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Forum Cinema em Cena
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Minha vez de assistir, e que surpresa boa: o filme é uma delícia. 

Muita gente advogou pra que Mark Coulier tivesse o trabalho indicado ao Oscar de Maquiagem, mas devem ter pesado, de alguma forma, as duas estatuetas recentes que ganhou, em um ano demasiado forte na categoria.

Os atores...fantásticos, soberbos! Um roubando a cena do outro! 

Não é só uma biografia, é sobre o fim de uma era do cinema, e, também, sobre amizade...Não te como não gostar!

 

John C. Reilly, Steve Coogan, Shirley Henderson, and Nina Arianda in Stan & Ollie (2018)

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The Mule é um bom thriller dramático comandado pelo Clintão, no qual parece reafirmar a toda hora sua postura política, idem Gran Torino e Um Mundo Perfeito. É claro que seu elenco estelar ajuda, todos muito bem. As vezes perde ritmo, mas o resultado final é competente. 8,5-10

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Serenity é um drama de mistério que flerta com o noir, onde contracena o mesmo par principal de Interestellar. No entanto, é um filme que é mis do mesmo, que não acresenta nada. E sua grande "reviravolta" final, não surpreende mais quem ta calejado a este tipo de filme. 8-10

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Escape Room é mais um thriller de terror-ficcão que enclausura seus personagens e os coloca a prova, tipo Cubo ou Jogos Mortais. É divertido sim, mas não sai daquilo que já se viu muitas e muitas vezes. O ruim é quando o filme ainda quer desenhar pro espectador coisas que já estão bem subentendidas. 8-10

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Lembro de ler a notícia no jornal em 2006, e ter ficado impactado. Depois vieram o cd, a repercussão internacional, e recentemente o filme. Yoñlu era mesmo um garoto especial, dono de múltiplos talentos. Dá uma pena pensar no que poderia estar criando...Sensação meio parecida com "Into The Wild".

O filme é bom. Escolheu um caminho experimental, bem videoclilpado, desenhado... A parte da Deep Web é legal pra cacete. Mas por trás da estética há muito respeito, e uso consciente das obras do biografado.

Uma semana depois de Suzano, é um filme que dialoga forte com o momento brasileiro.

Yonlu (2017)

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Candidato de Israel a uma das vagas de Filme Estrangeiro no Oscar, o filme teve uma carreira de muitos prêmios e elogios, mas, sinceramente, não é melhor do que os outros 5 que ficaram com as vagas.

Dito isso: Que filme lindo!! Quanto bom gosto!! 

Falar de amor está tão complicado ultimamente, que muitos artistas estão se valendo da "tangente", de questões sociais, para  não chegar ao coração. Este filme fez o contrário, vai no coração,e atinge questõe sociais.

A contenção das performances é sedutora. Mas o confeiteiro, Tim Kalkhof, de fato, arrebata. Que atuação!

 

The Cakemaker (2017)

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O filme sobre a banda Motley Crue (disponível na Netflix) é uma espécie de "Bohemian Rhapsody" para maiores de 18 anos, com mais deboche, sexo, drogas, e um senso de anarquismo que mostra o diferencial que esses quatro desajustados tinham em meio ao sempre decadente hard rock "farofa" dos anos 80... Ainda que falte um maior enfoque na música, essa é uma obra que tem comédia e drama na medida certa.

A quem interessar, segue minha crítica curta e direta (sem spoilers):

https://www.youtube.com/watch?v=Mi5pyio7vpo

cartaz.jpg

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"O Encouraçado Potemkin" está no panteão do cinema. De 1925 até hoje, mantém-se vivo e intenso. Embora seja uma encomenda oficial comunista, é a prova de que, quando um artista se concentra na técnica e na estrutura, sua obra tende a permanecer acima das ideologias. 

Sua montagem me encanta pelo frenesi, em alternar planos gerais e detalhes, planos gerais e detalhes. Tudo no estilete e na cola. Que trabalhão! Engraçado, a ideia de "personagem" parecer um supérfluo do teatro. O que importa - parece dizer - é o coletivo,  o barco. O que falar da trilha de Shostakovich? Mais maravilhosa impossível.

(E o cartaz russo...É um tesão!)

Preciso ver mais Eisenstein.

Bronenosets Potemkin (1925)

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Terminei a leitura desse livro magistral, e tive de correr pra ver o filme. Só o achei em inglês.

Que filme é esse?! Maravilhoso é pouco! Era um dos favoritos em Cannes 1994, até ser exibido "Pulp Fiction", mas, mesmo assim, levou Melhor Ator e o Prêmio do Júri. Foi vetado na China por um certo tempo, e talvez, por causa disso, por lá, vez ou outra, ganha em enquetes como melhor filme do Zhang Yimou. Em pleno 2019, o novo filme do diretor - "One Second" - foi excluído do Festival de Berlim, e cobre o mesmo período histórico.

É bom que se diga, é bastante - não é pouco, é bastante - diferente do livro. O filme é mais alegre. No livro, o sofrimento é até o osso. Pudera, o livro é muito trágico, mormente durante o período da Grande Fome, que, no filme, não foi mostrado. Mesmo assim, os desatinos econômicos da política do Grande Salto Pra Frente, e os desvarios ideológicos da Revolução Cultural estão presentes (Só os idiotas latino-americanos pra acreditarem em Comunismo, Reforma Agrária, nacional-desenvolvimentismo... Socorro! Se tiverem algum amigo esquerdista, deem esse livro de presente, pra mostrar que nem os pardais sobreviveram na China maoísta, onde simples panelas eram bem coletivo, e portanto recolhidas). 

Direção de Arte, Figurino, Trilha, e Atores: soberbos!

Sempre é tempo de viver.

Li Gong in Huo zhe (1994)

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Welcome to Marwen é uma simpática matinê de auto superação sobre o poder terapeutico da imaginação. O filme tem seus pontos fortes nas trocentas metáforas que sugere e, claro, na atuacão do Carrel que carrega o filme nas costas. O ponto fraco é na previsibilidade inerente dos feel-good movies do Zemeckys..ou seja, quem vê sabe o qu esperar. 8,5-10

Imagem relacionada

 


Dragged Across Concrete é um foderoso drama criminal catapultado principalmente pela grande atuação de sua dupla principal, Gibson e Vaugh, que elevam esta produção a outro patamar. Sim, o filme é clichê e tem duração excessiva, seus pontos fracos..mas ver Gibson novamente chutandos bundas é sempre bom. Mas é inferior ao Bone Tomahawk, melhor filme do diretor. 8,5-10

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Lizzie é mais uma (das várias versões, a maioria de terror) de um famoso crime vitoriano dos States. Aqui a pegada é mais dramática e feminista, o que garante mais interesse. Claro que ele só vale pela atucão da grande (e menosprezada) Chloe Zevigni, que eclipsa facilmente a crepusculete Stewart. 8,5-10

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Acabei de descobrir pelo IMDB que esse filme é ruim.

Gente...eu adorei! Bastidor de banda de rock é comigo mesmo. Os atores estão ótimos, o ritmo é ágil,  e o clima de anarquia, despudor, e juventude foi passado com competência.

Eu amei.

Colson Baker, Douglas Booth, Daniel Webber, and Iwan Rheon in The Dirt (2019)

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Admiro a Direção, a autenticidade, e a Trilha Sonora de Michael Abes, mas, sinceramente, a história não me cativou. Sei dentro de mim a razão: não gosto quando uma história aponta para múltiplos lados. Não é que goste de filme fechado. Mas é que quando um filme vira uma estrela de 12 pontas...me desanima. Parecem buracos. Aparecem buracos. Me desliga.

Esperava mais.

Lupita Nyong'o in Us (2019)

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Maine é um simpático indie que mistura de "Antes do Amanhecer" com "Livre" de forma razoável. Tocado de forma bem intimista, funciona só como imersão ao mundo físico e a "solidão pública", pois é pouco desenvolvido e tem pouca substância. Sobram apenas as boas atuações e as paisagens de cartão postal da Apalaches Trail. 8-10

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Triple Threat é uma bobagem de ação deste que é uma espécie de "Os Mercenários" , mas com vários atores B de artes marciais. Sim, quem assiste um troço destes sabe o que esperar, mas aqui a direção consegue não tornar espetacular a porradaria e, pior, não aproveitar a junção destes grandes talentos orientais. Quem sabe nas mãos do Gareth Evans ou Timo Tjahjanto o resultado fosse outro.. 6-10

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"Um Cão Andaluz", 90 anos depois, continua relevante. É obrigatório. Marco supremo do surrealismo, com seus dois principais ícones.

Fico a pensar o que seria do filme sem a melodia alegre e ininterrupta. Ela dá unidade, amarra tudo.

Meu top Buñuel: "O Anjo Exterminador"; "O Fantasma da Liberdade", e "Esse Obscuro Objeto do Desejo" (dois dos seus últimos).

Un chien andalou (1929)

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Definitivamente, não é pra todo mundo. 

Diversos Manifestos artísticos ou políticos, são lidos, entoados, narrados, e transformados em performances. Alguns têm chamado esse trabalho de "instalação", pois carece de traços da linguagem cinematográfica. Ou seja, há uma pergunta interior: É isto um filme? Um dos manifestos mais legais ocorre no final, é o do Dogma 95, encenado como se fosse um trabalho de escola num jardim de infância: "Não pode luz artificial", "Não pode música extrerior à cena". Ficou legal.

Cate Blanchett, atriz de atrizes. Fantástica.

Manifestos sempre me pareceram uma extravagância verbal: como superar textualmente - sim, em nível de texto - algo anterior.

 

 

Manifesto (2015)

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The Highwaymen é um bom drama criminal que retrata a caçada á Bonnie & Clyde do ponto de vista dos policiais. O filme seria algo mais do mesmo, mas é elevado a outro patamar pela competência tanto do Costner como Harrelson nos papéis principais. O primeiro, particularmente, parece reprisar seu papel Elliot Ness, do ótimo "Os Intocáveis". 8-10

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Living Among Us é um "found footage" vampírico que resolvi arriscar mas que se mostrou apenas razoável. Vai vendo, é uma versão "séria" do ótimo "What We Do in Shadows" repleta de furos e incoerências. Ele até cria uma mitologia boa, mas as atuações e cacoetes básicos do cinema em primeira pessoa tornam esta obra esquecível. Melhor ficar com a divertida versão comédia do Taika. 7-10

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Shazam é a consolidação da "Fórmula Marvel na DC", com bastante leveza, coração, e humor na medida certa...e sem perder o toque humano e "profundo" dos seus personagens. Filme para assistir se sentindo um adolescente que se encanta fácil com uma bela obra de "sessão da tarde"...

A quem interessar, segue minha crítica curta e direta (sem spoilers, e com uma breve homenagem ao Pablo Villaça):
https://www.youtube.com/watch?v=IyxvPGwjaik

Shazam-Face2.jpg

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As pessoas têm malhado o roteiro do filme, com o argumento do "Dava para fazer melhor". Mas isso sempre dá. Acontece que Tim Burton tinha uma tarefa realmente muito difícil, visto que o "Dumbo" de 1941, a rigor, a rigor, não tinha nem história. Uma animação encantadora, fofa, mas de meros 64 minutos. Esticados, por que não tinha sequer trama para isso. Além do mais, tinha corvos racistas; o elefante se embebedava de champagne; e muita música (vencedora do Oscar de 1942). Como colocar isso em 2019? Não colocando.  As pessoas novamente falam sem saber, sem nuances...

Sou vegetariano e protetor de animal, então fico satisfeito de ver o roteiro encontrar um mote: a crueldade contra os animais nesse tipos de espetáculos.  Vaquejada, Rodeio, Circo de animais, ora, são eventos de tortura, com tintas de "Cultura". Não têm nada de cultura! Parlamentares retrógrados brasileiros podem colocar esse tipo de coisa na Constituição com o selo de manifestação cultural, mas ninguém briga com a verdade, e a verdade é uma só: não existe mais espaço pra isso na nossa sociedade. O mundo girou.

Voltando ao Tim Burton, ao encontrar um mote, uma mensagem, ele expressa essa ojeriza, fazendo de "Dumbo" uma produção bastante aflitiva, sombria, tristonha. O espetacular animal em CGI é uma mistura de fofura e de dor. E é dele o filme. Os atores não competem com ele. A metade final é melhor do que a metade inicial. Então, confiem que melhora.

Na real, Tim Burton está sempre fazendo o mesmo filme. Não é algo ruim necessariamente. Já se disse que escritores estão sempre escrevendo o mesmo livro. Na obra do diretor, a meu ver, ele está sempre fazendo o mesmo filme: é o triunfo do estranho. 

 

Danny DeVito, Danny Elfman, Michael Keaton, Colin Farrell, Derek Frey, Rick Heinrichs, Ehren Kruger, Chris Lebenzon, Deobia Oparei, Roshan Seth, Ben Davis, Eva Green, Joseph Gatt, Frank Bourke, Sharon Rooney, Ragevan Vasan, Nico Parker, Finley Hobbins, and Zenaida Alcalde in Dumbo (2019)

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Adoro essas tosquices do bem ! Acho que é o segundo filme do Cronenbert mas ele desde o começo mostrou gosto pelo bizarro ! Melhor não falar nada do enredo do filme, quanto menos se souber maior a diversão ! Tudo é precário nessa produção, menos a inventividade e a criatividade. Cotação: Bom. Assistido no Amazon Prime. 

 

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Legítimo Rei (Outlaw/King, Dir.: David Mackenzie, 2018) 2/4

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É, basicamente, um "Coração Valente 2" já que conta os desdobramentos da história do filme dirigido pelo Mel Gibson. Até tem cara mesmo de continuação de filme de sucesso que ficou sendo empurrada com a barriga por muito tempo, sem ninguém se interessar a fazer, mas de uma hora pra outra, aparece alguém e faz (aguardando o Netflix providenciar um Gladiador 2 no seu catálogo...). Enfim, saiu e infelizmente, faltou a 'paixão' que o Gibson teve ao conduzir o 'primeiro' filme. Aqui tudo é meio apático.

Produção é boa e eficiente, mas não é top de linha (até engana bem com filmagens em loco, figurinos legais e umas fotografias dos cenários, mas se nota uma certa limitação). Mesma coisa pode se dizer de tudo mais do filme. Faltou uma introdução melhor pra alguns personagens. O do Chris Pine tem um monte de irmão que você nem nota se estão ali perto dele ou não - faltou uma história anterior, mostrando melhor a dinâmica familiar dele e se apegar a eles como um todo; sem falar no  personagem do Aaron Johnson que só introduzem ele em um breve diálogo, e isso foi pouco pra se apegar ao personagem.

Tudo soa como um 'Robin Hood', onde se presta atenção no personagem principal (porque ele é o principal), mas não dá pra notar muito os demais em volta dele (até porque eles soam meio clichês mesmo). E o Chris Pine não conseguiu lidar com as nuances do personagem que passa por umas mudanças durante o filme, mas ele faz tudo igual, então não se sente muito essa mudança com ele.

No fim: É bom, assistível, mas faltou algo mais pra justificar esse produção.

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Não gostei. Trama forçada, sem novidade, ancorada apenas na caracterização/ interpretação da Nicole Kidman.

Um devaneio tentarem indicá-la ao Oscar por esse filme, como almejaram alguns relações públicas.

Nicole Kidman in Destroyer (2018)

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Superlopez é uma divertida comédia pra passar o tempo com besteirolzinho inofensivo nesta descarada paródia do Superman. O ator principal convence bem e aparato técnico dá conta do recado. É baseado num comic espanhol do qual nunca cheguei perto, e creio que esse desconhecimento tenha tornado minha experiência "passável" uma vez que sou bastante rabugento com adaptações deste naipe. É uma opção bacana e diferenciada aos "Todo Mundo em Pânico" da vida.. 8-10

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A Dog´s Way Home é a típica "Sessão da Tarde" água com açúcar que ainda apela em ter um cachorrinho como protagonista. Misto de "Alfa" com "Benji" , o filme é simpático e tão clichezado que beira o telefilme. Tecnicamente o mau CGI não ajuda e sim escancara a precariedade da produção, que se não chega ao nivel de "Marley & Eu" ou "Sempre ao seu Lado", pelo menos emociona feito "As 4 Vidas de um Cachorro". Em tempo, sou fã de pets e curto este tipo de filme! 8-10

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Minha vez de conferir. Achei o filme apenas ok: edificante-pop-legalzinho; com um estilo bem próprio do Zemeckis.

O Design de Produção talvez devesse ter tido mais atenção durante a temporada de prêmios, assim como tantas outros em tantos filmes. Não cabem todos.

Steve Carell in Welcome to Marwen (2018)

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Bom divertimento, mas confesso ter preferido o documentário indicado ao Oscar, cujas carreiras em paralelo acabaram por infantilizar o filme.

 É uma biografia, e, como todos já sabem, considero o gênero mais difícil de ser feito,  em virtude da  dificuldade de trazer alguma inovação à linguagem cinematográfica.

Em todo caso, parabéns a Felicity Jones por mais essa ótima atuação. Muito carismática.

Felicity Jones in On the Basis of Sex (2018)

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Estava há 20 anos ser assisti-lo, mas aí a Netflix o disponibilizou, e eu não resisti...

Sendo franco, a dinâmica do núcleo familiar do personagem do Russell Crowe tem mó cara de anos 1990, envelheceu mal...Mas, tirando isso, o resto do filme continua excelente. Direção fantástica do Mann, roteiro inteligente, e as atuações...Todos estão muito bem, mas, por favor, o que faz o Christopher Plummer aqui?! Atuação esplêndida. 

1999 é um ano mágico pro cinema. Acho que supera 1939. Como esse filmão, e suas 7 indicações ao Oscar, saíram de mãos vazias? "Beleza Americana", "Matrix", "Magnolia", "Fim de Caso", "Tudo sobre minha Mãe", "Meninos Não Choram", "O Sexto Sentido"... Que ano é esse?!

157  minutos. Podia ser menor, é bem verdade.

 

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Frequentemente apontado como o mais fraco da trilogia das cores, "A Igualdade é Branca" me satisfaz. Liga o branco à esterilidade, e a igualdade à vingança ("estarmos quites"). Vai escrever algo parecido e vê a merda que sai. É preciso talento! Não entendo por que subestimam esse filme, pois tem cenas bem bonitas, e um final pra lá de poderoso. Uma linda Julie Delpy em começo de carreira.

Claro, o trabalho seguinte, o excepcional, a obra-prima, "A Fraternidade é Vermelha" iria eclipsar todas as outras cores, bem como todo o arco-íris.

 

Trois couleurs: Blanc (1994)

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