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A Cor Púrpura


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A COR PÚRPURA (The Color Purple, 1985) - De Steven Spielberg. COm Danny Glover; Whoopi Goldberg; Laurence Fishburne; Margaret Avery e Oprah Winfrey

cor-purpura-poster03t.jpgGeorgia, 1909. Em uma pequena cidade Celie (Whoopi Goldberg), uma jovem com apenas 14 anos que foi violentada pelo pai, se torna mãe de duas crianças. Além de perder a capacidade de procriar, Celie imediatamente é separada dos filhos e da única pessoa no mundo que a ama, sua irmã, e é doada a "Mister" (Danny Glover), que a trata simultaneamente como escrava e companheira. Grande parte da brutalidade de Mister provêm por alimentar uma forte paixão por Shug Avery (Margaret Avery), uma sensual cantora de blues. Celie fica muito solitária e compartilha sua tristeza em cartas (a única forma de manter a sanidade em um mundo onde poucos a ouvem), primeiramente com Deus e depois com a irmã Nettie (Akosua Busia), missionária na África. Mas quando Shug, aliada à forte Sofia (Oprah Winfrey), esposa de Harpo (Willard E. Pugh), filho de Mister, entram na sua vida, Celie revela seu espírito brilhante, ganhando consciência do seu valor e das possibilidades que o mundo lhe oferece.

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- Recebeu 11 indicações ao Oscar, nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Atriz (Whoopi Goldberg), Melhor Atriz Coadjuvante (Oprah Winfrey e Margaret Avery), Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia, Melhor Figurino, Melhor Maquiagem, Melhor Trilha Sonora, Melhor Canção Original ("Miss Celie's Blues") e Melhor Roteiro Adaptado.

- Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Atriz - Drama (Whoopi Goldberg), além de ser indicado em outras 4 categorias: Melhor Filme - Drama, Melhor Diretor, Melhor Atriz Coadjuvante (Oprah Winfrey) e Melhor Trilha Sonora.


- Recebeu uma indicação ao BAFTA, na categoria de Melhor Roteiro Adaptado.

Bom filme, nada mais. ***.5

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  • 3 months later...

Concordo com as palavras de Roger Ebert a respeito de A Cor Púrpura - enquanto você assiste ao filme, é possível sentir o apreço com que ele foi realizado. Muitos cobraram uma abordagem mais crua (ou menos "cartão postal") por parte de Spielberg. No entanto, creio que não seja da essência deste filme portar-se tal qual um drama realista, pesado. Spielberg foi capaz de comunicar os sentimentos de cada um dos personagens para a platéia, ilustrando todos os acontecimentos com uma dramaticidade comovente.

 

Adoro este filme.

 

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  • 1 month later...

 

Gosto do filme também. Um pouco longo demais mas tudo bem. smiley36.gif

 

A Oprah está impagável e a Whoopi até agora não sabe como perdeu o Oscar de Melhor Atriz!smiley36.gif

 

 

Ah, dizem que foi mais um daqueles flagrantes casos de "pedido de desculpas" a uma atriz veterana (no caso, Geraldine Page) que já havia sido indicada uma penca de vezes e sempre perdido. Mas obviamente nada impede de Geraldine ter realmente merecido a estatueta, não julgo porque não vi O Regresso para Bountiful.

 

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  • 10 months later...

Spielberg não mereceu ganhar o Oscar por este filme, acredito que a Academia estava certa em não premiá-lo (concorreu a onze categorias e perdeu todas). Se bem que ainda o escolheria, se as opções fossem somente ele e o péssimo Entre Dois Amores (que acabou ganhando o Oscar de Melhor Filme naquele ano).

 

Spielberg dirige um filme contido demais. Após assistir você chega à conclusão de que: "Sentimento é a emoção honesta, dada honestamente. Sentimentalismo é algo meloso e fora da realidade, uma falsa visão da vida".

 

É um filme muito sentimentalista. Quando na vida real duas pessoas começam a ler alto e em sincronia, como Celie e Shug Avery quando sentam na cama passando pelas cartas de Nettie que encontraram? Há mais exemplos de falso comportamento durante o filme. Todos os homens vindo em direção ao carro de Miss Millie quando ela quer ir embora; Harpo caindo do telhado que estava construindo de forma clichê motivado pelo que se discutia naquele momento; as várias pessoas indo em direção à capela, entrando de forma mágica, cantando e cantando, em coral. Nada soa verdadeiro.

 

Não importa se um filme apela para fatos trágicos, ele tem que ser inteligente e saboroso, algo que não vemos aqui. A "tragédia" vivida pela personagem principal é tão novelesca que soa absurda. Parece que a maior parte dele tenta insistir sobre os espectadores que a vida da mulher é triste e injusta usando métodos tão exagerados e transparentes que distraem o espectador de se perder na história e simplesmente continuam relembrando que estão vendo um filme que tenta arduamente fazê-los sentir algo.

 

Conceitos de delicadeza e sutileza foram completamente pisados pelo diretor. A história seria muito mais emocionante e interessante se não tivesse sido contada de forma tão inadequada.

 

 

Nota: 2/5

 

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  • 1 year later...

Sei que vão me odiar por dizer isso, mas para mim, depois dos 40 minutos esse filme fica um tanto chato. Vale muito pela cena da despedida de Celie e Nettie que, confesso, me emocionou (e surpreendeu) muito.

 

Não gosto de Steven Spielberg - é bem verdade - mas eu tentei apreciar o filme. Nem preciso dizer que o desenrolar da história me deixou um tanto entediada. Parece-me que poderia ter sido mais curto (bem mais curto) do que foi... No entanto, é preciso dizer que Whoopi e Oprah estavam maravilhosas!

 

 

 

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