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The Seasoning House
Thriller de horror inglês q choca mesmo pelo tema, q passa longe de fantasmas, monstros e slashers. Misto de “Chistiane F”, “A Serbian Film” e “Doce Vingança” aqui vemos como uma teen surda-muda sobrevive num “bordel militar”, em plena Guerra dos Balcãs de 96, mas q não perde tempo em dar o troco aos soldados q a seqüestraram e deram cabo na família. A trama é intensa, os cenários e fotografia são macabramente sombrios, opressivos e sujos; os enquadramentos são dinamicos e a jovem Rosie Day esta soberba no papel principal mesmo sem falar uma palavra, assim como seus repugnantes captores (e clientes). Esta produção independente começa muito bem como soco no estômago, se desenvolve de forma tensa e muito interessante, mas conclui (infelizmente) de forma banal e previsível, no esquema tradicional “hollywoodiano”. Violenta e incômoda, a pelicula esta longe de ser OP, mas vale pela ousadia do q poderia ter sido e não foi. 8,5/10

 

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A Hijacking
Otimo thriller “de tortura psicológica” dinamarquês  q seria uma versão mais realista e sofisticada de “A Força em Alerta” (aquele xerox meia-boca do "Duro de Matar" do Steven Seagal q se passa num barco) com “Exercicio do Poder”, ao narrar o seqüestro dum navio comercial em águas africanas por piratas somalis e seus bastidores. Com atmosfera pesada, claustrofobica e tensa ao mesmo tempo, a pelicula sabe equilibrar bem este apertado microcosmo do navio com os espaçosos escritórios da multinacional q negocia a longa (e desgastante) libertação dos reféns. As atuações tb estão ótimas, em especial a do cozinheiro refém e do diretor da empresa q negocia o $$$ do resgate. É um filme sem gdes arroubos, gore, pirotecnia e sim, muito humano. Assista logo este aqui pq Hollywood já engatilhou a refilmagem, com Tom Hanks no papel do azarado cozinheiro. Destaque pra emocionante cena da pesca no convés. 9/10

 

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Bad Millo!

Divertido “terrir” q é mix de “Nasce um Monstro”,“Basket Case”, “Gremlins” e o recente “Ted”. Nele um cara descobre q dentro dele habita o monstrinho q entitula o filme, q aflora (e sai matando) nos seus momentos de stresse. O detalhe bizarro é q a criatura se aloja na bunda (!?) do infeliz hospedeiro e seu “entra-e-sai” gera os melhores momentos desta hilária produção indie, com cara de filme B oitentista. Sim, com este fiapo de enredo “WTF” esta pelicula com metáfora do “demônio interior” está longe de se levar a serio e deve agradar apenas alguns paladares, pois seu humor é bem escatológico. Com obviedades no roteiro, dramalhão desnecessário e atuações medianas, o melhor mesmo é o filhote-de-cruz-credo Millo, mix de Gizmo e ET bipolar, q rouba tds as cenas q aparece. E isso td na base de efeitos artesanais de borracha, sem nada digital. Atente pros erros de gravação durante os créditos finais. 8/10

 

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FRANCES HA - 5,0/5,0

 

Quando eu achava que já tinha visto OS filmes de 2013, me deparo com essa pérola aqui... Sabe aquele filme REALMENTE cool (só pra situar: um filme cool não faz força alguma pra ser cool, não é produzido com essa intenção. Ele se transforma, ele se torna...)? Aquela história que, numa olhada rápida, parece não ter nada demais, mas se você reparar bem e de tão bem contada que é, tem sim: coisas e detalhes muito verdadeiros, vívidos e importantes sobre...a Vida? De repente, mais até que isso... a SUA vida?! Desses filmes cuja protagonista, a adorável Frances do título, se mescla, se confunde com a intérprete (Greta Gerwig...ai, ai, ai...!! Acho que estou apaixonado!! :wub: )? Sabe quando parece que a atriz É daquele jeito e você acaba se esquecendo que está vendo uma ficção?! Daqueles filmes que te fazem chegar ao final com um sorrisão meio abestalhado no rosto e uma leveza no peito, uma alegria gostosa que te faz querer contar do filme pra todo mundo?

 

Pois é... Frances Ha é desses filmes.

 

Destaques pra ótima fotografia em preto e branco, pra atriz que estraçalha com sua desengonçada, atrapalhada e irresistível Frances e para a cena transcendental e de sensibilidade fora do comum do "encontro de olhares"...

 

De tão leve, despretensioso, engraçado, triste e muito verdadeiro, é simplesmente imperdível!!!  

 

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Rush

Empolgante produção sobre automobilismo q deixa comendo poeira,literalmente, os mediocres filme com Cruise e Sly, “Dias de Trovão” e “Alta Velocidade”, mas ainda assim não bate o clássico “Grand Prix”. Mais do q um filme sobre Formula 1, a pelicula versa sobre relacionamentos, no caso, um registro humano de como dois gdes rivais nas pistas (Nikki Lauda e James Hunt) precisavam um do outro pra se motivar na vida. Com trama bem construída, tensão constante, fotografia retrô, ambientação e trilha sonora setentista magnificas, a produção se sustenta nas ótimas interpretações de Daniel Bruhl e Chris “Thor” Hemsworth nos papeis principais, respectivamente Lauda e Hunt. O segundo, alias, mostra-se tão a vontade e convincente mostrando q é mto mais q um super-heroi asgardiano com martelo. Envolvente do inicio ao fim, é uma produção q agrada tanto a amantes do esporte como quem passa longe das transmissões do Galvão Bueno, como eu. Repleto de cenas antologicas, minha preferida é a do "flerte" do caxias Lauda com sua futura esposa. 9,5/10

 

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Os problemas de Shyamalan no cargo de empregado de estúdio/operário padrão/fazedor de blockbusters são condensáveis num aspecto específico: a surdez de tom, abrangendo desde o elenco (orientado para uma solenidade robótica) até a seriedade desproporcional conferida ao relato (incompatível com um enredo tão inexpressivo).

 

O produto final acaba esvaziado de pulso, de energia, aparentando alimentar pretensões de importância provavelmente não intencionais. O visual indistinto de outras aventuras pós-apocalípticas (predomínio de coloração cinzenta ou amarronzada) tampouco encoraja o ânimo do público. O roteiro, estruturado aos moldes de um video game onde se deve avançar de um ponto a outro em um tempo predeterminado, vencendo obstáculos e restaurando a energia do herói, desperdiça estamina narrativa com a bifurcação de seu foco entre os percalços do aprendiz de guerreiro xiliquento de Jaden Smith e as laboriosas lições de sobrevivência do pai-patrão sorumbático encarnado por Will com toda a vivacidade de um zumbi mal-humorado.

 

Marca autoral de Shyamalan? Vislumbráveis em dois fugazes instantes: um de inesperado horror (evocando os fantasmas mutilados de O Sexto Sentido), outro de delicado sentimentalismo (lembrando o sacrifício da princesa em O Último Mestre do Ar).

 

Depois da Terra entretém com cenas isoladas, distantes entre si, contendo alguma inspiração. Não insulta a inteligência, nem chega a aborrecer. É um programa industrial hollywoodiano anônimo, de consumo indolor, concebido para estender o domínio da família Smith nas bilheterias norte-americanas.

 

Para adeptos da ficção científica, a jornada terá seu interesse. Já àqueles fiéis à visão do cineasta indiano, talvez represente a última gota de paciência antes de abandonar a esperança de reencontrar o individualismo que o tornou um fenômeno no final da década de 90. 7/10

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You´re Next

Filmaço este terror independente q foi produzido dois anos atrás mas, por pepinos da Lionsgate, so foi lançado nos cinemas ianques agora. Imagine “Funny Games”,“Reféns”,“Tower Block”  ou “Os Estranhos” onde os infelizes reajem de igual pra igual contra seus algozes, no melhor estilo “No One Lives”. É isso, um eficiente mix de gêneros: “slasher”, “survival” e “home invasion”!  A trama gira em torno duma reunião familiar, qdo de repente um grupo mascarado invade o lar e passa, lenta e cruelmente, a eliminar um por um. O q não contavam é q um deles é “Duro de Matar” e vai se mostrar tão letal qto os invasores. O filme é mto bem feito, mesmo tendo uma única locação q faz da casa um enorme labirinto, sem falar numa reviravolta surpreendente na metade q faz jus ao “jogo de máscaras” proposto pela pelicula. Tenso, violento, repleto de humor negro e atuações bacanas, eis uma produção q não traz nada novo nem tampouco se tornará clássico, mas é um filme simples q entrega o q se propõe: ótima diversão dentro do gênero. Destaque pra hilária morte com..um liquidificador! 9,5/10

 

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Missão Madrinha de Casamento (Bridesmade, Dir.:Paul Feig, 2011) 1/4

 

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Curti não. Gostei do elenco, mas o filme é muito centrado no personagem da Kristen que é chato pra dedéu. Os demais personagens não tiveram muita chance de crescer.

 

Adoradores do Diabo (The Believers, Dir.: John Schlesinger, 1987) 1/4

 

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Mais um título nacional infeliz. Em nenhum momento a tal seita aqui fala que faz tudo em nome do diabo. Na verdade, eles cometem tais atrocidades em nome de Deus. Sobre o filme em si, tem um começo bem lento, devagar quase parando. O final é mais movimentado, mas aí já tarde. E o filme tem receio de mostrar cenas mais chocantes.

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Messner
Ótimo documentário alemão q refaz a trajetória do maior alpinista de tds os tempos, o italiano Reinhold Messner, 1º homem a chegar não só no cume do Everest como tds as montanhas acima dos 8mil. Sempre s/ O2 extra. Dirigido por Andreas Nickel e c/ interpretação do ator Florian Riegler, o documentário mostra desde a infância de Messner no Tirol do Sul, passando por sucessos em expedições pelo mundo até os dias atuais (hj c/ 68 anos) em seu Castelo Juval, onde escreve livros, dá palestras e se dedica aos seus cinco museus de montanhismo. Ah, e tb descreve momentos críticos da carreira, como o acidente q vitimou seu irmão no Nanga Parbat. C/ imagens montanheiras deslumbrantes e trilha sonora envolvente, é interessante reparar a analogia q faz da contracultura setentista com a rebeldia típica do retratado, q batia de frente com a antiga (e conservadora) escola alpina. Quiçá esta seja minha única ressalva a produção, uma vez q ela foca mais a idolatria do mito em detrimento do (não raramente polêmico) ser humano Messner. Superficial nesse aspecto, porém cativante nos demais quesitos (principalmente pelo apoio de valiosas imagens de arquivo) ainda assim a pelicula não deixa de ter seu valor agregado, e empolga na sua duração enxuta de hora e meia. 9/10

 

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Some Guy Who Kills People

Curiosa mistura de gêneros (dramédia familiar com toque slasher) perpetrada pelo John Landis na produção. Algo como “Pequena Miss Sunshine” encontra “Halloween”, acompanhamos o jogo de cintura dum pai solteiro (“looser” total e recém-saido do hospicio) q tenta conter seus impulsos “serial-killer” contra desafetos, ao mesmo tempo em q recupera a guarda de sua filhinha. Com algum gore, simples e com reviravolta razoável, o melhor mesmo é o ótimo elenco q faz deste mix algo homogêneo e coerente: Kevin Corriganm e Ariel Gade estão ótimos como pai e filha, respectivamente. Destaque pros modestos (mas eficazes) efeitos especiais em tds os violentos crimes; e pro primeiro encontro com a filha. Esqueça os clichês de ambos gêneros, e divirta-se com esta leve e simpática proposta de terror dramático. 8/10

 

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asscc.jpg?w=107&h=150ASSÉDIO (BESIEGED/Bernardo Bertolucci/1998): Seria um desafio encontrar cinco planos medíocres neste drama de erotismo subliminar sobre uma imigrante africana casada acossada pelo patrão que consegue, aos poucos, seduzi-la. Bertolucci concentra boa parte da história num casarão antigo de vários andares – a câmera de Fabio Cianchetti não se intimida pela arquitetura vertical do cenário; sinuosa, sempre à espreita, investiga o ambiente que mantém os protagonistas separados fisicamente, sem romper a crescente atração que sentem um pelo outro. A palavra falada é um instrumento raro: Bertolucci prefere se expressar mediante instrumentos valiosos que manuseia com  a segurança e o know-how de um mestre veterano: a câmera, a música, a montagem, os atores. O filme é uma experiência internalizada – nem por isso menos densa. estrela2.gif?w=16&h=16estrela2.gif?w=16&h=16estrela2.gif?w=16&h=16estrela2.gif?w=16&h=16

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Insidious 2
Sequencia direta do primeiro “Sobrenatural”, temos aqui um terrorzão eficiente e tenso, mas q depois da metade empalidece na mesmice, feito um “The Conjuring” reloaded. Aqui acompanhamos a família Lambert buscando se recompor (dos traumáticos fatos do filme original) na casa da sogra do personagem de Rosie Byrne. Mas ai q a personalidade dos véios muda e coisas estranhas começam a acontecer e... búúúú! Com esse fiapo de roteiro, o diretor apenas se encarrega de compensar no suspense durante td projeção, onde uns sustos funcionam e outros não. Elenco e parte técnica razoáveis completam o pacote, cujo desfecho foi realmente mto bem concebido por dar um aspecto aparentemente definitivo á estória da família Lambert como um td. Mas só aparente pq “Insidious 3” já ta no forno. Bem, eu sperava mais. 8/10

 

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The Bell Witch Haunting
Mais um razoável “found foutage” desconhecido e de paupérrimo orçamento na área, gentem! Mix de “Bruxa de Blair”, “Atividade Paranormal” e “Último Exorcismo”, aqui temos os melhores momentos das três produções reunidas numa única obra. Estória? Familia feliz se muda pruma casa com fama de tb ter sido residência da assombração q entitula a pelicula. Logicamente q coisas estranhas vão ocorrer e blábláblá. Este roteiro manjado é desculpa pra td mundo (td mundo mesmo!) sair filmando em primeira pessoa e registrar os macabros acontecimentos na residência. Só faltou o cachorro de estimação sair com câmera acoplada na coleira... Com atuações satisfatórias, ritmo ágil e muito suspense, a pelicula é mais do mesmo, porém eficiente na sua proposta de dar cagaço nos momentos certos. Se não tiver outra opção, assista. 8/10

 

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TORMENTA (WHITE SQUALL/Ridley Scott/1996)

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Filme de ineditismos duvidosos para Ridley Scott, corpo estranho numa filmografia que corteja o cerebral (Blade Runner), o sugestivo (Alien), o ambíguo (Prometheus). Mesmo o desengonçado Até o Limite da Honra – fundo do poço em termos artístico e estético – demonstra menos preocupação com discursos edificantes.

 

Temas Grandiosos® transbordam pela tela: amadurecimento da juventude indisciplinada, adquirição de senso de responsabilidade, superação de traumas familiares, humanização de um líder estoico. Material associável antes a apaniguados dos irmãos Weinstein como Lasse Hallström – outro europeu radicado em Hollywood que, no entanto, demonstra temperamento compatível com esta espécie de dramalhão.

 

O forte de Scott jaz em narrativas dinâmicas, secas, impactantes, onde o sentido brota de simbolismos inerentes ao universo de cada obra, como se depreende do supracitado trio de ficções científicas. Aqui, o diretor se vê forçado pela transparência do texto a telegrafar conflitos previsíveis e enfatizar sentimentos nobres.

 

A gota d’água para a sabotagem da efetividade emocional é o casting de Scott Wolf. Protótipo de Tom Cruise, 29 primaveras nas costas (fazendo as vezes de um pré-universitário), o ator opta pela caracterização inverossímil do menino com alma de velho, capaz de enxergar de antemão problemas não percebidos e dilemas não verbalizados pelos coadjuvantes à sua volta. Constrangedora a seriedade do seu monólogo catártico perante um tribunal militar.

 

A despeito de tais objeções, Tormenta oferece partes isoladas superiores ao todo. O temporal aludido no título original convida o queixo a encontrar o chão; uma sequências de exploração numa ilhota verdejante cativa pela beleza da fotografia; os constantes puxões de orelhas à tripulação adolescente do capitão encarnado por Jeff Bridges promove instantes em que a tensão e a hilaridade se confundem. estrela2.gif?w=16&h=16estrela2.gif?w=16&h=16estrela2.gif?w=16&h=16

 

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Rush

Empolgante produção sobre automobilismo q deixa comendo poeira,literalmente, os mediocres filme com Cruise e Sly, “Dias de Trovão” e “Alta Velocidade”, mas ainda assim não bate o clássico “Grand Prix”. Mais do q um filme sobre Formula 1, a pelicula versa sobre relacionamentos, no caso, um registro humano de como dois gdes rivais nas pistas (Nikki Lauda e James Hunt) precisavam um do outro pra se motivar na vida. Com trama bem construída, tensão constante, fotografia retrô, ambientação e trilha sonora setentista magnificas, a produção se sustenta nas ótimas interpretações de Daniel Bruhl e Chris “Thor” Hemsworth nos papeis principais, respectivamente Lauda e Hunt. O segundo, alias, mostra-se tão a vontade e convincente mostrando q é mto mais q um super-heroi asgardiano com martelo. Envolvente do inicio ao fim, é uma produção q agrada tanto a amantes do esporte como quem passa longe das transmissões do Galvão Bueno, como eu. Repleto de cenas antologicas, minha preferida é a do "flerte" do caxias Lauda com sua futura esposa. 9,5/10

 

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Esse é muito bom mesmo. Estou no grupo dos que não ligam para fórmula 1 e achei as cenas de corrida eletrizantes.

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Riddick
Scy-fy de ação bacaninha q encerra (será?) a trilogia do furyano espacial fugitivo encarnado pelo Vin Diesel. Aqui, vemos Riddick sendo destronado do filme anterior e deixado á sorte num planeta inóspito. Mas como desgraça pouca é bobagem, não bastasse as adversidades do lugar ainda aparecem mercenários atrás da recompensa por sua cabeça. E tome pancadaria, elementos de “Predadores”, “Rambo”,“Mad Max 2”  e “Aliens”, onde se retoma o espírito de “Eclipse Mortal”, porém bem mais tchans. Noutras, uma matinê B feita com milhões. Com produção caprichada e atuações canhestras na medida, minhas ressalvas são apenas a excessiva (e desnecessária) duração do longa; e pra pieguice em explorar a relação do herói com seu “pet espacial”. Pelamor!  8,5/10

 

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This is the End

Mais uma uma comédia de terror apocaliptico perpetrada no esquema "buddy-movies", ou seja, amigos se reunindo pra fazer um filme, quinem "Mercenários" ou "Gente Grande". Aqui, td panela do Seth Rogen interpreta a si mesma e subitamente se vê as voltas com o Apocalipse Final, numa festa de arromba na casa do James Franco. Oscilando humor inteligente e auto-parodico com gags vulgares e de pessimo gosto, eis uma produção q deve dividir paladares pq ela é voltada a um publico especifico: o cinéfilo, onde é uma delicia pinçar referencias cinematograficas destiladas pelo elenco, no geral, a obras deles proprios, tipo "127hrs", "Besouro Verde", "Segurando as Pontas", "Superbad", etc.. Isso td envolto numa miscelanea irregular de "O Nevoeiro", "O Exorcista", "2012" e "Segredo da Cabana", temos um filme de sobrevivencia cinico calcado unicamente nas relacoes entre os atores, tds muito bem onde é dificil dizer quem tá melhor. Quiçá por este detalhe q os furos do roteiro tenham passado batido nesta producao de baixo custo, bizarra e criativa, mas com efeitos especiais de ponta e figurantes de luxo tipo Michael Cera, Christopher Mintz-Plasse, Channing Tatum, Kevin Hart, Jason Segel , etc. Destaque pra oportuna morte da Rihanna e pra possessão do Jonah Hill. Resumindo, é divertidinho mas com  ressalvas. 8/10

 

 

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Team America Detonando o Mundo (Team America World Police, Dir.: Trey Parker, 2004) 2/4

 

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Continua bem engraçado, mas o que me incomoda é que ao mesmo tempo que critica e parodia a imbecilidade da indústria bélica americana, o filme também a defende de certo modo. O filme do South Park (feito pela mesma equipe) se deu melhor nesse quesito em não assumir algum lado da questão e acabou sendo bem melhor.

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OBLIVION (Joseph Kosinski/2013): Assim como em Tron: O Legado, Joseph Kosinski canalizou energia criativa para conceber um mundo fictício vasto, crível no contexto da história contada. Populou-o com personagens que têm algo a perder (a Terra, a vida) e a (re)encontrar (a memória, a identidade). Caso Kosinski siga consistente em temática e estilo nos projetos futuros, poderá se consagrar como um admirável novo especialista do gênero.

Em meio à exploração de cenários pós-apocalípticos espetaculares e ao desenvolvimento do “drama” (que carrega ecos de Lunar), há espaço para a obrigatória inserção de sequências de ação – embora em menor número do que o usual arrasa-quarteirão hollywoodiano acostumou o público. A desejar, apenas, deixou o subaproveitamento de Melissa Leo e Morgan Freeman em papéis secundários.estrela2.gif?w=16&h=16estrela2.gif?w=16&h=16estrela2.gif?w=16&h=16estrela2.gif?w=16&h=16

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Acho que Kosinski tem uma grande criatividade e apuro visual para a concepção desses "mundos", e foi o que mais me chamou a atenção em Oblivion, a parte visual. No conjunto, acho que ele se saiu melhor em Tron.

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Nanga Parbat

Desconhecia o trágico acidente envolvendo os irmãos Messner até assistir o documentário sobre o mais ilustre Reinhold, “Messner”. Pois bem, este filme alemão veio em boa hora pq complementa bem o tal documentário ao narrar especificamente a fatidica ascensão q vitimou Günter Messner no pico paquistanês q entitula a fita. Isso através dos 4500m verticais de rocha pura da “Parede Rupal”, a maior do mundo. Dramatizado por atores convincentes, alternando tom documental-intimista e repleto de imagens deslumbrantes, o resultado é um mix bacana de “Face Norte”,“Touching the Void” e até “Limite Vertical”. Ainda assim, puxado pelo motor documental e sem gdes excessos ficcionais, a produção comete alguns deslizes imperdoáveis: alguns de ordem técnico (é possivel ler “Gore-Tex”, inexistente na época, nas jaquetas da trupe!); e outros de ordem histórica, ao fazer do Messner herói e demonizar outros membros da expedição, sendo q o babado real é tão nebuloso qto polêmico. Não é a toa q descendentes dos retratados contestam com processos a distorção dos fatos, q é nada mais q a versão do Messner (q supervisionou as filmagens). Ainda assim, a produção merece uma visita pq não deixa de ser entretenimento eficiente e emocionante, ao mesmo tempo q busca retratar o ocorrido (a sua maneira). No final, é o espectador q tira suas próprias conclusões.  9/10

 

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Gravity
Scy-fy foderosa q prende do inicio ao fim, mix de “Lunar” e "Naufrago", e basicamente se resume a um fiapo de roteiro so q mto bem trabalhado. Aqui temos dois astronautas passando o pior perrengue q poderiam imaginar: ficar lançados a mercê no espaço, sem esperança de resgate pela Nasa! "Como vao sair dessa?", é a pergunta q permeia td produção. No caso, isso ocorre qdo consertavam o Huble e são surpreendidos poir uma chuva de meteoros q os deixa na mão. Muito bem produzido e com efeitos especias espetaculares, o filme mantem o suspense o tempo td, brincando com o espectador o tempo td com alguma surpresa q emerge do roteiro. Alternando com um pouco de ação e drama, atente pra linda fotografia q permeia os longos planos-sequencias, de cair o queixo. Ate a apática e insossa Sandra Bullock faz um ótimo papel no personagem principal, mas preste atenção (muita) a homenagem a “Barbarella”, na cena em q mostra a atriz peladex e saradona. Diliça! Não da pra comentar muito sem entregar spoillers. No mais ótima e descompromissada diversão, quinem “Rush”. 9,5/10

 

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