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Forum Cinema em Cena
Nacka

O Que Você Anda Vendo e Comentando?

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Já que voltaram com o assunto, vou apenas fazer algumas considerações.

Primeiramente, sobre a nota. Como eu já disse, por diversas vezes, a nota é subjetiva. Na hora de escolher um número para retratar linhas e linhas, cada um pensa de uma forma. Pra mim, a nota 8 significa muito, e é isso que o pessoal tem que entender.

Conheço pessoas que costumam dar 10 para vários filmes. Tudo bem, vai de cada um. Eu não gosto de fazer isso, e costumo manter uma postura rígida, sobre a nota.

 

Agora, sobre os erros nos filmes. Certos filmes têm erros que não merecem ser ressaltados na análise, por não atrapalhar no andamento, no efeito da cena, ou sejá lá no que for. Um outro usuário fez a mesma consideração sobre "Gosto de Sangue".

Quando o filme REALMENTE tiver um erro que atrapalha, sem dúvida alguma, vai ser ressaltado. Do contrário, não vejo motivo.

 

Sobre os filmes que eu assisto. Alguns acabaram interpretando que, eu costumo ver filmes "intelectuais" - que, pra mim, é uma intitulação desnecessária - e, mesmo assim, falo que gosto, só pra aparecer, ou coisa do tipo. Eu acho isso uma bobeira sem tamanho. Primeiramente, porque esse conceito "intelectual", que as pessoas criam, é muito subjetivo. O que é um filme intelectual? Que diretores se encaixam nisso?

A minha seleção de filmes é muito simples, e dei sorte, porque gostei de todos. Muitos podem não ter gostado, mas, pra mim, foram muito agradáveis. Eu não tenho culpa disso, e, muito menos, faço de propósito, afinal, como disseram anteriormente, eu não tenho como saber se o filme é bom ou não.

 

De vez em quando, gosto de analisar a filmografia inteira, e, na ordem, de um diretor. No caso, comecei a fazer isso com os filmes dos Coen, por isso, logo menos, postarei a crítica de "Arizona Nunca Mais". Mas não é por isso, que eu deixo de ver filmes de outros realizadores.

 

É muito simples de entender. Não é possível agradar todos. Eu faço meus textos, coloco as notas, de acordo com o meu modo. Cada um tem o seu.
[/quote']

 

 

Pronto. Estragou tudo explicando. Lucas o critério é seu, a diversão é nossa, bem vindo à discussão sobre notas de nº 1246578 do fórum Cec.

 

 

 

 

Como tornaram a falar sobre isso...

E, claro, como se eu soubesse disso.

 

 

Isso é um assunto que não termina, nem com você e nem com ninguém. E claro que não há como você saber né? Afinal você chegou ontem no fórum. Por isso as boas vindas...

 

 

 

 

 

 

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Já que voltaram com o assunto, vou apenas fazer algumas considerações.

Primeiramente, sobre a nota. Como eu já disse, por diversas vezes, a nota é subjetiva. Na hora de escolher um número para retratar linhas e linhas, cada um pensa de uma forma. Pra mim, a nota 8 significa muito, e é isso que o pessoal tem que entender.

Conheço pessoas que costumam dar 10 para vários filmes. Tudo bem, vai de cada um. Eu não gosto de fazer isso, e costumo manter uma postura rígida, sobre a nota.

 

Agora, sobre os erros nos filmes. Certos filmes têm erros que não merecem ser ressaltados na análise, por não atrapalhar no andamento, no efeito da cena, ou sejá lá no que for. Um outro usuário fez a mesma consideração sobre "Gosto de Sangue".

Quando o filme REALMENTE tiver um erro que atrapalha, sem dúvida alguma, vai ser ressaltado. Do contrário, não vejo motivo.

 

Sobre os filmes que eu assisto. Alguns acabaram interpretando que, eu costumo ver filmes "intelectuais" - que, pra mim, é uma intitulação desnecessária - e, mesmo assim, falo que gosto, só pra aparecer, ou coisa do tipo. Eu acho isso uma bobeira sem tamanho. Primeiramente, porque esse conceito "intelectual", que as pessoas criam, é muito subjetivo. O que é um filme intelectual? Que diretores se encaixam nisso?

A minha seleção de filmes é muito simples, e dei sorte, porque gostei de todos. Muitos podem não ter gostado, mas, pra mim, foram muito agradáveis. Eu não tenho culpa disso, e, muito menos, faço de propósito, afinal, como disseram anteriormente, eu não tenho como saber se o filme é bom ou não.

 

De vez em quando, gosto de analisar a filmografia inteira, e, na ordem, de um diretor. No caso, comecei a fazer isso com os filmes dos Coen, por isso, logo menos, postarei a crítica de "Arizona Nunca Mais". Mas não é por isso, que eu deixo de ver filmes de outros realizadores.

 

É muito simples de entender. Não é possível agradar todos. Eu faço meus textos, coloco as notas, de acordo com o meu modo. Cada um tem o seu.
[/quote']

 

 

Pronto. Estragou tudo explicando. Lucas o critério é seu, a diversão é nossa, bem vindo à discussão sobre notas de nº 1246578 do fórum Cec.

 

 

 

 

Como tornaram a falar sobre isso...

E, claro, como se eu soubesse disso.

 

 

Isso é um assunto que não termina, nem com você e nem com ninguém. E claro que não há como você saber né? Afinal você chegou ontem no fórum. Por isso as boas vindas...

 

 

 

 

 

 

 

Agora eu reparei, mesmo. Enfim, obrigado.

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Pisar em ovos? Acho que apenas não saímos da época da implicância besta. Pisar em ovos seria se não pudesse discordar do texto do cara. Mas insistir com esse lance de notas' date=' ou com o que assiste? pff.[/quote']

 

Ou o que ele pensa do fime, ou o que ele posta, ou qualquer coisa...

 

Não é fórum. É blog multi-autoral.

 

 

Eu até ia responder ao Tensor, mas depois desse post, desnecessário, pois é perfeito.

 

Quero só finalizar dizendo que a implicância não é exclusiva de um lado. Ela existe tanto de quem enche o saco com essa história de notas como de quem implica com quem enche o saco com essa história de notas.

 

Moral da história: cada um no seu canto e, como o Nacka diz, vamos nos divertir.

 

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O problema é sair dessa fase (ou ficar nela' date=' caso de muitos) mantendo uma opinião dogmática, essa coisa de achar que a "grife" já confere ao filme uma qualidade intrínseca. Os próprios Coen do texto em questão devem ter uns 5 filmes que vão de medianos a fracos.
[/quote']

 

Sobre as "grifes", infelizmente tem gente que pensa assim. Paciência... 

 

E sobre os Coen, dê nome aos bois...03

 

 

 

Roda da Fortuna, E aí meu irmão etc, Matadores de Velhinhas e Um Homem Sério. 4, talvez até exista um quinto que eu esteja esquecendo...

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Triângulo do Medo: começa mal e termina mal. E o que tem no meio não é tão melhor assim. Pra começar, é daqueles filmes que pretendem ser cheios de significado, no que fracassa miseravelmente. Sobraria, então, a execução, porém essa não é lá grande coisa. Não senti nenhuma tensão, nenhum senso de urgência no desenrolar da trama. Enfim, não chega a ser ultrajante, mas não consegue nem ao menos ser bom.

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Sobre os filmes que eu assisto. Alguns acabaram interpretando que, eu costumo ver filmes "intelectuais" - que, pra mim, é uma intitulação desnecessária - e, mesmo assim, falo que gosto, só pra aparecer, ou coisa do tipo. [/quote']

 

Bicho, posso até estar enganado, mas até onde vi NINGUÉM interpretou assim. Até porque nenhum dos filmes que você posta (pelo menos do que vi) pode se colocar num posto de "cinema intelectual". Pelo contrário, a essa altura do campeonato não me traz o menor interesse ler considerações sobre "O Iluminado", por exemplo - mas entendo que pra muita gente possa ser novidade e/ou de interesse, então obviamente que não sou contra.

Quanto a questão de ponto negativo/nota, talvez seja interessante pra você enxergar/comentar os filmes pelo seu viés negativo também. Não sou contra dar nota, mas acho que ficar só penteando o macaco dá a impressão de que todo filme se trata de uma obra-prima.

E quanto às opiniões (ou "implicâncias") de outros, acho melhor você interagir, conversar sobre os filmes do que simplesmente defender o seu texto.

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Triângulo do Medo: começa mal e termina mal. E o que tem no meio não é tão melhor assim. Pra começar' date=' é daqueles filmes que pretendem ser cheios de significado, no que fracassa miseravelmente. Sobraria, então, a execução, porém essa não é lá grande coisa. Não senti nenhuma tensão, nenhum senso de urgência no desenrolar da trama. Enfim, não chega a ser ultrajante, mas não consegue nem ao menos ser bom.[/quote']

 

 13 

 

 Ahhh, a querida Subjetividade...

 

 Por falar nela, em breve abrirei um tópico aqui pra abordar um ponto sobre esse tema e... 06 06 06   

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O problema é sair dessa fase (ou ficar nela' date=' caso de muitos) mantendo uma opinião dogmática, essa coisa de achar que a "grife" já confere ao filme uma qualidade intrínseca. Os próprios Coen do texto em questão devem ter uns 5 filmes que vão de medianos a fracos.
[/quote']

 

Sobre as "grifes", infelizmente tem gente que pensa assim. Paciência... 

 

E sobre os Coen, dê nome aos bois...03

 

 

 

Roda da Fortuna, E aí meu irmão etc, Matadores de Velhinhas e Um Homem Sério. 4, talvez até exista um quinto que eu esteja esquecendo...

 

Deles só vi No Country e Um Homem Sério. O primeiro dispensa apresentações.

O segundo acho insosso...

 

 

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Sobre os filmes que eu assisto. Alguns acabaram interpretando que, eu costumo ver filmes "intelectuais" - que, pra mim, é uma intitulação desnecessária - e, mesmo assim, falo que gosto, só pra aparecer, ou coisa do tipo. [/quote']

 

Bicho, posso até estar enganado, mas até onde vi NINGUÉM interpretou assim. Até porque nenhum dos filmes que você posta (pelo menos do que vi) pode se colocar num posto de "cinema intelectual". Pelo contrário, a essa altura do campeonato não me traz o menor interesse ler considerações sobre "O Iluminado", por exemplo - mas entendo que pra muita gente possa ser novidade e/ou de interesse, então obviamente que não sou contra.

Quanto a questão de ponto negativo/nota, talvez seja interessante pra você enxergar/comentar os filmes pelo seu viés negativo também. Não sou contra dar nota, mas acho que ficar só penteando o macaco dá a impressão de que todo filme se trata de uma obra-prima.

E quanto às opiniões (ou "implicâncias") de outros, acho melhor você interagir, conversar sobre os filmes do que simplesmente defender o seu texto.

 

Pode deixar, e eu já deixei bem claro, por diversas vezes, que, quando for necessário citar algum aspecto negativo, ele estará na crítica. Quando eu não tiver uma opinião negativa, não vou poder acrescentar. Dos últimos filmes que assisti, nenhum precisou.

Por isso que a nota também tem peso, por demonstrar, juntamente com a escrita, que o filme não é uma obra-prima. É o conjunto que trabalha em cima do efeito. Por mais que eu esteja elogiando, os pontos positivos de um filme podem não ser perfeitos o suficiente, para gerar uma nota maior, ou elogios com maior intensidade, ou detalhes.

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Triângulo do Medo: começa mal e termina mal. E o que tem no meio não é tão melhor assim. Pra começar' date=' é daqueles filmes que pretendem ser cheios de significado, no que fracassa miseravelmente. Sobraria, então, a execução, porém essa não é lá grande coisa. Não senti nenhuma tensão, nenhum senso de urgência no desenrolar da trama. Enfim, não chega a ser ultrajante, mas não consegue nem ao menos ser bom.[/quote']

 

Não poderia discordar mais...13

 

Vi foi um diretor empenhado em contar (muito bem por sinal) sua história. E o melhor é a execução, que pro jogo que ele propôs, é bem competente.

 

Mas assim que terminei de assistir, percebi que o filme causaria reações do tipo "ame-o ou deixe-o." Enfim...

 

 

 

 

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Pois então pare de perder tempo JÁ e assista Fargo e Barton Fink

 

cara, lembro que vi partes de Fargo no SBT no Cinema em Casa quando era moleque!06 Claro que não lembro de quase nada... faz muito tempo. (O filme tem até um subtítulo não? "Uma Comédia de Erros" ou algo assim).

E Barton Fink tem um tempinho que já fiquei de pegar mas desisti na última hora.

 

Fica a dica, mas acho que será dificil eu gostar de outro filme deles o tanto (ou mais) que eu gostei de Onde os Fracos...

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Triângulo do Medo: começa mal e termina mal. E o que tem no meio não é tão melhor assim. Pra começar' date=' é daqueles filmes que pretendem ser cheios de significado, no que fracassa miseravelmente. Sobraria, então, a execução, porém essa não é lá grande coisa. Não senti nenhuma tensão, nenhum senso de urgência no desenrolar da trama. Enfim, não chega a ser ultrajante, mas não consegue nem ao menos ser bom.[/quote']

 

 

 

 

 

Não poderia discordar mais...[img>http://www.cinemaemcena.com.br/forum/smileys/13.gif" height="17" width="17" align="absmiddle" alt="13" />

 

 

 

Vi foi um diretor empenhado em contar (muito bem por sinal) sua história. E o melhor é a execução, que pro jogo que ele propôs, é bem competente.

 

 

 

 

Mas assim que terminei de assistir, percebi que o filme causaria reações do tipo "ame-o ou deixe-o." Enfim...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Putz, acabei de te responder lá no outro tópico, se tivesse visto respondia aqui, que é mais apropriado.

 

 

 

Spoilers

 

 

 

Não gostei do início pelo simples fato de ser ruim, aquelas cenas entrecortadas são muito chatas, e a trilha sonora é óbvia e aborrecida (do tipo "vem coisa ruim por aí, fique triste")

 

 

 

Não gostei do fim pq é totalmente desnecessário. A partir do momento em que repete-se a cena do "foi um pesadelo", já é óbvio o que vem a seguir. Tudo bem, o diretor quis mostrar o que a levaria de volta ao barco, então dá pra justificar que o filme prossiga até o acidente de carro, mas a partir do momento em que ela diz "me leve até o porto", nada mais interessa. Não precisava baixar o quadro negro e o professor explicar a matéria.

 

 

 

No meio, o que acontece, pra mim, é o seguinte: a ambientação é legal; o fato de ela ouvir muito mais do que ela vê - durante o segundo ato - é uma boa sacada; as cenas em que ela encontra marcas da eterna repetição do ciclo são boas tb; mas termina por aí. Os personagens são descartáveis, eu tava pouco me lixando se iam morrer ou não, inclusive a protagonista. Tem explicações demais, o que, a meu ver, é desnecessário para uma trama tão simples. E, é claro, é por aí que começa a aparecer a sensação de que o final não vai ser bom.

 

 

 

Bom, somando tudo, eu não iria ao ponto de dizer que odiei Triangle. Preferia não tê-lo visto, mas não é páreo para o Uwe Boll no quesito gerar ódio, hehehe.

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A cena da chuva de cinzas com o DiCaprio e a mulher dele éfoda' date=' foda, foda.[/quote']

 

Cafona pra cacete. http://www.cinemaemcena.com.br/forum/smileys/06.gif" height="17" width="17" align="absmiddle" alt="06" />

 

 

 

E aquele final hiperdidático, rrrrrealmente...

 

Shutter Island é o Scorsese tentando refazer Shock Corridor (e falhando miseravelmente).

 

Não acho que caiba comparação entre Shock Corridor e Shutter Island, que é a tentativa do Scorsese de fazer um thriller rasteiro sem-vergonha (e sendo absolutamente bem-sucedido).Forasteiro2010-12-29 15:39:46

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Eu assisti ontem ao filme Menina Má.com

Gostei bastante do filme ,achei porém que é muito parecido com o filme Funny Games de 1997.

Sem sombra de dúvidas o que surpreende é a atuação impecável de Ellen Page ,na minha humilde opinião merecia ao menos uma indicação ao oscar.Porém,todos sabemos que a acadêmia é medrosa e não gosta de indicar filmes polêmicos.

 

Resumindo ,dou nota 7,0 para esse filme pela atuação e por conseguir me deixar preso na cadeira por uma hora e quarenta .

 

alfetunes2010-12-29 15:44:06

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Triângulo do Medo: começa mal e termina mal. E o que tem no meio não é tão melhor assim. Pra começar' date=' é daqueles filmes que pretendem ser cheios de significado, no que fracassa miseravelmente. Sobraria, então, a execução, porém essa não é lá grande coisa. Não senti nenhuma tensão, nenhum senso de urgência no desenrolar da trama. Enfim, não chega a ser ultrajante, mas não consegue nem ao menos ser bom.[/quote']

 

Não poderia discordar mais...13

 

Vi foi um diretor empenhado em contar (muito bem por sinal) sua história. E o melhor é a execução, que pro jogo que ele propôs, é bem competente.

Mas assim que terminei de assistir, percebi que o filme causaria reações do tipo "ame-o ou deixe-o." Enfim...



Putz, acabei de te responder lá no outro tópico, se tivesse visto respondia aqui, que é mais apropriado.

Spoilers

Não gostei do início pelo simples fato de ser ruim, aquelas cenas entrecortadas são muito chatas, e a trilha sonora é óbvia e aborrecida (do tipo "vem coisa ruim por aí, fique triste")

Não gostei do fim pq é totalmente desnecessário. A partir do momento em que repete-se a cena do "foi um pesadelo", já é óbvio o que vem a seguir. Tudo bem, o diretor quis mostrar o que a levaria de volta ao barco, então dá pra justificar que o filme prossiga até o acidente de carro, mas a partir do momento em que ela diz "me leve até o porto", nada mais interessa. Não precisava baixar o quadro negro e o professor explicar a matéria.

No meio, o que acontece, pra mim, é o seguinte: a ambientação é legal; o fato de ela ouvir muito mais do que ela vê - durante o segundo ato - é uma boa sacada; as cenas em que ela encontra marcas da eterna repetição do ciclo são boas tb; mas termina por aí. Os personagens são descartáveis, eu tava pouco me lixando se iam morrer ou não, inclusive a protagonista. Tem explicações demais, o que, a meu ver, é desnecessário para uma trama tão simples. E, é claro, é por aí que começa a aparecer a sensação de que o final não vai ser bom.

Bom, somando tudo, eu não iria ao ponto de dizer que odiei Triangle. Preferia não tê-lo visto, mas não é páreo para o Uwe Boll no quesito gerar ódio, hehehe.

 

Não vejo como defeito o suposto "excesso de zelo" em amarrar a história. Não nesse caso. E o melhor é que para isso o filme vai direto ao ponto, não enche linguiça e nem perde tempo com personagens que não interessam (que intencionalmente são jogados de lado em prol da protagonista). 

 

Vc falou lá atrás que a mensagem do filme não te pegou... ele pode até ter lá sua mensagem "moralista" e politicamente correta mas isso está longe de ser o foco. O mais interessante é ver como o jogo se desenvolve...

 

 

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Triângulo do Medo: começa mal e termina mal. E o que tem no meio não é tão melhor assim. Pra começar' date=' é daqueles filmes que pretendem ser cheios de significado, no que fracassa miseravelmente. Sobraria, então, a execução, porém essa não é lá grande coisa. Não senti nenhuma tensão, nenhum senso de urgência no desenrolar da trama. Enfim, não chega a ser ultrajante, mas não consegue nem ao menos ser bom.[/quote']

 

 

 

 

 

Não poderia discordar mais...[img>http://www.cinemaemcena.com.br/forum/smileys/13.gif" height="17" width="17" align="absmiddle" alt="13" />

 

 

 

Vi foi um diretor empenhado em contar (muito bem por sinal) sua história. E o melhor é a execução, que pro jogo que ele propôs, é bem competente.

 

 

 

 

Mas assim que terminei de assistir, percebi que o filme causaria reações do tipo "ame-o ou deixe-o." Enfim...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Putz, acabei de te responder lá no outro tópico, se tivesse visto respondia aqui, que é mais apropriado.

 

 

 

Spoilers

 

 

 

Não gostei do início pelo simples fato de ser ruim, aquelas cenas entrecortadas são muito chatas, e a trilha sonora é óbvia e aborrecida (do tipo "vem coisa ruim por aí, fique triste")

 

 

 

Não gostei do fim pq é totalmente desnecessário. A partir do momento em que repete-se a cena do "foi um pesadelo", já é óbvio o que vem a seguir. Tudo bem, o diretor quis mostrar o que a levaria de volta ao barco, então dá pra justificar que o filme prossiga até o acidente de carro, mas a partir do momento em que ela diz "me leve até o porto", nada mais interessa. Não precisava baixar o quadro negro e o professor explicar a matéria.

 

 

 

No meio, o que acontece, pra mim, é o seguinte: a ambientação é legal; o fato de ela ouvir muito mais do que ela vê - durante o segundo ato - é uma boa sacada; as cenas em que ela encontra marcas da eterna repetição do ciclo são boas tb; mas termina por aí. Os personagens são descartáveis, eu tava pouco me lixando se iam morrer ou não, inclusive a protagonista. Tem explicações demais, o que, a meu ver, é desnecessário para uma trama tão simples. E, é claro, é por aí que começa a aparecer a sensação de que o final não vai ser bom.

 

 

 

Bom, somando tudo, eu não iria ao ponto de dizer que odiei Triangle. Preferia não tê-lo visto, mas não é páreo para o Uwe Boll no quesito gerar ódio, hehehe.

 

Com SPOILERS

 

Nossa, acho que vi outro filme

 

A cena do início é tão foda, mas tão foda, que, quando retomada no final me deu vontade de voltar umas dez vezes para ver. Ele consegue fazer uma sequência que confere um sentido completamente diferente quando você entende os acontecimentos no final. Mostra que a questão da perspectiva e combinação incompleta de elementos pela ausência do intercâmbio adequado deles causado por vazios narrativos ainda não expostos, fazem com que preenchamos o não visível com criações individuais sem comprovação ou evidência real pelo simples fato que não suportamos conceber algo que não tenha explicação. Considero a melhor cena dos últimos mil anos, haha.

 

Quanto ao fim ser desnecessário ou didático, que isso. Está comprovado que sou burro mesmo. 06

 

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Putz' date=' acabei de te responder lá no outro tópico, se tivesse visto respondia aqui, que é mais apropriado. Spoilers Não gostei do início pelo simples fato de ser ruim, aquelas cenas entrecortadas são muito chatas, e a trilha sonora é óbvia e aborrecida (do tipo "vem coisa ruim por aí, fique triste") Não gostei do fim pq é totalmente desnecessário. A partir do momento em que repete-se a cena do "foi um pesadelo", já é óbvio o que vem a seguir. Tudo bem, o diretor quis mostrar o que a levaria de volta ao barco, então dá pra justificar que o filme prossiga até o acidente de carro, mas a partir do momento em que ela diz "me leve até o porto", nada mais interessa. Não precisava baixar o quadro negro e o professor explicar a matéria. No meio, o que acontece, pra mim, é o seguinte: a ambientação é legal; o fato de ela ouvir muito mais do que ela vê - durante o segundo ato - é uma boa sacada; as cenas em que ela encontra marcas da eterna repetição do ciclo são boas tb; mas termina por aí. Os personagens são descartáveis, eu tava pouco me lixando se iam morrer ou não, inclusive a protagonista. Tem explicações demais, o que, a meu ver, é desnecessário para uma trama tão simples. E, é claro, é por aí que começa a aparecer a sensação de que o final não vai ser bom. Bom, somando tudo, eu não iria ao ponto de dizer que odiei Triangle. Preferia não tê-lo visto, mas não é páreo para o Uwe Boll no quesito gerar ódio, hehehe.[/quote']

 

 

 

Não vejo como defeito o suposto "excesso de zelo" em amarrar a história. Não nesse caso. E o melhor é que para isso o filme vai direto ao ponto, não enche linguiça e nem perde tempo com personagens que não interessam (que intencionalmente são jogados de lado em prol da protagonista). 

 

 

 

Vc falou lá atrás que a mensagem do filme não te pegou... ele pode até ter lá sua mensagem "moralista" e politicamente correta mas isso está longe de ser o foco. O mais interessante é ver como o jogo se desenvolve...

 

 

 

 

 

 

 

Não me lembro de ter falado sobre mensagem do filme, mas se empreguei o termo, foi em outro contexto, eu nem me importo se o filme é revolucionário, reacionário, politicamente correto ou incorreto, a "mensagem" seria a própria trama, a repetição dos eventos e o que levaria a moça a voltar a eles, a essência do filme, em outras palavras. Se é direita ou esquerda, nem parei pra pensar, pq não me importa mesmo. Só esclarecendo que não quero te fazer mudar de ideia, nem prolongar o assunto além do necessário, apenas não quis te deixar com esse conceito errado de que eu procuro "mensagem social" em filme.

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Triângulo do Medo: começa mal e termina mal. E o que tem no meio não é tão melhor assim. Pra começar' date=' é daqueles filmes que pretendem ser cheios de significado, no que fracassa miseravelmente. Sobraria, então, a execução, porém essa não é lá grande coisa. Não senti nenhuma tensão, nenhum senso de urgência no desenrolar da trama. Enfim, não chega a ser ultrajante, mas não consegue nem ao menos ser bom.[/quote']

 

 

 

 

 

Não poderia discordar mais...[img>http://www.cinemaemcena.com.br/forum/smileys/13.gif" height="17" width="17" align="absmiddle" alt="13" />

 

 

 

Vi foi um diretor empenhado em contar (muito bem por sinal) sua história. E o melhor é a execução, que pro jogo que ele propôs, é bem competente.

 

 

 

 

Mas assim que terminei de assistir, percebi que o filme causaria reações do tipo "ame-o ou deixe-o." Enfim...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Putz, acabei de te responder lá no outro tópico, se tivesse visto respondia aqui, que é mais apropriado.

 

 

 

Spoilers

 

 

 

Não gostei do início pelo simples fato de ser ruim, aquelas cenas entrecortadas são muito chatas, e a trilha sonora é óbvia e aborrecida (do tipo "vem coisa ruim por aí, fique triste")

 

 

 

Não gostei do fim pq é totalmente desnecessário. A partir do momento em que repete-se a cena do "foi um pesadelo", já é óbvio o que vem a seguir. Tudo bem, o diretor quis mostrar o que a levaria de volta ao barco, então dá pra justificar que o filme prossiga até o acidente de carro, mas a partir do momento em que ela diz "me leve até o porto", nada mais interessa. Não precisava baixar o quadro negro e o professor explicar a matéria.

 

 

 

No meio, o que acontece, pra mim, é o seguinte: a ambientação é legal; o fato de ela ouvir muito mais do que ela vê - durante o segundo ato - é uma boa sacada; as cenas em que ela encontra marcas da eterna repetição do ciclo são boas tb; mas termina por aí. Os personagens são descartáveis, eu tava pouco me lixando se iam morrer ou não, inclusive a protagonista. Tem explicações demais, o que, a meu ver, é desnecessário para uma trama tão simples. E, é claro, é por aí que começa a aparecer a sensação de que o final não vai ser bom.

 

 

 

Bom, somando tudo, eu não iria ao ponto de dizer que odiei Triangle. Preferia não tê-lo visto, mas não é páreo para o Uwe Boll no quesito gerar ódio, hehehe.

<font face="Times New Roman, Times, serif" size="3">Com SPOILERS<font face="Times New Roman, Times, serif" size="3">Nossa, acho que vi outro filmeA cena do início é tão foda, mas tão foda, que, quando retomada no final me deu vontade de voltar umas dez vezes para ver. Ele consegue fazer uma sequência que confere um sentido completamente diferente quando você entende os acontecimentos no final. Mostra que a questão da perspectiva e combinação incompleta de elementos pela ausência do intercâmbio adequado deles causado por vazios narrativos ainda não expostos, fazem com que preenchamos o não visível com criações individuais sem comprovação ou evidência real pelo simples fato que não suportamos conceber algo que não tenha explicação. Considero a melhor cena dos últimos mil anos, haha.Quanto ao fim ser desnecessário ou didático, que isso. Está comprovado que sou burro mesmo. 06

 

 

 

Que tu é burro a gente já sabia, o Kako já tinha decretado. 06.gif

 

 

 

E o teu texto me lembrou imediatamente dos textos dum outro usuário, gustavo alguma coisa, e isso não é elogio, hehehe. Mas, falando sério, eu devo ser um gênio mesmo, pq o "não visível" pra mim foi quase tão visível quanto se ele tivesse narrado convencionalmente.

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Que tu é burro a gente já sabia' date=' o Kako já tinha decretado. 06.gif

 

 

 

E o teu texto me lembrou imediatamente dos textos dum outro usuário, gustavo alguma coisa, e isso não é elogio, hehehe. Mas, falando sério, eu devo ser um gênio mesmo, pq o "não visível" pra mim foi quase tão visível quanto se ele tivesse narrado convencionalmente.[/quote']

Nuh. Realmente hoje está melhor ficar calado por aqui. 06

 

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Não me lembro de ter falado sobre mensagem do filme' date=' mas se empreguei o termo, foi em outro contexto, eu nem me importo se o filme é revolucionário, reacionário, politicamente correto ou incorreto, a "mensagem" seria a própria trama, a repetição dos eventos e o que levaria a moça a voltar a eles, a essência do filme, em outras palavras. Se é direita ou esquerda, nem parei pra pensar, pq não me importa mesmo. Só esclarecendo que não quero te fazer mudar de ideia, nem prolongar o assunto além do necessário, apenas não quis te deixar com esse conceito errado de que eu procuro "mensagem social" em filme.[/quote']

 

Não falo de mensagem social ou de alguma relevância pra sociedade.

To falando do fato de ficar implicito que aquilo só aconteceu spoiler por ela ser uma mãe desnaturada, que não cuidava dos seus como devia e merecidamente recebeu o castigo...  somando a relação disso com o lance da mitologia grega de "rolar a pedra morro acima" como castigo, de alguma forma tem-se uma mensagem "moralista e politicamente correta". Entendeu?Foi a isso que me referi.

 

 
Sall2010-12-29 17:15:30

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Não me lembro de ter falado sobre mensagem do filme' date=' mas se empreguei o termo, foi em outro contexto, eu nem me importo se o filme é revolucionário, reacionário, politicamente correto ou incorreto, a "mensagem" seria a própria trama, a repetição dos eventos e o que levaria a moça a voltar a eles, a essência do filme, em outras palavras. Se é direita ou esquerda, nem parei pra pensar, pq não me importa mesmo. Só esclarecendo que não quero te fazer mudar de ideia, nem prolongar o assunto além do necessário, apenas não quis te deixar com esse conceito errado de que eu procuro "mensagem social" em filme.[/quote']

 

 

 

Não falo de mensagem social ou de alguma relevância pra sociedade.

 

To falando do fato de ficar implicito que aquilo só aconteceu spoiler por ela ser uma mãe desnaturada, que não cuidava dos seus como devia e merecidamente recebeu o castigo...  somando a relação disso com o lance da mitologia grega de "rolar a pedra morro acima" como castigo, de alguma forma tem-se uma mensagem "moralista e politicamente correta". Entendeu?Foi a isso que me referi.

 

 

 

 

 

 

 

Sim, sim, era nisso que eu estava pensando quando falei em "mensagem social", no sentido de que os acontecimentos teriam alguma relação com o comportamento dela em função do que seria certo ou errado. Mas, como eu disse, só parei pra pensar nisso depois que tu mencionaste, não é muito relevante pra minha avaliação do filme.

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...A cena do início é tão foda, mas tão foda, que, quando retomada no final me deu vontade de voltar umas dez vezes para ver. Ele consegue fazer uma sequência que confere um sentido completamente diferente quando você entende os acontecimentos no final. Mostra que a questão da perspectiva e combinação incompleta de elementos pela ausência do intercâmbio adequado deles causado por vazios narrativos ainda não expostos, fazem com que preenchamos o não visível com criações individuais sem comprovação ou evidência real pelo simples fato que não suportamos conceber algo que não tenha explicação. Considero a melhor cena dos últimos mil anos, haha.

 

[/quote']

 

poucas vezes me lembro de ter visto um "flashback multi-ângulo" tão bem arquitetado e executado. Aliás, vale pra TODO o filme também.

 

Fresco na memória agora, nesse sentido só lembro de Memento...

 

 

 

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