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Polisse
Filmaço este drama q, em tom quase documental, acompanha o dia-dia da Brigada de Proteção à Menores da policia parisiense. Espécie de “Tropa de Elite” francês, so q focado num depto voltado pra crimes contra criança. O elenco ta ok. Apesar de ter trocentas figurinhas carimbadas de lá, quem destoa mesmo são as participações mirins, q faz dos famosos apenas suporte. A montagem ta perfeita, pois nos envolvemos na rotina daqueles policiais, cujos dramas particulares se refletem (e muito) nos casos q caem em suas mãos. O desfecho é tão cruel qto simbólico pois, ao retratar o tema tão espinhoso q se propõe, o filme no final das contas trata da foderosa policial “Chuck Norris” Iris, q é a personagem mais complexa da pelicula. Destaque pra cena do “smartphone” e da  danceteria, q so perde pra do jantar do conterrâneo “Intocavéis”. Depois desse filme me pergunto: se lá é assim, imagine aqui!? 10/10

 

 

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Uma História de Natal (A Christmas Story, Dir.: Bob Clark, 1983) 2/4

 

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Menino sonha em ganhar um rifle (de brinquedo) no Natal, e faz de tudo pro pais descubrirem isso. 

 

Filme "bunitinho" da década de 80. Mas funcionaria melhor se cada história fosse protagonizada por um menino diferente da turma e não um só deles (no caso, o loirinho que quer o rifle). Porque no fim, cada história que o menino vive é meio solta uma da outra e fica essa impressão mesmo que foram várias histórias imendadas numa só (Ou seja, são várias "histórias de Natal" aqui e não só uma).

 

 

Victim (Dir.: Matt Eskandari e Michael A. Pierce, 2010) 0/4

 

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Um cara é sequestrado e passa por diversas torturas por um médico e seu assistente. 

 

Nem sei se essa era ou não uma idéia boa pra se fazer um filme (talvez sim, talvez não, sei lá). No fim, não dá pra se saber mesmo porque a realização não foi boa, então o resultado ficou medíocre. E o final é meio óbvio. Dá pra saber logo o motivo do médico tá fazendo as coisas que ele faz com o cara...

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Trabalhar Cansa

Drama social e terror psicológico definem esta interessante produção nacional q acompanha a vida duma dona-de-casa q decide investir num mercadinho de bairro, justo num momento impróprio (marido demitido, contas atrasadas, visita da sogra, empregada insatisfeita, etc). O tom meio “Dark Water” e “X-Files” surge qdo fenômenos estranhos rondam o novo emprendimento, gerando uma atmosfera opressora de mistério e suspense. Produção modesta porém eficaz e elenco desconhecido mas competente fazem desta uma curiosa pedida de cinema tupiniquim alternativo. A critica social (de poder) é onipresente neste “pseudo filme de monstro”, q no fundo mostra q p/ classe média não há nada mais assustador do q a incerteza em relação ao “ganha-pão”. 9/10

 

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50% (50/50, Jonathan Levine,  2011) - é um crime que esse filme tenha ido direto pra locação no Brasil (pelo menos de acordo com o IMDb). Apesar de abordar o tema câncer com a profundidade necessária, não se perde quando faz um pouco de comédia, nem no lado romance da estória. Os personagens são bem construídos e o elenco detona. O Levitt é o centro, obviamente, atuação fantástica, mas todos os outros estão muito bem tb. E o final é completamente perfeito.

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Indomável Sonhadora

Não atente pro péssimo titulo q esta dura e simpática fábula indie recebeu aqui, pq o original tem mais a ver. Aqui a pobreza do sul pantanoso dos States é retratada com delicadeza poética e documental. Assim como a relação pai-filha, sob o olhar desta última, a carismática Hushpuppy, ao enfrentar as adversidades do dia-dia causadas durante uma enchente (Furacão Katrina?). O bacana é a imaginação fantasiosa da pequena q, tal qual “Onde Vivem os Monstros”, a ajuda a amenizar a rotina, manter os pés no chão e amadurecer. Mas td isso não seria possivel não fosse a excepcional atuação da encantadora atriz-mirim Quvenzhané Wallis, q carrega o filme nas costas facilmente, do alto dos seus mirrados seis aninhos! Destaque tb pra linda trilha sonora, assobiável mesmo após o termino da sessão. 9,5/10
 

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Lobos de Arga
Divertidissimo “terrir” espanhol q faz com lobisomens o q “Shawn of Dead” fez com zumbis: tirar sarro. A impressão q tive foi de estar diante duma pelicula B oitentista, uma versão escrachada de “O Lobisomen Americano em Londres”. Trama clichê: jovem escritor vai pruma aldeia dos cafundós rurais da Galicia atrás de suas raizes, e se depara com habitantes neuróticos com uma maldição de licantropia q atravessa gerações, e cujo ultimo descendente adivinhem quem é.. Esse é o mote pruma serie de absurdos e gags besuntandas com muito gore e humor negro de primeira. O bacana é q os efeitos especiais são artesanais e bem eficazes, logo a caracterização dos lobisomens - um misto entre “O Garoto do Futuro” com o retro-licantropo clássico do Lon Chaney -  é “tão ruim q fica boa” pra proposta da pelicula. A química do trio de atores principais é tb o trunfo q garante os momentos cômicos mais engraçados, assim como o carismático cãozinho Milo (“O Artista”?). Sim, tem falhas tb, mas seus méritos superam a contento o objetivo do filme q não tem pretensão nenhuma a não ser divertir numa tarde chuvosa. Grata surpresa vinda da Terra de Cervantes, bem superior a “[REC 3]” , com destaque disparada pra cena do dedo decepado. 9,5/10

 

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Amour
Duro e tocante drama intimista q faz duma simples historia de amor dum casal octagenário nos “finalmentes” uma cruel e dolorosa estória de sofrimento com a qual é facilmente se identificar. Velhinho passa inferno astral ao ter de cuidar – com td carinho, empenho e ternura imagináveis – de sua esposa acometida por uma doença degenerativa q piora a cada dia, e isso vai testar seu amor por ela. O casal principal esta soberbo nas interpretações, assim como a condução da trama sóbria, embora se arraste demais prum desfecho de impacto. É um filme difícil q merece esforço e dedicação, superior a “Fita Branca”, trabalho anterior do diretor. Pensando bem, é um filme de terror. Terror á solidão. E ao termino da sessão a impressão é a de q não vi um filme, e sim deixei um velório. 9,5/10
 

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Tropicalia
Documentário tão envolvente qto “Raul: o inicio, fim e meio” , q retrata e busca compreender esse movimento multicultural transgressor, encabeçado por Gil e Caetano, q surgiu durante a ditadura no Brasil. O forte são as imagens raras de arquivo e os depoimentos de boa parte dos artistas envolvidos ou simpatizantes, como Rita Lee, Gal, Betânia, Glauber Rocha, Zé Celso, entre mtos outros. Mas o q dá a liga e dinamismo ao filme é o artifício em apostar numa estupenda edição, além de brincadeiras visuais q o tiram da mesmice. Destaque pra tds as cenas onde aparece um amalucado Tom Zé explicando o movimento; a versão acústica de “Asa Branca” e “London, London” do Caetano;  e a reação comovente do Gil assistindo pela primeira vez pérolas q nem imaginavam existir, como sua volta do exílio. Uma produção sincera e honesta, q transpira nostalgia e saudosismo. 10-10

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Trocando as Bolas (Trading Places, Dir.: John Landis, 1983) 3/4

 

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Considero esse junto com Um Príncipe em Nova York, as melhores comédias com o Eddie Murphy (Tira da Pesada, não sou tão fã e considero ele mais ação que comédia)

 

 

O Hobbit - Uma Jornada Inesperada (The Hobbit - An Unexpected Journey, Dir.: Peter Jackson, 2012) 3/4

 

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Ok, que o Peter Jackson encheu (e vai encher mais) lingüiça pra um livro (não muito longo) caber em 3 filmes de 3 horas. E isso é bem notado aqui já nesse primeiro filme da nova saga. Mas enfim, talvez eu seja fã demais, e curti bem o filme, apesar de ser inferior aos 3 anteriores. Pelo menos é um meio de revisitar o universo SDA, mas de outra forma, mostrando detalhes maior de cada povo da terra média (já que os anteriores eram focados na saga do anel e os personagens ao redor dele). E os 48 quadros + 3D fez o filme ficar lindo demais.

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Austin Powers em o Homem do Membro de Ouro (Austin Powers in Goldmember, Dir.: Jay Roach, 2002) 2/4

 

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Considero o melhor filme do Austin. Tem cenas muito fodas (o início, a introdução do Goldmember) que seguram bem o filme, apesar de capengar em certos momentos e de paródias desse tipo terem envelhecido um pouco.

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Grabbers

Divertido terrir britanico com jeitao de filme B e premissa tão original qto hilária. Tds os clichês reunidos ja vistos em Night of the Creeeps, The Thing, Slither, Tremors, The Blob ou qq outro filme de alien gosmento invandindo cidade capiau estao ai. Aqui no no caso é uma ilhota irlandesa q se vê as volts com um alien com um calcanhar no minimo bizarro: se vampiros fogem do alho; lobisomens de prata; este bicho aqui foge de alcool!! Dai o jeito é imunizar a população com birita e mto goró, enfurnados num pub q serve de bunker , a la Shawn of Dead ! Produção simples, bem feitinha, atuacoes canhestas e simpaticas, efeitos ok, a pelicula apenas peca por esticar uma piada (e tds suas gags) alem da conta, quase tds referentes a cultura etilica irlandesa. Destaque pra cena do bar, descaradamente copiada de Gremlins. 8,5/10

 

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O Soro do Mal (Brain Damage, Dir.: Frank Henenlotter,1988) 2/4

 

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Sinopse: Jovem encontra uma criatura que lhe fornece um líquido que dá alucinações. Enquanto o jovem está chapadão, a criatura aproveita pra se alimentar de cérebros humanos.

 

Mais uma trasheira anos 80 que vi. E até tentei mas não deu pra não gostar minimamente do filme. É daquelas coisas malucas ou bizarras ao extremo que não dá pra dá um crédito por isso. O problema aqui talvez seja o visual da criatura em si, já que ela parece uma mistura de  alien (mas o pequeno, que sai do estômago das pessoas) com um muppet (inclusive na voz). Assim talvez não dá pra se assustar muito com ela; sem bem que a intenção do diretor talvez tenha sido essa mesmo, da criatura não aparentar tão nojenta e suavizou um pouco o lance (sei lá). Tem um momento bem wtf, que é quando o cara sai com a mulher no bar, e outro momento que dá pra ficar com pena que é com a namorada no metrô. Enfim, quem curte trasheiras (e dessa época) dá pra dar uma olhada e até gostar.

 

*Nem sei se o título em português é esse. Pelo que pesquisei na net é, mas vi no NetFlix com o título original "Brain Damage (que é algo como 'Dano Cerebral')".

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Infancia Clandestina
Ótimo exemplar de amadurescimento precoce em tempos de ditadura, sob olhar infantil, no melhor estilo “Machuca”, “Kamchatka”,“O Ano Em Que Meus Pais Saíram de Férias” e tantos outros desse naipe. Aqui, no caso, acompanhamos o dia-dia tenso dum filho de revolucionários argentinos, em 1979. Tenso pq este pré-teen é obrigado a abrir mão da própria identidade no dia-dia, mas as coisas se complicam qdo se apaixona pela coleguinha de classe e por ai vai. O filme foge do clichê por adotar outras maneiras de contar algo já visto, como por exemplo, interessantes animações de graphic novel pra mostrar cenas de violência. Mas de certa forma cai na pieguice de filmes deste gênero, mesmo contando com ótimas interpretações, a começar pelo Teo Gutiérrez no papel principal. No final, o saldo é comoventemente positivo. 9/10

 

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My Way
Biografia razoável do desconhecido (daqui) cantor pop francês Claude Fraçois (mas tão famoso qto a “Piaf” na terra do Sakorzy) por emplacar sucesso c/ suas versões francesas de hits americanos, nos anos 60-70, entre eles o titulo do filme, eternizado pelo Frank Sinatra. Noutras, espécie de “La Bamba”  francês. Tecnicamente bem feito, a pelicula peca por ser redundante, convencional  e esticar-se demais. Junte-se a isso, Jérémie Renier esta apenas razoável no papel-titulo, sendo q poderia render mais sendo menos caricato. Opção curiosa de melodrama de cantor famoso la fora. 7/10

 

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Ferrugem & Osso
Curioso e envolvente drama q é um mix de trocentos outras produções do gênero já vistas, mas cujo jeitim francês faz diferença. Imaginou “Free Willy” , “Warrior” e, principalmente, “Intocáveis” no mesmo caldo? Pois é, e é sobre a improvável relação duma ex-adestradora de baleias paraplégica e um lutador marginal na pindáiba q versa esta simpática produção com jeitão de matinê bem alto astral. Mas convenhamos, tendo a Marion “Piaf” Cottillard e o Matthias “Bullhead” Schoenaerts com química formidável nos papeis principais não poderia dar outra. E agregue a batuta certeira do diretor de “O Profeta”. Não é a última bolacha do pacote e nem a primeira, mas tem lá seu charme. Prepare-se pra sair da sessão cantando “Fireworks”, da Kate Perry.  9/10
 

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O Poder e a Lei - 4/5

 

Filme interessantíssimo e pelo qual não dava nada até vê-lo... Com atuação acachapante de McConaughey, o filme se segura em seu desempenho. Infelizmente o resto do elenco está apenas "ok", mas não chega a comprometer a história... Senti falta de desenvolver melhor a história do playboy e do que foi preso injustamente... Mas, sem dúvida a temática é muito boa e o personagem principal merece ser revisitado.

 

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O Concerto – 4,5/5,0

 

Interessantíssima, engraçada e sensível sátira política sobre um sonhador e amargurado faxineiro-maestro da outrora famosa Orquestra de Bolshoi que se aproveita de uma situação para levar à cabo um concerto inacabado de maneira trágica 30 anos atrás, dar o troco e ainda, de quebra, acertar contas com o passado...

 

A óbvia e bem vinda crítica aos desdobramentos das insanidades perpetradas na antiga União Soviética “Brejnevista” e a política segregadora de todos aqueles que eram uma “ameaça” ao Partido e à Causa (principalmente judeus) bem como as consequências na vida das pessoas é feita com criatividade, um humor quase pastelão (mas, no ponto) e com uma sensibilidade espantosa.

 

Elenco impagável e situações idem. Destaque para as cenas surreais da “validação dos passaportes”, do "casamento mafioso", da “invasão russa ao hotel em Paris”, bem como as interpretações de Alexei Guskov (como “O Maestro” Filipov), Dmitri Nazarov (como Sasha) e Mèlanie Laurent (como Anne-Marie Jacquet).

 

Isso tudo sem falar na cena final do concerto no Teatro Châtelet em Paris. De arrepiar...

 

Filme foda.

 

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A Separação (Jodaeiye Nader az Simin, 2011) - sinceramente, não vi essa Coca-Cola toda no tão falado drama iraniano. As atuações são foda, isso é verdade, e sempre é interessante observar outra cultura, mas apenas retratar outra cultura não torna um filme bom. Em essência, embora tocante, a trama é relativamente convencional, e não chegou a me cativar muito. É um bom filme, mas não é vizinho nem parente de "genial".

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Sério que se importa com tramas convencionais, Jack? Esse ponto é secundário demais para mim porque me interessa mais como uma estória é contada (e claro, o papel dos personagens e sua composição) e como os recursos cinematográficos são aplicados para criar a atmosfera desejada. Considero A Separation repleto de pequenos clímax que invertem a perspectiva e de personagens riquíssimos, por isto acho genial.

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Sério que se importa com tramas convencionais, Jack? Esse ponto é secundário demais para mim porque me interessa mais como uma estória é contada (e claro, o papel dos personagens e sua composição) e como os recursos cinematográficos são aplicados para criar a atmosfera desejada. Considero A Separation repleto de pequenos clímax que invertem a perspectiva e de personagens riquíssimos, por isto acho genial.

 

A mim tb importa mais como uma estória é contada. Na verdade, creio que isso ponto tão passivo aqui no fórum que não necessita mais ser citado, salvo quando há algum motivo bastante específico. E, no caso deste filme, não vi nada assim tão especial (para o bem ou para o mal) na forma como a estória foi contada. As inversões de perspectivas que citaste não aconteceram comigo, o filme se desenrolou de uma forma bem normal aos meus olhos.

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Os Deuses Devem Estar Loucos (The Gods Must be Crazy, 1980) - Engraçado que sempre lembrava da trama principal do filme, mas nunca me lembrava do nome, até assistí-lo no Telecine Cult hoje. E essa comédia escrachada influenciada pelo o que Mel Brooks fez nos anos 70 não perdeu nem um pouco da sua força. Engraçadíssima, atira para todos os lados com todo o tipo de munição (piadas de todos os tipos, verbais, visuais, grosseiras, velhas, previsíveis, novas, imprevisíveis, politicamente incorretas, inteligentes, gostosas, engraçadíssimas, etc.) e acerta em quase todos os tiros, além de desenvolver uma sensacional sátira envolvendo o conflito de diferentes sociedades e os choques culturais. Se eu não me engano o filme teve mais duas continuações, mas elas não são páreo para esse filme. OP da comédia normalmente subestimada. 

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Revisto hoje: Chocolate com a Juliete Binoche, Lena Olin e Alfred Molina. Filmezinho para os sentidos e corações empedernidos, do genérico Lasse Hallstrom. 

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