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O Que Você Anda Vendo e Comentando?

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Falcões da Noite (Nighthawks, Dir.: Bruce Malmuth,1981) 2/4

 

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O filme tem a bela estética de filme policial dos anos 70, mas lida com um vilão mais atual (terrorista). O problema é que o filme não cresce em nenhum momento. Tudo é muito passável. Mas vale pela estética, o Rutger Hauer como vilão (mesmo que o vilão aqui cometa erros mirins) e o Sylvester Stallone com medo/receio de atirar (pra quem foi Rambo isso não deixa de ser algo notável).

 

Doce Vingança (I Split on Your Grave, Dir.: Steven R. Monroe, 2010) 2/4

 

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Gostei da vingança em si, mas achei a cena de violência contra a moça meio longa demais. Não vi o filme original.

 

A Morte Pede Carona (The Hitcher, Dir.: Dave Meyers, 2007) 2/4

 

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Não me lembro muito do original (vi ele na época e gostei muito, mas hoje teria que rever), só que esse aqui me soou que, mesmo que tenha algo melhor ou mais aperfeiçoado, não chegou acrescentar nada de novo (nem relação ao original ou a outros filmes do gênero). Então, não é um remake muito relevante, mas tá ok.

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Die La Meute 

 

Razoável terror francês de baixo orçamento q começa legal mas cai a partir da metade. Misturando “O Albergue”, “Feast”,“Abismo do Medo” e “A Fronteira” temos uma jovem viajando por estradas rurais na França, q subitamente se vê presa no porão duma velha doida q a ta engordando pra dar de refeição prumas criaturas-zumbis-canibais oriundas dum antigo ritual! Eitaporra! Mas o q começou tenso se torna óbvio demais, e a luta pela sobrevivência não fica tão empolgante como deveria. Com gore na medida, alguns furos imperdoáveis e atuações decentes (com destaque pruma medonha Yolande “Porco Espinho” Moreau e pra “survival girl” da vez), percebe-se q o erro ta no roteiro q optou pelo básico e genérico a ousadia sanguiolenta. O péssimo desfecho então, nem comento. Tinha td p/ dar um filmão, mas não foi desta vez. 7/10

 

 

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Visto em IMAX 3D..animal....dava a impressão de estar no palco..som no talo e palco que efeitos incríveis...quem estava lá deve ter ficado louco....ah..e tem um McGuffin no filme...tem um história que rola durante o show..er é bom pra dar uma quebrada na porradaria....tive a impressão que o shoiw foi um pouco curto...mas valew muito

 

 

 

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Metallica Through the Never(2013)

  93 min   -  Action | Music  -  4 October 2013 (USA)
7,8
Your rating: 
  -/10
Ratings: 7,8/10 from 2.079 users   Metascore: 61/100 
Reviews: 17 user | 49 critic | 24 from Metacritic.com
 

 

Trip, a young roadie for Metallica, is sent on an urgent mission during the band's show. But what seems like a simple assignment turns into a surreal adventure.

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Não me lembro muito do original (vi ele na época e gostei muito, mas hoje teria que rever), só que esse aqui me soou que, mesmo que tenha algo melhor ou mais aperfeiçoado, não chegou acrescentar nada de novo (nem relação ao original ou a outros filmes do gênero). Então, não é um remake muito relevante, mas tá ok.

 

 

Prefiro o original. Rutger Hauer em boa forma (ainda).

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Filme maluco....roteiro fraco, desfecho inusitado sem o que, pra que, nem por que. E a mesma xerox de sempre de Casey affleck e sua voz chata.

 

 

 

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SImply, but Classy!!!

Noir bem bom!!!!!

um pouco do machado de kubrick que iria aterrorizar anos mais tarde em "o iluminado"!

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The Conspiracy


Eis um inteligente e original falso-documentario q presta, prova de q o gênero ainda pode dar um bom caldo apesar da penca de obras mediocres q sâo lancadas td ano. Este aqui nao vai atras de aliens, demonios, trolls, dinos, assombracoes e sim atras duma suposta seita macônica q governa o mundo desde tempos ancestrais, tipo O Homem de Palha !!? Eita porra! Pior q é muito legal, pois comeca feito um Globo Reporter sério, apoiado por documentos e imagens de guerras, 11-7, atentados, etc.. afirmando q politicos e seitas religiosas estao envolvidas nos eventos mundiais. Mas logo um dos documentaristas some e a equipe passa a ser perseguida por algo! O roteiro é envolvente e tenso, e te deixa com a pulga atras da orelha diante do q nos é apresentado, mesmo sabendo q é td falso..mas será mesmo? Com atuacoes modestas, edicao com bom ritmo, esta obra so peca pelos finalmentes, onde o mockumentary dá lugar ao found-footage basicao corrido e pouco iluminado, mas q ainda assim mantem certa consistencia como um todo. Pra quem curte teorias conspiratorias e paranoia em geral, eis umproducao mais q recomendada. Pois inspira terror a partir da realidade, sem mostrar uma gota de sangue. 9-10


 


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O VINGADOR DO FUTURO (TOTAL RECALL/Len Wiseman/2012)

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Forçando uma analogia talvez nem pretendida pelos realizadores, pode-se sustentar que Total Recall aborda os mecanismos da experiência cinematográfica. O herói deseja ser implantado com memórias excitantes de aventuras que nunca viveu para espantar o marasmo do seu cotidiano insatisfatório. Ilusão que alimenta a alma. Ora, guardadas as devidas proporções, percebe-se um paralelo com o ato de assistir a um filme, o qual permanecerá agregado ao arquivo cerebral de lembranças, sensações, emoções.

 

Rimas visuais a ficções científicas modernas reforçam a característica autorreflexiva deste remake. O conto de Philip K. Dick que serve de fonte para o roteiro predata as produções homenageadas, mas a maneira como as citações foram concebidas pelo desenhista de produção e pela equipe de efeitos especiais convida à associação mental com Minority Report (a perseguição automobilística; a tecnologia futurista touch screen), Star Wars: Episódio II – Ataque dos Clones (o exército de polícia sintética), A Origem (malabarismos em gravidade zero; a confusão entre sonho/realidade), Contra o Tempo (o protagonista que se enxerga com outro rosto); Star Trek (os ofuscantes reflexos de luz abramsianos). Falta de originalidade? Influência absorvida? Coincidência? O que importa é a contextualização epocal engatilhada pela lembrança de parentes admiráveis do gênero.

 

Colin Farrel interpreta um homem cujo passado esquecido pode ser menos lisonjeiro do que gostaria. A certa altura, ele ouve de Bill Nighy que deve se definir como pessoa tendo por base o presente. O agora não precisa ser escravizado pelo tempo pretérito. Existe a liberdade de se (re)constuir uma personalidade a partir de hoje. Assim como esta aventura portentosa e movimentada é distinta o bastante a ponto de merecer uma sobrevida à parte da sombra projetada pela versão original. estrela2.gif?w=16&h=16estrela2.gif?w=16&h=16estrela2.gif?w=16&h=16estrela2.gif?w=16&h=16

 

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Gravidade (Gravity, Dir.: Alfonso Cuarón, 2013) 4/4

 

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Redondinho, redondinho. Incrível que como o filme tenha uma jornada que se realiza de forma mais lenta (por causa da lentidão do espaço) mas mesmo assim o filme não perde o ritmo. Só reclamo da Sandra, porque fez tanta plástica/botox na cara e a personagem precisava de um visual mais natural, mas enfim, tudo bem.

 

Silent Hill - Revelação (Silent Hill Revelation, Dir.: Michael J. Besset, 2013) 1/4

 

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Gostei do primeiro filme, até porque não se prendeu tanto na história do jogo, herdando só sua premissa básica, se mostrando ter personalidade própria. Esse aqui já tentou enfiar tudo que é elemento dos jogos e se deu mal nessa. Ficou miscelânea pesada e sem sentido. Pra quem não conhece os jogos vai soar como uma mistura insossa de Hora do Pesadelo, Hellraiser e Jogos Mortais, e pra quem conhece vai ficar o gosto de vários elementos interessantes mal usados e executados. Só curti as cenas finais do filme porque abriu espaço pra 3 histórias que poderiam render muito bem num 3º filme, mas nem acho que esse 3º filme saia, porque o resultado desse aqui foi trágico (tanto como filme como bilheteria).

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F

 

Meu, este suspense inglês é foda e lembra muito “Assalto no 13 DP”, o recente “Tower Block” ou qq filme de “invasão domiciliar” tipo “Os Estranhos” ou “Reféns”,  so q se passa numa escola estadual.  Enredo? Aluno recebe a humilhante nota mínima (q encabeça o titulo da pelicula) dum profe “fracassado”, despiroca e sai matando td mundo q ta na unidade de ensino, atrás dele.  O baixíssimo orçamento soube camuflar bem os defeito da produção com mta criatividade, deixando a obra  tensa o tempo todo com vários recursos batidos, porém funcionais. A ótima direção e enxuta duração so peca pelas atuações das quais se destaca o teacher alcoólatra de David Schofield, q num olhar já diz tudo!  Pra variar, o desfecho é justamente sua maior deficiencia, pq foi súbito, ficou em aberto e não explicou nada. Mas tem quem goste desse tipo de final, q apresenta uma decisão foda, no naipe da “Escolha de Sofia”. 8/10

 

 

 

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Rewind This! 


Interessantissimo documentario q disseca o fenomeno oitentista VHS, uma vez q o home video mudou a forma de consumir filmes, e td o impacto cultural e historico q esse novo formato trouxe ate pras artes e tecnologia. Interessante e repleto tanto de imagens de arquivos como de depoimentos, é legal ver o cagaco q o cinema tinha da introducao deste novo formato como de quem se beneficiou dele, no caso, as produtoras independentes B de terror, como a Troma, e a industria pornografica, q nao tinham espaco nas gdes salas. De certa forma, o VHS democratizou o cinema - assim como a internet hj - e seu culto nostalgico perdura ate hj. Destaque disparado pros divertidos depoimentos de ex-donos de locadoras, colecionadores e ate cineastas, como Atom Egoyan, Charles Band, Lloyd Kaufman, a atriz peituda Elvira e muitos outros. Divertido e nostalgico, o documentario so peca pelo ritmo meio lento, mas ainda assim é obrigatorio pra quem tem carinho ppelo formato e tem mais de seus trinta aninhos. 9,5-10


 


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The Iceman

Fodástico drama policial que, se valendo do subgenero mafia, mistura O Homem da Mafia, Familia Soprano e Henry, Retrato de um Assassino. Nele acompanhamos a historia real de um famoso e metódico assassino de aluguel, um quase serial-killer, nos anos 70, preferido pelas familias mafiosas da costa leste pela sua eficacia e competencia. Detalhe, ele era tb marido e pai de familia exemplar. O legal é q aqui a mafia nao tem o glamour dos filmes do De Niro e Scorcesse e é vista com seriedade, realismo e sem mistificacao alguma. Michael Shannon faz o papel-titulo-principal e carrega o filme nas costas com mais competencia que seu apático Zod de Homem de Aco e faz um assassino bipolar surpreendente. Fotografia e figurinos bacanas, a producao tem um razoavel gore q beira o documentario, Atente pros varios coadjuvantes de luxo, q vao desde James Franco, David Schwwimmer, Robert Davi, Ray Liotta, Winona Ryder, Stephen Dorrf e um irreconhecivel Chris Capitao America Evans..Um filme curioso sobre assassinos e mafiosos q so peca por as vezes ser tao frio qto o personagem que lhe empresta o nome. 9-10

 

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Carrie

Refilmajem picareta que dá pro gasto mas ainda sequer chega perto do original do De Palma., q por sua vez é adaptação dum conto do King. Ou seja não é remake e sim outra adaptação da novela. A estória da garota retraída e reprimida pelos pais q tem surtos paranormai-psicoticos qdo sofre bullying aqui ganha uma adaptação aos novos tempos, claro.  Na boa, o único bom são as duas atrizes q encarnam mae e filha respectivamente, a Hit-Girl Chloe Moretz e Juliane Moore, mas ainda assim empalidecem diante das atrizes da obra original. Hit-Girl ta longe de parecer o patinho feio q a Sissy Spaceck mostrava. O filme ate começa bem, prometendo outras possibilidades, mas desanda a partir da metade com trocentos efeitos q buscam compensar a falta de novidade q o roteiro impõe e as deficiências técnicas (fora de época) do filme do De Palma. A fotografia e trilha sonora tao boazinhas apenas, nada  demais. Resumindo, é mais um remake desnecessário e genérico, q so presta mesmo pelo esforço hercúleo das ótimas atrizes mas q de nada vale qdo o roteiro é repetitivo qdo se percebe q é mais um subproduto sem nenhuma novidade e voltado pro publico teen acéfalo. Vai bombar, vai..mas deixa a desejar pra quem tem mais de trinta. 7/10

 

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Chance de eu ver esse filme no cinema = ZERO.  -_-

 

Somos dois então. Estou enjoado desses remakes. Não vejo porque refilmar filmes que foram (ou ainda são) ícones do cinema sendo que na maioria das vezes o resultado é decepcionante. 

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Filme maluco....roteiro fraco, desfecho inusitado sem o que, pra que, nem por que. E a mesma xerox de sempre de Casey affleck e sua voz chata.

 

 

 

Lembro que este filme na época do seu lançamento que foi polemico pelo fato de que em uma das cenas, a Alba fica desfigurada, inclusive em alguma noticia falando q algumas mulheres saíram do cinema por tal motivo e que movimentou o órgão protetor contra a mulher..., neste vemos também que o irmão menos famoso do Affleck é mais ator que seu irmão mais famoso.

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Odd Thomas
Divertido entretenimento pipoca este thriller sobrenatural que não dava nada e passei agradavelmente o tempo. Mto melhor q "Kick Ass 2" e "RIPD". Baseado numa série literária ( "Harry Potter" ??) temos aqui um jovem pacato q tem dons paranormais, tipo um "Constantine" teen, q precisa desbaratinar uma gde e macabra ameaça q se debruça na pequena cidade dele. Com elementos investigativos e bem humorados feito "Scooby Doo" , a obra é agil, muderninha visualmente e bastante cool no seu desenlace. Anton "Checov" Yelchin está perfeito e bem carismático no papel principal q dá nome á pelicula. O genérico Stephen Sommers aqui se redime com sua merdas de "Van Helsing" e "GI Joe" e faz um pipocão simples e descompromissado, q emula muito as matinês oitentistas, sem falar no Willem Defoe como coiadjuvante de luxo. Efeitos bacanas e pegadinha a la "Sexto Sentido" coroam esta grata surpresa, sem gdes expectativas, de baixo orçamento e de duração enxuta. Que venha a sequencia! 9/10

 

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Manequim (Mannequin, Dir.: Michael Gottlieb, 1987) 1/4

 

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Queria ter gostado mais desse filme, já que ele respira e transborda anos 80 em todos os seus poros. Mas, infelizmente, não rolou. O filme carrega mil personagens e situações caricatas demais, que na época, já era difícil de encarar, hoje, então é meio impossível. O plot em si é meio fraco pra ir muito longe (um manequim ganha vida e ajuda um cara a fazer umas vitrines para uma loja), mas poderiam ter se esforçado mais e não ter colocado tanto personagem ruim junto. O James Spader deve ter feito questão de esquecer que fez esse filme um dia, porque sua performance de vilão aqui é escrota demais (nem sei se culpa dele ou direção ou dos dois). Só que o Andrew McCarthy era bom nas comédias (imagino que ele poderia ter sido um bom Marty McFly, se o Michael J Fox não pudesse fazer o "De Volta para o Futuro") e fez um bom par com a bela Kim Catrall. O filme teve uma continuação/remake em 1991, que foi exibida bem mais vezes por aqui que esse original.

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Cabin of Dead

Bacaninha este sangrento remake sueco não-oficial de “Evil Dead”, onde jovens vão pruma cabana no meio da floresta, comecam a ser possuídos por demônios e precisam se matar pra não alastrar o mal. Aqui, as unicas diferenças se baseiam na forma em q são possuídos e como os personagens ficam encapetados, seguindo a cultura/folclore nórdicos. Sem maiores explicações, o filme vai direto pro gore em profussão e os suecos não passam feio nesse quesito. Apesar de alguns furos, clichês, atuações medianas e baixíssimo orçamento, esta produção capricha mesmo é na violência desenfreada, crua e explicita, quinem o clássico do Raimi. Mto bem feita e só. Diversão B únicamente recomendada pros amantes do gênero. 8,5/10

 

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