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Forum Cinema em Cena

Bernard Cornwell


Dark_Feanor
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Esse tópico é para os fãs do mestre da ficção histórica.  E aqueles que querem conhecer a sua vasta obra.

 

 

 

 

O estilo dele é completamente cru. Sem frescuras. Batalhas é coisa pra macho. E que sinseramente deixa Tolkien no chinelo.

 

 

 

 

Seus livros estão sendo bem lançados no Brasil. Acho que desde de 2003 a editora Record lançou mais de 14 titulos.

 

 

 

 

-O Rei do Inverno : As Crônicas de Artur Vol.I

 

 

-O inimido de Deus : As Crônicas de Artur Vol.II

 

 

- Excalibur : As Crônicas de Artur Vol.III

 

 

 

 

-O Arqueiro : Busca do Graal Vol.I

 

 

-O Andarilho: Busca do Graal Vol.II

 

 

-O Herege : Busca do Graal Vol.III

 

 

 

 

-O Tigre de Shape : As Aventuras de Sharpe Vol.I

 

 

-A Fortaleza de Shape : As Aventuras de Sharpe Vol.II

 

-O Triunfo de Sarpe : As Aventuras de Sharpe Vol.III

 

-Sharpe em Trafalgar : As Aventuras de Sharpe Vol.IV

 

 

 

- O Condenado

 

 

 

 

Site oficial www.bernardcornwell.net

 

 

 

 

 

 

 

 

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  • 2 weeks later...

Bernard Cornwell (born February 23, 1944) is a prolific and popular British historical novelist.



He was born in London in 1944. His father was a Canadian airman; his mother English, a member of the Women's Auxiliary Air Force. He was given up for adoption and brought up in Essex by the Wiggins family, who were part of the Peculiar People, a strict Protestant sect who banned frivolity of all kinds and even medicine. He was sent away to Monkton Combe School, attended the University of London and after graduating worked for BBC Television as a director. He married Judy in 1980 and re-located to her home country, the USA. Unable to get a Green Card, he started writing novels, as this did not require a work permit.



His best-known books feature the adventures of Richard Sharpe, an English soldier, and are set in the Napoleonic era. After writing 12 books detailing adventures set around various European battle campaigns over the course of 12 years, further stories covered Sharpe's earlier years as a young soldier in India. Most of the Napoleonic-era books were filmed for a TV series starring Sean Bean as Sharpe. Further books written subsequently have been slotted in to different parts of Sharpe's timeframe.



Cornwell has also written the tetralogy The Starbuck Chronicles set during the American Civil War; a trilogy The Warlord Chronicles dealing with Arthurian Britain and another trilogy His The Grailquest novels, dealing with a 14th Century search for the Holy Grail, around the time of the Hundred Years War.



His latest series - The Saxon Stories- is set in 9th century Anglo-Saxon kingdom of Wessex, during the reign of Alfred the Great,
dealing with his defence of his kingdom against the Danes (Vikings),
becoming as a result the only English monarch to be awarded the epithet
"the Great" by his people

BernardCornwell_promo.jpg










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  • 1 month later...

Title: Sharpe Cut
by Linda Blandford

U.K. COVER

sharpecut.jpg

Book Title:Sharpe Cut
by Linda Blandford
Publishing Information: HarperCollins

Buy Sharpe Cut: at Amazon.co.uk

 

Sharpe Cut is an account of the filming of Sharpe's Challenge and is a splendid book. Linda Blandford, a celebrated British journalist, lived with the production team from the first read-through of the script until the last day of editing, and she has written an enthralling story of the difficulties, passions and rewards of the film and television industry. The book is also lavishly illustrated in colour. The book was not commissioned by the production company, but is an independent, warts and all account. If you like Sharpe, want to know more about Sean Bean or are simply interested in television production techniques then this book is a must.

sharpecut_sharpe.jpg"Sharpe's Challenge" A Celtic Films Entertainment/Picture Palace Films/BBC America production for ITV1 will be shown in two parts on ITV 1 in the UK on Sunday 23 April and Monday 24 April 2006. BBC America will broadcast all the Sharpe films beginning in May culminating with 'Sharpe's Challenge' in September.

sharpebc.jpg Bernard and Sean on the set of 'Sharpe's Challenge' in India


Veja o que o cinema em cena fala do Bean.

- Sean Bean, que interpreta Boromir, estrelou um seriado de TV no Reino Unido, em que ele vivia um soldado nas guerras Napoleônicas chamado Richard Sharpe. Mais tarde, Bean apareceu em vários comerciais aludindo ao seu antigo papel, dizendo frases com a palavra “sharpe”. Em A Sociedade do Anel, o ator tem uma fala que faz referência a esse trocadilho: em Valfenda, quando Boromir segura a espada de Elendil e corta o dedo, ele diz: “Still sharpen” (“continua afiada”). <?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

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  • 5 weeks later...

SEGUNDO CADERNO
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Rio, 14 de junho de 2006

Versão impressa

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A febre Cornwell
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Bruno Porto

O mercado editorial está repleto de autores que ficaram milionários combinando elementos históricos com doses de aventura. O americano Dan Brown, de “O código Da Vinci”, é o expoente mais conhecido desse filão lucrativo. São poucos os escritores desse tipo, no entanto, que contam com a chancela da crítica. O inglês Bernard Cornwell, que lançou recentemente no Brasil o romance “Os fuzileiros de Sharpe” (Editora Record), é um desses felizardos.

Com mais de cinco milhões de livros vendidos no mundo todo, ele também é um fenômeno no Brasil. De 2001 para cá, nada menos do que 12 livros desse londrino de 62 anos foram lançados aqui (“Os fuzileiros de Sharpe” é o 13). Juntos, eles já venderam mais de 160 mil exemplares. A proliferação de comunidades do Orkut dedicadas ao autor é outra prova de que Cornwell virou febre no país. A maior delas tem quase três mil membros. Cornwell conta que grande parte dos e-mails que o seu site oficial recebe vem do Brasil.

— Muitos brasileiros querem saber como se pronunciam alguns dos nomes dos meus romances sobre Artur. Outros pedem indicações de outros livros sobre o período arturiano — revela ele, em entrevista por e-mail ao GLOBO.

Para Cornwell, Artur não foi rei

Os tais “romances sobre Artur” são “O rei do inverno”, “Inimigo de Deus” e “Excalibur”, que integram a trilogia “As crônicas de Artur”. Carro-chefe de Cornwell, a série traz uma nova (e polêmica) interpretação para a lenda do criador da Távola Redonda. Usando como ponto de partida diversas pesquisas históricas, a trilogia afirma que Artur nunca foi rei. Os livros ainda trazem um Lancelot covarde e uma Guinevere manipuladora. Cornwell diz que “a ressonância das lendas arturianas no Brasil é impressionante”.

— Atribuo o apelo universal da trilogia ao fato de Artur representar uma época dourada. Apesar de os livros falarem de um tempo marcado por guerras, é muito atraente a idéia de um líder perfeito — teoriza.

Basta ler um dos títulos de Cornwell para entender por que o jornal americano “The Washington Post” escreveu que o inglês “talvez seja o maior escritor de romances históricos de aventura da atualidade”. Ao mesmo tempo em que oferecem ao leitor tramas ágeis e descrições minuciosas de batalhas (ele é um estudioso de História militar), seus livros pintam painéis ricos dos períodos nos quais se passam.

— Eu pesquiso cerca de dois meses antes de começar cada livro. Paralelamente a isso, há uma vida inteira de leitura — diz Cornwell. — Além disso, continuo pesquisando enquanto escrevo os romances. Quando termino um romance, costumo olhar para a minha mesa e ver que empilhei uns 50 livros só de pesquisa.

A maioria dos romances de Cornwell faz parte de séries. Estrelada pelo guerreiro Sharpe, “As aventuras de Sharpe” trata das guerras napoleônicas. Os livros da série “Em busca do Graal” se passam durante a Guerra dos Cem Anos. Em dezembro, será lançada no Brasil uma nova série de Cornwell, “A saga do Rei Alfredo, o Grande” (título provisório). “Os fuzileiros de Sharpe”, que saiu este mês, é o nono volume de “As aventuras de Sharpe” e leva o tenente Sharpe para a mítica Santiago de Compostela, na Espanha. Lá, mais uma vez ele enfrenta o poderoso exército de Napoleão.

— Eu acabo de publicar mais um livro sobre o Sharpe nos Estados Unidos. É o 21 volume da série — conta Cornwell, sem esconder o orgulho.

Ignorado por Hollywood

A chance de o inglês aposentar Sharpe um dia é nula. Também é nula a possibilidade de o prolífico Cornwell ficar muito tempo sem lançar um livro.

— Eu não me imagino dois meses sem escrever. — diz ele, que não encara seus livros como terapia. — Terapia? Nunca! Livros escritos como terapia são sombrios, tortuosos, miseráveis... Eu só conto histórias de aventura.

Cornwell atribui o seu ritmo de produção ao seu passado como jornalista.

— O jornalismo ensina você a contar histórias e a não ficar assustado diante de uma página em branco — explica.

Os seus livros trazem cenas épicas de guerra e personagens carismáticos. Por conta disso, é de se estranhar o fato de Hollywood ainda não ter adaptado os romances de Cornwell.

— Eles devem achar que meus romances são ingleses demais. Hollywood faz filmes para a América primeiro e para o resto do mundo depois — critica.

Para escrever a série “Em busca do Graal”, Cornwell leu dezenas de livros relacionados ao assunto. Previsivelmente, ele tem uma opinião a respeito de“O código Da Vinci”.

 

— Aquilo é uma besteirada — ataca o inglês. — O cálice sagrado foi inventado por um escritor francês muito esperto chamado Chrétien de Troyes, no século XII. Ele colocou essa história em dois romances seus e fez com que o cálice capturasse a imaginação de toda a Europa.

Ele prossegue no ataque:

— De repente, o cálice se tornou a relíquia mais desejada do continente. Mas o que era ele? Não era nem o copo usado na Última Ceia nem um cálice que recebeu o sangue de Cristo — diz. — O Graal não pode ser encontrado ou descrito, então pode ser tudo o que você quiser. Até o útero de Maria Madalena. Dá uma boa história, mas os fatos por trás do “Código” são, no mínimo, risíveis.


fonte: http://oglobo.globo.com/jornal/suplementos/segundocaderno/28 4248877.asp
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  • 11 months later...

ta aí,gostei de ver algo de bernard cornwell no forum,ele é o melhor.li todos os livros de cornwell traduzidos pela record e sharpe 6 e 7 em ingles.tem que admitir,livros de guerra ,ele é o mestre, o melhor livro que li na vida foi o livro excalibur dele,ele é imbativel

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  • 1 month later...
  • 1 month later...
  • 3 years later...
  • 2 weeks later...

Cronicas Saxonicas é muito bom.....Li os primeiros 4 livros.....falta so o ultimo......Terras em Chamas....

 

Li o O Rei do Inverno : As Crônicas de Artur Vol.I e O Arqueiro : Busca do Graal Vol.I

 

mas as Cronicas Saxonicas gostei mais.....talvez por causa do personagem pricial....Uthred que é filho de Uthred....que também era filho de Ulthred.....rsrsrs

 

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  • 2 weeks later...
  • 5 months later...

Comecei recentemente a ler o meu primeiro livro dele 'O Rei do Inverno', e achei sensacional. Sempre tive um certo preconceito para com ele, e sempre adiava ler qualquer coisa dele, mas me surpreendi. Gostei muito mais deste livro do que d'As Brumas de Avalon (que é fantástico, também).

 

 

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