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Wild Bill

Drama inglês alto-astral q evoca os melhor “cinema social” saxão, em especial o recente “A Parte dos Anjos” com “Transpoiting” . Nele acompanhamos as dificuldades do titulo do filme, recém saido de longo período na cadeia, ao ter de assumir novamente as funções paternas à contragosto. Isso no contexto dum bairro marginal londrino onde se ganha a vida atraves de meios fáceis ou difíceis, q é o dilema do protagonista durante td projeção. Com humor negro e acido, aliada a interpretações q esbanjam simpatia (em especial o elenco mirim) esta produção indie é pequenina, simples e discreta, mas tremendamente charmosa pq te fisga logo de cara pq é td narrado com muita  sensibilidade e naturalidade. Mesmo com desfecho agridoce e tipicamente inglês, eis um futuro candidato á matinê obrigatoria de “Sessão da Tarde”. Curiosidade aqui é ver o Andy “Gollum” Serkis em carne e osso, sem psensores de captura. 9/10
 

Wild+Bill+Poster.jpg

 


 

V/H/S

Antologia de terror indie q subverte clichês e se vale do batido “foud footage” pra assustar, feito “Bruxa de Blair” e “Atividade Paranormal”. Durante um roubo numa mansão, os maloqueiros encontram a fita q dá nome á pelicula, q por sua vez contém 5 estórias diferentes falando de fantasmas, serial-killers, demônios, etc. Dirigido por 6 especialistas do gênero, era previsível q umas estórias destoassem das outras e, entre muita câmera tremida, deleite-se com muito gore e peitinhos a mostra: “Tape 56” é razoável, servindo de introdução e fio condutor do resto; “Amateur Night” é a melhor disparada, e mostra 3 jovens baladeiros se dando mal qdo pegam a mulher errada pruma suruba; o sonífero “Second Honeymoon”, q segue um casal de férias sendo assediado por um estranho à noite; “Tuesday the 17th” é um slasher convencional mostrando um grupo de amigos se fudendo numa floresta; “The Sick Thing That Happened to Emily” é interessante por se passar totalmente via Skype, qdo um vulto surge durante a conversa dum casal; e o bacana “10/31/98”, q mostra as desventuras dum quarteto ao errar o endereço duma festa e cair de pára-quedas num ritual exorcista foderoso. Em suma, não é nada do outro mundo, mas vale por ressuscitar elementos do terror oitentista recorrendo ao estilo de maquina amadora, de forma criativa e competente. 8,5/10
 

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Schemer

Produção holandesa razoável q lembra muito qq seriado teen tipo “Melrose” com formato blasé do francês “Ausência” e a crueza de "Elephant" ou “Snowtown”. Nele acompanhamos um quinteto teen que começa a alimentar e direcionar ódio (e intenções assassinas) pra uma de suas integrantes, por sinal, a mais independente, segura e biscate do grupo. O legal é como é desenhado td este panorama, atraves do olhar (e perspectiva) de tds os integrantes da panelinha, e isso vai preenchendo as lacunas do filme gradativamente. E embora o crime não seja moralmente algo aceitável, é difícil não querer q a piranhuda realmente vá pro saco. O sarado elenco (essas holandesas vou te contar!) ta apenas correto e dá conta do recado. A única ressalva fica por conta da frieza de como é contado td, sem emoção alguma; quiça por ser uma proposta sem identidade ou pq o caráter escandinavo seja mesmo diferente. No mais, um telefilme com beldades gostosas e estrutura diferenciada. 8/10
 

15-10-2010-10-54-schemer_poster.jpg

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Cold Fish - 4,5/5,0

 

Como classificar esse filme? Terror? Drama? Complicado... Pra mim, depois de digerir (à duras penas dado o teor, literalmente, indigesto de algumas cenas...) o filme, trata-se mais de um drama melancólico e desalentador com toques do mais puro terror psicológico e gore possível. E tudo isso permeado por um clima doentio de pesadelo, insanidade e maldades extremas.

 

Pacato dono de uma pequena loja de peixes ornamentais se vê, de uma hora pra outra, enredado numa trama de morte, sexo, traição e loucura depois que um empresário "gente boa" do mesmo ramo ajuda sua filha adolescente à não ir pra cadeia por causa de um furto banal num supermercado...

 

Não recomendado para quem gosta do ritmo ágil e acelerado das usuais edições/narrativas ocidentais e hollywoodianas ou pra quem tem estômago fraco já que o diretor não tem pressa alguma de contar a história com requintes gráficos (e corretamente pontuais) e em desenvolver os personagens até chegar no climax (e que climax!!).

 

OBS: a analogia (homenagem óbvia e brilhante) e composição do personagem Syamoto ao de Dustin Hoffman em "Straw Dogs" de Peckinpah (vide poster) é muito bacana e eficiente.

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Cold Fish - 4,5/5,0

 

Como classificar esse filme? Terror? Drama? Complicado... Pra mim, depois de digerir (à duras penas dado o teor, literalmente, indigesto de algumas cenas...) o filme, trata-se mais de um drama melancólico e desalentador com toques do mais puro terror psicológico e gore possível. E tudo isso permeado por um clima doentio de pesadelo, insanidade e maldades extremas.

 

Pacato dono de uma pequena loja de peixes ornamentais se vê, de uma hora pra outra, enredado numa trama de morte, sexo, traição e loucura depois que um empresário "gente boa" do mesmo ramo ajuda sua filha adolescente à não ir pra cadeia por causa de um furto banal num supermercado...

 

Não recomendado para quem gosta do ritmo ágil e acelerado das usuais edições/narrativas ocidentais e hollywoodianas ou pra quem tem estômago fraco já que o diretor não tem pressa alguma de contar a história com requintes gráficos (e corretamente pontuais) e em desenvolver os personagens até chegar no climax (e que climax!!).

 

OBS: a analogia (homenagem óbvia e brilhante) e composição do personagem Syamoto ao de Dustin Hoffman em "Straw Dogs" de Peckinpah (vide poster) é muito bacana e eficiente.

 

otimo filme q deveria se chamar "Tecnicas eficientes de sumiço de cadáver for dummies" :P

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Night of the Living Dead: Resurrection
Passe longe desta cópia britânica barata do clássico do Romero q não passa dum projeto meia-boca q qq calouro de cinema teria feito melhor. Trama? Uma família (td clichezada) se vê presa em casa, longe dos mortos-vivos, enqto sorrateiramente a “epidemia” se espalha dentro do lar. Se não serve nem como homenagem, mto menos então como metáfora da dissolução familiar já q é td feito nas coxas e sem talento algum. Com interpretações medíocres, efeitos ruins (é zumbi mesmo aquilo aí?) e vários furos, não dá pra encarar seriamente a produção. Vai vendo: como uns baderneiros ainda conseguem tempo pra apavorar (e registrar no celular!) sendo q sua preocupação maior deveria ser fugir dos desmortos?? Ah, peralá! Pra não dizer q só to detonando, a única coisa q presta é a filha gostosinha e a idéia da família confinada ser de crentes fervorosos, q vê na situação o Juízo Final. Um plot q poderia render ao menos bons diálogos, mas nem isso. Pra ficar esperto q nem td q reluz é ouro, já q a produção é um indie vindo da terra de “Shawn of Dead”. 2/10

 

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The Revenant
Divertido filme de zumbis q se diferencia por ser assumidamente trash B, num misto de “Retorno dos Mortos-Vivos” com “Máquina Mortifera” e “Robocop”. Nele acompanhamos a saga dum soldado morto em combate (no Iraque) retornando pro lar na condição de zumbi. Como em sua dieta figura sangue e seu código ético é rigoroso, eis q nosso desmorto resolve matar apenas criminosos e marginais, tornando-se assim num pitoresco vigilante ao lado do melhor amigo. Do elenco canastra se salva apenas a dupla principal de protagonistas. O mais interessante deste indie, embora o filme esteja cheio de furos e diálogos toscos, é a idéia de desenvolvimento cronológico do morto-vivo e suas relações pessoais num “buddy movie”, q rende as melhores gags. O desfecho aterrador e uma cabeça decepada falando através dum vibrador tb não deixam de ser boas sacadas. 9/10
 

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Dentro de Casa 
Fodástico suspense (psicológico, claro) francês q sob, aparente formato de “dramédia” social, discute arte em várias esferas, lapidação do talento, voyerismo e o poder da imaginação, feito "Indomável Sonhadora" . Sem perceber, professor de literatura (e escritor frustrado) se vê manipulado pelos textos do seu aluno q relatam talentosamente o quotidiano duma família de classe média, relatos dos quais fica dependente. O tom metalingüístico da obra é tão rico q merece muitas leituras e interpretações, q cabe ao espectador avaliar. Não bastasse as atuações estão soberbas e apenas coroam esta grata cereja de bolo, em especial o Ernst Umhauer no papel do aluno prodígio, cujo semblante exala um deboche sociopático. Com direito até a homenagem ao Hitchcook, no pertinente desfecho desta interessante e instigante obra. 9,5/10


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Oz: The Great and Powerful: Pode-se resumir em poucas palavras o que esse filme poderia ter sido se tivesse sido produzido ou dirigido por outra equipe: um filme! Não, por que isso que é mostrado é revoltante de tão ruim que é. Nada funciona, nem os super comentados efeitos especiais do filme me convenceram, parece ter recebido uma finalização feita nas coxas, as atuações estão horrendas, e nas cenas entre o macaquinho e o James Franco não sabe-se dizer quem é o macaco. Até que funcionou no começo, enquanto em preto e branco, contando a vida do "mágico" antes de Oz, mas depois, chega a dar sono. Mila Kunis parece estar atuando chapada. Ao menos, pelo exorbitante orçamento de mais de U$ 200 milhões, devem ter recebido um bom salário, só isso mesmo pra justificar o envolvimento com um roteiro tão pífio como esse. O horror!!!!

 

 

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Reality: A Grande Ilusão
Belissima produção italiana q, sob formato de  fábula moderna agridoce, fala de realidade e ilusão na cultura contemporânea dos tempos modernos, feito “Show de Truman”. Noutras, critica a sociedade da imagem. Nele acompanhamos um pai de família simples q subitamente se vê obcecado e paranóico em participar do “Big Brother” napolitano, e nisso muda não somente a sua vida como td ao seu redor. Um drama triste q transpira melancolia, q se vale do ótimo elenco em especial seu protagonista principal, Aniello Arena, espécie de Didi Mocó de tão ingênuo e simpático q é. Impossivel não torcer junto pela família diante da tragédia iminente. Atente a homenagem ao Fellini com as trocentas gordas q desfilam durante td projeção. Pra coroar este filme simples, ótimas locações de Roma aliada á ótima trilha sonora q evoca acordes de Morricone e Nino Rota. 9/10

 

Reality-poster.jpg

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Tower Block
Fodástico thriller urbano britânico q guarda ecos de “Duro de Matar”, “Por um Fio”, “Assalto a 13 DP” e “The Raid” , ao apresentar um grupo de moradores dum edifício de periferia tentando escapar com vida do imóvel, q por sua vez está sob a mira dum franco-atirador-psicótico q faz dos inquilinos alvos indiscriminadamente. Claustrofóbico, ágil e tenso do inicio ao fim devido a sua ambientação “BNH”, este indie não poupa nem crianças ou faz concessões poéticas do cinemão comercial e já vale por isso, alem do ar setentista q carrega. Os atores dão conta do recado, a fotografia escura apavora (no bom sentido) onde único defeito do longa é a previsibilidade de seu desfecho q não responde a maior das perguntas deste filme de ação: quem q ta matando o pessoal? Não é nada inovador ou original, mas a pelicula é honesta, mto bem feita e eficiente no q se propõe.  Uma grata surpresa. 9,5/10

 

tower+block+movie+poster.jpg

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Pacto do Passado (I Melt with You, Dir.: Mark Pellington, 2011) 1/4

 

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Poderia ter funcionado melhor em tese, mas sei lá muita falhas e bem irritantes. Primeira metade do filme o roteiro fica enrolando até chegar na hora do tal "Pacto" do título nacional dar as caras. Muita enrolação com os 4 amigos bebendo, se drogando, chorando, se lamentando, e etc. Na segunda metade, surge a outra falha do filme é ficar escondendo qual seria o tal pacto, mesmo que é meio óbvio do que se trata, então, os momentos finais são meio dumbs.

 

Zumbilândia (Zumbiland, Dir.: Ruben Fleischer, 2010) 2/4

 

zombieland_9.jpg

 

 

Marromeno. Tem uma momento ou outro mais interessante, e só. P.S.: Não gosto do Eissenberg. Então, isso por si só já empurra o filme meio pra baixo.

 

Uma Noita Mais que Louca (Take me Home Tonight, Dir.: Michael Dowse, 2011) 2/4

 

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Elenco legal, Anos 80, Trilha ótima. Fora isso, não se ri muito e o filme não tem, assim, nenhum grande lance. Diria que foi uma "noite um pouco louquinha", não uma "noite mais que louca" do título nacional.

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Tower Block

Fodástico thriller urbano britânico q guarda ecos de “Duro de Matar”, “Por um Fio”, “Assalto a 13 DP” e “The Raid” , ao apresentar um grupo de moradores dum edifício de periferia tentando escapar com vida do imóvel, q por sua vez está sob a mira dum franco-atirador-psicótico q faz dos inquilinos alvos indiscriminadamente. Claustrofóbico, ágil e tenso do inicio ao fim devido a sua ambientação “BNH”, este indie não poupa nem crianças ou faz concessões poéticas do cinemão comercial e já vale por isso, alem do ar setentista q carrega. Os atores dão conta do recado, a fotografia escura apavora (no bom sentido) onde único defeito do longa é a previsibilidade de seu desfecho q não responde a maior das perguntas deste filme de ação: quem q ta matando o pessoal? Não é nada inovador ou original, mas a pelicula é honesta, mto bem feita e eficiente no q se propõe.  Uma grata surpresa. 9,5/10

 

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Lembrando o clássico de seção da tarde do filme: Enemy Territory, aquele Tony Todd sempre foi um ator que botava medo em muita gente na época.

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Chained 
Thriller de horror psicológico ducaráio q lembra muito o belga “Michael” e o inglês “O Desaparecimento de Alice Creed” ao tratar da estranha relação seqüestrador-sequestrado como se fosse tutor-aprendiz. Aqui vemos como um taxista serial-killer “adota” uma criança pra, acorrentada, passar os anos sgtes servindo de “faxineiro” pros crimes de seu sádico captor. “E ai, ele vai fugir ou seguir os passos do assassino?” é a pergunta q permeia td longa. Passado numa única locação (a casa) e com mais tensão psicologica q violência explicita, este indie cru e de atmosfera opressiva se destaca por abordar o batido gênero slasher de forma realista. Vincent D´Onofrio ta espetacularmente desprezível como psico e os dois moleques q interpretam o cativo em distintas idades tb não fazem feio. Tente não se emocionar com a poderosa cena do seqüestro do guri e da morte de sua mãe. E surpreenda-se com o desfecho, digno do resto da pelicula. 9,5/10

 

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Uma Noita Mais que Louca (Take me Home Tonight, Dir.: Michael Dowse, 2011) 2/4

Elenco legal, Anos 80, Trilha ótima. Fora isso, não se ri muito e o filme não tem, assim, nenhum grande lance. Diria que foi uma "noite um pouco louquinha", não uma "noite mais que louca" do título nacional.

 

esse filme é bem bacana, embora fique bobinho da metade pro final... os créditos iniciais já te fisgam logo de cara pelo ar oitentista, mas o restante é mais do mesmo. Jail, viu já o clipe da musica q encerra os créditos finais... ducaraio!

 

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esse filme é bem bacana, embora fique bobinho da metade pro final... os créditos iniciais já te fisgam logo de cara pelo ar oitentista, mas o restante é mais do mesmo. Jail, viu já o clipe da musica q encerra os créditos finais... ducaraio!

 

 

Uau! Bão mesmo! Nostalgia total.

 

Esse clipe em si é bem melhor que o filme. B)

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E óbvio que não resisti em identificar os filmes Anos 80 que são citados nesse clipe aí. Pela ordem:

 

Aliens (ou Alien 1, mas ele é de 79)
Digam o que quiserem
Dirty Dancing
Caçafantasmas
Mulher nota 1000
Ghost (mas esse é anos 90...)
Gatinhas e Gatões
Pee Wee
Karatê Kid
ET (com Alf)
Atração Fatal
Império Contra Ataca
Harry & Sally
Poltergeist
Top Gun
Splash
Garoto do Futuro
De Volta para o Futuro
Negócio Arriscado
Indiana Jones (Caçadores da Arca Perdida)
Curtindo a Vida Adoidado
O Iluminado
Um Morto Muito Louco
Picardias Estudantis
Rambo II
Quero Ser Grande
Cocktail
Uma Escola Muito louca (não tenho certeza, mas deve ser - Topher Grace de jogador de basquete)
Flashdance
A Hora do Pesadelo
Sexta-feira 13
Indiana Jones (Templo da Perdição)
Irmãos Gêmeos
Clube dos Pilantras
Exterminador do Futuro
Norma Rae
Pequena Loja dos Horrores
Negócio Arriscado (de novo)
Irmãos Cara de Pau
Top Gun (de novo)
Garoto do Futuro (de novo)
Dirty dancing (de novo)
Um Morto Muito Louco (de novo)
Caçafantasmas (de novo)
Clube dos Cinco

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Se Beber, Não Case Parte III (The HangOver Part III, Dir.: Todd Philips, 2013) 2/4

 

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O bom da série é que tem personagens ótimos, sabe disso e sabe explorá-los. Esse aqui foi bem melhor que o 2º filme por não repetir a trama do 1º filme (não temos ressaca aqui, nem um casamento como desculpa pros amigos se  reunirem), assim achei as situações, no geral, bem melhores que as do filme anterior. Não chega perto do 1º filme, mas fecha bem a "trilogia".

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Curtia mais esse música no passado. Comprei um CD em 2002 que tinha ela e era uma das que mais ouvia ali. Mas hoje não sei porque, não curto tanto como antes. E essa versão do filme ficou estranha. Não acho que esse som mais pesado combina com ela. Mesmo assim não estragou o clipe que tá mara.

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A Invasora
Filmaço francês do naipe de “Martyrs” q pode ser considerado como um dos primeiros “terror de invasão domiciliar” por vários aspectos e dá margem a leituras psicanaliticas, inclusive, sobre o discurso femenino. Jovem grávida solitária passa sufoco qdo sua residência é invadida por uma doida atrás do seu baby, na noite natalina. Claro q seu instinto materno fará de td pra proteger a cria. E tome tiro, facada, tesourada, cadeirada, agulhada e td q tiver a mão! Um filme q fará mais sentido ás mulheres pois os homens são descartados logo de cara, ou os q restam duram apenas o suficiente pra serem massacrados logo a seguir. As duas atrizes principais estão de parabéns, em especial a q interpreta a “vilã”. Claustrofóbico e tenso, destaque disparado pra forte sequencia q encabeça (e finaliza) esta pelicula B, nada convencional, crua, simples e eficiente. E pra tds as agoniantes cenas onde a gestante tem a barriga sob mira duma tesoura. 10/10

 

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Ferrugem e Osso (De rouille e d'os, Jacques Audiard, 2012) - É incrível como os franceses gostam de filmes focados em profundas tragédias pessoais. E é incrível que explorem o tema tão bem, mesmo ele sendo repetido. Ferrugem e Osso pode parecer mais do mesmo a princípio, mas não é. Primeiro, por não ter a intenção de se aprofundar no sofrimento dos personagens; segundo, por não ter fotografia taciturna, escurecida; e terceiro, mas não menos importante, porque o elenco é soberbo e consegue carregar bem a trama no limite entre a tragédia e vida normal, a busca por sentido e felicidade. Que a atuação de Marion Cotillard tenha recebido tão pouca atenção é mais que um erro, é uma aberração; mas não há que se ignorar também o belo trabalho de Matthias Schoenaerts. Destaque para a cena do meio do filme ao som de Firework, da Katy Perry, pra quem acha que esnobar cultura pop é coisa de gente superior.

 

 

sou mais a "Follow River", do Likely..música que toca na boate.. adoro esse filme, devo ter visto umas 4 vezes....e olha q nao sou de rever filme

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Guest Mr. Gump

Coreia do Sul sabe fazer eletrônicos, carros e cinema.

Roteiros geniais com boas doses de violência.

 

Alguns que vi e recomendo:

Oldboy

Memories of Murder

The Chaser

Sympathy for Mr. Vengeance
Lady Vengeance

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