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O Que Você Anda Vendo e Comentando?

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Panic Button

Thriller psicológico irlandês q não esconde a inspiração em “Saw”, “Cubo”, o ótimo tailandês “13 Desafios” e o recente inglês “Would You Rather”. Quatro estranhos vencem a competição duma rede social e embarcam numa viagem p/ Nova York num jato. Mas os macabros jogos promovidos na trip divulgarão seus segredos mais obscuros. O resultado é tenso e eficiente, se considerar q td se passa numa cabine de avião. Os personagens são bem desenvolvidos pelos atores (desconhecidos) q os interpretam, embora a estória não seja nada original e seu desfecho deixe ptas soltas. O diferencial é a critica da nossa exposição na vida online (Google?). Vale uma conferida sem esperar muito, pois dá pra passar o tempo de forma legal e pensar no recado q o filme martela: na internet não há intimidade nem segredos, e nossa segurança é relativa. Obrigatório pra quem tem conta no Facebook.  8,5/10

 

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R.I.P.D - Rest in Piece Department  

Terrorzinho de ação q não se furta de misturar escancaradamente “MIB”, “Ghostbusters” e até o meloso “Ghost”. Aqui temos o batido plot de filmes “buddy cops” (o novato e o experiente), transposto a dois “agentes do além” encarregados de prender almas penadas disfarçadas de seres humanos(!?) e por ai vai. Este fiapo de enredo é desculpa pra diversas piadas, gags, correria, explosões e muito CGI. Logicamente q Ryan Reynolds não tem o carisma de Will Smith, mas incrivelmente Jeff Bridges consegue brilhar tanto qto o rabugento Tommy Lee Jones, parodiando seu papel de cowboy resmungão  de “Bravura Indómita”. E Kevin Bacon ta igualmente canastrão no papel do vilão q fura o zóio do herói. Na verdade este é mais um genérico de ação com cara de q foi feito sob encomenda pra virar franquia, mas eu dúvido muito q tenha fôlego pra isso. Uma vez só já ta de bom tamanho. Mas não deixa de ser uma opção descompromissada pra matar o tempo, embora não seja nada assim “do outro mundo”. O filme deve ganhar o titulo nacional de “Agentes do Além”. 8/10
 
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Mother´s Day
Violento e tenso thriller de “invasão domiciliar”, do naipe do ótimo espanhol “Sequestrados” e “Funny Games”. O diferencial aqui é q os invasores são um clã criminoso q se refugia na casa (errada) durante uma festa, pra azar de seus ocupantes. O legal é q a matriarca dos malacos faz com q os reféns terminem se virando uns contra outros (afinal, tds tem alguma culpa no cartório), enqto o inverossímil fica por conta dalgumas decisões dos infelizes cativos, q beiram o surreal. Atuações satisfatorias de td elenco, com destaque pra Rebecca de Mornay como a fria e aterradora personagem q entitula o filme, psicopata nata desde o tempo de “Mão que Balança o Berço”. Eficiente de forma geral, não ligue pro desfecho um tanto clichê. E tb pro infeliz titulo nacional da fita, pq ninguém merece “Dominados Pelo Ódio”, ne?  8,5/10

PS: Shawn Ashmore encontrou finalmente seu rumo nos filmes de suspense após o fim da franquia mutante. Agora é figurinha carimbada no gênero, vide “Frozen”,“The Day”,“Ruins”, "Terror no Pantano", etc.

 

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Midnight Son
Filmão este drama de horror psicológico q, nos moldes de “The Hamiltons” e “Deixe Ela Entrar”, trata do vampirismo de forma intimista e real. No caso, como patologia degenerativa e não fantasiosamente uma maldição herdada a dentadas. Jovem isolado por rara doença de pele (evita o sol) e trampa de segurança noturno, vê sua vida virada do avesso qdo surge seu apetite por sangue. O legal é q mostra os sanguessugas como pessoas normais, com problemas idem e não com superpoderes. Isso sem falar da analogia vampirismo/drogas. Filme independente simples, elegante e com atuações sinceras q merece visita, apesar duns escorregões finais q remetem a “Blade”. Destaque pras cenas onde o personagem principal busca meios informais pra conseguir sangue; qdo assiste “A Hora do Espanto” pra entender sua condição; e pra belíssima cena em q degusta sangue humano pela 1ª vez. 9,5/10

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An American Ghost Story
Produção de baixíssimo orçamento q pega carona em “Atividade Paranormal”, “Sobrenatural” e “The Conjuring” mas q é bastante eficiente na sua proposta. Escritor decidido a redigir romance sobre fantasmas se muda pruma casa com fama de assombrada com a esposa, mas claro q isso não vai dar muito certo no decorrer dos dias. Apesar do plot batido, da paupérrima produção e com jeitão de telefilme, a direção é bastante criativa nos enquadramentos e criação de suspense. A impressão q se tem é q a casa observa constatemente os personagens. Eu mesmo me caguei bastante e pulei do sofá várias vezes com sustos imprevisíveis e nada fáceis. Com atuações do elenco desconhecido dentro do aceitável, o único porém é a meia hr final e o desfecho, qdo td clima de mistério construído resbala na fantasia com clichês sem necessidade. Não é nada do outro mundo, mas prepare-se pra tomar bons sustos. 8/10

 

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Nailbiter
Curioso e claustrofóbico terror independente q guarda lembranças de “O Abrigo” com “Abismo do Medo”. Aqui temos uma mãe e suas 3 filhas invadindo o porão duma casa qq, durante a passagem dum tornado, mas logo descobrem q ali tb se refugiam uns bichos escrotos com a caracteristica q nomina a pelicula. Com esse fiapo de roteiro vem uma obra tensa e ousada, onde as periguetes passarão o resto do filme se virando nos trinta pra sair do lugar. O baixo orçamento aqui beneficia a criatividade dalgumas cenas e até da concepção das criaturas, á moda antiga e sem CGI. Do elenco desconhecido competente, destaca-se mesmo o de apoio q dá vida aos vilões. O desfecho abrupto e pessimista (em aberto) é a cereja do bolo desta pequena e despretensiosa pérola, q quiçá fosse clássico se transformado num curta. 8/10

 

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Kick Ass 2
Sequência inferior q deveria se chamar “Hit-Girl, o Filme”, pois a pitchuleca Chloe Moretz tem carisma de sobra e é o único q segura as ptas desta comédia. Sim, comédia! Kick Ass “aposentou-se” mas inspirou uma legião de seguidores  no melhor estilo “Watchmen” teen. Da mesma forma, o vilão Motherfucker (ex-Red Mist) amealha sua legião de freakies pra se vingar do herói. Hit-Girl cresceu e, enqto passa problemas de adaptação na escola feito “Hannah Montana”, será o ás na manga na batalha final das duas facções. Apesar do roteiro fraco, herói sem graça, violência comedida e estória previsível, a produção tem idéias e personagens interessantes, mas q são sub-aproveitadas ou não ganham espaço devido. No caso, um ótimo Jim Carrey e a fodástica Mother Russia, uma super-vilã-e-muié-macho a altura da ninja Mindy. Mas no geral é um filme fraco, plano e raso. Noutras, uma sequencia genérica. Se não for exigente dá pro gasto, mas eu esperava mais (a HQ é ultra violenta e mto melhor). Atente pra bizarra sequência dum momento “romântico” do herói ao som de “Minha Menina” (dos Mutantes), na voz “aportuguesada” dos Bee Gees. 7/10

 

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Scenic Route

“Road-survival-buddy-movie” tb pode definir este tenso drama de horror psicológico independente, misto de “Thelma & Louise” com “127Hrs”. Amigos de longa data emprendem travessia pela estrada deserta q nomina o filme, situada no Death Valley State Park. Só q o carro pifa e os bocós ficam ali, no meio do nada e lugar nenhum, a espera de ajuda dias a fio. Sem água ou comida, com temperaturas escaldantes de dia e congelantes a noite, os dois vão lutar pela sobrevivência além de ter tempo de sobra p/ lavar (muita) roupa suja. E até chegar às vias de fato, corroborando o velho ditado: “Dois não brigam qdo um não quer.” O filme tem pegada teatral pois é calcado nos dois atores principais num único cenário, os bons Josh Duhamel e Dan Fogler. Com fotografia deslumbrante do deserto ianque como metáfora da vida, a pelicula te prende até seu desfecho em aberto, q poderia ter sido melhor não fose demasiado pretensioso. 9/10

 

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A Noite dos Mortos-Vivos (The Night of the Living Dead, Dir.: Tom Savini, 1990) 3/4

 

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Remake mucho bão do filme clássico de 1968. O próprio Romero escreveu e Tom Savini (que participou como ator do Dawn of the Dead de 1979) dirigiu. Remake tem o mesmo climão do filme original, e as mudanças na trama não fazem os fãs ficarem chateados.

 

Charada (Charade, Dir.: Stanley Donen, 1963) 3/4

 

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Esse é o melhor filme do Hitchcock que ele não dirigiu. Só faço ressalvas pra alguns exageros do Gary Grant (a cena do banho e a careta no final, basicamente) que faz o humor fino do filme cair um pouco no pastelão.

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Scenic Route

“Road-survival-buddy-movie” tb pode definir este tenso drama de horror psicológico independente, misto de “Thelma & Louise” com “127Hrs”. Amigos de longa data emprendem travessia pela estrada deserta q nomina o filme, situada no Death Valley State Park. Só q o carro pifa e os bocós ficam ali, no meio do nada e lugar nenhum, a espera de ajuda dias a fio. Sem água ou comida, com temperaturas escaldantes de dia e congelantes a noite, os dois vão lutar pela sobrevivência além de ter tempo de sobra p/ lavar (muita) roupa suja. E até chegar às vias de fato, corroborando o velho ditado: “Dois não brigam qdo um não quer.” O filme tem pegada teatral pois é calcado nos dois atores principais num único cenário, os bons Josh Duhamel e Dan Fogler. Com fotografia deslumbrante do deserto ianque como metáfora da vida, a pelicula te prende até seu desfecho em aberto, q poderia ter sido melhor não fose demasiado pretensioso. 9/10

 

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Promissor esse hein Soto?

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Home Movie

Curiosa produção  de baixíssimo orçamento q passou desapercebida na época do lançamento. Mix de “Bruxa de Blair” e “A Profecia” define bem este independente, onde um pai devoto registra em vídeo os momentos “felizes” duma tradicional família americana. So q tb passa a registrar o comportamento bem estranho (e psicopata) de seus singelos rebentos. O legal é q a câmera em primeira pessoa faz com q sejamos mais um personagem dessa família meio disfuncional, onde acompanhamos sua gradativa degeneração. Estudo  bacana de como a maldade é relativa td depende do referencial adotado, uma vez q o pai (pastor) acha q os moleques tão encapetados e a mãe (psiquiatra) vê neles alguma bipolaridade. Perturbadora e incômoda, a pelicula se vale das ótimas interpretações, em especial do casal mirim. Simples e direta, destaque pra cena do triste destino do gato e pro desfecho abrupto, q poderia ter sido melhorzinho. 9/10

 

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Stranded

Diferentemente do filme acima, este scy-fy de orçamento paupérrimo é uma picaretagem tosca q emula “Alien”, “A Coisa” e trocentas outras produções de parasitas espaciais. Grupo duma base lunar começa a ir pro saco com a presença dum alienzinho oriundo dum meteoro. Tecnicamente mal feito, atuações canhestras e efeitos especiais vergonhosos, o mais surpreendente é um apático Christian Slater fazer parte dele. Pena, pois anda no encalço do Nicolas Cage no quesito “fim de carreira”. Passe longe, pois isto não presta nem como entretenimento. Se serve pralguma coisa é pelo humor involuntário dalgumas cenas, como a da chuva de meteoros. E a do “comunicador” usado pelo protagonista, q nada mais é uma lanterna de leitura de cabeceira, só q pintada de preto. Faltou pouco pra ver os fios pendurando as naves e o zíper da fantasia dos bichos. Produção porca q não chega nem aos pés dos divertidos filmes japoneses setentistas de monstros gigantes. 3/10

 

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Caraca...com tanto indie bom vao lançar esta merda nos cinemas!!! Infectados??

 

 

Infectados ganha data de lançamento no Brasil

Postado por Silvana Perez no dia 04/09/2013

Terror espacial chegará aos cinemas nacionais no dia 25 de outubro.

 

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Christian Slater protagoniza o longa de Roger Christian.

Estrelado por Christian Slater, o longa Infectados (Stranded, no original) teve estreia nacional agendada para o dia 25 de outubro. Dirigido por Roger Christian, o terror espacial traz no elenco Brendan Fehr, Amy Matysio e Michael Therriault.

Ark, uma Base Lunar que explora minério, é inesperadamente atingida por uma chuva de meteoros e sofre graves danos. A fim de consertar os danos, o Coronel Gerard Brauchman envia Ava Cameron, sua tripulante, para reparar a asa da nave, que aparentemente está com CO2 infiltrado. Em meio a isso, o Dr. Lance Krauss adverte a tripulação de que o gás pode causar paranoia e alucinações. Ao testar as amostras de meteoros, Ava e Dr. Krauss comprovam a existência de poros no material. Inesperadamente, em meio a tudo isso, Ava descobre que está grávida. O que nem ela nem a tripulação conseguem descobrir é como ou de que. Ava agora precisa provar que está falando a verdade enquanto tenta descobrir o que aconteceu sem ter muito contato com o resto da população devido ao contato que teve com o gás do meteoro. Será que é tudo alucinação de Ava ou ela está falando a verdade e isso é só o começo do que a tripulação vai encarar nessa missão extraterrestre?

Confira algumas imagens e o trailer da produção!

 

trailer

http://www.youtube.com/watch?v=PvKYfZh_IVY

 

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The Dyatlov Pass Incident | Devil's Pass
E o “found footage” anda com força total, amealhando não somente pequenos diretores como alguns bem gabaritados. Após Barry Levinson nos brindar com o ótimo “The Bay”, agora Renny Harlin ( “Risco Total”,“Die Hard 2” ) nos dá seu falso documentário de baixo orçamento, q se diferencia por se basear num fato real. Mix de “Bruxa de Blair” e “Arquivo X”, acompanhamos um grupo de estudantes refazendo os passos duma nefasta expedição russa q sumiu misteriosamente numa montanha (e entitula a pelicula), e é considerado um mistério tal qual o Triangulo das Bermudas, Monstro de Loch Ness, etc. Claro q a verdade será mais assustadora do q esperam. Fora esse aspecto (se apoiar num fato real) a pelicula não sai do lugar comum deste subgênero, mas é eficiente no q se propõe mesmo com.elenco de desconhecidos, tds em atuações razoáveis.Pelo menos é superior a “Projeto Chernobyl” por conta do twist no desfecho, com uma resposta bizarra pro mistério em questão. 8,5/10

 

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Taí, Soto! Num é que eu gostei do filme? Fui ver sem expectativa alguma devido à umas críticas que li e pelo que você mesmo comentou aqui e só porque na hora não tinha nada pra fazer no shopping até dar horário em que tinha que resolver uma bagaça...

 

Pra mim, o filme funcionou "quase" totalmente. É um filme catástrofe "zumbi" e por isso, entendo que o foco não é o terror gore e climático, mas sim o aparvalhamento e terror pelo inusitado, pelo inesperado da situação, desesperadora por não saber o que exatamente está acontecendo nem o que fazer ou pra onde correr. Daí, acho que não cabe compará-lo à "V/H/S" ou "No One Lives"...

 

Enfim... Achei muito bem produzido, eficiente e tem cenas de deixar os nervos em frangalhos (como a do caos no trânsito e da entrada na "Ala B"...).

 

PS: o "quase"acima é porque o final desse filme é extremamente bobo, esquemático e "rápido" e simplesmente descarta um personagem sem nenhuma explicação. Spoiler -> Onde foi parar o menino????!!!

 

Grata surpresa numa noite de terça-feira!  

 

Ele ficou com a mulher e as filhas, alias tenho uma sensação que parece que assistimos filmes diferentes, deve ser a versão CUT

 

Não sei como descrever World War Z, porém pareceu mais drama que terror, na época em que soube que o Brad Pitt faria um filme de zumbi fiquei de olho pra trás..., WFT!! respondi, ele não faz esse tipo de filme..., não precisa fazer esse tipo de filme, e quando vejo o filme tentam fugir bem longe do gore e evitam qualquer espirro de sangue e partes voando que alias que eu saiba, a produção teve um problemas e tiveram que refazer cenas, mistério..., aposto que parte tem a ver com o garoto propaganda Brad Pitt tomando sua Pepsi para terem algum lucro... :D, porque convenhamos, aquela pausa descaradamente parecia um verdadeiro comercial de refrigerante... com aquele ar de vitoria e tal, do tipo olha como sou fodido... :D

 

Achei irreal demais os efeitos especiais muitos deles exagerados que os zumbis pareciam mais abelhas que sairão da colmeia para atacar, a transformação exagerada, movimento dos zumbis parecia que tinham se convertido em super sayayins zumbis, aposto que o Romero a estas horas sofreu um AVC com isso..., ele que defende os zumbis lentos e bla bla bla, porém algumas cenas gostei, principalmente aquelas mencionados pelo Deadman.

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O lance dos zumbis se amontoarem e talz foi bem interessante e mostrado como isso ocorre, por exemplo, com formigas...

 

Gostei do World War Z, mas falaram que tem gancho para continuação e talz, mas achei que o filme se fecha bem, de maneira satisfatória.

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Wake Wood 
Drama de horror irlandês q bebe 100% da fonte de “Cemitério Maldito” com diferenças sutis. Casal em luto, q mora nos cafundós duma vila rural irlandesa q entitula a pelicula, recorre a um antigo ritual q traz sua filha de volta a vida pelo período de 3 dias. Mas assim como “Gremlins” logicamente q algumas regras necessárias p/ td funcionar são quebradas, e as coisas fogem do controle. Do elenco desconhecido so se destaca o Timothy Spall, como o misterioso chefão da pequena comunidade, e a atriz mirim q faz a presuntinha, q consegue ser doce e sinistra ao mesmo tempo. Esta produção de baixo custo é modesta, tensa e bem contada, mas lá no terceiro ato perde um pouco a mão. Mas nos últimos três minutos do súbito e atordoante desfecho consegue se reerguer e superar o notório filme baseado no conto de Stephen King. 8/10

 

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O lance dos zumbis se amontoarem e talz foi bem interessante e mostrado como isso ocorre, por exemplo, com formigas...

 

Gostei do World War Z, mas falaram que tem gancho para continuação e talz, mas achei que o filme se fecha bem, de maneira satisfatória.

 

WWZ foi projetado desde o incio pra ser trilogia...aff!

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História de Fantasma (Ghost Story, Dir.: John Irvin, 1981) 1/4

 

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Vale mais pela nostalgia (já que vi ele numa Tela Quente na época) e historicamente por ser um dos últimos (ou o último, sei lá) filmes com o Fred Asteire. Fora isso não sobra muita coisa. O filme tenta ser meio Hitchcock, mas não consegue ir muito longe nisso. Talvez devesse ter ido pro horror mais explícito, mas com tanto filme de fantasma (naquela época e hoje) fica difícil do filme se destacar muito, já que não tem nenhum grande lance mais memorável.

 

 

Creepshow 2 - Show de Horrores (Creepshow 2, Dir.: Michael Gomick, 1987) 3/4

 

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Curto mais esse que o original. No original são 5 histórias e não curto muito nenhuma delas, esse aqui são 3, e acho todas legais. Principalmente, a segunda história que considero a melhor de todo pacote (contando o 1º e 2º filme)

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La Hora Fria 

Curioso terror espanhol q bebe da fonte dos filmes do Carpenter, zombie-movies, “Final Fantasy” , “O Abrigo” e até “Bruxa de Blair”. Aqui acompanhamos a arriscada rotina dum grupo de pessoas confinadas num bunker subterrâneo após guerras dizimarem o planeta; não bastasse conflitos internos os sobreviventes encaram diariamente zumbis e uma tal “hora fria”, onde o risco triplica. Tensa, a pelicula é bem sucedida em gerar suspense atraves da sugestão graças a trilha sonora, bons enquadramentos e pelas atuações sinceras de td elenco (oportunamente com nomes bíblicos). Mas quiçá pela falta de orçamento maior (ou roteiro caprichado) falha em explicar de forma satisfatória o titulo da produção. Entretanto, vale uma visita pela interessante visão pós-apocalíptica da Terra em seus últimos segundos, sob a ótica duma criança de oito anos. Destaque disparado pro fodástico e surpreendente final. Cinema fantastico de horror da Terra de Cervantes de responsa. 9/10
 
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The Collapsed
Thriller de horror pós-apocaliptico canadense apenas mediano, q entorna duma vez só o alemão “Hell”, o indonésio “Modus Anomali” e os ianques “The Road” e “The Day After”. Nele acompanhamos a gradativa desintegração duma família q, após o mundo entrar em colapso total, encara a jornada p/ casa dum parente. A idéia ou metáfora proposta (de drama

familiar) é até legal mas precariamente levada a cabo não só pelo baixíssimo orçamento, mas pela ausência de criatividade em compensar aspectos técnicos. Até a “surpresinha”

final soa forçada da forma q foi mostrada, mas ta valendo. Apesar da fotografia bacana, elenco desconhecido empenhado e alguma tensão na pelicula, em suma ela é meio insípida

pela falta de meio de plasmar certas cenas. Podia ter dado um filmão mas ficou devendo. 7,5/10

 

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La Hora Fria 

Curioso terror espanhol q bebe da fonte dos filmes do Carpenter, zombie-movies, “Final Fantasy” , “O Abrigo” e até “Bruxa de Blair”. Aqui acompanhamos a arriscada rotina dum grupo de pessoas confinadas num bunker subterrâneo após guerras dizimarem o planeta; não bastasse conflitos internos os sobreviventes encaram diariamente zumbis e uma tal “hora fria”, onde o risco triplica. Tensa, a pelicula é bem sucedida em gerar suspense atraves da sugestão graças a trilha sonora, bons enquadramentos e pelas atuações sinceras de td elenco (oportunamente com nomes bíblicos). Mas quiçá pela falta de orçamento maior (ou roteiro caprichado) falha em explicar de forma satisfatória o titulo da produção. Entretanto, vale uma visita pela interessante visão pós-apocalíptica da Terra em seus últimos segundos, sob a ótica duma criança de oito anos. Destaque disparado pro fodástico e surpreendente final. Cinema fantastico de horror da Terra de Cervantes de responsa. 9/10
 
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Esse filme é bem bacana mesmo, assisti faz uns anos já... O final é embasbacante...

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NO VALE DAS SOMBRAS (IN THE VALLEY OF ELAH/Paul Haggis/2007)

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Após receber dois controversos Oscars por Crash – No Limite, Paul Haggis poderia ter deitado em berço esplêndido, reeditando a fórmula daquele filme. Qual não é a surpresa ao travar contato com sua empreitada seguinte, pensativa e low-key (em contraste a Crash, expansivo e melodramático), um amálgama drama-mistério envolvendo as feridas abertas em solo americano pelo último conflito no Iraque.

 

Filmado classicamente sem a necessidade de vanguardismos estilísticos, dá continuidade a uma linhagem inaugurada por Os Melhores Anos de Nossas Vidas na década de 40, reforçada por O Franco Atirador 30 anos depois: o gênero “guerra” explorado por via oblíqua, posicionando na dianteira os efeitos devastadores da carnificina bélica na alma dos soldados, mesmo findo o serviço militar, também ricocheteados nos familiares.

 

No Vale das Sombras acompanha um pai – que já perdera outros filhos fardados em prol da defesa da pátria – esforçando-se para desvendar os motivos por trás da violenta morte de seu último herdeiro, ocorrida logo após o retorno do Oriente Médio, em circunstâncias desconcertantes. Na sua enlutada jornada rumo à elucidação, perceberá que o horror é capaz de macular desde o caráter do mais exemplar dos indivíduos até as fundações de uma nação autoproclamada guardiã mundial do triunvirato paz/justiça/democracia. estrela2.gif?w=16&h=16estrela2.gif?w=16&h=16estrela2.gif?w=16&h=16estrela2.gif?w=16&h=16estrela2.gif?w=16&h=16

 

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Eu queria ter sua Vida (The Change Up, Dir.: David Dobkin, 2011) 1/4

 

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Gosto muito do Jason Bateman e gosto desse tema de troca de corpos (apesar de ser um tema batido, onde o filme em si não tem muito o que acrescentar). Problema é que o filme aposta em muita cena/piada grotesca que acaba incomodando muito. E sim, o filme é meio débil (Qualquer um com o Ryan Reynolds, nem tem como não ser).

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Coincidência, também resolvi assistir esse filme The Change Up a uns dias atrás, e não daria essa nota, acho até que foi melhor que o esperado, até o Reynolds está um pouco melhor do que o normal..., é assistivel, Leslie Mann lindíssima no seu apice de beleza apesar dos efeitos falsos usados na nudez dela :D

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