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entao assista Stakeland....disponivel nas locadoras. Um filme q honra a mitologia violenta das criaturas noturnicas..

 

Acho que qualquer filme de vampiro, por pior que seja, consegue honrar mais a mitologia dos vampiros que essa sagaeta do Crepúsculo.

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Frozen

Confesso q logo no inicio pensei q este indie fosse mais um terror teen banal, mas me enganei. É um suspense psicológico bacana, do naipe de “127 Horas” ou “Mar Aberto” , so q passado na neve. No fiapo de enredo, acompanhamos o drama de 3 jovens esquiadores q se vêem presos num teleférico, esquecidos (!?) pelos donos do resort. Isso as vésperas de uma gélida nevasca e com lobos famintos à espreita, tal qual “A Perseguição”. O trio de atores colabora bastante em manter o interesse nalgo q facilmente descambaria no tédio, tendo em vista o palco onde se desenrola td: a cadeira do teleférico. Poucos recursos, diálogos poderosos e mto frio congelante. Shawn Ashmore, depois do bacana “As Ruinas” , encontrou finalmente seu novo ganha-pão em filmes deste naipe, após o fim da saga “X Men” , onde fazia o Homem de Gelo. 8,5/10

 

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Delícia de filme!

Um pouco arrastado p/ alguns, talvez.

Bárbara, uma pediatra berlinense, após tentar sair do país, é punida com transferência p/ um pequeno vilarejo.

 

Embora o romance seja pano de fundo p/ uma crítica política sutil, o filme consegue ser absurdamente romântico.

As falas aqui nem dizem muito, tudo está subentendido, a ser deduzido.

 

Merecidamente premiado e representante da Alemanha no Oscar 2013.

 

Barbara” - (Christian Petzold) – 9,0/10,0

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credo... até tu, Dead??? (pasmo!)

 

 

 

entao assista Stakeland....disponivel nas locadoras. Um filme q honra a mitologia violenta das criaturas noturnicas..

 

Pois é, Soto... Acho até que comentei isso lá pelos idos do lançamento do primeiro nos cinemas: fui acompanhando dois sobrinhos. Estávamos de bobeira no shopping e eis que a minha sobrinha teve a brilhante ideia de ver essa bosta. Como não imaginava que fosse tão ruim, fui com eles... Péssima ideia.

 

Porra...! Fiquei doido pra conferir esse Stakeland!!! Fissurado... Um filme que respeita o mito do Vampiro e/ou faz uma releitura inteligente é sempre bem vindo.

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247°F

Repeteco dos ótimos Frozen , 127Hrs e Mar Aberto só q aqui a trama se passa numa... sauna!! Aqui vemos como um quarteto de jovens descolados, em férias na sua cabana da floresta claro, se vê subitametne preso na sauna da dita cuja (!!??), e enqto fritam lentamente desfilam tanto seus dramas pessoais como seus corpos sarados suando em bicas. O elenco até q se empenha e há algumas sacadas bacanas da cultura pop (até Sarlaak, do Retorno do Jedi é mencionado na hora do aperto), mas o roteiro nao faz nada mais do mesmo. Curiosidade é mesmo ver o fodão Tyler Mane (o assassino do remake de Halloween e o Dentes-de-Sabre de X-Men ) aqui num papel de amigo-chorão-boa-praça. Entretém com ressalvas, mas quem curte o genero vai apreciar mais, e torça pra esta pelicula nao receber aqui o nome de Panico na Sauna ou Queimados Vivos . 7/10

 

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RUBY SPARKS - A NAMORADA PERFEITA - 9/10 - É uma estranha, bizarra e deliciosa comédia com toques dramáticos que aposta em uma boa dose de humor negro e narrativa surreal para ilustrar o romance de um escritor (Paul Dano) com a personagem principal do seu próximo romance, a apaixonante Ruby (Zoe Kazan). Os diretores Jonathan Dayton e Valerie Faris, os mesmos responsáveis pelo encantador e igualmente bizarro "Pequena Miss Sunshine", exploram com sutileza a psicodelia temática do ótimo roteiro feito pela própria Zoe Kazan que de uma maneira bastante inusitada explora alguns dos dilemas do escritor e sua crise de inspiração assim como dos relacionamentos amorosos, como a idealização da mulher perfeita, a aceitação dos defeitos, a submissão, a dependência e o desapego. É uma temática que se assemelha com "Mais Estranho Que A Ficção" com a diferença que o escritor é consicente das ações que coloca no papel. O maior dos pecados do filme, talvez, seja a pequena "barriga" imposta pela narrativa para apresentar os pais de Calvin, o escritor, que embora permita duas performances inusitadas de Annette Bening e Antonio Banderas acaba chamando mais atenção pela estranheza, sem oferecer maiores subsídios para o desenvolvimento da narrativa, mas que em seguida retoma seu rumo. Contando com um clímax extremamente melancólico e que beira o doentio, o filme consegue ao longo de sua narrativa um alcance muito maior que a média das produções de gênero justamente por apostar em uma narrativa que mescla inteligência e criativa, fugindo de lugares comuns e apostando na extravagância e na estranheza da proposta. Logo, não deixa de ser uma grata surpresa e uma recompensa mais do que bem-vinda já que o próprio Calvin faz questão de não exigir do espectador que esperemos respostas definitivas e que aceitemos pelo menos a hipótese de que tudo aquilo realmente poderia ter ocorrido. E o final acaba sendo lindo e romântico por permitir que o arco dramático se encerre de uma forma positiva sem soar piegas ou impositivo. Um filme belíssimo pela sua esquisitice e bizarrice!!!!"

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Demônio (Devil, Dir.: John Erick Dowdle, 2010) 2/4

 

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Um grupo de pessoas fica preso num elevador, e um deles seria o próprio demônio em pessoa e estaria ali pra aterrorizar o tal grupo que ali se encontra. É uma produção do M Night Shyamalan, que aqui resolveu colocar seus contos de infância(?) pra outra pessoa dirigir (depois do A Dama na Água, ele deve ter resolvido fazer isso). A história é interessante mas cai um pouco naquele esquema de um grupo de pessoas presa em algum lugar e um pessoal de fora tentando ajudar e tals, com todos maneirismos que isso pode implicar. Mas de qualquer forma, gostei do final e de alguns lances do filme. P.S.: E alguém consegue explicar qual a ligação daquela pessoa que se matou no começo com o resto filme? Era só pra levar o policial pra lá? Porque só serviu pra isso (E aparece um "1" no começo, dando impressão que viriam outros filmes, mas até agora não vi lançarem mais...).

 

Humanoids from the Deep (Monter or Humanoids from the Deep, Dir.: Barbara Peteers, 1980) 1/4

 

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Não sei o nome que esse filme recebeu no Brasil (e se ele sequer foi lançado por aqui), e como tô pregüiça de procurar na net, então vai o título original mesmo. Mas ele tem 2 nomes: Monster e Homanoids from the Deep. Um tá no singular, o outro no plural, então quem vai ver fica na dúvida se é uma criatura ou várias atacando o elenco. Resposta: Várias. Então, vai: HumanoidS from the Deep.

 

Trasheira anos 80, sobre umas criaturas que saem da água pra atacar o pessoal em volta (Tubarão + O Monstro da Lagoa Negra, basicamente). Visual bem tosco o das criaturas como podem ver acima, mas o filme tem muito gore, violência, atuações pífias e muita nudez/peitos balançando, como manda o bom ritual dos filmes de terror da época. E quando falo que o filme tem muita nudez não estou brincando já que as criaturas matam os homens, mas acasalam com as mulheres. Então, enquanto nos homens eles arrancam as tripas fora, as mulheres eles simplesmente arrancam as roupas e levam pra acasalar. Enfim, não deixa de ser curioso ver o filme...

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Star Wars: Episódio III (George Lucas, EUA, 2005)

 

SPOILER

 

A trama política parece interessante em teoria. Não sei direito o que dizer. Lá pela metade do Ep. II eu cansei do blá blá blá político confuso e parei de prestar muita atenção. A história romântica é boa, mas, assim como a política, sofre com diálogos fracos e atuações ruins. Tendo que trabalhar com falas simplórias, até Natalie Portman e Ewan McGregor soam falsos (ela chega a soltar um risível “I don’t know you anymore”). Hayden Christensen não é ator e dói vê-lo tentar.

 

A decadência de Anakin, desde o filme anterior, é suficientemente crível no que diz respeito ao roteiro, mas não deixa uma sensação devastadora. Mesmo assim, o Ep. III é o mais sombrio e dramático da trilogia (não posso chamar de maduro um filme com diálogos no nível “vovô viu a uva”). Sobre o surgimento de Darth Vader, a parte que parece forçada ocorre no fim, quando de repente ele se deixa levar pela raiva e mata Padmé. Faz sentido, mas acontece de forma muito rápida.

Nos filmes anteriores ela é minha personagem preferida (não que tenha muita concorrência). Mas grávida fica mais limitada, e não faz nada além de ter conversas aborrecidas com o marido (“Você é tão linda”, “É só porque eu estou tão apaixonada”). O romance continua causando vergonha. A morte dela, no parto, também parece forçada. Padmé morrer aparentemente de tristeza, inclusive desistindo dos dois filhos, não convence. (A propósito, Leia não diz que se lembra da mãe?)

 

Visualmente, toda a trilogia é lindíssima. A grandiosidade, os personagens de CGI, o figurino e os cenários são extraordinários. O excesso de CGI dá certo pra mim e eu tenho adoração pelas roupas de Padmé e pelos cenários, além de me divertir bastante com a ação (só não posso elogiar a lava no fim do Ep. III). Infelizmente a trilogia não é muito mais do que um rostinho bonito. O último Episódio tem um ou outro momento mais memorável, e o maior deles é aquele em que Vader ganha o capacete do famoso uniforme, mas em alguns pontos é mais constrangedor do que os anteriores.

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Geração Proteus (Demon Seed, Donald Cammell, EUA, 1977)

 

Proteus é um computador inteligente e gostaria de ter um corpo humano para viver experiências como as nossas. Então ele decide ter um filho. O computador, que aparece numa tela em forma de animações aleatórias do tipo WMP, fala com voz monótona, não respeita as pessoas, segue um plano que vai de encontro a elas, é ameaçador e controla um ambiente deixando uma pessoa sem saída, ou seja, é Hal 9000: o retorno.

 

Agindo com ajuda de uma cadeira de rodas que tem um braço mecânico e de um inexplicável polígono flutuante multifuncional, ele aprisiona e aterroriza uma mulher com a intenção de procriar. Bizarrice que beira o sombrio e chega a ser cômica em sua fala final, pode ser uma metáfora referente ao contexto social dos anos 70, mas não precisa ser levada a sério. A história, sobre o aprisionamento de uma mente superior e a tentativa de controlar uma criação que tem vontade própria, não inspira muita reflexão. Que seja apreciado como um bom filme esquisito.

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Um Conto Chinês - 4,0/5,0

 

Delicioso filme made in Argentina que me cativou desde os primeiros minutos, seja pela nonsense tragicômica do prologo, quanto pela já, de cara, mostra da magistral interpretação do meu xará na pele do rabugento e reservado Roberto, um homem de meia idade, solitário e obsessivo que dono de uma loja de ferragens vê sua rotina metódica e certinha ser completamente abalada e desestruturada com a "chegada" de um chino perdido.

 

Prepare-se para situações e interpretações impagáveis embaladas por uma história surpreendente, contada de modo engraçado e elegante e, como todo bom conto, ao final com uma lição moral dada de modo leve, mas definitiva.

 

Imperdível!

 

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Cockneys Vs Zombies

Divertido besteirol britanico na mesma pegada de Zumbilandia , Jogos, Trapacas e Dois Canos Fumegantes e ate Shaun of Dead, do qual inclusive parece ser sequencia natural, ja q a trama se passa num bairro proletario barra-pesada londrino. A trama absurda e surreal redunda num grupo de assaltantes trapalhoes q se ve subitamente num holocausto zumbi, enfurnados num asilo junto de idosos mais duros-de-matar q John McClane. Na verdade o elenco octagenario destoa nesta comedia assumidamente trash, repleta de gore. O ruim apenas q suas gags sao gastas ja logo de cara e depois fica uma sensacao de quero mais nao preenchida. Resumindo, divertidinho apenas.. Destaque pruma perseguicao hilaria.. onde zumbis lesmas vao atras de um velhinho com andador! E pra sequencia do bebe-zumbi, claro! 8/10

 

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A Invenção de Hugo Cabret - 3,0/5,0

 

Título infeliz e sem sentido de mais um filme mediano de um diretor genial. Tecnicamente irrepreensível, de mote super bacana e fotografia deslumbrante o filme é uma delicada homenagem ao Cinema, mas confesso que foi à duras penas que consegui ir até o final (entre vários pause's para ir ao banheiro, comer alguma besteira, atender o cel, checar e-mail's etc) uma vez que achei a narrativa trivial, "engessada" e o ritmo capenga, sonolento às vezes até...

 

Boa matinê numa tarde chuvosa de sábado ou domingo. Só. De qualquer forma, vale a conferida.

 

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O Homem de Ferro 2 - 3,5/5,0

 

Divertida e eficiente continuação, confesso que me surpreendi gostando e me divertindo tanto quanto quando conferi o primeiro. Talvez porque não esperasse muita coisa, o filme se saiu muito bem! Destaque pra Downey Jr. completamente à vontade no papel e no tipo histriônico e paspalho de Sam Rockwell, mais como alívio cômico que propriamente como vilão/oponente roubando algumas cenas...

 

PS: não precisavam ter enfiado goela abaixo a explicação esdrúxula e "familiar" de COMO Tony Stark descobriu como sintetizar um "...novo elemento químico, impossível de ser sintetizado..." (??! Oi??!) (sic). Momento constrangedor do filme... Roteirista devia estar sob efeito de alucinógenos ou com uma ressaca das brabas. Tipo: "Ahhh... Fodas! Vai isso mesmo..."

 

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como falaram acima, vi o crepúsculo 1º a nível de curiosidade né? engoli marromeno..

outro dia vi o amanhecer I, e affi noossa, tentei ver o lado positivo e acabou o filme e nada, e peguei do meio né?!

este é: indiscutível, inominável e inotável (sem nota p dá)kkkks :D

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"Deus da carnificina" - Muito difícil avaliar, afinal é uma peça filmada. Considerando-se isso (o que, a meu ver, tira alguns pontos do filme), os atores estão tão espetaculares que é impossível ficar inerte. Sim, é tudo exagerado, cuspido, em tom de galhofa, mas convence o circo de falsidades e ironias dos personagens.

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Um Dia – 2,5/5,0

 

“Bunitinho” filme romântico com toque moralista e melodramático (principalmente no terço final) que se ancora sobremaneira no talento dos protagonistas, em especial (quase que totalmente, na verdade) no de Anne Hathaway (excelente). Esta, precisa na composição e nuances da personagem.

 

É divertido, distraí, é bem produzido mas... fica no ar um quê de “superficialidade”, de irrealidade das atitudes (ou da falta de algumas), de pensamentos e posturas... 20 anos passam mas, à despeito dos encontros nos dias 15 de julho dos personagens, suas cobranças e expectativas em relação à si mesmos e ao outro me soaram mentirosas, forçadas.

 

Grande parte das nossas vidas é composta de fatos insignificantes, meio que monótonos até, rotineiros mas que, na somatória, acabam se tornando uma “coisa" grande, que molda nosso caráter, nossa conduta, nossa visão de mundo e falta exatamente isso ao filme. Mais precisamente: falta à diretora Lone Sherfig, escapando-lhe de modo perturbador, esse "olhar", a captura desse algo que cresce com o passar dos anos e muda tudo...

 

Durante todo o filme eu me perguntava: “O que essa mulher vê nesse cara??! Por que está agindo assim? O que está “esperando”? PRÁ QUÊ está esperando?!?” Considerando a evolução do personagem essas perguntas vão ficando mais e mais fortes e o que se passa na tela vai ficando cada vez mais e mais irreal, falho, fake, romanticamente infantil, não exatamente pelo que é mostrado, mas justamente no contraponto com a evolução dos personagens (mas...será que evoluíram mesmo?! A cena pueril de ciúmes de Dex e de Ema se trancando no banheiro, indecisa, num dèja vu óbvio do que fez quase 20 anos antes, mostram que talvez, não. Que triste...).

 

Enfim... Tomo emprestadas as palavras do crítico Marcelo Hessel que, em sua crítica ao filme, resumiu o que percebi do mesmo:

 

“... toda a troca de experiências em Um Dia é pautada pela cobrança, o que automaticamente gera frustrações, como um pacto de sangue aberto em uma noite sem sexo. O problema não é viver de metas, o problema é que isso - na forma como o filme apresenta - tira do acúmulo de vivências toda e qualquer relevância. O 15 de julho de Um Dia torna-se o Dia da Marmota de Feitiço do Tempo, reproduzido 20 vezes. Nessas duas décadas de repetições as relações obviamente se maquiavelizam, em nome do que é "necessário"...”

 

(O problema é definir o que é necessário e quem define isso...)

 

Vale a conferida, pelo trabalho dos atores e por ser “bunitinho”, distrair. Mas, se quer algo parecido e beeeem melhor, vá de “Harry e Sally, Feitos Um Para o Outro”. Esse, sim, mata a pau!

 

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Depois de Horas (After Hours, Dir.: Martin Scorsese, 1985) 4/4

 

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Meu favorito do Scorsa. :wub:

 

A Hora do Pesadelo 4 - O Mestre dos Sonhos (Nightmare on Elm Street 4 - Dream Master, Dir.: Renny Harlin, 1988) 2/4

 

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Aqui a série estava no auge, não em qualidade propriamente dita (já que o filme tem seus problemas), mas em popularidade (chegou a ser o filme que mais rendeu da série nos anos 80). O aspecto sujo dos filmes iniciais, sumiu um pouco para fazerem um filme mais pop e agradar mais o povão teen da época. Com isso, muita coisa do filme ficou datada hoje em dia, mas tem seus momentos (a guria que vira barata, a outra que é chupada pelo Freddy, a cena no cinema) e não deixa de ser um bom registro histórico da época. Considero um dos melhores da série (perde pra Parte 1 e 3 basicamente). E a trilha sonora dele é bem memorável pra mim, não por ser necessariamente boa, mas porque foi onde mantiveram um elemento sujo da série (Acho que assisto mais ele hoje em dia por causa da trilha).

 

Adrenalina (Crank, Dir.: Mark Neveldine e Brian Tayloy, 2006) 3/4

 

Adrenalina 2 - Alta Voltagem (Crank 2 High Voltage, Dir.: Mark Neveldine e Brian Tayloy, 2009) 3/4

 

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Ótima série de ação onde o absurdo dita as regras. Jason Statham é Chev Chelios, um cara que insiste em não morrer, mas não como um herói de filme de ação normalmente faz, mas sim como um monstro de filme de terror, como Freddy, Jason ou Michael Myers (até se levar um tiro na cabeça, não duvido que o cara reaparece em outro filme). Além desse elemento, um ritmo de videogame em ambos filmes, me fizeram sentir com um joystick na mão (Chev tem que recarregar as forças toda hora, para partir pra ação novamente, coisa que não deixa de ser vindoura dos videogames). E o segundo filme brinca muito com o elemento muito presente em continuações que é a repetição de elemento e personagens do 1º filme. Vários personagens que morreram ou não tiveram muita importância no primeiro filme, aqui reaparecem do nada por puro deboche do roteiro (A cena do enfermeiro do primeiro filme, que no segundo aparece se consultando com uma psiquiatra, mostra bem isso).

 

Código de Honra (Puncture, Dir.: Adam e Mark Kassen, 2011) 3/4

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Advogados tentam com que um monópolio de remédio aceite distribuir nos hospitais uma seringa segura para medicos e enfermeiros. Baseado em fatos reais, esse é um eficiente drama sobre a indústria farmacéutica dos EUA. O filme no final se mostra como uma homenagem para o advogado Mike Weiss (interpretado pelo Chris Evans) que mesmo sendo viciado em drogas, lutou fortemente na batalha contra essa indústria.

 

Sexta-feira 13 Parte 7 - A Matança Continua (Friday the 13th Part 7 The New Blood, Dir.: John Carl Buechler, 1988) 2/4

 

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Meu primeiro Sexta em HD :D. Vi no NetFlix. Bem boa a imagem.

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Fuga do Século 23 (Logan's Run, Michael Anderson, EUA, 1976)

 

No futuro, as pessoas permanecem isoladas numa cidade projetada para proporcionar apenas satisfação. Mas o tempo de vida se resume a 30 anos, quando elas devem passar por um ritual que oferece a oportunidade de renascer. Elas são alienadas e não questionam o sistema. É como um culto. As que se atrevem a questionar, como sempre, são perseguidas.

 

O figurino é ridículo e só um grupo é poupado. Basicamente, as roupas são túnicas curtas usadas com calças apertadas ou meias-calças, e o decote dos homens é assustadoramente revelador. Mas o filme não é ridículo. A ação é inevitavelmente moderada pelas limitações tecnológicas, e nem por isso é ruim. Pode ser ótimo ver pessoas fugindo e lutando normalmente, quando são gente normal com armas relativamente simples.

 

O romance, que em muitos filmes irrita por ser desnecessário, é importante e se desenvolve naturalmente. No início os fugitivos querem somente a chance de viver, mas depois surge a necessidade de ter com o outro uma relação desconhecida até então. Infelizmente o final é muito fácil, mas não deixa de ser uma ficção científica bem interessante

 

 

Depois de Horas (After Hours, Dir.: Martin Scorsese, 1985) 4/4

 

Meu favorito do Scorsa. :wub:

 

Um dos meus favoritos. Ele criou um pesadelo de verdade, como pouquíssimos diretores conseguiriam.

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Kauwboy

Delicado drama infantil holandês q, sob formato dum conto moderno, trata do amadurecimento precoce duma criança diante da ausência dum dos modelos paternos. Qq semelhança com “O Garoto da Bicicleta” será mera coincidencia. Nele acompanhamos um guri q encontra um filhote de corvo e, bizarramente, passa a cuidar dele com dedicação fraterna, numa clara alusão a carência q ele mesmo sente da própria mãe ausente. As cenas do moleque (Rick Lens) com a ave emocionam pela simplicidade e espontaneidade, já q ambos estão fodásticos em suas “interpretações” (existe Oscar pra bicho?). Um filme simples porem tocante. 9/10

 

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O Garoto do Futuro (Teen Wolf, Dir.: Rod Daniel, 1985) 2/4

 

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O filme deve ser mais engraçado hoje do que foi na época, devido ao nonsense da proposta e muitas coisas ridículas no filme, que fazem rir pelo humor involuntário. Michael J. Fox (De Volta para o Futuro) faz um garoto que descobre que é descendente de uma família de lobisomens. Isso faz com que ele fique popular no colégio, devido aos seus superpoderes ao virar um "lobo adolescente" (título original), até virar um superastro do basquete (sim, lobos sabem jogar basquete - ?). Seu pai inclusive lhe fala "Grande poderes requerem grandes responsabilidades" como o Tio Ben do Homem Aranha. Pra mim, vale pela nostalgia.

 

Ganhou uma continuação na época, mas sem o Fox, e sim, com o Jason Bateman fazendo um primo dele que ia pra faculdade, além de um desenho animado. Sem falar que ganhou uma série atual da MTV (que parece mais com Crepúsculo/Smallville do que com esse filme).

 

A Noite dos Demônios (Night of Demons, Dir.: Kevin Tenney, 1988) 1/4

 

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Um grupo de amigos vai passar a noite de Halloween numa mansão que já foi uma funerária. Lá um a um são possuídos por uma entidade do mal que assola o lugar.

 

Trasheira anos 80. Um "Evil Dead" dos pobres, basicamente. Mesma história, com produção bem pobre (parece daqueles filmes do Cine Privé da Band), roteiro inexistente, elenco ruim mas sem um Sam Raimi na direção. Só que tem uma coisa aqui e acolá que agrada, o que faz com que ele não seja muuuuuito ruim. Só ruim mesmo. Teve 2 continuações (um em 1994, e outra em 1997), além de ter ganho um remake em 2009 (pelamor! Será que 100% dos filmes de terror dos anos 80 ganhou um remake?).

 

Pulp Fiction - Tempo de Violência (Pulp Fiction, Dir.: Quentin Tarantino, 1994) 4/4

 

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Nem tem muito o que falar. Um dos melhores do Quentin (pra mim, só perde pro Kill Bill), um dos melhores da década de 90, e etc.

 

Jackie Brown (Jackie Brown, Dir.: Quetin Tarantino, 1997) 3/4

 

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O mais fraco do Quentin, mas mesmo assim bem bom. Nessa revisada caiu um pouco. Achei o começo meio demorado e alguma cenas poderiam ter sido mais fodas e com maior enfoque Spoiler (como a morte da personagem da Bridge e do DeNiro).

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Rock of Ages, um filme tão curioso quanto chato, curioso pelo fato de seu segundo ato ser a melhor parte do filme, sendo o início insuportável com um climax que deixa a desejar mas pega um pouco o embalo do segundo ato, apesar das cenas que não tem o Cruise tb serem insuportáveis. O casalzinho protagonista não tem química e suas canções juntas, apesar de bem feitinhas, não envolvem e tem pontos q dá raiva. Zeta-Jones totalmente irreconhecível no papel.. as únicas coisas que valem um pouco a pena é ver o Cruise dando uma de Axel Rose, estrela insuportável, e as músicas q são boas... o resto... Nota 2/5

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esse "lobisomen" do J Fox cairia melhor no casting do "Planeta dos Macacos" ..

 

Nem tinha me tocado disso quando revi, mas até que é verdade...

 

Então, o título nacional "Garoto do Futuro" faz sentido já que no Planeta dos Macacos, os símios vão dominar a terra no futuro. hehehe

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Pulp Fiction - Tempo de Violência (Pulp Fiction, Dir.: Quentin Tarantino, 1994) 4/4

 

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Nem tem muito o que falar. Um dos melhores do Quentin (pra mim, só perde pro Kill Bill), um dos melhores da década de 90, e etc.

 

Já cheguei à conclusão de que considero esse o melhor filme do Tarantino. E é o meu preferido da década também.

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Excision

Terror dramático do naipe de “Carrie” , só q perturbadoramente mais trash. Numa família disfuncional, uma teen desequilibrada deixa-se envolver no seu universo de nóias erótico-sangrentas, que condicionam td sua vida sócio-familar. O resultado será uma orgia de sangue, necrofilia e mutilação. A personagem principal lembra mto “Juno” , pois seus diálogos (repletos de humor negro) são de longe a melhor coisa do filme, assim como seus devaneios sexuais. Deste indie bizarro destoa a ótima interpretação da AnnaLynne McCord como a maluquete da vez, assim como as pontas de muita gente habitual de filmes B, como Traci Lords, Malcolm McDowell, John Waters, entre outros. Uma produção interessante q fala sobre a falta de comunicação entre pais e filhos, camuflada de terror. Vale uma visita, mas é amar ou odiar, pois o desfecho é um soco no estômago. 9/10

 

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