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Preciosa - Uma História de Esperança


jujuba
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Essa busca nunca funciona cmg, daí se já tiver tópico desse filme, por favor deletem esse.

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 "Precious"

 

O filme conta também com Mariah Carey que faz o papel de uma assistente social Mrs. Weiss, Paula Patton como a professora de Precious, Ms. Rain, e Lenny Kravitz como John, um enfermeiro.<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

Baseado no romance "Push", do escritor norte-americano Sapphire, "Precious" foi um dos grandes vencedores do Festival de Sundance, <?:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" />em janeiro. O longa do produtor e diretor Lee Daniels consegue ser ao mesmo tempo tenso e divertido. Se é que agressões verbais e físicas, por mais "merecidas" que eventualmente sejam, possam figurar exatamente como diversão.

O fato é que, da primeira à última cena do long, é impossível não torcer por e simpatizar com Claireece Precious Jones. Não bastasse a violência sofrida em casa (surras, exploração e humilhação por parte da mãe; estupros, dois bebês), a garota ainda tem de encarar o preconceito dos colegas com sua aparência e um bloqueio em assimilar as lições passadas na escola.

Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=4x8iidnoNx0&feature=player_embedded

 

Elenco:

Gabourey 'Gabby' Sidibe (Clareece 'Precious' Jones)

Mo'Nique (Mary)

Paula Patton (Ms. Rain)

Mariah Carey (Mrs. Weiss)

Lenny Kravitz (John)

Sherri Shepherd (Cornrows)

Nealla Gordon (Mrs. Lichtenstein)

Stephanie Andujar (Rita)

Amina Robinson(Jermaine Hicks)

Chyna Layne(Rhonda)

Xosha Roquemore (Jo Ann)

Angelic Zambrana (Consuelo)

Nia Fraser (Ruby)

Prêmios

Sundance Film Festival

Audience Award

Grand Jury Prize

Special Jury Prize:Mo'Nique

Golden Trailer Awards

Indicado Best Trailer - No Movie

Curiosidades

Originalmente o filme era chamado Push. Mas devido a um outro filme com o mesmo nome lançado nos cinemas americanos, o título foi alterado para Precious.

Mariah Carey teve que engordar e usar maquiagem para deixa-la feia para interpretar a assistente social Mrs. Weiss

MariaShy2009-12-20 09:29:22
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Ela tem um jeitão meio ativista de ser, mas o cara de 50 Cent a acusou de não levar muitos rappers no programa e mesmo um ator de "Crash" qd foi reclamou dela o cortar o tempo todo e não deixar que ele se expressasse como queria...aff!

 Espero que ela não faça o mesmo com o elenco de "Precious"

 

 

Mai godi! 05

Mo’Nique fazendo bonito:

Vencedora de melhor atriz coadjuvante by Satellite e St. Louis Film Critics

Tomara que isso se repita no Oscar.

Quem viu  as cenas finais de "Precious" sabe bem que o prêmio deveria (deverá) ser dela!!
MariaShy2009-12-23 23:51:14
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  • 2 weeks later...

parece que a Mariah Carey pode ser a adversária da Mo'Nique no Oscar

 

Mariah Carey é cotada para indicação ao Oscar

 

Oito anos atrás, um fiasco cinematográfico chamado "Glitter" tornou

Mariah Carey motivo de piadas. Agora, a cantora e atriz pode ser

consagrada com o prêmio mais significativo da indústria do cinema.

 

 

Mariah é cotada para uma das cinco indicações ao Oscar melhor atriz

coadjuvante por seu papel em "Preciosa" ("Precious"), informa o jornal

"Daily Telegraph".

 

 

O filme, que estreou neste ano nos Estados Unidos e deve chegar em

janeiro ao Brasil, tem como protagonista a garota que lhe dá nome,

vivida por Gabourey Sidibe --também alvo de comentários positivos da

crítica especializada. Ela é vítima de abusos cometidos pelo pai e pela

mãe.

 

 

Para interpretar a senhorita Weiss, uma assistente social, Mariah

deixou de lado a vaidade. Aparece com olheiras, esquece a pose de

mulherão e desvia a atenção de seu corpo.

 

 

O longa-metragem, dirigido por Lee Daniels --produtor de "A Última

Ceia" (2001)--, tem ainda a participação de Lenny Kravitz. A

apresentadora Oprah Winfrey assina como produtora executiva do filme.

 

 

 

 

 

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  • 2 weeks later...

A atuação da Carey não tem nada demais. Ela simplesmente não atrapalha como pode se imaginar, só isso. Aliás, ela não se enfeiou pro papel não, aquela só é ela sem 500 quilos de coisas no rosto...

 

Sobre o filme, não gostei não. Como eu já tinha dito por aí, a direção do Lee Daniels me incomodou demais, um trabalho de gosto extremamente duvidoso. Ele dirige atores bem, ao menos, mas de resto...  é o tipo de filme que anseia ser mais como um veículo social do que como uma forma de arte, o que também ajuda a tirar todo impacto emocional da narrativa pra mim.

 

Não é uma bomba completa. Só achei ordinário mesmo
Beckin2010-01-11 20:32:05
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Ah, mas quem viu Mariah em "Glitter"...aff!

 

Filmes com histórias assim são perigosos, pq se não funcionam comprometem todo o resto.

Daí que ele pode ser um pouquinho apelativo, mas naõ é tão ruim,  talvez pela Mo'nique e até pela Gabby.

 

 
MariaShy2010-01-12 14:09:30
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  • 3 weeks later...
  • 2 weeks later...

Crítica: Preciosa – Uma História de Esperança

Drama merece todas as suas seis indicações ao Oscar 2010

11/02/2010

 

1.jpg

Se você acha que a vida é injusta só porque aquele namorico da praia não subiu a serra ou porque engordou uns quilinhos durante as festas de fim de ano, ou seja, se é por frescura, veja Preciosa – Uma História de Esperança (Precious: Based on the Book “Push” by Sapphire, 2009). Em menos de 10 minutos de filme você vai entender que os seus problemas não são nada perto do que realmente sofrem algumas pessoas mundo afora.

Tentando revelar o mínimo possível do que é a vida da protagonista Claireece Preciosa Jones (Gabourey Sidibe), é bom você entrar no cinema sabendo que ela é obesa, negra, mora no Harlem de Nova York durante os anos 80 e sofre com tudo isso e por muitos outros motivos que ela nem sabe por quê. E, claro, esses abusos têm suas consequências, como a falta de auto-estima que a faz se esconder do mundo e encobrir, por exemplo, o fato de não saber ler ou escrever.

O nome do meio, Preciosa, é a prova maior da ironia. Sua mãe (Mo'Nique), que não se cansa de tratá-la mal física e verbalmente, vive do auxílio desemprego e a pensão que deveria ser usada para cuidar da sua primeira neta. E esse "conforto" (com muitas aspas) agora também está sob risco, o que coloca a protagonista ainda mais na mira da sua megera matriarca. Tudo porque Preciosa está grávida de novo e, por motivos que é melhor nem comentar aqui, é convidada a ir para uma escola especial.

A menina se protege do mundo exterior de cara fechada, sem cruzar olhares com ninguém, tentando ser o mais invisível possível. Seu único refúgio são pequenos devaneios, geralmente sonhando com a possibilidade de ter um namorado branco e endinheirado e viver entre o glamour e o amor que faltam na sua realidade. Quem começa a mudar isso é sua nova professora, Sra. Blu Rain (Paula Patton), que com muita paciência vai ensinando Preciosa e suas colegas muito mais do que colocar as letras em ordem para ler e escrever.

Mas não ache que o longa vai cair no lugar-comum da professora que vai levar suas alunas a enxergar que estão desperdiçando suas vidas e colocá-las na linha. O papel da Sra. Rain é o de ensinar a Preciosa a exteriorar seus sentimentos, o que vai ajudá-la a exorcizar alguns de seus demônios. Tudo o que ela antes guardava para si, passa para as páginas do seu diário.

Tecnicamente, o diretor Lee Daniels opta por uma câmera na mão, que dá lugar a algo mais clássico apenas nas cenas em que Preciosa está sonhando. Mas tudo isso passa a ser perfumaria perto das atuações irretocáveis de todos os envolvidos. Você vai sentir na pele o que Preciosa sofre e ficar com muita raiva de sua mãe. Se emocionar, sofrer, sorrir e chorar. Muito!

Seja para acompanhar as já premiadas atuações, para tomar uma porrada da dura realidade de algumas pessoas ou simplesmente para comparar os seus problemas com o de outras pessoas, vá ver Preciosa - Uma História de Esperança. Mas leve uma caixinha de lenços de papel e óculos escuros para a saída do cinema. Essa frescura, tudo bem.

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  • 2 weeks later...
Alguém gostou dessa porcaria???? Desgraça pouca é bobagem. Dirigido de forma amadora por Lee Daniels, trata-se de um dramalhão que reforça aquela máxima de que nada é tão ruim que não possa ser piorado já que não existe mérito no tratamento dado à história em que o apelo existe apenas e tão somente pelas circunstâncias da vida da protagonista. As situações são porcamente exploradas e retratadas na busca do choque gratuito como se as circunstâncias já não fossem naturalmente trágicas. Outro grande pecado de “Preciosa – Uma História de Esperança” é que a história explora a tragédia humana, porém está mais interessado na exposição da ferida do que propriamente na cura, na redenção ou na superação. A Sidibe tem presença, mas não é atriz de repertório e só é exigida em uma cena. Monique passa o filme inteiro com cara de aborrecida, mas arrasa na cena final, o que é ótimo, mas frustrante. Gostei da Paula Patton. 4/10 Thiago Lucio2010-02-24 21:36:49
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Alguém gostou dessa porcaria???? Desgraça pouca é bobagem. Dirigido de forma amadora por Lee Daniels, trata-se de um dramalhão que reforça aquela máxima de que nada é tão ruim que não possa ser piorado já que não existe mérito no tratamento dado à história em que o apelo existe apenas e tão somente pelas circunstâncias da vida da protagonista. As situações são porcamente exploradas e retratadas na busca do choque gratuito como se as circunstâncias já não fossem naturalmente trágicas. Outro grande pecado de “Preciosa – Uma História de Esperança” é que a história explora a tragédia humana, porém está mais interessado na exposição da ferida do que propriamente na cura, na redenção ou na superação. A Sidibe tem presença, mas não é atriz de repertório e só é exigida em uma cena. Monique passa o filme inteiro com cara de aborrecida, mas arrasa na cena final, o que é ótimo, mas frustrante. Gostei da Paula Patton. 4/10 [/quote']

Eu discordo disso. Não acho que seja pecado do diretor não apresentar qualquer redenção da protagonista, é apenas uma opção. Acho que seria ainda pior o filme se ele o fizesse, até porque é incoerente com as tragédias apresentadas e tornaria o filme ainda mais apelativo e hollywoodiano.

Gosto das atuações. Mas comparar esse troço com Inglorious e Avatar é de rir, diga-se, se bem que é melhor que District 9. 06

 

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Estou me referindo à contrapartida. O filme não oferece uma contrapartida. Não estou defendendo o roteiro hollywoodiano da redenção, mas da maneira como ficou a exposição da tragédia tornou-se gratuita e torna o filme ainda mais vazio. Foi opção do diretor e ele preferiu a apelação da desgraça alheia pura e simplesmente. Foi covarde e medíocre.

Qualquer filme mais ou menos é melhor do que "Preciosa". Me fez lembrar de "Gilbert Grape", um filme que gosto, mesmo com ressalvas. E "Distrito 9" é bem melhor do que isso aqui...
Thiago Lucio2010-02-24 22:28:59
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