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Forum Cinema em Cena

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Cold Eyes – 4,5/5,0

 

Parafraseando o Soto, um foderoso thriller de ação policial coreano que tem quase 100% da ação ditada por uma situação pouco explorada em filmes do gênero: surveillance and tracking (a famosa "campana" e o rastreamento de suspeitos), ou nas palavras do inspetor chefe, se referindo ao trabalho da equipe “...rastrear e não perder o alvo. Nunca!”

 

Equipe de policiais que atuam em campanas e tracking tem sua paciência e perícia postos à prova quando é designada para encontrar uma quadrilha de criminosos especializados em assaltos e invasões e que nunca (ou quase nunca) deixam rastros, liderados por uma figura conhecida apenas como “Sombra”.

 

Impressionante e já dizendo à que veio em menos de 15 minutos, o diretor coloca a plateia no meio de duas ações aparentemente sem conexão entre si e que servem para mostrar as habilidades requeridas para ser um tracker bem como mostrar o grau de expertise, inteligência e detalhamento num assalto à banco comandado pelo impassível e letal, Sombra.

 

A partir daí, são quase duas horas de um verdadeiro jogo de gato e rato pelas ruas de Seul com o “Esquadrão Horóscopo” (ideia muito divertida) tentando identificar os membros da quadrilha antes que uma nova ação criminosa (que pode ter consequências globais) ocorra. 

 

O filme tem produção primorosa, edição e trilha ótimas e os diretores, Jo Ui-seok e Kim Byung-seo (guardem esses nomes), conseguem fluidez e imprimem urgência e adrenalina, na medida, em todas as cenas. O filme tem poucas cenas de ação (mas todas muito bem executadas e tensas), mas compensa com tensão e suspense de primeira, chegando ao paroxismo de, por exemplo, transferir para uma perseguição à pé, sem correria, a tensão de uma perseguição de carros em alta velocidade (!!).

 

Interessante notar como o humor é inserido de forma pontual e discreto, não atrapalhando nada (coisa que nem sempre acontece nos filmes orientais) e, de forma orgânica e sem soar forçado momento algum, a interatividade e a “dependência” do trabalho da polícia na identificação de suspeitos e das ações criminosas; das informações em tempo real das câmeras das ruas, comércios etc e das zil informações que transbordam e cruzam os ares e redes de fios quando do uso de toda uma parafernália eletrônica que vai de um cartão de crédito à celulares (e Seul é cenário de mão cheia pra isso, já que é uma das cidades, senão A Cidade, mais conectada e eletrônica do mundo).

 

Contando com um trio de protagonistas talentosos e com química, é um dos melhores thrillers policiais que há muito não via.

 

Destaque para a explícita e muito bem coreografada homenagem à cena icônica do “num corredor com um martelo na mão” de “Old Boy” (aqui, fazendo um travelling foda) e pra atuação da gatinha de olhos puxados, Han Hyo-joo, que faz de sua recruta “Leitoa”, uma personagem que dá gosto de ver em todos os sentidos, com direito à uma aula a la Jason Bourne de como usar um celular (!!) como arma pra machucar um oponente...

 

Imperdível!!

 

OBS 1: APOSTO que os yankees já compraram os direitos de refilmagem desse aqui...

 

OBS 2: acabei de saber que este JÁ É uma refilmagem de um filme chinês de 2007 chamado "Eye in The Sky"... Soto, prova que nem toda refilmagem é mais do mesmo e não presta. Graças à Deus existem algumas exceções. Esse aqui é exemplo. Pode conferir, que é feijão sem bicho, mermão!!    ;)

 

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Vamos lá, chuchus. Nos brindem com seus comentários. E não vale só o nomezinho do filme.

Barbie and the Rockers: Out of This World (Bernard Deyriès, EUA, 1987)   Os personagens são tão falsos quanto se tivessem sido criados para um material de ensino de inglês. Até mesmo Barbie, a única

"Baby Driver" é uma divertida matinê onde o roteiro batido não é o que interessa, mas sim o som e música, que são é mais um personagem ativo da estrutura do longa. Divertido,é mais um musical travesti

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Ahi Va el Diablo

Terror mexicano q parece filme “grindhouse” quiném “Machete”. Casal de filhos duma família desaparece numa montanha, e ressurge logo depois demonstrando atitudes estranhas. Claro q os pais tomam medidas extremas pra resolver o mistério q os envolve. Bem escrito, de baixíssimo orçamento e com atuações competentes, o filme apresenta a descontrução familiar sob ótica diferenciada, simples e eficaz, onde o inexplicável e o quotidiano se misturam. A estética vagabunda setentista “exploitation” favorece a produção, seja na fotografia como no uso da sacanagem. Repare a deliciosa cena de abertura, q parece saída do momento mais caliente de “Azul é a Cor mais Quente”. Enfim, um filme divertido e despretensioso, cheio de sexo e violência cujo maior defeito quiçá seja a falta de ritmo. 8,5/10

 

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Duro de Matar - Um Bom dia pra Morrer (A good Day to Die Hard, Dir.: John Moore, 2013) 2/4

 

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Série se divide em 3 filmes fodas (os 3 primeiros), um filme bem bão (o 4º filme) e esse murcho aqui. Incrível que de herói fodão dos filmes anteriores, aqui o John McClane virou um alívio cômico. Nem é ruim, é assistível, mas perante a série diminui muito.

 

P.S.: Vi uma pseudo versão extendida no BD, mas ela não incluiu nada de relevante e pior, tirou as cenas com a filha do McClane. Fiquem com a versão de cinema mesmo.

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Canibal 

Belissima estória de amor em formato de “filme antropofágico” q vai no viés oposto do “Mass. da Serra Eletrica”,“Omnivoros” ou “Somos o que Somos”. Aqui temos o elegante psicopata q entitula o pelicula dividindo seu tempo como alfaiate e matando jovens q abastecem seu freezer. Mas sua rotina muda qdo se apaixona pela irmã da sua última vitima. A pergunta é: vai comê-la (literalmente) tb ou não? Produção espanhola de atmosfera fria, de gestos e olhares, intima e calada. As atuações estão soberbas, em especial Antonio de la Torre, q faz uma espécie dum “Hannibal” tão gélido qto sensivel, fácil de simpatizar. Não espere gore em profussão neste filme arrastado, de desfecho marromenos. Mas é inegável o desconforto criado nas cenas em q o “bom canibal” abate e esquarteja suas vitimas. 9/10

 

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Undocumented 

Mais um "found footage" desconhecido por estas bandas, mas q merece ser conferido por criar tensão e horror apelando prum tema social e não monstros, ets e fantasmas. Imagine"O Albergue" mesclado a qq filme de imigração mexicana, só q tocado como "Bruxa de Blair". É isso! Aqui temos uma equipe de jovens produzindo um documentario sobre imigrantes ilegais e pra isso embarcam numa jornada cruzando a fronteira Mex/Usa. Claro q dá merda e são capturados por sádicos extremistas ianques. Roteiro batido, atuações satisfatórias, algumas boas sacadas em primeira pessoa, outros furos aqui e acolá, mas eficaz em sua proposta de modo geral. Longe de ser tchans, mas ta acima da média do gênero. Atente pra patologica demonstração de racismo e intolerancia dos americanos por quem nao seja de lá (até por parte do diretor, veladamente), e q seu hipocrita "american way of life" fede mais q os cucarachas q discriminam. 8,5/10

 


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EVIDENCE - 3,0/5,0

 

Na onda das indicações do Soto para os mockumentary films peguei esse pra ver ontem e... Caralho. Esse filme simplesmente criou um novo gênero... O gênero whatafuck ou whatahell movies!!

 

Que

filme

maluco!!!  :blink:  :huh:     

 

Apesar das interpretações honestas e da filmagem tosca criarem uma situação nonsense e alucinante de terror, de confusão e de desespero total, não tem como o fator whatafuck (cada vez mais whatafuck...) acabar por enfraquecer o filme. Menos mal que tem apenas 78min.

 

Recomendado para quem quiser sentir desespero e ficar perdido quiném as meninas ao final do filme em meio à uma situação desesperadora e sem saída. Quem for procurar por "sentido", nesse aqui vai se estrepar de terno e gravata borboleta.  

 

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Girls Against Boys

Curioso thriller feminista do naipe “rape e revenge” q mistura “Thelma & Luise” com “American Mary” e “Doce Vingança” . Aqui temos jovem desiludida com os homens - além de levar pé-na-bunda dum casado e ser estuprada por outro – se junta com outra meio pinelzinha, e ambas partem pra se vingar não apenas com os crápulas acima, como qq coisa de cueca q cruze pela frente, tipo “God Bless America”. A estória é envolvente e pesa mais na tensão psicologica q na violência (estilizada) propriamente dita, as atuações são sinceras (destaque pruma sádica Nicole LaLiberte), mas o terceiro ato é irregular pq td acontece rápido demais e o desfecho deixa muito a desejar. Ah, as chacinas tb são pouco imaginativas, a exceção da do estuprador. Dá pra assistir, com ressalvas. Moral: “Meninas não choram. Se vingam”. 8/10

 

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Only Lovers Left Alive 

Divertido, estranho e elegante filme de vampiros românticos, misturando melancolicamente “Bizantium”, “Fome de Viver” e “Highlander”. Aqui temos um casal de vampiros filosofando sobre a humanidade enqto troca juras de amor pela internet. Na boa, o filme ta mais pros personagens intelectualizados de “Sandman”, do Neil Gaiman, do q filme de vampiro. O Tom “Loki” Hiddleston seria o perfeito Lorde Morpheus e Tilda Swinton, a Morte. Alias, ambos estão ótimos como o par sanguessuga principal nesta metáfora da crise mundial. Repare nas trocentas referencias a cultura pop destiladas, algumas pontas de luxo e boas pitadas de humor (picolé de sangue?). Se busca ação e gore, pule fora. Este é bem underground e tem seu charme nos detalhes, diálogos e química do par central. 9/10

 

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O Impossível (2012)

Produção espanhola, dirigido por Juan Antonio Bayona (O Orfanato), com Ewan MacGregor e Naomi Watts.....baseado no drama real de uma familia espanhola que sobreviveu ao tsunami que atingiu a Tailandia em 2004....o filme prende a a tenção do inicio ao fim...tenso, bem produzido e dirigido (se bem que em alguns momentos força a barra, mas nada que comprometa), efeitos especiais de primeira te joga no meio da ação sufocante.....o diretor, hábil manipulador de emoções, abaixa a musica na hora certa e depois sobe o tom do violino levando facilmente o espectador às lágrimas.....4/5.

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In Fear

Bacana este “road-movie” de terror psicológico britânico q parece episodio de “Além da Imaginação”, misturando “Dead End” com “A Morte Pede Carona”. Casal cai na estrada rumo um festival, se mete num labirinto de vias rurais dum bosque esquisitão, e parece q não sai do mesmo lugar?! WTF?? Enqto rodam e tentam entender o q acontece, o ponteiro da gasolina vai caindo aos poucos.. O trunfo desta produção de baixo orçamento é q consegue incomodar mesmo com apenas três atores (ótimos) e se passando num único ambiente: o claustrofóbico interior dum veiculo. Sem serial-killer, monstros nem fantasmas, a fita agonia pelo legitimo medo ao desconhecido. Contudo, o único porém da fita é seu desfecho abrupto e incoerente, q deixa mais perguntas q respostas. Ainda assim vale uma visita por mexer com a imaginação e a atenção do espectador. 9/10

 

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The Returned
Ótima releitura dos filme de zumbis q versa o tema de forma original, quiném os ótimos “Open Grave” e”Contracted”. Na verdade, é um filme sobre discriminação/intolerância como a franquia “X-Men”, formato “zombie-movie”. Na trama, o mundo já vê a “zumbificação” como qq pandemia séria (influenza ou dengue) e quem ta infectado é tratado da mesma forma q a Aids, ou seja, ministrando doses diárias de remédio pra evitar sair comendo gente! Com a crise mundial o remédio vai minguar logo, e cabe a um casal (sendo ele contaminado) se virar nos trinta. Com atuações impecáveis (destaque p/ casal principal) e direção sólida (mantém a atenção) o único ruim é o desfecho, q não ta a altura do resto. Contudo, é grata surpresa esta produção hispano-canadense q enfoca os mortos-vivos de outro lado: pelo drama social. Logo, se procura ação e violência, caia fora! 8,5/10
 

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All is Lost

Um tiozinho sai num rolê de veleiro, dá merda no meio do nada e se vê tendo q lutar pela própria sobrevivência contra a natureza. A sinopse sugere um misto de “Náufrago” e “Gravidade”, mas não. O filme ta mais pra “127 Horas” ,“Na Natureza Selvagem” e até “O Velho e o Mar” pela forma de como aborda o perrengue do personagem magistralmente interpretado pelo Robert Redford. Intimista, simples, repleta de detalhes e sem nenhuma fala, a produção versa mais de redescoberta pessoal em situações extremas. E põe extrema nisso, já q qdo o infeliz escapa duma adversidade surge outra maior afim de derrubá-lo. Ritmo cadente, ausencia de ação vertiginosa, fotografia estupenda e longos planos silenciosos quiçá afastem a maioria, mas é um filmaço q só decai no seu desfecho, subito e abrupto. 9,5/10
 
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Metallica: Through the Never
Razoável musical-documentário q registra um show da banda Metallica e insere um fiapo de ficção pra diferenciá-lo. Nessa “historinha” (bobinha e dispensável) um roadie (Dane “Duende Verde” DeHaan) é chamado pra enfrentar algo apocalíptico na cidade, durante o concerto da banda. Sei lá, se a intenção foi fazer um novo “The Wall” com “Thriller” a idéia não vingou. O videoclipe de hora e meia é mal costurado e chega a ser bocejante. Resta somente o foderoso show metal, q é o q realmente importa e presta na fita. Destaque pras enérgicas execuções de “For Whom the Bell Tolls”,“One”,“Masters of Puppets”,“Nothing Else Matters” e,claro, “Enter Sandman”. Em tempo, não sou fã da banda e gosto sim apenas duma música ou outra.8/10
 

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I Frankenstein  

Repeteco imbecil de “Underworld” esta fantasia de terror e ação, q muda a guerra entre vampiros e lobisomens por demônios e gárgolas. Nesse fogo cruzado ta um amargurado Frankie, almejado por ambas facções por possuir o segredo em mudar o equilíbrio do confronto. Roteiro imbecil e previsivel, personagens rasos e inverossimilidade permeia o longa do inicio ao fim. Na boa, não havia necessidade do colocar Frankenstein na pelicula, q podia ter bem sido executado por qq outro personagem inventado. Aaron Eckhart no papel principal ta canastrão, limitado e tão mal construído como o monstro-ninja-estiloso q interpreta. Recomendado unicamente pra quem curte pancadaria, ação inipterrupta, mto CGI e estória zero. Mary Shelley deve ta se revirando na cova ao ver seu conto entitulando esta colcha de retalhos de “action films” genéricos. PS: Pq Frankie vive amargurado entre a humanidade, se aqui é bonitão, sarado e charmoso?? Logo, adeus argumento básico do conto clássico. 4/10

 

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Side by Side

Imperdivel documentário pra cinéfilos que trata didaticamente da “decadência” da película em prol da revolução digital. Realizadores, técnicos e artistas revelam suas experiências, anedotas e sentimentos sobre como trabalhar com ambos formatos, discutindo o futuro, prós e contras, além da atual forma de consumir “arte”. O impressionante painel de opiniões (Scorsese, Lucas, Cameron, Fincher, Nolan, Lynch, Levinson, Schumacher, Soderbergh, Boyle, von Trier, Wachowski Bro, Rodriguez, Vinterberg ,etc) não demove a imparcialidade da obra. Pelo contrário, deixa o espectador refletir sobre o tema e tirar suas conclusões. Repare na resistência do Nolan ao formato. Obrigatório pra profissionais de Comunicação ou quem apenas curte um bom cinema. 10/10

 

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Sendo bem breve...

 

The Hobbit a desolação..., que mania de Hollywood de ter que criar trilogias agora em tudo querendo lucrar aos montes com estas obras literarias meu Deus, fizeram um segundo filme sem conteúdo nenhum, salva apenas a mão do Peter e o ambiente conhecido do Sr. dos Aneis.

 

Grudge Match - É uma coisa minha, mas quando vejo o Stallone, neste filme e em fotos atuais, sei lá, não conseguia encará-lo na tela, rosto abatido (Olheiras) e fechado, cansado, veio... dá agonia e pena não sei o porque..., acho que ele e o Arnold já deviam estar aposentados a muito tempo, vou ver o Escape Plan, o Stallone ficou igual a mãe, feia pra caraio, só não ficou pior porque a mãe destruiu o rosto com cirurgias plasticas..., ainda não sei quem ficou mais monstro, a mãe do Stallone ou o Mickey Rourke. Este filme só vale mesmo nas referencias aos velhos filmes que tanto o Stallone como o Deniro fizeram no passado de uma forma as vezes bem humorada.

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The Bag Man
Thriller de suspense razoável q xeroca "Ronin" , calcado unicamente pelo trio de atores principal e algumas boas sacadas. Assassino tem q tomar conta duma misteriosa mala até seu chefe pegá-la, sob uma condição: nunca olhar o q tem dentro dela! O resultado é bizarro e incompreensível, mas fascinante pois ficamos na curiosidade em saber q p.. tem dentro dessa m... Logo, prende a atenção até o final esta produção com personagens q emulam Tarantino, mas num roteiro do David Lynch. Com poucos atores, um único cenário e rodada totalmente a noite, o porém é q este indie é mal executado pela falta de coerência como td. Da trinca de elenco, Robert de Niro e Crispin Glover destoam até do John Cusack, o personagem principal. Repare nas varias pontas de luxo, mas principalmente pra deliciosa brazuca Rebecca da Costa. 7/10

 

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The Ouija Experiment 

Lembra daquele filmeco teen “O Jogo dos Espiritos” sobre a “brincadeira do copo”? Pois é, esta produção indie é a mesma coisa, só q tocado como “Atividade Paranormal” e“Bruxa de Blair”! Mas a estória dos jovens q “jogam” a tabela Ouija de forma irresponsável tem resultados bem mais interessantes aqui, em primeira pessoa, q no filme de 2002. Com atuações razoáveis, orçamento paupérrimo, algumas boas sacadas e desfecho atípico, esta produção tem seus bons momentos de tensão e cagaço. No entanto, é mais do mesmo dentro do gênero “found footage”,apenas cumprindo sua função de entreter de forma satisfatória. Atente pras divertidas picuinhas entre os personagens e sua diversidade étnica. 8/10

 

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