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Forum Cinema em Cena
Tensor

O Que Você Anda Vendo e Comentando?

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Não sei se entendi essa parte do seu comentário, Soto. Pq foi mostrado claramente quem era o atirador e o motivo. O que não foi nenhuma surpresa mesmo.

 

De resto concordo com você, muito bom o filme.

 

Opa...foi mal, devo ter me expressado mal. Na verdade o q quis dizer (e saiu embolado) foi q os motivos fornecidos pela pelicula nao me convenceram a pto de engolir essa desculpa pra sair matando a esmo, no filme.. tipo, é isso e pronto. Fiquei com a impressão q havvia mais ainda a explicar..tendeu? Mas independente disso o clima q ate ali deixaram o trem ficou bom...

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Opa...foi mal, devo ter me expressado mal. Na verdade o q quis dizer (e saiu embolado) foi q os motivos fornecidos pela pelicula nao me convenceram a pto de engolir essa desculpa pra sair matando a esmo, no filme.. tipo, é isso e pronto. Fiquei com a impressão q havvia mais ainda a explicar..tendeu? Mas independente disso o clima q ate ali deixaram o trem ficou bom...

Agora sim...hehe

 

Então concordamos, pois também achei exagero, ainda mais o negócio das crianças.

 

Mas isso não tira as outras várias qualidades do filme.

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Dona de Casa por Acaso (Mr. Mom, Dir.: Stan Dragoti, 1983) 0/4

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Casal troca de função, quando homem é despedido e mulher ganha novo emprego. Então, ele fica em casa cuidando dos filhos e ela sai pra trabalhar. E você pergunta: e...? Pois é. Filme altamente datado e nem soa muito engraçado (acho que nem na época era), dependendo muito das estripulias do Michael Keaton (que eu, particularmente, não curto mesmo).

*Filme foi escrito por John Hughes na mesma época que ele escreveu Férias Frustradas. Acho que ele usou todas suas idéais boas no filme do Chevy Chase e pra esse filme aqui não sobrou nada.

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Come Out and Play
Produção espanhola  cuja premissa é boa, lembra “Aldeia dos Amaldiçoados”, “Colheita Maldita” e um episodio de “Além da Imaginação”. Mas é infelizmente mal executada. Casal gringo vai passar as férias numa ilha mexicana distante do continente. Ao chegar devem lutar pela sobrevivência, pois descobrem q tds os adultos sumiram e as inocentes criancinhas se tornaram assassinas impiedosas(!?). A fotografia e o cenário paradisiaco são deslumbrantes, mas o desconhecido elenco desponta pro anonimato e nem a molecada consegue ser assustadoramente do mal. O registro da violência/gore ta razoável, beirando o documental. Apenas o casal principal demonstra boa performance. Produzido a toque de caixa, é um filme simples com problemas técnicos, falta ritmo e um desfecho pouco convincente. Quiçá funcionasse melhor se fosse um curta, não um longa. 7/10
 

Come-Out-and-Play-Movie-Poster.jpg

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Meu Malvado Favorito - 2/5

 

Confesso que ainda estou tentando entender onde as pessoas viram tantas qualidades nesse filme que é tão mais do mesmo, tão formulaico, e apenas engraçadinho e nada mais... O filme começa arrastado e pouco inventivo e continua assim ao longo de toda a sua duração.,.. Os flashbacks sobre a infância de Gru pouquíssimo contribuem para o desenvolvimento da história do filme... Outra coisa que não consegui ver foi esse tal desses Minions? O que eles tem de mais? São bonitinhos? Nada, eles são é insanos mesmo e pouco interessantes... Não sei se eu estava de mal humor para desenho animado ontem, mas esse filme é deveras decepcionante...

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The Purge
Dos thrillers de “invasão domiciliar” ( “Reféns”, "Funny Games", “Os Estranhos”, etc) este exemplar scy-fi independente consegue ser eficiente e destoar pela interessante premissa e mensagens subliminares q suscita. Num futuro não mto distante, o governo iaque legaliza o assassinato apenas numa data especial (o titulo do filme, espécie macabra de “4 de Julho” ) como forma do povo canalizar a violência/stresse (purificar a alma?) num único dia, em quem bem entender. Logicamente q nesse dia tds devem se blindar em suas casas pelo período de 12hrs. E é justamente qdo uma família passa o inferno, defendendo-se de invasores, q vão desde mendigos, adolescentes violentos e vizinhos rancorosos. Previsivel porém tenso, bem produzido e com interpretações razoáveis, o bom mesmo desta produção é a discussão social q levanta. Afinal, numa sociedade assim pobres e marginais levariam desvantagem em relação aos mais abastados (q podem pagar pra se proteger melhor), e essa data “especial” não guarda muita diferença da purificação racial nazista, instaurada por um governo religioso populista. E outra questão levantada, q torna-se dilema dos personagens, é: "se o assassinato fosse legalizado, vc o praticaria?" Merece uma visita, embora pudesse ter dado mais caldo. 8/10

 

The_Purge.jpg

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The Deadman, on 03 Jul 2013 - 5:20 PM, said:snapback.png

 

PS: o "quase"acima é porque o final desse filme é extremamente bobo, esquemático e "rápido" e simplesmente descarta um personagem sem nenhuma explicação. Spoiler -> Onde foi parar o menino????!!!

 

Ele está junto com as meninas e a mulher do Brad, não está? :blink:

 

Double  :blink:... rs

 

Revi o filme ontem e, realmente, viajei nesse comentário, Angelo. O menino tá lá sim. (Só não me pergunte porquê não o notei da primeira assistida...rs)  

 

Mas, definitivamente: que finalzinho borocoxo e anticlimático, heim?! Cruzes!

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Countdown

Filmaço tailandês com a mesma pegada dos sul-coreanos "Chaser", "I Saw the Devil" e do conterrâneo (e ótimo) "13 Desafios" . Nele acompanhamos as desventuras dum trio de amigos passando a noite de reveillon trancados no apê, nos States. Pra farrear chamam um trafica pra lhes entregar "tochicos" pra brisar na virada. O q nao contavam era q quem vem lhes entregar o produto não apenas é alguem sádico e cruel, como tb vai obrigar a cada um confessar seus piores pecados. Mordaz, tensa e cômico ao mesmo tempo, esta produção asiática tinha td pra ir pro ralo por se passar numa unica locação: um apertado apê. No entanto, te prende do inicio ao fim pela agilidade do roteiro e surpresas q reserva da metade pro final. Mas td seu merito nao seria nada nao fosse o espetacular David Osavanon no papel do escrachado traficante, pois ele carrega o filme nas costas, num misto de Freddy Krueger com "O Mascara" . Diversão pura com direito até a uma lição de moral calcada do Velho Testamento e preceitos budistas ( "Seven" ?). 9,5/10

 

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Grotesque

Este é um curioso terrorzão hardcore q embala (pasme!) uma fofa estória de amor?! É mix nipônico de “Jogos Mortais” com “Servian Film” q arrepia mais pela sua procedência oriental e faz dos originais parecer conto da carochinha, feito “Guinea Pig”. Fiapo de enredo? Primeiro encontro dum casal de japas é bruscamente interrompido qdo um sádico-serial-killer os seqüestra e passa a torturá-los (física e psicologicamente) afim de satisfazer suas bizarras taras. Pesada, nauseante, repulsiva, porém bem feita, a pelicula é curta e se resume a apenas um cômodo e três personagens. Tecnicamente ok, somos imersos no sofrimento do enxuto elenco, cujos interpretes mandam bem em seus papéis. O gore então.. e isso td pra testar os limites da palavra “amor” ao extremo. Interessante e simplória produção, porém q requer estômago forte pra ser conferida. Destaque disparado pro surreal e bizarro desfecho. 8,5/10
 

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The Door
Interessante  scy-fy dramático alemão q passou desapercebido e entorna no mesmo caldo “Efeito Borboleta”, “Fringe” e “De Volta pro Futuro 2”. Pai de família q perdeu td tem oportunidade de mudar as coisas (ao atravessar o titulo do filme e cair numa realidade onde sua vida tá uma beleza!) e não hesita em matar seu “clone” p/ tomar seu lugar. Mas parece q ele não é o único a passar pelo portal... O enredo é bem original e td elenco está ok, com destaque disparado pro Mads Mikkelsen no papel principal, bem antes de ser badalado em “A Caça”,“Fúria de Titãs”,“Amante da Rainha” e “Hannibal”. É uma produção bem simples, cujo enredo é hábil em manter o espectador atento pra novos fatos, c/ suspense constante e reviravoltas bacanas, onde as vezes não se sabe quem é quem: se o duplo ou o original.  Pra quem curte viagens ao passado e universos paralelos eis uma pedida bem acima da média, sem a clichezada americana costumeira. 9/10
 

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Assisti ontem a "The Girl" filme da HBO sobre a obsessão de Hitchcock pela Tippi Hedren (Sienna Miller), achei nada menos que sensacional. Com um elenco superlativo o filme se apoia nos atores para criar um clima angustiante. Toby Jones cria um Hitch asqueroso e intimidador ao extremo. Para mim ficou a reflexão de que uma obra prima no cinema tem seu preço e o que é visto nas telas é apenas a ponta do iceberg.

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Antiviral
Bizarro horror-scy fy perpetrado pelo filho do diretor de “Videodrome” q mostra a obsessão pelas celebridades num patamar macabro, bem no estilo mórbido do genitor. Tal qual a critica social do italiano “Reality” mas diferente no estilo, aqui temos uma clinica especializada em vender vírus de celebridades doentes a seus admiradores fanáticos, numa espécie de “pay-per-view-viral”! Mas um desses vendedores (eventualmente “traficante de vírus”) vai atras da cura qdo ele mesmo se infecta letalmente. Caleb Jones (o Banshee de “X-Men: First Class” ) carrega o filme nas costas como o frio personagem principal, ainda mais qdo o visu clean da cenografia vai lentamente tingindo-se de sangue qdo os sintomas da doença se apresentam ( “A Mosca” ?). Há bons momentos e a premissa é forte, mas ainda falta algo q torne memorável pois no segundo ato a pelicula torna-se um thriller clichezado, convencional e previsível. Merece uma visita, mas o diretor ainda precisa aprender um pouco mais com seu pai. 8/10

 

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Uma Garrafa no Mar de Gaza (Une bouteille à la mer, Thierry Binisti, 2011) - Garota israelense atira ao mar garrafa contendo uma mensagem, na qual pede que a pessoa que a ler se comunique com ela através de um endereço de e-mail - ela quer saber como são as pessoas "do outro lado", tão próximas e tão distantes. A comunicação entre ela e quem encontrou a garrafa vai gradativamente mudando a ambos. Uma Garrafa no Mar de Gaza não é particularmente inspirado em seus aspectos técnicos - a fotografia, em específico, é pouco inspirada - mas tem seu grande trunfo nos personagens, que conseguem tornar uma estória simples de "o amor e a compreensão mudam o mundo" em uma jornada que vale a pena acompanhar. É uma forma leve de abordar possivelmente a região mais complexa do planeta. E não é maniqueísta. Só por isso, já merece ser visto.

 

Jack, se gostou desse assista o israelense "Bubble" e "Paradise Now" , e o canadense "In´chaláh" , q versam do mesmo tema mas de forma bem mais original.

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Wolverine Imortal (The Wolverine, Dir.: James Mangold, 2013) 2/4

 

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Eu curti bem o filme. Bem melhor que o filme solo anterior do personagem. Nem chego a desgostar dele, mas Origins é um filme bem bagunçado, esse aqui não é. Wolverine Imortal é um filme mais focado no personagem, sem tanto personagem extra inútil que aparece só pra dar um "oi", mais bem conduzido. "Mais redondo" diria assim, só que também não chega a ser top de linha. Maior problema talvez que o filme não chega a ser tão bonito. Filmado em belas paisagens no Japão poderia ter sido mais explorado nesse sentido (mas vi o filme em 3D, vou dar um crédito aí então). E as cenas de luta também nao são grande coisa (e no 3D tudo ficou mais bagunçado aí).

 

Não conheço o personagem nas HQs, mas acho que os fãs dele ainda vão esperar um tempo para ver um filme fodão do cara, mas quem curte a série X-Men pode esperar pra ver um filme do nível da franquia (ao contrário do que rolou no filme anterior dele) ou que pelo menos não vai desapontar.

 

** Cena nos créditos finais fazendo ligação com o próximo filme, é ótima. Dorei e me deixou com tesão do filme vir logo.

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Pacific Rim
Pipocão bacana q, sendo mix competente de “Transformers” e “Godzilla” , era td q o Bay e Emerich queria q seus originais fossem mas q não chegam nem ao mindinho deste filme, q é empolgante e diverte pacas. Aliens do naipe de “Cloverfield” andam detonando o mundo, mas os terráqueos resistem combatendo-os mano-a-mano com robozões gigantes, num processo idêntico a “Gigantes de Aço”. Mas o tempo da Terra se esvai enqto se avizinha um plano derradeiro pra expulsão dos monstrengos. Sem o tom fabulesco-metafórico q costuma permear a filmografia do diretor de “Labirinto do Fauno”, este aqui esta mais pra matinê descompromissada e de qualidade, q recicla de forma eficaz clichês de filmes de ação, quinem “Hellboy”. Com interpretações razoáveis dos carismáticos personagens, humor refinado e quesitos técnicos impecáveis, este filme so peca (se é q pode assim se dizer) pela previsibilidade, alguns pequenos draminhas particulares dispensáveis e uma critica ingenua á poluição ambiental. Mas até ai a tarde passou voando e nos deixou torcendo fervorosamente pela gloriosa vitoria dos humanos perante os invasores. Atente pro divertido golpe “cotovelo-foguete” dos robozões, e dos autômatos chinês e russo, q parecem saídos duma "Corrida Maluca". De longe, muito melhor q o apático “Man of Steel”. PS: "Circulo de Fogo" é o titulo sem noção q recebeu por aqui. 9,5/10

 

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CÉSAR DEVE MORRER

 

Li que muitos críticos ficaram incomodados com a (óbvia) frase final e despontuaram o bom filme dos irmãos Taviani. Se, por um lado, a frase é desnecessária, não a notei como "insulto à inteligência" (se comparado ao padrão de filmes de super-herói) que comprometa de forma significativa.

Sempre é bom revisitar o "Júlio César" shakespeariano, em especial nos tempos de levante das massas contra líderes políticos (ainda mais no estado do Rio de Janeiro). Vê-lo encenado por detentos italianos de forma tão expressiva revela o poder do texto original e, sim, a capacidade renovadora da arte. A dúvida e a angústia de Brutus, num duelo moral que perdura até hoje são muito bem captadas pelos diretores e valem a sessão.

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The Violent Kind
Curiosa produção independente inglesa q mistura de tudo um pouco: comédia, scy-fy, terror, sexo, slasher, gore, religião, etc. Algo como “Evil Dead” encontra “Sem Destino” e “Funny Games”. E entorne td isso numa ótima trilha sonora rockabillie! O filme gira em torno duma gangue de violentos motoqueiros q, entre uma baderna e outra, se vê subitamente tendo q lutar por suas vidas ao se deparar com um misterioso tipo de “possessão” numa de suas integrantes. A primeira metade é a melhor pois deixa a narrativa tensa e sangrenta, sem revelar o mistério q se debruça sobre a gangue. Mas logo a pelicula dá uma reviravolta tão bizarra qto interessante, e seu desfecho desconcertante dá o q pensar. Narrativa frenética, atuações razoáveis e produção a toque de caixa completam este filme q parece saido da mente do David Lynch, mas finalizado pelo Tarantino. 8/10

 

 

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Desaparecidos
Enfim pude conferir este mediano "found-footage" tupiniquim q pega o vácuo de "Atividade Paranormal","Caçador de Trolls" ou "Grave Encounters". Aqui temos a compilação de fitas duma galera q passa o cão perdida no mato, após festa de arromba em Ilhabela (litoral paulista). Resumindo, é um "Bruxa de Blair" canarinho, sem tirar nem pôr. O filme é modesto e não faz feio, mas não acrescenta nada de novo a td q ja foi visto. As atuações sao ate convincentes, mas a gritaria e tremedeira da câmera chega a encher o saco. Diante do tema mais q batido e desgastado, prefira "The Tunnel". O único verdadeiro mérito deste caça-niquel é trazer ao país um sub-gênero q está em alta no exterior. E por dar alternativas de terror ao espectador, q fujam das produções de Zé do Caixão ou Rodrigo Aragão. 7/10
 

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The Colony 

Scy-fy pós-apocaliptico bacana, q entorna “Um Dia Depois de Amanhã”,“The Road”,“The Thing” e “30 Dias de Noite” no mesmo caldo. Uma nova Era Glacial chegou e os humanos sobrevivem em colonias subterrâneas longe da friaca. Não bastasse suas condições sub-humanas, um grupo especifico enfrenta problemas internos e externos: surtos letais de gripe e colônias q aderiram ao canibalismo, respectivamente. Esta produção canadense é bem tocada tecnicamente, e a Nova York devastada coberta de gelo impressiona. Do elenco razoável, destacam-se apenas Laurence Fishburne (o bonzinho durão) e Bill Paxton (o mau-caráter). A pelicula, q não é blockbuster e tampouco prima por originalidade, tem seus clichês e não tem pretensões de ser maior do q é. Por isso funciona e serve pra passar o tempo.  Destaque pra cena da ponte. 8/10

 

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Stuck

Pequena pérola este drama de suspense do Stuart Gordon, q já havia nos brindado com os fodásticos “Re-Animator” e “From Beyond”. Enfermeira bebaça atropela sem-teto, q fica preso (vivo) no pára-brisa do carro. A fdp, ao invés de prestar socorro, resolve escondê-lo em casa c/ receio de perder uma promoção! E claro q merdas acontecem por conta de suas decisões erradas, sucessivamente. De baixo orçamento, esta produção consegue ser tensa, claustrofóbica e agoniante do começo ao fim. Com pitadas de gore e humor negro, típicos do diretor. A gente sente a via-crucis do infeliz em se livrar do veículo, enqto a biscate bola um jeito de se livrar dele. A dupla principal esta de parabéns, com destaque disparado pra Mena Suvari, como a mau-caráter de rostinho inocente e doce. Tem até cena de peitcholinhas de fora! Foda saber ainda q o roteiro se baseou numa historia real. 9,5/10

 

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