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Forum Cinema em Cena
Tensor

O Que Você Anda Vendo e Comentando?

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E O Último Samurai' date=' tu viste?[/quote']

 

Sim. Vi no cinema, e tenho em DVD. Dos 3 dirigidos por Zwick a que assisti até agora, considero o melhor.

 

E tens razão: Meg Ryan merece crédito, também. Ela interpreta, de acordo com cada depoimento de sua equipe, uma versão diferente da sua personagem, tornando-a a figura-chave do filme, ainda que em flashbacks. Pena que a carreira de Meg, hoje, anda meio estagnada.

 

 

Defiance é ainda pior que Diamante de Sangue' date=' se é que dá para acreditar.[/quote']

 

Jesus. 13

 

Cremildo2011-05-08 11:34:53

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Fui carregado pro cinema, e os deuses da sétima arte esgotaram os ingressos de Velozes e Furiosos 5, ecapei e optamos por Thor (que eu também não queria, mas preferia a um filme do Justin Lin), acabou que achei divertido, sim, me surpreendeu. apesar de barulhento demais, tem seus méritos.

 

 

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COMUNICADO

FESTIVAL TELA QUENTE

CINECLUBE EM CENA

 

O Festival está rolando, e podem continuar postando suas notas e comentários para:

 

Silva (Lista na Página 7) - Até meia-noite de hoje.

Tensor (Lista na Página 8)- Até dia 10/05

Thiago Lúcio (Lista na Página 9) - Até dia 11/05

Deadman (Lista na Página 10)- Até dia 12/05

Nacka (Lista na Página 10) - Até dia 13/05

Alexei (Lista na Página 14) - Até dia 16/05

 

E amanhã vai ser postado mais uma lista (link na minha assinatura).

 

Não deixem de participar!16
Jailcante2011-05-09 21:40:24

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Thor (2011) -  3/5

 

Inicialmente, é um filme divertido e bem feito, principalmente pelo lado artístico. Faltou, no entanto, o algo a mais  que fez a diferença em Homem de Ferro e nos dois primeiros Homem-Aranha. O carisma está bastante concentrado nas cenas que se passam na Terra  e se deve principalmente às personagens de Portman e Skarsgard. O papel de Thor é perfeito pro Chris Hemsworth, cuja pouca expressividade acaba sendo um trunfo para o filme. As cenas em Asgard, apesar de muito bem feitas, são um pouco sérias demais e atrapalham o ritmo. No geral, mantém o padrão das outras produções da Marvel, mas sem oferecer muito mais do que isso. E, mais uma vez, todo mundo saiu da sala antes da cena especial, que já é obrigatória nos filmes da Marvel. Fiquei só eu e meu amigo. Não sei se as pessoas realmente não têm paciência pra esperar o letreiro ou se não sabem que tem essa última sequência.

 

PS. A quem achar estranha a aparição aparentemente aleatória do Jeremy Renner no filme, ele vai ser um personagem importante dentro de Os Vingadores. Como não sou nenhum viciado em HQs nem tinha muito conhecimento anterior sobre o filme, tive que procurar no Google pra descobrir que ele vive o personagem Hawkeye.  Enfim, apesar de ter alguma importância em futuros filmes, foi uma aparição à la Stan Lee, mas que acaba chamando bastante atenção.
leomaran2011-05-09 11:59:35

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Fui carregado pro cinema' date=' e os deuses da sétima arte esgotaram os ingressos de Velozes e Furiosos 5, ecapei e optamos por Thor (que eu também não queria, mas preferia a um filme do Justin Lin), acabou que achei divertido, sim, me surpreendeu. apesar de barulhento demais, tem seus méritos.

 

[/quote']

 
Transformers vai deixar esse ae comendo poeira em matéria de terrorrismo sonoro. In Bay I Trust.

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Fui carregado pro cinema' date=' e os deuses da sétima arte esgotaram os ingressos de Velozes e Furiosos 5, ecapei e optamos por Thor (que eu também não queria, mas preferia a um filme do Justin Lin), acabou que achei divertido, sim, me surpreendeu. apesar de barulhento demais, tem seus méritos. [/quote']

 

Transformers vai deixar esse ae comendo poeira em matéria de terrorrismo sonoro. In Bay I Trust.

 

Espero que ele não esteja usando esse método em um crescendo, porque, depois do exagero do segundo, esse terceiro vai ser como um estupro auditivo.
leomaran2011-05-09 12:26:27

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Haha Ok, acho que vou esperar chegar em DVD e, se eu tiver uma vontade muito grande de assistir (o que eu duvido), eu alugo. Daqui a algum tempo vai estar passando em algum Telecine da vida. Pelo menos aí, quem controla o volume sou eu.

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eu não assisti Transformers no cinema mas, a julgar pela experiência com Thor, recomendo aspirinas pra quem for encarar a nova brincadeira do Bay. me fizeram falta no pós sessão de Thor.

 

 

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Ben Hur (1959) - 5/5

 

Só agora assisti esse filme gigante (também em duração), o primeiro maior vencedor da história do Oscar. Geralmente não curto esses grandes épicos hollywoodianos de antigamente, ainda mais se forem bíblicos. E já não tinha gostado de Os Dez Mandamentos, produção claramente excessiva e megalomaníaca de Cecil B. de Mille, cuja história derrapa em meio a todo esse gigantismo. Mas esse aqui é bastante bom, porque se apoia naquilo que Hollywood tem de melhor, ao invés de apenas efeitos especiais e visuais, a habilidade de contar histórias. Portanto, em nenhum momento das 3h e meia de duração senti que o filme era chato ou cansativo. Pelo contrário, a chegada da cena da corrida de bigas, já mais para o final, é tão instigante, tão bem construída, mesmo em relação ao estabelecimento de critérios de passagem do tempo, que deixa um gosto de quero mais no seu fim. Sem dúvida, uma das melhores cenas que já assisti.

 

Sem querer entrar em discussões sobre a fé e o perdão incondicional, achei um filme muito bem realizado em todos os seus aspectos (mesmo a atuação de Charlton Heston está excelente) e que realmente tem uma história para contar. Prende a atenção do início ao fim e envolve o telespectador em seu enredo. Os efeitos especiais trabalham em razão da história e não o contrário, aspecto que tem sido excessivamente esquecido em produções mais modernas.

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Terra das Paixões de Stephen Frears de 1998

 

 

Apos a 2 guerra mundial dois amigos cowboys Pete(Billy Crudup) e Big Boy(Woody Harrelson) voltam para casa e tem que lidar o milionário Ed Love (Sam Elliott) que arrametou terras e gado deixando a maioria dos fazendeiros em má situação, os amigos resolver trabalhar por conta própria mas a presença de Mona (Patricia Arquete) que começa um torrido caso Big Boy e desperta a paixão Pete pode complicar as coisas, gostei de ver boa atuação Harrelson fazendo um cowboy durão e teimoso e o estilo da direção do Frears que consegue fazer um faoreste bem contemporaneo, recomendo pra gosta do genero.

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Contra a Parede. Drama alemão que tem grandes pretensões de ser pesado do começo ao fim discutindo inconstâncias e descontroles humanos como um todo. Talvez por isso mesmo, soe um pouco acima do tom que deveria ter, pois carrega em suas tintas na maior do tempo. Embora também fale de temas como preconceito, xenofobia e intolerância, se esquece um pouco deles ao focar mais na instabilidade e infelicidade constante do casal central. Me surpreendeu o modo com Fatih Akin construiu sua Alemanha. Nada de lugares históricos, medievais, locações belíssimas. Tudo é depressivo, triste e dramático conseguindo manter um clima de constante tensão, opressão, desgaste e desesperança com a ajuda de uma trilha incessante, e algumas vezes enjoativa, desde sua primeira cena até o melancólico desfecho (que, na verdade, é aberto). A maioria dos figurinos é escura, os cenários são sujos, as maquiagens são pesadas, os rostos das pessoas maltratados, os cabelos compridos, enfim.... Tudo é bem “down” mesmo e funciona porque foi criado para tal finalidade. No entanto o modo como Fatih trabalha sua história poderia ser um pouco mais bem construído se os argumentos dos personagens fossem fortes, se eles tivessem motivos reais para toda aquela falta de vida. Você não os conhece muito bem: suas motivações são deixadas um tanto de lado e o filme se preocupa apenas em lidar com as conseqüências do que ocorre. Pra mim isso invalida e enfraquece um pouco o roteiro, apesar de Fatih saber conduzi-lo bem introduzindo soluções dinâmicas e surpreendentes na parte final evitando a mesmice. Os atores são ótimos mas Birol Ünel é um espetáculo. Vive intensamente a angústia de seu personagem. Em determinadas cenas nem liguei pra falta de motivos dele de tão visceral que ele consegue ser. Teria gostado bem menos do filme se não fosse ele. Ainda que alguns aspectos de Contra a Parede sejam bem definidos, Akin acertou mesmo com Do Outro Ladoprincipalmente na forma como monta seus personagens e a relação deles com aquele mundo. Principalmente por Ünel, esse aqui, ainda assim, merece ser visto. 7,5/10bs11ns2011-05-09 23:42:18

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Terra das Paixões de Stephen Frears de 1998

 

 

 

 

 

Apos a 2 guerra mundial dois amigos cowboys Pete(Billy Crudup) e Big Boy(Woody Harrelson) voltam para casa e tem que lidar o milionário Ed Love (Sam Elliott) que arrametou terras e gado deixando a maioria dos fazendeiros em má situação' date=' os amigos resolver trabalhar por conta própria mas a presença de Mona (Patricia Arquete) que começa um torrido caso Big Boy e desperta a paixão Pete pode complicar as coisas, gostei de ver boa atuação Harrelson fazendo um cowboy durão e teimoso e o estilo da direção do Frears que consegue fazer um faoreste bem contemporaneo, recomendo pra gosta do genero.
[/quote']

 

 

 

Gosto muito de Harrelson. Em O Mensageiro ele está muito bem. Tem evoluído sensivelmente no aspecto dramático. Vou procurar esse filme.

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Fast Five  7.4/10

Se

você está pouco se lixando para como se retrata o Brasil em um filme de ação e mimimi e

quer ver só o pau quebrando, perseguição, tiros, porrada e Vin Diesel do

lado do pessoal que tu torce detonando tudo que vê pela frente, este é

pra você. Se não, o novo da Katherine Heigl deve estar chegando aí em

breve, sua biba.

Ah, vale a pena esperar pela cena pós créditos.16

 

 

 

 

Mr. Scofield2011-05-10 07:26:56

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Um Ano Mais
Filmaço britânico q concorreu ao Oscar de Roteiro Original deste ano e trata de forma realista e comovente do mesmo tema do filme anterior do diretor ( “Simplesmente Feliz” ), isto é, felicidade. A trama é a crônica de um simpático casal sessentão feliz c/ relacionamento sólido e duradouro, enqto ao redor deles orbitam amigos e familiares com os mais diversos problemas sociais à procura de seus sábios conselhos ou apenas buscando conforto emocional, mostrados habilmente em 4 estórias individuais representadas por cada estação do ano. Convívios e situações aparentemente triviais q falam de solidão e envelhecimento através de diálogos estupendos, tornando o ordinário em extraordinário. Além do carismático casal “perfeito” q cimenta cada vez mais sua relação ao ver as nóias à sua volta, quem se destaca, carrega a fita nas costas e é o espírito do filme decididamente é Lesley Manville, como a amiga cachaceira-problemática-em-crise, q consegue cativar tanto pela simpatia, repulsa e piedade se valendo apenas de singelos olhares e nenhum grito histérico. Francamente,  foi injustiça ela sequer ter sido indicada ao Oscar de coadjudvante pela sua estupenda e hipnótica caracterização. “Gente como a Gente” q resulta tanto como ótimo retrato sócio-emocional da sociedade ocidental como uma interessante análise da banalidade atual. O final agridoce deixa nas entrelinhas: “Antes só do q mal acompanhado..” 10/10
 
Another%20Year

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HAMLET

Kenneth Branagh preservou o texto completo de Shakespeare, e o que poderia ter redundado num insuportável teatro filmado de 4 horas na verdade acabou se tornando uma tragédia épica caracteristicamente cinematográfica.

Foi uma boa sacada do astro/roteirista/diretor alterar a ambientação da história, mesmo correndo o risco de despertar a ira dos puristas, já que um simples castelo medieval jamais reteria a atenção por tanto tempo tanto quanto os opulentos e esplendorosos cenários cheios de cor, design e espaço como os escolhidos para esta adaptação.

É um feito hercúleo, que merece ser lembrado ao se revisar a cinematografia dos anos 90.

4/5


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<font face="Times New Roman' date=' Times, serif" size="3">Fast Five  7.4/10<h6 class="uiStreamMessage" data-ft="{"type":"msg"}"><span class="messageBody">Se

 

você está pouco se lixando para como se retrata o Brasil em um filme de ação e mimimi e

 

quer ver só o pau quebrando, perseguição, tiros, porrada e Vin Diesel do

 

lado do pessoal que tu torce detonando tudo que vê pela frente, este é

 

pra você. Se não, o novo da Katherine Heigl deve estar chegando aí em

 

breve, sua biba.</span></h6><font face="Times New Roman, Times, serif" size="3">Ah, vale a pena esperar pela cena pós créditos.16

 

 

 

 

 

 

 

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Aeeee! De vez em quando a gente até concordo, Scofa! 16.gif

 

 

 

A pior coisa são os comentários do tipo "ai, que filme ruim, os carros da polícia no Brasil não são assim". 06.gif

 

 

 

Bá, e com essa da Heigl tu sacaneou, vai ganhar ponto extra no festival, hahaha.

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O Indomavel Assim e Minha Vida, Direção: Robert Benton 1994

 

Sully Sulivan(Paul Newman) um velho malandro  vive as turras com dono de uma construção civil Carl (Bruce Willis) fazendo apostas em jogos, bebendo com os amigos e morando como hospede na casa de um velha professora Bery (Jessica Tandy). O retorno de seu filho Peter (Dylan Walsh) que esta em crise em no seu casamento e tenta recuperar uma relação entre ambos.

Faz Sully refletir sobre uma série de decisões equivocadas que fez ao longo da vida, grande momento na carreira do Newman que cria um persoangem cativante num comédia dramatica muito boa mesmo e repleta de bons atores vetaranos que contriubuem e muito na história, recomendadissimo

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GABRIELLE

 

Mais uma história sobre um casamento sem amor, à beira da ruína. O marido (Pascal Greggory, ótimo) considera a esposa (Isabelle Huppert) apenas o mais valioso item de sua coleção, tomando a presença dela ao seu lado como certa, até que... Bem, o resto é melhor descobrir por si mesmo.

 

Patrice Chéreau filma com elegância e intensidade, movendo a câmera constantemente; a fotografia de Eric Gautier, alterando momentos monocromáticos com outros dominados por cores frias, dá ares de sonho sombrio ao filme.

 

Eu não esperava muito, mas me surpreendi. A desgraça é que o DVD canadense mutilou o scope original.

 

4/5

 

 

 

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