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Terrorismo é justificável?


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<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" ="Msonormal"><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 9pt">A palavra certa para o 11/09 é que conveniência. Conveniência para estes lucros exorbitantes. E acho difícil não imaginar isto como um trabalho interno' date=' já que graças a esta “guerra do terror” a indústria bélica nunca esteve tão bem.

 

 

 

 

<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" =Msonormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 9pt">Só para acrescentar outro documentário sobre o conflito árabe-israelense:

<SPAN style=mso-spacerun: yes"> </SPAN><?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><O:P></O:P></SPAN><?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><O:P></O:P>
</SPAN>[/quote]

 

 

 

Claro, claro, o Bush mandou atacar o próprio país para criar uma desculpa para atacar o Iraque depois.

 

 

 

Será que não foi ele quem mandou matar o JFK também?

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Claro' date=' claro, o Bush mandou atacar o próprio país para criar uma desculpa para atacar o Iraque depois.

Será que não foi ele quem mandou matar o JFK também? [/quote']

 

Não estou buscando uma lógica absurda. E sim uma lógica plausível e sim está é uma lógica plausível. Seria desculpa perfeita para movimentar a indústria bélica, indústria imobiliária, obter posições estratégias na região etc. <?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

Antes de achar isto absurdo ou fantasioso na sua brincadeira. Seria justo fazer o mesmo também com as armas de destruição <?:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" />em massa.

 

As armas de destruição em massa que foi real razão pela qual levou os EUA para lá e não os atentados?

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Se o Bush quisesse arranjar uma desculpa pra atacar os países árabes, era só inventar uma asneira qualquer (como a de que o Iraque tinha armas químicas) ou então simplesmente atacar sem inventar nada mesmo.

 

 

 

Imagina se uma armação desse porte vaza (se o partido democrata ou algum repórter privado fica sabendo, por exemplo), seria o fim dos Bush e do partido Republicano.

 

 

 

Há muitas teorias sobre esse atentado, a mais coerente continua sendo a inépcia dos serviços de inteligência do governo bush, a começar pela burrice do próprio, para evitar o ataque.

 

 

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Tem uma lista de opiniões e laudos de engenheiros e outros técnicos e não de um Alex Jones da vida sobre o atentado 11/09/2001. E muitos deles dizem:  Foi um trabalho de implosão controlada. Não foi um profissional ou outro foram vários de diversas áreas. Navalha de Occam. <?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

E as armas de destruição em massa do Iraque? Já vazou este conto da carochinha que era uma fraude e Bush e seus amigos ilesos por ai.

Plutão Orco2012-04-17 18:14:22
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 A teoria da implosão é furada. Até por que o World Trade Center foi projetado pra ruir daquele jeito mesmo em caso de ataque externo. Se não, ele cairia sobre um dominó sob o resto da cidade, aumentando o numero de mortes.

 

 A Al-Kaeda não é uma ilusão. Ela existe, foi treinada pelos proprios EUA e depois estes se voltaram contra eles. Por consequencia, os americanos devem ter ficado de olho neles.

 

 Mas o serviço de inteligencia americano é muito mais preparado que a Al-Kaeda. A pergunta é: Sera que uma operação deste porte seria feita sem que a inteligencia americana soubesse? Dificilmente;

 

 Não acredito que os americanos derrubaram o World Trade Center. O que eu acho é que eles sabiam que o ataque ia acontecer, e permitiram que acontesse. Por isso não acredito na teoria da implosão. É muito melhor deixar que o inimigo faça o trabalho sujo por você do que ir lá e arriscar o proprio pescoço.

 

 E não foi a primeira vez que isso aconteceu. Coisa semelhante aconteceu na decada de 40. Os americanos não atacaram Pearl Harbor. Mas existem varias evidencias que apontam que eles sabiam com antecedencia que a base aerea seria atacada, e permitiram que acontecesse.
Questão2012-04-17 19:04:56
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 Não acredito que os americanos derrubaram o World Trade Center. O que eu acho é que eles sabiam que o ataque ia acontecer' date=' e permitiram que acontesse. Por isso não acredito na teoria da implosão. É muito melhor deixar que o inimigo faça o trabalho sujo por você do que ir lá e arriscar o proprio pescoço.

 

 

 

 E não foi a primeira vez que isso aconteceu. Coisa semelhante aconteceu na decada de 40. Os americanos não atacaram Pearl Harbor. Mas existem varias evidencias que apontam que eles sabiam com antecedencia que a base aerea seria atacada, e permitiram que acontecesse.
[/quote']

 

 

 

O que dá no mesmo!

 

 

 

Ou melhor, agrava ainda mais a situação, uma vez que a inteligência dos EUA sabiam da chacina de vários de seus conterrâneos e deixaram ocorrer não por incapacidade, mas por intencionalidade.

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  Concordo plenamente ADLER. E o mais revoltante é que se isso for verdade (e pessoalmente acredito que seja) os orgãos da inteligencia que permitiram que o ataque ocorresse provavelmente acreditavam que "estavam fazendo o melhor pelo país".

 

 Claro que isso não alivia de forma alguma o ato de Bin Laden e cia.
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Isso para quê?

 
Para ter a autoridade, tanto internamente quanto externamente, declinar vertiginosamente?
Para deixar patente ao mundo inteiro a vulnerabilidade do país? Para mostrar que não são a grande potência invulnerável que afirmavam?
 
Isso não é muito esperto...
 
Essas teorias da conspiração...

Conan o bárbaro2012-04-22 13:38:27

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Deixar um grupo de esfarrapados contestar e humilhar o poder da maior potência do mundo,  expondo ao mundo todas as fragilidades, que antes estavam escondidas numa retórica da excepcionalidade norte-americanam, tudo isso só para ter a oportunidade de invadir o Afeganistão, (país importantíssimo), faz todo o sentido do mundo (???)

 
E, claro, os atentados em Londres e em Madrid devem seguir a mesma lógica...
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Deixar um grupo de esfarrapados contestar e humilhar o poder da maior potência do mundo' date='  expondo ao mundo todas as fragilidades, que antes estavam escondidas numa retórica da excepcionalidade norte-americanam, tudo isso só para ter a oportunidade de invadir o Afeganistão, (país importantíssimo), faz todo o sentido do mundo (???)

 
E, claro, os atentados em Londres e em Madrid devem seguir a mesma lógica...
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bem, depende dos interesses dos envolvidos.

 

 

 

Imagem é manipulável, é um elemento facilmente criável e implantado..., sob quaisquer circunstâncias.

 

 

 

não acredito que os EUA permitiram os Japoneses de bombardear o Pearl Harbor, eles não sabiam mesmo.

 

 

 

Mas o caso do 11 de setembro, acho que é plausível, uma vez que era a oportunidade perfeita dos EUA tomar posse das fontes de petróleo com a imagem de vítima procurando justiça.Gustavo Adler2012-04-24 00:27:28

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Retomando as rédeas da problemática. <?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

Esta é uma das razões ampliarem os negócio$ Gustavo.  Esta é uma das muitas razões lógicas de ter o 11/09/2001.  Até porque o petróleo não é só o único produto que o Afeganistão tem pra oferecer. Tem mais do que isto. Um exemplo é a papoula. Afinal o mercado de heroína precisa de ampliação e sim têm empresas americanas atuado nisto podem ter certeza. Mais O Afeganistão foi mais do que um país sem nada para começar foi o trampolim para o Iraque. Afinal para quem foi à guerra no Iraque mesmo? A guerra em si é um negócio em tanto para grupos específicos. Para quem não sabe os maiores lobistas de Bush e CIA (CIA mesmo) são empresas imobiliárias e indústria bélica. Logo não é difícil imaginar uma tentativa de obter lucro. Outra razão combinada com petróleo é a popularidade do presidente antes do atentado. Era uma popularidade quase inexistente jamais teria chance de uma reeleição. Posição estratégica também conta em futuras ações que ainda estão em atividade a todo vapor no Oriente Médio.

 

E mais com isto liberdades foram diminuídas, direitos foram negados e com isto foram ampliadas áreas de bases secretas. Concerteza CIA (A CIA mesmo) foi beneficiada com isto. A guerra contra o terror em si nunca foi uma guerra que tenha a opção de um fim é como se fosse uma guerra total. O que é o terror? Ela é uma guerra sem opção de paz. Mais uma vez quem lucra? Indústrias bélicas e imobiliárias e outras empresas de infra-estrutura onde se inicia uma demolição ou guerra. Inclusive a ultima intervenção a indiretamente dos EUA e seus “aliados” foi na Líbia. Afinal o maior responsável pelo poder da OTAN é quem? Os próximos passos são óbvios para mim. Síria e da Síria um trampolim para o Irã do Irã quem sabe a Coréia do Norte. Enfim o império precisa de inimigos para sobreviver. Todos os impérios do mundo ao longo da história sobreviveram com ou sem inimigos reais. Isto é mentalidade de guerra eterna.

 

E outra os imperadores reais deste império estão se lixando mesmo para opinião pública. Sabe por que eles têm o poder da fachada em suas mãos. Eles liberam o dinheiro para os seus políticos fazerem o que eles querem e até financiam suas campanhas eleitorais. Afinal um dos políticos eleitos por estas figuras vai servir quem? O povo ou os poderosos quem tem o rabo preso? As organizações e companhias agradecem. Parece ficção, mas é bem real. ACTA? PIPA SOPA?

 

E quem são eles? Oras são os mais ricos e poderosas corporações do mundo. Se quer ver o futuro de um império veja a maior corporação no comando. E verão que não têm espaço para bem público. A prova disto está ia gritando o tempo todo com a crise que derruba políticos mais mantém as empresa dos mais poderosos <?:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" />em pé. Um exemplo BP (British Petroleum) está de pé mesmo após milhares denúncias de irregularidades ações poluidoras e destruidoras do meio ambiente. Mas por que? Não é difícil descobrir. O que se não uma gigante que se quiser pode ferrar com que nação quiser. Afinal se você controla a energia do mundo você controla o mundo. Esta empresa não é só isto. Não tem rival a altura. E mais se temos exploração de petróleo é graças a ela com sua tecnologia disponível, ela oferece tecnologia inigualável que só ela tem para exploração do “sangue negro”.

 

E ai é ou não é justificável $$$? Vocês olham também somente de um ponto de vista a questão toda. Para entender o sistema da sociedade humana e seu dilema precisa olhar para vários ângulos. Olhar o lucro quem se beneficia com a morte e terror? Que propósito serve? Quem é a vítima de fato? Quem é o culpado de fato? Não existe resposta pronta. E sim várias respostas cada uma atendendo um propósito.

Plutão Orco2012-04-24 02:03:14
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Não vai ter invasão da Síria, e muito menos do Irã. Os EUA estão bastante desgastados, e o ânimo para iniciar outra guerra é baixíssimo. (sem contar a perspectiva de um cenário caótico, indo contra os interesses norte-americanos).

A Líbia é o caso patente da vontade dos EUA de passar o fardo da guerra para terceiros, e deixar que esses outros arquem com os custos.
 
O fato de ocorrer a invasão do Iraque não aponta para a existência de um grande plano envolvendo a al-Qaeda e a dominação do Oriente Médio. É sim indício de "oportunismo", ou de tentar direcionar uma situação já bastante instável para uma configuração favorável (além de interesses particulares e privados sim).
 
E mais, tem o problema do preço do petróleo que desde que começaram as intervenções, o preço pulou lá para cima. Então, não faz muito sentido.
Usar o terrorismo para promover a popularidade do presidente é um passo muito arriscado. Na Inglaterra e em Madri surtiram o efeito exatamente oposto.
Aliás, é conveniente isolar o ataque de 11/09 e não considerar os ataques ocorridos em solo europeu. Nesse caso, quais os interesses por detrás?
 
Aliás, como assim? É questão de opinião pública ou não?
 
"Outra razão combinada com petróleo é a popularidade do presidente antes do atentado. Era uma popularidade quase inexistente jamais teria chance de uma reeleição. Posição estratégica também conta em futuras ações que ainda estão em atividade a todo vapor no Oriente Médio. "
 
"E outra os imperadores reais deste império estão se lixando mesmo para opinião pública."
 
Se fosse questão dos mais poderosos, como explicar as sanções ao Irã? Privar o mercado de uma fonte incrível de riquezas esperando para ser exploradas é contra o ineresses das empresas. Na verdade, as empresas estão sedentas para ter a oportunidade de agir no Irã. Isso não é questão dos "poderosos do mundo", mas raison d'état mesmo. É o Estado agindo por interesses estratégicos.
 
 
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Não vai ter invasão da Síria' date=' e muito menos do Irã. Os EUA estão bastante desgastados, e o ânimo para iniciar outra guerra é baixíssimo. (sem contar a perspectiva de um cenário caótico, indo contra os interesses norte-americanos).

A Líbia é o caso patente da vontade dos EUA de passar o fardo da guerra para terceiros, e deixar que esses outros arquem com os custos.
 
O fato de ocorrer a invasão do Iraque não aponta para a existência de um grande plano envolvendo a al-Qaeda e a dominação do Oriente Médio. É sim indício de "oportunismo", ou de tentar direcionar uma situação já bastante instável para uma configuração favorável (além de interesses particulares e privados sim).
 
E mais, tem o problema do preço do petróleo que desde que começaram as intervenções, o preço pulou lá para cima. Então, não faz muito sentido.
Usar o terrorismo para promover a popularidade do presidente é um passo muito arriscado. Na Inglaterra e em Madri surtiram o efeito exatamente oposto.
Aliás, é conveniente isolar o ataque de 11/09 e não considerar os ataques ocorridos em solo europeu. Nesse caso, quais os interesses por detrás?
 
Aliás, como assim? É questão de opinião pública ou não?
 
"Outra razão combinada com petróleo é a popularidade do presidente antes do atentado. Era uma popularidade quase inexistente jamais teria chance de uma reeleição. Posição estratégica também conta em futuras ações que ainda estão em atividade a todo vapor no Oriente Médio. "
 
<span style="font-family: Verdana; font-size: 9pt;">"E outra os imperadores reais deste império estão se lixando mesmo para opinião pública."</span>
<span style="font-family: Verdana; font-size: 9pt;"></span> 
<span style="font-family: Verdana; font-size: 9pt;">Se fosse questão dos mais poderosos, como explicar as sanções ao Irã? Privar o mercado de uma fonte incrível de riquezas esperando para ser exploradas é contra o ineresses das empresas. Na verdade, as empresas estão sedentas para ter a oportunidade de agir no Irã. Isso não é questão dos "poderosos do mundo", mas raison d'état mesmo. É o Estado agindo por interesses estratégicos.</span>
 
 
[/quote']

 

 

 

O petróleo subiu porque a situação no Iraque tornou-se incontrolável para os EUA, fazendo o preço subir, coisa que os EUA não estavam contando (não tinha como prever que seria tão difícil assim a reconstrução do Iraque)...

 

 

 

Os de Solo Europeu, muitos são causados por entidades ligadas a outros interesses, como libertação do povo basco, libertação do povo y...

 

 

 

Sanções é uma estratégia de enfraquecer a nação que se tem aversão, que se é contrária. As empresas não iriam lucrar tanto com a Síria, mas as empresas irão lucrar muito mais com uma reconstrução da mesma... mesmo porque os recursos estarão lá inteiros pra elas, não mais serão fruto de troca.

 

 

 

Fora o lucro do petróleo, há o lucro da reconstrução do país...

 

 

 

Mas também acho que os EUA não irão mais invadir ninguém, está sem forças para isso...

 

 

 

 

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Eu me refiro aos atentatos de Madrid e de Londres, realizados por células islamistas da al-Qaeda. (não dos movimentos separatistas e nacionalistas).

 
Estes atentados tiveram igualmente uma arquitetura bastante complexa, exigindo um preparo bastante antecipado e uma ação bem calculada. Não difere do 11 de setembro em questão de complexidade. E é indício da atuação da al-Qaeda em "países centrais" a despeito do controle e da vigilância dos olhos das potências.
 
O que fez subir o preço não foi somente a situação intolerável da ocupação de fato, mas antes dela se concretizar, já havia a especulação. E dada a situação instável e imprevisível de guerra, isso já era esperado.
Para o mercado, a estabilidade é sempre a melhor opção. O contrário significa crise e incertezas... que compromete a normalidade dos negócios.
 
Mas pode ser que certas empresas em particular lucrem com isso. Mas falar isso contradiz a idéia de que existem os poderosos no mundo que controlam a máquina do estado segundo os seus interesses. No mínimo há de se reconhecer que não há um único grupo coeso das grandes corporações poderosas do mundo, que possuem os mesmos ineresses e que monopolizam os instrumentos políticos.

Conan o bárbaro2012-04-24 11:41:24

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Eu me refiro aos atentatos de Madrid e de Londres' date=' realizados por células islamistas da al-Qaeda. (não dos movimentos separatistas e nacionalistas).

 
Estes atentados tiveram igualmente uma arquitetura bastante complexa, exigindo um preparo bastante antecipado e uma ação bem calculada. Não difere do 11 de setembro em questão de complexidade. E é indício da atuação da al-Qaeda em "países centrais" a despeito do controle e da vigilância dos olhos das potências.
 
O que fez subir o preço não foi somente a situação intolerável da ocupação de fato, mas antes dela se concretizar, já havia a especulação. E dada a situação instável e imprevisível de guerra, isso já era esperado.
Para o mercado, a estabilidade é sempre a melhor opção. O contrário significa crise e incertezas... que compromete a normalidade dos negócios.
 
Mas pode ser que certas empresas em particular lucrem com isso. Mas falar isso contradiz a idéia de que existem os poderosos no mundo que controlam a máquina do estado segundo os seus interesses. No mínimo há de se reconhecer que não há um único grupo coeso das grandes corporações poderosas do mundo, que possuem os mesmos ineresses e que monopolizam os instrumentos políticos.

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 O valor estando em alta ou em baixa, tanto faz para grandes empresas de recursos básicos e essenciais como o petróleo e construção civil, até mesmo pro comércio (não é atoa que centenas de pessoas são despejadas DIARIAMENTE aqui no Brasil por conta do lobby imobiliarista). Pois o lucro delas é justamente através da construção, do investimento para o desenvolvimento de um novo mercado. Para elas, SEMPRE HAVERÁ NEGÓCIOS (algum país deixará de comprar petróleo para aumentar sua produção aumentando assim sua necessidade energética? algum país em reerguimento deixará de construir e abrir novos centros comerciais, entrenimentos - olha a força política da copa do mundo ai -, lares ...?) 

 

A questão não é bem o preço, mas sim o controle dos recursos. Subir o preço e dai? quem está vendendo o petróleo agora é você, e todo mundo irá comprar parte do montante que necessita das suas mãos...

 

A instabilidade é por conta da guerra, não da falta do lucro dela...

 

Passando o periodo de guerra... e mesmo no período de guerra... há o lucro.

 

Os EUA já sabiam que o preço ia subir, toda guerra gera alta de preços, mas isso não quer dizer nada e está dentro do previsto. A questão não é quanto ao preço, mas quanto a posse dos recursos que te falta.

 

E após a Guerra o Iraque seria agora um ninho de bocas famintas para os mercados internacionais se instalarem e implementarem seus modelos nesse país... Por mais que empresas Iraquianas surgam e promovam concorrência, o lucro do mercado das grandes coorporações mais se beneficiarão.

 

Ou seja, agora os EUA tem outro recursos em mão, o mercado Iraquiano.

 

Só que não contava com a dificultade de CONSOLIDAR seu modelo no País Iraquiano, formar um aliado econômico para que possa instalar seu mercado sempre avido por novas bocas.

 

Veja o Japão, os EUA "pagaram" o desenvolvimento do Japão, e com isso lucraram muito. Japão em seu auge se tornou mercado prontinho pra ser explorado pelo comércio, pelas grandes multinacionais (incluindo as do próprio Japão), mesmo não tendo muitos recursos de base.

 

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Sobe o preço e daí que um monte de produtos derivados do petróleo ficam mais caros, e mais caro os combustíveis necessários para o funcionamento de diversas máquinas e indústrias. Sem contar que também fica caro o transporte em geral, e por aí vai. O país aumente a despesa para produção de coisas que poderiam ser feitas de forma mais barata.

Se o preço do petróleo fosse irrelevante, não teria a crise de 70. Aliás, se o preço fosse irrelevante, para quê se preocupar com o controle dos recursos? Controlar os recursos implica ter acesso direto e sem custos ao petróleo. É ou não é questão de custo?
 
Sim, a guerra gera lucro, não há dúvidas. Mas a pergunta central é "gera lucro para quem?" Estado, grupos específicos, quais?
 
O desenvolvimento do Japão não pode ser retirado do contexto da Guerra Fria. A principal preocupação dos EUA não era criar um novo mercado para parasitar, mas impedir que o Japão caísse na esfera de influência da URSS. É geopolítica.
É a mesma lógica de fortalecer a Europa Ocidental frente a Europa soviética. Não é questão de lucro imediato. Que duvido que teve. Mas garantir aliados.
 
Dessa forma, por que os EUA não ajudaram todos os países do mundo? Já que a lógica é essa?
 
Sim, a intervenção no Iraque responde a motivos econômicos. Mas não somente, e nem foi o principal. Motivos estratégicos de uma maneira mais ampla responde melhor.
A pergunta é quem sai ganhando, e o quê?
 
Falar que o capitalismo de uma maneira geral se beneficiou é uma generalização que não condiz com a realidade, dada à diversidade de grupos.
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Sobe o preço e daí que um monte de produtos derivados do petróleo ficam mais caros' date=' e mais caro os combustíveis necessários para o funcionamento de diversas máquinas e indústrias. Sem contar que também fica caro o transporte em geral, e por aí vai. O país aumente a despesa para produção de coisas que poderiam ser feitas de forma mais barata.

Se o preço do petróleo fosse irrelevante, não teria a crise de 70. Aliás, se o preço fosse irrelevante, para quê se preocupar com o controle dos recursos? Controlar os recursos implica ter acesso direto e sem custos ao petróleo. É ou não é questão de custo?
 
Sim, a guerra gera lucro, não há dúvidas. Mas a pergunta central é "gera lucro para quem?" Estado, grupos específicos, quais?
 
O desenvolvimento do Japão não pode ser retirado do contexto da Guerra Fria. A principal preocupação dos EUA não era criar um novo mercado para parasitar, mas impedir que o Japão caísse na esfera de influência da URSS. É geopolítica.
É a mesma lógica de fortalecer a Europa Ocidental frente a Europa soviética. Não é questão de lucro imediato. Que duvido que teve. Mas garantir aliados.
 
Dessa forma, por que os EUA não ajudaram todos os países do mundo? Já que a lógica é essa?
 
Sim, a intervenção no Iraque responde a motivos econômicos. Mas não somente, e nem foi o principal. Motivos estratégicos de uma maneira mais ampla responde melhor.
A pergunta é quem sai ganhando, e o quê?
 
Falar que o capitalismo de uma maneira geral se beneficiou é uma generalização que não condiz com a realidade, dada à diversidade de grupos.
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Mas ai é que tá, a crise do alavancamento dos preços é teoricamente controlável se você tem os recursos nas mãos... (tá, há um limite pra isso).

 

 

 

E não importa se agora as empresas estão em dívida, o que importa é que amanhã qualquer empresa pode ir lá, se instalar, e competir por novos mercados...

 

 

 

O que mais uma empresa precisa é expandir-se para poder lucrar, pra poder investir mais em novas mercadorias, mais avançadas, mais competitivas, e para isso precisa de mais lucro, e ai precisa se expandir mais...

 

 

 

Se você instala seu modelo econômico em um país arisco as suas iniciativas, você não ganha um aliado, e sim um negociador...

 

 

 

Para o País não importa quem, o que importa é que sua economia continue nesse crescimento para poder alimentar-se...

 

 

 

E quais serão as empresas que mais tem chances de se beneficiar no futuro com esse novo mercado? se você pegar 100 empesas em crise hoje, 50 empresas não muito fortes no mercado, e 50 empresas muito forte no mercado, eu diria que 60% ou mais das empresas a se instalar no novo mercado e ganhar seus lucros por esse endividamento.

 

 

 

E os motivos estratégicos também contam com isso...

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