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Forum Cinema em Cena
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O DISCURSO DO REI - 9,5 - Uma bela história sobre um homem que tem de superar um grande problema para tomar uma responsabilidade. Poderia ser enfadonha, já que vemos essa história no cinema 10 vezes ao ano, mas por causa de uma direção criativa e eficiente do Tom Hooper, se tonar um belo filme. Colin Firth mostra toda a densidade e tristeza em uma impecável atuação. Geofrey Rush nos diverte e ao mesmo tempo emociona. Helena Bohan Carter é simplesmente maravilhosa. Um belo filme, que não ficaria nada triste se ganha-se o Oscar.   

 

 

 

 

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Batman Returns de Tim Burton (1992)

Milionário inescrpuloso Max Shreck se unem ao criminoso Pinguim para assumir a prefeitura de Gotham Citty e eleminar o Batman, entrantanto surgimento a Mulher Gato que fara o coração do herói balançar, versão sombria e rebuscada das HQ com humor negro e vilões de primeira.

 

Sonho de Cassandra de Woody Allen (2007)

 

Em Londres dois irmãos Ian e Terry em dificuldades financeiras resolver atender um pedido de tio rico que acaba resultando em assassinato, ambição e remorso são o ponto forte do filme que tem os bacacas Ewan McGregor e Colin Farrell como protagonistas.

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Belíssima (1951, Luchino Visconti)

 

 

 

A câmera do Visconti sempre arranja um jeito melhor de mostrar as coisas. Ele consegue até mesmo realçar alguém fora de foco no segundo plano, dividindo o enquadramento com alguém no primeiro plano...

 

Mas a belíssima aqui é mesmo a Anna Magnani, um furacão italiano que faz de sua vidinha pacata cinema, numa ironia que percorre todo o filme.

 

 

 

Biutiful do Iñarritu - Sinceramente, já estou de saco cheio do Iñarritu, pra mim as cenas onde o Bardem mija sangue são imperdoáveis e de muito mal gosto - desculpa, não estou interessado em ver a prostata dele derretendo.

 

 

 

Sim, tem cenas muito inspiradas (como a da cremação), mas pelamor... E até o som do filme me incomodou, algo simples como lavar a louça torná-se um inferno de PAF/TUM/CRAC, numa manobra pra deixar a cena mais tensa...

 

Enfim, Bardem.

 

 

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Sonho de Cassandra de Woody Allen (2007)

 

Em Londres dois irmãos Ian e Terry em dificuldades financeiras resolver atender um pedido de tio rico que acaba resultando em assassinato' date=' ambição e remorso são o ponto forte do filme que tem os bacacas Ewan McGregor e Colin Farrell como protagonistas.
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Babacas ou bacanas?06

 

A atuaçao de paranoica de Colin Farrel é hilaria! Eu gosto desse filme solitariamente. Em geral todo mundo acha ele morno...

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Depois de Horas (After Hours, Dir.: Martin Scorsese, 1985) 4/4

 

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Coração Satânico (Angel Heart, Dir.: Alan Parker, 1987) 3/4

 

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Laranja Mecânica (Clockwork Orange, Dir.: Stanley Kubrick, 1971) 4/4

 

laranja_mecanica.jpg

 

Superman III (Superman III, Dir.: Richard Lester, 1983) 3/4

 

superman-3-superman-iii-1983.jpg

 

 

(nada o que comentar, são só filmes que curto muito e que resolvi rever nesse começo de ano)

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Caçadores de Emoções-Acho que sou uma das poucas mulheres na face da Terra que gosta de filmes pra Macho!Bacana saber que é dirigido por Kathy Bigelow.Arrasa total!Acho que é a milesima vez que vejo e a cena do paraquedas ainda me surpreende!Salve,Salve o saudoso Patrick Swayze!Aqui ta meio louro sujo mas ainda ta valendo3d17

 

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Never Let Me Go (Mark Romanek' date=' 2010)Esse Romanek deve ter visto

 

The Island, do Michael Bay e pensado: "Vou roubar a premissa do filme e

 

fazer um drmalhão inglês sci-fi, e como nós ingleses temos classe e

 

falamos a língua corretamente, todo mundo vai adorar e me dar oscars.

 

Vou salpicar de atores do momento pra dar liga e pronto, o careca é

 

meu!". O filme do Bay é melhor, muito melhor, mesmo sendo apenas

 

razoável. Sci-fi´s comm pitadas dramáticas são muito bem vindos (Blade

 

Runner), mas isso aqui é novela mexicana sobre clones, não dá.

 

[/quote']

 

 

 

 

 

Achei bonitão o filme, bem fotografado e tal, mas a premissa é mal trabalhada e ficam algumas lacunas no decorrer da história que incomodam. E o Andrew Garfield tá horrível. Putz...

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Twelve
Fazia tempo q o Joel Schumacher não dirigia algo q realmente prestasse. Não q este filme sem gdes pretensões e com jeitão de produção de TV a cabo marque história, mas é beeem superior a seus últimos trabalhos pois guarda um charminho q remete imediatamente a outro do diretor dos 80, “O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas” e o seriado “Barrados no Baile”. Narrado em terceira pessoa, o filme narra o dia-a-dia de um jovem traficante q fornece a droga título do filme a seus amigos playboys, elite estudantil de Nova York. Fragmentado em varias historias paralelas, mantêm o interesse pela tensão constante onde td converge ate um apoteótico final e melhor sequência, uma festa de arromba com conseqüências trágicas. 9/10

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Especial de Tiradentes -

 

 

 

A alegria, 2010 - 2/5

 

VIPs, 2010 - 3/5

 

Porto das caixas, 1962 - 3/5

 

Enchente, 2010 - 3/5

 

Olhos Azuis, 2009 - 4/5

 

Transeunte, 2010 - 4/5

 

O céu sobre os Ombros, 2010 - 2/5

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<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

Shit!   Shit!  Fuck!   Fuck! 

 “Veja como a defecação flui sem dificuldade  na língua” (06)

O filme é sobre  rei George e sua angústia de não conseguir se dirigir a seu povo e o constrangimento das tentativas falhas. Mas eis que surge o página-amarela Lionel, mais terapeuta que especialista, dando um foda-se p/ o protocolo e reverencias, mas sensível em perceber que havia mais a ser “curado” ali que a guagueira.
Pay attention p/ a cena <?:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" />em que Firth assiste Hitler discursando.

E que leve (quase) todas as estatuetas p/ qual foi indicado!

O Discurso do Rei” 11,0/10,0

MariaShy2011-01-31 08:32:21

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Let Me In (Matt Reeves)

Não é que eu esperava muito de um remake americano de um filme que não tem nem 3 anos (a história recente fala por si só), mas algumas coisas positivas que li, somados ao fato de eu gostar bastante do último filme do Matt Reeves, despertaram uma certa curiosidade para esse aqui.

Acontece que não foi dessa vez que a escrita mudou : Let Me In sacou tudo o que de sutil e ambíguo tinha o original, para algo over-caracterizado e explicado nos miiiiiiinimos detalhes. Exemplo é o que não falta : logo no início, a relação entre a menina e o velho, que em nenhum momento no original é explicitada, aqui já é entregue logo de cara, com as discussões no melhor estilo "mestre x escravo" (e a caracterização de "o exorcista" da menina, tsc), e que é selada, pra quem ainda tinha dúvida, na ridícula cena da descoberta da foto da menina com ele ainda jovem. A humanização da personagem, que aumentava a questão da ambiguidade (história de amor x maniqueísmo etc) e era uma das forças do filme original é jogada pelo ralo, tanto em questões de roteiro como nos próprios recursos visuais : a já citada caracterização de "o exorcista" (voz grossa, rosto alterado etc), os ataques da menina com aquele cgi horroroso.

Essa questão da falta de sutileza também é sentida no próprio visual e mise en scene, o primeiro ataque da menina mesmo pode ser usado como exemplo : se no original, vemos o ataque de uma forma simples e direta, em plano de conjunto (denotando uma certa distância e mostrando apenas uma menina agarrada no pescoço do cara - a questão da humanização que já falei), aqui temos a transformação num monstrinho de cgi cafoníssimo que fica girando mil vezes em torno do corpo do sujeito (querendo muito mais ressaltar um aspecto de carnificina). A cena da piscina também ilustra bem essa falta de tato : tudo tem de ser mostrado e maximizado.

A sutileza, que traz força e faz do original um filme de nuances, é sacrificada até na fotografia : se num existe um forte trabalho do dito "espaço negativo" no quadro - vastas áreas sem informação ou sem foco - ressaltando algo de vazio (e contribuindo para a força e beleza das imagens), no remake tudo tem de ser preenchido, há de existir informação em cada tiquinho do frame. O mesmo pode ser dito do som : onde lá existe silêncio, que reforça cada pequena nuance sonora e complementa perfeitamente a imagem, aqui existe um exagero, como por exemplo aqueles malditos tambores que cismam em martelar por boa parte do filme, como que para reforçar ainda mais ao "incauto" espectador do perigo iminente.

É claro que existe um mérito aqui e acolá, mas no fim das contas, trata-se de um filme para americano mastigador de pipoca que tem preguiça de ler legenda - e que procura, naturalmente, um filme nesses moldes.

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<SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia; COLOR: black; FONT-SIZE: 10pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-bidi-font-style: italic"><?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><O:P><SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia; COLOR: black; FONT-SIZE: 11pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-bidi-font-style: italic">

 

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 “Veja como a defecação flui sem dificuldade<SPAN style="mso-spacerun: yes">  </SPAN>na língua” (06  </SPAN>rei George e sua angústia de não conseguir se dirigir a seu povo e o constrangimento das tentativas falhas. Mas eis que surge o página-amarela Lionel' date=' mais terapeuta que especialista, dando um foda-se p/ o protocolo e reverencias, mas sensível em perceber que havia mais a ser “curado” ali que a guagueira.Pay attention p/ a cena <?:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><ST1:PERSoNNAME w:st="on" ProductID="em que Firth">em que Firth</ST1:PERSoNNAME> assiste Hitler discursando.<O:P></O:P></SPAN>

 

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Tu baixou? Se sim, com boa qualidade?

 

 

 

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Never Let Me Go (Mark Romanek' date=' 2010)

Esse Romanek deve ter visto The Island, do Michael Bay e pensado: "Vou roubar a premissa do filme e fazer um drmalhão inglês sci-fi, e como nós ingleses temos classe e falamos a língua corretamente, todo mundo vai adorar e me dar oscars. Vou salpicar de atores do momento pra dar liga e pronto, o careca é meu!". O filme do Bay é melhor, muito melhor, mesmo sendo apenas razoável. Sci-fi´s comm pitadas dramáticas são muito bem vindos (Blade Runner), mas isso aqui é novela mexicana sobre clones, não dá.

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Parece que trata-se de uma adaptação de livro, na verdade. Mas é horroroso mesmo.

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esses.jpg

Shit! Shit! Fuck! Fuck! 

 “Veja como a defecação flui sem dificuldadena língua” (06)

O Discurso do Rei

 


Tu baixou? Se sim' date=' com boa qualidade?

Link 05.gif [/quote']

Cometi a heresia de vê-lo em MKV legendado, daria uns 8 p/ a imagem, mas já saiu legenda e realease melhorzinho (Te passo via MP).

 

Pay attention p/ a dicção propositadamente caprichada de Rush... aff! Estupenda!

 
MariaShy2011-01-31 12:55:47

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Lady in the Water, de M. Night Shyamalan - Embora eles estejam lá, até os problemas começarem a incomodar existe toda uma levada spielberguiana de cotidiano (dessa vez com um q de Clint) que faz a diferença.

 

The Naked Kiss, de Samuel Fuller - Muito boa a descida ao inferno no final. Bem marcantes os momentos mais ousados, número com as crianças, passeio de mentirinha em Veneza, nice.

 

The French Connection 2, de John Frankenheimer - Falta alguma coisa. Acho que é New York City extra-podre.

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Machete - bá' date=' o Rodriguez foi pego na própria pegadinha. Achou que era só amontoar clichês e elevá-los à enésima potência para fazer um filme legal. Não rolou. Não é ruim, mas tb não é realmente bom.[/quote']

 

Mas ele sempre faz isso. Em Planeta Terror é só isso também.

 

Serge descreveu perfeitamente o "cinema" de Rodriguez: punheta de pau mole.

 

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Let Me In (Matt Reeves)

Não é que eu esperava muito de um remake americano de um filme que não tem nem 3 anos (a história recente fala por si só)' date=' mas algumas coisas positivas que li, somados ao fato de eu gostar bastante do último filme do Matt Reeves, despertaram uma certa curiosidade para esse aqui.

Acontece que não foi dessa vez que a escrita mudou : Let Me In sacou tudo o que de sutil e ambíguo tinha o original, para algo over-caracterizado e explicado nos miiiiiiinimos detalhes. Exemplo é o que não falta : logo no início, a relação entre a menina e o velho, que em nenhum momento no original é explicitada, aqui já é entregue logo de cara, com as discussões no melhor estilo "mestre x escravo" (e a caracterização de "o exorcista" da menina, tsc), e que é selada, pra quem ainda tinha dúvida, na ridícula cena da descoberta da foto da menina com ele ainda jovem. A humanização da personagem, que aumentava a questão da ambiguidade (história de amor x maniqueísmo etc) e era uma das forças do filme original é jogada pelo ralo, tanto em questões de roteiro como nos próprios recursos visuais : a já citada caracterização de "o exorcista" (voz grossa, rosto alterado etc), os ataques da menina com aquele cgi horroroso.

Essa questão da falta de sutileza também é sentida no próprio visual e mise en scene, o primeiro ataque da menina mesmo pode ser usado como exemplo : se no original, vemos o ataque de uma forma simples e direta, em plano de conjunto (denotando uma certa distância e mostrando apenas uma menina agarrada no pescoço do cara - a questão da humanização que já falei), aqui temos a transformação num monstrinho de cgi cafoníssimo que fica girando mil vezes em torno do corpo do sujeito (querendo muito mais ressaltar um aspecto de carnificina). A cena da piscina também ilustra bem essa falta de tato : tudo tem de ser mostrado e maximizado.

A sutileza, que traz força e faz do original um filme de nuances, é sacrificada até na fotografia : se num existe um forte trabalho do dito "espaço negativo" no quadro - vastas áreas sem informação ou sem foco - ressaltando algo de vazio (e contribuindo para a força e beleza das imagens), no remake tudo tem de ser preenchido, há de existir informação em cada tiquinho do frame. O mesmo pode ser dito do som : onde lá existe silêncio, que reforça cada pequena nuance sonora e complementa perfeitamente a imagem, aqui existe um exagero, como por exemplo aqueles malditos tambores que cismam em martelar por boa parte do filme, como que para reforçar ainda mais ao "incauto" espectador do perigo iminente.

É claro que existe um mérito aqui e acolá, mas no fim das contas, trata-se de um filme para americano mastigador de pipoca que tem preguiça de ler legenda - e que procura, naturalmente, um filme nesses moldes.
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Realmente o filme é mastigadinho e a cena da foto é incrivelmente didática e desnecessária, mas no geral gostei bastante da direção do Reeves. O problema maior desse filme é que ele é um remake de um filme foda, foda, foda.

 

Na verdade a abordagem mudou um pouco. Eles deram uma turbinada nos momentos "terror" (e as aspas tem que ser colocadas, já que o original passa muito longe de ser um terror) e minimizaram a construção de personagens. É chulo mas não é necessariamente inválido. O que fode é que as cenas de terror inseridas/turbinadas tem aquele CGI mequetrefe.

 

 

 

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Machete - bá' date=' o Rodriguez foi pego na própria pegadinha. Achou que era só amontoar clichês e elevá-los à enésima potência para fazer um filme legal. Não rolou. Não é ruim, mas tb não é realmente bom.[/quote']

 

Mas ele sempre faz isso. Em Planeta Terror é só isso também.

 

Serge descreveu perfeitamente o "cinema" de Rodriguez: punheta de pau mole.

 

Eu gosto muito do cinema do Rodriguez no geral. Ele faz cinema Pulp genuíno. É interessante ver o Grindhouse. O Tarantino simplesmente não consegue fazer cinema vagabundo (até porque tem muito mais talento).

 

 

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Estranhos Prazeres-Kathy Bigelow (1995)

Numa futuristica 1999 um ex-policial e atual traficantes Lenny Lero(Ralph Fiennes) de videos e sua amiga segurança Lornete(Angela Basset) descobrem uma conspiração e tem que fugir de 2 policiais corruptos, filme de ação e suspense que anda meio esquecido já que vi pode rever em dvd mas entretanto regular.

 

Chega de Saudade- Lais Bondaky (2007)

 

Três casais de idade diferentes tem problemas na relação durante um baile da 3° idade em São Paulo, um casal de idosos Alvaro e Alice(Leonardo Villar e Tonia Correa) com probelmas de saude, Eudes e Marici (Stepan Nercessian e Kassia Kiss) o mulherengo e a recatada e o Dj Marquinhos e Bel(Paulinho Vilhena e Mariana Flor) o namorado grosso e a mina carente de atenção. E incrível como a diretora soube captar todas as emoções com o clima contagiante do lugar e seus personagens codjuvantes que ajudam a contar a historia e mostar que o coração e unica coisa que nunca envelhece, tá de parabens

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Machete - bá' date=' o Rodriguez foi pego na própria pegadinha. Achou que era só amontoar clichês e elevá-los à enésima potência para fazer um filme legal. Não rolou. Não é ruim, mas tb não é realmente bom.[/quote']

 

Mas ele sempre faz isso. Em Planeta Terror é só isso também.

 

Serge descreveu perfeitamente o "cinema" de Rodriguez: punheta de pau mole.

 

Eu gosto muito do cinema do Rodriguez no geral. Ele faz cinema Pulp genuíno. É interessante ver o Grindhouse. O Tarantino simplesmente não consegue fazer cinema vagabundo (até porque tem muito mais talento).

 

 

e eu nem posso falar, gosto até daquela bosta de Era uma vez no México. me deixem.

 

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Machete - bá' date=' o Rodriguez foi pego na própria pegadinha. Achou que era só amontoar clichês e elevá-los à enésima potência para fazer um filme legal. Não rolou. Não é ruim, mas tb não é realmente bom.[/quote']Mas ele sempre faz isso. Em Planeta Terror é só isso também.Serge descreveu perfeitamente o "cinema" de Rodriguez: punheta de pau mole.

 

 

 

Mas às vezes dá certo. Planeta Terror, por exemplo, é superior a A Prova de Morte. Não foi o caso de Machete.

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Machete - bá' date=' o Rodriguez foi pego na própria pegadinha. Achou que era só amontoar clichês e elevá-los à enésima potência para fazer um filme legal. Não rolou. Não é ruim, mas tb não é realmente bom.[/quote']

 

Mas ele sempre faz isso. Em Planeta Terror é só isso também.

 

Serge descreveu perfeitamente o "cinema" de Rodriguez: punheta de pau mole.

 

Eu gosto muito do cinema do Rodriguez no geral. Ele faz cinema Pulp genuíno. É interessante ver o Grindhouse. O Tarantino simplesmente não consegue fazer cinema vagabundo (até porque tem muito mais talento).

 

 

Planeta Terror nem vagabundo consegue ser (pelo menos não como gênero, porque na qualidade é). Ele até tenta, mas é um filme que busca descaradamente o riso, enquanto que o cinema vagabundo autêntico se leva a sério, a eventual graça provém do involuntário. Um exemplo claríssimo disso é a piada da mulher com as mãos dormentes, que é puro humor besteirol.

 

Esse é o tipo de gênero que qualquer amador acha que pode fazer, que é só meter baldes de sangue, quilos de carne e muitas mulheres gostosas que já basta. Rodriguez é assim.

Lumière2011-01-31 21:55:07

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