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Forum Cinema em Cena
Nacka

O Que Você Anda Vendo e Comentando?

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Zelig (Woody Allen)- Grande idéia aliada a uma grande execução. Um dos melhores trabalhos de um diretor muito talentoso.

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Encontros e desencontros (dir. Sofia Copolla) - Ainda mantém sua força. Além daquela cena final entre Bill Murray e Scarllet que pra mim é épica 5/5

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Clash of the Titans (Desmond Davis, 1981)

 

Ahhh, é divertido pra

caralho. Essas animações em stop motion são assustadoras. Lembro que

quando criança eu tinha um medo do cacete delas. Claro que a historinha é

chumbrega e não se pode levar a coisa a sério, mas foram duas horas bem

divertidas. Recentemente assisti ao Percy Jackson que modernizou

praticamente a mesma história e não chega nem perto desse aqui. Gostei

deveras, mesmo com aquela coruja mais do que irritante, hehe.

 

 

 

 

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Martyrs – 4,0/5,0  <?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

Você achou “Hostel 2” misógino, violento demais ou despropositado? Você não viu nada! Experimente esse aqui. O filme conta a história de Lucie e Anna, duas mulheres unidas por uma estranha amizade, fruto dos desdobramentos de atrocidades sofridas no passado por uma delas e que as coloca, anos depois, como vítimas/protagonistas de uma série de eventos violentos perpetrados por uma organização de caráter bizarro.

A história é intrigante e funciona no seu suspense sanguinário até o segundo ato (destaque pra atuação psicótica e limite da atriz Mylène Jampanoï, linda de morrer – literalmente...rs ). Mas, a partir desse ponto há uma “revelação” que deixa a história ainda mais bizarra e violenta (cenas de tortura constantes e bem filmadas), mas que leva a uma conclusão insatisfatória.

Alguns podem alegar que a opção do diretor de não responder nada, deixando o final em aberto e com mais perguntas do que respostas, deixa um gosto (amargo) de perplexidade, niilismo e complexidade à obra que a engrandecem. Entretanto, estou mais propenso a considerar que ele ficou é com preguiça mesmo e/ou se perdeu justamente na parte mais importante e, sem saída para a história-enigma que ele mesmo criou, preferiu concluir o filme de modo abrupto e hermético para evitar polêmicas e uma tomada de posição mais autoral.

Definitivamente, um filme difícil de digerir (em todos os sentidos) e que merece uma revisitada. Principalmente nos seus 15 minutos finais...

Destaque para o estilo grand guignol e sádico do filme bem como para a qualidade da maquiagem.  

(PS: minha nota original era 3,0, mas decidi aumentá-la consideravelmente depois de ficar “filosofando” sobre o grand finale e tê-lo achado, no frigir dos ovos, o único possível. Sei lá! Pode ser que daqui a alguns dias ou mesmo na revisitada minha nota despenque...)  

 

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Deadman2010-05-31 15:26:54

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Phenomena (Phenomena, 1985) - Meu Blog

 

 

 

phenomena.jpg

 

 

 

Não sou um grande conhecedor da obra de Dario Argento. Só sei que ele ajudou no roteiro de ERA UMA VEZ NO OESTE e fez uma edição européia de O DESPERTAR DOS MORTOS. Além disso, só aquela boataria e comentários baseados em comparações com outros diretores italianos como Joe D´Amato ou Luigi Cozzi, portanto, Phenomena foi a minha primeira experiência em um trabalho de total autoria de Argento e com uma resposta muito razoável, pois ao mesmo tempo o filme possui sacadas fantásticas mas nos brinda com imbecilidades que puxam a coisa toda para baixo, o que faz ser preciso um pouco de vista grossa por parte do espectador.

 

 

 

O filme inicia em uma cena bem típica do terror italiano de assassinato de uma jovem garota com bastante sangue e jogos de câmera interessantes. Logo em seguida, somos apresentados ao Dr. McGregor (Donald Pleasence), um cientista em cadeira de rodas que estuda insetos e aparentemente já ajudou a resolver crimes a partir das pistas dos insetos que consumiam cadáveres. Somente depois dessas duas cenas que conhecemos a protagonista Jenniffer Corvino (Jenniffer Connelly), uma estudante americana que vai estudar em um internato para garotas na Suíça. No internato ela sofre crises de sonambulismo, em cenas realmente fantásticas – Argento mostrou um exímio domínio das luzes e sombras projetadas – que ajudam a revelar um dom paranormal da moça com insetos, o que a leva a uma amizade com o Dr. McGregor e sua macaca adestrada que ele possui como ajudante nas tarefas de casa.

 

 

 

Além disso, a colega de quarto de Jennifer, Sophie (Federica Mastroianni), desaparece, possivelmente assassinada, e logo a protagonista passa a ser taxada como louca tanto pelas colegas como pelos professores, levando a outra cena interessante do seu domínio sobre os insetos para intimidar todos seus perseguidores. Até então tudo se encaminha muito bem, até que o professor é assassinado e uma grande imbecilidade se manifesta na forma de uma macaca que jura vingança (!!!). Isso mesmo, a macaca tenta ir atrás do assassino me uma cena completamente estúpida.

 

 

 

Passando essa escrotidão, vemos Jennifer perdida em um país estranho e acaba sendo acolhida pela tutora que a recebeu bem no inicio do filme e na casa dela acontecerá o clímax da história, pois descobrimos a verdadeira face do assassino, o filho deformado da tal tutora. Parece bem absurdo colocar uma criança deficiente como assassina bizarra, mas é o que Argento faz e precisamos dar méritos para a ousadia, mesmo que nos soe meio estranho. Mas quando as coisas pareciam ir se encaminhando para um bom final, a tutora aparece do nada no melhor estilo “apesar de tudo ter indicado que sim, eu não morri”, em um rombo de roteiro do tamanho de um estádio de futebol, atacando Jennnifer que acaba sendo salva por ninguém mais, ninguém menos que... A MACACA!!!!! Fim.

 

 

 

Sim, esse final absurdo deixa uma impressão bastante negativa sobre a película. Mas existem diversos pontos positivos que devem ser levados em conta. A trilha sonora é muito boa, conseguiu até mesmo colocar a música Flash of the Blade do Iron Maiden em cenas bastante carregadas sem estragar tudo – como realmente acontece com heavy metal em filmes –, intercalando com músicas mais tradicionais de filmes de terror de forma muito interessante. Já disse isso antes, mas temos que repetir, as luzes e sombras são fenomenais e, além disso, diversas tomadas com ângulos de câmera muito bem feitos e que prendem em muito a atenção do espectador dão um bom tom ao desenvolvimento da trama. Mas, como nem tudo é perfeito, existe outro aspecto ruim – além da já citada macaca –: as atuações. Elas são fraquíssimas e diversas vezes ficam artificiais demais, também, é um elenco basicamente constituído de atores adolescentes com pouquíssima experiência e adultos com cara de canastrão.

 

 

 

Por fim, Phenomena é um filme bastante interessante que peca principalmente por seu final ridículo. Não é recomendável para o espectador desavisado e de forma alguma deve ser incluído em uma lista de clássicos. Mas, se você gosta desses diretores italianos que ousaram tentar competir com Hollywood, os filmes de Dario Argento parecem ser uma linha mestra interessante de ser percorrida e eu espero explorar mais essa filmografia controversa, apesar da macaca.

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Novas fotos de Millenium 3: A Rainha do Castelo de Ar

 

 

A Rainha do Castelo de Ar - Último filme da trilogia Millenium completa a saga de Lisbeth Salander, aqui, Lisbeth se recupera da tentativa de assassinato cometida pelo pai e o meio irmão. No hospital onde está internada recebe ajuda de um médico e de Mikael o jornalista da Millenium. É um filme de silêncios pertubadores, essa menina que faz a Lisbeth tem uma força que transcende a sua personagem, Lisbeth Salander raramente fala e quando fala é como se desse socos em quem a ouve. Nunca agradece, mesmo quando todos parecem ajudá-la ela simplesmente não consegue dizer obrigado de um jeito normal. Mas aí você precisa assistir aos outros dois filmes anteriores para entender tamanha secura. Filme pertubador (e bom) como os dois primeiros.

 

Tem uma cena que me deixou de queixo caído pelo resultado e pela economia de recursos. Determinado personagem vai até a casa de outro, quer que ele mate Lisbeth e seu pai, esse cara é praticamente um inválido faz hemodiálise e anda com o auxílio de uma muleta e ele explica como quer os dois mortos e o motivo, depois vai embora. É uma cena curta. Tudo que eu conseguia pensar depois é, como alguém tão velho consegue transmitir tanta maldade e nem foi preciso qualquer tipo de efeito ou passagem de som característica, apenas o rosto de um velho.

 

Assim como os outros esse filme dificilmente chegará aos cinemas, então vocês já sabem... só dêem um jeito de assistir.

 

 

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 A trilha sonora é muito boa' date=' conseguiu até mesmo colocar a música Flash of the Blade do Iron Maiden em cenas bastante carregadas sem estragar tudo[/quote']

 

Na minha opinião esse é o único ponto fraco do filme. Não me incomodei com a macaca, mas está mais do que provado que heavy metal não combina com cenas de suspense. Argento usou brilhantemente as músicas do Goblin em vários de seus filmes, como Tenebre, Suspiria, Profondo Rosso, Phenomena, etc. Se gostou da trilha deste, vai gostar dos demais. 

 

Leandro Merce2010-06-01 13:39:40

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When Dinosaurs Ruled the Earth (Val Guest, 1970)

Tolkien fail. O

cara precisou de anos para criar um idioma inteiro e os produtores desse

filme criaram 3 ou 4 palavras (que significam tudo) e colocaram em

evidência o que a galera gosta, um belo par de tatas, conseguindo grande sucesso. Sério, "Akita",

"Okubo" e mais uma duas palavras é tudo o que dizem nesse filme, que

envolve uma tribo que para fazer com que a Lua re-apareça, faz

sacrifícios de loiras. Algo acontece, ela escapa e vai pra outra tribo

de bonzinhos, se enrosca com o pintudo de lá e ambos passam por diversas

aventuras fugindo da tribo do mal. E olha que sei disso tudo só na base

do "Akita" (são ou não são gênios estes caras?). Claro que só o que

importa são peitolas saltitantes e os dinos em stop-motion, o resto é

buesta. Victoria Vetri. Só esse nome já me rende um bonner.

 

 

kakoserrano2010-06-01 20:55:45

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Chloe

 

A forte tensão sexual envolvendo as protagonistas cria um interessante thriller meio erótico, meio tenso nunca perdendo de vista a linha de condução do círculo dramático.

Chloe é mais um exemplo de que existem milhares de elementos que compõem uma estória e o fato de ser previsível é só um detalhe que, sei lá, nem tem tanta importância assim.

Acho que é o primeiro papel da Julianne Moore que eu realmente gosto muito.

 

Mr. Scofield2010-06-01 21:01:49

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Eu não gostei tanto de Chloe mas achei melhor que o original (Nathalie X) ao menos, acho que pela direção, que é elegante e tal. E pela Amanda Seyfried, que tá uma delicia. Mas no geral acabei terminando o filme bem menos empolgado do que eu tava na primeira metade. Eu esperava que fosse previsível, e foi, mas ainda assim achei aquele conflito final todo meio insosso em termos de execução. Foi um pequeno balde de água fria com relação ao resto.

Beckin2010-06-01 21:16:34

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Nossa, o final é horrível, você foi generoso. 06

Amanda Seyfried é uma delícia mesmo, gostei desde o início do filme, mas não veria a princípio Cartas para Juliet, que parece meloso DEMAIS para meu gosto.

 

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Youth in Revolt (Miguel Arteta, 2009)

 

É um coming of age/virgin

movie interessante, com o Cera alternando entre sua persona já

consagrada e uma versão "malaca" da mesma. É engraçado como o cera "do

mal" é tão ameaçador quanto um poodle. Tem alguns momento engraçados mas

acho que peca por ser um tanto quanto indie demais, meio que querendo

ser cool. Estranho como isso me incomoda aqui e não me incomoda em nada

em Juno, por exemplo.

 

 

 

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Alice no País das Maravilhas (Burton, 2010) - O filme não empolga. Achei um pouco chato, apesar de visualmente, como sempre Burton faz, o filme arrebenta. A maluquice de Burton é o que vale nesse filme. Nota: 5/10

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Shrek Forever After (2010) - Melhor que o terceiro, inferior aos dois primeiros. Shrek em uma realidade alternativa onde ele nunca nasceu tenta fazer com que Fiona, lider da resistencia, se apaixone por ele novamente.

 

Engraçadinho. O 3D é desnecessário e caça-níquel. Assista a versao normal que já está de bom tamanho.

 

 

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The Machine Girl
Perola gore divertidissima q resulta um misto de "Robocop" , "Kill Bill" e "American Pie" vindo da Terra do Sol Nascente. Colegial é estraçalhada por gangue de playboys-sádicos-membros-da-Yakuza (bullying?) numa escola da perifa nipônica, mas é "recauchutada" com próteses metálicas (!?) por cientista maluco (!?!?) apenas pra dita cuja se vingar com requintes de crueldade capazes de deixar a "Noiva" corada de inveja. Com mta violencia gráfica e cartunesca nos moldes tarantinescos, lembrando mto "Icchi The Killer" , esta producao trash dá um caldo em mto filme americano q fala do batido tema da vingança por ter doses exatas de mto humor negro. A impressao é q se esta lendo (ou vendo?) um mangá, so q sem o inconveniente de começar por trás. Destaque pro sushi de dedos. 8,5/10

o trailer entrega o q vem ai.06

 

poster_machinegirlposter1_1_%281%29.jpg
Jorge Soto2010-06-02 08:31:16

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Chloe
...

Acho que é o primeiro papel da Julianne Moore que eu realmente gosto muito.
[/quote']

Aff ! 090909

Adoro ela em quase todos filmes "Boogie Nights", "Savage Grace", "Fim de caso"... ela é maravilhosa !!!
MariaShy2010-06-02 11:27:22

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Chloe
...

Acho que é o primeiro papel da Julianne Moore que eu realmente gosto muito.
[/quote']

Aff ! 090909

Adoro ela em quase todos filmes "Boogie Nights", "Savage Grace", "Fim de caso"... ela é maravilhosa !!!

 

 

Nos últimos anos ela tem feito a mesma personagem em todo santo filme. É a Megan Fox, só que ao contrário.06
Zanile2010-06-02 11:49:33

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A Amanda Seyfried é só umas dez vezes mais bonita que a Emmanuelle Béart, por mais que se goste de pagar pau pra francesas por aí. Mas não gosto nem de Chole nem de Nathalie X.

 

 

 

E o final de Phenomena é genial.

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Eu não gostei tanto de Chloe mas achei melhor que o original (Nathalie X) ao menos' date=' acho que pela direção, que é elegante e tal. E pela Amanda Seyfried, que tá uma delicia. Mas no geral acabei terminando o filme bem menos empolgado do que eu tava na primeira metade. Eu esperava que fosse previsível, e foi, mas ainda assim achei aquele conflito final todo meio insosso em termos de execução. Foi um pequeno balde de água fria com relação ao resto.

[/quote']

 

Concordo. O filme é ótimo no início, mas quando a Amanda Seyfried vira Glenn Close em Atração fatal, cai demais.

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