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Forum Cinema em Cena

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Nacka
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Eu ja ate cheguei a gostar de Mortal Kombat nas primeiras vezes que assisti, principalmente se comparar com outros filmes baseados em games, mas quando assisti mais recentemente achei bem fraco.

 

Alem de não ter nem um terço da violência do game e ser meio bobo em diversos momentos, os personagens são desinteressantes a começar pelo Rayden interpretado por Christopher Lambert (deve ser um dos deuses mais cretinos da historia do cinema). E transformar Scorpion e Sub Zero (os personagens mais legais do game) em lacaios de Shang Tsung tambem foi uma pessima decisão.

 

 
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Concordo sobre 54, filminho que vai do nada ao lugar nenhum fazendo de conta que é transgressor.

 

 

 

Mortal Kombat eu acho muito tri, dentro da sua proposta. A falta de violência não me incomoda, nem as várias frases de efeito (algumas até funcionam), e curto muito a canastrice do Lambert. Só não achei o Shang Tsung um vilão digno. Não dá pra ter medo dele.

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An Education:

Que precious. Que fofa a Carrey Mulligan' date=' sério.
E mais um filme para provar que eu estou certa e que todas as pessas que não eram nerds como eu no colégio se lascaram.
06.gif


[/quote']

 

Sua constatação é completamente equivocada.06

 

Bom...

 

O Preço da Traição (Chloe - Atom Egoyan, 2009)

 

Se a cena hot entre Amanda Seyfried e Julianne Moore durasse mais uns 5 minutos naquela mesma vibe, valeria a pena ve-lo e reve-lo no cinema.10 Mas só por isso mesmo. Escolhas altamente duvidosas apenas para bancar o "filme-surpreendente-que nada-é-o-que-parece-ser". Pelo menos tem bom ritmo, é objetivo, não enrola e vai direto ao ponto.

 

E pq a Moore , apesar de muito competente, vive repetindo personagens? PQP... em vários instantes eu só conseguia lembrar da "desperate housewife" de As Horas.06

Quase todos as personagens dela são aquela angústia, aquele desespero, aquela choradeira introspectiva...

Desnecessário dizer que Seyfried é colírio pros olhos.

 

 

 

 
Sall2010-08-15 16:03:36
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Rogue (Greg Mclean' date=' 2007)Já tinha ouvido falar que Wolf Creek

 

era bom, mas como não consegui achar em hidef pra baixar, acabei vendo

 

este primeiro, por acaso, diga-se. E é muito bom. Quando alguém diz que

 

viu um filme sobre um crocodilo assassino, a tendência é achar que é

 

apenas exploitation. E é, só que aqui tudo é muito foda, desde a

 

inevitável meia hora de preparação das iscas, até a segunda meia hora de

 

tensão e os primeiros ataques, culminando na terceira hora do finale,

 

que aqui se destaca por 15 minutos fodassos em que uma luta ocorre. Não

 

se deixem enganar, esse é um filme sobre crocodilos que é FODA.

 

[/quote']

 

 

 

Esse é um filme até um pouco subestimado que eu adoro. E é bem o que você falou: não reinventa e nem revoluciona, mas ele cria um ambiente de suspense e tensão maravilhosamente.

 

 

 

Aliás, o McLean é um dos diretores mais promissores dentro do gênero.

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E o que tu acha da luta final? Não quero entregar' date=' mas é fodassa.

 

[/quote']

 

 

 

Também acho bem foda. Como eu falei, ele não inventa, mas segue a cartilha muito bem, além de ser extremamente tensa.

 

 

 

E PT, se tu gostou desse, tu vai gostar ainda mais de Wolf Creek.

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Mortal Kombat: Annihilation (John R. Leonetti, 1997)

 

Já que revi o

primeiro e tava no embalo, resolvi ver esse que nunca tinha tido

coragem. Aparentemente é uma versão com menos budget pois está ainda

mais tosquito. Destaque para o vilão mor com sérios problemas de fala. É

engraçadíssimo ele colocando pausas onde não deveria ter. Acho que

recrutaram na APAE.

 

 

 

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Eu acho "Contato" maravilhoso, mas Spielberg faria melhor.

 

OS PICARETAS - 8.5/10 - Eu sempre gosto de rever este filme do Frank Oz, pois as gags envolvendo a indústria cinematográfica são divertidíssimas e não deixa de ser a sua maneira uma enaltação à arte de se fazer cinema. Steve Martin cai como uma luva neste papel e é cada vez mais raro ver Eddie Murphy em um papel cômico realmente divertido. E neste aqui ele tem dois.
Thiago Lucio2010-08-15 21:08:11
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An Education:

Que precious. Que fofa a Carrey Mulligan' date=' sério.
E mais um filme para provar que eu estou certa e que todas as pessas que não eram nerds como eu no colégio se lascaram.

#nerdproud

Minha filha verá essa filme todas as noites.

06.gif
[/quote'] 

 

Filme maravilhoso, e pro inferno Bullock, o Oscar é da Mulligan...
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Nosferatu (Nosferatu, Eine Symphonie des Grauens)

Depois de tantos anos, podemos afirmar, indiscutivelmente, que o romance escrito pelo irlandês Bram Stoker, "Dracula", foi uma das obras mais adaptadas da história da literatura mundial, dando destaque para o cinema e o teatro. Dentre todas essas realizações, podemos ressaltar uma que teve um nível de influência inconcebível no movimento expressionista alemão, e por conseguinte, no mundo da sétima arte. O alemão Friedrich Wilhelm Murnau, conhecido por ser um dos grandes realizadores do cinema mudo e influente de certos movimentos cinematográficos como o Kammerspiel, que será abordado mais adiante, dirige no ano de 1922, uma adaptação independente do romance supracitado, mesmo não recebendo a autorização necessária, que futuramente, faria com que diversos exemplares fossem destruídos. "Nosferatu", como é conhecido aqui no Brasil, retrata mais uma versão do ente mitológico que se alimenta do sangue de suas vítimas, mas que nesse caso, é representado pelo tenebroso Conde Orlok. Essa produção dirigida pelo Murnau, não foi um marco para as ocasiões anteriormente citadas, apenas por causa da sua temática soturna, mas sim, pelo deslumbre cinematográfico dessa obra-prima. A aurora do gênero e do próprio cinema alemão.

O cinema mudo por si só, não costuma agradar todos os amantes da sétima arte, entretanto, o conjunto dessa obra é miraculoso. É nítido como o diretor trabalha com consciência em todos os quesítos da produção, nos presenteando com um dos melhores produtos possíveis. Como foi dito anteriormente, "Nosferatu" é uma adaptação independente do alemão, que retrata a estória do humilde agente imobiliário de Wisborg, que viaja para terras distantes, a fim de vender uma casa ao misterioso conde Orlok. No entanto, com o passar dos dias, o inocente agente percebe que esse seu cliente tem algumas peculiaridades macabras, que futuramente liberarão o terror incrustado naquela pavorosa criatura. Com toques de mestre, o diretor Friedrich Murnau dá vida à um dos maiores espetáculos do mundo da sétima arte, trazendo as tipicidades dos movimentos cinematográficos e fazendo com que o espectador tenha das mais diversas reações. Do medo ao gozo interior.

Deslizando com a câmera por diversos cenários que enriquecem a fotografia, o diretor se aproveita do produto imagético, para trabalhar essa trama surreal. Além de conseguir construir o clima pesado da produção, principalmente com a trilha sonora que acompanha todas as cenas, variando sua melodia de acordo com a vontade do diretor em induzir o espectador ao medo, o roteiro se mostra um ponto forte, especialmente no ótimo desenvolvimento que o filme recebe, dando destaque para o trabalho em cima da destruição psicológica de cada personagem, que ocorre de forma gradativa. Mesmo com os diálogos escassos, notamos a presença do potencial das frases, principalmente na descrição da criatura. Em outras palavras, o Murnau é cauteloso em todos os sentidos possíveis, tentando manter um nível positivo em sua produção. A tensão que também cresce de forma gradativa, chega ao seu ápice no desfecho antológico que fecha com chave de ouro, entretanto, é válido dizer que não é o único momento memorável dessa obra-prima, muito pelo contrário.

A estética do filme é marcante, e talvez, ainda seja o quesíto primordial para o seu reconhecimento contemporâneo, mediante à época no qual foi produzido. Além do trabalho de câmera espetacular, dando destaque para os bons enquadramentos e as tomadas que exploram a perspectiva na cena, devemos atribuir um peso extremamente significativo para a fotografia. A mesma é um fator extremamente relevante para a produção, principalmente por demonstrar a força do expressionismo alemão no cinema. Encarado como uma corrente cinematográfica que buscava distorcer a realidade e criar um mundo com base na visão do realizador, a essência do expressionismo alemão esta nítidamente presente em "Nosferatu". A própria aparência grotesca do vampiro milenar e a presença excessiva da dramaticidade por parte personagens, são fatores que fazem referência ao movimento supracitado. A iluminação que auxilia diretamente na filmagem, além de aprimorar a atmosfera lúgubre dos takes, também fecha o pacote das peculiaridades expressionistas. Por fim e não menos importante, especialmente pela influência do Murnau, podemos notar a tendência do Kammerspiel. Este, é um movimento secundário que valoriza os personagens e a suas respectivas influências na trama, deixando os diálogos em segundo plano, como mero coadjuvante. Por fim, notamos que "Nosferatu" é uma combinação de diversas características da época, principalmente as estéticas, que resultaram nessa obra-prima do cinema alemão.

Fruto de um trabalho muito bem feito pelo diretor, "Nosferatu" ainda tem repercussão mundial, principalmente quando voltamos no tempo e começamos a analisar o crescimento dos gêneros cinematográficos, e todas as influências que estão presentes nos filmes antigos. De uma singularidade inquestionável, este, juntamente com "O Gabinete do Doutor Caligari" do Robert Wiene, é, sem dúvida, o grande nome do movimento expressionista alemão, conseguindo mostrar ao espectador, todas aquelas características presentes na literatura, só que no caso, projetadas no mundo da sétima arte. Combinação perfeita. Como citado no primeiro parágrafo, não é simplesmente um filme, mas sim, um deslumbre cinematográfico.

Nota: 10

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Consegui um tempo para rever essa obra-prima do expressionismo alemão. Gosto muito do cinema do Murnau, e todas as peculiaridades dos movimentos da época, como o supracitado e o Kammerspiel. Extremamente recomendado para quem não assistiu.
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Lunar (Moon, 2009, Duncan Jones) - A Premissa é curiosa e o Sam Rockwell é um bom ator, mas dois dele na tela é.. demais. Comecei a perder o interesse lá pra metade do filme e a me enjoar, talvez porque a coisa toda seja um pouco repetitiva. Esperava mais desse aqui.

 

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Sobre Meus Lábios (Sur mes lèvres, 2001, Jacques Audiard) - Funciona como estudo de dois personagens ao mesmo tempo em que é um thriller e um romance bem envolvente. É uma história simples, mas o tom agregado pelo Audiard  (ótimo como ele mistura gêneros de forma natural) e a forma como o relacionamento entre os personagens da Emmanuele Devos e do Vincent Cassel se desenvolve são os pontos altos desse aqui. Ambos reprimidos (de várias formas) e atrás de alguma compensação no outro, se juntam em busca de um objetivo amoral e ao mesmo tempo ideal pro que cada um deseja. E a narrativa toda é permeada por uma baita tensão sexual entre os dois protagonistas, tanto é que tudo fica bem mais nervoso ao ponto em que o filme caminha pro final. Alguns podem se irritar com os plot twists lá do terceiro ato, mas achei que incrementou a diversão. E a Devos e o Cassel tão fodas nos seus respectivos papéis, especialmente ela.
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Sobre meus Lábios do Jacques Audiard é um dos meus filmes favoritos. E Emmanuele Devos, especialmente, está em estado de graça, trabalho genial.

 

 

 

Ontem revi Inception e continuo me irritando com a mania do Nolan de explicar tudo o que rola no filme. Inventa de fazer um filme "complexo", mas fica de 5 em 5 min explicando todas as teorias que lança na tela, tem tanta coisa que já estava evidente. Vale como filme de ação e pela constelação de bons atores.

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Idílio Perigoso (Jacques Tourneur, 1944) - 7.5

 

 

 

Castelo de Sonhos (Tim Fywell, 2003) - 6.0

 

 

 

Carros (John Lasseter / Joe Ranft, 2006) - 4.0

 

 

 

Ratatouille (Brad Bird, 2007) - 8.0 R

 

 

 

Um pouco mais extenso do que deveria, mas se beneficia de ser o filme mais bonito da Pixar.

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Idílio Perigoso (Jacques Tourneur' date=' 1944) - 7.5

Castelo de Sonhos (Tim Fywell, 2003) - 6.0

Carros (John Lasseter / Joe Ranft, 2006) - 4.0

Ratatouille (Brad Bird, 2007) - 8.0 R

Um pouco mais extenso do que deveria, mas se beneficia de ser o filme mais bonito da Pixar.

 

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Ratattouille é a obra máxima dos caras. Não tenho nenhuma restrição, mas nenhuma mesmo.

 

Wall-E tb. Mas entre os 2 fico com o primeiro, onde sobra inteligência.

 

 
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Lunar (Moon' date=' 2009, Duncan Jones) - A Premissa é curiosa e o Sam Rockwell é um bom ator, mas dois dele na tela é.. demais. Comecei a perder o interesse lá pra metade do filme e a me enjoar, talvez porque a coisa toda seja um pouco repetitiva. Esperava mais desse aqui.

 

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Meio repetitivo mesmo e a duração poderia ser menor mas não cheguei a enjoar. Conseguiu manter o interesse (acho que vai do "clima" que a pessoa tá na hora).

 

Falavam de um dos melhore sci-fi dos últimos anos e tal... exagero. Acho que fui ver embalado por esse hype e acabei me decepcionando, apesar da idéia ser muito boa.
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Guest
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