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O Que Você Anda Vendo e Comentando?


Nacka
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Ponte para Terabitia

Como eu amo esse filme. E o melhor que ele te ilude: No primeiro ato' date=' você pensa que é uma fantasia comum da Disney. No segundo, você começa a estranhar e perceber que tem alguma coisa a mais. Então acontece, um terceiro ato genial.

Isso sim é fantasia intimista, viu Shymalana [/quote']

É um daqueles que te lembrar de momentos especiais.

Eu vi esse filme umas 5 vezes... só não curti o final.

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Gran Torino de Clint Eastwood 2008

 

Walter Kowaslki(Clint Eastwood), um aposentado e veterano da 2 guerra mundial fica víuvo recetemente e tem a difícil tarefa de lidar com sua familia pois tem a lingua afiada e temperamento explosivo, em seu bairro tem uma crescente comunidade asiatica,o jovem Thao por insistência de uma gangue tem o desprazer de tentar roubar o carro do Walter o belo gran torino, o infeliz incidente aproxima o velho ranziza dos asiaticos e a principalmete a familia de Thao fazendo o veterano preconceituso rever os seus valores conservadores, lindo como Eastwood aproveita a sua idade avançada e cria um dos seus melhores personagens do cinema e trata com extrema sinceridade tema com violência,racismo e relegião sem cair no caricato, adorei

 

220px-Gran_Torino_poster.jpg
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Tamara Drewe (Stephen Frears, 2010)

 

É um filme bastante

irregular, pois possui enormes qualidades eventuais e alguns momentos

bem bobos também. Tem uma cena que achei genial. Marido e mulher fazem

as pazes enquanto vistos por trás de uma porta, só com as sombras

aparecendo. Lindo, certo? Acontece que quem os observava era um cara

cagando.

 

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NÃO ME ABANDONE JAMAIS - 5.5/10 - O diretor Mark Romanek consegue fazer com que esta produção assuma um belo tom melancólico, mas isso acaba sendo quase que totalmente desperdiçado e anulado pelo fraquíssimo roteiro de Alex Garland que parte de uma premissa que poderia ser melhor explorada já que alguns conflitos básicos acabam sendo ignorados e/ou deixados de lados e da maneira como é apresentada, fica difícil defender o absurdo da idéia. E, no final das contas, o trabalho de Romanek acaba sendo afetado pelo roteiro e vice-versa. Sendo assim, o coração, o centro emocional do filme cabe exclusivamente à atuação de Carey Mulligan que defende a sua personagem com extrema dedicação e sensibilidade, especialmente quando o drama da sua personagem acaba sendo mais relevante do que o pano de fundo que remete à ficção científica. Mesmo quando a partir do 2º ato, o filme segue ladeira abaixo, ela ainda é capaz de nos oferecer algumas belas notas em sua atuação. Keira Knightley sai-se relativamente embora seu trabalho seja de uma nota só e a sua personagem funcione mais como um elemento para criar conflito dentro da narrativa do que propriamente algo que o roteiro tenha o interesse em desenvolver. Andrew Garfield acaba tendo uma participação nula e vazia que prejudica o apelo do casal principal e a sua presença torna-se cada vez mais incômoda à medida que o roteiro quer que o espectador tenha fé, goela abaixo, no amor que existe entre seu personagem e o de Mulligan. O filme só não é um desperdício completo, pois vale a pena investir no talento de Carey Mulligan que consegue sair ilesa. Thiago Lucio2011-03-05 21:31:59
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Assassinos por Natureza - 4/5

Fazendo uma crítica feroz à exploração da violência pela mídia, este filme bizarro e às vezes engraçado consegue chocar e ainda mostrar uma rebeldia extremamente inteligente. A história tem toques inconfundíveis de Tarantino, mas o verdadeiro destaque fica com a direção de Oliver Stone, que faz um filme bastante dinâmico, ágil e desesperador através do uso de cenas monocromáticas, ângulos de câmera inusitados, sequências cartunísticas e imagens simbólicas e icônicas. A atuação do elenco é incrível, desde Juliette Lewis como a assassina despreocupada e desequilibrada até um Woody Harrelson assustador e surpreendentemente lúcido e Robert Downey Jr. como um apresentador de TV pretensioso e desesperado por audiência. Tommy Lee Jones está ótimo como sempre, entregando um personagem caricato e cinicamente maldoso. Minha única crítica é, na verdade, bastante pessoal. Achei que, assim como Clube da Luta, Assassinos por Natureza deixa margem para uma má interpretação de seu conteúdo por algumas pessoas (como se fosse uma glorificação da violência, algo bem longe do que realmente é). Por isso 4 e não 5.
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Tangled (Nathan Greno, Byron Howard, 2010)

 

Bem legal essa

animação da Disney. Agora que ela parece adaptada aos filmes animados em

3D, só falta ela deixar de lado as cantorias chatíssimas que permeiam o

filme todo. Destaque para o cavalo, que é engraçadíssimo.

 

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TRON: O LEGADO - 7.5/10 - Eu não assisti ao filme original, mas ao ver apenas este aqui posso considerar que se trata de um filme que funciona por conta própria e as informações relacionadas ao passado da trama são mais do que suficientes para a compreensão do contexto. Eu não gosto de vídeo-games, não cresci ao lado deles, por isso esta história aqui que pode ser resumida como "a revolta dos vídeo-games" me soou burocrática e bastante óbvia em alguns momentos, especialmente quando se concentra nos duelos entre o humano e os programas. Há algum viés bíblico que até pode ser considerado, aquela máxima da criação a sua semelhança que se volta contra seu criador e ao mundo que ele criou, mas nada que tome muito o tempo ao ponto de soar como discurso pedante ou piegas. É um filme eficiente basicamente, pois sabe fazer o uso da tecnologia e ela trabalha a favor do filme seja nos efeitos especiais, especialmente na construção do universo, e é claro na catarse que ele permite que Jeff Bridges enfrente sua versão digital (e isso acaba acontecendo dentro do filme pela sua narrativa, mas também como próprio recurso cinematográfico também). Ainda assim não escondo a sensação de acompanhar um filme de roupagem eficiente e madura sendo usada para a trama de contexto tão boba e juvenil. Bridges está muito bem, Garrett Hedlund e Olivia Wilde cumprem seus papéis com méritos, mesmo que não ofereçam nada que seja suficiente especial ou acima da média em cena. O diretor Joseph Kosinski tem muita habilidade e competência para comandar o filme tecnicamente, sabe o que faz quando está comandando os efeitos especiais, mas o filme acaba se tornando frio e impessoal demais, aspecto que acaba sendo compensando apenas pelo bom trabalho do elenco que tem em mãos. É um bom filme, com visual interessante, entretenimento razoável, mas certamente funciona mais como um jogo do que cinema propriamente dito. Gosto muito, mas muito mais de cinema. Thiago Lucio2011-03-06 11:08:43
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Assassinos por Natureza - 4/5

Fazendo uma crítica feroz à exploração da violência pela mídia' date=' este filme bizarro e às vezes engraçado consegue chocar e ainda mostrar uma rebeldia extremamente inteligente. A história tem toques inconfundíveis de Tarantino, mas o verdadeiro destaque fica com a direção de Oliver Stone, que faz um filme bastante dinâmico, ágil e desesperador através do uso de cenas monocromáticas, ângulos de câmera inusitados, sequências cartunísticas e imagens simbólicas e icônicas. A atuação do elenco é incrível, desde Juliette Lewis como a assassina despreocupada e desequilibrada até um Woody Harrelson assustador e surpreendentemente lúcido e Robert Downey Jr. como um apresentador de TV pretensioso e desesperado por audiência. Tommy Lee Jones está ótimo como sempre, entregando um personagem caricato e cinicamente maldoso. Minha única crítica é, na verdade, bastante pessoal. Achei que, assim como Clube da Luta, Assassinos por Natureza deixa margem para uma má interpretação de seu conteúdo por algumas pessoas (como se fosse uma glorificação da violência, algo bem longe do que realmente é). Por isso 4 e não 5.
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em nenhum momento senti que ele poderia cair nessa margem de interpretação. Também gosto da agilidade do filme.

 

 

 

 
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Eu assisti esse "Assassinos Por Natureza" há tanto tempo, eu tinha uns 12, 13 anos... me lembro de ter alugado a fita porque gostei do trailer, mas não tinha gostado do filme. Preciso revê-lo quase 15 anos depois... na verdade valeria como se tivesse visto pela primeira vez se é que me entendem... rsrs Thiago Lucio2011-03-06 11:55:12
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Assassinos por Natureza - 4/5

Fazendo uma crítica feroz à exploração da violência pela mídia' date=' este filme bizarro e às vezes engraçado consegue chocar e ainda mostrar uma rebeldia extremamente inteligente. A história tem toques inconfundíveis de Tarantino, mas o verdadeiro destaque fica com a direção de Oliver Stone, que faz um filme bastante dinâmico, ágil e desesperador através do uso de cenas monocromáticas, ângulos de câmera inusitados, sequências cartunísticas e imagens simbólicas e icônicas. A atuação do elenco é incrível, desde Juliette Lewis como a assassina despreocupada e desequilibrada até um Woody Harrelson assustador e surpreendentemente lúcido e Robert Downey Jr. como um apresentador de TV pretensioso e desesperado por audiência. Tommy Lee Jones está ótimo como sempre, entregando um personagem caricato e cinicamente maldoso. Minha única crítica é, na verdade, bastante pessoal. Achei que, assim como Clube da Luta, Assassinos por Natureza deixa margem para uma má interpretação de seu conteúdo por algumas pessoas (como se fosse uma glorificação da violência, algo bem longe do que realmente é). Por isso 4 e não 5.
[/quote']

 

em nenhum momento senti que ele poderia cair nessa margem de interpretação. Também gosto da agilidade do filme.

 

 

 

Eu senti isso em um momento em especial. Naquela cena da entrevista com o personagem do Woody Harrelson, em que ele fala como é incrível a sensação de se matar alguém, e depois como o Downey Jr. fica exultante com a carnificina. Eu não interpretei dessa forma (pra mim, era mais como uma alegoria do fascínio que a violência exerce em cada um de nós e como isso é explorado pelos meios de comunicação, que também acabam compartilhando desse fascínio) , mas como acredito que os filmes têm uma certa função social, achei que seria bem provável que algumas pessoas enxergassem de outra forma.
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BRUNA SUFISTINHA - 8,5/10 - Uma das melhores coisas que podem te acontecer a assistir a um filme é se surpreender. Isso aconteceu pra mim em BS. Marcus Baldini é um diretor muito inventivo, e faz a história fluir muito. A edição caprichada e uma fotografia criativa. Pena que o filme perca força quando vai falar sobre a decadência dela. Deborah faz uma ótima atuação mas que cai na caricatura em alguns momentos. Um grande filme mas com um roteiro melhor poderia ser bem superior.

 

 

 

 

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The Fighter (David O. Russell, 2010)

 

Nesse ano tive duas boas

surpresas. Finalmente vi o Bale e a Portman fazerem por merecer a fama

que tem de serem bons atores, pois até agora era fumaça pra mim. Ainda

acho o bale limitado facialmente, mas aqui ele usa e abusa da expressão

corporal para construir bem o personagem. Claro que com a estátua

Wahlberg de escada fica mais fácil. O filme é bom também, embora já

tenha sido feito melhor.

 

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A Portman já tinha mostrado em Closer, mas quanto ao Bale concordo totalmente. Sempre achei ele no máximo mediano. Mas o cara apresentou uma puta atuação.

 

 

 

Já o Wahlberg eu acho que tava muito bem mesmo em Os Infiltrados e Boogie Nights.

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Até acho que a Portman estava bem em Closer, mas aquele filme é do Clive Owen, ao meu ver. Ele engole e cospe os demais em todas as suas cenas.

 

Sobre o Wahlberg, ele realmente estava bem em Infiltrados (em Boogie Nights eu o considero apenas normal). Mas não acho que ele funcione quando precisa demonstrar emoção contida, como aqui.

 

 

 

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Skyline (Colin Strause, Greg Strause, 2010)

 

É sempre interessante

quando vemos um filme romper barreiras. Pena que nesse caso a barreira

rompida foi a da completa estupidez e ruindade. Como deixam uns idiotas

desses dirigir um filme e pior, porque esse filme passou em circuito

aberto? Acho que foi pelos efeitos especiais (que não são tão ruins),

pois sabemos que eles são fundamentais para um bom filme.

 

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Waiting for Superman, 2010

 

Excelente documentário que nos mostra os problemas do sistema de ensino americano.

 

Ele tem um ritmo bacana, mostra estatísticas importantes e preocupantes e ainda consegue emocionar.

 

Segue a receita de como fazer um documentário relevante e interessante.

 

 

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Quero ser Grande (Big, Dir.: Penny Marshall, 1988) 3/4

 

quero_ser_grande03.jpg

 

É aquela Sessão da Tarde ótima, com tudo muito simples e funcionando que é uma beleza, graças a atuação do Tom (também). Tipo de filme que agradeço ter aparecido na minha infância/juventude, porque hoje olharia tudo diferente, de forma endurecida, e ia preferir a Jennifer Garnericon_rolleyes (nada contra...)

1394_poster.jpg

 

Me salvei dessa. Ainda bem.
Jailcante2011-03-07 20:56:10
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JCVD - 7.5/10 - Trata-se de um divertido filme que funciona como um deboche a persona cinematográfica de Jean Claude Van Damme, mas também não deixa de funcionar como uma catarse, uma espécie de auto-análise sobre a sua vida e carreira. O filme funciona dentro desta proposta, mas também procura existir com méritos próprios e estas virtudes acabam surgindo muito mais por parte da direção e da edição do que propriamente pelo roteiro que até tem apenas algumas boas sacadas, algumas piadinhas aqui e ali. Esteticamente o filme tem seus trunfos, suas cartas na manga, o conteúdo não reserva nada de muito interessante, mas fazia muito tempo que Van Damme não fazia algo tão relevante como este filme aqui. E está aí a grande ironia e a grande virtude dele. Thiago Lucio2011-03-07 23:17:22
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Incêndios - 4,5/ 5

É um filme pesadíssimo, em que dois filhos reconstroem a trajetória da mãe, que lutou ao lado dos refugiados contra os nacionalistas no Líbano. Algumas cenas já nascem antológicas, como aquela em que os nacionalistas cravam um ônibus inteiro de balas e Nawal (a mãe) tenta salvar uma menina da morte iminente, ou ainda quando sua mãe marca os pés do neto recém-nascido para que ela possa reconhecê-lo onde quer que esteja. O interessante é que, apesar de nós conhecermos bastante sobre a vida de Nawal, seus filhos vêm apenas lampejos sobre o que aconteceu, o que permite a quem está assistindo se antecipar aos personagens. O final é absolutamente incrível (embora não totalmente inesperado). Quando o filme acabou, o cinema inteiro ficou meio parado, estarrecido, por quase um minuto. Cheguei à conclusão de que era o melhor dos indicados a Melhor Filme Estrangeiro, seguido por Em um Mundo Melhor. Imperdível.
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The Rite (O Ritual, 2011)

 

O antagonismo entre ceticismo e crença novamente em voga.

A verdade é que acho que filmes de exorcismo podem ser estafantes. Eles desgastam o psicológico e muitas vezes reproduzem na tela um sofrimento intenso que reverbera em quem assiste.

Aqui não é diferente, muito apesar do alívio cômico (não irritante) do Padre interpretado por AH.

Mas isso não impede de percebermos uma narrativa comum, clichezenta, sem novidades e que só não é ruim por causa da roupagem nova para um Mr. Hopkins semelhante a seu personagem mais famoso, Hannibal Lecter (os outros personagens, inclusive a de Alice Braga são tão ruins que chegam a ser constrangedores).

Desta safra não é dos melhores. Fico com o excelente Exorcismo de Emily Rose far, far away.

 

 

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JUNTOS PELO ACASO - 6/10 - Trata-se de uma comédia romântica que após estabelecida a sua premissa tinha tudo para fugir das convenções do gênero já que aposta na interação entre um homem e uma mulher solteiros sob a responsabilidade de um bebê, o que irá fazer com que eles revejam certos valores e até mesmo a relação entre eles. Alguns estereótipos são conhecidos e tal, mas na maioria das vezes em que o filme parece ir para um caminho diferente, ele muda de rumo, agarra-se em um clichê qualquer e se acomoda com a mesmice. Katherine Heigl e Josh Duhamel funcionam como casal. Ela, embora repetindo-se, mantém um carisma quase que inabalável, ele consegue convencer na pele do canalha adorável, mas não deixa de ser uma pena que o personagem masculino não receba a mesma atenção da narrativa, deixando uma ligeira sensação de um tom feminista, especialmente no 3º ato onde a rotação do filme assume a condição de 1000 clichês por segundo. É uma comédia romântica, mais da mesma, mas que tinha tudo para ser diferente se tivesse investido mais nas boas idéias que a premissa oferecia. Thiago Lucio2011-03-08 00:40:22
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JCVD - 7.5/10 - Trata-se de um divertido filme que funciona como um deboche a persona cinematográfica de Jean Claude Van Damme, mas também não deixa de funcionar como uma catarse, uma espécie de auto-análise sobre a sua vida e carreira. O filme funciona dentro desta proposta, mas também procura existir com méritos próprios e estas virtudes acabam surgindo muito mais por parte da direção e da edição do que propriamente pelo roteiro que até tem apenas algumas boas sacadas, algumas piadinhas aqui e ali. Esteticamente o filme tem seus trunfos, suas cartas na manga, o conteúdo não reserva nada de muito interessante, mas fazia muito tempo que Van Damme não fazia algo tão relevante como este filme aqui. E está aí a grande ironia e a grande virtude dele. [/quote']

 

Nunca vi o Van Damme atuando tão bem como neste filme.

 

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UMA MANHÃ GLORIOSA - 5/10 - Esta comédia serve apenas para ilustrar que a bela e talentosa Rachel McAdams tem cacife para carregar um filme sozinha nas costas mesmo que aqui ela tenha que dividir a cena com Diane Keaton e, especialmente, Harrison Ford. Keaton é praticamente uma coadjuvante de luxo, mas é íncrivel como Ford erra o tom do seu personagem do início ao fim do filme, deixando ainda mais evidente que é um ator limitadíssimo, mesmo com toda a sua experiência (o mau humor e rancor do personagem são substituídos pela sua inexpressividade que parece possuir carisma apenas quando está com chapéu e chicote na mão). Também era de se esperar mais do filme por ser comandado por Roger Michell ("Um Lugar Chamado Notting Hill") a partir do roteiro de Aline Brosh McKenna ("O Diabo Veste Prada"), mas ele funciona ocasionalmente pela trajetória da jovem personagem central (não é à toa que guarda algumas similaridades com a produção estrelada por Meryl Streep), tenta explorar um pouco da relação entre entretenimento x jornalismo e sem sucesso insere um interesse romântico à personagem que nunca decola (interpretado pelo cada vez mais canastrão Patrick Wilson). O filme é bem previsível e burocrático, mas é um bom veículo para que Rachel McAdams fique em evidência e mostre que ela não dorme no ponto mesmo em uma produção irregular como esta aqui. Thiago Lucio2011-03-08 10:53:39
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