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Pânico na Neve (Frozen, 2010) - esse até que é bem legal. Peguei esse pensando "tomara que me deixe envolvido por uma hora e meia", e teve horas que eu fiquei na ponta da cadeira, sinceramente. É um filme simples, sem enrolação, e talvez por isso quando o caldo entorna, entorna mesmo. Claro que não chega em nenhum momento a ser uma obra-prima, mas vai como um ótimo exemplar de suspense até perto do fim. Aí se rende um pouco ao final padrão de suspense/terror de sobrevivência em ambiente hostil, o que rouba um tanto do impacto. Mas a jornada até então vale, muito, a pena.

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Hanna
Bobagem pretensiosa em formato de thriller de ação q bebe da fonte de "A Assassina" , “Rambo” e "Wolverine" . No caso, acompanhamos a fuga pelos States de uma pirralha com treinamento militar q deixaria Jason Bourne orgulhoso, pois em seu encalço está nada mais td CIA e o contingente militar q sobrou da captura do Bin Laden. Motivo: a ninfetinha foi criada geneticamente pra ser a soldada assassina perfeita (ooohhh!). Pipocão apenas passável e previsivel q não há mto o q dizer, a não ser os desperdícios de caricatos Bana e Blanchett q so toparam esta parada pra pagar alguma hipoteca ou pensão. Vale aqui um adendo sobre a pequena Saoirse Ronan no papel-titulo, q expande seus horizontes interpretativos alem do “Olhar no Paraiso” e “Caminho da Liberdade” . Ela ate q se sai bem como heroína de ação, viu... conferindo a inocência convincente necessária à personagem, mesmo qdo sua rebeldia teen se resuma a quebrar pescoços ou meter bala a sangue frio. Enfim, esta produção é apenas razoável e tem como destaque - assim como “Tron, o Legado” – sua bacaninha trilha sonora a cargo dos putzputz Chemical Brothers. 7/10

Hanna%20Poster

 

 

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O INQUILINO

 

Tendo agora completado a trilogia informal (Repulsa ao Sexo/O Bebê de Rosemary/O Inquilino), suspeito que Polanski não reserva grande entusiasmo para apartamentos e muito menos para seus vizinhos.

 

Como em todos os outros suspenses do diretor, pequenos detalhes vão se acumulando e se tornando cada vez mais sinistros ou suspeitos. Não é dada muita ênfase em sustos ou ação, mas sim em atmosfera, silêncio e foco no desgaste psicológico do protagonista.

 

4/5

 

 

 

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Thor (Kenneth Branagh, 2010) - É bobinho e divertido, passa voando sem entendiar e de quebra tem na sua maioria personagens agradáveis  (algo que senti fata em Homem de Ferro 2, por exemplo). Curti as doses de humor nesse aqui também, são mais bem colocadas dentro da proposta do que as piadinhas ocasionais que a gente ve em alguns outros exemplares do gênero, embora nem sempre funcionem. Não chega nem perto de Homem Aranha 2 por exemplo mas se eu tivesse que escolher entre colocar do lado das boas adaptações ou das medíocres acho que merece um lugarzinho positivo na lista, mesmo que não de muito destaque. Tem potencial pra render algo melhor nas próximas continuações (se existirem) mas não começaram mal com o personagem.

 

 

 

 

 

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Thor (Kenneth Branagh' date=' 2010) - É bobinho e divertido, passa voando sem entendiar e de quebra tem na sua maioria personagens agradáveis  (algo que senti fata em Homem de Ferro 2, por exemplo). Curti as doses de humor nesse aqui também, são mais bem colocadas dentro da proposta do que as piadinhas ocasionais que a gente ve em alguns outros exemplares do gênero, embora nem sempre funcionem. Não chega nem perto de Homem Aranha 2 por exemplo mas se eu tivesse que escolher entre colocar do lado das boas adaptações ou das medíocres acho que merece um lugarzinho positivo na lista, mesmo que não de muito destaque. Tem potencial pra render algo melhor nas próximas continuações (se existirem) mas não começaram mal com o personagem.

 

 

 

 

[/quote']

 
 
Os filmes da Marvel passam por um controle de qualidade ao inverso que garante que eles sejam agradáveis o bastante pra que as pessoas queiram ver os próximos, mas não tão bons a ponto de causar emoção demais, o que seria inconveniente e cansativo.

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O último que vi foi Doutor Jivago. Dizer que direção e a parte técnica de um filme do David Lean são impecáveis é quase uma redundância, mas realmente, Doutor Jivago tem cenas de se encher os olhos: ver aquelas imensidões da Rússia, tudo coberto de gelo, é muito lindo. Do filme em si, eu esperava uma obra-prima à altura de Lawrence da Arábia, por tudo que já tinha lido sobre. Apesar de Dr. Jivago ser ótimo, Lawrence ainda é muito superior. Não sei se o filme teria sido melhor se focasse mais no contexto histórico do que no conflito das personagens (leia-se o relacionamento amoroso do Jivago), mas fiquei com aquela sensação de que faltou algo, ainda que pouco. 8/10

 

James Dean2011-05-13 00:45:27

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A Bela e a Fera (Beauty and the Beast, Gary Trousdale, Kirk Wise, 1991) 5/5

 

Ontem eu revi um dos melhores filmes de sempre (superior a O Silêncio dos Inocentes). E hoje eu só consigo pensar em criticar a animação, mas não é culpa minha... Dos filmes Disney do primeiro escalão, A Bela e a Fera tem a pior qualidade de animação. Em algumas cenas, o rosto de Belle muda de um jeito que não deveria acontecer, e os movimentos dos personagens, na maior parte do tempo, não têm fluidez suficiente, são ligeiramente toscos. Não creio que seja consequência de falta de talento ou boa vontade dos artistas. Imagino que a culpa seja do prazo de produção de apenas dois anos (eles naturalmente não começaram a animar no primeiro dia, e sim vários meses depois). Por um lado, as qualidades do filme compensam. Por outro lado, é triste ver um filme como A Bela e Fera exibindo uma animação menos do que perfeita, o que é inaceitável para o padrão que o próprio estúdio estabeleceu e que virou referência.

 

 

HAMLET

Kenneth

Branagh preservou o texto completo de Shakespeare' date=' e o que

poderia ter redundado num insuportável teatro filmado de 4 horas na

verdade acabou se tornando uma tragédia épica caracteristicamente

cinematográfica.

 

Foi uma boa sacada do astro/roteirista/diretor

alterar a ambientação da história, mesmo correndo o risco de despertar a

ira dos puristas, já que um simples castelo medieval jamais reteria a

atenção por tanto tempo tanto quanto os opulentos e esplendorosos

cenários cheios de cor, design e espaço como os escolhidos para

esta adaptação.

 

É um feito hercúleo, que merece ser lembrado ao

se revisar a cinematografia dos anos 90.

 

4/5

 

 

[/quote']

 

Eu não lembro muito do filme, mas lembro dele

parecer um filme, e não uma peça. Gostei muito dos cenários,

mas adoro castelos medievais (se a intenção é fazer

um filme sombrio, eles são uma ótima escolha). O filme tem uma atuação que é no mínimo

uma das melhores de Kate Winslet, e eu também adoro a intensidade com a

qual Kenneth Branagh incorpora o personagem. A idéia de filmar toda a

peça foi ousada, e filmes como Hamlet fazem a gente ficar feliz de saber

que algumas vezes os artistas têm coragem de ousar.

 

 

Lucy fer2011-05-13 10:21:02

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O Indomavel Assim e Minha Vida' date=' Direção: Robert Benton 1994

 

 

 

Sully Sulivan(Paul Newman) um velho malandro  vive as turras com dono de uma construção civil Carl (Bruce Willis) fazendo apostas em jogos, bebendo com os amigos e morando como hospede na casa de um velha professora Bery (Jessica Tandy). O retorno de seu filho Peter (Dylan Walsh) que esta em crise em no seu casamento e tenta recuperar uma relação entre ambos.

 

Faz Sully refletir sobre uma série de decisões equivocadas que fez ao longo da vida, grande momento na carreira do Newman que cria um persoangem cativante num comédia dramatica muito boa mesmo e repleta de bons atores vetaranos que contriubuem e muito na história, recomendadissimo
[/quote']

 

 

 

Despedida da grande Jessica Tandy... Fora isso, só a atuação do Newman me marcou.

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  filmes como Hamlet fazem a gente ficar feliz de saber

que algumas vezes os artistas têm coragem de ousar.

 

 

 

 

Com a credencial de $uce$$o do blockbuster de encomenda Thor, Branagh terá mais poder de barganha, podendo voltar a atualizar sua evidente paixão (Shakespeare) da maneira mais honrada possível em Língua Inglesa... Talvez uma nova versão de Macbeth?

 

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Pânico na Neve (Frozen' date=' 2010) - esse até que é bem legal. Peguei esse pensando "tomara que me deixe envolvido por uma hora e meia", e teve horas que eu fiquei na ponta da cadeira, sinceramente. É um filme simples, sem enrolação, e talvez por isso quando o caldo entorna, entorna mesmo. Claro que não chega em nenhum momento a ser uma obra-prima, mas vai como um ótimo exemplar de suspense até perto do fim. Aí se rende um pouco ao final padrão de suspense/terror de sobrevivência em ambiente hostil, o que rouba um tanto do impacto. Mas a jornada até então vale, muito, a pena.[/quote']

 

 

 

Eu já achei esse meio estranho (vi na TV), apesar da situação ser desesperadora acabei rindo em várias partes. A menina dormir com as mãos no suporte foi demais...06.gif

 

 

 

Mas a cena dos lobos é punk.

 

 

 

 

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Pânico na Neve (Frozen' date=' 2010) - esse até que é bem legal. Peguei esse pensando "tomara que me deixe envolvido por uma hora e meia", e teve horas que eu fiquei na ponta da cadeira, sinceramente. É um filme simples, sem enrolação, e talvez por isso quando o caldo entorna, entorna mesmo. Claro que não chega em nenhum momento a ser uma obra-prima, mas vai como um ótimo exemplar de suspense até perto do fim. Aí se rende um pouco ao final padrão de suspense/terror de sobrevivência em ambiente hostil, o que rouba um tanto do impacto. Mas a jornada até então vale, muito, a pena.[/quote']

 

 

 

Eu já achei esse meio estranho (vi na TV), apesar da situação ser desesperadora acabei rindo em várias partes. A menina dormir com as mãos no suporte foi demais...smileys/06.gif" align="middle" />

 

 

 

Mas a cena dos lobos é punk.

 

 

 

 

 

 

Spoilers:

 

 

 

Essa parte da mão, eu entendi que ela teria posto a mão ali depois de ter dormido, naquela coisa inconsciente de buscar segurança por causa da altura. Mas sei lá se com aquele frio alguém faria isso, espero nunca descobrir. 06.gif

 

 

 

A parte dos lobos eu achei do caralho como o cara não mostra muito, é mais pela reação desesperada dos dois lá em cima.

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Velozes e Furiosos 5 (2011) - 4/5

 

Ação é a palavra e os rachas acabam ficando em segundo lugar nesta surpreendente quinta parte da série. A forma como retrata o Brasil não incomoda e ainda fiquei com uma baita vontade de dar um rolê naquele trenzão do deserto, que, até onde eu sei, foi só licença poética mesmo (mas até que deram uma caprichada, botando um desenho do Brasil colado nas poltronas). A ideia de pegar personagens de outros filmes pra integrar este aqui é ótima e a química entre os atores, como alguém já comentou em outro tópico, é um ponto positivo. As cenas de ação absurdas não deixam a desejar, com destaque pras últimas, que, além de bem realizadas, são dentro de carros, o que sempre foi o ponto forte da franquia (dã!). Me perguntava se colocar o The Rock no elenco seria realmente uma boa ideia, mas ele e sua metralhadora de frases feitas dão todo um aspecto mais caricato pro joguinho polícia x bandido. Isso e a sensacional luta dos carecas bombados. Devem ter construído mais janelas no galpão só pros dois poderem quebrar. A cena depois dos créditos sugere um próximo filme. Sinto que logo, logo, Velozes e Furiosos vai ser um páreo duro pra Em Busca do Vale Encantado em número de continuações.

 

PS. Sim, meio ponto foi retirado por causa da magrelona se fazendo de gostosa. Ok, brincadeira. Ou não.
leomaran2011-05-13 12:34:17

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natimorto.jpg

 

 

 

Natimorto (Paulo Machline, 2009)

 

 

 

"A vida é uma doença fatal e sexualmente transmissível"

 

 

 

Um jogo de luz e sombra, destino e arbitrariedade, tensão sexual e assexual, imerso em muita, muita fumaça de cigarro - uma síntese bem grosseira do que é Natimorto.

 

Utilizando o argumento (bem original, diga-se) de que a foto escatológica dos maços de cigarro podem funcionar como os arcanos do tarô, um caça-talentos infurna-se num hotel com sua nova descoberta, que aparentemente só ele consegue perceber o real talento. Os dois, fumantes assíduos, logo acreditam que o destino do dia está relacionado com a foto que vem no maço. Um aborto espontâneo se traduz como uma ação inesperada e surpreendente, por exemplo.

 

A história segue um caminho absurdo, mas adquire um tom paródico, e logo se percebe que a proposta do filme é distanciar-se um pouco do real pra situar o psicológico das duas personagens principais.

 

Em certos momentos, me lembrei muito de "O Inferno de Clouzot" - os atores adquirem expressões totalmente diferentes através da luz refletida em seu rosto, assim como Romy Schneider no filme do Henri-Georges Clouzot. Artifícios como esse fazem a experiência toda valer muito a pena. No elenco a grande Simone Spoladore e Lourenço Mutarelli, escritor do romance do qual o filme é baseado.

 

 

 

O pôster é o arcano "O Enforcado", devidamente junto de um cigarro apagado.Stradivarius2011-05-13 13:56:59

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Insolação. Filme com um belíssimo texto poético baseado em autores teatrais russos. A narrativa traz monólogos não-lineares, não-estruturados, não-convergentes e fragmentados permeados por uma trilha sorumbática e depressiva e por uma fotografia branca, fria, sem cores e quase sem vida. São várias histórias, todas diferentes, que só se encontram por um fio condutor: a busca incessante pela paixão, pelo amor ou por qualquer coisa que traga sentimentos àquelas vidas. A câmera é posta de modo a observar a busca, espreitar e só se mover quando os personagens andam atrás de atingir “o amor inalcançável”, como é citado á certa altura. Os atores não têm suas expressões muito exploradas devido á mesma câmera mas se saem bem quando ela se volta a suas faces pálidas, descoradas, lívidas. Destaco Simone Spoladore que arrasa na cena do consultório médico. A condução é lenta, sem qualquer preocupação com tempo. Não há muito a dizer. É um filme restrito, aberto a muitas interpretações, autoral, extremamente subjetivo e para ser sentido. 4,5/10

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Pânico na Neve (Frozen' date=' 2010) - esse até que é bem legal. Peguei esse pensando "tomara que me deixe envolvido por uma hora e meia", e teve horas que eu fiquei na ponta da cadeira, sinceramente. É um filme simples, sem enrolação, e talvez por isso quando o caldo entorna, entorna mesmo. Claro que não chega em nenhum momento a ser uma obra-prima, mas vai como um ótimo exemplar de suspense até perto do fim. Aí se rende um pouco ao final padrão de suspense/terror de sobrevivência em ambiente hostil, o que rouba um tanto do impacto. Mas a jornada até então vale, muito, a pena.[/quote']

 

 

 

Eu já achei esse meio estranho (vi na TV), apesar da situação ser desesperadora acabei rindo em várias partes. A menina dormir com as mãos no suporte foi demais...smileys/06.gif" align="middle" />

 

 

 

Mas a cena dos lobos é punk.

 

 

 

 

 

 

Spoilers:

 

 

 

Essa parte da mão, eu entendi que ela teria posto a mão ali depois de ter dormido, naquela coisa inconsciente de buscar segurança por causa da altura. Mas sei lá se com aquele frio alguém faria isso, espero nunca descobrir. 06.gif

 

 

 

A parte dos lobos eu achei do caralho como o cara não mostra muito, é mais pela reação desesperada dos dois lá em cima.

 

sabe que a sequência dos lobos me deixou com uma pulga atrás da orelha? explico: é que se tu vir outros do Green, tipo, não tá no dna dos filmes dele ser soft. em Hatchet a carnificina é esfregada na nossa cara. isso não é, definitivamente, uma reclamação, só uma curiosidade mesmo.

 

bat2011-05-14 03:20:31

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Eu também estranhei essa cena da mão, até pensei que a forma que ele foi conduzindo a câmera até ela (primeiro passa pelo cara dormindo, depois lentamente até ela, e depois da uma descida até a mão e para ali) foi de uma forma meio irônica, pastelona, no sentido "filmes de terror também tem essas merdas". Mas mesmo gratuitamente, apenas pra construir mais uma situação tensa, funcionou muito bem comigo. Até pq era óbvio no que ela ia resultar, e sabendo disso na horinha mesmo eu pensei "é uma vaca mesmo". 06.gif

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UM TIRO NA NOITE:

 

 

 

Um genial filme sobre justiça, honestidade e política. Além disso, extremamente bem filmado e um roteiro soberbo. Montagem estupenda. Travolta está espetacular, e a cena final do filme prova isso de uma forma perfeita.

 

 

 

De Palma é o rei!

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<font face="Times New Roman' date=' Times, serif" size="3">Fast Five  7.4/10<h6 class="uiStreamMessage" data-ft="{"type":"msg"}"><span class="messageBody">Se

 

você está pouco se lixando para como se retrata o Brasil em um filme de ação e mimimi e

 

quer ver só o pau quebrando, perseguição, tiros, porrada e Vin Diesel do

 

lado do pessoal que tu torce detonando tudo que vê pela frente, este é

 

pra você. Se não, o novo da Katherine Heigl deve estar chegando aí em

 

breve, sua biba.</span></h6><font face="Times New Roman, Times, serif" size="3">Ah, vale a pena esperar pela cena pós créditos.[img']" align="absmiddle" alt="16" />

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aeeee! De vez em quando a gente até concordo, Scofa! smileys/16.gif" align="middle" />

 

 

 

A pior coisa são os comentários do tipo "ai, que filme ruim, os carros da polícia no Brasil não são assim". smileys/06.gif" align="middle" />

 

 

 

Bá, e com essa da Heigl tu sacaneou, vai ganhar ponto extra no festival, hahaha.

 

 

 

Se você está pouco se lixando para como se retrata o Brasil em um filme de ação e mimimi e quer ver só pau quebrando, perseguição, tiros, porrada e Vin Diesel do lado do pessoal que tu torce detonando tudo o que vê pela frente, este é pra você. Se não, o novo da Katherine Heigl deve estar chegando aí em breve, sua biba.

 

 

 

Pode me chamar do que quiser Scofield, mas esses Velozes e Furiosos são uma bobagem sem história e que não me trazem diversão alguma. Parei no segundo e não pretendo ver o quinto. Prefiro gastar meu tempo com algo que me faça bem. Se isso é ser biba, pode me incluir entre elas.

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cashback2006kj5.jpg

 

 

 

Crashback

 

 

 

Filme que conta a história de um estudante de belas artes, um cara com fascínio e admiração sobre a beleza da figura feminina, que depois de incertezas e um rompimento com a sua namorada, começa então trabalhar em um supermercado para preencher as suas horas até então vagas com um grupo de pessoas excêntricas, divertidas dando um certo tom de humor no filme.

 

 

 

Destaque para as paradas de tempo e a transposição, já que o protagonista passa a se considerar capaz de parar-lo, para capturar os detalhes mais consideráveis do cotidiano, principalmente a da beleza feminina que faz fluir a sua criatividade e colocar-la no papel, até conhecer uma garota que chama a sua atenção que também trabalha no supermercado e assim esquecer do seu rompimento com a sua ex que o incomodava e o deixava noites sem dormir e quem sabe encontrar um novo amor.

 

 

 

7/10

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O DILEMA - 4.0/10 - Que grande trapalhada que Ron Howard fez neste aqui. Trata-se de uma comédia que mostra a camaradagem de 2 amigos (Vince Vaughn e Kevin James) que estão prestes a realizar um grande negócio, mas eis que o personagem de Vaughn descobre que a esposa de James está traindo-o. O que fazer? Revelar a verdade? Ser honesto com o amigo mesmo correndo o risco de frustrar o projeto de suas vidas? Apesar do início promissor, o filme é extremamente atrapalhado, não sabe sustentar suas idéias, não sabe explorar o potencial da premissa e suas variáveis, tudo é confuso o bastante ao ponto do filme se mostrar sem gênero e não chegar lugar algum, ainda mais quando se concentra na investigação de Vaughn. A comédia é nula e todo o resto é um desperdício só. Vaugh está aos trancos e barrancos, James é sempre muito generoso em cena, Connelly faz muito por uma personagem desperdiçada e Ryder é alçada à vilã sem coração, apesar de ainda se mostrar uma atriz de repertório. Desperdício de talentos. Dirigido por Ron Howard, produzido por Brian Grazer, este aqui parece feito por amadores.

 

PS: Gosto de "Uma Mente Brilhante", "Apollo 13" e "Desaparecidas".
Thiago Lucio2011-05-15 10:53:00

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Carnival of Souls (1962)  6.4/10

 

A singularidade de Carnival of Souls está em alguns artefatos de filmagem. Normalmente a utilização do preto e branco proporciona mesmo excelentes possibilidades para a criação de suspense, bastante peculiares. A indicação das passagens para o mundo paralelo através da fluidez impressa na câmera e a utilização dos espelhos construindo imagens fragmentadas e assustadoras, bem como a trilha sonora fúnebre é sensacional. O filme, entretanto, é irregular, com algumas cenas belíssimas (como a do órgão na igreja e a movimentação dos dedos da protagonista ou a sequência final, apesar de previsível) e outras cuja artificialidade das interpretações e o ar amadorístico chegam a incomodar, infelizmente.

 

 

 

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