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Forum Cinema em Cena

O Que Você Anda Vendo e Comentando?


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Porra, apesar de meloso, Titanic é uma obra-prima, apesar da merda da musica, o cara simplesmente criou uma copia das copias daquele navio e fez um excelente filme

 

Então, sem dúvida a produção é exemplar e topo de linha, James Cameron sabe fazer um filme como poucos nesse aspectos, até T1 que é relativamente barato tem ótimos valores, mas acho um tanto raso e maniqueísta com os personagens, especialmente como usam a diferença de classes (pobres bonzinhos, ricos esnobes e malvados). Aliás, James Cameron espertinho, copiou a fórmula com Avatar, até no mês de lançamento.

 

 

Cara, veja a quadrilogia da maquina mortífera.

É muito legal. E se você ver os 4 você cresce com os caras. A dinâmica dos dois personagens principais e sua evolução na franquia é algo que nenhum filme de agora alcançou.

Riggs e Murtaugh são ícones do cinema.

Tem easter eggs deles em vários filmes de Hollywood da década de 90.

Mozts. Veja e depois quero ler sua review!

 

Na fila! ^_^

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Vamos lá, chuchus. Nos brindem com seus comentários. E não vale só o nomezinho do filme.

Barbie and the Rockers: Out of This World (Bernard Deyriès, EUA, 1987)   Os personagens são tão falsos quanto se tivessem sido criados para um material de ensino de inglês. Até mesmo Barbie, a única

"Baby Driver" é uma divertida matinê onde o roteiro batido não é o que interessa, mas sim o som e música, que são é mais um personagem ativo da estrutura do longa. Divertido,é mais um musical travesti

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Shaun The Sheep Movie

 

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Animação descompromissada e um pouco arrastada mas muito bem feita e sábia. Não tem voz nenhuma, é tudo bastante visual, bom para criançada e divertido pros adultos.
 
A animação em sí é topo de linha, aqueles stop-motion de bonecos, não imagino o trabalho que não deve dar fazer isso. É cheio de detalhes, a quantidade de referencias e easter eggs escondidos por aí deve enorme...
 
E é claro, um filme sobre ovelhas que não falam não poderia faltar referência ao Silence of the Lambs.

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Ant-man

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Talvez o filme de quadrinho mais super-valorizado da história. É Iron Man com zé mané Paul Rudd no lugar do RDJ, narrativa circinal, coadjuvantes irritantes estereotipados, cameo forçado do Falcon, potencial para humor visual jogado no lixo, ação desinteressante e com excesso de CGI... Ahhh também trás o famigerado vilão descartável que Marvel já desistiu de arrumar.
 
Única coisa que presta é o Michael Douglas e a micro-fotografia. Não recomendo.
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The Double
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Raro caso onde pretensioso beneficiaria de ser MAIS pretensioso. The Double senta na moita mas não decide de sai ou se caga. Filmado com estilo, bem atuado, cadenciado e no geral muito redondo, só faltou aquele "clique" com a ideias.

The Double é sobre Simon James e James Simon, dois personagens do Jesse Eisenberg que tem mesma aparência, mas nada em comum. Simon James tem uma crise existencial que fica bem interessante em alguns momentos, nem tanto em outros.

Vale a assistida, especialmente se você tiver tomado umas.
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Porra, apesar de meloso, Titanic é uma obra-prima, apesar da merda da musica, o cara simplesmente criou uma copia das copias daquele navio e fez um excelente filme

 

E também não assisto tv brasileira a mais de 5 ou 10 anos, raramente, puro lixo, Faustão e Silvio Santos para mim são um atraso da TV brasileira, dança dos famosos é o pior lixo de merda que existe neste planeta que vi por acaso num Domingo e esse Faustão ainda não aprendeu a falar direito e o publico ainda o engradece e ganha milhões e milhões aquele analfabeto que só vive tirando sarro dos outros...

 

Eu vejo o futebol e gosto dos realities de culinária, hahaha. Futebol normalmente sem volume porque detesto os jargões do Milton Leite e a globo adora colocar ele para narrar os jogos do meu time.

 

Quanto ao resto, também não sei quando vai haver uma reformulação da TV. É tudo imensamente ruim. Não sei como programas tão ruins como Faustão ou BBB resistem tanto tempo.

 

Não gosto de Titanic nem um pouco. : /

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Tiranic e Avatar, eu só os encaro como grandes espetáculos visuais e só. Nesse sentido são bem fortes. Fora isso, são histórias batidas que não acrescentaram muita coisa.

 

Não chego a detestá-los, são bons, mas também não me animam tanto. James Cameron fez coisa muuuuito melhor antes. Terminator 1 e 2, Aliens e True Lies comem ambos com sucrilhos no café da manhã.

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The Double

Raro caso onde pretensioso beneficiaria de ser MAIS pretensioso. The Double senta na moita mas não decide de sai ou se caga. Filmado com estilo, bem atuado, cadenciado e no geral muito redondo, só faltou aquele "clique" com a ideias.

 

The Double é sobre Simon James e James Simon, dois personagens do Jesse Eisenberg que tem mesma aparência, mas nada em comum. Simon James tem uma crise existencial que fica bem interessante em alguns momentos, nem tanto em outros.

 

Vale a assistida, especialmente se você tiver tomado umas.

 

 

tb achei pretensioso e sem graça, mas o filme anterior do diretor "Submarine" é bem legal 

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Eu gosto de todos aspectos "técnicos" do Avatar e também acho roteiro bobo, nem pela questão de ser muito parecido com outros, mas pelo claro descaso com os personagens em prol de fazer um mundo CGI.

 

Contudo, há um elogio a ser feito pro riquíssimo Jim Cameron: cara "sabe fazer um filme" como poucos. Uma eficácia e eficiência com o ciência do cinema que poucos dominam e que se transfere pros aspectos técnicos de seus filmes. Ouso dizer que ele ta lá com Spielberg e George Lucas na sua importância ao blockbuster moderno.

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Não se se já viram e aqui perdoem-me o off topic, mas tem um documentário produzido e dirigido pelo Keanu Reeves, chamado em portugês lado a lado, e agora não me recordo o nome original. Enfim, no documentário o Keanu mostra o que a inserção da câmera digital deu nos cinemas, nos aspectis da filmagem, de gente que prefere película, de gente que prefere digital, e por aí vai.

E ele tem entrevistas bem boas com o George Lucas, mas principalmente Cameron e Scorcese dão show. Davif Fincher também.

 

Fica a indicação.

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Não se se já viram e aqui perdoem-me o off topic, mas tem um documentário produzido e dirigido pelo Keanu Reeves, chamado em portugês lado a lado, e agora não me recordo o nome original. Enfim, no documentário o Keanu mostra o que a inserção da câmera digital deu nos cinemas, nos aspectis da filmagem, de gente que prefere película, de gente que prefere digital, e por aí vai.

E ele tem entrevistas bem boas com o George Lucas, mas principalmente Cameron e Scorcese dão show. Davif Fincher também.

 

Fica a indicação.

Também recomendo muito. Side by Side o nome original.

 

Poderia discutir essa de película x digital até dar canseira, gosto bastante de ambos.

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Ant-man

BF_Payoff_1_Sht_v8_Lg_1309x1940.jpg

Talvez o filme de quadrinho mais super-valorizado da história. É Iron Man com zé mané Paul Rudd no lugar do RDJ, narrativa circinal, coadjuvantes irritantes estereotipados, cameo forçado do Falcon, potencial para humor visual jogado no lixo, ação desinteressante e com excesso de CGI... Ahhh também trás o famigerado vilão descartável que Marvel já desistiu de arrumar.

 

Única coisa que presta é o Michael Douglas e a micro-fotografia. Não recomendo.

 

AHAUHAUAHU concordo contigo. Mas a galera fã não entende, eles não compreendem os erros que existem no filme. Eles preferem ir pelo lado sentimental da coisa, aí não aguentam umas críticas bem boladas.

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The Wave

Filmão pipoca dos bons este "disaster movie" norueguês que pega o batido plot da onda gigante (causada por sismo e avalanche) devastando tudo, no caso, um balneário as margens dum enorme fiorde escandinavo. A estória é aquela mesma, contada em três etapas bem definidas, da suspeita iminente da tragédia, a propria em si e o drama particular duma familia presa num hotel. O filme ta longe de ser espetaculoso (e inverosssimil) como o recente "Terremoto-San Andreas" ou excessivamente realista e sério como "O Impossivel". Na verdade ta mais pro familiar coreano "Tsunami" ao colocar ingredientes dramáticos na medida certa. Incrivel o que se faz com orçamento enxuto e criatividade. As atuações estao corretas, os efeitos computarizados da tragédia são surpreendentes e o roteiro é bem redondinho. Quiçá o porém fique por conta da falta de ousadia no desfecho e algumas situações que me soaram estranhas, quiçá devido a cultura do povo viking.. sei lá. Mesmo assim, vale a visita. 8,5/10 

 

The-Wave-poster.png

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M (Fritz Lang, 1931) - 4/5 - As únicas falhas que apontaria aqui são o ritmo lento de várias cenas, que deveriam ter sido cortadas, mas no geral tem ótimas atuações e as discussões provocadas por ele são motivo suficiente para que eu recomende. Ótima descoberta.

 

Presumed Innocent (1990) - 4/5 - Infelizmente dá pra contar nos dedos quantos filmes são tão precisos em descrever a realidade. E é exatamente isso que torna este aqui tão bom: não tenta insultar a inteligência do espectador, e, tal como "M" de Fritz Lang, denuncia a perversão da justiça, e como ambos os sexos normalmente pensam e se comportam.

 

First Men in the Moon (1964) - 3/5 - É o tipo de filme que é melhor apreciado pelo carisma do elenco e fotografia que pela história em si, que é bobinha, rasa. Diversão passageira.

 

Shattered (1991) - 2/5 - Não gostei deste, por ser uma salada do começo ao fim. Apreciei o suspense, mas não gostei nem um pouco do esforço hercúleo dos roteiristas ao tentar criar esse tipo de atmosfera. É que tem tantas partes complexas, tanta forçação de barra, que no final você já perdeu o interesse, de tão perdido que está.

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  • 2 weeks later...
- Becket (1964) - 5/5 - Uma trama costuradinha e que em momento algum se mostra desinteressante. O ponto alto aqui é justamente o roteiro ganhador do Oscar, alternando momentos curiosos, solenes e sagazes, numa mistura bem feliz de diferentes temas.

 

Um duelo de gigantes - Peter O'Toole convence como o rei (e em O LEÃO NO INVERNO voltaria a dar outro show como o mesmo personagem) por ser um ator de grande presença física, tal como um trovão (reparem por exemplo naquele vozeirão dele, tanto pode ser imponente quanto soturno), já Richard Burton é mais contido, mas expressa suas emoções com igual eficiência em sua linguagem corporal.

 

Recomendadíssimo para quem procura algo além de aventura, e sim um drama mais complexo do ponto de vista psicológico, não se limitando, claro, à contenda entre os interesses da igreja e da realeza.

 

- Starcrash (1978) - 2/5 - Uma cópia bem ordinária de Star Wars com as atuações mais forçadas que eu já vi... É tão ruim que chega a ser bom.

 

- A Hora do Espanto (Fright Night, 2011) - 0/5 - Eu já vi muita coisa, no mínimo centenas, se não milhares de diferentes tipos de filmes até hoje, e muitos ruins, mas esse aqui certamente está no TOP 5 de todos os tempos. Nada nele se salva. Mas nada ME-SS-MO. O momento definitivo em que tudo vai pras picas é quando "bate uma fome" no Jerry.

 

Não há nenhuma sutileza no roteiro, característica mais marcante do original de 1985, tudo é jogado na cara do espectador, assim, sem nenhuma cerimônia/cuidado/esforço, os efeitos são ridículos, como os vampiros virarem purpurina quando expostos ao Sol, a "solução" do Charley para derrotar o Jerry no final (e a excelente maquiagem dos antigos passou longe), a trilha inexiste... não há nenhum desenvolvimento dos personagens (e de absolutamente NADA), acho que nem mesmo um jogo de videogame conseguiria ser tão cretino.

 

A maior decepção sem dúvida foi o que fizeram com o personagem do Peter Vincent (interpretado pelo David Tennant, um ator que eu até tinha algum respeito antes disso aqui), substituir o carismático bolado para o Roddy Mcdowall por... um alcóolatra egocêntrico vagabundo/desbocado e inútil... [email protected] que me pariu. E no final das contas se tornou irrelevante (o que não ocorreu também no original).

 

Custo a acreditar que essa aberração foi feita e que alguém possa considerá-la minimamente boa. Esse com certeza foi o último filme recente que conferi, pra mim chega de tanta porcaria.

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The Revenant

Filmaço este aqui que periga dar ao bolachudo Di Caprio um merecido Oscar. O filme funciona em muitas instâncias, seja como survival, thriller de vingança e até drama intimista, com ecos de "O Pequeno Grande Homem", "O Homem Chamado Cavalo" e "Na Natureza Selvagem". A trama se passa no velho oeste, quando o personagem de Caprio é largado a propria sorte num cafundó selvagem após ser gravemente atacado por um urso (esta sequencia é fodérrima pelo impacto visceral, mesmo sabendo que o bicho é de CGI!!). Dali em diante vemos seu personagem comer o pão-que-o-diabo-amassou na tentativa de sobreviver num ambiente hostil, movido unicamente por vingança. Com fotografia e ambientação deslumbrante, além de longas e diferenciadas tomadas que flertam com "found footage" e nos colocam na pele do infeliz personagen, o destaque vai pra Di Caprio (um ator que não curto muito) dando literalmente o sangue no papel, e muito bem! O único porém desta grata produção seja quiçá sua looonga duração (muitas até encheção de linguiça contemplativa intimista), pois acredito que se tivesse meia hora menos não interferiria em nada  a visceralidade da experiência. 9/10

 

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A Profecia (The Omen, Dir.: Richard Donner, 1976) 5/4

 

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A Profecia é daqueles clássicos instantâneos. Talvez um projeto que teria tudo pra dar errado, mas não dá por causa da eficiente equipe que sabia o que tava fazendo. Donner na direção, Jerry Goldsmith na trilha, Gregory Peck como char principal. Tudo acertado demais.

 

**E curioso saber que foi esse filme que salvou a Fox nos anos 70, não Star Wars, porque com o dinheiro que o estúdio ganhou aqui, é que conseguiu financiar outros projetos que estavam emperrados, Star Wars incluso.

 

Damien A Profecia II (Damien Omen II, Dir.: Don Taylor, 1978) 2/4

 

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Apesar do final em aberto, o filme original não necessariamente pedia sequels, mas com o sucesso, claro que elas viriam, e até poderiam ser boas. Esse segundo filme achei fraco porque se foca demais nas mortes e não tanto na trama do Damien. A situação era meia ridícula, porque bastava a pessoa olhar estranho pro Damien, que lá vinha mais uma cena de morte. Algumas situações poderiam ser melhor trabalhadas com a relação do Damien com a tia, e com o primo dele, mas pelo jeito as mortes eram mais importantes... Daria nota 1, porque achei meio fraco mesmo, mas subiu pra 2 porque algumas mortes são mesmo cabulosas (a do gelo e do elevador por exemplo).

 

A Profecia III O Conflito Final (The Final Conflict, Dir.: Graham Baker, 1981) 2/4

 

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Estúdio tinha intenção de fazer uns 7 filmes, mas se tocaram que não tinham como enrolar o muito público (e a recepção do segundo filme, foi morna, apesar de ter rendido bem), resolveram sabiamente parar por aqui. Esse aqui aproveita melhor o potencial do Damien, como personagem (defendido bem pelo Sam Neil) e não fica muito focado em cima das mortes, então considero a melhor sequel de A Profecia. Não chega a ser um salvador da pátria, mas é melhorzinho que o segundo filme. E como é o "Final" funciona bem como tal.

 

A Profecia IV - O Despertar (The Omen IV - The Awening, Dir.: Jorge Montesi e Dominique Othenin-Girard, 1991) 0/4

 

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Não dava pra esperar muito desse aqui, já que é uma produção de TV, que se limitava a ser um semi-remake do filme original, só que trocando o sexo dos protagonistas (agora é uma menina demoníaca, não um garoto). O filme tenta mostrar mais a menina em sociedade tendo problemas em casa e na escola, mas nada muito marcante ou especial. O final dá uma melhorada quando se foca na investigação da mãe e de um detetive (a morte dele é a coisa mais notável desse filme), mas mesmo assim blé. 

 

A Profecia (The Omen, Dir.: John Moore, 2006) 1/4

 

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Remake meio inútil, que foi feito só pra aproveitar a data 06/06/2006. Feito por John Moore, um "pedreiro" da Fox (que viria depois dirigir o pior Duro de Matar - Um Bom Dia pra Morrer), que não consegue extrair nada extra das cenas chumpinhadas do original, e não consegue acrescentar nada relevante na história (na verdade, nem tenta acrescentar algo, o objetivo dele era só chumpinhar mesmo). Única coisa inspirada que fizeram foi colocar a Mia Farrow como babá (depois do Bebê de Rosemary, aqui tá cuidando do guri anticristo). Seria melhor a Fox ter feito um "A Profecia 5" com o filho do Damien ou algo do tipo, sei lá, não esse festival de spoilers do filme original...

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Goosebumps

Fita ágil, inofensiva e divertida, uma atualização de "Jumanji" ou um "Segredo da Cabana" teen.. de qualquer forma é matinê bacanuda com referências oitentistas deliciosas, como a "Historia sem Fim", "The Blob", "Monster Squad", "Gremlins", etc.. Vai vendo o plot: jovem liberta sem querer monstros duma coleção literaria de terror e precisa consertar a bela cagada que vai virar a cidade de cabeça pra baixo. Ótimos efeitos especiais, personagens carismáticos e atuações corretas apesar de eu odiar o Jack Black (interpretando pra variar Jack Black). De qualquer forma curti bastante esta matinê com cara de futura Sessão da Tarde. 8,5/10  

PS: nunca li os livros ou vi o seriado noventista da Fox.

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Heist

Eficiente thriller de ação que entretéem mesmo com os vicios e cacoetes ianques do gênero. Um pai endividado que trampa num cassino resolve roubar seu próprio chefe (um gangster) afim de bancar o tratamento médico da filha, mas eis que o golpe dá errado e se vê preso num busão com toda policia e mafia no encalço dele. Sim, é um thriller genérico mesmo, mas seus diferenciais são a bacana reviravolta final, a descarada homenagem a "Velocidade Máxima" e, claro, o carisma "gangsteriano" do De Niro, divertindo-se no papel de chefão arrependido. Na verdade, o filme vale mesmo pela presença dele e das várias pontas de famosos aqui e ali. 8,5/10

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400 Days

Thriller scy-fy indie com toques dramáticos cuja premissa era muito boa, mas que não foi levada a cabo a contento, apesar do bacana reviravolta a partir da metade. Quatro pessoas são submetidas a um experimento de confinamento pelo tempo do titulo do filme, afim de avaliar os efeitos da clausura no caso de viagem espacial. Mas no decorrer do periodo eles passam a se questionar se não tão no espaço mesmo uma vez q as comunicações sumiram de repente!!?? É daqueles filmes de clausura básicos, onde os limites psicologicos e fisicos dos personagens sao testados á exaustão e onde alguem sempre pira, tipo "Esfera" e "Cubo". É interessante sim, mas não dá pra ignorar os sgte aspectos: estereótipos do roteiro; a péssima atuação do personagem principal (o intragável Super Brandon Routh) e do desfecho final, um coito interrompido que deixa lacunas abertas. 7/10

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agora vamos aos documentários....

 

Amy

Documentário piegas e melodramático até o sabugo da unha pra falar da vida, apogeu e autodestruição da artista cachaceira... Creio que apenas quem é fã dela deverá gostar mais pelas músicas e curiosidades que o filme apresenta. Pois no geral celebra tanto as qualidades da cantora sem esconder seus problemas com drogas e bebidas. Eu curti marromenos apenas, mas gostei de vê-la cantando totalmente cheirada, de saber que tinha problemas de anorexia, da exploração do pai dela, etc...fora uma música e outra tocada oportunamente afim de dramatizar o troço, algumas efetivamente funcionam dentro do contexto. 7/10

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The Wolfpack

Ótimo pra quem for cinéfilo, pois saberá apreciar as trocentas referencias ao longo da projeção, principalmente do filme "Muito Além do Jardim" . O filme acompanha seis irmãos, filhos de pais superprotetores, que em 14 anos nunca sairam do apartamento em que moravam em NY e td conhecimento sobre a vida e o mundo veio dos longas que assistiram juntos. Para se divertirem, passaram a reencenar com precisão momentos clássicos de diferentes produções, decorando diálogos inteiros e treinando determinados gestos feitos pelos personagens. A estoria dos personagens (reais) ja impressiona e ainda mais contada por eles mesmo, nesta familia de nova iorque atipica e bem disfuncional. Resumindo, é um filme que impressiona por si só, mas que deixa muitas interrogações devido a sua fraca implementação, tipo fica a duvida se algumas coisas são realmente veridicas ou não. Mas claro que merece a visita. 8,5/10

Wolfpack-Final-Poster1.jpg

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The Revenant

Filmaço este aqui que periga dar ao bolachudo Di Caprio um merecido Oscar. O filme funciona em muitas instâncias, seja como survival, thriller de vingança e até drama intimista, com ecos de "O Pequeno Grande Homem", "O Homem Chamado Cavalo" e "Na Natureza Selvagem". A trama se passa no velho oeste, quando o personagem de Caprio é largado a propria sorte num cafundó selvagem após ser gravemente atacado por um urso (esta sequencia é fodérrima pelo impacto visceral, mesmo sabendo que o bicho é de CGI!!). Dali em diante vemos seu personagem comer o pão-que-o-diabo-amassou na tentativa de sobreviver num ambiente hostil, movido unicamente por vingança. Com fotografia e ambientação deslumbrante, além de longas e diferenciadas tomadas que flertam com "found footage" e nos colocam na pele do infeliz personagen, o destaque vai pra Di Caprio (um ator que não curto muito) dando literalmente o sangue no papel, e muito bem! O único porém desta grata produção seja quiçá sua looonga duração (muitas até encheção de linguiça contemplativa intimista), pois acredito que se tivesse meia hora menos não interferiria em nada  a visceralidade da experiência. 9/10

 

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Sei lá sobre a atuação do Di Caprio, acho que ele devia expressar mais raiva, mas expressava gelo, tipo frieza, principalmente na hora em que ele queria sair com o Capitão pegar o cara lá no forte, eu expressaria raiva quando falasse do assassino, perda de um filho e tal, mas parecia mais frio sem expressão nenhuma, para mim este ator nunca vai ganhar Oscar por esses pequenos detalhes...

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Começando 2016 com maratonas (aproveitando o box de Blu Rays adquiridos recentemente):

 

De Volta Para o Futuro (Back to the Future, Dir.: Robert Zemeckis, 1985) 5/4

De Volta Para o Futuro Parte 2 (Back to the Future Part 2, Dir.: Robert Zemeckis, 1989) 5/4

De Volta Para o Futuro Parte 3 (Back to the Future Part 3, Dir.: Robert Zemeckis, 1990) 4/4

 

Os Caçadores da Arca Perdida (Raiders of the Lost Ark, Dir.: Steven Spielberg, 1981) 5/4

Indiana Jones e o Templo da Perdição (Indiana Jones and the Temple of Doom, Dir.: Steven Spielberg, 1984) 5/4

Indiana Jones e a Última Cruzada (Indiana Jones and the Last Cruzade, Dir.: Steven Spielberg, 1989) 4/4

Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull, Dir.: Steven Spielberg, 2008) 3/4

 

Meus favoritos continuam sendo os 2 primeiros, o segundo filme, especialmente, o Templo da Perdição, porque continuo amando cada centímetro desse filme (até as imperfeições dele, são perfeitas pra mim rsrs). O terceiro é bem "perfeitinho", e talvez essa perfeição é que me incomoda um pouco. Depois de ficar chateado com o resultado do segundo filme, o Spilba resolveu fazer um filme "milimetricamente calculado" ali. Cuidando bem de cada detalhezinho. E esse excesso de zelo, não deixou o filme tão "solto" como os anteriores, ao meu ver. É top max, mas comparado com os dois anteriores, ele fica milímetros pra trás.

 

Já o quarto, eu continuo gostando dele muito, é um "relaxa e goza" total. Numa época em que os filmes tinham que ficar cada vez mais sombrios, e realistas (Bourne and Nolan efects), o Spilba fala um "foda-se" e faz um filme bem imaginativo (até demais), isso foi importante na época, mas agora tem coisas que me incomodam. Basicamente, tem personagem demais junto do Indy no final. Era pra ter só ele a mulher e o Shia. Os personagens do John Hurt e o do Ray Winstone ficaram sobrando ali. O do Hurt deveria ter morrido, e o do Ray deveria ter ficado com os vilões mesmo. O excesso de CG também incomoda, faz o filme ficar com visu meio artificial demais (coisa que os anteriores não tinham). E cenas como a das formigas e das cachoeiras poderiam ter sido melhor planejadas. Mas o filme ainda é um filme do Indy beeeeem divertido, como deve ser.

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The Wave

Filmão pipoca dos bons este "disaster movie" norueguês que pega o batido plot da onda gigante (causada por sismo e avalanche) devastando tudo, no caso, um balneário as margens dum enorme fiorde escandinavo. A estória é aquela mesma, contada em três etapas bem definidas, da suspeita iminente da tragédia, a propria em si e o drama particular duma familia presa num hotel. O filme ta longe de ser espetaculoso (e inverosssimil) como o recente "Terremoto-San Andreas" ou excessivamente realista e sério como "O Impossivel". Na verdade ta mais pro familiar coreano "Tsunami" ao colocar ingredientes dramáticos na medida certa. Incrivel o que se faz com orçamento enxuto e criatividade. As atuações estao corretas, os efeitos computarizados da tragédia são surpreendentes e o roteiro é bem redondinho. Quiçá o porém fique por conta da falta de ousadia no desfecho e algumas situações que me soaram estranhas, quiçá devido a cultura do povo viking.. sei lá. Mesmo assim, vale a visita. 8,5/10 

 

The-Wave-poster.png

 

Concordo em tudo, neste caso o CGI é pouca mas bem na medida sem exageros como no filme do "The Rock" que tanto o povo reclamou do seu excesso, inclusive para um filme deste pais são impecáveis, o CGI aqui é apenas necessária, as atuações não são top mas não atrapalham em nada, não perde para filme hollywodiano, é um entretenimento, e Noruega realmente é um dos países que vem crescendo nesta área cinematográfica nos trazendo filmes de excelente qualidade de suspense e até de terror (zumbis na neve 1, caçador de trolls, presos no gelo) 

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Os 8 Odiados (The Hateful Eight, Dir.: Quentin Tarantino, 2016) 4/4

 

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Brincar com Taranta nem tem mais graça. O cara sempre entrega filme foda. Esse é mais um. Minha única reticência seria a duração. Daria pra cortar uns 15, 20 min. facinhos ali, sem quebrar o ritmo mais lento, que pelo jeito o Tarata tava querendo por. Achei ele um pouco esticado. E outra reclamação:

Não gosto do Tatum, e colocar ele como "ator bônus", não gostei. Tem tanto ator melhor e mais importante que o Taranta poderia ter colocado ali...

Mas ok. E ouvir trilha do Enio no cinema, always a pleasure.

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