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Forum Cinema em Cena

O Que Você Anda Vendo e Comentando?


Nacka
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Kill Bill, Volume 1

Uma trilha excelente, cenas de luta muito bem feita e a história de vingança que sempre consegue prender a atenção seja como for, e quando é colocado de uma forma tão boa, fica melhor ainda. Tarantino com seu esquema de dividir seu filme em capitulos consegue torná-lo ainda mais conciso, começando de um ponto e voltando tudo até aquela primeira luta.

Lucy Liu está muito bem aqui, nem parece aquela mesma atriz que fez o ridiculo As Panteras.13 Sem contar a cena da origem de O-Ren Ishii em anime é mto boa e sangue pra tudo quanto é lado.

Assistido em BD nacional, com uma imagem bem boa.

 

Agora é ver o Vol.2 quando der um tempinho.03

 

 

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Primal (Josh Reed, 2010)

 

Esse filme vai contra duas regras básicas do terror vagabundo. Vamos à elas:

 

1) Nunca se utilize de atrizes feias.

2) Nunca, em hipótese alguma, se utilize de atrizes feias com peitos pequenos.

 

1)

Aparentemente na trama uma das mulheres feias é picada por sangue-sugas

e se transforma em uma mulher mais feia ainda, que ataca as demais

mulheres feias. Nem preciso dizer que fiquei meio sem saber quem era

mulher feia do mal e do bem.

2) Sério, se juntar os peitos de todas as mulheres do filme não dá um pudim de leite.

 

 

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GANGUES DE NOVA YORK, de Martin Scorssese

 

 

 

È estranho assistir u filme de Martin Scorssesse com uma trabalho de personagens tão mal feito. Apesar das atuações de todos serem maravilhosas ( principlamente do estupendo Daniel Day-Lewis), não a razão, por exemplo, de se importar com a vingança do personagem de Leonardo Di Caprio, ja que não conhecemos direito seu pai e muitas vezes simpatizamos com Bill, o Açogueiro mais do qualquer um. Sério, comparando com os outros personagens, o que ele fez de tão ruim para ser o antagonista do longa.

 

 

 

Há também um estranho defeito, na forma que o primeiro ato do longa é conduzindo, não contendo a excelência narrativa que Scorssese tá acostumado a nos apresentar, mas melhora consideravelmente no segundo ato, cenas como a conversa de Day Lewis e DiCaprio no quarto já valem a pena ver o longa . Apesar ds, é um filme conta com uma direção de arte que retrata de forma extremamente realista a Nova York do século 19, e assim segue por vários aspectos do filme, como a fotografia e o figurino. O que é aquele palno -sequencia no porto? O final é tão maravilhoso que quase compensa a tragédia que é os primeiros 40 minutos do filme.

 

 

 

A trilha também é uma preciosidade.

 

 

 

Fica impressão que Scorssese se importou mais com a retratação de uma época do que com a narrativa e os personagens, um fato que deve ser isolado na carreira de um dos mais brilhantes cineastas que pisaram na terra.

 

 

 

7,0/10

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leomaran acho que você não é muito sensível pois o filme é pra ser lido nas entrelinhas e se aprofunda em todos os temas que aborda: a deficiência, a inocência, o amor louco, a música... E tudo contribui pra isso desde a fotografia belíssima até as atuações arrasadoras, principalmente da Holly. Ela não é antipática, só é distante da vida como todos conhecem por suas limitações. Mas tem o poder de emocionar a todos com seu talento. Tanto que fascina todos que estão á sua volta. O filme emociona do começo ao fim por mostrar que a paixão, o sexo, a música, o amor não tem limites nem barreiras. Com todo o respeito, acho que você não compreendeu seu propósito. Tente assistir de novo com uma visão mais apurada.

 

Até mais.

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Cisne Negro: uma apavorante e maravilhosa viagem rumo ao espiral de loucura de quem quer atingir a perfeição a qualquer preço. Montagem espetacular, figurinos lindos, trilha perfeita, coadjuvantes excepcionais, Natalie Portman extraordinária e final apoteótico. Melhor filme do ano passado. 10/10

 

O Vencedor: os percalços de uma família controladora que tenta sobreviver unida. Ótima história, texto e atores excelentes. Melissa Leo e Christian Bale fantásticos. Faltou ritmo á direção. 8,0/10

 

O Discurso do Rei: a dificuldade de se impor diante de suas limitações quando há necessidade . Figurinos impecáveis, texto bárbaro e atores ótimos. Faltou emoção, ousadia e um desfecho mais surpreendente. Guy Pearce foi um erro. 7,0/10

 

Bravura Indômita: a luta de uma menina para vingar o pai. Direção de Arte incrível, Hailee maravilhosa, fotografia perto de John Huston e Jeff Bridges espetacular. Melhor ator do ano passado. Final desnecessário e arrastado. 9,0/10

 

Bruna Surfistinha: transformação de menina em mulher. Montagem ousada, texto franco, boas atuações e direção corajosa. Pela primeira vez Deborah atua. Faltou maior profundidade, dramaticidade, densidade. Bom produto. 6,0/10

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Black Swan (Darren Aronofsky' date=' 2010)Minha memória é fraca. Ela é

 

formada de fragmentos, cenas de poucos segundos que ficam guardadas

 

eternamente. Grandes filmes possuem isso. Desse, nunca esquecerei da

 

Portman dançando como cisne negro e olhando para a câmera, liberta de

 

toda sua repressão, imponente, forte. Esta é uma OP à flor da pele, não

 

caiam na bobagem de super-analisar esse filme. Se fizerem isso

 

enfraquecerão uma obra rústica, simplista até, mas exemplar. O Arano,

 

depois de um duro aprendizado, com bostas como Fonte da Vida e Requiem

 

para um Sonho, cresceu e se tornou um cineasta fodasso. E a Portman

 

finalmente justifica a adoração que tem de muitos, com uma atuação

 

espetacular, perfeita. Enfim, esse virá pra prateleira o quanto antes.

 

[/quote']

 

 

 

Concordo plenamente com o comentário. O filme é espetacular do começo ao fim. Só não acho simplista. Vejo complexidade, subjetividade, metalinguagem e densidade bem explorados, aprofundados pela montagem hipnótica e delirante do Darren. É o melhor filme dele de longe e o melhor do ano passado. Uma aula de cinema, de originalidade e de atuação. Essa última dada por Portman que arrebenta até o final óbvio mas apoteótico. Perfeito!

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(SPOILERS DE BLACK SWAN)1) Acho que o Aro erra bastante em suas escolhas' date=' mas acerta infinitamente em outras. A cena que o Estroncio citou como ruim eu acho perfeita, divina, daquelas estilo projeção na fumaça de Basterds. E eu sou um rato audio-visual, amei a estética de terrorzão do Aro aqui, amei a câmera desleixada filmando algo tão "perfeito", achei que casa com o propósito do filme. Achei que é uma evolução gigantesca sobre Wrestler (onde ele se contenta em emular os Dardenne) e que é ridiculamente superior ao carnaval de Pi, Requiem e Fonte da Vida. O trabalho com espelhos então, fodasso.[/quote']

 

 

 

 

Essa parte do post do kako engloba exatamente alguns dos principais aspectos pelos quais gostei de Cisne Negro.

 

 

 

O Aronofsky definitivamente não é elegante como o Polanski (que é o meu diretor favorito, sendo Repulsa ao sexo um dos melhores filmes que já vi, pegando um link mais óbvio com esse aqui) mas como já disse anteriormente tem algo nessa forma "descontrolada" dele de filmar que combina perfeitamente com Cisne Negro e com toda a dramaticidade da narrativa. Se foi feito antes e melhor .... don't really care.

 

 

 

Jamais o Polansky algo tão forte e hipnótico quanto o Darren. Polansky é diretor com outro estilo, outra visão, mantém a tensão dos filmes de outra forma. Não seria tão apoteótico e profundo. A história não é nem pretende ser elegante. Por que ele teria de contá-la como se fosse?

 

Dente Canino

 

Interessantissima (e curiosa) produção grega candidata ao Oscar de filme estrangeiro q pode ser interpretada como uma parábola satírica do poder imbecilizante-alienante dos reality shows e a educacao politicamente correta. Casal meio lelé mantém seus filhos jovens 100% isolados do mundo exterior em sua casa de campo e os cria feito cachorros' date=' educando-os como criancas com conceitos morais deturpados. E pra mantê-los ocupados do tédio cria joguinhos q trarão curiosidade, promiscuidade e conseqüências a médio prazo. A casa por si só já é um personagem ativo do filme, pois é uma réplica da do BBB. Cenas surreais como os peixes na piscina, dos aviões de “brinquedo”, do “gato-tigre”, da trepada com walkman e a coreografia “Rocky” e “Flashdance” fazem deste filme - onde a putaria rola solta até um final súbito – ser merecedor de uma visita. 10/10

 

[/quote']

 

<FONT size=2 face="Georgia' date=' Times New Roman, Times, serif">Até mesmo o trailer impressiona...aff!

 

<FONT size=2 face="Georgia, Times New Roman, Times, serif">Tô reunindo coragem p/  coragem de vê-lo.
[/quote']O trailer é meio engraçado.

 

 

 

O fime em si é meio engraçado, com um humor bem descolado no sentido de sátira mesmo como o Soto falou ali em cima. Acho que se leva bem menos a sério do que algumas pessoas que o assistem e o taxam de pretensioso e etc. Tem umas cenas bizarras no sentido de caminharem por um lado não previsível e realmente tenta puxar pra lados extremos mas não deixa de ser curioso assistir a situação toda a qual aqueles três irmãos se submetem. É efetivo como um exercício de atmosfera, e isso que importa mais na real.
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Eu sou o Amor

 

 

Dramalhão italiano q se sustenta exclusivamente pela estupenda interpretação da unica nao-siciliana da produção' date=' a britanica Tilda Swinton, aquela tiazinha de feições andróginas das Cronicas de Narnia , Queime depois de Ler e Benjamin Button. O filme é bom, o unico q atrapalha é essa pretensão de retomar o classissimo narrativo de décadas atras ( O leopardo , principalmente) e inserir-lhe virtuosismo visual, no melhor estilo De Palma. Mas tem mtos ptos positivos, como um belo tour pela Italia classica e rural, alem da otima trilha sonora da qual destoa a Maria Callas, entoando o titulo da pelicula. Enredo: familia podre de rica busca seu sucessor pros negocios, e pra complicar mais as picuinhas de praxe, a matriarca (Swinton) engata um torrido romance com o amigo arabe do filho, q é um clone milanês do Andrew "Spiderman" Garfield. 8,5/10

 

 [/quote']Quero conhecer melhor Tilda Swinton. Eu gostei do trabalho dela em Até o Fim e Orlando.

 

Não perca seu tempo. Ela é fria, sem sal nenhum e inexpressiva. Tem cara de geladeira. Assisti Conduta de Risco, Benjamin Button, Queime Depois de Ler e um outro independente que foi lançado no Sundance (me fugiu o nome) onde ela faz uma psicóloga forense. Nos quatro ela tá ruim. Sempre com sorrisos insignificantes e expressões arrogantes. É um erro de atriz. Fiquei indignado quando ganhou o OSCAR por Conduta. Não assisti Eu Sou o Amor mas, pelo trailer não mudou muita coisa.bs11ns2011-03-24 02:27:24

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Ilegal

Drama belga barra-pesada q coloca "O Profeta" e "O Terminal" no mesmo caldeirão com resultado interessante, beneficiado pelo tom realista e fotografia bem fria. Enfim, o enredo fala do pão-q-o-diabo-amassou de uma imigrante russa titulo do filme pra não ser deportada da Bélgica. Troque a prisão por um centro de detenção de imigrantes ilegais e verá q é a mesma coisa. O gde mérito tb é a atriz principal (uma Juliette Lewis mais envelhecida e esbagaçada), q carrega o filme nas costas agarrando o personagem com determinação, e faz com q os poucos clichês tipicos deste tipo de produção nao deslizem pro melodrama fácil. Impossivel nao ficar com receio e desconfiado com seu visto no passaporte depois. Cenas memoraveis: ela queimando as digitais com ferro de passar pra nao ser identificada; e a agoniante conversa ao tel publico, enqto os créditos do cartão vao espirando. 8,5/10

 

illegal-movie-poster-1020549042.jpg

 

 
Jorge Soto2011-03-24 08:46:16
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Eu sou o Amor


Dramalhão italiano q se sustenta exclusivamente pela estupenda interpretação da unica nao-siciliana da produção' date=' a britanica Tilda Swinton, aquela tiazinha de feições andróginas das Cronicas de Narnia , Queime depois de Ler e Benjamin Button. O filme é bom, o unico q atrapalha é essa pretensão de retomar o classissimo narrativo de décadas atras ( O leopardo , principalmente) e inserir-lhe virtuosismo visual, no melhor estilo De Palma. Mas tem mtos ptos positivos, como um belo tour pela Italia classica e rural, alem da otima trilha sonora da qual destoa a Maria Callas, entoando o titulo da pelicula. Enredo: familia podre de rica busca seu sucessor pros negocios, e pra complicar mais as picuinhas de praxe, a matriarca (Swinton) engata um torrido romance com o amigo arabe do filho, q é um clone milanês do Andrew "Spiderman" Garfield. 8,5/10

 [/quote']Quero conhecer melhor Tilda Swinton. Eu gostei do trabalho dela em Até o Fim e Orlando.

Não perca seu tempo. Ela é fria, sem sal nenhum e inexpressiva. Tem cara de geladeira. Assisti Conduta de Risco, Benjamin Button, Queime Depois de Ler e um outro independente que foi lançado no Sundance (me fugiu o nome) onde ela faz uma psicóloga forense. Nos quatro ela tá ruim. Sempre com sorrisos insignificantes e expressões arrogantes. É um erro de atriz. Fiquei indignado quando ganhou o OSCAR por Conduta. Não assisti Eu Sou o Amor mas, pelo trailer não mudou muita coisa.

 

Só política e padrinho forte pra sequer justificar a indicação dela por Conduta de Risco, imagina a vitória então...

 
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Toy Story 3 (Lee Unkrich' date=' 2010) - 10/10

 

 

 

A perfeição existe (ou algo muito próximo dela).

 

Não acompanhei toda a "saga" desde 95 como muitos mas no desfecho não tem como não se emocionar com "a última brincadeira".

 

 

 

 
[/quote']

 

 

 

Melhor que Triângulo do Medo, Sall?

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Toy Story 3 (Lee Unkrich' date=' 2010) - 10/10

 A perfeição existe (ou algo muito próximo dela).

Não acompanhei toda a "saga" desde 95 como muitos mas no desfecho não tem como não se emocionar com "a última brincadeira".

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Melhor que Triângulo do Medo, Sall?

 

São 2 filmes completamente diferentes e os que mais gostei dos lançados em 2010 que vi. No conjunto, TS3 fica um pouquinho à frente... pena que vou ter que tirar Triângulo do Medo do meu topo no tópico Top2010.

 

 

 

 
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The Switch (Josh Gordon, Will Speck, 2010)

 

Eu gosto do Jason

Bateman, ele tem uma persona super calma que é bem bacana. Claro que não

é um bom ator, mas isso é outro papo. Já a Aniston parece se apegou

demais à esse nicho das comédias românticas, o que é uma pena, pois é

boa atriz. Sobre o filme, passa rapidinho, mas eu não consigo entender

pra que dois diretores.

 

 

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leomaran acho que você não é muito sensível pois o filme é pra ser lido nas entrelinhas e se aprofunda em todos os temas que aborda: a deficiência' date=' a inocência, o amor louco, a música... E tudo contribui pra isso desde a fotografia belíssima até as atuações arrasadoras, principalmente da Holly. Ela não é antipática, só é distante da vida como todos conhecem por suas limitações. Mas tem o poder de emocionar a todos com seu talento. Tanto que fascina todos que estão á sua volta. O filme emociona do começo ao fim por mostrar que a paixão, o sexo, a música, o amor não tem limites nem barreiras. Com todo o respeito, acho que você não compreendeu seu propósito. Tente assistir de novo com uma visão mais apurada.
Até mais.[/quote']

 

A questão não é se eu sou sensível ou não. Na verdade, o filme não chegou a ser interessante o bastante pra que eu tivesse vontade de compreender seu propósito. Não estou questionando o fato de ele ter diversas coisas nas entrelinhas (até demais, na verdade).

 

Em relação a atuações, a da Holly está muito boa. Já o Keitel e o cara do Jurassic Park foram dois zeros à esquerda. A menina Anna Paquin eu achei surpreendente. Aliás, ela foi a personagem mais interessante pra mim, sua relação com a mãe e com o novo pai é bastante rica. As cenas em que ela maltrata/ brinca com o cachorro dizem bastante sobre ela, a forma como consegue amar e fazer mal a alguém ao mesmo tempo (o que ela faz à própria mãe).
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Concordo plenamente com o comentário. O filme é espetacular do começo ao fim. Só não acho simplista. Vejo complexidade' date=' subjetividade, metalinguagem e densidade bem explorados, aprofundados pela montagem hipnótica e delirante do Darren. É o melhor filme dele de longe e o melhor do ano passado. Uma aula de cinema, de originalidade e de atuação. Essa última dada por Portman que arrebenta até o final óbvio mas apoteótico. Perfeito! [/quote']

 

Metalinguagem? Posso estar esquecendo algo. mas não vi isso no filme não...

 

 

kakoserrano2011-03-24 17:00:11

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Pois eu acho a Anna Paquin justamente boa porque ela transmite o que é, uma criança. Sim, ela faz algumas coisas moralmente duvidosas, mas ela é uma criança ingênua, devidamente vestida de anjo durante boa parte do filme (aliás, o figurino de O Piano cumpre um papel bem ativo na personalidade de cada personagem).

 

 

 

E pra mim tanto o Keitel quanto o Neill estão muito bem, mas difícil não ser eclipsado pelo passeio tour-de-force da Holly Hunter. Mesmo muda, ela dá voz às mulheres em séculos de repressão.

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