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Plutão Orco

A Gripe A (H1N1) Seria uma arma biológica?

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Não é de hoje que muitos já fazem teorias de conspiração sobre armas biológicas sobre diversas doenças que surgem. Já tivemos até mesmo a da AIDS, varias teorias inclusive que a África seria um laboratório usado como arma biológica para diversas doenças. Convenhamos que muitas das teorias da conspiração em sua maioria não têm fundamento lógico, mas também temos muitas fundamentas em algo que faz sentido. Muitas buscam uma lógica real e está é a lógica real, que muitas destas empresas de biotecnologia estão enriquecendo horrores com estas vacinas que praticamente já estavam prontas. Afinal, quanto tempo leva-se para a descoberta de uma nova doença e sua profilaxia quase imediata? Esta é minha duvida e a pergunta que não quer calar. Como que eles descobriram tão facilmente uma vacina para a tal recente gripe H1N1?<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

É uma lógica simples. Esquecemos a ética, pois ela é inerente ao lucro. Afinal se você tem o poder de criar uma arma biológica e lucrar graças a ela por que não faria? Como já disse esquecemos a ética e a moral. Afinal a história humana é cheia disto, se vimos seres humanos explorarem uns aos outros para obter lucro ao logo de séculos. Já não era hora de aprendermos uma lição. O que impede também uma nação poderosa a fazer armas biológicas e usá-las?

 

Não vejo esta realidade com um sorriso aberto e que tudo anda bem, pois não é assim. Vocês acreditam mesmo que tudo é perfeito e maravilhoso? Muitos têm esta mentalidade que vivemos em uma era de ouro e prosperidade e não em uma época similar as outras. Onde o lucro é inerente a ética e a moral. E isto é difícil de aceitar, mas é a verdade nua e crua. Por isto abro o campo aqui para debater se existe está possibilidade?

 

Glaxo tem lucro maior ajudada por medicamentos contra gripe H1N1

28 de outubro de 2009 | 12h 01

REUTERS

Vendas acentuadamente mais altas do medicamento contra gripe H1N1 Relenza impulsionaram o faturamento trimestral da GlaxoSmithKline.

 

 

O crescimento de 13 por cento do lucro por ação no terceiro trimestre, favorecido pela fraqueza da libra, ficou pouco abaixo das expectativas.

 

A receita da companhia subiu 15 por cento, ajudada por recente diversificação, informou a segunda maior farmacêutica do mundo nesta quarta-feira.

 

A Glaxo perdeu uma porção de negócios neste ano para versões genéricas mais baratas, conforme as patentes de antigos medicamentos expiraram, mas o aumento das vendas de remédios e vacinas para gripe H1N1 suavizará o prejuízo.

 

Como muitos de seus concorrentes, o ano de 2009 está se mostrando melhor do que se temia inicialmente e o presidente-executivo da Glaxo, Andrew Witty, afirmou que prevê mais crescimento no quarto trimestre deste ano, "incluindo vendas significativas de produtos contra o vírus influenza."

 

A Glaxo recebeu encomendas de 440 milhões de doses da vacina contra H1N1 Pandemrix, e analistas acreditam que a companhia pode registrar em torno de 1 bilhão de libras (1,64 bilhão de dólares) a partir deste negócio no quarto trimestre, à medida que as campanhas de imunização são encaminhadas.

 

As farmacêuticas europeias Glaxo, Sanofi-Aventis, Novartis e AstraZeneca devem ganhar grande parte dos negócios para maciços programas de vacinação contra a gripe H1N1 lançados por governos ao redor do mundo.

 

A Roche, contudo, apresentou forte alta nas vendas do medicamento Tamiflu, concorrente do Relenza, da Glaxo.

 

O lucro antes de impostos da Glaxo totalizou 2,07 bilhões de libras no terceiro trimestre, equivalente a lucro por ação antes da reestruturação de 28,5 centavos de libra. Segundo a companhias, as vendas somaram 6,76 bilhões de libras.

 

A estimativa média era de lucro por ação de 28,7 centavos de libra e vendas de 6,81 bilhões de libras, de acordo com a Thomson Reuters I/B/E/S.

 

(Reportagem de Ben Hirschler)

 

 

 

influenza

Com as epidemias, são as transnacionais as que mais lucram: as empresas biotecnológicas e farmacêuticas que monopolizam as vacinas e os antivirais. A afirmação é de Silvia Ribeiro, pesquisadora do grupo ECT em artigo publicado no jornal mexicano La Jornada, 30-04-2009. Segundo a pesquisadora a gripe suína é parte de uma crise maior e tem as suas raízes no sistema de criação industrial de animais, dominado por grandes empresas transnacionais.

Eis o artigo.

A nova epidemia da gripe suína que ameaça expandir-se a outras regiões do mundo não se trata de um fenômeno isolado. É parte da crise generalizada e tem suas raízes no sistema de criação industrial de animais, dominado por grandes empresas transnacionais.

No México, as grandes empresas avícolas e de suinocultura têm proliferado amplamente nas águas (sujas) do Tratado de Livre Comércio da América do Norte. Um exemplo é a Granjas Carroll, em Veracruz, propiedade de Smithfield Foods, a maior empresa de criação de porcos e processamento de produtos suínos do mundo, com filiais na América do Norte, Europa e China.

Em sua sede de Perote começou faz algumas semanas uma virulenta epidemia de enfermidades respiratórias que afetou 60% da população de Glória, fato informado por La Jornada em várias oportunidades a partir das denúncias dos habitantes do local, que faz alguns anos levam uma dura luta contra a contaminação da empresa e tem sofridos inclusive repressão das autoridades por suas denúncias. Granjas Carrol declarou que não tem responsabilidade pela atual epidemia, alegando que a população sofria de uma gripe “comum”. Por via das dúvidas, não fizeram análises para saber exatamente de que vírus se tratava.

Em contraste, as conclusões do Painel Pew Commission on Industrial Farm Animal Production (Comissão Pew sobre produção animal industrial), publicado em 2008, afirmam que as condições de criação e confinamento da produção industrial, sobretudo em porcos, criam um ambiente perfeito para a recombinação de vírus. Inclusive mencionam o perigo da recombinação da gripe aviária e a suína e como finalmente podem chegar a recombinar-se no vírus que afetam e são transmitidos entre humanos. Mencionam também que por muitas vias, incluindo a contaminação de águas, pode chegar a localidades longínquas, sem aparente contato direto. Um exemplo que se pode apresentar é o surgimento da gripe aviária. Veja por exemplo, o informe da GRAIN que ilustra como a indústria avícola criou a gripe aviária (www.grain.org).

Mas as respostas oficiais diante da crise atual, além de tardia (esperaram que os Estados Unidos anunciassem primeiro o surgimento do novo vírus, perdendo dias valiosos para combater a epidemia), parecem ignorar as causas reais e mais contundentes.

Mas do que enviar cepas do vírus para seu seqüenciamento genomico a cientistas como Craig Venter, que enriqueceu com a privatização da pesquisa e seus resultados (seqüenciamento que já foi objeto de investigações públicas do Centro de Prevenção de Doenças em Atlanta, Estados Unidos), o que é preciso é entender que este fenômeno vai continuar se repetindo enquanto continuem os criadouros dessas doenças.
E na epidemia, são as transnacionais as que mais lucram: as empresas biotecnológicas e farmacêuticas que monopolizam as vacinas e os antivirais. O governo anunciou que tinha um milhão de doses de antígenos para atacar a nova cepa da gripe suínas, mas nunca informou a que custo.

Os únicos antivirais que ainda têm ação contra o novo vírus estão patenteados na maior parte do mundo e são de propriedade das grandes empresas farmacêuticas: zanamivir, com o nome comercial Relenza, comercializado por GlaxoSmithKline, e oseltamivir, cuja marca comercial é Tamiflu, patenteado por Gilead Sciences, licenciado exclusivamente para a Roche. Glaxo e Roche são a segunda e a quarta empresas farmacêuticas em escala mundial e, que igualmente ao restante de seus fármacos, as epidemias são as suas melhores oportunidades de negócio.

Com a gripe aviária, todas elas obtiveram centenas de milhões de dólares de lucro. Com o anúncio da nova epidemia no México, as ações da Gilead subiram 3%, as da Roche 4% e as de Glaxo, 6% e isto é apenas o começo. Outra empresa que está atrás desse grande negócio é a Baxter, que solicitou mostras do novo vírus e anunciou que poderá ter a vacina em 13 semanas.

Não precisamos enfrentar apenas a epidemia do vírus, mas também a do lucro.

(Ecodebate, 05/05/2009) publicado pelo IHU On-line, 02/05/2009 [iHU On-line é publicado pelo Instituto Humanitas Unisinos - IHU, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, em São Leopoldo, RS.]

Plutão Orco2010-04-06 11:23:23

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Já havia lido tudo isso na época que estourou a doença. E nunca acreditei nesse alarde todo das mortes e tudo mais. Tanto que há dados estatísticos que mostram que a gripe normal mata mais que a gripe A.

 

E o que mais me chamou atenção foi a empresa do remédio Tamiflu, que era a única a produzir remédio para a tal gripe e estava enriquecendo horrores com um remédio que tinha uma série de efeitos colaterais.

 

E agora essa vacina, que não vou tomar, de jeito nenhum.

 

Eu me pergunto: Há doses de mercúrio seguras para o corpo? Se alguém souber me responda.

 

Outra coisa que me faz não ir tomar é a seguinte. Eu sigo um grupo muito grande de nutricionistas e preparadores físicos habilitados em nutrição no Twitter, e a opinião deles é unânime: Não tome a vacina, é porcaria!

 

Um deles ainda me disse que o modo mais efetivo de prevenir a gripe A, não só ela, mas qualquer gripe, é lavar bem as mãos sempre que possível, evitar aglomerações, beber bastante líquido, e tomar vitamina C todos os dias de preferência pela manhã para não esquecer. E para os mais precavidos, ter na bolsa uma frasquinho de álcool para higienizar as mãos sempre que puder, nas farmácias estão sendo vendidos esses pequenos frascos de bolsa.

 

 

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Já havia lido tudo isso na época que estourou a doença. E nunca acreditei nesse alarde todo das mortes e tudo mais. Tanto que há dados estatísticos que mostram que a gripe normal mata mais que a gripe A.

 

E o que mais me chamou atenção foi a empresa do remédio Tamiflu' date=' que era a única a produzir remédio para a tal gripe e estava enriquecendo horrores com um remédio que tinha uma série de efeitos colaterais.

 

E agora essa vacina, que não vou tomar, de jeito nenhum.

 

Eu me pergunto: Há doses de mercúrio seguras para o corpo? Se alguém souber me responda.

 

 

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caganeira (desinteria e afins) mata mais!

 

concordo com o que vc falou.

Como uma empresa tem um remedio para uma doença especifica se essa doença nem existia?

 

"Tamiflu é proibido para jovens no Japão

 

 

Ministério da Saúde do país afirma que medicamento pode aumentar chance de alucinações e morte em menores de 18 anos"

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI86421-15257,00.html

 

Essa gripe foi como a febre amarela no Brasil em 2008. Matou "milhares de pessoas" e de repente sumiu. Não se falou mais nisso.

Talvez muitos nem se lembrem disso mais.

 

Mais uma maneira de controlar a população (primitiva)

 

 

 

 

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Acho muito exagero dizer que é uma gripe de laboratório pra controle populacional, acho até engraçado dizer isso.

 

O que eu realmente acredito, que é até gritante diante de alguns dados, é o alarde feito por causa da gripe, alguns dados alterados para enriquecer empresas envolvidas com produção de remédios e tudo mais.

 

Tamiflu e essa vacina tirada da mala de alguém tão rapidamente estão aí pra comprovar isso.

 

Há anos a vacina da gripe normal é aplicada e a maioria das pessoas continua tendo gripe, que dirá Gripe A!

 

 

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Esse tópico tinha que ser de quem é...06

 

Obrigado pelo elogio.05<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

A propósito acha que empresas de biotecnologia não estão lucrando graças a esta “bem vinda gripe”? Uma coisa é fato, é doença para nós, mas é lucro exorbitante para estas empresas farmacêuticas.

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Já havia lido tudo isso na época que estourou a doença. E nunca acreditei nesse alarde todo das mortes e tudo mais. Tanto que há dados estatísticos que mostram que a gripe normal mata mais que a gripe A.

E o que mais me chamou atenção foi a empresa do remédio Tamiflu' date=' que era a única a produzir remédio para a tal gripe e estava enriquecendo horrores com um remédio que tinha uma série de efeitos colaterais.

E agora essa vacina, que não vou tomar, de jeito nenhum.

Eu me pergunto: Há doses de mercúrio seguras para o corpo? Se alguém souber me responda.

Outra coisa que me faz não ir tomar é a seguinte. Eu sigo um grupo muito grande de nutricionistas e preparadores físicos habilitados em nutrição no Twitter, e a opinião deles é unânime: Não tome a vacina, é porcaria!

Um deles ainda me disse que o modo mais efetivo de prevenir a gripe A, não só ela, mas qualquer gripe, é lavar bem as mãos sempre que possível, evitar aglomerações, beber bastante líquido, e tomar vitamina C todos os dias de preferência pela manhã para não esquecer. E para os mais precavidos, ter na bolsa uma frasquinho de álcool para higienizar as mãos sempre que puder, nas farmácias estão sendo vendidos esses pequenos frascos de bolsa.
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Por mais que levo em consideração alguns pontos de lógica nas teorias da conspiração, acho também exagero dizer que uma vacinal é prejudicial tendo tantos profissionais da área indo aos veículos de comunicação dizer que é importante se vacinar. <?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

E o estado fornecendo este reforço, não acho que vai ser nenhuma forma de extermínio como muitos têm viajado na maionese. Qual seria o propósito? Fazer um genocídio aleatório? Não vejo lógica ou justificativa disto.

 

Minha indagação é como que desenvolveram tão rápido uma vacina em um curto espaço de tempo de uma “nova doença”? Por isto cogitei que poderia ter sido até mesmo provocada.

 

Afinal armas biológicas já foram usadas para vários fins bélicos e sim até genocídio só que seguindo um contexto brutal de lógica. Durante as guerras entre países e tentativas do homem branco ao tentar extirpar os povos nativos das Américas, e outras colônias que ocupavam terras que ocidente queria ocupar. Se não me engano foram usados vários métodos traiçoeiros para vencer guerras.  E isto inclui enviar doenças contagiosas.

 

Um dos métodos era enviar tais doenças era por suprimentos desviados ou enviados contaminados misturados com outros suprimentos para passar doenças aos povos indígenas e nações inimigas para depois eles invadirem e terminar o serviço de ocupação.

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Por mais que levo em consideração alguns pontos de lógica nas teorias da conspiração' date=' acho também exagero dizer que uma vacinal é prejudicial tendo tantos profissionais da área indo aos veículos de comunicação dizer que é importante se vacinar.

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Assim, os jornais estão levando profissionais na TV pra falar bem da vacina, você confia nisso?

 

Não to dizendo que quem toma vai morrer ou ter a tal gripe. Mas é óbvio que há empresas lucrando muito com essa gripe e acredito ser todo o motivo pra esse alarde todo.

 

Não acho que seja uma forma de controle populacional, acho que está sendo bom pro governo e pra algumas empresas.

 

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