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Forum Cinema em Cena

Oscar 2012: Previsões


Oberon
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Cada um vai apontando seus favoritos. Nesses filmes que os atores são o foco principal' date=' isso sempre acontece.

Mas a cena do vômito é apontada como a melhor do filme. Sempre vai ser, na peça é assim. É de uma genialidade e se atriz dominar a cena, como Winslet aparentemente fez, é inesquecível! 06

O que o Ronny postou é verdade, a crítica italiana foi a loucura com Winslet, muitos artigos apontam como primeira candidata ao Coppa Volpi.

O mote é, o filme é fodão e o elenco está fodão! 06 Não me surpreenderia se houvesse um prêmio pro elenco inteiro, algo como mensão honrosa. Berlin fez algo assim com The Hours.
[/quote']

Cannes fez algo semelhante com o elenco feminino de Volver também né?!
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Comentários do filme da Madonna:

 

Movieline - MIXED
A weirdly sympathetic portrait of Wallis Simpson, the woman for whom a king gave up his throne, W.E. is the story of a life told through stuff: Evening gloves, cocktail shakers, baubles from Cartier, little hats trimmed with netting. It’s as if Madonna went back in time and forgot to talk to actual people, to find out how they lived and what they thought — but she sure did a lot of shopping.

The Telegraph - MIXED
It all looks good, or at least glossy, in the manner of high-end cosmetics commercials. Exotic locations (Portofino, Cap d’Antibes) are visited and luxury brand names (Moet, Cartier, Schiaparelli) tossed around. Wally pays repeatedly visits an auction of the Windsors’ possessions; W.E. often feels like an extended infomercial for Sotheby’s New York. Occasional flashes of wit intrude. “Your Majesty, you know your way to a woman’s heart,” Wallis says. “I wasn’t aiming that high,” he replies. But such moments are rare.

The Playlist - VERY NEGATIVE
All in all, we can only imagine that the Weinsteins bought the film sight unseen, or that they’re hoping to make a fast buck off the back of “The King’s Speech,” because despite a couple of solid performances, the film can’t be redeemed. We’ve never looked forward to Madonna going back on tour more, if only because it means that we’ll know, for certain, that she won’t be using that time to direct another movie.

The Hollywood Reporter - MIXED
This feeling of inevitability, backed up by snippets of Wallis’ own letters registering feelings of being trapped, and her and Edward’s eventual sorry fate as “the world’s most celebrated parasites,” is the one aspect of the story that rings true on a human level and is appealing and almost touching for that. The rest, unfortunately, feels artificial, programmed, rote.

The Guardian - NEGATIVE
For her big directoral flourish, Madonna has Wallis bound on stage to dance with a Masai tribesman while Pretty Vacant blares on the soundtrack. But why? What point is she making? That social-climbing Wallis-Simpson was the world’s first punk-rocker? That – see! – a genuine Nazi-sympathiser would never dream of dancing with an African? Who can say? My guess is that she could have had Wallis dressed as a clown, bungee jumping off the Eiffel Tower to the strains of The Birdy Song and it would have served her story just as well.


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O The Independent evocou Buñuel (mais especificamente, suponho, O Anjo Exterminador) ao analisar Carnage01

 

As in old Buñuel films about dinner parties that never end, the

characters have a morbid compulsion to remain in one another's company.

They try to patch over their differences. Civility is briefly restored –

and then the feuding begins again. As the film progresses, battle lines

are blurred and the couples turn against each other too.

 

 

 

The actors (all likely to be in awards contention) are clearly enjoying

themselves: Waltz is wonderfully sardonic as the lawyer more interested

in taking calls on his mobile than sorting out his son's problems.

Winslet is equally effective as a career woman with a weak stomach.

Jodie Foster strikes just the right pitch of shrewish self-righteousness

as the campaigner Penelope while John C Reilly's bonhomie masks his

anger and cynicism.

 

 

 

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Madonna diretora é das maiores piadas dessa indústria... Mas enfim, ela consegue money o que é... Ah, deixa pra lá.

 

...

 

O Awardsdaily nem comentou Carnage! 06

 

In Contentiou deu a crítica mais negativa de toda a crítica mundial, na realidade a única crítica ruim! 06 O ponto mais grotesco da perseguição... ops, crítica, é quando o ser fala: Winslet é 10 anos mais jovem que o papel... Oi? Na descrição da Yasmina para a apresentação das personagens está lá: Annette (nome original), 35 anos! 06

 

Não estaria o nosso pequeno crítico comparado Winslet com Hope Davis, que tem 46! 06

 

 

 

 

 

 

 

 

FeCamargo2011-09-01 21:46:23

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Uma atuação "fraca" de Winslet é a atuação da vida de uma Keira Knightley ou Anne Hathaway. 

 

Sobre prêmios coletivos, já houve alguns casos como os citados Volver em Cannes (acho que no mesmo ano o elenco masculino de Dias de glória foi premiado) e As horas em Berlim (teve caso de empate també em 2004, com Charlize levando por Monster e Catalina Sadino Moreno por Maria full of grace), mas no caso premiaram todas como atuação feminina.  Se aqui fossem fazer o mesmo, teriam que dar empate em ator e atriz, já que não existe um prêmio de elenco.  Só se resolverem criar uma menção na hora, aí sim.

 

 

 

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O precedente de Veneza é óbvio = O elenco de Short Cuts inteiro foi premiado com um volpi cup paralelo de Melhor Elenco, uma menção honrosa com certeza. Altman levou o Leão de Ouro, empatado com Kielowski por A Liberdade é Azul. Curiosamente Polanski foi congratulado nesse ano com o Leão de Ouro pela carreira.

Ano pouco foda, hein?
Ronny2011-09-01 23:13:53
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Se agora em diante os previsores ignorarem o elenco de Carnage, aí sim será perseguição declarada. Esse elenco nessa história com esse diretor e essas primeiras críticas, difícil imaginar outra coisa se não Oscar.

Acredito que devem lançar Winslet e Foster como Lead e Reilly e Waltz como Supporting, pelo que eu percebi as personagens femininas têm mais força.

 

Vi o trailer do The Eye of the Storm, e quem mais me impressionou foi a Judy Davis. Ela parece estar fantástica, quem sabe se ela não chega lá.

 

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E pensar que este ano temos dois filmes com a excelente Judy Davis.

 

Não creio que The Eye of the Storm tenha chances no Oscar, o filme sequer tem uma distribuidora ainda. É o caso de 360 do Meirelles. Ademais, teriam que surpreender muito pra conseguir alguma coisa, a concorrência é grande.

 

Aliás, Nick Nolte é um dos mais recentes que entraram na parada. Sua atuação em Warrior foi elogiadíssima.
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Do blog da Ana Maria Bahiana

Telluride clareia as apostas para os prêmios. E tem gosto de Brasil.

 

 

 

 

 

nobbs.jpg

Glenn Close em Albert Nobbs

Tilda Swinton, Glenn Close, George Clooney e Michael Fassbender

acabaram de garantir a pole position para a largada da Corrida do Ouro

2011: seus filmes – We Need to Talk About Kevin, de Lynne Ramsey; Albert Nobbs, de Rodrigo Garcia; The Descendants, de Alexander Payne; A Dangerous Method, de David Cronenberg e Shame, de Steve McQueen- estão na seleção do super exclusivo Festival de Telluride que começa amanhã.

São quatro dias do melhor cinema  do mundo todo, sem prêmios e sem

badalações, numa cidadezinha no alto das Montanhas Rochosas. E porque

tem uma curadoria rigorosa, um clima relax e sem pressão (ao contrário

dos grandes festivais), acesso ao mesmo tempo exclusivo e popular e

posicionamento ideal no começo do outono norte-americano, Telluride está

se tornando o melhor primeiro indicador do que vem por aí na temporada

de prêmios.

Note-se, por exemplo, que Albert Nobbs foi escolhido, mas seu principal rival na “batalha das divas”, The Iron Lady,

com Meryl Streep, ficou de fora (segundo a organização do festival, o

filme ainda estava em pós produção e os produtores não queriam arriscar

uma cópia inacabada, como Paul Thomas Anderson fez com Sangue Negro alguns anos atrás.)

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George Clooney em The Descendants

O Clooney diretor de Tudo pelo Poder também não foi considerado pelo festival (e de fato o filme é fraco), mas o Clooney ator está na linha de frente, agora, com The Descendants, o independente-de-luxo que mais tem crescido em zum-zum de bastidor, nestas últimas semanas do verão.

shame.jpg

Carey Mulligan e Michael Fassbender em Shame

Gostei de ver We Need To Talk About Kevin e Shame

na lista: dois filmes com propostas intrigantes por dois diretores

britânicos que vem na contramão do britânico-de-exportação tão comum nas

temporadas de prêmios. Kevin põe Tilda de novo nas cercanias dos prêmios, e Shame pode

finalmente aumentar a popularidade de Steve Mc Queen, um

interessantíssimo diretor inglês (que não se parece nem um pouco com seu

homônimo astro dos anos 1960) cujo filme de estreia em 2008, Hunger,

ainda está na minha lista como um dos melhores, mais originais e

perturbadores títulos da primeira década do século 21. Além do mais, Shame

tem três ótimos atores que, imediatamente, entram para as pré-listas:

Michael Fassbender (que tem o reforço do filme de Cronenberg), Carey

Mulligan (que também tem Drive no seu currículo 2011) e James Badge Hale (que pode ser um dos coadjuvantes do ano).

E agora ao que eu acho mais lindo de Telluride este ano: o Brasil. O Brasil está nas Montanhas Rochosas tanto na presença de Transeunte,

de Eryck Rocha, na mostra principal quanto na mostra paralela

organizada pelo curador convidado, Caetano Veloso. Não sei o que amei

mais: o fato de Caetano ter escolhido Se Meu Apartamento Falasse, do mestre Billy Wilder, ou o documentário Nordeste: Cordel, Repente e Canção,

de minha amiga Tânia Quaresma, cujo maravilhoso trabalho documentando a

música do Brasil eu ainda espero ver devidamente reconhecido. Do Norte

ao Sul.

 

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A Dangerous Method: Venice Film Review

dangerous_method_a_p.jpg

 

 

 

 

The Bottom Line

 

Precise, lucid and thrillingly disciplined, David

Cronenberg's film about boundary-testing in the early days of

psychoanalysis is brought to vivid life by the outstanding lead

performances of Keira Knightley, Viggo Mortensen and Michael Fassbender

 

 

 

http://www.hollywoodreporter.com/review/a-dangerous-method-venice-film-230566

 

 

 

Keira Knightley earns raves at Venice for “A Dangerous Method” – AWARDS ALLEY

David Cronenberg’s latest, “A Dangerous Method,” held its world premiere at the Venice Film Festival, with the press providing a surprising reaction: Applause.

Not

that Cronenberg’s film doesn’t deserve it. There’s a very good chance

it’s great. But the unwashed masses of the media rarely respond with

such effusive praise unless something’s really deserving, so “Dangerous Method” must be something special. Right?

http://www.hollywoodnews.com/2011/09/02/keira-knightley-earns-raves-at-venice-for-a-dangerous-method-awards-alley/

 

 

 

David Cronenberg filma amizade e rivalidade de Sigmund Freud e Carl Jung

 

 

 

Primeira candidata séria ao Leão de Ouro, história é econômica e com atuações brilhantes

 

 

http://ultimosegundo.ig.com.br/veneza/david+cronenberg+filma+amizade+e+rivalidade+de+sigmund+freud+e+carl+jung/n1597190573377.html

 

 

 

===

 

 

 

Mas houveram várias opiniões dividias, como toda obra do Cronemberg

normalmente. Aparentemente quem curte os filmes dele vai curtir esse

pois as características autorais dele estão todas lá.

 

 

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Interessante, muito interessante notar que os grandes candidatos ao Oscar não estão empolgando a crítica em Veneza. Mas ao meu ver, apesar de algumas menções mistas, A Dangerous Method está bem na fita. Muita gente não se empolgou, mas praticamente todos os reviews são positivos.

 

 

A Variety aprovou mas aponta Knightley como o elemento mais falho no filme. Quando tudo se volta para a relação Freud e Jung, diz o crítico, o filme se torna fascinante.

http://www.variety.com/review/VE1117945939/

 

 

The Telegraph (* * *): "Talky, cerebral and intensely complex in its depiction of a fraught three-cornered relationship, A Dangerous Method is quite unlike any other film by director David Cronenberg, still widely associated with blood, gore and body parts. (...) The main performances are fine, with Fassbender conveying seething emotion beneath a calm veneer. But it’s Knightley that one remembers, for a full-on portrayal that is gutsy and potentially divisive in equal parts".


The Evening Standard (* * * *): "
The result is a film which the director calls an intellectual menage-a-trois with sexual overtones, and his first straight biopic.
It is a dark, troubling tale, set at the birth of psycho-analysis, that fictionalises reality with a calm appreciation of the passions that lay behind the trio's different views of treatment, cures and what is "normal" behaviour
".

 

 

The Playlist: (B): "All in all, it’s a pacy, absorbing picture, and one of real substance (certainly more so than the enjoyable, but somewhat hollow “Eastern Promises”). (...) Viggo Mortensen is, as he so often is these days, tremendous".

 

Movieline: "Cronenberg is working from a script by Christopher Hampton, and his control over the material is both masterful and confident in its lightness".


 

Emanuel Levy (B)"Cronenberg's psycho-sexual melodrama is a mixed bag, a superbly acted (Oscar-caliber turns by Fassbender, Mortensen, and Knightley), elegant film that's too theatrical and not particularly provocative or unsettling".
Ronny2011-09-02 13:07:10
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Já rola o burburinho em Telluride de que The Descendants, do diretor Alexander Payne, é outro trabalho notável do diretor, no mesmo nível de Sideways. Fala-se também na melhor atuação da carreira de Clooney.

 

 

 

 

"Just heard that The Descendants is as good as Sideways and maybe George Clooney's best performance".

 

Clooney já está na cidade:

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Glenn Close: 16

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Tilda Swinton:

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Ronny2011-09-02 14:57:47
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O que podemos tirar é que na realidade, todos os filmes estão se confirmando em Veneza, que bela temporada!

 

The Ides of March, Carnage e A Dangerous Method, todos saindo ilesos e aclamados. Acho que o filme do Polanski e do Cronemberg mais ainda que o filme do Clooney.

 

Até o Awardsdaily num comentário singelo, disse que o buzz em cima de Carnage é alto.

 

A Dangerous Method ainda tem Telluride pela frente e Carnage tem NY, como filme de abertura.

 

 

 

 

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Ilesos é exagero, até porque publicações influentes estão presentes no festival e não responderam tão bem aos filmes.

Acho que os tres longas tiveram um bom começo e a expectativa foi consideravelmente baixada, no que estas produções deverão cuidar pra se firmar a partir de Telluride, New York e Toronto.

 

E A Dangerous Method é de longe o mais bem posicionado.

 

______________________

 

 

 

A Sérvia e a Romenia submeteram seus concorrentes para a categoria de Filme Estrangeiro.

 

Ronny2011-09-02 15:12:33
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Interessante' date=' muito interessante notar que os grandes candidatos ao Oscar não estão empolgando a crítica em Veneza. Mas ao meu ver, apesar de algumas menções mistas, A Dangerous Method está bem na fita. Muita gente não se empolgou, mas praticamente todos os reviews são positivos.

 

 

A Variety aprovou mas aponta Knightley como o elemento mais falho no filme. Quando tudo se volta para a relação Freud e Jung, diz o crítico, o filme se torna fascinante.

 

http://www.variety.com/review/VE1117945939/

 

 
[/quote']

 

 

 

Alguém se surpreende?

 

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PS: A monga da Bahiana comentou que The Ides Of March é ruim' date=' ou seja, o filme é bom! 06 [/quote']

 

Aqui devo concordar. 06

 

 

E olha a Screendaily aclamando A Dangerous Method - e Keira Knightley.

 

1139700_a_dangerous_method.jpg

 

An elegant and absorbing chamber piece of the film' date=' David Cronenberg’s delve into the turbulent relationship between psychiatrists Carl Jung and his mentor Sigmund Freud and the talented but troubled young woman Sabina Spielrein who comes between them, is beautifully watchable and driven by a series of thoughtful and stylish performances.

Knightley delivers an impressively nuanced performance that highlights Sabina’s intelligence and charisma
.[/quote']

Ronny2011-09-02 15:51:39
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