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O Desinformante, de Steven Soderbergh


MacGruber
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Não achei tópico.

Novidades sobre drama de Steven Soderbergh com Matt Damon - 31/07/2007 16:35

mattdamon_03.jpgDepois de quatro anos, parece que finalmente o filme The Informant sairá do papel. Em entrevista ao site da MTV, o ator Matt Damon revelou que as gravações devem começar em 15 de abril do próximo ano.


O ator aproveitou a oportunidade para comentar sobre seu personagem, um jovem executivo que colabora com o FBI para investigar uma trama criminosa na empresa Archer Daniels Midland, grande companhia localizada em Illinois.

“O rapaz ajuda o FBI durante dois anos, mas ao mesmo tempo rouba da Archer Daniels Midland US$ 9 milhões, fazendo dele um ótimo papel”, comentou o ator, que definiu o protagonista como uma espécie de mentiroso patológico.

Damon não sabe se o início das filmagens deve prejudicar sua participação no drama Imperial Life in the Emerald City, que será dirigido por Paul Greengrass. “Espero que seja possível, mas tudo isso depende de como a agenda vai funcionar”, finalizou.

 

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Jonny Greenwood2009-08-26 18:45:33
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  • 3 weeks later...

O Desinformante: Veja mais fotos da comédia de espionagem com Matt Damon

Novo filme de Steven Soderbergh estreia em outubro

10/09/2009

Depois do trailer, O Desinformante (The Informant), novo filme de Steven Soderbergh estrelado por Matt Damon, ganhou uma leva de fotos. Confira na galeria.

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  • 3 weeks later...

Então, eu assisti. É uma representação burlesca dessas tramas calcadas no corporativismo e nas denúncias que esses provocam. Uma espécie de paródia mesmo. Começa legal, mas a impressão que dá é a de que o Soderbergh não estava muito empolgado com a estória. Ele até inventa uns penduricalhos engraçadinhos, mas no geral a pipoca parece ter gosto de isopor. Por dentro, é engraçado de um jeito bom, quase farsesco. Mas como é filme de uma piada só - Whitacre é um lesado trapalhão! -, não demora muito para incidir numa certa tautologia.

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  • 3 weeks later...

Sou o protagonista e o antagonista’, diz Matt Damon sobre ‘O desinformante’

Ator interpreta executivo que decide denunciar a empresa onde trabalha.
Damon teve que engordar 15 quilos para fazer o papel.

Estreia nesta sexta-feira (16) “O desinformante”, de Steven Soderbergh, estrelado por Matt Damon. O filme é baseado no livro “The informant: A true story”, de Kurt Eichenwald, e conta a historia de Mark Whitacre, um executivo que descobre que a multinacional em que trabalha participa de uma conspiração para formação de cartel.


Ele decide denunciar a empresa para o FBI, achando que será promovido e transformado em herói nacional. Mas o governo precisa de provas, e passa a usar o empolgado Whitacre como informante. O problema é que seus relatos sempre mudam, deixando o FBI confuso com suas mentiras.

“O que eu mais amei nesse filme é que o personagem é o protagonista e o antagonista. Todas as situações nas quais ele se encontra são resultado das ações dele mesmo. E ele não deixa de ser um homem de bom coração”, conta Matt Damon, em entrevista a jornalistas estrangeiros no Festival de Toronto, da qual o G1 participou.

O ator engordou 15 quilos para encarnar o personagem. “Comi muito de tudo. Eram refeições enormes com comidas que não são consideradas as mais saudáveis. Minha esposa levou tudo na esportiva, e eu dizia a ela: ‘É mais de mim para você amar’ (risos)”.

Leia abaixo trechos da entrevista. 

G1 - Durante a pré-produção, você conheceu o verdadeiro Mark
Whitacre?
Matt Damon- Não antes de começarem as filmagens. Não achei necessário, porque Steven [soderbergh] resolveu mudar o tom para algo mais cômico, e não se tratava de um estudo rigoroso do personagem. Mas sei que o Mark assistiu ao
filme e gostou. Pelo que eu entendi, ele vê esta fase da vida dele como um capítulo do passado que ele já superou. Hoje em dia, ele está saudável, é o presidente de uma outra companhia, e sua a família está mais unida do que nunca. Portanto, na vida real, ele representa uma história de sucesso. 

Pergunta - Ele estava mentalmente doente nesse início, não é?
Damon - Sim, no fim ele acabou sendo diagnosticado como bipolar. E a situação sob a qual ele estava, com toda aquela pressão, fez com que a condição dele
piorasse muito. Era horrível para ele. O comportamento dele foi ficando cada
vez mais instável por causa da pressão que estava vivendo. Tanto é que essa foi a defesa do advogado dele no processo. O advogado disse que o FBI manda seus agentes para as missões e nem eles aguentam. Então, imagine esse cara que não tinha nenhum treino ou preparo. 

Pergunta - O que te atraiu ao personagem?
Damon - O que eu mais amei nesse filme é que o personagem é o protagonista e o antagonista. Todas as situações nas quais ele se encontra são resultado das ações dele mesmo. E ele não deixa de ser um homem de bom coração. Mesmo as pessoas com quem ele trabalhou, e que frustrou e enlouqueceu com seu comportamento, até hoje têm um carinho especial por ele. Eu adoro o fato de que não dá para simplificá-lo. Frequentemente, não temos a chance de explorar as contradições das pessoas. 

Pergunta - Como foi o processo da sua transformação física para encarnar Mark?
Damon - A razão pela qual engordei é porque tínhamos várias fotos daquela época e queria ficar mais parecido com ele. Além disso, a descrição do Steven era de que o personagem seria rechonchudo, assim ele não seria facilmente definido. Você não sabe quando ele está mentindo ou dizendo a verdade. O bigode também é igual ao que ele tinha. E quanto à peruca, bem, todos que trabalhavam com ele, tanto na ADM, quanto no FBI, faziam apostas se ele usava peruca ou se era cabelo de verdade. Demorou um tempão para fazerem com que minha peruca ficasse do mesmo jeito, o mais natural possível. 

Pergunta - Como foi sua dieta para engordar os 15 quilos?
Damon - Comi muito de tudo. Eram refeições enormes com comidas que não são consideradas as mais saudáveis. Não sei se você chegou a assistir ao documentário “Super size me”, de Morgan Spurlock, mas ele engorda 15 quilos em um mês, comendo somente McDonalds. Então, para um cara do nosso tamanho é bem fácil. Minha esposa levou tudo na esportiva, e eu dizia a ela: “É mais de mim para você amar” (risos). Às vezes, ela chegava em casa e me pegava com um pedaço de pizza e uma cerveja. Me dava uma encarada e eu dizia: “Olha, estou aqui trabalhando” (risos). Meus filhos também se divertiram muito com isso e me apelidaram de Matty-Fatty [Matty gordo].

Pergunta - Eles continuam te chamando de Matty-Fatty?
Damon - Sim (risos). Tenho uma história engraçada para contar a respeito disso. Minha esposa e eu temos a seguinte piada: ela me diagnosticou com o oposto de anorexia, pois eu me olhava no espelho e achava que estava ótimo. Mas isso já foi há alguns anos. Numa época em que não estava trabalhando, não sei por que, dei uma engordada. Nós tínhamos que ir a um evento, e fui vestir um terno pela primeira vez depois de muito tempo. Ficou apertado e com a manga curta. Pensei que o tintureiro tivesse encolhido o meu terno. Fui vestir outro e aconteceu a mesma coisa. Peguei um terceiro, e de novo. Chamei minha esposa e disse: “Esse tintureiro estragou os meus ternos!”. E ela respondeu: “Não seja ridículo”. Então, eu pensei que o George Clooney havia pago alguém para mexer nos meus ternos. Sério, para mim, essa era a possibilidade mais lógica do que considerar que eu havia engordado uns 10 quilos (risos). 

Pergunta - Você disse em uma entrevista que por um determinado tempo a sua carreira não estava indo bem, mas que seu telefone voltou a tocar depois do sucesso de “Identidade Bourne”. Essa experiência mudou a maneira como vê Hollywood?
Damon - Acho que essa experiência foi boa porque me fez entender que nada é pessoal. Nesse trabalho são tantas as rejeições, que por necessidade você acaba criando uma proteção... É quase raiva! Quando vai a um teste, você já chega com a atitude de “vou te mostrar”. Mas quando eu me sentei do outro lado da mesa, testando atores para o “Gênio indomável”, percebi que é justamente o contrário. Que não é uma relação antagônica. Eu estava desesperado para que cada ator que entrasse naquela sala fosse ótimo. Foi um avanço na minha carreira entender isso e saber que se o telefone parar de tocar não é pessoal, é porque os seus filmes não estão mais fazendo tanto dinheiro. As pessoas só estão fazendo o trabalho delas. Não ha motivo para ser emotivo. 

Pergunta - Como vê a sua carreira neste momento?
Damon
- Estou num momento calmo e feliz da minha carreira. Gostaria de dirigir no futuro, mas não tenho pressa. A carreira é bem diferente para homens e mulheres. Os melhores papeis para homens começam aos 35 anos, e isso está a meu favor. Tenho recebido convites para personagens complexos e interessantes, e para trabalhar com diretores tão excepcionais que vejo que ainda tenho muito para aprender. 

Pergunta - O que pode nos contar sobre as filmagens de “Green Zone” (filme dirigido por Paul Greengrass)?
Damon - Foi uma das melhores experiências que eu já tive. Trabalhei com 30 veteranos do Iraque e Afeganistão. Éramos poucos atores no filme, e esses caras fizeram os outros papeis. Atuar com eles ajudou muito. Normalmente tem um conselheiro técnico no set para quem você pode fazer qualquer pergunta, mas, com os veteranos, estava cercado por pessoas que sabiam exatamente o que estavam fazendo, conheciam a linguagem e como se comportar em cada situação. Foi muito mais fácil e eles fizeram com que fosse mais divertido.

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  • 1 year later...

Não é um filme péssimo, mas claramente poderia ser melhor. Pelo menos serviu pra me lembrar de como o Damon é um ótimo ator. Às vezes, nos diversos filmes que ele faz todos os anos, dá a impressão que ele puxa o freio de mão e entra no modo automático das atuações esquecíveis.

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Não ri nada com este filme... Era para ser uma comédia "inteligente"' date=' daquela que sorrimos a peculiaridade de personagens e situações?

 

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Não conseguiu perceber como sutilmente agente vai conhecendo e sendo enganado pelo personagem principal que sempre esta um passo a nossa frente. É brilhante como Soderbergh desenvolve essa história que começa simples termina complexa e tudo é criado por uma pessoa só. Grande filme que mostra a versatilidade de Soderbergh que vai desde horror/ ficção cientifica com videodrama e a mosca até essa deliciosa comédia, passando pela mafia com Senhores do crime.

 

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Não é um filme péssimo' date=' mas claramente poderia ser melhor. Pelo menos serviu pra me lembrar de como o Damon é um ótimo ator. Às vezes, nos diversos filmes que ele faz todos os anos, dá a impressão que ele puxa o freio de mão e entra no modo automático das atuações esquecíveis.[/quote']

Como poderia ser melhor ? se vc fizesse o filme seria melhor do que como o Soderbergh fez ?

 

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Não conseguiu perceber como sutilmente agente vai conhecendo e sendo enganado pelo personagem principal que sempre esta um passo a nossa frente.

 

 

Percebi sim, mas não me importei porque Soderbergh filma isso da maneira mais indiferente possível.

 

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Não ri nada com este filme... Era para ser uma comédia "inteligente"' date=' daquela que sorrimos a peculiaridade de personagens e situações?

 

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Não conseguiu perceber como sutilmente agente vai conhecendo e sendo enganado pelo personagem principal que sempre esta um passo a nossa frente. É brilhante como Soderbergh desenvolve essa história que começa simples termina complexa e tudo é criado por uma pessoa só. Grande filme que mostra a versatilidade de Soderbergh que vai desde horror/ ficção cientifica com videodrama e a mosca até essa deliciosa comédia, passando pela mafia com Senhores do crime.

 

Você trocou diretores aí.

 

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Cronenberg é otimo. Soderbergh também é muito bom, mas neste O Desinformante se perdeu totalmente na busca pelo tom farsesco, que se acertado seria para mim um filme tão maravilhoso quanto o Motosserra descreveu...

Lucas2011-05-12 12:20:59

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