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Forum Cinema em Cena

Quais Séries Você Anda Vendo?


-felipe-
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Star Wars: The Bad Batch

 

Eu não dava nada pra está série. E assisti ao primeiro episódio ontem e que grata surpresa. Eles pegam no período onde o Imperador mata os Jedis, a malfadada "ordem 63". E tem esse grupo de soldados meio que mercenários mas que ficam andando livremente entre os troopers. Um deles fica falando que o Imperador tem razão, em matar os Jedis, pois eles atacaram ele. Isso é muito atual pega essa informação e é assim que os troopers devem pensar. Tem uma pegada mais sóbria que Rebels, não vi Clone Wars, mas deve ser a mesma pegada.

 

 

the-bad-batch.jpg

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  • 1 month later...
On 3/5/2020 at 11:14 AM, Gust84 said:

Eu terminei esses tempos a série Succession, da HBO, que até levou alguns prêmios nos últimos anos.

É uma série lá em cima, e Brian Cox e Jeremy Strong, simplesmente dão um show de atuação e camadas de seus personagens. 

Recomendo muito!

 

São 2 temporadas, e acho que o total dão uns 18 eps.

Hoje começou a 3!

Muito fera. 

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  • 1 month later...

Parenthood

Série pra ver na pandemia, quando estava no auge e estava todo mundo pirando em casa. Está série é uma novela americana, bem leve com e segue a família Braverman, um família com um patriarca, o ótimo Criag T. Nelson, do filme Poltergeist. A série narra situações do cotidiano da família, seus 4 filhos, seus casamentos, casos namoros e etc. Maratonei a série em certo ponto tem bastante choro, como as pessoa choram aqui. Mas é uma leve série e descompromissada. 

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On 6/23/2021 at 7:56 AM, Big One said:

Orange Is The New Black

Terminei faz um tempo de apesar de ser uma série sobre prisão ele eh bem leve, tem humor, drama e principalmente trata de situação das.mulheres e temas como menstruação, sexo e até onde fica a uretra, coisa que pasmem, tem mulheres que não sabem de onde sai o xixi. Isso foi um dos acertos da série tratados com bom humor e as vezes com seriedade. Super recomendo .

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Fundação ( Apple TV+)

Olha infelizmente não conheço a obra original do Isaac Asimov, mesmo assim eu aguardava.com muito interesse a chegada dessa série. Mas infelizmente está difícil de acompanhar, o núcleo do imperador e sua secretária, assistente robô é bem interessante. Mas o núcleo do matemático e sua pupila, não está bom, tem seus momentos mas muitas vezes as tramas são fracas. É uma pena que um série que tem um material fonte tão bom e uma grande produção não tenha dado certo.

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  • 2 weeks later...

Aracane - Netlifx

 

Pessoal, que série incrível é Arcane, que animação foda!!!!...Eu tinha escutado um burburinho em torno da série de animação, mas não dei bola, pois as pessoas gostam de exaltar tudo hoje em dia, mas aí eu li um post do Hideo Kojima, que fez o game Metal Gear e mais recentemente Death Strading, onde ele disse, "Arcane é o futuro da animação" E de fato a parte técnica impressiona, pela fluidez, pelos traços e pelos quadros, são imagens belissimas, tanto de paisagens quanto dos movimentos das lutas. É uma mistura de pintura tradicional, com traços e rabiscos e com CGI, é como se uma pintura ganhasse vida. E a história é muito boa, acontece um evento e várias histórias parelelas vão se desenrolado. Temos uma cidade rica, o subúrbio que é renegado e generalizado como pessoal ruins, tem as crianças que lutam pra subreviver e no meio disso, magia e ciência.. Estou no penúltimo episódio, de um total de 9, e já lamentando que está acabando.

 

Em 'Arcane', Netflix mira no bilionário mundo dos games on-line | VEJA

 

 

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 Visto a 1ª temporada de CHUCKY

 

Pôster Chucky - Pôster 1 no 3 - AdoroCinema

 

  De todas as  franquias de terror famosas do cinema, creio que nenhuma contou com a presença tão forte de seu criador quanto "Brinquedo Assassino". O roteirista Don Mancini não apenas escreveu todos os sete filmes da série estrelado pelo boneco possuído pela alma de um serial killer (excetuando o remake de 2019 que não teve o seu envolvimento), como diferente do que geralmente ocorre, seu controle criativo cresceu a cada produção. Claro, até onde isso é bom é discutível, mas é digno de nota como Mancini nunca teve medo de arriscar a franquia, que pode ser dividida em três fases distintas. Primeiro, tivemos a "trilogia Brinquedo Assassino", mais voltada para o terror, e que teve no confronto entre o boneco Chucky (sempre dublado por Brad Dourif) e o garoto Andy Barclay o seu principal mote. Então, com os filmes A NOIVA DE CHUCKY e O FILHO DE CHUCKY tivemos a chamada fase cômica (não que não houvesse humor antes, mas a comédia se tornou central), fase representada principalmente pela parceira de Chucky, Tiffany, vivida de forma histriônica por Jennifer Tily (e que também vive uma versão satírica de si mesma). Por fim, nos anos 2010, a franquia deixou o cinema e migrou para o mercado Home Video, com A MALDIÇÃO DE CHUCKY e O CULTO DE CHUCKY, filmes estrelado por Fiona Dourif (a filha de Brad) como Nica, uma garota paraplégica perseguida pelo boneco em filmes com orçamento mais reduzido, que tentavam trazer um pouco do terror mais sissudo da trilogia original, mas sem abrir completamente mão dos elementos assumidamente  satíricos da "Fase Tiffany".

   Enquanto os fãs esperavam um novo filme, que prometia unir as três gerações da franquia, Don Mancini anunciou a produção de uma série de TV. Fazia sentido, tendo em vista que Mancini tenha tido passagens relativamente bem sucedidas em séries do gênero como CHANNEL ZERO e HANNIBAL, e pelos próprios filmes estarem assumindo um caráter mais episódico, embora o anuncio de que a série seria produzida pelo SyFy, canal conhecido por produções de terror e ficção científica de gosto duvidoso não tenha deixado muita gente animada. Prometendo dar continuidade aos eventos dos filmes, ao mesmo tempo em que apresentava Chucky para uma nova geração, CHUCKY estrelou em outubro de 2021, com oito episódios em sua primeira temporada, e devo me dizer que me surpreendi positivamente, ousando dizer que é a melhor produção com o boneco em décadas.

  A trama tem início quando Jake Wheeler (Zachary Arthur), um adolescente que vive na pequena cidade de Hackensack compra um boneco Good Guy em uma venda de garagem, tendo a intenção de usa-lo em seu projeto de arte contemporânea. Mas logo, uma série de mortes começam a acontecer em torno de Jake, e ele não demora  a perceber que o boneco Chucky contém a alma de Charles Lee Ray, um famoso serial killer, natural daquela cidade.

  Em sua primeira temporada, CHUCKY é uma série que pode ser dividida em dois momentos distintos, cada um cobrindo uma metade da temporada. Em seus quatro episódios iniciais, a maior preocupação da série é mesmo apresentar o diminuto vilão para uma nova geração valendo-se de um universo Teen, e faz isso muito bem. A equipe liderada por Mancini consegue trabalhar bem com os clichês das histórias adolescentes ao mesmo tempo em que tira sarro deles, e trabalha de forma satírica (mas nunca boba) alguns temas interessantes como bullyng, homofobia e luta de classes, sem soar panfletário.

 Se o tema da corrupção da inocência, (ou de símbolos sagrados como casamento e família) foi uma constante nos filmes, a série leva isso á um novo nível. O protagonista, muito bem defendido pelo carismático Zachary Arthur, afinal, está passando por momentos bem difíceis. Jake ainda sofre pela morte da mãe, tenta se aceitar em relação a sua sexualidade já que se sente atraído pelo colega Devon (Bjorgvin Arnarson), tem uma relação difícil com seu pai alcóolatra e homofóbico Lucas (Devon Sawa) e é perseguido pela Bullyng do colégio, Lexy (Alyvia Alyn Lind). É nesse cenário que Chucky surge, e começa a sugerir que talvez assassinato possa ser uma idéia interessante para se livrar de alguns problemas.

  A série consegue consruir o arco de Jake e suas angustias de forma bastante sincera (muito pelo próprio Mancini ter confessado que pôs muitos elementos autobiográficos no protagonista), de modo a nos fazer acreditar que esse garoto está tão solitário e perdido, que de fato, pode mesmo ser influênciado por um boneco assassino a cometer um homicídio. Da mesma forma, há algumas viradas interessantes, de modo a mostrar que Jake não é o único jovem a estar com problemas, como é o caso de seu primo Junior (Teo Briones), que sofre constante pressão de seu pai Logan (Devon Sawa outra vez), para ser o melhor nos esportes, e mesmo Lexy, a bullyng filha do prefeito, que nos primeiros episódios nos é apresentada como uma jovem "bitch" que o público quer ver ser morta de forma cruel,  passa a revelar ao público um lado mais suave, em uma transição que não soa forçada por uma boa construção de roteiro e pelo carismoa da talentosa Alyvya Alyn Lind, que juntamente com Arthur, mostra-se a melhor do elenco jovem.

 A série também traz alguns flashbacks da infância e adolescência de Charles Lee Ray, uma opção perigosa, pois poderia "justificar" o mal, mas que serve apenas para mostrar de forma macabra (e morbidamente divertida, em alguns casos), que não existe nada trágico na origem de Chucky, e que ele nunca foi flor que se cheire, criando inclusive alguns contrastes bastante interessantes com o protagonista (a referência a abertura de HALLOWEEN é acertadíssima nesse sentido). Alías, em termos de humor, eu diria que pela primeira vez Mancini conseguiu equilibrar de forma perfeita humor negro macabro (passagens como a de Chucky escondido em baixo da cama são de fazer rolar de rir, assim como o passeio de halloween do vilão) com algumas passagens de horror e drama genuíno.

  A partir do quinto episódio, entretanto, a série cai um pouco, quando tenta articular a história que construiu em seus quatro episódios iniciais, com a mitologia geral da franquia, ao trazer de volta, Andy Barclay (Alex Vincent) e sua irmã Kyle (Christine Elise, vista pela ultima vez em BRINQUEDO ASSASSINO 2), assim como Tiffany e Nica, que seguindo o gancho de O CULTO DE CHUCKY, está possuída pelo vilão. Então, constantemente a série tem que parar pra explicar pra quem está assistindo a série quem são essas pessoas (afinal, nem todos viram os filmes, Kyle mesmo foi vista peloa ultima vez em 1990) e o que elas estão fazendo ali. Além disso, a trama maior envolvendo o fato de Chucky poder distribuir a sua alma em vários bonecos, tal como visto em O CULTO DE CHUCKY também retorna, e a série também tem que parar para explicar esses conceitos. Até mesmo os flashbacks envolvendo os crimes de Charles Lee Ray quando humano (vívido pela própria Fiona Dourif, que sob pesada maquiagem, parece mesmo o pai) e uma jovem Tiffany (Blaise Crocker) pouco ou nada acrescentam para a história.

 Não que os personagens originais não tragam coisas interessantes para a série. O macabro "triângulo amoroso" entre Tiffany, Chucky e Nica (que vez ou outra consegue recuperar o controle do corpo) tem potêncial, assim como a caçada de Andy e Kyle para acabar com todos os pedaços da alma de Chucky, e até o Plot dos multiplos bonecos Chuckys, acaba funcionando muito melhor na série do que funcionou em O CULTO DE CHUCKY. Mas a verdade é que tudo isso parecem sementes para serem trabalhados em temporadas futuras, e não elementos que realmente colaboram com a história da temporada em si, ainda que Andy e especialmente Tiffany tenham papéis centrais nos episódios finais. Mas tira tempo da história dos adolescentes, que de fato é a história da série, fazendo com que os desenvolvimentos emocionais de alguns deles não tenham o mesmo cuidado da primeira metade da temporada, soando até saltados, além de começar a amontoar alguns plots que não levam a lugar algum, como a prisão de uma personagem, suspeita pelos crimes de Chucky.

  Ainda assim, mesmo em seus momentos mais descuidados, CHUCKY nunca perde o senso de diversão, conseguindo manter o equilíbrio entre tensão, horror e bom humor que a franquia perseguiu durante tanto tempo, além de ser uma série muito bem produzida. É um programa muito divertido, com personagens carismáticos, e um Chucky sanguinário (que capricha nos assassinatos absurdos), sarcástico e manipulador, ou seja, no topo de seu jogo. A temporada encerra a jornada dramática de seus personagens de forma satisfatória, ao mesmo tempo em que deixa diversos ganchos muito interessantes (e alguns até horrivelmente angustiantes e perturbadores) para a já confirmada futura 2ª temporada. Mais de trinta anos depois do lançamento do filme original, o velho Chucky se adequou perfeitamente bem ao formato televisivo, mostrando que ainda tem folêgo para algumas brincadeiras novas.

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