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V/H/S/2
Excelente sequência q supera seu bacana antecessor, "V/H/S" , coletânea de 5 curtas de terror estilo "Bruxa de Blair". “Tape 49”  começa exatamente onde a anterior parou, e passa a ser a espinha dorsal das demais estórias. Nela vemos um casal de detetives atrás dum moleque sumido e termina na casa onde estão as maleditas fitas repletas de causos de demônios, assombração, zumbis e até abdução alien. "Phase 1 Clinical Trials" é razoávelmente cagante e nela acompanhamos um cara com olho biônico implantado, q como efeito colateral lhe permite ver os mortos. Já "Ride in the Park" mostra um ciclista transformado em zumbi durante um rolê num parque, e prende a atenção de forma hilária e original por mostrar o “pto de vista dum morto-vivo” durante suas carnificinas. “Safe Heaven” é a melhor de tds estórias disparada e - de forma bizarra, demente  e surreal - apresenta uma equipe de reportagem passando apuros dentro duma seita religiosa esquisitona,  justamente num dia em q algo medonho acontece. E "Slumber Party Alien Abduction" é curiosa por mostrar, no estilo “Goonies” , uma invasão alienígena durante uma festa teen. Isso sob o pto de vista dum cachorro!!! Repleta de gore, com roteiros criativos e bem dirigida, torço pra q esta franquia vingue e nos traga mais estórias independentes cagantes, com qualidade e variedade. 9,5/10
 

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Monsters (2010)

 

Inacreditavelmente ruim. Personagens insossos, final que o pessoal viu como um twist é absurdamente estúpido. Difícil ver pessoas tão desinteressantes em um filme, ver o comportamento de insetos no teto da casa é melhor.

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Man Of Steel (Zack Snyder) -  Não faço parte da turma dos maiores conhecedores ou admiradores das adaptações anteriores do personagem para o cinema, então vou fazer esse meu comentário sem me basear ou comparar muito com obras anteriores ou com quaisquer outros tipos de mídia envolvendo o mesmo, até porque não me importo. O que posso dizer é que num geral gostei, mas com um bom número de ressalvas. Pra começar, o Zack Snyder se livrou de determinados maneirismos que permeiavam seus trabalhos anteriores mas em compensação adicionou vários outros que acabam por deixar o filme com um  tom de repetitividade que se permeia especialmente no terceiro ato. É cena de ação seguida de cena de ação que acabam por muitas vezes sufocando a dramaticidade que a história poderia ter alcançado caso o roteiro e a mão pesada do diretor tivessem se permitido certo espaço pra respirar. Os momentos de interação entre a família Kent e com a Louis por exemplo são bacanas e fazem com que a gente se aproxime dos mesmos. Infelizmente eles são limitados e são quase sempre interrompidos por explosões e etc. Eu mesmo curto pancadaria e tudo mais, mas o Snyder filma  de certa forma que essas cenas atingem um nível de saturação mais rápido do que deveriam. Não vou colocar spoilers mas o final é bacana (depois do interminável terceiro ato) e visualmente o filme funciona bem também.

 

O protagonista é ancorado de forma decente pelo Henry Cavill, que apresenta um sotaque americano convincente e entrega dedicação ao papel, mesmo que com alguma insegurança em certos momentos (ele ainda é claramente timido como ator), e a maioria dos coadjuvantes funciona bem também. O vilão do Michael Shannon não é dos mais inspiradores (talvez porque mais cedo na semana eu tenha assistido uma atuação foda do mesmo em The Iceman, e a performance dele aqui empalidece em comparação com aquela) mas é pelo menos mais interessante do que aqueles vistos em Iron Man 3 por exemplo ou alguns outros exemplares recentes do gênero. Devo dizer porém que a personagem da Antje Traue apresenta uma presença mais ameaçadora e acaba por roubar as cenas onde aparece. A Amy Adams tá bem como Louis e ela traz alguns dos momentos mais descontraídos do filme, uma pena que o roteiro não tenha dado mais pra personagem fazer.

 

Num geral parece mais longo do que deveria ter sido, por culpa de excesso, mas é agradável e bacana mesmo que com tantos problemas. Definitivamente vejo potencial pra várias correções nas futuras sequências, até porque com esses atores tem tudo pra se sair algo memorável. Embora tenho medo que com o Snyder no comando a coisa tenda a ir pro outro lado, já que ele não pareça ser um cara que aprecie tanto uma simples e bem contada história. Acredito que muitos vão desgostar, mas o público num geral parece tar gostando. Entre meus amigos devo funcionou assim, alguns odiaram mas diria que a maior parte curtiu. Estranho que na minha sessão o pessoal riu apenas uma/duas vezes durante todo o filme, tamanha a descontração do roteiro... mas pelo menos parecem ter entrado na história.

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Dead Man Down
“Thriller de vingança romântico” apenas bacaninha do diretor da saga “Millenium”, q esconde mais q aquilo q aparenta. No caso, dois pombinhos se relacionam por terem algo em comum: ambos juntam forças atrás de vingança, cada um com seus motivos. Mas tds convergem pro líder duma organização criminosa q tem como braço direito o “Romeu” da relação acima. A estória é batida mas a direção européia e o Colin Farrell e Noomi Rapace (principalmente ela!) nos personagens principais garantem diversão acima da média. Atente pras varias pontas de luxo espalhadas pela pelicula: Armand Assante, F Murray Abraam, Isabelle Ruppert, Terence Howard, Dominic Cooper, etc. Bem produzido tecnicamente e com boas sequencias de ação, o único porém é q, além de genérico, a estória de amor soa meio forçada. Ainda assim, vale uma bizoiada.  8,5/10
 

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Quarentena (Quaratine, Dir.: John Erick, 2008) 1/4

É basicamente remake quadro a quadro do filme espanhol [REC] sobre uma infestação de zumbis num prédio, mas tentaram incluir mais personagens (só para ter mais mortes, óbvio) e algumas situações extras (como um elevador no prédio e cachorros e ratos -? - zumbis), mas limaram a parte religiosa da revelação final, deixando tudo subtendido como uma infestação de hidrofobia/raiva, e isso acaba deixando o filme com um  teor mais leve que original.

 

meu, esse ai é uma bosta q nao chega perto do nivel cagante do original espanhol.. ta mais pra isso aqui ó

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Eden Lake

Agoniante  thriller britânico de baixo orçamento q mistura “Wolf Creek”, “Deliverance” e “Funny Games” de forma provocativa e intensa. Nele acompanhamos um jovem casal q resolve acampar as margens do paradisiaco titulo do filme, mas cujo programa se torna uma luta infernal  pela sobrevivência ao se deparar com um grupo de moleques capiaus q desconhece o respeito. Incrivel como a pelicula é uma sucessão de desentendimentos e mal-entendidos q se intensificam gradativamente,  sem perda de ritmo. E o pior, de forma cru e bastante realista.  O jovem elenco está ótemo, em especial o infeliz casal, Kelly Reilly e o“Magneto” Fassbender. O vilãozinho não fica atrás, pois Jack O'Connel  consegue torná-lo repugnante até o sabugo da unha. Destaque disparado pro amargo, polêmico e duro desfecho. Pérola de enredo simples, onde a visão e mensagem final do diretor fez gde diferença. 9,5/10

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Scary or Die

Antologia de cinco curtas irregulares de terror q parece ter sido feito pra TV de tão simplória q é, quinem “Creepshow”. O paupérrimo orçamento fica patente na repetição de atores (tds desconhecidos ) nos episódios. “Crossing” mostra um trio psico de “coyotes” (q atravessam mexicanos na fronteira) se dando mal qdo suas vitimas se levantam da tumba p/ acertar contas. Uma razoável interpretação paródica do universo zumbi não fosse óbvia e mal-feita. “Taejung” é um conto urbano de vampiros japoneses e a mais fraca de tds, onde um mané solitário salva a mulher errada, no lugar e momento equivocados. Vale apenas pelo final. “Re-Membered” mostra um policial corrupto tendo problemas com alguém q acabou de esquartejar, no caso, um adepto de satanismo. Fraca e óbvia demais tb. “Clowned” é disparada a melhor de tds, e nela acompanhamos a progressiva transformação kafkiana ( “A Mosca” ) dum traficantezinho num... palhaço-assassino-caniba, o do poster abaixol!!?? A idéia é bizarra e original, dando margem a várias interpretações (pedofilia?). E fechando vem “Lover come back”, onde um feitiço vodu traz a pessoa amada até você, mesmo q seja alguém q vc espancou até a morte. Narrado em primeira pessoa, tem o final mais original de tds. A idéia do conjunto td é escancaradamente pegar o vácuo deixados por “V/H/S” (infinitamente melhor!) pois a espinha dorsal das estórias é um cadáver acessando os videos macabros sucessivamente, no site q empresta titulo ao filme. Recomendado apenas pra fãs do gênero, mas ainda assim opte por “V/H/S 2”.  7/10
PS: estas antologias cinematográficas estão se tornando bem comuns no States, onde são chamada de “package film”.
 

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The Lost Coast Tapes
Picaretagem de “falso documentário” q xeroca o bacana norueguês “Caçador de Trolls”, colocando o lendário Pé Grande no lugar dos seres escandinavos. Aqui acompanhamos uma equipe de repórteres tocando documentário ( “Grave Encouters” "The Tunnel" ?) sobre o mítico Sasquatch, acessorados por um matuto velhote q conhece hábitos das criaturas. Claro q vão se dar mal. O q empaca esta produção é q além de nada original, os personagens são clichezados, não cativam nem convencem. Tem até um “Napoleão Dinamite” no meio..Mas o q deveria interessar mais, o medo e suspense, não tem nadicas! Sem tensão alguma, resta o tédio. Com câmera tremendo demais e gravando de menos, a produção ganha algum ritmo no final, qdo o “bicho realmente pega”, até seu desfecho meia-boca. Quem sabe rendesse mais como curta, não um longa. 5/10

 

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Evidence 
Em contrapartida ao mockumentary acima, este aqui é a gde surpresa prum sub-gênero q já deu o q tinha q dar. Misto de “Bruxa de Blair”, “Segredo da Cabana” e “Resident Evil”, aqui acompanhamos dois casais acampando num recanto bucólico das montanhas. Mas claro q coisas estranhas vão tornar o fds dos moleques um inferno. O filme tem dois momentos bem distintos: o do acampamento em si (meio insosso, clichê e óbvio), e o da reviravolta inesperada da trama, q torna a última meia hora frenética, doida e agoniante. Entornaram o primo do Chewbacca, crazies, aliens e zumbis num filme só! O único porém de fato fica por conta do seu insuportável e histérico elenco, principalmente o femenino. Visivelmente era um boa idéia como td, mas a falta de orçamento ficou patente no desfecho, apenas razoável. Atente pra cenas adicionais bacanas, durante os créditos finais. 8,5/10

 

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Room 237
Documentário q disseca “O Iluminado” do pto de vista das teorias conspiratórias e mensagens subliminares supostamente permeadas no longa. Em tempo, foi feito por fazóides do Kubrick e nenhum membro da produção do clássico protagonizado pelo J. Nicholson foi consultado. Espécie de “Sgt Peppers” da Sétima Arte, prepare-se pra muita viagem na maionese. Parece uma obra saída de “Arquivo X”, dado tamanho nº de intrigas obtidas esmiuçando fotogramas, imagens de arquivo e bastidores, erros de continuidade e figuras q somente eles “enxergam”, etc. Umas teorias são interessantes, como a sugestão velada de critica do genocidio indígena e judeu; enqto outras são forçadas demais, como a q seria metáfora do mito do minotauro, do apelo sexual nalguns objetos e q a produção pode ser vista de trás pra frente(!?).  Ou até a de q foi a forma do diretor avisar o mundo de q “filmou” a conquista da Lua, a mando do governo americano!!! Pelamor, né? Curiosamente divertido, mas não pra se levar a serio, o mérito deste ensaio amador é apresentar devaneios e deixar o espectador julgar. Particularmente, a melhor de tds foi a “mensagem” q Kubrick direciona a Stephen King, autor do medíocre romance do qual o longa é adaptado. Genial! Apenas pra entusiastas do diretor, q deve estar gargalhando no além ao ver o naipe do seu fã-clube. 8/10

 

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No Ones Lives
Grata surpresa este thriller de horror q mistura “Um Drink no Inferno” e “The Collector” de forma frenética e brutal. Aqui não há heróis e sim o malvado se defrontando com o coisa ruim, no caso, uma gangue assassina tropeçando com um serial-killer num boteco beira de estrada. Claro q isso vai dar num banho de sangue e violência desmedidas. Luke Evans tem carsima convincente como o frio e implacável sociopata - mix de Calvin Clein, Anibal Lecter e Mc Guiver -  mas o legal mesmo são os membros da infeliz gangue, tds eficientemente estereotipados e desprezíveis. Despretensioso slasher e com gore de qualidade, o bacana é ver o papel de vitima/carrasco se alternando a td hora nos pitorescos personagens. Destaque pra criativo “esconderijo” pra adentrar no covil dos criminosos. Divertido e bem mais inteligente do q aparenta eis uma ótima pedida.  10/10

 

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World War Z

Thriller de ação apenas razoável do qual esperava beeem mais, tendo em vista o mega investimento do projeto. Aqui acompanhamos Brad Pitt, a mando da Organização Mundial de Saúde, viajando pelo mundo em pleno apocalipse zumbi afim de buscar a cura pro vírus. Simultaneamente, busca infos q o levem ao paradeiro de sua família, perdida no caos. Era pra ser um “Walking Dead” ou "Exit Humanity" mas enveredou mais por ser um genérico do “Resident Evil”, só q mais caprichado no quesito técnico e com griffe. Não q seja ruim mas percebe-se uma produção q perde ritmo várias vezes, q não é homogênea. Pitt ta bonzinho no papel, mas quem destoa mais é o elenco mirim. Previsível e comedido em termos de violência pros padrões do gênero (imagine um “Exterminio” light), o resultado é apenas bacana no q se refere as cenas de ação, frenéticas mesmo, pois os personagens não tem o carisma necessário q a trama demanda. Resumindo, deixa a desejar.  Ainda assim diverte mais q “Afterearth”  e menos q "Star Trek 2", mas não chega sequer ao dedo mindinho dos ótimos "V/H/S 2" e "No One Lives", indies q custaram merreca. 7,5/10

 

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The Facility
Thriller de suspense bacaninha q parece muito um “reality show hospitalar” com “The Experiment”. Em troca duma bolada, grupo de pessoas (bem eclético) vira cobaia pra teste duma nova droga ministrada por multinacional farmacológica. Mas as coisas não dão mto certo qdo macabros efeitos colaterais começam a se manifestar nalguns  voluntários, pra desespero do resto. Feito com baixo orçamento, ausência de trilha sonora e tocado em tom documental q beira o mockumentary, o filme prende a atenção e consegue  ser bem tenso, claustrofóbico e violento durante boa parte da projeção. Com atuações convincentes - cujo destaque vai pro velho sarcástico destoando mais q o casal principal - pouco gore, mais suspense e diálogos aceitáveis, o amargo desfecho nos deixa com a pulga atrás da orelha no q se refere á natureza dos testes médicos. Produção inglesa q merece uma conferida. 8,5/10

 

 

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Ela é o Diabo! (Susan Seidelman, 1989) 2/4

Rosseanne Barr é horrível e seu personagem toma atitudes questionáveis, mas ainda curto o filme. Meryl Streep está ótima como sempre, e a história de vingança está bem contada, apesar dos exageros.

Tá Chovendo Hambuguer (Phil Lord, 2009) 2/4

Boa animação. Personagens legais, carismáticos, e gostei da arte do filme, tá bem bonita, que numa animação é meio caminho andado.

Loucademia de Polícia (Hugh Wilson,1984) 2/4
Loucademia de Polícia 2 - A Primeira Missão (Jerry Paris,1985) 2/4

Tão datados, mas ainda gosto dos personagens e muita das piadas. É uma série querida de um tempo mais inocente.

Passe livre (Bobby Farelly, 2011) 1/4

O Farellys perderam o toque. Essa comédia é absolutamente sem graça. Nenhuma situação interessante ou mais memorável. Apesar de gostar do Jason Sudekis, Jenny Fisher e Christina Applegate, o Owen Wilson tá péssimo e com a cara engessada.

O Vingador do Futuro (Len Wiseman,2012) 2/4

Elenco e produção de arte competentes (apesar de tudo parecer uma mistura de Minority Report com Blade Runner - somando a tropa imperial de Star Wars), mas fica tudo em função do nada já que fizeram um remake de um filme que nitidamente não precisava de um remake (ao ver o filme, isso fica ainda mais nítido). Então, é um filme com relevância zero, mas ok, é bonito e assistível.

Looper - Assassinos do Futuro (Rian Johnson, 2012) 3/4

Vão fazer um reboot do Exterminador do Futuro? Pra quê? Já que fizeram aqui nesse filme o que não deixa de ser um releitura boa da história. Só não gostei da maquiagem do Joseph pra ficar igual ao Bruce Willis. Ele ficou com a cara bizarra.

Pânico em Alto Mar (Hans Horn, 2006) 1/4

Foi lançado em alguns países como "continuação" de Mar Aberto (Open Water) por ter semelhança no tema (pessoas perdidas no meio do mar). Poderia ter funcionado melhor se os personagens não tivessem uma atitude burra a cada momento. Difícil levar a sério.

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No Ones Lives

Grata surpresa este thriller de horror q mistura “Um Drink no Inferno” e “The Collector” de forma frenética e brutal. Aqui não há heróis e sim o malvado se defrontando com o coisa ruim, no caso, uma gangue assassina tropeçando com um serial-killer num boteco beira de estrada. Claro q isso vai dar num banho de sangue e violência desmedidas. Luke Evans tem carsima convincente como o frio e implacável sociopata - mix de Calvin Clein, Anibal Lecter e Mc Guiver -  mas o legal mesmo são os membros da infeliz gangue, tds eficientemente estereotipados e desprezíveis. Despretensioso slasher e com gore de qualidade, o bacana é ver o papel de vitima/carrasco se alternando a td hora nos pitorescos personagens. Destaque pra criativo “esconderijo” pra adentrar no covil dos criminosos. Divertido e bem mais inteligente do q aparenta eis uma ótima pedida.  10/10

 

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Filme bem original, também gostei

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World War Z

Thriller de ação apenas razoável do qual esperava beeem mais, tendo em vista o mega investimento do projeto. Aqui acompanhamos Brad Pitt, a mando da Organização Mundial de Saúde, viajando pelo mundo em pleno apocalipse zumbi afim de buscar a cura pro vírus. Simultaneamente, busca infos q o levem ao paradeiro de sua família, perdida no caos. Era pra ser um “Walking Dead” ou "Exit Humanity" mas enveredou mais por ser um genérico do “Resident Evil”, só q mais caprichado no quesito técnico e com griffe. Não q seja ruim mas percebe-se uma produção q perde ritmo várias vezes, q não é homogênea. Pitt ta bonzinho no papel, mas quem destoa mais é o elenco mirim. Previsível e comedido em termos de violência pros padrões do gênero (imagine um “Exterminio” light), o resultado é apenas bacana no q se refere as cenas de ação, frenéticas mesmo, pois os personagens não tem o carisma necessário q a trama demanda. Resumindo, deixa a desejar.  Ainda assim diverte mais q “Afterearth”  e menos q "Star Trek 2", mas não chega sequer ao dedo mindinho dos ótimos "V/H/S 2" e "No One Lives", indies q custaram merreca. 7,5/10

 

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Taí, Soto! Num é que eu gostei do filme? Fui ver sem expectativa alguma devido à umas críticas que li e pelo que você mesmo comentou aqui e só porque na hora não tinha nada pra fazer no shopping até dar horário em que tinha que resolver uma bagaça...

 

Pra mim, o filme funcionou "quase" totalmente. É um filme catástrofe "zumbi" e por isso, entendo que o foco não é o terror gore e climático, mas sim o aparvalhamento e terror pelo inusitado, pelo inesperado da situação, desesperadora por não saber o que exatamente está acontecendo nem o que fazer ou pra onde correr. Daí, acho que não cabe compará-lo à "V/H/S" ou "No One Lives"...

 

Enfim... Achei muito bem produzido, eficiente e tem cenas de deixar os nervos em frangalhos (como a do caos no trânsito e da entrada na "Ala B"...).

 

PS: o "quase"acima é porque o final desse filme é extremamente bobo, esquemático e "rápido" e simplesmente descarta um personagem sem nenhuma explicação. Spoiler -> Onde foi parar o menino????!!!

 

Grata surpresa numa noite de terça-feira!  

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PS: o "quase"acima é porque o final desse filme é extremamente bobo, esquemático e "rápido" e simplesmente descarta um personagem sem nenhuma explicação. Spoiler -> Onde foi parar o menino????!!!

 

Ele está junto com as meninas e a mulher do Brad, não está? :blink:

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Trovão Tropical (Tropical Thunder, Dir.: Ben Stiller, 2008) 3/4

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Comédia com uma metalinguagem muito divertida. Elenco tá ótimo, principalmente o Downey Jr e o Cruise.

O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus (The Imaginarium of Doctor Parnassus, Dir.: Terry Gilliam, 2009) 2/4

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Não dá pra julgar muito porque com a morte do Ledger, acabaram tentando criar uma emenda pro filme ser finalizado, e essa emenda funcionou parcialmente. E o filme ficou, no fim, com cara de "filme homenagem" para o ator, nada mais que isso.

Jumanji (Jumanji, Dir.: Joe Johnston, 1995) 3/4

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Bela aventura juvenil. Tá com os efeitos especiais meio datados e não suporto mais o Robin Williams, mas o filme ainda é bem divertido e interessante

Legião (Legion, Dir.: Scott Stewart, 2009) 0/4

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Parece uma paródia de filme de ação, mas que se leva a sério... Achei tudo meio ridículo demais.

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Eu sou a Lenda (I am Legend, Dir.: Francis Lawrence, 2007) 3/4

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Muito boa sci-fi. Pena são os zumbis em cgs. Artificiais demais, mas ok. O foco nem eram eles em si. O filme tem climão bom.

**E vi o final alternativo e gostei mais do final do filme mesmo.

Viagem ao Mundo dos Sonhos (Explorers, Dir.: Joe Dante, 1985) 1/4

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Me lembro de ter visto esse filme mil anos atrás numa Tela Quente da vida, mas não me recordava da parte final. Me lembrava basicamente dos 3 guris construindo uma nave e indo pro espaço, além disso, mais nada. Devo ter memória seletiva, porque a parte final é uma b*sta completa. Deveria ter deixado ela esquecida mesmo na memória... A nota 1 vai pro começo interessante do filme, que apesar de não ser grande coisa, mas tem certa magia e inocência. O problema mesmo é a conclusão que joga tudo no lixo e deixa o filme sem função de ser.

** O filme em si parece uma versão extendida de um episódio ruim do "Amazing Stories" (série de TV sci-fi que o Spielberg produziu nos anos 80). Aliás, o filme é, porque o "Amazing Stories" teve um episódio ruim igual a esse filme, com mesmo tema (só não sei quem veio primeiro, o filme ou ep. da série).

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Premonição 5 (Final Destination 5, Dir.:Steven Quale, 2011) 3/4

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Melhor filme da série depois do 1 e 2. A fórmula tá mais que desgastada, ok, mas o final é genial, e o acidente no início continua bem chocante. Além de ter incluído uma regra importante na mitologia da série.

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Spring Breakers
Mix proibidão de “Paraisos Artificiais”, “Savages” e até “Assassinos por Natureza”, aqui temos quatro fúteis periguetes deslumbradas com a vida bandida, qdo são “adotadas” por um jovem gangster, no melhor estilo sexo, drogas, armas e Britney Spears(!?). Fora as peitcholas, bundas e muita sacanagem q garantem interesse, a única atuação digna do sarado elenco é a do James Franco, q pra papeis lesados ( “Segurando as Pontas” ) se dá muito bem, no papel do trafica. O resto das piranhas, composta pelo insoso quarteto do cartaz abaixo, nada se salva a não ser qdo desfilam o corpitcho em trajes mínimos. Estiloso, surreal, com fotografia saturada e videoclipado até o talo, eis uma curiosa produção q beira o cult e o trash por glamourizar a violência de forma pervertida. Destaque disparado é a sequencia do cover da música “Everytime”, tocada pelo Franco ao piano. E o do boquete na metranca, q rivaliza com o da coxa galinácea  de “Killer Joe”. 8/10

 

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Passion
Thriller de suspense erótico razoável q é refilmagem duma produção francesa recente “Crime de Amor”. Executiva publicitária sente-se ameaçada qdo surge subordinada  promissora (e talentosa), dando inicio a um jogo perverso de dominação e poder. E olha q ainda nem falei da estagiária sapata ambiciosa.. Aqui De Palma volta a fazer tanta referência tanto pro Hitch ( “Psicose” ) como pra si mesmo, e vale pinçar suas auto-referencias ( “Carrie” ) ao longo de td projeção. Tem até cena de escadaria e tela dividida! O elenco feminino ta beleza, mas o gde problema é q a trama é rocambolesca demais, com várias reviravoltas meio forçadas q podem desagradar. Destaque mesmo são tds os momentos tórridos entre a Rachel McAdams e Noomi Rapace, nos papéis principais. Longe de honrar a griffe do diretor de “Scarface” e “Intocáveis”, mas ainda assim funciona naquilo q se propõe. 8,5/10

 

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Tower Block

Fodástico thriller urbano britânico q guarda ecos de “Duro de Matar”, “Por um Fio”, “Assalto a 13 DP” e “The Raid” , ao apresentar um grupo de moradores dum edifício de periferia tentando escapar com vida do imóvel, q por sua vez está sob a mira dum franco-atirador-psicótico q faz dos inquilinos alvos indiscriminadamente. Claustrofóbico, ágil e tenso do inicio ao fim devido a sua ambientação “BNH”, este indie não poupa nem crianças ou faz concessões poéticas do cinemão comercial e já vale por isso, alem do ar setentista q carrega. Os atores dão conta do recado, a fotografia escura apavora (no bom sentido) onde único defeito do longa é a previsibilidade de seu desfecho q não responde a maior das perguntas deste filme de ação: quem q ta matando o pessoal? Não é nada inovador ou original, mas a pelicula é honesta, mto bem feita e eficiente no q se propõe.  Uma grata surpresa. 9,5/10

 

tower+block+movie+poster.jpg

Não sei se entendi essa parte do seu comentário, Soto. Pq foi mostrado claramente quem era o atirador e o motivo. O que não foi nenhuma surpresa mesmo.

 

De resto concordo com você, muito bom o filme.

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