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Forum Cinema em Cena

Religião (#4)


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Dentro de qualquer carro em espaço público é proibido fazer sexo. Cheio de história que policial pega neguinho na hora "h". Mas na maioria das vezes, fazem vista grossa e deixam o casal ir embora. Agora nunca ouvi falar de policial abordar um carro com um casal se beijando...

 

Mas as associações aqui estão meio forçadas. Daqui a pouco alguém solta "e se alguém estivesse estuprando uma menor no banco do taxi? E aí? Eaí?"

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Eu entendo que toda crença em um ser superior é uma religião e nesse sentido, o candomblé e congêneres devem ser tratados como todas as outras religiões são tratadas. A lei não faz essa diferença que

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Abandono do passageiro sem que o serviço de transporte esteja terminado é violar um dos deveres do taxista, assim como a recusa de prestação de serviços fora das condições legalmente previstas.

 

Além disso a comparação com o ato de fumar não procede, pois não é só opinião ou gosto. É proibido fumar em taxi, em ônibus, ou em espaço público.

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Dentro de qualquer carro em espaço público é proibido fazer sexo. Cheio de história que policial pega neguinho na hora "h". Mas na maioria das vezes, fazem vista grossa e deixam o casal ir embora. Agora nunca ouvi falar de policial abordar um carro com um casal se beijando...

 

Mas as associações aqui estão meio forçadas. Daqui a pouco alguém solta "e se alguém estivesse estuprando uma menor no banco do taxi? E aí? Eaí?"

Mas estupro é crime. Mas quanto ao sexo, sinceramente, nunca ouvi falar e nunca vi uma notícia sequer de um casal sendo preso por fazer sexo dentro de um carro ou de um táxi.

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A hipótese cigarro não tem absolutamente nenhuma ligação com o caso em tela.

O cigarro lhe afeta SIM. Cheiro, deteriora o carro e faz mal a sua saúde.

Muito diferente do beijo. Mas muito.

Os motivos, já expliquei.

 

E outra. No seu carro com seu amigo, você teria maior liberdade para pedir pra que não fizesse nada, ainda que fosse um beijo no namorado.

 

Um táxi, prestando um serviço, não teria essa prerrogativa ao meu ver.

 

É claro que tem a ver... é um comportamento, da mesma forma que o comportamento do casal homossexual. Vc está puxando a conversa para os danos causados pelo cigarro - não será uma fumada de uma pessoa que depreciará o carro ou causará doenças pulmonares na pessoa ao lado - para tentar desviar do foco que estou centralizando e assim evitar a problemática ora posta. Ainda que o cigarro não fizesse mal, deixasse apenas o cheiro - que os fumantes adoram - o ponto é: estou discriminando o fumante por pedir que ele não fume na minha casa ou no meu carro?

 

Então em um táxi tá tudo liberado, já que o taxista está prestando um serviço?

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Bom pra mim são duas coisas completamente diferentes.

Um beijo não é um comportamento diferente. Que isso.

Um beijo é um sinal de afeto.

 

Você tá dizendo que beijar é igual a fumar?

 

Você não pode fazer essa comparação, porque a mesma atitude você trataria de, maneira distinta, se fosse homossexual ou heterossexual.

 

Um fumante é outra coisa. Eu teria a mesma atitude pra um fumante negro, branco amarelo, gay, etc.

 

Isso que você não tá enxergando.

 

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Indiscutível. É contravenção passível de prisão sexo em táxi.

 

A não ser que o taxísta participe e não deponha  :D 

 

 

 

 

 

 

É claro que tem a ver... é um comportamento, da mesma forma que o comportamento do casal homossexual. Vc está puxando a conversa para os danos causados pelo cigarro - não será uma fumada de uma pessoa que depreciará o carro ou causará doenças pulmonares na pessoa ao lado - para tentar desviar do foco que estou centralizando e assim evitar a problemática ora posta. Ainda que o cigarro não fizesse mal, deixasse apenas o cheiro - que os fumantes adoram - o ponto é: estou discriminando o fumante por pedir que ele não fume na minha casa ou no meu carro?

 

Então em um táxi tá tudo liberado, já que o taxista está prestando um serviço?

 

 

Mas dook, o cigarro produz cheiro, um beijo não.

Será num trago em um taxi sim que o taxista sentirá o cheiro, mas não será um beijo ou em mil que o taxista sentirá alguma coisa.

Mas tem o fator psicológico, só que um beijo não incomoda psicologicamente a ponto de comparar-se com o cheiro de cigarro., que quem não suporta, não consegue nem estar no mesmo lugar onde está a fumaça. 

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Bom, você foi irônico e não respondeu o mérito do que eu disse.

 

você comparou beijo com fumar. Pra mim absolutamente incompreensível.

 

E depois como eu disse o problema é o tratamento diferente pra mesma coisa. Você repreende o beijo apenas se forem entre homossexuais. Isso é intolerância. E é o que quero chegar.

 

Qualquer fumante, independente de raça cor tipo, sei lá receberia o mesmo tratamento.

 

Já o " beijante" , não.

 

Preciso desenhar?

E é essa postura que eu condeno. Tratar a mesma situação de maneira diferente em razão da raça ou sexualidade. Que foi o caso do taxista.

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o ponto é: estou discriminando o fumante por pedir que ele não fume na minha casa ou no meu carro?

Não há discriminação quando você apenas considerando o ato.

 

Da mesma forma se Dawkins te oferecesse carona com a condição de você não ler a bíblia.

 

A reação não é  motivado a quem está fazendo, mas o que está fazendo.

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1) Taxi não é carona. É serviço. Alguém está pagando por ele, e por causa disso o taxista tem que arcar com alguns deveres.

2) a- Fumante não constitui uma categoria historica e socialmente coesa, com identidade própria. b- Não são direcionadas ações coletivas discriminatórias em relação à pessoa ou em relação ao grupo fumante. c - estão comparando o ato de fumar em si, que não têm maiores conexões, com um ato que só ganha sentido se, e somente, se, vinculado a um determinado grupo social.

 

Se é para fazer analogias esdrúxulas, então façamos direito:

 

"Então, o taxista pega o casal, mas durante o trajeto ele descobre que eles são nordestinos. E então ele pára o carro e pede aos dois para descerem, pois o fato de serem nordestinos e o modo como falam o incomodava".

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Não há discriminação quando você apenas considerando o ato.

 

Da mesma forma se Dawkins te oferecesse carona com a condição de você não ler a bíblia.

 

A reação não é  motivado a quem está fazendo, mas o que está fazendo.

 

Se fala da reação do taxista... acho muita inocência acreditar nisso.

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Bom, você foi irônico e não respondeu o mérito do que eu disse.

 

você comparou beijo com fumar. Pra mim absolutamente incompreensível.

 

E depois como eu disse o problema é o tratamento diferente pra mesma coisa. Você repreende o beijo apenas se forem entre homossexuais. Isso é intolerância. E é o que quero chegar.

 

Qualquer fumante, independente de raça cor tipo, sei lá receberia o mesmo tratamento.

 

Já o " beijante" , não.

 

Preciso desenhar?

E é essa postura que eu condeno. Tratar a mesma situação de maneira diferente em razão da raça ou sexualidade. Que foi o caso do taxista.

 

Mas, Gust, o Dook não falou isso em nenhum post. Dá uma olhada.

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Ele não diz isso claramente porque não quer.

Mas defendeu a posição do taxista por não termos certeza de nada.

Quando entramos no mérito, desvirtua o ponto crítico da discussão.

E em nenhum momento ele afirmou o contrário.

Como o tempo todo ele quer justificar a ação, não a achando discriminatória, não me resta outra interpretação a não ser essa.

Caso eu esteja errado e ele disser o contrário, não tenho qualquer problema em me retratar.

Porém a maneira como conduz a discussão e seus posts, me trazem a essa interpretação. E não devo ser o único...

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Eu não tenho dúvida de que a reação do taxista se refere ao fato do casal ser homossexual. Acho que o cerne da questão é: até que ponto discordar do comportamento alheio é discriminação.

 

Acho que toda a discussão para ele se pauta nesse post aqui (me corrijam se eu estiver errado). Cuidado para não confundir a opinião pessoal do Dook com o questionamento por ele levantado e as hipóteses. Conclusões assim são muito perigosas, ainda mais quando envolve preconceito.

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Eu entendi o post.

Já respondi o que eu achava e o que eu pensava.

Virei hipócrita, que não quero entender, e obtive respostas com ironia, sem se ater ao mérito do meu post.

Daí tirei essa conclusão. Porém repito que se não é o que acha, me retrato facilmente e peço desculpas.

Porém acho difícil ele contestar diretamente isso.

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Acho que toda a discussão para ele se pauta nesse post aqui (me corrijam se eu estiver errado). Cuidado para não confundir a opinião pessoal do Dook com o questionamento por ele levantado e as hipóteses. Conclusões são perigosas, ainda mais quando envolvem alcunhas de defesa de preconceito.

 

Scofa, existem meios e espaços próprios para discordar do comportamento alheio.

O cerne da questão não é só isso. Vai além: é discutir se discordar do comportamento alheio, pelo simples fato de não gostar, implica tratamento diferenciado em prejuízo do outro.

 

Sinceramente, acho que a analogia do casal nordestino é mais adequada. O fato de você não gostar do modo como falam é motivo para se recusar a prestar um serviço?

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Mas Conan, não fui eu quem propôs isso, eu só exemplifiquei o que acho que o Dook falou, hahah.

 

Eu não consigo fazer a analogia com o casal nordestino porque não tem o espectro universal da homossexualidade ou questão racial. Digo porque, para eu, que moro aqui em BH como você, não vejo muito esse tipo de discriminação explícita. Para quem mora em Sampa deve ser um problema muito mais crônico e talvez até comparável. Além do mais, não creio que o modo de falar cause a polêmica idêntica porque o beijo pode ser visto como uma manifestação de carinho inapropriada para alguns ambientes (mas, ao meu ver jamais passível de punição). O ato de falar não deixa essa dúvida. É nessa dicotomia (ver as coisas de ângulos diferentes: a homossexualidade ou o beijo em si?) que reside a abertura para as discussões.

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Aliás, para mim não faz nem muito sentido a discussão nesse âmbito, pois está fechada.

 

O taxista foi preconceituoso da forma que a notícia foi exposta e descrita? Sim. É um show de horrores, o cara é preconceituoso, um absurdo e talz. Ponto final.

 

A discussão verdadeira para mim, que ultrapassa a notícia é: e se ele não concordasse com uma postura qualquer (independentemente da carga polêmica ou não da questão), teria ele o direito de não levar o passageiro ou exigir que o comportamento seja limado por estar no seu táxi? Ou o fato de ser um serviço público não concede a ele esse direito?

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