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A REDE SOCIAL - 8.5/10 - Trata-se de um belo drama contemporâneo, um retrato sagaz e melancólico das aspirações dessa nova geração, além de ser um eficiente retrato da personalidade do criador do facebook. David Fincher conduz a trajetória do mais jovem bilionário de maneira elegante, porém o ritmo é pulsante, deixando a sensação de que não se tratam necessariamente de hackers e/ou nerds, mas a pegada do filme é como se fossem gângsters, lutadores em um ringue virtual. Roteiro e montagem merecem créditos também porque consegue fazer com que a narrativa flua de maneira orgânica, consegundo até mesmo demonstrar certa criatividade a boa parte da trama que trata de processos e julgamentos administrativos. Talvez o maior pecado do filme é que a partir do 2º ato, o filme acabe se preocupando mais em apresentar as peças no tabuleiro, onde cada um colaborou no quê, onde cada um sabotou o que, e o filme acaba se tornando muito mais um filme de negócios do que sobre pessoas e o filme acaba se tornando mais frio e impessoal (entenda-se burocrático já que esse é o tom adequado à proposta). Eissenberg realiza um bom trabalho e o restante do jovem elenco não deixa a peteca cair.

Thiago Lucio2011-02-04 04:35:41

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Inverno da Alma

Drama barra pesada legal com jeitão noir, mix da ambientacao gelida e existencial de Rio Congelado com a busca simbolica de Central do Brasil. Jovem faz das tripas coração pra procurar seu pai traficante ausente, desaparecido de repente, do contrario ela perderá as terras onde vive com sua familia disfuncional. Nessa busca vai se deparar com gente violenta em terreno hostil, alem de descobrir quem realmetne era seu progenitor. Não ha ação despirocada nem ritmo agil, apenas o vazio pra retratar a pobreza num local remoto dos States. A jovem Jennifer Lawrence carrega o filme nas costas ao mostrar uma adolescente q tem q amadurecer antes da hora pra superar a serie de infortunios/desgraças q topa pela frente. Consegue ser dura, rude e bronca sem perder o ar ingenuo de beleza adolescente. A trilha sonora a base de musicas country serve pra refletir os estados de animo da moça. Vale uma visita. 9/10

 

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Ontem:

 

 

 

300 (revisto) - continua sendo bem bom. A câmera lenta em alguns momentos é exagerada, como reclamam alguns, em outros funciona para enfatizar momentos chave. Minha opinião anterior sobre a fotografia se mantém, o Snyder trabalhou bem a questão, com os tons pastel predominando, os jogos de luz e sombra, dentre outros. Depois de Watchmen e 300, até deu vontade de rever Madrugada dos Mortos tb.

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Quatro Amigas e Um Jeans Viajante (Dir.: Ken Kwapis) 4/5

 

 

 

É um filme bem equilibrado que lembra clássicos muito parecidos dos anos 80. É muito sutil, divertido, até emociona (dei uma lacrimejada no final).

 

Enfim...vou ver o 2 para conferir se vale tanto a pena quanto o antecessor.

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O DISCURSO DO REI - 8.5/10 - É um drama formulaico, com a cara do Oscar, mas dessa vez é um filme que possui alma e coração. O diretor Tom Hooper consegue transmitir tecnicamente todo o desconforto emocional e psicológico do personagem central através de planos fechados ou apostando em ângulos pouco usuais, mas sempre de maneira discreta. Porém, os principais atributos do filme residem nas atuações que sustentam o roteiro que possui uma narrativa convencional e previsível. Colin Firth transborda sensibilidade e garra em cena, Geofrey Rush é um ator brilhante, demonstrando muita segurança em cena, mas sem esconder as fraquezas do seu personagen e a participação de Helena Bonhan Carter acaba chamando mais a atenção pela ternura da personagem. É um filme com cara e corpo de Oscar.

 

PS: Comparando "A Rede Social" e "O Discurso do Rei" não morri de amores por nenhum dos dois, são do mesmo nível, cada qual com suas virtudes, mas se eu fosse escolher um ficaria com o primeiro. Mas dá pra entender claramente o porquê do segundo ter conquistado o status de favorito, é um filme de Academia com qualidade...

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CISNE NEGRO - 10/10 - É um contundente retrato da degradação física e emocional de um artista na sua eterna ânsia de atingir a perfeição. Aronofsky realiza um filme que acerta em cheio na ferida, cria um maravilhoso espetáculo de loucura e insanidade onde o palco é a mente humana. Seu estilo de direção é direto, sempre colocando sua câmera próxima aos atores, fazendo com que os espectador seja cúmplice da experiência, uma câmera que só torna a experiência ainda mais orgânica e visceral. E Natalie Portman tem motivos de sobra para se sentir perfeita, porque aqui ela alcança a perfeição, realizando uma atuação irrepreensível, repleta de recursos em que ela mergulha fundo na alma da bailarina. Um filme sensacional, coeso e enxuto tecnicamente, as arestas são mínimas, uma louca e apaixonante viagem. Sensacional!!!! 

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Revisto:

 

Twister (Jan de Bont, 1996)

 

Olha, o Jan de Bont provaria ser um

bosta depois, mas nesse aqui e especialmente em Speed o cara mandou

muito bem e criou dois filmes ícones da década de 90. Não dá pra dizer

que o filme não tem falhas, mas o bagulho foi muito bem feito, tanto que

até os efeitos permanecem bacanas, quinze anos depois. A vaca voando já

entrou para os momentos marcantes do cinema.

 

 

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127 HORAS - 8/10 - O diretor Danny Boyle parte para uma viagem insólita carregando em sua bagagem um senso estético apurado, uma fotografia evocativa, mas especialmente uma edição que faz com que "127 Horas" não perca o ritmo e consiga extrair emoção e intensidade seja dos momentos que dividimos com o aventureiro preso em uma fenda ou nas lembranças que vem durante seus devaneios. E a trilha sonora é um ingrediente acessório pra lá de bem-vindo no meio de toda essa angústia. E o resto é James Franco: ele entrega uma performance de alta qualidade, entrega-se de corpo e alma, não é um ator esperando por aquele pedaço de roteiro em que ele tem o seu grande momento de catarse dramática para ser usado no do Oscar, o cara simplesmente tá "curtindo" tudo aquilo. Boyle faz um pequeno milagre já que consegue fugir de alguns lugares comuns, caberia uma sessão dupla com "Na Natureza Selvagem" (superior a este aqui), especialmente pelo seu senso estético, mas que sabe explorar a angústia do personagem. Um filme curioso, mas que funciona principalmente pela sua condição especial e o apelo é este...

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Student Exchange (Mollie Miller, 1987) 4/5

 

Comédia bastante absurda que passava no Cinema em Casa. Dois adolescentes se passam por alunos de intercâmbio na mesma escola que frequentam, a moça fingindo ser francesa e o rapaz italiano. Eles viram dois estereótipos hilários que se tornam ridiculamente populares. O filme é realmente engraçado e nunca fica idiota (absurdo não significa idiota). Ainda bem que eu encaro até VHSrip, se não tiver opção. 06

 

 

Os Esquecidos (The Forgotten, Joseph Ruben, 2004) 2/5

 

Não é uma grande atuação, mas Julianne Moore tira o máximo da angústia da personagem. A fuga e as dúvidas vão tão bem, num ritmo ágil, e quando chega a suposta verdade que já não é mais surpresa, o filme se torna frustrante por não tirar tanto proveito quanto poderia da crueldade que é exposta. Além de ter me deixado com a impressão de que eu vi algo meio ridículo. Adorei o trabalho que fizeram na casa da protagonista e o local que escolheram pra ela morar, mas infelizmente eles precisam sair logo de cena. As cores frias combinam com a história. Quem percebeu o detalhe, soube que                 ela encontraria o filho no fim, porque as cores ficam quentes. Não sei se mudam porque o final é mesmo feliz ou porque é um delírio.

Lucy fer2011-02-05 20:24:15

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Cisne Negro-Impactante até o fim!Na primeira vez que vi foi baixado e agora no cinema.E não há lugar melhor pra ve-lo.Posso contar nos dedos os filmes que ja vi e me impactaram tanto.UAU!Vendo pela segunda vez percebo tb que tem uma interpretação metalinguistica sobre como os atores compõe seus personagens.Como podem se perder neles pra alcançar a perfeição e nunca mais se acharem.1000/1000

 

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Revisto:

 

Along Came a Spider (Lee Tamahori, 2001)

 

Esse é um thriller comum

até dizer chega, mas que por alguma razão que desconheço, me agrada

bastante. Pode ser pelo Freeman repetindo o papel de Se7en (o que sempre

é bão), pode ser porquê a Monica Potter é uma das coisas mais fofutchas

que o cinema (ou a natureza) já produziu e pode ser apenas porquê sou

um cara comum que gosta de filmes comuns às vezes.

 

 

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O VENCEDOR - 9,5/10 - Apesar dos clichês que quase todo filme de luta cai, as atuações bem acima da média, a direção eficiente do David O'Russel ( Gosto muito das cenas de luta com tom televisivo) fazem de O Vencedor, um dos melhores filmes do ano até agora. Melissa Leo está estupenda ( A cena dela no carro cantando me arrepiou) Christian Bale faz uma boa atuação ( Melhores momentos quando contra cena com a Amy Adams) e Amy Adams, apesar de se seu personagem não ter destaque, traz novamente uma bela atuação. Até do Mark Walhberg está bem. Ótimo filme.

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127 Horas (127 Hours)

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Dois anos após a marcante, e polêmica, passagem de "Quem Quer Ser Um Milionário" (Slumdog Millionaire, 2008) pelas diversas premiações no mundo do Cinema, Danny Boyle volta a chamar atenção do público com seu novo thriller dramático, chamado "127 Horas". Partindo de fatos verídicos, o diretor inglês consegue trabalhar, basicamente, dentro de uma mesma situação, explorando bem as diversas alternativas possíveis, para tentar evitar um ritmo monótono que prejudicaria, totalmente, o andamento do filme. Mesmo não sendo um dos grandes favoritos ao prêmio principal do Oscar, lembrando que a produção foi indicada nas categorias de "Melhor Filme, "Melhor Ator", "Melhor Montagem", "Melhor Roteiro Adaptado", "Melhor Trilha Sonora" e "Melhor Canção Original", e muito menos o trabalho mais importante da filmografia do inglês, "127 Horas" não é uma obra de se jogar fora, por diversos motivos.

 

Aron Ralston (James Franco) é um alpinista americano que nutre uma paixão indescritível pelo que faz. Em mais uma de suas grandes aventuras, dessa vez num Canyon, perto de Utah, Aron acaba sofrendo um acidente, fazendo com que seu braço fique preso numa rocha. Vendo que seria difícil passar alguém por lá, pelo menos nos próximos dias, o alpinista resolve fazer de tudo para escapar daquela que pode ser a sua última aventura.

 

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Como já foi dito anteriormente, "127 Horas" trabalha com fatos reais, e, por conseguinte, o roteiro escrito por Simon Beaufoy, e pelo próprio diretor, teve que se adaptar da melhor forma possível, para transmitir, de forma realista, cada sensação do jovem Aron Ralston, durante sua jornada. No papel do alpinista, Danny Boyle escolhe James Franco, que realiza uma atuação digna de aplausos, justamente por conseguir levar o filme, sozinho. Todas as emoções do personagem, começando pelo êxtase incontrolável, proveniente do seu amor pela aventura, indo até os delírios que acompanham o desgate, tanto físico, quanto psicológico, do jovem alpinista, são fielmente retratadas pelo ator. Um dos grandes trabalhos de sua carreira, e, por que não, do ano?

Já nos primeiros minutos, ao som de "Never Hear Surf Music Again", faixa da banda americana Free Blood, Danny Boyle aposta na montagem, que se tornaria um dos grandes atrativos de "127 Horas". Se, no começo, esse artifício foi utilizado para dinamizar o filme, acompanhando a euforia do personagem, notamos que, com o passar do tempo, a montagem vai priorizando a perda da lucidez, e o resgate de acontecimentos que ficaram marcados na memória de Aron Ralston. Nesse momento do clímax, o diretor esboça um desenvolvimento do personagem que, até então, não tinha acontecido. Mesmo que superficialmente, o público nota o sentimento de culpa que, somado a agonia, atordoa o protagonista.

Outro fator, e, talvez, o mais importante, que se destaca até o último minuto, é o trabalho de câmera. Danny Boyle desfruta dos mais diversos ângulos e enquadramentos possíveis, na tentativa de driblar o convencional e, acima de tudo, de não deixar o filme cair num ritmo monótono, justamente por trabalhar em apenas um ambiente, durante boa parte da produção. Ressalvo que o trabalho de câmera não teria o mesmo efeito, sem a montagem extremamente eficiente de Jon Harris. O inglês traz algumas técnicas inusitadas que reforçam o drama vivido pelo protagonista, como por exemplo: a água sendo tomada pelo alpinista ou, até mesmo, quando ele fura seu braço com a faca, sempre ilustrando de forma criativa. Para criar um clima claustrofóbico, o diretor utiliza planos fechados, na tentativa de transportar um pouco da agonia do personagem, para o público.

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A fotografia aparentava ter uma vaga garantida no Oscar, entretanto, não foi o que aconteceu. O quesito não deixa a desejar em momento algum, e ganha força nos takes que exibe a imensidão do Canyon, de forma gloriosa. Danny Boyle demonstra que sabe trabalhar com as cores, principalmente quando coloca o azul do céu contrastando com as rochas, resultando num produto belíssimo. A imagem não é o único destaque, afinal, a trilha sonora tem grande participação no efeito de determinadas cenas. A canção "If I Rise", da cantora britânica Dido, juntamente com o indiano A. R. Rahman, recebeu uma indicação na categoria de "Melhor Canção Original", e fica atrás apenas de "We Belong Together", de Randy Newman, presente na animação Toy Story 3 (Toy Story 3, 2010).

Tanto Danny Boyle, quanto James Franco, não deixam a desejar em seus respectivos desempenhos. Mesmo não sendo favorito em boa parte das indicações, "127 Horas" é um filme que merece ser visto, principalmente, pela parte técnica. Boyle surpreende com o que tem em mãos, e consegue, com sucesso, inserir suas técnicas num enredo que possui, naturalmente, certas limitações. O ano de 2010 ganha mais um bom representante, deixando para trás o fraco 2009.

Nota: 8
luccasf2011-02-17 22:08:38

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Cisne Negro

 

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Darren Aronofsky está de parabéns. Nesse filme ele dá continuidade à uma técnica que ele desenvolveu em O Lutador e está se tornando o melhor diretor em filmar nucas na história do cinema, que talento.

 

Não tem o que dizer sobre o filme, a Natalie é uma frígida reprimida que dá umas dedilhadas em si de vez em quando para aflorar o seu lado negro. E o lado negro é poderoso, já dizia Vader... só não sabia que era tanto (spoiler - só com total domínio da força uma mulher poderia dançar sabe-se lá por quanto tempo com uns 10cm de caco de vidro enfiado no estômago, me poupe - /spoiler)

 

As atuações são fantásticas, tem lesbianismo e toques de surrealismo. Acima da média, ok, mas bem mais ou menos.

 

E Darren, pra você:

 

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MINHAS MÃES E MEU PAI - 5.5/10 - O que mais incomoda neste aqui nem é a sensação de que o filme foi moldado sob uma falsa aura de cinema independente, nem pelo fato de apostar em uma história de uma família pouco convencional, mas ao longo do filme existe uma contínua sensação de auto-sabotagem e isso se deve muito aos personagens apresentados. A narrativa aborda uma família formada por um casal de lésbicas, mas os personagens são rasos, superficiais e sustentados por estereótipos, o que invalida a tentativa e só potencializa o pré-conceito; se a intenção é fugir dos lugares comuns do gênero, muitas vezes os personagens parecem se comportar apenas para atender a necessidade imediata do roteiro, seja ela qual for, sendo que na maioria é para criar um conflito e ser mal desenvolvido. Enfim, roteiro e direção sofrem sérios problemas de identidade e personalidade. Ainda bem que existem nomes como Annette Bening e Julianne Moore no elenco, afinal de contas as duas em cena conseguem extrair o máximo possível de humanidade das figuras que interpretam em cena (especialmente a primeira que confere força, autenticidade e sensibilidade a uma personagem que o roteiro faz questão de tornar aborrecida). Mark Rufalo, coitado, pedidaço também em um estereótipo, mas que não tem muitas oportunidades de desenvolvimento e não vai muito além disso. Mia é uma grata surpresa (sou um dos poucos que tinha gostado dela já em "Alice") e o arco dramático da sua personagem é o mais crível e consistente enquanto Hutcherson surge apagado do início ao fim do filme.

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OS PERDEDORES - 4/10 - O filme tem todos os ingredientes para um filme de ação divertido, mas a receita final não dá certo. Muito em função do roteiro que conta com uma trama muito ruim (tão ruim mesmo com a desculpa de ser um "McGufin"), mas especialmente pela direção de Sylvain White que simplesmente constrói péssimas sequências de ação, com mão pesada, fazendo com que elas sejam reféns apenas de tiros e explosões, mesmo que não tenha propósito algum. Os personagens, cada qual com sua função, tentam funcionar através de um senso comum de camaragem, mas não acontece, logo não há simpatia e carisma que os salvem. A exceção pode ser feito com Chris Evans, o único que parece saber a piada de estar neste filme (as melhos sequências e falas são dele). Dean Morgan é um ator interessante, mas sua postura resume a própria condição do filme: muita pose e pouco conteúdo. Jason Patric erra feio a mão ao tentar incorporar um vilão canastrão. Enfim, o filme tem todos os ingredientes de um filme de ação divertido, mas não funciona por culpa daqueles que os colocaram para funcionar de maneira equivocada.

Thiago Lucio2011-02-06 08:17:51

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Visão bem romântica de um namoro e bem realista de um casamento em crise. Ótimo contraponto.
A paixão é meio armadilha, tão frequentemente confundida com o amor... aff!
Essa “desincronia” de amar/deixar de amar é uma crueldade. Muito melhor se o "que seja eterno enqto dure" fosse algo praticável.
Gosling ótemo, repetindo o papel de sempre: Romeu terrivelmente apaixonado.
Tb gostei da Williams, mas nem é algo que mereça uma indicação.

Blue Valentine” – 10,0/10,0
MariaShy2011-02-06 11:10:29

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INVERNO DA ALMA - 7/10 - Trata-se de um filme que se sustenta muito mais através dos seus personagens do que propriamente pela narrativa em si que em alguns momentos torna-se repetitiva e genérica. Neste ponto, vale destacar Ree Dolly interpretada com garra e graça pela jovem e promissora Jennifer Lawrence que simplesmente carrega o filme nas costas. O filme é dela. Outro que merece destaque é John Hawkes na pele do tio de Dolly que toma a frente das ações em determinados momentos e que possui uma presença de cena marcante e uma atuação equilibrada e contundente (ele é a cara do Paulo Miklos, diga-se de passagem). E o que torna o filme interessante é justamente o leque de personagens exóticos, extravagantes e misteriosos que surgem ao longo do filme, como se fizessem parte de um filme "noir-country". Thiago Lucio2011-02-06 11:57:27

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Due Date (Todd Phillips, 2010)

 

Olha, o filme é repleto de

momentos engraçadíssimos (a cena do vômito é hilária), mas o Phillips

não repete o ritmo insano do Hangover aqui. O Downey Jr. é um ator

fantástico, mas não sei se seu estilo sarcástico se encaixa com o estilo

do diretor, que é mais escrachado. Já o Galifianakis meio que repete

seu único personagem, que é engraçado mas que cansa um pouco. Enfim,

vale a assistida, mas não maata de rir...

 

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BRAVURA INDÔMITA - 6.5/10 - Dessa vez os irmãos Coen não conseguiram ir muito longe, pelo contrário. Por mais qualificado que seja o trabalho técnico dos irmãos (ele realizam um western clássico, elegante, sóbrio, moralmente americano) e por mais adequado que seja o trabalho de fotografia (tanto nas sequências noturnas como aquelas que ilustram um ambiente mais árido ou bucólico), a narrativa funciona apenas em seu primeiro ato. A partir do momento em que a premissa se estabelece, o desenvolvimento é lento e burocrático, uma verdadeira "barrigada", os personagens não são tão atraentes ao ponto de manter o interesse, logo o caminho até o 3º ato é torturante. Há algumas recompensas no ato final, mas muito aquém de um filme comandado pelos Coen. Bridges encarna um tipo durão de sotaque carregado, somente isso. Damon encarna um tipo orgulhoso e de sotaque carregado, somente isso. Josh Brolin não tem tempo pra nada. Logo, o grande destaque pela performance inspirada da jovem Hailee Steinfeld, especialmente pela personalidade madura da personagem, mas ela a defende com segurança.

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Black Swan (Darren Aronofsky) - Decepcionante. A câmera na mão aqui me irritou muito, uma grua em umas cenas não faria mal a ninguém. E não esperava que fosse, a partir de certo ponto, esquemático e previsível. Outra coisa que me incomodou foi o exagero no uso do som e da trilha sonora, principalmente perto do clímax, com o intuito de querer incomodar ainda mais o espectador. Menos, né? Mas o filme tem pontos positivos: consegue manter interesse até o fim, fotografaia e edição bem boas e a Natalie Portman faz uma ótima atuação.

 

2,5/5

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