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O filme realmente me surpreendeu.

Adorei a forma não linear que usaram para apresentar os fatos, deixou o filme mais interessante ainda e nos fez criar muitas expectativas no desenrolar da trama. Mostrar a vida através da cozinha foi uma ótima jogada e as metáforas, grotescas às vezes, são muito interessantes.

Todo o meu amor pro João Miguel que interpretou o Nonato de forma magnífica, adoro a forma como ele conta as estórias e aquele sorrisinho acanhado que ele dá às vezes.

Em dado momento o final já era esperado, mas a construção dele foi surpreendente!

Enfim, tem que ter estômago pra digerir a vida!

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Iron Sky

Divertida pérola sci-fi-trash vinda da Alemanha q bebe fonte dos filmes B ianques dos anos 50, algo como mix de “Sky Capitain”, "Independence Day" e "Bastardos Inglorios". A trama já merece aplausos: Não bastassem ter fugido pra Argentina ou Brasil, um bando de nazistas se pirulitou pro lado escuro da Lua (!?), e lá planejam seu retorno triunfal da conquista da Terra. Isso mesmo. Algo como Invasão dos Nazistas do Espaço Sideral!! Visualmente deslumbrante, o filme é repleto de boas sacadas, critica acida a politica intervencionista dos USA e à Comunidade Europeia. A paródia lida de forma eficiente com mtos clichês do gênero até com o das batalhas intergaláticas (Star Wars?) com mta incorreição política. Diversão pura e descompromissada, q surpreende tecnicamente. Do elenco cansatra de desconhecidos so se destaca o Udo Kier, e a alemazinha gostosa. Atente pra trilha do grupo Lainchbach. 9/10

 

 

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Killer Joe (William Friedkin) - Novo do Friedkin, que acabou recebendo censura NC-17 e foi domado como "chocante"/repulsivo por alguns. Na verdade não tem nada aqui que já não se tenha visto antes, mas de qualquer forma é divertido, over-the-top (no bom sentido) e bem orquestrado pelo Friedkin num geral. Eu sempre curto ver esse tipo de história, especialmente uma onde quase todos os personagens fazem parte da típica família redneck americana, onde ser tosco e imoral são qualidades das mais importantes. Boa quantidade de gore e de nudez com direito a boas risadas.

 

Destaque pra Juno Temple e pra quem diria, o Matthew McGounaghey, na melhor atuação da carreira dele provavelmente.

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O filme realmente me surpreendeu.

Adorei a forma não linear que usaram para apresentar os fatos, deixou o filme mais interessante ainda e nos fez criar muitas expectativas no desenrolar da trama. Mostrar a vida através da cozinha foi uma ótima jogada e as metáforas, grotescas às vezes, são muito interessantes.

Todo o meu amor pro João Miguel que interpretou o Nonato de forma magnífica, adoro a forma como ele conta as estórias e aquele sorrisinho acanhado que ele dá às vezes.

Em dado momento o final já era esperado, mas a construção dele foi surpreendente!

Enfim, tem que ter estômago pra digerir a vida!

Muito bom esse!

"a mão que alimenta governa o mundo"

A ascenção de Nonato me fez lembrar Malik do filme "Un Prophete"

 

 

 

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Que coco ! Roteiro ruim, direção frouxa, apesar do elenco esforçadinho e alguns efeitos especiais caprichadinhos.

Ah, sei lá nada funcionou aqui.

 

"Snow White and the Huntsman" - Nota: 6,0/10,0

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Que coco ! Roteiro ruim, direção frouxa, apesar do elenco esforçadinho e alguns efeitos especiais caprichadinhos.

Ah, sei lá nada funcionou aqui.

 

"Snow White and the Huntsman" - Nota: 6,0/10,0

 

Se nada nele funcionou, como é q deu 6 de 10? teria q dar uns 3-4... hehe

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Tempo de Paz, de Daniel Filho

 

Dan Stulbach dá um show e fax com o que poderia ser constrangedor virar algo sustentável de se assistir. O resto dos atores só estão ali para dá base a sua maravilhosa atuação. Deve ser o melhor filme do diretor. 7/10

 

Robin Hood, de Riddley Scott

 

Falta força nesse filme apesar de todo o requinte técnico. Russel Crowe competente como sempre e é sempre bom ver Max Von Sydow na tela. O resto do elenco entra em silêncio e sai calado e é díficil entender isso em um filme que tem Cate Blanchett e William Hurt. . 6/10

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UM LOUCO APAIXONADO - 5/10 – Este é aquele típico filme que tem uma idéia bacana, mas cuja realização não acompanha a criatividade da proposta a começar pela equivocada escolha do Simon Pegg, como protagonista. Ótimo comediante, ele transforma o personagem central muito mais em um "debilóide" do que necessariamente em um sujeito tímido e deslocado, apesar do carisma. Ator limitado e de poucos recursos, a ligação do seu personagem com a de Kirsten Dunst é praticamente nula, ainda mais que a atriz consegue carregá-la com extrema intensidade, mesmo o roteiro oferecendo tão pouco a ela. Logo, em nenhum momento torna-se atraente a possibilidade que os 2 personagens realmente mereçam estar juntos. Jeff Bridges, por sua vez, consegue brincar e se divertir com uma intepretação visivelmente canastrona, porém é uma pena que existam tão poucas oportunidade de vê-lo em cena. Já a péssima Megan Fox tenta incorporar uma espécie de Marilyn Monroe moderna, o que só torna tudo ainda mais constrangedor, além do que a simples comparação já sugere. O diretor Robert Weide escorrega na maior parte das gags cômicas, não conseguindo conferir a dinâmica necessária para que o irregular roteiro de Peter Straughan se torne realmente divertido já que aposta tanto em piadas sutis, especialmente envolvendo o cinismo e a hipocrisia em Hollywood, e em outras mais exdruxulas, como envolvendo transexuais e/ou envolvendo brincadeiras de duplo sentido.

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Fui o único que gostou de Robin Hood por aqui? Não que eu o ache grande ou subestimado: o filme está longe de ter cenas ou personagens marcantes como Gladiador, mas para mim ele é bem ágil e conta com elenco muito bom, que brilha mais em momentos espirituosos de Von Sydow e Blanchett. Comprei em BD e decerto vou rever algumas vezes antes de morrer.

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Muito bom esse!

"a mão que alimenta governa o mundo"

A ascenção de Nonato me fez lembrar Malik do filme "Un Prophete"

 

 

 

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Que coco ! Roteiro ruim, direção frouxa, apesar do elenco esforçadinho e alguns efeitos especiais caprichadinhos.

Ah, sei lá nada funcionou aqui.

 

"Snow White and the Huntsman" - Nota: 6,0/10,0

 

Ainda não vi esse filme, mas muita gente que conheço até que gostou e tudo mais.

 

Mas enfim, não sei. Só pela Charlize pra mim valeria e pelo que disseram ela foi Diva. Vou conferir pra poder formular um conceito sobre :P

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Usando de todo o eufemismo que tenho direito, o filme é um POUCO machista no começo. Depois até que vai ficando interessante e dá pra dar umas boas risadas, principalmente com o Bruno Mazzeo ( Gosto bastante dele principalmente depois de ir na peça "Clichê").

Enfim, nota 3/5

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Procura-se Um Amigo para o Fim do Mundo (Lorene Scafaria, 2012) - 4/5

 

O filme consegue tirar caldo de uma premissa batida, à primeira vista. Ele reflete de forma interessante a falta de propósito de tudo que seus protagonistas procuram fazer antes que um gigantesco asteroide destrua a Terra. A química entre Carell (de quem eu gosto cada vez mais como ator) e Knightley é muito boa, apesar de parecer um par altamente improvável.

 

Acredito que o roteiro acerta em dar um tom mais sério ao filme, pontuado por momentos cômicos. Embora previsível durante a maior parte do tempo, o filme traz diversão de boa qualidade, consegue fazer com que nos importemos com seus personagens e ainda incita uma reflexão filosófica interessante. E não procura alternativas escapistas para lidar com os problemas de sua própria premissa, o que o destaca em relação às últimas comédias que têm alcançado a telona.

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Luzes da Ribalta (Charles Chaplin, 1952) - 5/5

 

Um palhaço em plena decadência, que conhece e se apaixona por uma bailarina que não tem mais forças para dançar, tendo tentado suicídio. Apesar da própria situação, ele a inspira a retornar aos palcos, com palavras de conforto que serviriam para si próprio. Um filme triste, melancólico, sem aquela característica serelepe habitual dos títulos mais memoráveis do adorável Carlitos, onde o gênio encara seus fantasmas de frente, para todos vermos, sem maquiagem. Como muitos dizem, soa mesmo como um requiém do mestre. Lindo.

 

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Metrópolis (Fritz Lang, 1927) - 3/5

 

Esteticamente é bem interessante, e imagino que para a época tenha sido mesmo uma coisa de outro mundo. Mas para mim, depois de tantos filmes de ficção científica ótimos já vistos, que exploram o mesmo tema do avanço da tecnologia vs. o sentimento humano, etc, esse vale mesmo pela curiosidade apenas, pelo legado.

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Se nada nele funcionou, como é q deu 6 de 10? teria q dar uns 3-4... hehe

 

Sith também estou tentando entender e tenho até medo de um filme realmente que merece 3 ou 4 par juju. :o

 

Deve ser realmente insuportável. Hehehe! :D

 

 

Fui o único que gostou de Robin Hood por aqui? Não que eu o ache grande ou subestimado: o filme está longe de ter cenas ou personagens marcantes como Gladiador, mas para mim ele é bem ágil e conta com elenco muito bom, que brilha mais em momentos espirituosos de Von Sydow e Blanchett. Comprei em BD e decerto vou rever algumas vezes antes de morrer.

 

Eu achei ele legalzinho apenas. Mas nada de mais.

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Apartamento 143

Terror espanhol razoável q (mais uma vez) pega o vácuo dos “pseudo-documentários”, modinha q começou com “Bruxa de Blair”, “Atividade Paranormal”, etc e já ta dando no saco. No caso, trupe de investigadores cientifico-paranormais é convocado pra resolver os pepinos de assombração no apê duma família meio problemática, mas as coisas acabam tomando outro rumo conforme as “manifestações” se tonam mais violentas. Como diz o Pde Quevedo: “Isso non ecxiste!”. Apenas algum bom uso de diversos tipos de câmeras diferencia esta produção, além de ter bons momentos de tensão. E se a pelicula tem roteiro capenga, atuações canhestras, clichês de rodo e quebra de ritmo na metade, seu gde clímax ao menos a honra e eleva acima da média. Resumindo: é algo já visto trocentas vezes, sob um ângulo diferente. 8,5/10

 

 

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Se nada nele funcionou, como é q deu 6 de 10? teria q dar uns 3-4... hehe

Uai, a Charlize tá estupenda e alguns dos efeitos especais não eram ruins, massss não foram suficientes p/ fazer o filme bom, só o torna assístivel, daí o 6... tá, tb tem o Hemsworth, né? :wub:

By the way, isso de critério de nota é um lance muito pessoal. Todo mundo sempre discorda, com a benevolencia ou crítica excessiva, logo...

 

By the way (2), não tremei-vos, óh, P.O. , pq não me lembro de já ter dado 3, ou 4 p/ um filme ;)

 

 

 

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Anders sai por um dia da clínica de reabilitação p/ uma entrevista de emprego.

Aproveita a chance p/ rever amigos e lugares.

Em conversa com um amigo, se dá conta dos erros, mágoas e decepções do passado recente.

Essa reflexão o deprime profundamente e o fato de não ver perspectivas em refazer sua vida o leva a confessar sua intenção de suicídio.

Essa cena em especial é angustiante e uma das melhores do filme, pelo duelo filosófico sobre a vida e a dificuldade do amigo em dissuadi-lo da idéia.

 

Vi tb “Reprise”, outro de JT e me pareceram meio gêmeos. Ambos têm como personagem principal um suicida.

 

By the way, Joachim Trier é sobrinho de Lars Von Trier.

 

Oslo, August 31st” – (Joachim Trier) – 9,0/10,0

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MARTHA MARCY MAY MARLENE Adolescente órfã e problemática, cuidada pela irmã mais velha, foge de casa e passa a viver junto a um grupo de desgarrados como ela, uma espécie de comunidade aparentemente livre, utópica, à parte da sociedade. Mal sabe a garota que entrou na toca do diabo: a organização, na verdade, é machista, estrita, violenta e perseguidora. Após dois anos vivendo horrores em meio ao "culto", ela consegue escapar e pede auxílio à única parente que lhe resta, a qual terá de decifrar o comportamento errático e lidar com a psique arrasada da vítima. A estreia de Sean Durkin intercala o presente da perturbada protagonista com seu passado de abusos, mas com uma abordagem enigmática, vaga, mais interessada em sugestões do que em episódios explícitos. A duração dilatada dos planos, o posicionamento descentralizado da atriz no quadro e a música minimalista conspiram, insidiosamente, para inquietar o público. O desfecho brusco casa com harmonia ao material precedido - conclusões ficam a cargo de quem vê. ****/*****

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Alexander Nevski 7.4/10

 

Eisenstein esbanja talento em um filme que não é indicado para todos. AN tem longas sequências de batalhas estonteantes e técnicas de montagens excelentes...por outro lado é extremamente nacionalista, parecendo uma propaganda de governo, algo impensável nos idos do século XXI. Há relações claras entre o patriotismo exacerbado entoado nos hinos orquestrados durante várias partes do filme e uma tentativa de alertar o soviético com relação ao mundo da época em que foi lançado. Ainda há bastantes traços teatrais, mas o filme é grandioso e os personagens, apesar de simples, já apresentam enquadramentos de cunho cinematográfico, com as emoções saltando aos olhos do espectador. Nem incomoda tanto os excessos justamente porque em nenhum momento você sente que se desejava uma reprodução fiel à realidade dos eventos, é mais um culto ao heroísmo e a proteção da "Mãe Rússia". Neste contexto tudo é permitido.

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Assisti "Ex-Baterista".

 

Não consigo falar nada sobre o filme, não por alguma razão que tenha cunho pejorativo. Muito pelo contrário.

Simplesmente, não há o que se dizer...

Embora, tenha visto "por aí" diversas críticas sobre a violência do filme, o que mais me chamou a atenção foi a individualidade dos personagens.

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Michael

Produção austriaca pesadona e incômoda q trata de pedofilia sem sensacionalismo (ou repreensão moral) sob o pto de vista do criminoso, no caso, uma pessoa comum, acima de qq suspeita e “exemplar” na sociedade. Nela acompanhamos o monótono e sistemático dia-a-dia do personagem-titulo, um respeitável corretor de seguros de meia-idade q, na surdina, mantém uma criança aprisionada no porão da casa. O registro arrastado, seco e frio do quotidiano do fdp é em tom documental (e junto c/ ausência de qq trilha sonora) gera uma certa aflição qdo ocorre a interação com a criança. O pto forte é a humanização do pedófilo, uma pessoa q poderia ser bem nosso vizinho. Uma pelicula tão desconcertante qto “Funny Games” e “Precisamos Falar Sobre Kevin”. Destaque pro agoniante travelling em q o pederasta quase rapta outra criança. 9,5/10

 

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Hell

Interessante produção alemã de temática pós-apocaliptica, do naipe de “The Road”, “O Livro de Eli” e até “Mad Max”. A humanidade enfim sucumbiu, mas não por guerras, nem vírus letal e mto menos algum holocausto zumbi. Sucumbiu apenas pelo aquecimento global, onde a camada de ozônio foi pro saco deixando o brilho do sol escancarado a maior parte da produção e q inclusive dá nome á pelicula (hell = brilho). E é justamente a fotografia clara e o baixo orçamento q torna a produção diferenciada e bastante credivel, num cenário desolado, árido e brilhante. Nele acompanhamos o drama de duas irmãs pitchulecas tentando sobreviver numa Europa devastada pelo Sol e de recursos escassos. Interpretações bacanas e produção sob medida fazem este filme uma boa pedida alternativa ao q normalmente vemos no cinema. 9/10

 

 

 

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Michael

Produção austriaca pesadona e incômoda q trata de pedofilia sem sensacionalismo (ou repreensão moral) sob o pto de vista do criminoso, no caso, uma pessoa comum, acima de qq suspeita e “exemplar” na sociedade. Nela acompanhamos o monótono e sistemático dia-a-dia do personagem-titulo, um respeitável corretor de seguros de meia-idade q, na surdina, mantém uma criança aprisionada no porão da casa. O registro arrastado, seco e frio do quotidiano do fdp é em tom documental (e junto c/ ausência de qq trilha sonora) gera uma certa aflição qdo ocorre a interação com a criança. O pto forte é a humanização do pedófilo, uma pessoa q poderia ser bem nosso vizinho. Uma pelicula tão desconcertante qto “Funny Games” e “Precisamos Falar Sobre Kevin”. Destaque pro agoniante travelling em q o pederasta quase rapta outra criança. 9,5/10

 

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Achei a perspectiva desse filme interessante e acho que vou dar uma conferida. Sobre o "Precisamos falar sobre Kevin" ainda estou em dúvida se vale à pena ler o livro antes ou já confiro o filme logo!

 

Bem, se souber de algum filme que trate de "crime passional" ou algo relacionado a, da mesma forma que descrevou "Michael" e puder me indicar...

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DIA DOS MORTOS Romero não parece ser um entusiasta da Humanidade. Aqui, ele mostra que, em vez de se unirem para combater uma situação apocalíptica, as pessoas não conseguem deixar as diferenças de lado e partem para a jugular uma das outras enquanto o inimigo as cerca. A ironia crítica reside no toque de gênio ao introduzir algo nunca visto antes: um zumbi treinável. O cientista maluco por trás dessa ideia entende que, sendo impossível encontrar uma cura ou destruir a horda de mortos-vivos, o ideal seria tentar socializá-los, tornando-os um pouco mais próximos do que eram em vida. Ora, Bub, o defunto boa-praça, (re)aprende algumas coisas, como usar barbeador, manusear um livro, empunhar uma pistola, apreciar música clássica e até balbuciar palavras. Já os seus mestres que ainda respiram... Bem, eles chegam a ser tão monstruosos uns com os outros que o espectador pode até ficar em dúvida do porquê de eles temerem a onipresença dos comedores de cérebro do lado de fora. ****/*****

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