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O Discurso do Rei

Drama historico q nao dava nada mas q calhou de ser um filmaco! Pretendente ao trono britanico gago (Firth) enfrenta dificuldades pra subir ao poder, mesmo q a contragosto, e ganha ajuda de um fonaudiologo (Rush) com metodos pouco ortodoxos. A metafora da importancia das aparencias ganha roupagem envolvente nesta producao q o Colin Firth carrega td nas costas com sua estupenda interpre-pre-pre-tacao..  O discurso final, ao declarar guerra pra Alemanha ao som da Setima sinfonia de Beetoven e uma coisa q vou te falar16..10-10

 

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Jorge Soto2011-01-28 15:33:18

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Duas OP's da dupla Powell/Pressburger assitidas em sequência:

 

 

 

narciso-negro4.jpg

 

 

 

Narciso Negro (Black Narcisus, 1947) - Uma das melhores experiências cinematográficas que já tive. Uma história executada brilhantemente, uma direção de arte hiper-realistíca fantástica (e que ajuda a contar a história), uma fotografia fantástica (o terço final é digno de nota), atuações femininas sensacionais. O meu top 10 têm um novo frequentador!

 

 

 

Nota - 10/10

 

 

 

matter+of+life+and+death.jpg

 

 

 

Nesse mundo e no Outro (A Matter of Life and Death, 1946) - Só pelo fato de retratarem o céu em P&B (e o "mundo real" colorido) já é digno de nota. Somado a isso temos uma história divertida e ao mesmo tempo tocante, a fotografia hiper-realista (que é marca registrada da dupla), uma edição fantástica (os momentos de transição entre o mundo real e o céu são ótimos), o conflito do personagem principal é muito bem construído (mesmo após a conclusão, ainda paira a dúvida se o "Outro Mundo" é real ou não). Depois desses dois filmes, definitivamente Powell e Pressburger estão entre os meus diretores preferidos.

 

 

 

Nota - 10/10

 

 

 

Ranking Michael Powell/Emeric Pressburger:

 

 

 

1) Narciso Negro (Black Narcissus);

 

2) Os Sapatinhos Vermelhos (The Red Shoes);

 

3) A Tortura do Medo (Peeping Tom);

 

4) Nesse Mundo e no Outro (A Matter of Life and Death);

 

5) O Espião de Preto (Spy in Black)

 

6) Perigo nas Sombras (Ill Met By Midnight);silva2011-01-28 15:55:40

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Scott Pilgrim é do cacete. A montagem frenética e os recursos narrativos são divertidíssimos. Adoro a cena em que a japinha chega na casa de Pilgrim e ele sai pela janela no plano secundário da cena.

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O Discurso do Rei

Drama historico q nao dava nada mas q calhou de ser um filmaco! Pretendente ao trono britanico gago (Firth) enfrenta dificuldades pra subir ao poder' date=' mesmo q a contragosto, e ganha ajuda de um fonaudiologo (Rush) com metodos pouco ortodoxos. A metafora da importancia das aparencias ganha roupagem envolvente nesta producao q o Colin Firth carrega td nas costas com sua estupenda interpre-pre-pre-tacao..  O discurso final, ao declarar guerra pra Alemanha ao som da Setima sinfonia de Beetoven e uma coisa q vou te falar16..10-10

 

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O esperado discurso final foi a unica cena em que me manteve acordada.Bacana ver opiniões diferentes sobre o mesmo filme.

 

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Revisto: A Lenda do Tesouro Perdido. O Cage não atrapalha neste o que é um grande alívio e ainda tem Diane Kruger... tá bom demais.

 

 

 

 

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"Primer" Dois amigos acidentalmente acabam criando uma espécie de máquina do tempo que eles chamam de "a caixa". A constante revisita dos dois aos eventos passados acaba gerando uma sequência bastante complexa de se acompanhar. Minha cabeça dói. 4/5.

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As Virgens Suicidas, de Sofia Coppola

 

 

 

Eu sou um fã da Coppolinha. Acho que a sensibilidade dela em tratar de temas tão tristes com tanta graça e uma melancolia delicada fantástico. E aqui, isso se torna ainda mais evidente.

 

 

 

Tratar de suicido e adolescência é difícil para qualquer cineasta mas Sofia tira isso de letra e faz pra mim, seu segundo melhor filme.Engraçado que esse filme é pra mim, o mais movimentado dela.

 

 

 

Belo. Muito belo.

 

 

 

Nota: 9,5

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Felon (2008)

 

simples,fantastico,e intenso.

Achei esse filme aqui puta que pariu demais,consegue transmitir muito bem a mensagem.

Nao agrada qualquer um por ser um filme forte, meio cru... gostei pra porra.

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127 Horas
Em 2003 o jovem montanhista americano Aron Ralston ficou mundialmente famoso não apenas por se dar (muito) mal num rapel-solo num cânion nos cafundós do Colorado, mas por ser obrigado a cortar o próprio braço pra sobreviver após ficar 5 dias preso sem perspectivas de resgate. Na época, o acontecimento repercutiu na imprensa por trazer à tona questão das medidas extremas q somos obrigados a tomar em momentos de crise.
Como é praxe, imediatamente Hollywood engatilhou o filme “127 Horas” q somente agora saiu do forno (sem data de estréia ainda, mas facil de achar na net) e felizmente veio nas mãos do diretor britânico Danny Boyle (“A Praia”) q já tem experiência com o tema “mochilagem e esportes-outdoor”. Pois somente um olhar talentoso e diferenciado tornaria tão interessante qto envolvente uma historia conhecida e até bem previsível. E olha, vou te dizer.. é um filmão! Com ecos de “Na Natureza Selvagem” e “Enterrado Vivo”, a produção se firma mesmo como o “Tocando o Vazio” do novo milênio. James Franco ta apenas razoavel no papel do alpinista, mas nao compromete o todo.
Com uma embalagem pop (no melhor estilo “Vivos”, sobre os sobreviventes dos Andes) e ótima trilha sonora, o filme agrada ao publico em geral mas vai fazer mto mais sentido pra quem é do “ramo”, se é q me entendem. Por quê? Desde a sucessão de decisões erradas de uma logística/planejamento furados - q estão arroladas desde o inicio da projeção e deixariam Murphy corado de inveja – até os tais momentos intimistas q podem ser tão reconfortantes como a maldição de qq trekkeiro em horas de perrengue máximo. Quem já passou algum aperto desse naipe vai se identificar imediatamente, até pq eu mesmo já tive q beber meu próprio mijo qdo o fantasma da falta de água bateu à porta, além de quase ir pro saco noutra ocasião.
http://altamontanha.com/colunas.asp?NewsID=189&CatID=3&title=Montanhista_sofre_acidente_no_pouco_conhecido_Vale_da_Ilus
Sem enveredar por lições moralistas, julgamentos ou doutrinas de qq espécie, o filme apenas narra os fatos de forma visceral, imparcial e contagiante. Mas q deixa claro q somos responsáveis pelos nossos atos em qq cirscunstância, e q devemos arcar com eles. E seja tomando uma trilha à outra, azimutar pro leste ao oeste, amputando o próprio braço ou deixando algum companheiro à mercê de intempéries, decisões devem ser tomadas querendo ou não, pois só assim se segue em frente. E se sobrevive. Afinal quem fica parado é poste, e a vida continua. Mas de preferência, deixe sempre um aviso de seu destino qdo for sair sozinho. 9,5-10

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O TURISTA - 4/10 - É um filme no mínimo equivocado. A trama é bem bobinha, mas ainda assim faltou imaginação para desenvolvê-la. É como se pensassem na premissa e na maneira como a resolveriam, mas esqueceram de investir no desenvolvimento, no caminho a ser percorrido do início ao fim do filme. Ainda assim é uma história bobinha que poderia se tornar um mero detalhe se não fosse a mão pesada do diretor alemão de nome esquisito que não acerta o tom do seu trabalho (nunca vi em um filme uma equipe de investigação que não possui capacidade de se "camuflar" durante uma espreita como neste aqui), zero de criatividade, além do que ele conta com um casal em cena que não dá liga. Johnny Depp está muito, muito, muito, mas muito longe das suas melhores atuações, mas ainda assim é o único responsável por garantir um certo charme ao projeto (e ao final, por mais bobo que seja, creio que o ator poderia ter investido muito mais em seu trabalho de atuação, seria muito mais atraente, o que denota uma certa preguiça do ator). Angelina Jolie, uma mulher gostosíssima e belíssima, não consegue executar a tarefa de interpretar uma mulher sexy. Sério, isso mesmo, ela é apresentada em cena como um objeto de cena maravilhoso, mas não convence, causando muito mais estranheza. E a química com Depp não rola em cena, os dois estão totalmente desconectados, nada funciona a favor do casal. Bem fraquinho este aqui.  Thiago Lucio2011-01-29 11:56:32

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DEIXE-ME ENTRAR - 9,0 - ( Let Me In, de Matt Reeves )

 

 

 

Esperava bem menos dele, o que deve terme ajudado a gostar tanto. Apesar de duas cenas que no original são fantástica aqui se tornam fracas ( Piscina e a cama), tem outras onde Matt Reeves muda totalmente ( A capotagem que não tem no original) e se tornam tão boas quanto as do filme sueco. Kodi Smith McPee mostra que tem uma seriedade que nos mostra que estamos vendo um futuro grande ator. Chloe Moretz está maravilhosa, e usa os olhares como o pilar da sua atuação. Apesar de desnecessário, está entre os bons filmes de terror americanos.

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Revisto:

 

Mr & Mrs Smith (Doug Liman, 2005)

 

O filme vai ficar marcado

por ser o gerador do ubber fenômeno "Brangelina". Ao meu ver, isso é um

pouco injusto, já que é um filme simpático, com ótima trilha e que se

sustentaria muito bem sozinho, se não tivesse a responsabilidade por

iniciar um acontecimento tão impactante para a humanidade. E tenho que

destacar o BD, que tem áudio top.

 

 

 

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127 HorasEm 2003 o jovem montanhista americano Aron Ralston ficou mundialmente famoso não apenas por se dar (muito) mal num rapel-solo num cânion nos cafundós do Colorado' date=' mas por ser obrigado a cortar o próprio braço pra sobreviver após ficar 5 dias preso sem perspectivas de resgate. Na época, o acontecimento repercutiu na imprensa por trazer à tona questão das medidas extremas q somos obrigados a tomar em momentos de crise.Como é praxe, imediatamente Hollywood engatilhou o filme “127 Horas” q somente agora saiu do forno (sem data de estréia ainda, mas facil de achar na net) e felizmente veio nas mãos do diretor britânico Danny Boyle (“A Praia”) q já tem experiência com o tema “mochilagem e esportes-outdoor”. Pois somente um olhar talentoso e diferenciado tornaria tão interessante qto envolvente uma historia conhecida e até bem previsível. E olha, vou te dizer.. é um filmão! Com ecos de “Na Natureza Selvagem” e “Enterrado Vivo”, a produção se firma mesmo como o “Tocando o Vazio” do novo milênio. James Franco ta apenas razoavel no papel do alpinista, mas nao compromete o todo.Com uma embalagem pop (no melhor estilo “Vivos”, sobre os sobreviventes dos Andes) e ótima trilha sonora, o filme agrada ao publico em geral mas vai fazer mto mais sentido pra quem é do “ramo”, se é q me entendem. Por quê? Desde a sucessão de decisões erradas de uma logística/planejamento furados - q estão arroladas desde o inicio da projeção e deixariam Murphy corado de inveja – até os tais momentos intimistas q podem ser tão reconfortantes como a maldição de qq trekkeiro em horas de perrengue máximo. Quem já passou algum aperto desse naipe vai se identificar imediatamente, até pq eu mesmo já tive q beber meu próprio mijo qdo o fantasma da falta de água bateu à porta, além de quase ir pro saco noutra ocasião.http://altamontanha.com/colunas.asp?NewsID=189&CatID=3&title=Montanhista_sofre_acidente_no_pouco_conhecido_Vale_da_IlusSem enveredar por lições moralistas, julgamentos ou doutrinas de qq espécie, o filme apenas narra os fatos de forma visceral, imparcial e contagiante. Mas q deixa claro q somos responsáveis pelos nossos atos em qq cirscunstância, e q devemos arcar com eles. E seja tomando uma trilha à outra, azimutar pro leste ao oeste, amputando o próprio braço ou deixando algum companheiro à mercê de intempéries, decisões devem ser tomadas querendo ou não, pois só assim se segue em frente. E se sobrevive. Afinal quem fica parado é poste, e a vida continua. Mas de preferência, deixe sempre um aviso de seu destino qdo for sair sozinho. 9,5-10

 

 

[img']http://baixarbr.net/public_html/wp-content/uploads/2011/01/poster-127-hours.jpg" height="330" width="250" alt="poster%20127%20hours%20Baixar%20Baixar%20Filme%20127%20Horas%20–%20Legendado" />

 

 

 

Eu também achei muito muito foda. A montagem é muito boa, como aquelas jogadas de câmera mostrando por exemplo a água sendo ingerida por Aron de dentro da garrafa, mas até certo ponto achei isso sendo um recurso pra dinamizar ou até mesmo enganar o público (a opinião vai depender de quem estiver vendo o filme), já que filmar ele somente preso naquela pedra seria muito maçante. Mas ao contrário de você, gostei muito da atuação do James Franco, só acho que o filme pecou em não mostrar a degradação física do personagem ao longo das 127 horas preso. Em compensação eu gosto bastante da montagem do climax, onde SPOILERS Franco grita por socorro depois de sair da situação e recebe ajuda, onde mostra o rosto dele rapidamente com uma mistura de cansaço e triunfo, ao som de Sigur Ros. FIM SPOILERShiryu2011-01-29 19:09:33

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Interiores (Woody Allen) - triste, mas com as ótimas características estéticas da filmografia do Allen. 4/5

 

Gosto de Sangue (irmãos Coen) - Tenso é pouco para definir este filme. 4/5

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Never Let Me Go (Mark Romanek, 2010)

Esse Romanek deve ter visto

The Island, do Michael Bay e pensado: "Vou roubar a premissa do filme e

fazer um drmalhão inglês sci-fi, e como nós ingleses temos classe e

falamos a língua corretamente, todo mundo vai adorar e me dar oscars.

Vou salpicar de atores do momento pra dar liga e pronto, o careca é

meu!". O filme do Bay é melhor, muito melhor, mesmo sendo apenas

razoável. Sci-fi´s comm pitadas dramáticas são muito bem vindos (Blade

Runner), mas isso aqui é novela mexicana sobre clones, não dá.

 

 

 

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Watchmen - Director's Cut: as partes novas não são realmente necessárias' date=' prefiro a edição que foi aos cinemas. E continua sendo um puta filme, by the way.[/quote']

 

Nem... kitsch no pior sentido da palavra.

 

 

 

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Os Famosos e os Duendes da Morte, de Esmir Filho.

 

 

 

Quando você pega um filme brasileiro dramático que tem "os duendes da morte" no título, fica aquela expectativa por algo genial, porque uma ficção científica bacaninha que não será. Uma pena que esta obra, tão bem falado pelos críticos, seja uma grande porcaria super-pretensiosa. Típico cinema que pretende ser moderninho, misturando cenas de câmeras digitais, fazendo metáfora com nome de personagem e usando a trilha sonora - única coisa boa, Bob Dylan - para preencher e simbolizar o drama que o roteiro é incapaz de fazer. Queria ver comentários do Amfibio sobre isso aqui. 06.gif

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Sopa, desculpa, mas eu jamais esperaria qualquer coisa e ainda mais genial de um filme com esse título.... Ficaria até curioso, mas não esperaria nada.

 

 

 

 

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Bem, Nacka, pelo estilo do filme e por aquilo que cheguei a ler de elogios a ele, pensei que fosse adorar. Em geral eu gosto de filmes pretensiosos. Porém - não sei se foi o sotaque gaúcho, as malditas filmagens com câmera digital intervindo a toda hora ou a expectativa elevada - este filme foi daqueles que com 20min você já sabe que não vai gostar de forma alguma.

 

 

 

Até "torço" para gostar de filmes brasileiros - atualmente, eles são mais raros do que os europeus e asiáticos - e gosto de descobrir coisas novas, porém quando o negócio é ruim, é ruim mesmo, hehe.

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Watchmen - Director's Cut: as partes novas não são realmente necessárias' date=' prefiro a edição que foi aos cinemas. E continua sendo um puta filme, by the way.[/quote']<font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nem... kitsch no pior sentido da palavra.

 

 

 

Pfff... Vai reclamar da câmera lenta tb? 06.gif

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Eu prefiro muito mais o final do Snyder do que o da Graphic Novel, acho bem mais orgânico à história, apesar de sentir falta da conversa final entre Manhattan e Ozzymandias.FelDias2011-01-30 10:29:34

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COINCIDÊNCIAS DO AMOR - 8.5/10 - É uma comédia romântica razoável, mas também é um drama extremamente cativante sobre a solidão, o amor e a família. A partir da própria premissa, o roteiro precisa se sustentar através de uma série de conveniências e algumas muletas narrativas acabam sendo bem difíceis de se equilibrar (a tal troca, a mudança de cidade da mulher bem-sucedida, coisas que não são ditas, entre outros), mas a comédia não exagera no besteirol e o drama não soa piegas. O trabalho de direção da dupla Will Peck e Josh Gordon é muito bom ao fazer com que estes diferentes gêneros se equilibrem de maneira sustentável e agradável. Mas ainda assim tenho que dizer que o elenco deste filme é que me conquistou: Jason Bateman transforma seu personagem em um sujeito interessante e atraente por maiores que sejam suas neuroses e por mais passivo que ele seja em determinados momentos graças a sua performance delicada e honesta. Jennifer Aniston consegue transparecer toda a carga emocional da sua personagem através do olhar, não precisa de uma carga de texto grande para compartilhar isso com o espectador e evita que ela se transforme em uma vilã, evitando que não torcemos pelo casal principal, o que seria fatal. E é claro que o pequeno Thomas Robinson rouba a cena e torna formidáveis todas as sequências ao lado de Bateman. Patrick Wilson tem uma tarefa ingrata em cena, Juliette Lewis aparece pouco e Jeff Goldblum faz aquele coadjuvante clichê, mas funciona surpreendente bem. Um filme bastante adorável, me conquistou. Thiago Lucio2011-01-30 11:07:48

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