Jump to content
Forum Cinema em Cena
jujuba

O Discurso do Rei (The King's Speech)

Recommended Posts

Não achei um tópico sobre na busca, se tiver por favor deletem esse.

 

O DISCURSO DO REI

 imagescaera7g3.jpg  40473609.jpg  imagescavklrus.jpg

 

Sinopse:

George VI (Colin Firth), conhecido como Berty, assume, a contragosto, o trono de rei da Inglaterra quando seu irmão, Edward (Guy Pearce), abdica do posto em 1936. Despreparado, o novo rei pede o auxílio de um especialista em discursos, Lionel Logue (Geoffrey Rush), para superar seu nervosismo e gagueira. Com o tempo, tornam-se amigos.
<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />
Diretor: Tom Hooper
Elenco: Helena Bonham Carter, Colin Firth, Guy Pearce, Michael Gambon, Geoffrey Rush, Timothy Spall, Jennifer Ehle, Derek Jacobi, Anthony Andrews, Eve Best, Dominic Applewhite, Max Callum

Produção
: Iain Canning, Emile Sherman, Gareth Unwin

Roteiro: David Seidler
Fotografia: Danny Cohen
Trilha Sonora: Alexandre Desplat
País: Reino Unido / Austrália
Estreia no Brasil: 11/02/2011
Site oficial
www.kingsspeech.com
Trailer:

 

Premiadíssimo e cotadíssimo  p/ o Oscar p/ melhor filme (drama).

Vi apenas o trailer, arrebatador!
MariaShy2011-01-20 08:24:20

Share this post


Link to post
Share on other sites

thekingsspeech2.jpg

 

Visto finalemnte!

Logo na primeira cena Bertie te catapulta p/ dentro da sua angústia, não conseguir se dirigir a seu povo,  o que não é uma escolha, mas uma necessidade da sua posição. E eis que surge o páginas-amarelas Lionel, mais terapeuta que especialista, dando um foda-se p/ o protocolo e reverencias, mas sensível em perceber que para “curar“ Bertie seria preciso curar outras feridas antes.<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

Há uma cena em que ele assiste Hitler discursando (não entende alemão) e é fascinante ver a expressão de Firth aqui, não de horror, de preocupação, a impressão que tive é de que ele via, não um louco desumano que botou o mundo em guerra, mas um homem que conseguiu fazer isso através da voz.

Spoiler light: o discurso da guerra te prende na tensão de cada palavra proferida.  Dirigir-se ao seu povo p/ convoca-lo p/ uma guerra, um momento crucial, inevitável e sem garantias se o rei conseguiria dessa vez.
Algo fascinante é ver que a guagueira do rei não provoca riso ou deboche, mas comiseração e constrangimento.

Não colocar um Oscar nas mãos de Firth seria heresia... e não me importaria se Bale perdesse p/ Rush.

MariaShy2011-01-31 08:25:33

Share this post


Link to post
Share on other sites

 

Spoiler light: o discurso da guerra te prende na tensão de cada palavra proferida.  Dirigir-se ao seu povo p/ convoca-lo p/ uma guerra' date=' um momento crucial, inevitável e sem garantias se o rei conseguiria dessa vez.
Algo fascinante é ver que a guagueira do rei não provoca riso ou deboche, mas comiseração e constrangimento.

Não colocar um Oscar nas mãos de Firth seria heresia... e não me importaria se Bale perdesse p/ Rush.

[/quote']

 

A sequencia do titulo do filme é o climax dessa producao, e da mesma maneira q uma luta final decisiva do Rocky tem efeito catartico em quem assiste. A conducao dessa cena aliada a trilha sonora ajudam pra conseguir este efeito com uma simples voz. Em tempo, a musica q rola no discurso de declaracaod e guerra a Alemanha é a Setima Sinfonia de Beetoven..alias, um alemao! E é a mesma musica utilizada no inicio (e fim) daquele filme, The Fall..

 

Bem, eu ja acho q o Colin realmente apavorou, e o Rush fez apenas um bom papel. Aí eu ja sou mais o chapado Bale, cuja atuacao é bem mais hipnoptizante q a do fonaudiologo, mas essa é minha opiniao apenas.
Jorge Soto2011-01-31 09:55:44

Share this post


Link to post
Share on other sites

Superconcordo ctg sobre o discurso.

E o fato de ter sido proferido de maneira Spoiler light: insegura, pausada  e não numa oratória milagrosamente incrivel, só torna tudo mais verossimel.


Meu! Parecia que Bertie tinha a nação inteira prendendo a respiração, não só pelo conteudo da msg, mas pelo êxito (ou não) de pronunciá-la satisfatóriamente.
Ah, momento lindio!

 

Sobre Bale e Rush, se tu reparar bem Rush está com uma dicção/pronuncia perfeita e não tem tanto a ver (acho) com o fato de ser uma característica natural dos ingleses. Achei que era uma referencia sutil à sua profissão fracassada de ator teatral.

 

Share this post


Link to post
Share on other sites

O Discurso do Rei lidera indicações ao Oscar

Foi dada a largada! A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou a relação dos indicados ao Oscar, a maior premiação do cinema. O filme mais lembrado foi O Discurso do Rei, com 12 indicações, seguido de perto por Bravura Indômita, com 10 indicações.

 

A principal ausência sentida foi Christopher Nolan (A Origem), preterido na categoria de melhor diretor. Já as surpresas ficaram por conta da indicação de Javier Bardem como melhor ator por Biutiful e a boa presença de Inverno da Alma, com quatro indicações incluindo melhor filme.

 

Destaque também para a Pixar, que pelo segundo ano consecutivo emplacou uma animação entre os indicados a melhor filme. Toy Story 3 é o terceiro filme de animação a alcançar este feito, repetindo A Bela e a Fera e Up Altas Aventuras.

 

O Brasil ficou de fora na categoria de filme estrangeiro, mas está presente na de documentário. Lixo Extraordinário, coprodução com o Reino Unido, conquistou uma indicação na categoria.

 

Notícia: Oscar 2011.

 

Fonte: Adoro Cinema.

 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Filme insosso sem uma cena particularmente criativa. Sim é bom (médio), bons atores que parecem se esforçar tanto para ganhar um Oscar que vai sair um ovo da bunda deles.

 

Mas tem tudo que o Oscar gosta, discurso grandioso e inspirador, atuações de medalhões como Geoffrey Rush, que faz aquele personagem de personalidade pitoresca que cativa todo mundo, afinal é só o que ele consegue fazer ultimamente. E a protagonista feminina forte e decidida.

 

Argh... pessoal, sério, esse filme não foi feito pensando na audiência, foi feito pensando em Oscar. Já pararam para pensar quantos filmes ambientados na segunda Guerra ganham Oscars? É quase como um feitiche da academia. E vejam quais desses ganhadores resiste ao tempo para se tornarem clássicos?

 

Daqui a um ano ninguém mais vai sequer comentar esse filme padrão sem alma, assim como ninguém comenta Guerra ao Terror, ou os Inflltrados que foi mais cariade para o Scorcese, ou Gladiador (que é um bom pipoca e nada mais) ou Shakespeare Apaixonado. Ugh....

 

 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Mas é até herege como a guerra é mero pano de fundo aqui.

Não acho que ela é usada como  mote e alavanca p/ descolar um Oscar.

Na verdade se fosse contar um ponto p/ apelação nesse sentido faria mais sentido citar a vibe de cinebiografia.

 

O filme é bom, sim. Acho que mais pelas interpretações que pela ppria hsitória.

 

O ponto alto do filme é se Bertie terá êxito ou não e foda-se a guerra.

Tanto, que qd Bertie vê Hitler discursando ele nem tá aí p/ guerra, está morrendo de inveja!

Share this post


Link to post
Share on other sites

 

Mas é até herege como a guerra é mero pano de fundo aqui.

Não acho que ela é usada como  mote e alavanca p/ descolar um Oscar.

Na verdade se fosse contar um ponto p/ apelação nesse sentido faria mais sentido citar a vibe de cinebiografia.

 

O filme é bom, sim. Acho que mais pelas interpretações que pela ppria hsitória.

 

O ponto alto do filme é se Bertie terá êxito ou não e foda-se a guerra.

Tanto, que qd Bertie vê Hitler discursando ele nem tá aí p/ guerra, está morrendo de inveja!
[/quote']

 

Pano de fundo ou não, não importa, a academia adora esse cenário, seja o

conflito em si como "O Resgate do Soldado Ryan" que deu mais um Oscar

ao Spilberg ou apenas a ambientação como o "Paciente Inglês"

 

 

 

E sim, as interpretações são o foco aqui. É o que os gringos chamam de

"actor's filme" ou filme de ator, em que a história é voltada para a

interpretação do artista, se preocupando em montar um cenário que o ator

mostre as suas habilidades do que uma história mais trabalhada.

 

 

 

E isso fica bem claro nesse filme, que apela para uma história verdadeira mas de execução básica.

um palco para Colin Firth e Geofrey Rush mostrarem o quão bom eles são. Mas só, é um bom filme, mas duvido muito que algém vai lembrar dele daqui a 1 ano.

 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Não lembrar é bom sinal e não ruim.

Indica que a safra foi tão boa que não bateu nostalgia de "velhos" filmes.


E este pode não ser um filme tão arrebatador qto "Black Swan", mas eu o prefiro a "A Rede Social" ou "Inception" prontofalei!

 

Anyway, não vejo ameaças p/ Firth, na indicação de melhor ator, não (otimismo meu, tlavez).

Share this post


Link to post
Share on other sites
Gostei de "O Discurso do Rei". Concordo quando dizem que é um filme feito para ganhar o Oscar, que segue uma fórmula, que foi feito para agradar a Academia e tal, mas este aqui tem alma e coração, diferentemente do o nosso colega anteriormente comentou. E isso faz toda a diferença a favor deste filme que nem é o meu preferido na disputa ("Cisne Negro", "A Origem" e "A Rede Social" são superiores), mas é competente no que se propõe. E é claro que o elenco está afiadíssimo, especialmente Firth. Rush defende seu personagem-clichê com unhas e dentes e a Carter está OK, normal, o que é um elogio para ela. Thiago Lucio2011-02-06 20:59:31

Share this post


Link to post
Share on other sites

O Discurso do Rei vence o BAFTA

Mais uma premiação para a conta de O Discurso do Rei.

Após abocanhar os prêmios dos sindicatos dos produtores, diretores e

atores, chegou a vez do longa-metragem britânico ser laureado em seu

país de origem.

 

Aconteceu neste domingo a cerimônia de entrega do

BAFTA, premiação organizada pela British Academy of Films and

Television Arts e que inclui filmes falados em língua inglesa. O Discurso do Rei foi o grande vencedor da noite, levando para casa sete premiações, entre elas as de filme, ator (Colin Firth), ator coadjuvante (Geoffrey Rush) e atriz coadjuvante (Helena Bonham Carter).

 

A surpresa ficou por conta da vitória de David Fincher (A Rede Social)

como melhor diretor. O longa-metragem sobre a criação do Facebook

iniciou a temporada de premiações como grande favorito, mas tem perdido

força nas últimas semanas.

 

Entre as atrizes, vitória para Natalie Portman por Cisne Negro. Toy Story 3 venceu como melhor filme de animação, enquanto que Os Homens que Não Amavam as Mulheres levou para casa o prêmio de melhor filme estrangeiro.

 

Confira abaixo a relação completa dos premiados.

 

MELHOR FILME

 

O Discurso do Rei

 

MELHOR DIRETOR

 

David Fincher (A Rede Social)

 

MELHOR ATOR

 

Colin Firth

 

MELHOR ATRIZ

 

Natalie Portman (Cisne Negro)

 

MELHOR ATOR COADJUVANTE

 

Geoffrey Rush

 

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

 

Helena Bonham Carter

 

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

 

O Discurso do Rei

 

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

 

A Rede Social

 

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO

 

Toy Story 3

 

MELHOR FILME ESTRANGEIRO

 

Os Homens que Não Amavam as Mulheres

 

MELHOR FILME BRITÂNICO

 

O Discurso do Rei

 

MELHOR FOTOGRAFIA

 

Bravura Indômita

 

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

 

A Origem

 

MELHOR FIGURINO

 

Alice no País das Maravilhas

 

MELHOR TRILHA SONORA

 

O Discurso do Rei

 

MELHOR MAQUIAGEM

 

Alice no País das Maravilhas

 

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS

 

A Origem

 

MELHOR SOM

 

A Origem

 

MELHOR EDIÇÃO

 

A Rede Social

 

MELHOR REVELAÇÃO

 

Chris Morris (Four Lions).

 

 

Notícia: BAFTA.

Fonte: Adoro Cinema.

 

 

Share this post


Link to post
Share on other sites

O talento de Firth, a irreverência de Rush e a curiosidade de ver uma Bonham Carter normal valem o ingresso, mas melhor do ano? Quando se tem Toy Story 3, Cisne Negro, A Rede Social e A Origem? Pára né. É bem feitinho e tal, filme simpático, mas não faz frente a nenhum desses.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Eu gosto bastante desse filme.  Acho-o fantástico em mostrar a vida doméstica, o protocolo, etiqueta, a pompa...daí tu tem a noção do qto era importante  as aparições, o falr em público.

 

Isso me lembrou pouco Lady Di.

Share this post


Link to post
Share on other sites
Pois é Fel' date=' estes filmes que você citou também considero melhores que "O Discurso do Rei". Até o "127 Horas" achei um pouco mais bacana também, não que "O Discurso do Rei" seja ruim.[/quote']

 

127 Horas é ótimma pedida pra Sessao da Tarde mas não pra candidato a melhor filme do Oscar..

Share this post


Link to post
Share on other sites

 

O talento de Firth' date=' a irreverência de Rush e a curiosidade de ver uma Bonham Carter normal valem o ingresso, mas melhor do ano? Quando se tem Toy Story 3, Cisne Negro, A Rede Social e A Origem? Pára né. É bem feitinho e tal, filme simpático, mas não faz frente a nenhum desses.[/quote']

 

O que dizer? Acho o mesmo..um bom filme, bela fotografia, Rush e Firth ótimos mas não o melhor do ano.

 

 

 

 

Share this post


Link to post
Share on other sites

É por isso que Firth merece um Oscar, ainda que o filme tivesse um mote  "pouco empático" ele conseguiu sobressair-se mesmo em meio as boas produções desse ano.

Mérito de Firth e do resto do elenco tb.

 

By the way, foi estranho ver Bohan Carter de cabelo penteado...aff! 13

Share this post


Link to post
Share on other sites

Vou copiar e colar o comentário que fiz no meu blog aqui.

 

Primeiramente devo dizer uma coisa sobre o filme que me deixou

encantada: que trilha sonora linda (!!!). Alexandre Desplat, mais uma

vez, arrasando. Não conhece o trabalho dele? Confira os mais recentes em

"O Escritor Fantasma", de Polanski, e a primeira parte de "Harry Potter

e as Relíquias da Morte", sendo este meu favorito dele até então.

Retomando as impressões, vamos falar sobre atuações (rimou rs): Geoffrey

Rush... Fantástico (!!!). Cativa desde a primeira vez que surge em

cena, tá mandando muito. Colin Firth também merece todos os elogios do

mundo e Helena Bonham Carter, sério, sua linda, tá ótima como a esposa

companheira, muitas vezes trasmitindo apenas com o olhar seu amor e

compaixão pelo marido.

 

 

 

Além de retratar com dignidade o problema da gagueira do Rei, o filme é

hábil ao mostrar que ser parte de uma Família Real não é legal não,

zente hahah. Não é vida de Princesa da Disney. É muita frieza,

formalidade, compromisso com isso e aquilo lá etc. Já imaginou alguém

abrindo a porta para você todos os dias? E alguém te dizendo o que você

deve fazer, com quem deve falar? Que porrreeee.

 

Desses problemas surge entre "Bertie" (heheh) e Lionel uma amizade forte

e bonita, além de todos os momentos cômicos do filme. E, posso elogiar

Geoffrey Rush mais uma vez? Hahah. Teve uma cena que me marcou. Ao

conversar com o Rei, ele pergunta: "afinal, o que seria da vida sem os

amigos" e eis que o Rei responde: "eu não saberia dizer". Zente, o olhar

que ele faz para Rei... Que baita ator.

 

 

 

Além disso, contamos com um figurino sensacional, Fotografia e Direção

de Arte idem. A impressão que temos é de que estamos na Inglaterra

daquela época, de estarmos assistindo a um filme antigo com qualidade

HDTV hahah. Mas assim, impecável.

 

 

 

É um baita drama, com certeza, mas me faltou algo quando saí da sessão,

sabem? O filme me fez rir, me emocionou durante, mas no final eu não

fiquei "uow!". Isso não o desmerece, nem um pouco, como já deixei claro,

ainda é um drama e tanto, melhor que "A Rede Social". E sim, "Cisne

Negro" ainda é meu favorito da lista do Oscar até então.

 

 

 

 

Share this post


Link to post
Share on other sites

E no mais, Colin Firth e Geoffrey Rush são meus favoritos pra estatueta. Sim, Rush, mesmo tendo assistido ao Bale e sim, Firth, mesmo tendo assistido ao Bridges.

 

Acho que a atuação dos dois aqui é primorosa. Principalmente o Rush, que carrega o filme, praticamente. São atuações mais sutis e precisam ser (neste caso) mais inspiradoras para atrair o público e puta merda, o Rush faz isso como ninguém! Eu acho que o Bridges tá ótimo em Bravura, mas acho que ele tá fazendo um tipão. Bale sensacional em O Vencedor, sim, mas só do meio para o final, quando é exigida a carga dramática maior. O Rush é impecável do início ao fim e o Firth tem um baita trabalho aqui, ao retratar sem soar fake e tosco um gago e, ao mesmo tempo, saber dosar com perfeição a carga dramática de um Rei.

 

 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Perdoe se esse comentário veio meio tarde...mas assisti Discurso do Rei semana passada... Acho que um filme para ser bom tem que nos prender a trama com um roteiro inteligente e instigador...acho que o Discurso do Rei apresenta esses elementos , pois além de ser uma história marcante, possui um que um filme deve ter de melhor: um excelente roteiro - David Seidler fez um trabalho primoroso!

 

 

 

Abraço

Share this post


Link to post
Share on other sites

Join the conversation

You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.

Guest
Reply to this topic...

×   Pasted as rich text.   Paste as plain text instead

  Only 75 emoji are allowed.

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

×   Your previous content has been restored.   Clear editor

×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.

Loading...

×
×
  • Create New...