velvet é um ensaio para o que viria a seguir com I´m Not There. a narrativa toda quebrada, com misto de passado e presente, fatos misturados com lendas e por aí vai... a questão é que, diferentemente do que vi em I´m Not There, Velvet é um pouco mais instável, as vezes soa bastante confuso, quase como um mosaico de imagens, uma colcha de retalhos, mas reparem, isso não é uma crítica, já que todos os retalhos são interessantes. o fundamental é que o filme explode na tela, bem como o movimento que expõe (a fase Glam do rock, puxado, claro, pelo camaleão) você de fato vive aquele movimento intensamente, assim como o personagem de Christian Bale, que é o repórter encarregado de investigar a vida de Brian Slade (o pseudo Bowie) e que tem sua vida, de certa forma, bastante afetada, pois quando mais jovem era fã de Slade e seu movimento.

 

alternando momentos semi-documentais (como em I´m Not There) e ficção-baseada-livremente-em-fatos-e-lendas-"reais", Velvet Goldmine é uma experiência bastante intrigante e interessante, apesar de bem complexa. a questão que me surge é, se o filme tem o mesmo impacto pra quem não curte/conhece essa fase da música, assim como os envolvidos (Bowie, Iggy Pop e até Lou Reed - inclusive tocando músicas desse último, como Satellite of Love). costumo dizer que filmes com pré-requisitos são falhos, já que os conhecimentos externos devem somar e não sustentarem toda a bagaça, não sei, pode ser que falhe, mas comigo não falhou, não sei se porque adoro os (pseudo) envolvidos ou porque é um grande cinema. na via das dúvidas, grande filme.

 

batgody2009-10-21 18:02:26

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Eu curto Velvet Goldmine um bocado, mas considero Não Estou Lá um filme terrível, intelectualmente arrogante, emocionalmente vazio e completamente desconexo.

 

Mas os filmes que eu mais gosto desse diretor são A Salvo, Longe do Paraíso e Poison. Este último é, além de muito indigesto, uma grande loucura que faz todo o sentido.

 

Ainda preciso ver Superstar: The Karen Carpenter Story. Já li elogios a respeito desse, que conta a história da Karen Carpenter com bonecas Barbie. Se não me engano, tem uns pedaços no youtube.

 
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engraçado que eu gosto de I´m Not There praticamente pelos mesmos motivos que esse Velvet Goldmine, mas um pouco mais do primeiro porque o considero um filme mais bonito (tanto estéticamente quando emocionalmente) e bem mais intenso. quase choro com algumas passagens dele, aquela do Dylan representado pelo menino negro tocanto Tombstone Blues é linda demais. sem contar que acho demais essa distância que ele cria de nós, meio frio quando não está sendo "tocado" (musicalmente falando), o que, representa bem essa faceta "homem" do Dylan.

 

ao contrário de ver um Haynes arrogante, vejo um Haynes apaixonado. bem como eu, pelo material.

 

de qualquer forma, obrigado pela participação, Leonov. haha.

batgody2009-10-21 17:20:21

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Eu prometo que passo por aqui assim que assistir a Velvet goldmine. Como disse no outro tópico, ele está guardadinho em algum canto da minha  minha estante, só esperando o momento propício para ser assistido. E parece que essa é a hora, já que chegamos na época de escolhermos os nossos preferidos dos 90's, né?

 

Comigo acontece um negócio meio estranho com relação ao Haynes - que é um diretor do qual gosto muito. Sou fã de Longe do paraíso e penso que A salvo é, muito possivelmente, o mais proeminente dos filmes da década de 90. Mas assim como o Alexei e ao contrário do restante do mundo, não gosto de Não estou lá, que é considerada a sua obra-prima.

 

E esse Superstar: the karen karpenter story é maravilhoso. Publiquei dois textos em diferentes versões de um antigo blogue que eu tinha, mas como ele já não existe mais e eu não faço backup algum, não tenho como reproduzi-los aqui. O filme, pelo menos na época em que fui atrás, não foi tão difícil de encontrar nesse mundão da grande rede. É uma ótima dica de filme, aliás. Certeza que constará no meu post da década de 80.

 

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se serve de consolo, a "resenha" é zerada em termos de spoilers. hehe.

 

como disse ali, de Haynes só possuo essas duas referências (espero que por pouco tempo), mas que, de algum jeito, podem ser duas opiniões com certo vício pela temática, não sei. quando vir Safe, posso ter mais norte se eu gosto é do seu cinema ou do seu gosto musical, haha.

 

 

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Então, sem querer entrar de novo naquela historinha do "filme ter que se bastar" etc - até porque já dei minha opinião sobre o assunto, mas acho que o caso de Velvet e I'm Not There, por tratarem-se de filmes biográficos, obviamente que estes serão melhor apreciados (e até compreendidos) por quem estiver por dentro da história. Isso dito, digo que gostei bastante de I'm Not There, justamente pelo fato de fugir às referências (que acabam desembocando em reverências) de filmes do tipo, e misturar história/lenda/letras etc., resultando numa divagação-viagem bastante interessante. Mas entendo perfeitamente que, pra quem não conheça muito bem a história do Dylan, o filme pode não ter agradado tanto.

E como o bat falou, acho que o Haynes encontrou meio que uma "linguagem" pra esses dois filmes - já que o Velvet (mesmo sendo mais exagerado visualmente - até porque a matéria-prima do filme o era) usa mais ou menos esse mesmo approach. E prefiro milhões de vezes isso do que o que foi feito com os filmes do Ray Charles e do Johnny Cash, por exemplo (aliás, os dois são praticamente iguais, hehe).

Agora, quanto ao Safe, sigo a opinião dos colegas, OPzaça mesmo.

 

 

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Ah, mas eu sou conhecedor da história do Dylan. E apesar de não considerá-lo gênio algum, curto bastante parte de suas músicas (fui a um show dele, inclusive). De todo modo, eu não detesto o filme, apenas o considero bem fraco, o único do Haynes que eu posso dizer que não gosto.

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não sei se o Schon deu a entender isso, ou eu, mas eu não quis dizer que quem gosta do Dylan vai gostar necessariamente de I´m Not There, ou quem não curte o Dylan, não vai gostar necessariamente do filme. até porque penso que esse filme trata lindamente de algo que é comum na vida de todos nós, as fases. como, de repente, somos uma pessoa hoje diferente do ontem, amanhã diferente do hoje e etc. algo como nos encontrarmos com nós mesmos e estranhar "quem é esse mané?".

 

e aquele trecho de I Want You é uma das minhas sequencias preferidas da década. chorei nessa merda. enfim, vamos falar de Velvet. hahah.

 

foda que não foi possível usarem músicas do Bowie mesmo.

 

 

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Então' date=' sem querer entrar de novo naquela historinha do "filme ter que se bastar" etc - até porque já dei minha opinião sobre o assunto, mas acho que o caso de Velvet e I'm Not There, por tratarem-se de filmes biográficos, obviamente que estes serão melhor apreciados (e até compreendidos) por quem estiver por dentro da história. Isso dito, digo que gostei bastante de I'm Not There, justamente pelo fato de fugir às referências (que acabam desembocando em reverências) de filmes do tipo, e misturar história/lenda/letras etc., resultando numa divagação-viagem bastante interessante. Mas entendo perfeitamente que, pra quem não conheça muito bem a história do Dylan, o filme pode não ter agradado tanto.

E como o bat falou, acho que o Haynes encontrou meio que uma "linguagem" pra esses dois filmes - já que o Velvet (mesmo sendo mais exagerado visualmente - até porque a matéria-prima do filme o era) usa mais ou menos esse mesmo approach. E prefiro milhões de vezes isso do que o que foi feito com os filmes do Ray Charles e do Johnny Cash, por exemplo (aliás, os dois são praticamente iguais, hehe).

Agora, quanto ao Safe, sigo a opinião dos colegas, OPzaça mesmo.

 

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cara, estruturalmente Walk the Line e Ray são bem similares mesmo, concordo plenamente, mas em termos de qualidade acho o filme do Mangold bem mais feliz, muito por ele tratar mais do Cash homem, e bastante do Cash homem que ama uma mulher. e menos de forma afetada como Ray, que parece só tentar emular o prórpio Charles e não sai do lugar como filme.

 

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não sei se o Schon deu a entender isso' date=' ou eu, mas eu não quis dizer que quem gosta do Dylan vai gostar necessariamente de I´m Not There, ou quem não curte o Dylan, não vai gostar necessariamente do filme. até porque penso que esse filme trata lindamente de algo que é comum na vida de todos nós, as fases. como, de repente, somos uma pessoa hoje diferente do ontem, amanhã diferente do hoje e etc. algo como nos encontrarmos com nós mesmos e estranhar "quem é esse mané?".[/quote']

 

Ninguém disse e eu não entendi assim. Foi apenas um comentário impulsionado por um trecho escrito pelo Schon. Compreendi o que ele quis dizer, por isso não foi um caso de tentar contradizê-lo nem nada, mas apenas um relato de alguém (eu, no caso) que não curtiu o filme mesmo admirando a história e partes da obra do sujeito em questão. Nada de mais.

 

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