Jump to content
Forum Cinema em Cena

O Que Você Anda Vendo e Comentando?


Recommended Posts

AMOR POR CONTRATO - 6.5/10 - O mais bacana seria saber o menos possível sobre do que o filme trata embora o título em português estrague boa parte da surpresa, mas o estranhamento inicial sobre a família que funciona como o núclero familiar central é bastante válido. Infelizmente o roteiro do também diretor Derrick Borte não se aprofunda e nem vai muito além do que é estabelecido como premissa, o que não deixa de ser uma decepção, mas o recado fica muito bem dado quando se concentra nas consequências que o comportamento daquela família-modelo provoca na vida de um determinado casal de vizinhos. A interação entre o casal principal soa agradável, especialmente pelas atuações voluntariosas de David Duchovny, que merece mais chances no cinema, e de Demmi Moore, que quando quer sabe ser boa atriz, não aquilo que se viu em "Instinto Secreto". Embora tenham lá suas funções e conflitos, os filhos nunca possuem um tratamento em mesmo nível de importância e em determinado momento acabam até ficando em segundo plano quando o filme assume a sua condição de comédia romântica de casal. Ainda assim é o tom melancólico do recado dado pela idéia concebida por Borte que fica gravado ao fim do filme que por sua vez possui um desfecho desleixadamente feliz. Thiago Lucio2011-03-21 23:18:28
Link to post
Share on other sites
  • Replies 4k
  • Created
  • Last Reply

Top Posters In This Topic

Top Posters In This Topic

Popular Posts

O mesmo esquema de sempre, para cada filme assistido, um comentário e uma nota (para aqueles que fazem uso desse sistema).      

Sexo Sem Compromisso

 

natalie-portman-e-ashton-kutcher-estrelam-a-comedia-romantica-sexo-sem-compromisso-1293486107068_560x400.jpg

 

Mais uma comédia romântica que segue a risca a cartilha. Rapaz e moça se apaixonam, brigam e se acertam. Caraleo... eu sei que as pessoas já vão para o cinema esperando esse paradigma, mas isso associado aos amigos que estão sempre aconselhando e as liçoes "corra atrás dos seus sonhos" formam um tonel de clichês que enche o saco.

 

Sorte que nesse filme tem a Natalie Portman, que é sempre gostosinha de se assistir. E claro, Ashton Kutcher, fofo, fazendo cara de cachorro abandonado, pagando bundinha... quem não se apaixonaria por ele?
Renato2011-03-22 00:24:43
Link to post
Share on other sites
E claro' date=' Ashton Kutcher, fofo, fazendo cara de cachorro abandonado, pagando bundinha... quem não se apaixonaria por ele?[/quote']

 

 

 

icon_eek.gif

 

 

 

...

 

 

 

Achei os dois totalmente sem química. Esse casal definitivamente não funcionou. Pior que isso só ele com a Jessica Alba naquele filme que tem trocentos casais e nenhum roteiro.

Link to post
Share on other sites
Em Babel me serve. Mas Babel é passeio na praia perto do novo. Dá pra fazer 2 anos de Brasil Urgente' date=' sério mesmo. [/quote']

 

Acho Biutiful muito melhor, mas muito mesmo, do que Babel.

 

E agora excesso de desgraça é parâmetro para julgar um filme? Preciosa não conta06
Link to post
Share on other sites
Em Babel me serve. Mas Babel é passeio na praia perto do novo. Dá pra fazer 2 anos de Brasil Urgente' date=' sério mesmo. [/quote']

 

Acho Biutiful muito melhor, mas muito mesmo, do que Babel.

 

E agora excesso de desgraça é parâmetro para julgar um filme? Preciosa não conta06

 

 

Só quando o filme é outra desgraça. 06
Link to post
Share on other sites

 

Armadillo
Filmão .. ops, na verdade um documentario dinamarquês q é td q “Guerra ao Terror” quis ser e não foi ao tratar da guerra como algo viciante. Espécie de “Platoon” do Oriente Médio, narra no estilo “Redacted”  a trajetória de dois amigos q se alistam voluntariamente em busca de “agito”, e vão parar no campo q nomina o filme, no sul do Afeganistão. Mas vão perceber a duras penas q a realidade em combate é bem diferente do Playstation. Tenso na maior parte do tempo, principalmente nas blitzes qdo a qq hora vc pode ir pros ares ao pisar em falso ou pelas mãos de uma inocente criancinha. Interessante reparar q a priori o batalhão ter ido ajudar os locais termina prejudicando-o mais, engrossando ainda mais as fileiras dos talebans, e consequentemente o circulo vicioso em questão. Destaque pra cena da chacina na vala, por si só emblematica. 10/10

Armadillo_Poster.jpg
Link to post
Share on other sites

Wolverine X-Man Origens dir: Gavin Hood

 A origem do mutante mais popular do x-men  Wolverine (Hugh Jackman)que nasceu no Canada e no século 17 e foge com meio irmão Victor Creed (Liev Shreiber)apos assassinato do seu pai e suas aventruras nas guerras americanas até o seu recrutamento pelo cientista militar William Striker(Danny Huston) e a terrível experiencia que o tornou os seus ossos indestrutiveis, como filme de aventura até que funciona, mas que e fã do personagem sabe que se perdeu bastante da aurea lendaria do personagem " Sou bom naquilo que eu faço, Mas aquilo oque eu faço não e bom" mas tem a presença bacana do Jackman e do seu maior inimigo Dente de Sabre.

 

X-Men%20Origins%20Wolverine.jpg
Link to post
Share on other sites

copia-fiel02.jpg

 

 

 

Cópia Fiel (Copie Conforme, Abbas Kiarostami, 2010)

 

 

 

Simultâneamente, o cara está discutindo a percepção das personagens entre si, a nossa percepção sobre a arte e as pessoas, e a percepção que o público tem do próprio filme dele, numa mistureba de metalinguagem com filosofia - boa filosofia.

 

 

 

Na minha sessão até entendia os impacientes bufando nas cenas mais paradas, mas Cópia Fiel é tão recompensador pra quem está minimamente interessado em ver algo diferente e muito, muito refrescante. O plano gêmeo no final foi magistral trazendo dúvida e glória no mesmo instante.

 

 

 

Em certos momentos, lembra muito os 2 filmes "Delpy/Hawke" do Linklater , mas com um objetivo claramente mais desafiador (o que não o torna melhor, apenas diferente).

 

 

 

Apogeu da Binoche, até o momento (e muito bacana ver ela trabalhando com esses diretores do oriente, como o Hou Hsiao-Hsien e o Amos Gitai).

 

 

 

Spoiler: E pra mim eles são sim, casados. E a libélula parecia uma cruz e eu a julguei por isso.

Link to post
Share on other sites
UM JANTAR PARA IDIOTAS - 7/10 - Não é apenas um jantar, é um banquete de babaquices, idiotices e outras estúpidas piadas que comandadas por Jay Roach e contando com Steve Carrell e Paul Rudd transforma-se em algo realmente divertido. Roach mantém um bom timming cômico, remetendo aos bons momentos das séries "Austin Powers" e "Entrando Numa Fria". Os dois atores fazem uma excelente dupla cômica, a composição de Carrell é de um pentelho irritante e insuportável, mas de uma ingenuidade doce e atrapalhada. Rudd é um ator talentoso e carismático, capaz de transformar seu personagem em uma figura simpática mesmo quando ele realiza a maior das crueldades. A história funciona como mera desculpa para que a dupla esteja em constante conflito, sempre colocando-se em situações embaraçosas e constrangedoras, algumas mais eficientes do que outras. Ainda assim Zach Galifianakis rouba a cena mais uma vez interpretando mais um dos tipos idiotas que fazem parte do filme e que já vem se tornando uma especialidade de sua carreira. Um brinde ao bando de idiotas que fez este filme e é inevitável sentir-se como um ao divertir-se com ele. É como se sentir entre amigos... rsrsrs Thiago Lucio2011-03-22 22:18:45
Link to post
Share on other sites

Glorious 39 (Stephen Poliakoff, 2009)

 

Eu costumo ao menos ter

interesse em qualquer filme que trata da segunda guerra. Sei lá porque,

mas o período me fascina. Isso obviamente me bota em sérios apuros,

como neste arremedo de filme. Sério, o negócio é feio. E pior que o

bagulho é cheio de pretensão, quer ser thriller conspiratório. Tem uma

das trilhas sonoras mais erradas e deslocadas que eu já vi, sempre

enfiando o acorde errado na cena. Parece até que alguém cortou alguma

cena do começo e esqueceram de cortar a trilha também. E o Bill Night,

só rindo mesmo.

 

 

Link to post
Share on other sites


O soto não perde uma oportunidade pra falar mal de A Rede Social 06.

 

sem duvida..eita filminho mequetrefe...06

 

 

 

 

Muito foda a arte desse cartaz do Armadillo.

 

 

o filme é mto melhor..vale a pena' date=' Sall..16 [/quote']

 

vlw. E curto filme de guerra também. Gosto de suas comparações nos textos: "é uma mistura de filme X com filme Y com pitadas de filme Z" 06

 

 
Link to post
Share on other sites

8/10 Incêndios. O testamento deixado pela sua mãe é o pretexto utilizado para revelar aos filhos canadenses a verdadeira estória da sua genitora, cuja trajetória de vida foi marcada pelos intermináveis conflitos religiosos do Oriente Médio. A narrativa inteligentemente intercala a estória da mãe com a aventura dos filhos na tentativa de descobrir a identidade do pai e do irmão, cobrindo inúmeras épocas e localidades.  Os eventos são impactantes e a temática pesada, não obstante o esforço do diretor de popupar o espectador das cenas mais viscerais. É uma pena que a revelação de duas coincidências, somente possíveis no plano metafórico ou metafísico, enfraqueça o roteiro. Também me incomodou a maquiagem (ou falta de) da protagonista, que por permanecer quase igual durante toda a narrativa prejudica a exata compreensão da cronologia dos eventos e, consequentemente, da estória.

 

Link to post
Share on other sites

 

Onde os fracos não tem vez - Gostei do filme, mas não fez tanto sentido pra mim. Ao longo da trama sempre ficava a impressão de algo vai acontecer. Até que sem mais nem menos o filme acaba. É o tipo de filme para prestar bastante atenção principalmente nos detalhes para compreender a trama. Vale uma revisada.

 

Bastadardos do tarantino - Nem parece do Tarantino. Ótimo filme que mescla momentos mais pops com o cinema clássico tipo europeus P&B.

 

300 - Algumas partes de tão sérias ficam engraçadas, como a cena do this is spartaaaaa, do mensageiro que cai no poço.

 
Link to post
Share on other sites

 

Onde os fracos não tem vez - Gostei do filme' date=' mas não fez tanto sentido pra mim. Ao longo da trama sempre ficava a impressão de algo vai acontecer. Até que sem mais nem menos o filme acaba. É o tipo de filme para prestar bastante atenção principalmente nos detalhes para compreender a trama. Vale uma revisada.[/quote']

 

putz, então reveja. Vale muito a pena.

O final é de chorar. 
Link to post
Share on other sites

 

Invasão do Mundo - Batalha Los Angeles


“Independence Day”
encontra “Nascido pra Matar” resume esta razoável produção americana q, na falta de inimigo pior q o Kadafi faz o Tio Sam agora mirar às estrelas. Desnecessário falar do “enredo”, auto-explicativo no titulo. Como filme de guerra consegue ser até bem competente e eficiente qto  “Falcão Negro em Perigo” ou “Guerra ao Terror” , mas qdo faz questão de nos lembrar q o inimigo não são vietcongues ou talebans e sim aliens (um tipo de polvos mecatrônicos) td aquilo q construiu em expectativa parece ir pro saco devido a previsibilidade da historia. Tire o Will Smith e coloque o “Duas Caras” Aaron Ekchart como Rambo salvando o “american way of  life” com canastrice impar, o filme diverte na medida do possível com direito até momentos-clichê-piegas com criancinhas chorosas no front. Entre mortos e feridos, se não for querer mto  pode-se curtir esse trambolho, q decerto tá anos-luz de outra recente de temática similar, uma bosta chamada “Skyline” . No final fica a deixa de continuação, q duvido vá ter. De qq forma da pro gasto, mas eu esperava mais. 7/10

 

New_Battle_Los_Angeles_Poster_As_Epic_The_Movie_Looks_1298056074.jpg
Jorge Soto2011-03-23 09:48:19
Link to post
Share on other sites

O Piano (1993) - 2/ 5

 

Não sei como um filme tão sem empatia, tão conceitualmente falho conseguiu ganhar uma indicação ao Oscar de Melhor Filme. Parece haver uma tentativa de mostrar um grande amor, que na verdade é basicamente carnal e sem qualquer tipo de comunicação (no caso, nem gestual, já que a protagonista é muda). A voz interior da mulher muda só é utilizada em duas ocasiões e de forma totalmente inútil na tentativa de criar alguma emoção. Sua personagem é antipática, assim como a dos dois homens que a rodeiam e que funcionam, de certa forma, como sua iniciação à sexualidade e à vida. O piano provavelmente simboliza a sua inocência. Na verdade, a procura de um significado mais profundo pra coisa toda vem da insignificância da história em si, que não consegue se firmar nem em seu momento de explosão de violência incoerente e descontextualizada. O final tenta apelar pra uma emoção que, tecnicamente, não existe. Enfim, muito ruim. Esperava bem mais.
leomaran2011-03-23 19:58:42
Link to post
Share on other sites

Como ela pode estar sendo "iniciada" à sexualidade se ela já tem uma filha? 09.gif

 

 

 

O filme é escuro, úmido, desolador e acentua de todas as formas o quanto Ada McGrath está deslocada até finalmente encontrar algum "calor". O piano simboliza ela mesma (até mesmo quando ela arranca uma tecla, o que se segue a conecta ainda mais a imagem do instrumento).

 

 

 

Mas enfim, a primeira vez que assisti este filme, ainda era moleque (talvez com uns 10 ou 11 anos) e odiei. Revendo depois de anos, é um dos meus preferidos de sempre, e trás uma visão bem peculiar do universo feminino - mais que qualquer adaptação da Jane Austen. É uma marca autoral da diretora.

Link to post
Share on other sites
Como ela pode estar sendo "iniciada" à sexualidade se ela já tem uma filha? smileys/09.gif" align="middle" /> O filme é escuro' date=' úmido, desolador e acentua de todas as formas o quanto Ada McGrath está deslocada até finalmente encontrar algum "calor". O piano simboliza ela mesma (até mesmo quando ela arranca uma tecla, o que se segue a conecta ainda mais a imagem do instrumento). Mas enfim, a primeira vez que assisti este filme, ainda era moleque (talvez com uns 10 ou 11 anos) e odiei. Revendo depois de anos, é um dos meus preferidos de sempre, e trás uma visão bem peculiar do universo feminino - mais que qualquer adaptação da Jane Austen. É uma marca autoral da diretora.[/quote']

 

Hahaha é que ela concebeu virgem.

 

OK, me expressei mal. Quis dizer a sexualidade com a conotação de desejo sexual, luxúria, etc.

 

Mas achei o filme tremendamente antipático, chato mesmo. A intenção pode ter sido boa, mas essa visão peculiar num colou muito pra mim, acho que deixou o filme muito pragmático.

 

 
leomaran2011-03-23 20:04:29
Link to post
Share on other sites

 

Como ela pode estar sendo "iniciada" à sexualidade se ela já tem uma filha? 09.gif

 

O filme é escuro' date=' úmido, desolador e acentua de todas as formas o quanto Ada McGrath está deslocada até finalmente encontrar algum "calor". O piano simboliza ela mesma (até mesmo quando ela arranca uma tecla, o que se segue a conecta ainda mais a imagem do instrumento).

 

Mas enfim, a primeira vez que assisti este filme, ainda era moleque (talvez com uns 10 ou 11 anos) e odiei. Revendo depois de anos, é um dos meus preferidos de sempre, e trás uma visão bem peculiar do universo feminino - mais que qualquer adaptação da Jane Austen. É uma marca autoral da diretora.[/quote']

 

Hahaha é que ela concebeu virgem.

OK, me expressei mal. Quis dizer a sexualidade com a conotação de desejo sexual, luxúria, etc.

Mas achei o filme tremendamente antipático, chato mesmo. A intenção pode ter sido boa, mas essa visão peculiar num colou muito pra mim, acho que deixou filme muito pragmático.

 

Finalmente alguém cuja opinião concordo completamente com relação a esse filme. Sem ressalva alguma.

 

Link to post
Share on other sites
Guest
This topic is now closed to further replies.

Announcements


×
×
  • Create New...