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Forum Cinema em Cena

O Que Você Anda Vendo e Comentando?


Nacka
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Scofield e Lucaasf,

 

fui mal interpretado por vcs. Li todos os textos do cara e ele se expressa muito bem mesmo. Foi apenas uma dica pois todo mundo que escreve quer levar sua opinião ao maior número possível de pessoas. Negar isso é hipocrisia ou então pensamento elitista. E se ele conseguir condensar um pouqinho, os ótimos textos serão lidos por mais pessoas ainda. Era isso. Mas venho reparando que o pessoal aqui sempre pega ar comigo... 06 Nem moderador eu sou pra dizer o que cada um tem ou não o que falar.

 

Calma gente...

 

Depois desse bla bla bla todo, parabens pelos textos. Fui lá no blog e li sobre o filme Drácula. Muito bom. Sempre quis ver esse mas a net aqui é um lixo. Mal dá pra pegar uns mp3... Só no trabalho q rola.

 

 
Sall2010-08-22 15:17:21
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Scofield e Lucassf' date='

 

fui mal interpretado por vcs. Li todos os textos do cara e ele se expressa muito bem mesmo. Foi apenas uma dica, nem moderador eu sou pra dizer o que cada tem ou não o que falar.

 

Calma gente...

 

 
[/quote']

 

Você leu o que eu postei depois?

Creio que você me interpretou errado. Eu não critiquei o seu comentário, de forma alguma.
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Ip Man 2008

 

Até recomendo para quem gosta de artes marciais, conta a história de uma lenda (Wing Chun) que revolucionou as artes marciais na China, história veridica acho de um mestre que Bruce Lee passou a ser discipulo dele, na época de guerra entre China e Japão, acho que perto da primeira guerra mundial.

 

Vou assistir hoje o 2, vamos ver se segue a mesma qualidade
Angellus Lestat2010-08-22 16:11:17
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Predadores, 2010

 

Por incrível que pareça é um filme razoável. A primeira meia hora é a mais interessante, com um terror psicológico bem executado.

 

As coisas vão ficando um tanto chatas quando o suspense dá lugar a ação. Tem uma ou outra cena interessante, como aquela luta de espadas entre um cara da yakuza e um predador, mas no final das contas eu queria que o filme terminasse de uma vez.

 

Temos que bater palmas para a Alice Braga. Ela tá chamando cada vez mais a atenção. O inglês da moça é perfeito.

 

 

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O Preço da Traição

 

amanda-seyfried-e-julianne-moore-em-cena-do-filme-o-preco-da-traicao-1273794403864_615x300.jpg

 

Que porra de filmeco sem vergonha. Com certeza já tem seu lugar garantino na grade da Globo para passar aos sábados à noite.

Mas apesar de tudo temos uma Juliana Moore com seus peitinhos de bicos proeminetes levando uma bela de uma dedilhada da delicinha da Amanda Seyfried.
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O Preço da Traição

 

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Que porra de filmeco sem vergonha. Com certeza já tem seu lugar garantino na grade da Globo para passar aos sábados à noite.

Mas apesar de tudo temos uma Juliana Moore com seus peitinhos de bicos proeminetes levando uma bela de uma dedilhada da delicinha da Amanda Seyfried.

 

vale apenas por isso mesmo. E como já disse aqui, pro filme ser mais "bem quisto" bem que aquela cena lá das duas poderia demorar uns 5 minutos mais.
Sall2010-08-22 20:31:03
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 cherrybombposter.jpg

 

Nada como uma julieta narcisista e complicada p/ abalar/separar/detonar a amizade de dois chapas!

Essa nem esconde a que veio, de cara incita os romeus a “duelarem” por ela.<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

Luke é o cara boa vida que sempre se dá bem com as garotas, Malachy é o cara se dando bem pela primeira vez com garotas, Michelle... é o estopim da bomba.

By the way, a impressão que se tem é de que de que tudo isso seja pano de fundo para abordar outros temas como família, desamor e abandono.

O elenco masculino arrebenta aqui (Harry Potter X  Misfits!)

Assisto qquer coisa que Robert Sheehan faça!

 

Cherrybomb” – 10,0/10,0

MariaShy2010-08-22 20:24:51
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 cherrybombposter.jpg

 

Nada como uma julieta narcisista e complicada p/ abalar/separar/detonar a amizade de dois chapas!

Essa nem esconde a que veio' date=' de cara incita os romeus a “duelarem” por ela.

Luke é o cara boa vida que sempre se dá bem com as garotas, Malachy é o cara se dando bem pela primeira vez com garotas, Michelle... é o estopim da bomba.

By the way, a impressão que se tem é de que de que tudo isso seja pano de fundo para abordar outros temas como família, desamor e abandono.

O elenco masculino arrebenta aqui (Harry Potter X  Misfits!)

Assisto qquer coisa que Robert Sheehan faça!

 

Cherrybomb” – 10,0/10,0

[/quote']

Arrebenta pelo talento ou só pela beleza? Os que estão na foto parecem bonitinhos den. Fiquei com vontade de assistir.

 

 

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Galaxy of Terror (Bruce D. Clark, 1981)

 

Mais um trash, agora

espacial. Fica bem escancarado que a idéia era fazer um rip-off de

Alien, mas resultou em algo incrivelmente vagabundo. Aparentemente a

trama envolve pessoas que são mortas pelo seu maior medo. E o maior medo

de uma loira peituda é ser estuprada por uma minhoca gigante, óbvio!

 

 

 

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Do-Comeco-ao-Fim-21-poster.jpg

 

 

Do Começo ao Fim (Aluizio Abranches, 2009) - 3/5

 

É interessante o filme mostrar a proximidade incomum dos irmãos desde a

infância. Inicialmente eu estranhei muito, mas rapidamente me acostumei e

passei a enxergar o enorme apego deles como sendo correto. Começa

abordando, em momentos constrangedores-no-bom-sentido, a preocupação que

a intimidade dos dois causa, e vai bem assim. Mas ao invés de se

aprofundar na questão, resolve seguir em frente como se a sociedade

considerasse normal dois irmãos gays apaixonados um pelo outro, e

mostra um relacionamento inicialmente colorido e depois marcado pela

saudade.

 

 

Quando vi pessoas que sabem do seu parentesco e não se chocam com o

óbvio relacionamento amoroso, eu me encolhi de vergonha. Estando

sozinhos ou rodeados por quem não sabe, o discurso "somos um casal igual

a qualquer outro que se ame tanto, porque o amor é o que importa"

funciona como um romance superficial, pois o filme nunca se aprofunda, e

com a ressalva de que as cenas românticas poderiam ser menos melosas.

Eu consegui ficar triste, mas não muito, por causa da separação dos

dois. Gostei também da trilha sonora, que algumas vezes aparece um pouco

mais do que deveria. Mesmo com o tema polêmico, o filme evapora assim

que termina, mas enquanto dura é bom, apenas um tanto equivocado.

 

 

Lucy in the Sky2010-08-23 01:02:52

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O Preço da Traição

 

amanda-seyfried-e-julianne-moore-em-cena-do-filme-o-preco-da-traicao-1273794403864_615x300.jpg

 

Que porra de filmeco sem vergonha. Com certeza já tem seu lugar garantino na grade da Globo para passar aos sábados à noite.

Mas apesar de tudo temos uma Juliana Moore com seus peitinhos de bicos proeminetes levando uma bela de uma dedilhada da delicinha da Amanda Seyfried.

 

uuuuuu...preciso ver esse....den

 

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 cherrybombposter.jpg

 

Nada como uma julieta narcisista e complicada p/ abalar/separar/detonar a amizade de dois chapas!

Essa nem esconde a que veio' date=' de cara incita os romeus a “duelarem” por ela.

Luke é o cara boa vida que sempre se dá bem com as garotas, Malachy é o cara se dando bem pela primeira vez com garotas, Michelle... é o estopim da bomba.

By the way, a impressão que se tem é de que de que tudo isso seja pano de fundo para abordar outros temas como família, desamor e abandono.

O elenco masculino arrebenta aqui (Harry Potter X  Misfits!)

Assisto qquer coisa que Robert Sheehan faça!

 

Cherrybomb” – 10,0/10,0

[/quote']
Arrebenta pelo talento ou só pela beleza? Os que estão na foto parecem bonitinhos den. Fiquei com vontade de assistir.

Ah,  acho que não suportaria ser torturada quase 2 horas só p/ ver um ator bonito, não... embora Sheenan se engordasse uns 20 quilos seria um dos atores inglesses mais bonitos ever 03.

Ele é bom mesmo e pode ser visto tb na série "Misfits".

E Rupert Grint  não é, nunca foi e nunca será bonito, acho que tu não o reconheceu de "Harry Potter".
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Epidemia (Epidemic)

É incrível a irreverência de um diretor tão idealista quando o assunto é fazer filmes. Lars von Trier é extremamente reconhecido pelos amantes do cinema, por proporcionar experiências ímpares em cada filme que produz. O dinamarquês sempre defendeu a ideia de que cada diretor deve ter uma estilística diferente, explorando a sétima arte do modo mais cru possível. Os olhos do diretor sempre visionaram o cinema de um modo diferente, afinal: "um filme deve ser como uma pedra no seu sapato". É com essa premissa padrão de criar algo grandioso, que Lars explora os mais diversos gêneros proporcionando cada vez mais, o êxtase do espectador. E isso não se mostra diferente em "Epidemia".

O gênero terror é explorado de forma totalmente diferente pelo diretor, que opta por criar algo mais suave porém dramático. A metalinguagem criada no filme deve ser enaltecida pelo fato de dividir o espectador em dois mundos. Um mundo que corresponde ao engenhoso enredo, envolvendo dois roteiristas (Lars von Trier e Niels Vørsel) que acabam de finalizar um filme, porém a partir de um erro, acabam perdendo todo o trabalho e possuem apenas cinco dias para desenvolver um novo. E o outro mundo, o metalinguístico. O mesmo é desenvolvido a partir das diversas formas de pensar e construir um filme com base nas ações dos roteiristas. Algo totalmente fantástico, afinal acabamos aprendendo como pensar igual aos mestres. Porém o mais agradável do filme vem com o complemento do enredo. Uma correlação entre esses dois mundos, gera um longa extremamente envolvente, ao mesmo tempo que possui seus toques terríficos. Resumindo, acabamos nos surpreendendo constantemente. Difícil não cair nessa teia sedutora. É com essa premissa tão ousada, que "Epidemia" vem carregado de metáforas, sintetizando os dois mundos em um só, como uma pasta de dente com duas cores.

O roteiro em si, é bom. Por mais que ele se perca um pouco durante seu desenvolvimento, não podemos atribuir um peso tão grande à esse problema, ademais isso é amenizado pelo desfecho angustiante e entorpecente, típico do diretor. Os diálogos são ótimos, os personagens coadjuvantes são bem explorados e de fato exercem peso inimaginável na estória. As atuações são agradáveis dando destaque, como anteriormente foi citado, para as perfomances do próprio Trier e do seu roteirista, e por fim, apenas para ressaltar, porém não menos importante, um desfecho que deixa algo no ar mas que finaliza excentricamente o longa-metragem.

A fotografia em preto e branco é o grande charme da produção. Como consta no "Dogmas 95", movimento cinematográfico originado pelo próprio Lars von Trier juntamente com Thomas Vinterberg, o cinema deve ser feito sem toda aquela exploração comercial/industrial que ao longo dos anos vem tomando mais espaço na sétima arte. Infelizmente, o movimento não passou de meras intenções. A fotografia é bela, ao mesmo tempo que suaviza o enredo contrastante. Ponto para o Lars. A mesma cria uma atmosfera incompatível com o que é apresentado, juntamente com a trilha sonora, fator que contraria uma das intenções do "Dogmas 95", porém que é utilizada com extrema parcimônia. No entanto, isso não deve ser considerado como um ponto fálido, ademais estamos tratando de uma nova interpretação para o que conhecemos por "terror".

Óbviamente não é o melhor filme do dinamarquês, porém não podemos descartá-lo da boa filmografia, que o mesmo possui. "Epidemia" tem uma premissa extremamente envolvente e complexa, onde o espectador esta sujeito a ser surpreendido meio às misteriosas artimanhas envolvidas na estória, típicas do Lars. Um filme que dá uma nova visão ao terror, envolvendo boas doses de drama. É peculiar, é intrigante, é angustiante, é Lars von Trier.

Nota: 7,5

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Gosto muito do cinema do Trier, e por isso, precisei rever esse divisor de águas da sua polêmica filmografia. Por mais que eu tenha feito essa análise há muito tempo, pra ser sincero, foi uma das minhas primeiras, creio que consegui descrever boa parte dos quesítos. Claro que não está no mesmo nível das anteriores, mas fiz questão de postar. Recomendo para quem gosta do cinema do dinamarquês.
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AMELIA - 8/10 - Ironicamente é uma cinebiografia bastante padrão, convencional e bem "redondinha" (ou "quadradinha", dependendo do ponto de vista) sobre uma mulher fora dos padrões e à frente do seu tempo, mas o filme consegue escapar da maioria das armadilhas do gênero graças ao formidável elenco que tem em mãos. Hilary Swank confere uma doçura e uma graciosidade tão grande à Amélia, capaz de fazer com que ela não se torne uma figura egoísta e egocêntrica, sendo capaz de suavizar passagens em que ela justamente dá sinais desse tipo de comportamento. Muito dessa postura também se deve à direção de Mira Nair que procura fugir de polêmicas, defendendo a personagem com unhas e dentes, sem julgá-la ou colocá-la como uma possível vilã dentro da sua própria história, especialmente em sua relação com o marido. Aliás, Richard Gere realiza um belíssimo trabalho como o marido de Amelia, personificando um homem de negócios que não deixou de capitalizar dinheiro através da fama de Amelia, mas que em nenhum momento deixou de demonstrar seu amor incondicional à esposa. Ele nunca duvidou do seu talento, nunca deixou de acreditar nela, mas sempre soube se colocar como um homem apaixonado, seja ao pedir mais cautela em seus sonhos voadores ou até mesmo diante de uma potencial traição. Aliás, existe uma belíssima cena, minha preferida de todo o filme, que mostra Amelia escrevendo uma carta ao seu marido, como se estivesse pedindo perdão a ele pela sua personalidade livre e às vezes impiedosa, dentro de um quarto com uma figura masculina ao fundo que resume bem a dinâmica dessa relação. É um ótimo trabalho de um ator que costumo ter sérias restrições quanto ao seu trabalho. Outro que sai-se muito bem é Ewan McGregor como um homem charmoso e galanteador que demonstra muitos pontos comuns com Amelia e acaba se tornando seu amante. Mesmo com pouco tempo em cena, o personagem de Ewan não deixa também de devotar um amor pela aviadora e consequentemente sofrer com as consequências de seu relacionamentos e das decisões tomadas por ela. Tecnicamente impecável, com um ótimo trabalho de fotografia, "Amelia" é uma produção bastante convencional, com material até para alcançar vôos maiores, como a linha cronológica da narrativa cuja escolha não foi das melhores, mas que da maneira como foi realizada consegue, mesmo assim, atingir em cheio o coração do espectador.

 

PS: Esse é aquele tipo de filme que o colocaria dentro de uma margem de erro com relação a nota, podendo oscilar entre 6.5 e 8. É o típico filme "nota 7", "3 estrelas", mas que me cativou bastante e por isso fui generoso na nota. Gostei bastante apesar das suas limitações.
Thiago Lucio2010-08-23 20:03:17
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Os Mercenários (The Expendables, Silvester Stallone - 2010)

 

Garota te ligando e querendo ir pro cine dá nisso. Última sessão e a única opção é Os Mercenários. 16 conto jogados no lixo.

 

Fraco. E arrastado. Melhorou no terço final mas tá muitoooo longe daqueles filmes de ação q empolgam e divertem pra valer. Stallone apostou muito no elenco de estrelas e esqueceu do resto. Principalmente do ritmo. Filme de ação é RITMO! A coisa não engrenava. Umas risadinhas espaçdas aqui e ali e só. Assistir filmes com uma garota no cinema não é das coisas mais recomendáveis para quem quer ver e analisar o filme   mas de qq maneira Os Mercenários não empolga, nao prende a atenção. Conseguiram fazer o impossível: com um elenco carismático daquele, entregaram um filme chocho em todos os sentidos.

 

Juntando um elenco tão milionário, bem que tecnicamente poderia ser melhor (os tiroteios, as brigas, os efeitos, enfim...) Por algumas piadas e pelo saudosismo, pelo menos conseguiu superar o pior do ano Fúria de Titãs.

 

PS: Quando Terry Crews entrou com aquela arma o cine inteiro caiu na gargalhada. Um dos pouquissimos momentos em q eu (e a plateia) curtiu de verdade. Até o papo na igreja com o trio nem achei lá essas coisas. Stallone confiou demais apenas na imagem/capa dos astros, como se só isso fosse garantir a satisfaçao plena de quem tava assistindo.

 
Sall2010-08-24 02:54:21
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Já eu' date=' não curti nadinha esse filme...tive que lutar para não dormir durante...nem sei dizer o que me agradou...se é que teve algo que me agradou neste.  [/quote']

 

Então cara, nem vou me esforçar muito para defender "Amelia".... 06

 

O filme é apenas mediano, mas Hilary, Gere e McGregor me conquistaram pra valer...03
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"Ela coleciona pessoas."

 

Imagino que neste fórum, "Coco Chanel e Igor Stravinsky" seria rejeitado pela maioria por querer ser mais do que realmente é, caso parecido com o filme do Tom Ford "Direito de Amar".

 

Particularmente eu gostei muito, e observando o pôster dá pra saber porquê. Ao invés de se resumir a uma simples relação banal de celebridades, o diretor implica que o caso de Chanel e Stravinsky na verdade foi um cruzamento de caminhos, idéias e tendências, que surtiu um forte impacto na obra dos dois, ao menos em um primeiro momento.

 

Conhecendo a perturbada figura do músico, Chanel decide criar uma fragrância para sua grife "tão complexa quanto uma personalidade". Já Igor, influenciado pela figura avant garde e independente da estilista, recebe um sopro de inspiração nas suas composições (isso também foi retratado muito bem no pôster, ele cheirando o pescoço dela, enquanto Coco parece sussurrar algo no ouvido dele). No término, fica a semente da dúvida se a relação teve somente interesses profissionais (mas let's face it, teve muito mais).

 

O diretor também foi bem caprichoso na parte técnica, o filme tem uma atmosfera visualmente e sonoramente tensa porém elegante, combinando com o casal protagonista. Aliás, o estilo de Chanel deixa claro o motivo de nós, designers, sermos uma raça superior. Não é preciso ser nenhum especialista pra notar o quanto ela se sobressai dos demais apenas com suas roupas.

 

 
Stradivarius2010-08-24 11:17:04
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Revisto:

 

The Mummy (Stephen Sommers, 1999)

 

O Sommers é geralmente muito

ruim mas aqui ele entrega um blockbuster redondinho ao menos. É

realmente difícil montar o quebra-cabeça milionário e esse foi montado

muito bem, são duas horas bem agradáveis, não livre de falhas mas no

geral acima da média.

 

 

 

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A.Tale.Of.Legendary.Libido

Filme sul coreano de comédia e fantasia

 

Em um vila dominada pelas mulheres, o jovem Byun é motivo de desprezo por não possuir habilidades sexuais.
Porém, o nariz de um antigo totem pode mudar, e muito, a sua vida.

Comentário: Até que é engraçado e também é daquelas comédias bem exageradas, só por ver o trailer já dá para rir um pouco e saber o conteúdo do filme, para maiores mas nada de cenas fortes, nudez e para descontrair um pouco.
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Cannibal Ferox (Umberto Lenzi, 1981)

 

Ok, eu juro que tento

entender o que leva alguém a filmar isso. Não consigo, embora talvez a

justificativa esteja simplesmente no fato de eu ter visto. E pior, acho

que verei os demais do "gênero". É incrivelmente vagabundo e tem o único

propósito de chocar. Não sei se consegue, mas sem dúvida é repugnante,

especialmente nas dispensáveis cenas de tortura real à animais. Fim da

picada vender fantasia mostrando realidade, ou algo assim.

 

 

 

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