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Plutão Orco

Terrorismo é justificável?

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Aproveitando o tópico vejam como o ocidente são os verdadeiros mocinhos com a população sofrida da Líbia e oriente. Mandam bombas de urânio enriquecido ou bombas sujas. Só não é pior que as bombas atômicas. 07

 

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Urânio empobrecido, uma estranha forma de proteger os civis líbios

Nas primeiras 24 horas de bombardeios a Libia, os aliados gastaram 100 milhões de libras esterlinas em munição dotada de ponta de urânio empobrecido. Trata-se de um resíduo do processo de enriquecimento de urânio que é utilizado nas armas e reatores nucleares, sendo uma substância muito valorizada no exército por sua capacidade para atravessar veículos blindados e edifícios. Esse urânio empobrecido pode causar danos renais, câncer de pulmão, câncer ósseo, problemas de pele, transtornos neurocognitivos, danos genéticos em bebês e síndromes de imunodeficiência, entre outras doenças. O artigo é de David Wilson.

David Wilson – Stop the War Coalition

Stop the War Coalition

“Os mísseis que levam pontas dotadas de urânio empobrecido se ajustam à perfeição à descrição de uma bomba suja...Eu diria que é a arma perfeita para assassinar um monte de gente”.
Marion Falk, especialista em física e química (aposentada), Laboratório Lawrence Livermore, Califórnia (EUA).

Nas primeiras vinte e quatro horas do ataque contra a Líbia, os B-2 dos EUA lançaram 45 bombas de 2 mil libras de peso cada uma (um pouco menos de uma tonelada). Estas enormes bombas, junto com os mísseis de cruzeiro lançados desde aviões e navios britânicos e franceses, continham ogivas de urânio empobrecido.

O DU (urânio empobrecido, na sigla em inglês) é um resíduo do processo de enriquecimento de urânio que é utilizado nas armas e reatores nucleares. Trata-se de uma substância muito pesada, 1,7 vezes mais densa que o chumbo, muito valorizada no exército por sua capacidade para atravessar veículos blindados e edifícios. Quando uma arma que leva uma ponta de urânio empobrecido golpeia um objeto sólido, como uma parte de um tanque, penetra através dele e depois explode formando uma nuvem quente de vapor. Esse vapor se transforma em um pó que desce ao solo e que é não só venenoso, mas também radioativo.

Um míssil com urânio empobrecido quando impacta algo sólido queima a 10.000°C. Quando alcança um objetivo, 30% dele fragmentam-se em pequenos projéteis. Os 70% restantes se evaporam em três óxidos altamente tóxicos, incluído o óxido de urânio. Este pó negro permanece suspenso no ar, e dependendo do vento e das condições atmosféricas pode viajar a grandes distâncias. Se vocês pensam que Iraque e Líbia estão muito distantes, lembrem-se que a radiação de Chernobyl chegou até Gales.

É muito fácil inalar partículas de menos de 5 micra de diâmetro, que podem permanecer nos pulmões ou em outros órgãos durante anos. Esse urânio empobrecido inalado pode causar danos renais, câncer de pulmão, câncer ósseo, problemas de pele, transtornos neurocognitivos, danos genéticos, síndromes de imunodeficiência e estranhas enfermidades renais e intestinais. As mulheres grávidas expostas ao urânio empobrecido podem dar à luz a bebês com deformações genéticas. Uma vez que o pó se vaporiza, não cabe esperar que o problema desapareça. Como emissor de partículas alfa, o DU tem uma vida média de 4,5 milhões de anos.

No ataque da operação “choque e pavor” contra o Iraque foram lançadas, somente sobre Bagdá, 1.500 bombas e mísseis. Seymour Hersh afirmou que só o terceiro comando de aviação dos Marines dos EUA lançou mais de “quinhentas mil toneladas de munição”. E tudo isso carregava pontas de urânio empobrecido.

A Al Jazeera informou que as forças invasoras estadunidenses dispararam 200 toneladas de material radioativo contra edifícios, casas, ruas e jardins de Bagdá. Um jornalista do Christian Science Monitor levou um contador Geiger até zonas da cidade que sofreram uma dura chuva de artilharia das tropas dos EUA. Encontrou níveis de radiação entre 1.000 e 1.900 vezes acima do normal em zonas residenciais. Com uma população de 26 milhões de habitantes, isso significa que os EUA lançaram uma bomba de uma tonelada para cada 52 cidadãos iraquianos, ou seja, uns 20 quilos de explosivos por pessoa.

William Hague, Secretário de Estado de Assuntos Exteriores britânico, disse que estávamos indo a Líbia “para proteger os civis e as zonas habitadas por civis”. Vocês não têm que olhar muito longe para ver a quem e o que está se “protegendo”.

Nas primeiras 24 horas, os aliados gastaram 100 milhões de libras esterlinas em munição dotada de ponta de urânio empobrecido. Um informe sobre controle de armamento realizado na União Europeia afirmava que seus estados membros concederam, em 2009, licenças para a venda de armas e sistemas de armamento a Líbia no valor de 333.357 milhões de euros. A Inglaterra concedeu licenças às indústrias bélicas para a venda de armas a Líbia no valor de 24,7 milhões de euros e o coronel Kadafi pagou também para que a SAS (sigla em inglês do Serviço Especial Aéreo) para treinar sua 32ª Brigada.

Eu aposto que nos próximos 4,5 milhões de anos, William Hague não irá de férias ao Norte da África.

Tradução: Katarina Peixoto

 

Fonte: http://cartamaior.com.br

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A parte negritada é flood... O tópico fala sobre terrorismo e você jogou igrejas no balaio... 

Não, a parte negritada se refere em resposta ao sapo. E pra bom entendedor ela nada mais diz q alienação cega/preconceito e terrorismo andam de mãos dadas..

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Acho primordial postar esta informação para quem vive na ilusão de que os palestinos não sofrem tanto para rebelarem e insurgirem. Qualquer pessoa em sã consciência lutaria pelo que é caro como seus filhos. Os palestinos sofrem todo tipo de abuso imaginável, calados pelo mundo com a alcunha de criminosos. E vivem dignos de um gueto nazi-fascista: <?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

Observação está em língua galega, mas dá para entender quase tudo.

 

 

Jerusalém Este: A nova tática israelita de deter por sistema as crianças palestinianas

 

Palestina - Repressom e direitos humanos

Domingo, 07 Agosto 2011 02:00

Jornal - 070811_detidoIsrael recorre à detenção de crianças palestinianas como medida dissuasória para esmagar a resistência e o protesto em Jerusalém Este.


O Comité para os Direitos Civis de Israel denuncia o abuso policial e os maus tratos físicos e emocionais das crianças nas esquadras.

Quase 1.300 menores palestinianos foram arrestados em Jerusalém Este -um sector da cidade sob ocupação israelita desde 1967- pela Polícia de Israel entre Outubro de 2009 e Novembro de 2010, sob a acusação de atirar pedras contra os agentes, segundo os dados facilitados num recente relatorio da Associação para os Direitos Civis de Israel (ACRI). A todos foram imputados cargos penais. Esta tendência continuou durante 2011, com centenas de crianças detidas nesta regiom da cidade, nomeadamente no bairro de Silwan, muito perto da Esplanada das Mesquitas.

Os menores são arrestados habitualmente durante a noite, levados das suas casas a centros policiais onde são interrogados sem a presença de advogados, dos seus pais ou de outros familiares, e quase todos são submetidos a algum tipo de maus tratos, quer psicológicos ou físicos, segundo denuncia a Associação para os Direitos Civis de Israel. Este tipo de práticas viola acordos internacionais coma a Convenção para os Direitos das Crianças de Nações Unidas ou a Quarta Convenção de Genebra. Também a própria legislação sobre menores israelitas. De acordo com o relatorio de ACRI, as crianças palestinianas de Jerusalém Este não desfrutam desta proteção. Um dos testemunhos incluídos no relatório ilustra o dia a dia das detenções de menores em Jerusalém Este: "A polícia decidiu arrestar M.R., de doze anos, com o intuito de interrogá-lo. Com este fim, chegaram ao seu domicílio às 03,00 horas da madrugada com agentes de reforço para o levar à esquadra. Quando chegaram à porta da sua casa bateram nela com tanta força que acordaram os vizinhos. Quando perguntaram quem estava a bater com tanta força a essas horas, começou uma disputa aos berros entre a Polícia e o pai do menor, que não estava de acordo com a conduta dos agentes. A discussão continuou e o pai negou-se a abrir a porta até que os oficiais lhe entregaram uma intimação em que se especificava que a criança teria que passar pela esquadra durante as próximas 24 horas para ser interrogado".

A. A, de Isarawiya, por sua parte, assegura que o seu interrogatório durou três horas. "Durante todo este tempo perguntaram-me sobre o lançamento de pedras, no qual não estou implicado. Pelo modo e as formas do meu interrogador, em seguida me dei conta de que não tinham nenhuma prova para me acusarem e que só decidiram arrestar-me aleatoriamente. Cada dia vêm ao bairro e arrestan crianças que não têm nada que ver com o lançamento de pedras, mas eles [a Polícia] seguem a vir bem para nos assustar bem para dissuadir-nos".

No caso de M.E., outro menor de 12 anos do bairro de Silwan, o detenção produziu-se na noite depois do seu aniversário. A criança assegurou que a Polícia israelita empregou violência contra ele. Segundo a Associação para os Direitos Civis em Israel. "Depois do detenção, produziu-se uma mudança nos padrões de comportamento da criança", segue o relatório. A 17 de Janeiro de 2010, junto com os seus pais "acudiu à consulta do médico de família, quem lhe diagnosticou insónia, pesadelos, excessiva dependência dos seus pais, uma deterioração do seu rendimento escolar, comportamento violento, em casa e fora e sintomas de estresse como arrancar o próprio cabelo, falta de apetite e pensamentos inquietantes". A criança foi derivada a um serviço de atenção neurológica. E, depois de que a sua condição piorasse, a finais de Fevereiro de 2010 foi atendido por um psiquiatra que determinou que precisava de atendimento urgente para lhe curar o trauma causado".

Interrogatórios

Esta ONG também denuncia que a Lei do Menor israelita é sistematicamente violada nos detençãos e interrogatórios de crianças palestinianas residentes em Jerusalém Este. A normativa hebraica especifica, neste sentido, que o detenção de um menor deve evitar-se sempre que possível e que, se se produzir, tem que ser breve."Em qualquer decisão que se tomar para arrestar um menor, a idade do suspeito e o impacto do detenção no seu estado de bem-estar físico e mental devem ser tomadas em consideração". Estes aspectos, denuncia a ONG, são ignorados regularmente.

Além disso, enquanto a idade mínima para atribuir responsabilidade penal a uma criança é de doze anos, crianças de até sete anos têm sido arrestados e interrogados em Silwan por serem suspeitos de atirar pedras. "Mesmo quando a polícia é consciente de que o menor em questão estava abaixo da idade mínima para ser considerado responsável penal, nunca fizeram distinção entre as crianças mais pequenas e as crianças de mais idade no modo como conduzem as suas investigações", assegura ACRI no seu relatório de 2011."As crianças têm sido presas durante horas, esposados e ameaçados durante os interrogatórios; os agentes gritam e exercem pressão de qualquer jeito para que revelem informação sobre os incidentes que tiveram lugar nos seus bairros. Neste contexto, é importante enfatizar que quanto mais pequeno for a criança, maiores são as probabilidades de que possa vir a experimentar um trauma e um dano psicológico derivado desse tratamento", acrescenta o relatório.

Mas os maus tratos não só afetam as crianças. Os próprios pais são objeto de assédio policial, segundo o relatório. Jamal Alashkar, pai de duas crianças detidas pela polícia israelita em Outubro de 2010, declarou que depois da detenção dos seus filhos permaneceu de pé diante da esquadra de polícia sem que lhe permitissem o acesso à mesma. Quando finalmente pôde entrar, os polícias israelitas interrogaram-no como suspeito de ter incitado os seus filhos a que atirassem pedras contra a polícia hebraica no bairro de Silwan. "Quando o interrogador começou a berrar e ameaçar os seus filhos, Alashkar opôs-se a esse facto e começou a discutir com o oficial. Finalmente foi expulso da sala de interrogatórios", diz o relatório de ACRI.

Os relatores do Comité para a Defesa dos Direitos Civis de Israel também incidem no calvário que vivem dentro dos carros policiais depois de serem detidas e antes de chegarem à esquadra. "Durante os primeiros minutos depois da detenção, especialmente se for durante a noite, as crianças estão esgotadas, estressadas e assustadas. Qualquer investigação policial é claramente inválida e constitui um abuso de poder sobre uma população fraca nun momento de máxima vulnerabilidade". A ONG ressalta ainda o perigo de que se extraiam falsos testemunhos numa situação de indefensão para as crianças e lembra que algemar nas deslocações os menores vai contra a lei, exceto em casos de extrema gravidade. Além do mais, ressalta os efeitos negativos físicos e mentais que pode ter sobre eles.

O ACRI insta a Polícia israelita a que respeite as leis penais existentes no país. Demanda, em concreto, que deixe de fazer uma interpretação excessivamente expansiva da lei e que permita a presença nos interrogatórios dos menores ou dos seus familiares. Também lembra à Polícia que a Lei de Menores israelita especifica que as detenções só se podem produzir durante o dia e pede que se trate as crianças com sensiblidade pela sua curta idade, e o desenvolvimento físico e emocional que estão a experimentar, e pelas consequências negativas de interagir com as forças da ordem, e as sociais e emocionais. "Toda interação policial com menores deve preservar a sua dignidade e dar um peso adequado às consideração sobre a sua reabilitação e reintegração na sociedade".

Silwan

O propósito deste tipo de atuações policiais é o de esmagar ou dissuadir o protesto e a resistência no bairro de Silwan, na parte este da cidade, e sob ocupação desde 1967. Desde que em 1991 os colonos se estabeleceram no bairro, as tensões dispararam. Na atualidade, os colonos judeus controlam a jazida arqueológica de David, que atrai milhares de visitantes a esta parte da cidade. Uns 400 colonos estão na atualidade residindo num bairro onde vivem 40.000 palestinianos. Os israelitas contam com uma companhia de segurança privada própria subcontratada pelo Ministério israelita de Fomento e Habitação. Em setembro de 2010, ACRI publicou outro relatório intitulado Área insegura" no qual ressaltava que o custo de manter a segurança privada em Silwan custara aos fundos públicos israelitas uns 16 milhões de dólares anuais. "Segundo os residentes [palestinianos], a perceção é que os guardas de segurança actuam de um modo abusivo, tanto contra as crianças que jogam nas ruelas coma contra os adultos. Empregam violência física e verbal e mesmo fazem uso de armas carregadas. Além disso, segundo os residentes, os guardas de segurança disparam logo e consideram-se com o último poder para servirem de fiscais da vida diária no bairro", assegurou esta ONG.

Pouco depois da ocupação de Jerusalém Este depois da guerra de 1967, o Estado israelita elaborou um censo de residentes palestinianos e forneceu cartões de identificação de Jerusalém a uns 66.000. Os que não estiveram presentes durante o censo deixaram de ter permissão de residência na cidade. Desde essa data, uns 14.000 cartões de identificação -os azuis, diferentemente dos residentes nos Territórios Ocupados, que empregam os verdes- foram revogados, depois de que os israelitas pusessem em marcha um sistema draconiano para demonstrar que "o centro vital" dos palestinianos que a demandam é a cidade de Jerusalém. Se se deixa a cidade por sete anos, ou se adquire nacionalidade estrangeira perde-se automaticamente o direito a residir em Jerusalém ou a entrar na cidade para trabalhar ou para visitar os familiares ou os lugares sagrados.

 

Plutão Orco2011-08-09 02:08:56

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Se os pais não dão educação aos filhos, ou até mesmo devem orientá-los a jogar pedras, então devem sofrer as consequencias sim. Se há culpados são os próprios pais e essa cultura de incentivar as crianças a até pegarem em armas... E é claro que não serã tratados como criancinhas indefesas e inocentes, mas como criminosos e com o tratamento adequado que devem receber

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Se os pais não dão educação aos filhos' date=' ou até mesmo devem orientá-los a jogar pedras, então devem sofrer as consequencias sim. Se há culpados são os próprios pais e essa cultura de incentivar as crianças a até pegarem em armas... E é claro que não serã tratados como criancinhas indefesas e inocentes, mas como criminosos e com o tratamento adequado que devem receber
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Leia o texto na integra antes de soltar uma opinião destas.07<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

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Não quer ler nada sobre o tema e quer meter o bedelho sobre isto?<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

Se não quer ler esta no seu direito, então não poste argumentos às cegas sobre a reportagem desvirtuando o tópico.

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Pessoas racionais precisam de ter conhecimento acerca do tema abordado para poder tecer alguma opinião!

 

 

 

Se você não mora no local, não vivencia, não fez qualquer experiência a respeito do local, logo a leitura é a sua fonte principal, e se não leres, logo não tem base pra argumentar.

 

 

 

 

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Se os pais não dão educação aos filhos' date=' ou até mesmo devem orientá-los a jogar pedras, então devem sofrer as consequencias sim. Se há culpados são os próprios pais e essa cultura de incentivar as crianças a até pegarem em armas... E é claro que não serã tratados como criancinhas indefesas e inocentes, mas como criminosos e com o tratamento adequado que devem receber
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Leia o texto na integra antes de soltar uma opinião destas.07<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

Do texto que você postou eu só li o começo e há divergências com o que foi publicado pela fonte oficial, do grupo que publicou o relatório. Mas eu já tinha visto a notícia. E comentei com base nisso e não em ponto específico do texto que você postou.
Judy Rush2011-08-09 18:08:15

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Do texto que você postou eu só li o começo e há divergências com o que foi publicado pela fonte oficial' date=' do grupo que publicou o relatório. Mas eu já tinha visto a notícia. E comentei com base nisso e não em ponto específico do texto que você postou.
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Se você leu bom então. Embora ainda duvide muito. Acho que então merece meu total desprezo para emitir uma opinião absurda. Pautada no preconceito e visão parcial do quadro social. <?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

Nem vou entrar no mérito que se trata de crianças e neste caso, para mim não existe justificativa para interrogar, torturar, abusar ou sequer agredir fisicamente ou mentalmente. Mesmo que tenham jogado pedrinhas contra tanques blindados e guardas armados de fuzil vamos aos fatos.  

 

Primeiro a cultura deles não é uma cultura melhor ou pior que a dos ocidentais, logo rotular isto como problema é idiota. Isto foi sedimentado por anos de jornalecos parciais que pregam que árabe é sinônimo de terrorista. Antigamente achava como muitos que os jornais não eram absurdos, mesmo vendo a versão de um dos lados. Sempre a versão liberada por militares de Israel dos acontecimentos, logo como a maioria formava uma opinião militar baseada na mentalidade beligerante dos acontecimentos.

 

Segundo as centenas de vítimas mirins de interrogatório são inocentes para piorar a situação. A maioria nunca se quer desrespeitou as autoridades, ou seja: foram pegas aleatoriamente ou porque estavam no local errado, ou simplesmente para criar terror mesmo.

 

E por fim, se eles fazem isto com crianças inocentes imagine o que estes fazem com adultos palestinos. Se bem que acho que nem se devem se incomodar com a idade. São mentalidades formadas na mais pura falta de culpa pelos seus atos de pura maldade.

 

O pior disto tudo não é nem a notícia, mais a opinião etnocêntrica que infelizmente não é rara da sua parte. De quem é o errado no final das contas é a população que sofre estes abusos ao invés das autoridades repressoras em seu claro abuso e discriminação.

Plutão Orco2011-08-09 19:20:10

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Mais informação para quem tem interesse. Aproveitando a onda de protestos que apenas começou por enquanto na Inglaterra. Afinal vai acontecer de novo ate que as mentes obtusas, se abram para querer entender os problemas sociais ao invés de simplesmente sufocá-los.

 

Inglaterra: Porque agora?

 

A jangada de ideias

Quarta, 10 Agosto 2011 02:00

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Jose Biern Boyd Perfeito

Porque é que as mesmas áreas sempre explodem primeiro, seja qual for a causa? Puro acidente? Pode ter algo a ver com as raças e a pobreza de classe institucionalizada e das dificuldades da vida quotidiana?


Os políticos da coligação Conservadores-LIB DEM (incluindo o novo (velho) New Labour, que pode muito bem preparar-se para um governo nacional, se a recessão continuar em ritmo acelerado), com suas ideologias petrificadas não podem desligar-se disto, porque os três partidos são igualmente responsáveis ​​pela crise. Eles indicaram o caminho.

Não se pode agora olhar para o lado e assobiar, como se nada fosse com eles.

Eles priviligiam dos ricos, não se interessam pelos mais pobres, governam contra eles, com uma descarada á vontade, cortam o que os movimentos sociais levaram anos de sangue e de lágrimas a construir.

Agora, para demostrar poder, vão dizer que os juízes e magistrados devem dar o exemplo, dando sentenças pesadas e exemplares para os manifestantes que foram presos.

Eles nunca questionaram seriamente porque é que nenhum policia foi processado pela morte de mais 1.000 pessoas, em custódia desde 1990. Seja qual for o partido que nos tem governado, qualquer que seja a cor da pele do MP's, eles revelam as mesmas linhas, os mesmos interesses.

Sim, sabemos que a violência nas ruas de Londres é ma. Sim, sabemos que o saque das lojas é errado. Mas porque é que isso está a acontecer agora? Porque não aconteceu no ano passado? Porque as queixas e a revolta se acumularam ao longo do tempo, porque quando o sistema provoca a morte de um jovem cidadão a partir de uma comunidade pobre, simultaneamente conscientemente e inconscientemente, essa comunidade quer a resposta. E tem os meios proprios de a exigir.

E pode ficar pior se os políticos se subjugarem á elite capitalista, com o apoio da televisão estatal domesticada e a a network de Murdoch, e não conseguirem lidar com a economia, continuando a punir os mais pobres e os menos abastados com as políticas governamentais que têm vindo a promover vai para três décadas. Desumanisar o 'inimigo', em casa ou no exterior, criando mêdo e prisão sem julgamentos, não pode resultar para sempre.

Há uma centelha de futuro, aqui.

Se houvesse um partido de oposição política séria no Parlamento deste País, estaria a argumentar a favor de desmontar o andaime instável do sistema neo-liberal antes que ele se desintegre totalmente e esmague ainda mais pessoas.

Em toda a Europa, as características que separavam os partidos de centro-esquerda de centro-direita, os conservadores de social-democratas, desapareceram. A mesma retorica da política oficial e da solucao para a sociedade, priva os segmentos menos privilegiados do eleitorado, a maioria, de poder decidir as suas proprias politicas

Os jovens desempregados ou precarios em Tottenham, Hackney, Brixton e Enfield , sabem muito bem que o sistema está contra eles. Confrontar os políticos não tem impacto real sobre a maioria das pessoas, muito menos os da iluminação dos fogos nas ruas.

Os fogos serão apagados.

Haverá alguns inquéritos patéticos ou outros a avaliar porque Mark Duggan foi baleado, os sentimentos e os lamentos serão expressos, haverá flores da polícia no funeral.

Os manifestantes presos serão punidos e todos vão dar um suspiro de alívio e seguir em frente até isto acontecer novamente.

Jose Biern Boyd Perfeito

Oxford09082011

 

Fonte: http://www.diarioliberdade.org/

Plutão Orco2011-08-12 21:18:41

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Pessoas racionais precisam de ter conhecimento acerca do tema abordado para poder tecer alguma opinião!

 

 

 

Se você não mora no local' date=' não vivencia, não fez qualquer experiência a respeito do local, logo a leitura é a sua fonte principal, e se não leres, logo não tem base pra argumentar.

 

 

 

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Por mim fechou aqui.
 
Senão é tudo achismo

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A partir que um País joga uma bomba atômica para apenas demonstrar o seu podério bélico' date=' sim, todos os outros tem o direito de fazer o mesmo contra eles e seus aliados.

 

[/quote']

 

Não, não tem, pois em minha lógica um erro não justifica outro. Aliás, essa é a forma dos brasileirinhos justificarem as merdas que fazem. "Todo mundo faz".

 

É, Marx foi foda, veja onde sua doutrina comunista levou os países que a seguiram.06

 

 

 

quem diz que um erro não justifica outro, é porque não entende porra nenhuma de história e apenas aceita os fatos como são.

 

Um erro não só justifica outro como é uma conseqüência de outro anterior.

 

No caso das bombas atômicas, o erro foi do próprio Japão de não ter se rendido quando já estava destruído.    Pra vc ter uma noção, o kamikaze só aconteceu porque não tinha combustível pra voltar.     A prova disto foi que, ao menos 1 piloto que sobreviveu, nem chegou a praticar o suicídio porque o combustível acabou antes.

 

Por que isso?    Porque os EUA viram que o Japão não se rendeu e sentiu que poderia ganhar muito entrando na guerra.    Então, eles cortaram o fornecimento de petróleo pro Japão.

 

Para o autor do tópico, é preciso tomar cuidado quando expõe essa questão tão complexa.     Se vc disser que terrorismo é justificável, vc está declarando como justo qualquer tipo de ação agressiva.

 

bye

 

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Concerteza usar a força bruta como reposta não é aceitável. Criei o tópico por várias razões, como já apontou o tema é complexo, pois evolve sociologia, história, geopolítica entre outras coisas. Diferente de alguns que simplesmente deixam o tema na superfície apenas taxando como criminoso e inaceitável, mas o mundo não é simples assim. Como já postei antes existem vários fatores que levam a este ato e a história mostra que muitas vezes na sociedade do mundo se alinhou perfeitamente contra aquilo que hoje abomina. <?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

Aproveitando o tópico já viram o documentário

. Vejam acho primordial ver este documentário para pegar o fio da problemática dos conflitos árabe-israelense.

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A matemática macabra do 11 de setembro

 

A resposta dos EUA ao ataque contra o World Trade Center engendrou duas novas guerras e uma contabilidade macabra. Para vingar as mais de 2.900 vítimas do ataque, algumas centenas de milhares de pessoas foram mortas. Para cada vítima do 11 de setembro, algumas dezenas (na estatística mais conservadora) ou centenas de pessoas perderam suas vidas. Mas essa história não se resume a mortes. A invasão do Iraque rendeu bilhões de dólares a empresas norteamericanas. Essa matemática macabra aparece também no 11 de setembro de 1973. O golpe de Pinochet provocou 40 mil vítimas e gordos lucros para os amigos do ditador e para ele próprio: US$ 27 milhões, só em contas secretas.

 

Marco Aurélio Weissheimer

 

O mundo se tornou um lugar mais seguro, dez anos depois dos atentados de 11 de setembro e da “guerra ao terror” promovida pelos Estados Unidos para se vingar do ataque? A resposta de Washington ao ataque contra o World Trade Center e o Pentágono engendrou duas novas guerras – no Iraque e no Afeganistão – e uma contabilidade macabra. Para vingar as mais de 2.900 vítimas do ataque, mais de 900 mil pessoas já teriam perdido suas vidas até hoje. Os números são do site Unknown News, que fornece uma estatística detalhada do número de mortos nas guerras nos dois países, distinguindo vítimas civis de militares. A organização Iraq Body Count, que usa uma metodologia diferente, tem uma estatística mais conservadora em relação ao Iraque: 111.937 civis mortos somente no Iraque.

 

 

 

Seja como for, a matemática da vingança é assustadora: para cada vítima do 11 de setembro, algumas dezenas (na estatística mais conservadora) ou centenas de pessoas perderam suas vidas. Em qualquer um dos casos, a reação aos atentados supera de longe a prática adotada pelo exército nazista nos territórios ocupados durante a Segunda Guerra Mundial: executar dez civis para cada soldado alemão morto. Na madrugada do dia 2 de maio, quando anunciou oficialmente que Osama Bin Laden tinha sido morto, no Paquistão, por um comando especial dos Estados Unidos, o presidente Barack Obama afirmou que a justiça tinha sido feita. O conceito de justiça aplicado aqui torna a Lei do Talião um instrumento conservadora. As palavras do presidente Obama foram as seguintes:

 

 

 

"Foi feita justiça. Nesta noite, tenho condições de dizer aos americanos e ao mundo que os Estados Unidos conduziram uma operação que matou Osama Bin Laden, o líder da Al Qaeda e terrorista responsável pelo assassinato de milhares de homens, mulheres e crianças."

 

 

 

O conceito de justiça usado por Obama autoriza, portanto, a que iraquianos e afegãos lancem ataques contra os responsáveis pelo assassinato de milhares de homens, mulheres e crianças. E provoquem outras milhares de mortes. E assim por diante até que não haja mais ninguém para ser morto. A superação da Lei do Talião, cabe lembrar, foi considerada um avanço civilizatório justamente por colocar um fim neste ciclo perpétuo de morte e vingança. A ideia é que a justiça tem que ser um pouco mais do que isso.

 

 

 

Nem tudo é dor e sofrimento

 

 

 

 

 

 

 

Mas a história dos dez anos do 11 de setembro não se resume a mortes, dores e sofrimentos. Há a história dos lucros também. Gordos lucros. Uma ótima crônica dessa história é o documentário “Iraque à venda. Os lucros da guerra”, de Robert Greenwald (2006), que mostra como a invasão do Iraque deu lugar à guerra mais privatizada da história: serviços de alimentação, escritório, lavanderia, transporte, segurança privada, engenharia, construção, logística, treinamento policial, vigilância aérea...a lista é longa. O segundo maior contingente de soldados, após as tropas do exército dos EUA, foi formado por 20 mil militares privados. Greenwald baseia-se nas investigações realizadas pelo deputado Henry Waxman que dirigiu uma Comissão de Investigação sobre o gasto público no Iraque.

 

 

 

Parte dessa história é bem conhecida. A Halliburton, ligada ao então vice-presidente Dick Cheney, recebeu cerca de US$ 13,6 bilhões para “trabalhos de reconstrução e apoio às tropas. A Parsons ganhou US$ 5,3 bilhões em sérvios de engenharia e construção. A Dyn Corp. faturou US$ 1,9 bilhões com o treinamento de policias. A Blackwater abocanhou US$ 21 milhões, somente com o serviço de segurança privada do então “pró-Cônsul” dos EUA no Iraque, Paul Bremer. Essa lista também é extensa e os números reais envolvidos nestes negócios até hoje não são bem conhecidos. A indústria da “reconstrução” do Iraque foi alimentada com muito sangue, de várias nacionalidades. Os soldados norte-americanos entraram com sua quota. Até 1° de setembro deste ano, o número de vítimas fatais entre os militares dos EUA é quase o dobro do de vítimas do 11 de setembro: 4.474. Somando os soldados mortos no Afeganistão, esse número chega a 6.200.

 

 

 

A matemática macabra envolvendo o 11 de setembro e os Estados Unidos manifesta-se mais uma vez quando voltamos a 1973, quando Washington apoiou ativamente o golpe militar que derrubou e assassinou o presidente do Chile, Salvador Allende. Em agosto deste ano, o governo chileno anunciou uma nova estatística de vítimas da ditadura do general Augusto Pinochet (1973-1990): entre vítimas de tortura, desaparecidos e mortos, 40 mil pessoas, 14 vezes mais do que o número de vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001. Relembrando as palavras do presidente Obama e seu peculiar conceito de justiça, os chilenos estariam autorizados a caçar e matar os responsáveis pelo assassinato de milhares de homens, mulheres e crianças.

 

 

 

Assim como no Iraque, nem tudo foi morte, dor e sofrimento na ditadura chilena. Com a chancela da Casa Branca e a inspiração do economista Milton Friedman e seus Chicago Boy’s, Pinochet garantiu gordos lucros para seus aliados e para si mesmo também. Investigadores internacionais revelaram, em 2004, que Pinochet movimentava, desde 1994, contas secretas em bancos do exterior no valor de até US$ 27 milhões. Segundo um relatório de uma comissão do Senado dos EUA, divulgado em 2005, Pinochet manteve elos profundos com organismos financeiros norte-americanos, como o Riggs Bank, uma instituição de Washington, além de outras oito que operavam nos EUA e em outros países. Segundo o mesmo relatório, o Riggs Bank e o Citigroup mantiveram laços com o ditador chileno durante duas décadas pelo menos. Pinochet, amigos e familiares mantiveram pelo menos US$ 9 milhões em contas secretas nestes bancos.

 

 

 

Em 2006, o general Manuel Contreras, que chefiou a Dina, polícia secreta chilena, durante a ditadura, acusou Pinochet e o filho deste, Marco Antonio, de envolvimento na produção clandestina de armas químicas e biológicas e no tráfico de cocaína. Segundo Contreras, boa parte da fortuna de Pinochet veio daí.

 

 

 

Liberdade, Justiça, Segurança: essas foram algumas das principais palavras que justificaram essas políticas. O modelo imposto por Pinochet no Chile era apontado como modelo para a América Latina. Os Estados Unidos seguem se apresentando como guardiões da liberdade e da democracia. E pessoas seguem sendo mortas diariamente no Iraque e no Afeganistão para saciar uma sede que há muito tempo deixou de ser de vingança.

 

 

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=18435

 

 

 

Eu não olhei a fonte onde ele tirou os números, mas se for verdade, o que não duvido, já é uma clara evidência da hipocrisia, e dos interesses por trás de tanta política sensacionalista.Gustavo Adler2011-09-11 15:42:56

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A palavra certa para o 11/09 é que conveniência. Conveniência para estes lucros exorbitantes. E acho difícil não imaginar isto como um trabalho interno, já que graças a esta “guerra do terror” a indústria bélica nunca esteve tão bem.

 

Só para acrescentar outro documentário sobre o conflito árabe-israelense:

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Plutão Orco2011-09-11 17:33:04

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Relendo o post, meio que sem querer, procurando algum dado que havia aqui, eis que encontro...

 

 

 

Ou você pode usar conceitos básicos de cidadania e ordem. Coisa que anarquista não conhece ou gosta mesmo.

 

 

 

 

 

 

Ordem de quem?

 

 

 

Para haver uma ordem' date=' alguém definiu-a como tal, e deseja que todos a sigam. É simples, só que a democracia é mais justa por, justamente, em seus fundamentos, a ordem é construída através do confronto de perspectivas, vozes, ideias, conceitos,... de toda as camadas, pessoas, da sociedade... e assim ajustando-se mais adequadamente ao corpo da sociedade

 

 

 

cidadania?

 

 

 

Cidadania (do latim, civitas, "cidade")[1'] é o conjunto de direitos e deveres ao qual um indivíduo está sujeito em relação à sociedade em que vive.[2]

 

 

 

Pois é, me diga qual povo não é cidadão? não tem um direito ou deveres para a comunidade que vive?

 

 

 

É,... esse fórum é contamindado por intelectuais classicistas, que se consideram possuir dons especiais do intelecto que o levam a uma classe especial, quase como a ignorância da arrogância. A ignorância é uma benção   06.gif

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