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Oscar 2012: Previsões


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TV?AH!

 

 

 

Estou vendo a quarta temporada de Mad Men, e até agora só elogios, ouvi comentários de que a série estava pior, não concordo, o primeiro episódio é fantástico.

 

 

 

"United States Of Tara" tem terceira temporada já disponível e "The Big C" estreia sua segunda temporada em breve, as minhas séries favoritas com suas protagonistas - Collete e Liney, respectivamente - incríveis nas duas, muito boas.

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Eu acho Boardwalk Empire excepcional e na verdade, na minha opinião, o primeiro episódio é o pior, justamente por ter um lance com o fetiche com a época; com o tempo, a série vai se tornando mais sóbria e focada em seus personagens, suas complexidades e os desenrolares de seus ações erráticas. Penúltimo episódio é obra-prima!

 

De todo modo, tenho minhas dúvidas em qual eu escolheria como melhor, se ela ou The Good Wife. Pois esta é uma série de canal aberto, que dá menos autonomia aos realizadores. Fico pensando como eles conseguem, mesmo assim, desfilar tanta elegância e eloquência narrativa. É impressionante!

 

E pra mim Modern Family está MUITO melhor na segunda temporada!

 

 

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Eu acho que Boardwalk Empire não teve muito espaço para complexidade, já que impôs a si a tarefa de lidar com aproximadamente 20 personagens diferentes (isso contando apenas os que estão no elenco fixo), enquanto que sua trama simplesmente não é muito empolgante. Prefiro acreditar que essa temporada foi um prólogo, servindo para apresentar os personagens e suas ligações e preparando o terreno para a trama que eles passarão a construir (como a própria finale parece indicar).

 

Já Modern Family atualmente parece mais uma versão ianque de A Grande Familia: toda semana é algum barraco, confusão ou mal entendido ridiculo, que toma conta do episódio inteiro. Eles não conseguem construir qualquer outro tipo de situação. O último episódio, com a confusão durante a peça, me deu vergonha, assim como o da festa da Lily, com a Gloria drogada e a mãe de Claire querendo arrumar briga com todo mundo. Não que a série algum dia tenha sido maravilhosa (o Emmy dela deveria ter ido para Curb Your Enthusiasm, Nurse Jackie ou mesmo Glee e o do Stonestreet eu prefiro nem comentar), mas é de longe a pior dentre todas as que eu assisto.

 

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Glee é a pior coisa que já vi recentemente, um nojo! E olha que me amarro em musicais.  Concordo com o Panta, a Toni Collette e a Laura Linney são geniais em suas séries, são a razão de ser delas, embora The big C seja bem superior a UST.  Interessante que, tenho absoluta quase certeza, que o Emmy vai pra pelo menos dois Oscarizados esse ano: Martin Scorsese pela direção em 

 

Boardwalk Empire e Kate Winslet.  Agora não vejo demérito em A grande família Lumière.  Não sei se a comparação foi nesse sentido, mas a série brasileira é de grande qualidade, extremamente agradável, muito embora eu não a veja mais desde 2009.  A Globo veio forte esse ano com duas séries de comédia excepcionais, Tapas & Beijos e Macho Man, e uma ótima, Divã.  O mais bacana é que ambas tem algo em comum: um texto muito bom, inteligente, agradável e engraçado e atuações geniais de Andrea Beltrão, Fernanda Torres, Marisa Orth, Jorge Fernando (HILÁRIO!!!) e Lilia Cabral, respectivamente.  A Globo deveria investir mais em séries dramáticas.  A Cura foi um sucesso absoluto de público e crítica (não vi ainda).  E temos exemplos nas investidas da HBO aqui: Filhos do Carnaval, simplesmente brilhante, Alice que eu gosto muito e Mandrake que tinha um roteiro bem afiado e era super bacana. 

 

guidon2011-04-20 23:06:13

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Glee é a pior coisa que já vi recentemente' date=' um nojo! E olha que me amarro em musicais.  Concordo com o Panta, a Toni Collette e a Laura Linney são geniais em suas séries, são a razão de ser delas, embora The big C seja bem superior a UST.  Interessante que, tenho absoluta quase certeza, que o Emmy vai pra pelo menos dois Oscarizados esse ano: Martin Scorsese pela direção em 

 

 

 

Boardwalk Empire e Kate Winslet.  Agora não vejo demérito em A grande família Lumière.  Não sei se a comparação foi nesse sentido, mas a série brasileira é de grande qualidade, extremamente agradável, muito embora eu não a veja mais desde 2009.  A Globo veio forte esse ano com duas séries de comédia excepcionais, Tapas & Beijos e Macho Man, e uma ótima, Divã.  O mais bacana é que ambas tem algo em comum: um texto muito bom, inteligente, agradável e engraçado e atuações geniais de Andrea Beltrão, Fernanda Torres, Marisa Orth, Jorge Fernando (HILÁRIO!!!) e Lilia Cabral, respectivamente.  A Globo deveria investir mais em séries dramáticas.  A Cura foi um sucesso absoluto de público e crítica (não vi ainda).  E temos exemplos nas investidas da HBO aqui: Filhos do Carnaval, simplesmente brilhante, Alice que eu gosto muito e Mandrake que tinha um roteiro bem afiado e era super bacana. 

 

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Alguém se lembra da genial Som e Fúria?

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Boardwalk Empire não lida necessariamente com 20 personagens diferentes, ao menos não numa esfera de abordagem mais integrada. A série vai se resumindo, cada vez mais, a quatro personagens: os do Buscemi, da Macdonald, do Pitt e do Shannon. O restante orbita ao redor dos plots desses personagens, o que é natural em qualquer uma dessas séries (Mad Men tem ainda mais plots que Boardwalk). O que ocorre pra mim é que a série vai entrando cada vez mais no comportamento e escolhas de cada personagem, assim como ocorre em The Sopranos. A diferença é que na série de David Chase, essa aproximação dos personagens ocorre desde a primeiríssima cena, enquanto Boardwalk leva uns quatro episódios para fazer. Porém, na minha opinião, como faz bem feito! Como havia dito, o penúltimo episódio, a ação do Michael Shannon no rio é uma sequência antológica, digna de entrar para uma relação imaginária dos melhores momentos da história da TV americana. E eu pelo menos vejo completamente empolgado e fascinado.

 

Quanto ao prêmio do Scorsese, espero que não chegue. É o episódio mais fraco e equivocado da série, completamente tomado pelo fetiche e sem contribuir em nada à construção da narrativa, do ponto de vista das nuances que os personagens terão no futuro.

 

E Modern Family é uma comédia de situações, nunca foi outra coisa que não isso e nunca se propôs a algo diferente disso. Não consigo conceber como organizar as situações pode ser algo ruim, já que a série se presta a isso. O que faz ela ser ou não relevante nesse caso seria a qualidade ou não de seu texto e elenco. Eu gosto dos dois e acho graça dos episódios, portanto é uma boa série pra mim. Modern Family não é Seinfeld, não quer revolucionar a TV, então não me importo onde a trama da série será dada.  Na verdade, acho bastante coerente com a proposta.

 

 

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Ah, só para pontuar uma outra coisa: fiquei pensando que Modern Family tem uma estrutura que poderia ser considerado como "ambiciosa" ou sei lá, o lance meio mockumentary que existe em The Office, Arrested Development, Parks and Recreations...porém, me parece que o emprego deste artifício na série é bastante naturalista, se é que se pode dizer isso. Além do mais, esse estilo se tornou tão comum, que muito em breve serão exceções as séries convencionais de sitcom.

 

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Eu concordo que Boardwalk tem maior atenção a esses quatro personagens (embora o mais promissor de todos, o de Shannon, não teve o tempo que merecia durante a temporada), mas antes disso, eles precisaram, como dito, estabelecer as ligações entre os personagens e tudo mais. Por isso que, para mim, a série só engrena a partir do episódio da casa do pai do Nucky. Também acho que Paris Green é espetacular e o tipo de coisa que mostra o que a série poderia ser. E Mad Men, apesar de ter mais plots do que Boardwalk, manteve seu foco em 80% do tempo no Don nesta temporada.

 

Sobre Modern Family: eu não vejo isso, de forma alguma, como organizar situações, mas sim limitá-las. Existe um leque de outras opções que eles preferem ignorar talvez por acharem que não provocará muitas risadas no publico. Um raro exemplo em que os roteiristas se permitiram não seguir por essa linha: no episódio Two Monkeys and a Panda, o Jay se preocupa em organizar preparativos para quando ele morrer. E é só isso o plot dele e funciona muito bem. E até mesmo o mal entendido do episódio - como sempre, o plot dos gays - não é por qualquer besteira. Se os roteiristas optassem por situações assim, a série seria muito melhor e não seria incoerente com sua proposta, que é, afinal, acompanhar a vida de três familias comuns. E o fato de não querer revolucionar a tv não é desculpa para mediocridade (entendo que para vc não existe), Raising Hope é uma série hilária e completamente descompromissada.

 

E guidon, eu realmente não gosto de A Grande Familia (embora o elenco seja ótimo), por mim, a Globo tinha acabado com isso há um tempão, já que o texto da série não é engraçado o suficiente nem pra provocar sorrisos.

 

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Alguém se lembra da genial Som e Fúria?

 

Som & Fúria é realmente genial, a melhor coisa que a Globo botou no ar nos últimos tempos. Infelizmente quando a Globo acerta num projeto de qualidade, o povão foge, a audiência derrapa e a série não continua. Ah, como eu queria continuar vendo o dia a dia do Teatro Muncipal de São Paulo.

 

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Sim, Som & Fúria é genial, mas nada na seara de drama foi mais brilhante do que Filhos do carnaval da HBO em séries brasileiras. E sempre gostei de A grande família.  Não estou dizendo que é seu caso Lumière, mas rola um preconceito de muita gente com as séries brasileiras.  Claro que cá, como lá nos EUA existe muita bobagem, mas coisa de alta qualidade também.guidon2011-04-21 20:07:02

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Isso de Boardwalk Empire focar nos quatro personagens depois de estabelecer outras ligações antes não pode e nem deve ser tido como juízo de qualidade, nem pelo bem, nem pelo mal. Não existe uma cartilha de que é assim que deve ser feito. Mad Men pode ter se focado no plot do Don essa temporada, mas isso não faz a série melhor que caso ela não tivesse feito assim. Eu penso que especular sobre o que deveria ser feito é, bem...é inútil e extremamente frustrante, pois assim não a série que é, mas a série que queria que fosse. O mesmo serve para Modern Family. Na minha opinião, esse tipo de valorização (atenção para plots diversos X plot central) não quer dizer nada; o que funciona ou não é como esses elos são estabelecidos. Enfim, a mise en scène mesmo.

 

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Um bom exemplo disso é, novamente, The Good Wife. É uma série sobre a personagem de Juliana Margulies, desde o título isso fica claro, mas eles mantém tamanho controle sobre o material e a construção narrativa das série que são capazes de colocarem ela em segundo plano em alguns episódios. Não é isso que faz a série melhor ou pior, é só uma questão que existe e só é possível, penso eu, por conta da coerência e conhecimento do material que se tem em mãos. Uma série ruim poderia ser completamente focada num único personagem e mesmo assim não prestar.

 

Eu ando esboçando os temas para um texto futuro, sobre o ponto de mudança da TV americana, Sopranos e tal...fico pensando muito em "cartilha", em certo e errado e cada vez mais penso nisso e vejo que é tudo bullshit.

 

 

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Eu entendo seu ponto e não foi, de forma alguma, intenção minha generalizar dessa forma. Cada série é um caso e existe uma série de fatores inerentes à essas duas séries que fazem com que as coisas que eu listei acima não funcionem, no meu caso, mas podem funcionar em alguma outra. Pegando o exemplo de Mad Men: a quarta temporada foi 80% sobre o Don, mas nas outras ela dividia sua atenção com a Betty, a Peggy, o Pete, entre outros (ainda que o Don sempre seja o centro) e eu idolatro cada uma das temporadas com o mesmo fervor (exceto a segunda, cujo inicio é meio fraquinho, mas depois volta ao brilhantismo de sempre).

 

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Eu entendo seu ponto e não foi' date=' de forma alguma, intenção minha generalizar dessa forma. Cada série é um caso e existe uma série de fatores inerentes à essas duas séries que fazem com que as coisas que eu listei acima não funcionem, no meu caso, mas podem funcionar em alguma outra. Pegando o exemplo de Mad Men: a quarta temporada foi 80% sobre o Don, mas nas outras ela dividia sua atenção com a Betty, a Peggy, o Pete, entre outros (ainda que o Don sempre seja o centro) e eu idolatro cada uma das temporadas com o mesmo fervor (exceto a segunda, cujo inicio é meio fraquinho, mas depois volta ao brilhantismo de sempre).[/quote']

 

 

 

Concordo. Eu AMEI a terceira temporada, o último episódio é simplesmente incrível, sensacional. E os primeiros da quarta são tão bons quanto, estou vendo pela HBO mesmo, então vou para o quarto episódio.

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Eu entendo seu ponto e não foi' date=' de forma alguma, intenção minha generalizar dessa forma. Cada série é um caso e existe uma série de fatores inerentes à essas duas séries que fazem com que as coisas que eu listei acima não funcionem, no meu caso, mas podem funcionar em alguma outra. Pegando o exemplo de Mad Men: a quarta temporada foi 80% sobre o Don, mas nas outras ela dividia sua atenção com a Betty, a Peggy, o Pete, entre outros (ainda que o Don sempre seja o centro) e eu idolatro cada uma das temporadas com o mesmo fervor (exceto a segunda, cujo inicio é meio fraquinho, mas depois volta ao brilhantismo de sempre).[/quote']

 

 

 

Concordo. Eu AMEI a terceira temporada, o último episódio é simplesmente incrível, sensacional. E os primeiros da quarta são tão bons quanto, estou vendo pela HBO mesmo, então vou para o quarto episódio.

 

Eu amo essa quarta temporada, genial até o talo e os melhores episódios ainda estão por vir pra você que está vendo pela HBO. Só não é a melhor série do ano porque The Good Wife também é genial até o talo e tem dez episódios a mais.

 

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Pois é, o off topic é saudável e tudo mas acho que já passou do limite mesmo.

 

 

 

 

 

Voltando aos filmes, estranho não terem comentado nada desse aqui ainda,

considerando as opiniões controversas a respeito do seu realizador;

 

 

 

 

 

408px-Melancholia_Poster.jpg

 

dh3bso.jpg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Anticristo foi uma baita decepção pra mim mas to tri afim de ver esse. E

bom ver a Dunst em papéis diferentes. Fora esse tem On the Road e outra

parceria com a Coppola, anunciada hoje.

 

 

Beckin2011-04-25 10:31:44

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