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O Que Resta do Tempo
Interessante filme semi-biografico sobre a epopeia da família “árabe israelense” do diretor. Dividido em 4 episódios, vale pelo olhar palestino vivendo como minoria excluida em seu próprio pais e pelas trocentas cenas surreais q pontuam a produção, como a dum violento conflito parar apenas pruma mulher passar com carrinho de bebê na rua, da “rave” rolando solta em pleno toque de recolher, do tanque acompanhando um cara na rua, etc.. O filme é bem arrastado e não se furta em expôr o rancor explicito q o diretor tem da ocupação israelense, e do seu esforço (em vão) em manter viva suas tradições diante do “imperialismo americano” (em especial o cinema), sob a forma do cara assobiando “O Poderoso Chefão” , o karaokê do “Titanic” , etc.. O contraste do novo/velho é sentido ate na trilha sonora (ótima!), ainda mais qdo de uma suave melodia árabe vem logo depois o bate-estaca eletrônico dos Bee-Gees. 9/10
 

 

The%20Time%20That%20Remains

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o engraçado do Tropa 2 é que o único momento positivo do filme se trata da mais pura violência de um homem espancando outro facetoface. Se tocasse a trilha de 2001 teriamos um momento do mais puro instinto humano em ação.

 

Nascemos para criar e destruir.
VNCS2010-10-21 08:40:36

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Visto (finalmente)

 

Despertar dos Mortos (George Romero) - 5/5

 

dawn_of_the_dead.jpg

 

Demorou, mas finalmente criei vergonha na cara e vi esse filmaço. Bom, primeiramente, Romero não perdeu o senso de urgência e caos que começava a brotar com Noite. Aqui, ele já começa caótico e apocalíptico ao extremo, não poupando o viewer do gore e da violência. Confesso que não gostei muito do approach mais zoado fanfarrão de boa parte do filme. Talvez por ansiar ver de novo toda aquela angústia e degradação psicológica que está em cada fotograma de Noite. Contudo, quando a degradação surge aqui, o filme se sai campeão e se torna realmente assustador como na cena acima. Final fantástico com a invasão dos bikers ao shopping, totalmente Mad Max. E que diferença do remake do Snyder (que continua bem bom, mas palidece um bocado diante deste aqui). Chega bem perto, mas A Noite dos Mortos Vivos ainda permanece o melhor.  
Dook2010-10-21 09:45:34

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E que diferença do remake do Snyder

 

Com certeza. Zumbis maratonistas não dá! Se no filme do Romero, os vivos já tem pouca chance, imagina no filme de 2004, onde os zumbis correm mais que qualquer um e são super ágeis.

 

Gosto muito do Day of the Dead, mais que o Dawn.

 

 

Abraços

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O filme que vi e não paro de comentar, é o Tropa de Elite 2, que apesar de ser tão comentado e elogiado, não posso deixar de dizer que esse filme mostrou que o cinema brasileiro veio pra ficar.

Mesmo sem o exagero de violência do primeiro e com sua abordagem política conseguiu fazer sucesso em pouco tempo, mostrando a verdade que rola nos bastidores do Rio de Janeiro.

 

Vai dizer que tem alguém aqui que não gostou desse filme? =P

 

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Tropa de Elite 2

Seja como filme de ação ou pegando o lado político da coisa' date=' esse aqui é bem superior ao primeiro (que gosto muito). Ele como filme é sensacional, quando aquele helicóptero surge sobre-voando o campinho de futebol da negadinha, e logo em seguida o bope desce o morro metendo chumbo na maloqueirada, putz, fiquei com um puta orgulho em saber que esse tipo de cena podia ser feita no Brasil, têm algumas sensacionais...

 

[/quote']

 

um certo facismo no ar...

 

 

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Revisto:

 

Artificial Intelligence: AI (Steven Spielberg, 2001)

 

Primeiro

vamos à parte boa. Caralho, essa fusão de estilos entre o próprio Spilba

e a perfeita emulação de Kubrick é sensacional. O filme é extremamente

conflituoso (no bom sentido) e o exemplo perfeito disso é o ursinho

Teddy, como sua aparência fofutcha (Spilba) e sua voz melancólica

(Kubrick). Toda a jornada de David é maravilhosa, o arco dramático é

perfeito e culmina com um final aterrador, em frente à submersa fada

azul. E então, temos aqueles 40 minutos finais que são um desastre. Sei

que muitos gostam do resultado, mas pra mim não deu. Pra mim tava

fechado ali embaixo dágua, não precisava dos ET´s.

kakoserrano2010-10-22 07:55:36

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Revisto:

Artificial Intelligence: AI (Steven Spielberg' date=' 2001)


Primeiro vamos à parte boa. Caralho, essa fusão de estilos entre o próprio Spilba e a perfeita emulação de Kubrick é sensacional. O filme é extremamente conflituoso (no bom sentido) e o exemplo perfeito disso é o ursinho Teddy, como sua aparência fofutcha (Spilba) e sua voz melancólica (Kubrick). Toda a jornada de David é maravilhosa, o arco dramático é perfeito e culmina com um final aterrador, em frente à submersa fada azul. E então, temos aqueles 40 minutos finais que são um desastre. Sei que muitos gostam do resultado, mas pra mim não deu. Pra mim tava fechado ali embaixo dágua, não precisava dos ET´s. [/quote']

 

Ow, Sapo.... não eram ETs... eram robôs. Isso mudaria sua visão do filme?

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Starman, de John Carpenter - Sei muito bem que se eu tivesse visto quando era moleque passaria a vida toda idolatrando e discordando de posts como esse. Mas não aconteceu (maldito programador da sessão da tarde), e fiquei ranzinza, e acabou soando pra mim como um produto dos anos 80 que provavelmente divertia mais nos anos 80.

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Pô, eu não sei como, em tempos de DVD, Blu-Ray, internet, utorrent, e sei lá quantas ferramentas as pessoas ainda PERDEM TEMPO vendo filmes na TV aberta... Nada pessoal Estrôncio, mas eu realmente não entendo.

 

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Pô' date=' eu não sei como, em tempos de DVD, Blu-Ray, internet, utorrent, e sei lá quantas ferramentas as pessoas ainda PERDEM TEMPO vendo filmes na TV aberta... Nada pessoal Estrôncio, mas eu realmente não entendo. [/quote']

 

 

Cara, o ponto não é ver o filme na TV (até pq praticamente só vejo ESPN hoje em dia, hehe), mas sim a sensação que tive de que o filme teria feito um estrago do bem na minha cabeça se tivesse visto pela primeira vez há uns 10, 12 anos atrás.

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Revisto:

Artificial Intelligence: AI (Steven Spielberg' date=' 2001)


Primeiro vamos à parte boa. Caralho, essa fusão de estilos entre o próprio Spilba e a perfeita emulação de Kubrick é sensacional. O filme é extremamente conflituoso (no bom sentido) e o exemplo perfeito disso é o ursinho Teddy, como sua aparência fofutcha (Spilba) e sua voz melancólica (Kubrick). Toda a jornada de David é maravilhosa, o arco dramático é perfeito e culmina com um final aterrador, em frente à submersa fada azul. E então, temos aqueles 40 minutos finais que são um desastre. Sei que muitos gostam do resultado, mas pra mim não deu. Pra mim tava fechado ali embaixo dágua, não precisava dos ET´s. [/quote']

 

 Considerando o nível de exigência do Sapo (err... quer dizer... às vezes ele gosta de umas tranqueiras... Mas no geral é bem crítico) é bom saber que não sou o único surtado que percebeu isso.

 9 entre 10 pessoas consideram o filme perfeito. Eu já o acho um dos piores do Spielberg justamente pela merda desses 40 minutos finais...

 E, definitivamente, não precisava daqueles ET's.*  

 

 * Robôs, ET's, fantasmas, gnomos, mutantes, deux ex machina (literalmente) ou o capeta, o filme não precisava "daquilo". 03
Deadman2010-10-23 07:31:39

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Os 13 Desafios
Thriller de suspense tailandês de prender na cadeira, do mesmo naipe dos ótimos “Chaser” e “Martyrs” . É td o q aquele obscuro filmeco do Fincher ( “The Game” ) quis ser e não foi, indo além. Na trama, temos a personificação do perdedor total, o jovem vendedor Shit (q não se perca pelo nome!) ser despedido e entupido de dividas ver sua sorte mudar ao receber uma enigmática ligação q lhe diz ficar milionário se completar 13 tarefas, com sua conta bancaria aumentando exponencialmente a cada desafio concluido. Td pareceria fácil pois a 1ª tarefa é matar uma mosca, mas a 2ª já é comê-la.. e por ai vai, tipo um Mario Bros comandado pelo Jigsaw! Pegando carona na onda dos “reality/game shows” eletrônicos, reflete a mudança e degradação físico-mental (e principalmente moral) do personagem em sua cobiça sem limites ou escrúpulos pela bufunfa, numa tensão q a produção se esmera em aumentar no mesmo grau das tarefas propostas ao tragicômico anti-heroi.. tipo comer merda, espancar mendigo, assassinato, etc. Destaque tb pro humor negro q pontilha o filme, nas já antológicas cenas da “conversa” com o defunto do poço, do cardápio especial no restaurante chique, do massacre dos motoqueiros no varal, do pedido de demissão, da briga no busão, etc. Assista logo o original pq Hollywood já tem esse engatilhado tb pra remake. 10/10

 

13-game-sayawng.jpg
Jorge Soto2010-10-23 10:00:58

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SOLARIS

 

De Soderbergh, não de Tarkovsky.

 

Bastante sério, compenetrado, contido, misterioso, quase hipnótico, esplendidamente realizado. Acompanha-se a trama com muito interesse. Talvez seja o melhor do diretor que vi até hoje - mas os fãs não precisam se alarmar, não conferi nem metade da filmografia dele por enquanto.

 

8/10

 

 

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Artificial Intelligence: AI (Steven Spielberg' date=' 2001)

 

Primeiro vamos à parte boa. Caralho, essa fusão de estilos entre o próprio Spilba e a perfeita emulação de Kubrick é sensacional. O filme é extremamente conflituoso (no bom sentido) e o exemplo perfeito disso é o ursinho Teddy, como sua aparência fofutcha (Spilba) e sua voz melancólica (Kubrick). Toda a jornada de David é maravilhosa, o arco dramático é perfeito e culmina com um final aterrador, em frente à submersa fada azul. E então, temos aqueles 40 minutos finais que são um desastre. Sei que muitos gostam do resultado, mas pra mim não deu. Pra mim tava fechado ali embaixo dágua, não precisava dos ET´s. [/quote']

 

 Considerando o nível de exigência do Sapo (err... quer dizer... às vezes ele gosta de umas tranqueiras... Mas no geral é bem crítico) é bom saber que não sou o único surtado que percebeu isso.

 9 entre 10 pessoas consideram o filme perfeito. Eu já o acho um dos piores do Spielberg justamente pela merda desses 40 minutos finais...

 E, definitivamente, não precisava daqueles ET's.*  

 

 * Robôs, ET's, fantasmas, gnomos, mutantes, deux ex machina (literalmente) ou o capeta, o filme não precisava "daquilo". 03

 

 

*SPOILER*

 

Essa é uma conclusão rasteira, apressada - e, não tenho receio de dizer, equivocada -  que não condiz com a importância daquela parte do filme para a conclusão dos pontos temáticos e das indagações existenciais exploradas por Spielberg/Kubrick.

 

Pois o filme precisava daquelas cenas, sim...

 

Após o desaparecimento da Humanidade, os robôs avançados assemelhados a ETs (*) são o único produto do ser humano que restou na superfícia congelada da Terra, e a descoberta de David - semelhante física e, em grande parte, emocionalmente aos seus criadores - é, ironicamente, a única oportunidade para eles terem conhecimento das suas origens. Tentar entender seus feitores humanos a partir de uma criação artificial deles...

 

 

 

* Nos storyboards desenhados em meados dos anos 90, eles eram bem mais visivelmente mecânicos do que a versão final de Spielberg.

Cain2010-10-23 08:33:14

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 Caro Cain, sua leitura do filme é super válida. Entretanto, continua sendo mera opinião... Daí, apreendo ser tão apressada, rasteira e - sem nenhum receio de dizer - equivocada quanto à minha supostamente é.

 Assim, infelizmente, sigo achando o filme uma bela bosta!   
Deadman2010-10-23 10:04:15

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 Teatral?!! Eu??

 

 Hummmm... Bem... considerando os adjetivos que já pensei e postei aqui sobre outros usuários, isso é quase um elogio!  

 

 PS: Não considero algo brega e bonito ao mesmo tempo. Brega e ruim já bem mais fácil (o caso em questão).  

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Revisto:

 

Artificial Intelligence: AI (Steven Spielberg' date=' 2001)

 

Primeiro

vamos à parte boa. Caralho, essa fusão de estilos entre o próprio Spilba

e a perfeita emulação de Kubrick é sensacional. O filme é extremamente

conflituoso (no bom sentido) e o exemplo perfeito disso é o ursinho

Teddy, como sua aparência fofutcha (Spilba) e sua voz melancólica

(Kubrick). Toda a jornada de David é maravilhosa, o arco dramático é

perfeito e culmina com um final aterrador, em frente à submersa fada

azul. E então, temos aqueles 40 minutos finais que são um desastre. Sei

que muitos gostam do resultado, mas pra mim não deu. Pra mim tava

fechado ali embaixo dágua, não precisava dos ET´s.

[/quote']

O filme poderia terminar com a fada. Teríamos um final desesperançoso e marcante, assim como o que Spielberg resolveu dar ao fime. Eu gosto muito do que vem depois, não acho que prejudique. O último dia juntos é especialmente triste.

 

Eu considero AI um dos melhores dele.

Lucy in the Sky2010-10-23 11:05:44

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