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Bullying


jujuba
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Acho que aqui não é o lugar adequado pra discutir sobre minha vida pessoal' date=' Lucy.

[/quote']

 

06

 

 

 

Você é ótimo... É lógico que eu perguntei porque está dentro do assunto do tópico. Vou perguntar com outras palavras:

 

 

 

Como vai o bullying? 05

Compartilhe suas experiências no assunto.

 

Lucy fer2011-05-30 18:03:25

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O importante é que crescemos, amadurecemos e as pessoas ao seu redor não são as mesmas, ou seja o bullying é passado e as pessoas não devem ficar com medo da sociedade, época de colégio é assim mesmo, crianças, nem sempre sabem o que fazem, só querem aparecer, tenho certeza que muita gente que praticou bullying hoje são pessoas diferentes e a maioria arrependida daquela fase.

 

 

 

Muita gente se interna, errado, a vida muda e tem fases, uma grande oportunidade de dar a volta por cima e seguir a vida como qualquer outra pessoa.

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O importante é que crescemos' date=' amadurecemos e as pessoas ao seu redor não são as mesmas, ou seja o bullying é passado e as pessoas não devem ficar com medo da sociedade, época de colégio é assim mesmo, crianças, nem sempre sabem o que fazem, só querem aparecer, tenho certeza que muita gente que praticou bullying hoje são pessoas diferentes e a maioria arrependida daquela fase.

 

 

 

Muita gente se interna, errado, a vida muda e tem fases, uma grande oportunidade de dar a volta por cima e seguir a vida como qualquer outra pessoa.[/quote']

Engraçado você falar sobre isso. Caiu como uma luva para a situação que estou presenciando aqui no serviço.  O filho do meu chefe está sofrendo bullying na escola. Ele tem cerca de 12 anos e na sexta feira um garoto da mesma idade que ele lhe deu um chute violento no saco (não se sabe o motivo direito, já que quando o chefe fala, ele não vê nada de errado no comportamento do filho uma vez que é pai dele e...infelizmente é o único lado da história que eu vou escutar, então só posso supor que não deve haver santos nesse caso). Mas daí meu chefe está pensando no tipo de atitude tomar. Está pensando em tirar o filho da escola e entrar na justiça contra a escola e os pais do garoto caso o rapaz não seja expulso.

Ele está bem nervoso, o menino se recusa a ir à aula e a situação é delicada. Não sei porque prisma olhar. Acho que de todo jeito a situação vai ficar extremamente desagradável.

Se você fosse o pai da criança, como você agiria? Acho que eu não saberia muito bem o que fazer. Seu parágrafo é muito bom, mas quando pensamos do ponto de vista já amadurecido. Não sei o que se passa na cabeça de um adolescente cuja escola é seu mundo, seu universo.

 

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Bom. Relacionado ao Bullying' date=' gostaria de acrescentar a seguinte questão:

 

 

 

Por que alguém, que se porta de maneira tolerante e respeitosa, deve ser punido ao não se adequar socialmente a um grupo?
[/quote'] Cara, tu é o Rike?

 

Eu mesmo.

 

 

 

Ah, legal. Achei que tu tinhas abandonado o fórum naquela época do cCc.

 

 

 

Respondendo à tua pergunta retórica, não deveria ser punido. Em alguns casos é intolerância, em outros é só pq tem gente que acha que deve rolar um "trote" antes de alguém novo ser aceito no grupo, que o novato tem que se provar, e tal. De uma forma ou de outra, é condenável.

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Quanto a discussão acima entre a Lucy e o Dook, acho que entendo um pouco do problema. Corrijam-me se estiver errado, por favor.

 

Acho que o Dook tem um ponto de vista valiosíssimo mas que considera traços de sua personalidade, considera o casamento com um cunho mais religioso, bíblico e a definição de família pelo sentido bíblico mais tradicional, das definições - que é o que foi instituído como significado mesmo. Tal atitude se justifica plenamente por suas próprias crenças e seu conhecimento na área jurídica, o que lhe permite uma junção interessantíssima dos pontos em comum e conflitantes. A família para o cristão constitui um conceito preciosíssimo e fundamental em todas as suas ações.

 

A Lucy não parece se importar com esses tipos de definição (acho que parece mais comigo nesse ponto). Isto se deve também à importância que dá à religião em si - que acho que deve ser pequena, como eu - e o "casamento" para ela parece ser uma palavra (e nada mais que isso) que remete a um conceito menos importante que para o religioso e, portanto, passível de mudanças de definição de forma simples, cujos impactos não seriam significativos e seria só o uso de uma mesma "palavra" para definir a equiparação e igualdade entre todas as relações. Para pessoas como nós essa igualdade de categorias tem um significado diferente: o de equiparar classes, de eliminar preciosismos linguísticos em prol de respeito dos outros.

 

Para ser sincero, se eu realmente me importasse, seria contra (talvez até radicalmente) casamento na igreja de homossexuais. Ora, a igreja tem sua doutrina e é uma instituição com seus próprios fundamentos. Não faz sentido feri-los uma vez que não é algo obrigatório para qualquer um seguir. Não vejo como discriminação, vejo o casamento homossexual como algo que simplesmente não se encaixa no conceito da palavra que a Igreja dá significado. Acho que juridicamente deve ocorrer equiparação, portanto, para que os homossexuais tenham TODOS os direitos garantidos por serem pessoas como quaisquer outras, mas ferir princípios de uma instituição para aceitar o casamento homossexual é para mim se humilhar perante ela (e pra quê?), enfiar pela goela de todo mundo algo que não faz sentido e causar o furor de pessoas que não concordam por razões que nada tem a ver com preconceito mas que serão taxadas como tal, um inferno completamente sem lógica.

No final das contas, acho que nossas experiências influenciam demais em nossas posturas nesse caso.

 

 

 

 

 

Mr. Scofield2011-05-30 18:53:40

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O importante é que crescemos' date=' amadurecemos e as pessoas ao seu redor não são as mesmas, ou seja o bullying é passado e as pessoas não devem ficar com medo da sociedade, época de colégio é assim mesmo, crianças, nem sempre sabem o que fazem, só querem aparecer, tenho certeza que muita gente que praticou bullying hoje são pessoas diferentes e a maioria arrependida daquela fase.

Muita gente se interna, errado, a vida muda e tem fases, uma grande oportunidade de dar a volta por cima e seguir a vida como qualquer outra pessoa.[/quote']

Nem sempre é algo assim.

As vezes a violência dura 1 ano de escola ou mais.

O suficiente p/ deixar uma criança em frangalhos emocionalemnte.

 

By the way, é ótimo que o assunto bullying tenha tomado a proporção que tomou, pq até então  p/ alguns pais é coisa de criança, mas p/ a criança que apanha sofre o pior é o medo.

Ela se sente culpada por ser fraca e se os pais não tomam providencia se sente desamparado.

 

No caso citado pelo Scofa acho que a melhor solução é notificar a escola mesmo.

 

Estranho que nunca tenha visto notícia em que as entidades tomaram atitudes qto a denúncia d bullying. A notícia que postei foi a única que vi.

 

Aquele caso em que uma estudante foi espancada com o capacete a direção expulsou a vítima da escola tb... aff! 09

 

Ou seja, ninguém sabe como lidar com um assunto tão antigo que está sendo discutido sóa gora.
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Sobre o que o Scofa disse. Então, aparentemente, quem defende o casamento igualzinho à como é o dos héteros, na verdade tá pouco se lixando para o conceito do casamento. Não consigo deixar de pensar que eles querem apenas ter o que os héteros tem, independente de precisarem ou realmente se importarem com isso. Ou seja, somos baitolas, não ligamos para o conceito do casamento e, por pura birra, quero ter também.

 

A parada é simples: se os gays obtiverem os mesmos direitos legais que os héteros, não vejo problema algum em chamar isso de algum outro nome que não seja casamento, até para não criar polêmica com os religiosos. Pra quem adora dizer que todos tem que respeitar as diferenças, esse povo tem uma dificuldade em aplicar o discurso pra sí próprio. Sei que a origem da palavra não é necessariamente religiosa, mas porra, qual o problema de abrir mão de um rótulo?

 

PS: Nostromo, nem adianta responder na calada da noite. Não te respondo mais, trollzito...06

 

 

 

 

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Para ser sincero' date=' se eu realmente me importasse, seria contra (talvez até radicalmente) casamento na igreja de homossexuais. Ora, a igreja tem sua doutrina e é uma instituição com seus próprios fundamentos.

 

 

 

[/quote']

 

 

 

Verdade, não faz sentido algum um homossexual querer se casar em um local tão repugnante quanto uma igreja. Pra Igreja essas pessoas não seriam normais, não é? Então pq a necessidade de de jurar votos em um local que te despreze? Realmente não faz sentido.

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"When the world turns its back on you, you turn your back on the world." - Timon

 

Obviamente eu não me refiro a deixar as igrejas de lado por acreditar que não merece a graça de fazer parte delas, e sim "Foda-se, não quero saber de vocês", e ir ser feliz num ambiente liberal, onde se respira com mais facilidade.

 

Sem deixar de buscar seus direitos civis. Todos eles...

 

 

 

Lucy fer2011-05-30 20:48:50

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"When the world turns its back on you' date=' you turn your back on the world." - Timon

 

Obviamente eu não me refiro a deixar as igrejas de lado por acreditar que não merece a graça de fazer parte delas, e sim "Foda-se, não quero saber de vocês", e ir ser feliz num ambiente liberal, onde se respira com mais facilidade.

 

Sem deixar de buscar seus direitos civis. Todos eles...

 

 

 

[/quote']

 

É exatamente isso que me incomoda. Os bibas e simpatizantes são todos melindrados quando se referem à sexualidade deles de maneira pejorativa. Por outro lado, eles se vêem no direito de escolachar tudo que quiserem.

 

O objetivo das minorias radicais não é igualdade, eles querem se impor. É o cantor de rap que ganha grana e começa a esculhambar com os brancos, com a polícia, etc, como se todos os membros desta raça/profissão merecessem ouvir suas merdas.

 

 

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No final das contas, os gays se comportam como aquelas meninas que juram que casamento é uma besteira, só um papel  e tals... mas na primeira chance que têm arrastam o carinha para o altar com tudo que tem direito. Ou seja, embora não importe muito (para eles) é uma maneira de mostrar para o resto que eles podem, porque são iguais a qualquer um, a meu ver, uma visão meio torta de igualdade, iguais, iguais mesmo eles não são.

 

A questão é que a sociedade da qual participamos e de onde viemos (inclusive os gays) a família é uma instituição composta de pai, mãe e filhos. Simples assim.

 
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O objetivo das minorias radicais não é igualdade' date=' eles querem se impor. É o cantor de rap que ganha grana e começa a esculhambar com os brancos, com a polícia, etc, como se todos os membros desta raça/profissão merecessem ouvir suas merdas.

 

[/quote']

Acho que o quadro é bem pior, eu nem acho que elas querem apenas se impor, elas querem ser consideradas MELHORES que os outros, especialmente os que produziram ou lhes causaram dor, o que só lhe aprofunda e amplia a sensação autodestrutiva e irracional perante à sociedade (não é todo mundo que pertence ao grupo que "provocou dor" - aliás, é até minoria em muitos casos -  então não faz sentido algum atirar merda pra todo lado). Minorias radicais são extremamente problemáticas.

 

Mr. Scofield2011-05-30 21:23:52

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A questão é que a sociedade da qual participamos e de onde viemos (inclusive os gays) a família é uma instituição composta de pai, mãe e filhos. Simples assim.

 
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Um comportamento, o de reconhecer apenas um tipo de família, ou qualquer outro, não é certo simplesmente por ser adotado pela maioria por muito tempo. É muito fácil defender tradições e vontades majoritárias quando você se encaixa nelas, então o troço é certo porque é tradição e é majoritário e deve ser assim sempre. É besteira e egoísmo se opor ao reconhecimento de outras formas de família. Nada impede que se use a palavra família de forma mais ampla. Se o casal não tem filhos, ou se o casal tem filhos adotados e é do mesmo sexo, é família também, qual é o problema? É como aceitar a igualdade entre os filhos não importando como eles foram conseguidos. Não tem sentido dizer que situações injustas devem se perpetuar porque já chegaram até aqui e a maioria gosta.

 

Lucy fer2011-05-30 21:24:38

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A questão é que a sociedade da qual participamos e de onde viemos (inclusive os gays) a família é uma instituição composta de pai, mãe e filhos. Simples assim.

 
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Um comportamento, o de reconhecer apenas um tipo de família, ou qualquer outro, não é certo simplesmente por ser adotado pela maioria por muito tempo. É muito fácil defender tradições e vontades majoritárias quando você se encaixa nelas, então o troço é certo porque é tradição e é majoritário e deve ser assim sempre. É besteira e egoísmo se opor ao reconhecimento de outras formas de família. Nada impede que se use a palavra família de forma mais ampla. Se o casal não tem filhos, ou se o casal tem filhos adotados e é do mesmo sexo, é família também, qual é o problema? É como aceitar a igualdade entre os filhos não importando como eles foram conseguidos. Não tem sentido dizer que situações injustas devem se perpetuar porque já chegaram até aqui e a maioria gosta.

 

Eu concordaria se eu estivesse sozinho no mundo avaliando essa questão, mas adotando o ponto de vista racional  é infinitamente menos problemático conferir um outro nome à suposta família ampla (pois família pra mim é só um nome. Para outros não é por causa de suas crenças, que define família com um conceito muito mais importante para eles e definido). Como o PT disse, não causa atritos com os religiosos, por exemplo, e pode ter garantidos todos os direitos (legalmente) de uma família heterossexual. O problema é que querem ser iguais até no nome só para fazer vingancinha. Isto é estúpido ao meu ver.

 

 

 

Mr. Scofield2011-05-30 21:42:30

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Se o nome família não quer dizer nada, porque formar uma nos moldes tradicionalmente conhecidos?
[/quote']

Eu não disse que não significa nada. Eu disse que não precisa ser usado pra apenas um ou dois tipos de união. Tentei encontrar palavras totalmente diferentes, mas ficou estranho. Além disso, é interessante um meio termo (nem totalmente igual, nem totalmente diferente). Assim, como eu já disse, cada um é parcialmente satisfeito, cada um cede um pouco e ganha um pouco. E eu tentei mudar mais do que a primeira letra, mas também ficou estranho.

 

 

Lembrando que não vale a pena escolher nomes longos, já que ninguém vai pronunciar tudo.

 

Lucy fer2011-05-30 22:32:57

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Concimáve

 

Ilavíne

 

Fentaníno

 

Tacináli

 

Litódio

 

Ferencír

 

Patimáter

 

Tearómi.  

 

Coloquei acento em todas pra deixar claro qual é a sílaba tônica. Dei uma nova chance, e descobri que criar palavras novas é divertido. Quando eu peguei o jeito, não quis mais parar. Coisa de quem não tem o que fazer...

Tentei criar nomes aceitáveis, mas eu não teria coragem de propor essa besteira de nomes diferentes a sério, nem anonimamente. Seria antiético. As sugestões são só pra enfeitar a discussão e provavelmente encerrar a minha participação.

 

 

 

Lucy fer2011-05-30 23:03:54

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Ok' date=' chega de alimentar o Troll da madrugada.[/quote']

 

 

 

Típico. Ficou sem resposta... 06.gif

 

 

 

 

 

 

 

Tem algo que precisa ficar claro aqui... o modelo específico de família (papai+mamãe+filhinho) não está sendo imposto por ninguém' date=' ele já é mundialmente aceito e estabelecido há alguns milênios e dando resultados frutíferos desde que foi estabelecido... A imposição vem do outro lado tentando empurrar goela abaixo um outro modelo e ainda com ameaças contra quem pensar diferente.[/quote']

 

 

 

E eu pensei que você ia esclarecer algo...

 

 

 

O modelo tradicional nunca foi unanimidade. E isso nem é problema. O problema é que os que não o queriam sempre acabavam obrigados a adota-lo ou a permanecer sozinhos. Há inúmeros exemplos disso na história. O modelo tradicional de família sempre foi sim imposto pela maioria.

 

 

 

Quanto ao "outro lado", não o vejo tentando impor outros modelos de família. Eles não estão obrigando ninguem a ser mãe/pai solteira(o). Não estão obrigando ninguem a casar com outro homem ou mulher. Não estão tentando tornar o modelo tradicional algo à margem da lei. Muito pelo contrário. O objetivo do "outro lado" é tornar outros modelos aceitos e protegidos pela lei e pela sociedade. Com os mesmos direitos e deveres que o modelo tradicional.

 

 

 

Eu acho ridículo que duas mulheres mais o filho adotivo, por exemplo, não sejam considerados uma família. Vivem juntos, se amam, cuidam uns dos outros, tem afinidades, tem objetivos em comum... Como podem não ser uma família? Até a fulana que casa só para dar o golpe do baú e velho que casa com ela só para exibi-la para os amigos são uma família. Que não seja família para você individualmente, tudo bem. O kako, por exemplo, acha que família é só gente para "meter" e reproduzir. Que ele seja feliz com isso. Mas querer que o resto do mundo se limite a esses conceitos limitados é patético.Nostromo2011-05-31 01:04:12

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O importante é que crescemos' date=' amadurecemos e as pessoas ao seu redor não são as mesmas, ou seja o bullying é passado e as pessoas não devem ficar com medo da sociedade, época de colégio é assim mesmo, crianças, nem sempre sabem o que fazem, só querem aparecer, tenho certeza que muita gente que praticou bullying hoje são pessoas diferentes e a maioria arrependida daquela fase.

 

 

 

Muita gente se interna, errado, a vida muda e tem fases, uma grande oportunidade de dar a volta por cima e seguir a vida como qualquer outra pessoa.[/quote']<font face="Times New Roman, Times, serif" size="3">Engraçado você falar sobre isso. Caiu como uma luva para a situação que estou presenciando aqui no serviço.  O filho do meu chefe está sofrendo bullying na escola. Ele tem cerca de 12 anos e na sexta feira um garoto da mesma idade que ele lhe deu um chute violento no saco (não se sabe o motivo direito, já que quando o chefe fala, ele não vê nada de errado no comportamento do filho uma vez que é pai dele e...infelizmente é o único lado da história que eu vou escutar, então só posso supor que não deve haver santos nesse caso). Mas daí meu chefe está pensando no tipo de atitude tomar. Está pensando em tirar o filho da escola e entrar na justiça contra a escola e os pais do garoto caso o rapaz não seja expulso.Ele está bem nervoso, o menino se recusa a ir à aula e a situação é delicada. Não sei porque prisma olhar. Acho que de todo jeito a situação vai ficar extremamente desagradável.Se você fosse o pai da criança, como você agiria? Acho que eu não saberia muito bem o que fazer. Seu parágrafo é muito bom, mas quando pensamos do ponto de vista já amadurecido. Não sei o que se passa na cabeça de um adolescente cuja escola é seu mundo, seu universo.

 

 

 

Depende muito das situações, primeiro ele tem que saber o motivo de porque o filho ter sofrido Bullying, sentar com ele e conversar é sempre importante, assim entra na proxima étapa, o que vai ser feito, tem opções, ou o cara vai para a diretoria e faz uma reclamação e fala para eles tomarem medidas educativas sobre seus alunos no geral sobre bullying ou especificamente esses que praticaram o bullyng acabem com uma suspensão, para não tomar uma medida mais drástica, a justiça, mas são apenas crianças, isso se os que praticaram o Bullyng não sejam muito mais velhos, o problema pode se estender fora da escola, mas duvido que nessa idade aconteça algo assim, em ultima medida, se o garoto dependendo de como ele pensa sobre o problema, se ele acha que pode continuar na escola se não estiver tão traumatizado, a ultima alternativa e ter que mudar para outra, ai não tem jeito, a mudança de escola e de novos ares vai acabar fazendo com que o menino fique mais tranquilo e continue a sua vida educacional sem tanta pressão, agora se acontecer de novo é porque o garoto tem algum problema, a melhor coisa agora e depois e dirigir-lo a um psicologo, que será a melhor indicação para ele superar seus possiveis traumas e medos que podem se estender em toda a sua vida letiva, porém os pais precisam de dialogo sempre para tentar ajudar-lo e encaminhar-lo da melhor forma, muitos dos pais acham que os filhos não tem problema nenhum e são perfeitos, nem sempre eles tem um dialogo mais profundo, os pais tem uma visão diferente sobre os filhos do que qualquer outra pessoa, mas neste caso é diferente, o bullyng chegou ao ouvido dos pais, tem que tomar alguma medida.

 

 

 

O que não pode sair barato é a escola continuar como se nada tivesse acontecido, ela precisa tomar alguma medida para evitar futuros casos e essa tradição tem que ser eliminada.

 

 

 

A melhor coisa para meninos dessa faixa etária, os que fizeram Bullyng é suspender-los e entrar em contato com seus pais sobre o assunto, para que?, para que esses pais eduquem seus filhos sobre os problemas que um bullyng pode fazer com as pessoas, elas são apenas crianças imaturas sem noção, onde seus hormonios estão começando a pipocar e essa a melhor idade para educar-los.

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