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Forum Cinema em Cena

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Altered States          6.8/10                         Top 250    Intermediary    Bottom 47

 

Um pequeno cult do cinema de horror que faz jus ao status. Distante das estórias tradicionais e apostando na insinuação mórbida de que ideias devastadoras e obsessivas podem ser mais violentas que armadilhas visuais, Altered States é ousado e até certo ponto bastante pessimista.

 

Isto não quer dizer, entretanto, que o filme não utilize um aparato técnico de forma muito apurada à sua serventia. Muito pelo contrário, os próprios efeitos não são condizentes com uma narrativa estática, proporcionando a sensação de uma constituição fluida e transitória em constante mudança, como o processo de descoberta da verdade pura pelo protagonista, à frente de suas experiências.

 

O filme peca por ser pretensioso demais e resolver-se quase que por completo sobre si mesmo não restando muito ao espectador a não ser admirar o resultado final (e a conclusão não me agrada muito).

 

 

 

 

Mr. Scofield2011-05-18 21:22:27

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Vamos lá, chuchus. Nos brindem com seus comentários. E não vale só o nomezinho do filme.

"Baby Driver" é uma divertida matinê onde o roteiro batido não é o que interessa, mas sim o som e música, que são é mais um personagem ativo da estrutura do longa. Divertido,é mais um musical travesti

Barbie and the Rockers: Out of This World (Bernard Deyriès, EUA, 1987)   Os personagens são tão falsos quanto se tivessem sido criados para um material de ensino de inglês. Até mesmo Barbie, a única

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PLANETA DOS MACACOS (2001)

 

planet-of-the-apes-prequel-planned-20081201034944229.jpg

 

No quesito conteúdo, o interessante é observar como a inversão de papéis torna mais claro o significado do conceito. A selvageria dos macacos contra os humanos é, claramente, uma ilustração fantástica da desumanidade do homem contra o próprio homem e as minorias da sociedade.

 

Como filme-evento-hollywoodiano de ação/ficção, não deixa tanto a desejar. É pena que, como um filme do artista/artesão/autor Tim Burton, seja pouco inventivo e diferenciado. Sinto que o estúdio fez pressão ou atou as suas mãos para entregar um blockbuster facilmente consumível, sem maiores extravagâncias.

 

3/5

 

 

 

 

 

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Finalmente eu pude terminar de assistir...

 

Guinea Pig 2: Flowers of Flesh and Blood (Hideshi Hino, 1985) 2/5

 

O maluco chupando um olho é meio engraçado... O melhor é final, quando ele mostra a coleção, mas poderia ser ainda melhor. O filme só vale pra gente admirar os efeitos, que são bem interessantes, e pra me deixar imaginando formas melhores de mostrar alguém sendo desmembrado num filme.

 

 

 

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Veludo Azul

 

Poucas vezes me senti tão envolvido por um filme quanto por Veludo Azul, obra-prima de David Lynch, que aqui realiza um filme linear, mas não por isso menos brilhante e instigante que seus outros longas.

A experiência de assistir Veludo Azul não termina quando o filme acaba, visto o tamanho desejo de revê-lo, de falar sobre ele e até mesmo ouvir as belíssimas canções que compõem a coletânea. O filme também entregou alguns dos personagens mais encantadores que já ganharam vida no cinema. O trio Kyle MacLachlan, Isabella Rossellini e Dennis Hopper muito provavelmente tem aqui os melhores papeis de suas carreiras.

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Kyle MacLachlan é o jovem Jeffrey, que ao encontrar um orelha próxima à sua casa, decide resolver o mistério por trás dela, não apenas com o objetivo de possivelmente ajudar alguém que precise, mas também o de se envolver em algo novo, arriscado. Não sabia ele o que lhe esperava.

Isabella Rossellini, que vive a vulnerável Dorothy Vallens, e Dennis Hopper, no papel do violento Frank Booth, explodem com personagens brilhantemente construídos. Defini-los em uma palavra como as que eu usei pode parecer algo definitivo, mas certamente isso não é o suficiente tamanha magnitude que esses personagens adquirem.

David Lynch prova mais uma vez por que é um dos maiores e mais autorais diretores de sempre ao realizar um filme brilhantemente escrito, conduzido e de técnica encantadora. Veludo Azul é o meu preferido dele e está entre os 100 filmes da minha vida.

She wore blue velvet
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Finalmente eu pude terminar de assistir...

 

Guinea Pig 2: Flowers of Flesh and Blood (Hideshi Hino' date=' 1985) 2/5

 

O maluco chupando um olho é meio engraçado... O melhor é final, quando ele mostra a coleção, mas poderia ser ainda melhor. O filme só vale pra gente admirar os efeitos, que são bem interessantes, e pra me deixar imaginando formas melhores de mostrar alguém sendo desmembrado num filme.

 

 

[/quote']

Esta foi mesmo a ideia. Guinea Pig é um exercício de maquiagem de um grupo de alunos. Eu acho de um gosto pavoroso, mas é a "justificativa" para aquelas atrocidades todas.

 

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Finalmente eu pude terminar de assistir...

 

Guinea Pig 2: Flowers of Flesh and Blood (Hideshi Hino' date=' 1985) 2/5

 

O maluco chupando um olho é meio engraçado... O melhor é final, quando ele mostra a coleção, mas poderia ser ainda melhor. O filme só vale pra gente admirar os efeitos, que são bem interessantes, e pra me deixar imaginando formas melhores de mostrar alguém sendo desmembrado num filme.

 

 

[/quote']

Esta foi mesmo a ideia. Guinea Pig é um exercício de maquiagem de um grupo de alunos. Eu acho de um gosto pavoroso, mas é a "justificativa" para aquelas atrocidades todas.

Eu só acho que faltou criar um clima. Mas se não era a intenção... Seguindo a mesma linha, eu pensei em coisas bem piores do que a doideira que o sujeito faz 06. Obviamente eu não faria de verdade. Seria pra um filme mesmo.

 

Dei uma olhada no Guinea Pig 1 e fiquei entediada. O que é aquela bobagem com as lagartas e com a cadeira girando?... 09 Acho que nem vou tentar. Vou direto para o da sereia, que parece ser bom.

 

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Apenas o Fim (2009)

 

apenas-o-fim-poster011.jpg

 

O gênero indie/hipster chegou no Brasil.

 

Dá pra catar alguns momentos legais enterrados em muito diálogo

artificial e um enxurrada de referências pop gratuitas (chega a ser agressivo e anestesia).

 

 

 

Com cinco minutos de filme você já sabe tudo sobre os dois

personagens, já q não saem da dimensão nerd romântico / maluquinha

inconsequente.

 

 

Até a arte do poster também remete aos filmes indies. A música de Marcelo Camelo é a cereja do bolo.

 

 

 

 

morgade2011-05-20 08:21:12

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Wassup Rockers

Sempre me perguntei o q tem na cabeça esses moleques q, vestindo roupas apertadas, cabelos desgrenhados e cheios de piercings ficam andando de skate pelas marquises e escadas da Av. Paulista. E este filme busca dissecar essa tribo q é cria ocidental desta virada de século. Contudo, Larry Clark ( “Kids” ) já fez coisa bem melhor em se tratando de falar de gerações perdidas ao se fixar unicamente na turma de skatistas latinos de perifa q passam maus bocados ao se deslocarem pra luxuosa Beverly Hills. Ou seja, aparentemente um mix de “Ken Park” com “After Hours” . O filme ate q começa muito bem, com a crueza documental e realismo típicos do diretor em apresentar seus personagens. Mas falha a partir da metade qdo td fica previsível, caricato e forçado demais, jogando pro limbo qq pretensão de critica social q por ventura viesse a ter. Restam apenas algumas boas sacadas, o olhar excessivamente fetichista e pederasta do diretor, e a boa trilha sonora regada ao punk rock dos Ramones. 7/10

 

Wassup%20Rockers%20Movie%20Poster

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Vicio Frenetico, Werner Hezorg (2010)

 

 

Apos salvar um prisoneiro numa cela alagada em Nova Orleans apos o furacão Katrina o policial Terence McDonagh(Nicolas Cage) e condecorado tenete, mas passar dores horriveis nas costas e nem os o uso diario de remedios consegue solucionar o problema, com passar de tempos se torna viciado em drogas a qual faz qualquer coisa para consegui-las.mas Terence e um policial e tenta manter sua profissão a dura penas como o seu namoro com a prostituta Frankie(Eva Mendes) que também se vicia com ele, entretanto um assassinato brutal de imegrantes africanos a qual o policial e respnsável vai faze-lo ir romper as margens da lei.

E simplimente incrível como o Cage cria um personagem único com o Terence com sua dualidade de justiça, e sua amoralidade diantes da drogas e seus trejeitos loucos e desconfortáveis em cena. 

 

poster

 
CACO/CAMPOS2011-05-20 11:35:31
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Bah' date=' eu curti a canastrice do Farrell. Acho mó barato esses sotaques russos exagerados 06, inclusive coloco a atuação dele entre um dos destaques (junto com o Harris e com a Saiorse, que tem a cena de maior impacto emocional do filme). Sobre o filme concordo contigo, é bem legal mesmo, e é sempre bem vindo esse tratamento relevante que o Weir dá pra natureza nos seus filmes. Vi um pessoal reclamando da duração, mas pra dizer a verdade não senti muito o tempo não, talvez um pouco no último terço final. [/quote']

 

 

 

O pior é que gosto muito do Colin Farrell, acho que faz maravilhas quando não se leva a sério, mas aqui ele parece se esofrçar em algumas cenas e meh... 06.gif Na minha sessão tb tinha gente bufando perto do fim, mas acho que parte disso é a fadiga que o Weir causa no expectador... Eu nem me importei, e ainda assisti os créditos pra escutar as músicas.

 

 

 

 

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Domingo Maldito

Lançado no começo da década de 1970, Domingo Maldito não poderia ter vindo em época melhor, seja por sua temática, seja por sua relevância. Dirigido por John Schlesinger, esse, entretanto, é um filme, que, por mais que realize profundo estudo de uma época cheia de mudanças como é a retratada, é uma obra atemporal.

O filme tem uma história simples: duas pessoas quase desconhecidas (a única cena em que se encontram é justamente a cena abaixo), Daniel, um médico judeu, e Alex, uma secretária de meia-idade, dividem o mesmo homem, o inconstante e talentoso Bob Elkin.

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Uma das grandes qualidades do filme é que ele nunca força conflitos baratos que nos façam "torcer" para que um dos dois "conquiste" Bob. Daniel e Alex são adultos e, por mais que às vezes possam demonstrar certo desconforto com a situação, sabem que Bob ama os dois, precisa deles e não há qualquer indício de que ele esteja para escolher um entre eles. Bob, entretanto, por trás da sua imagem de liberal, não escapa de sentir ciúmes de seus dois companheiros.

Daniel e Alex são bem mais velhos do que Bob e não têm famílias muito abertas a aceitarem quem eles são, ou mais precisamente, com quem eles estão. Peter Finch e Glenda Jackson dão vida à seus personagens com uma vitalidade rara de ser vista. O roteiro de Penelope Gilliatt e a direção de John Schlesinger definitivamente sugaram os atores (esses dois em especial, claro) de forma arrebatadora. O tom dos atores está totalmente alinhado ao caráter humano e verossímil que o filme consegue transmitir com tamanha propriedade.

Um filme que soube retratar um novo tipo de relacionamento, não apenas uma mistura de relacionamento heterossexual com o homossexual, mas o relacionamento livre e casual, suas vantagens e desvantagens, sua intensidade. Um tocante e humano filme sobre pessoas que deixaram de acreditar na ilusão de que é possível encontrar a pessoa ideal, já que ela simplesmente não existe do modo que imaginamos. O mais próximo que podemos chegar é ter alguém que amemos, mesmo que ela não seja inteiramente nossa.
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Magnólia. No todo, o filme é excelente principalmente por suas metáforas e simbolismos (com certeza não compreendi todos e terei que assisti-lo novamente) e por interpretações extremamente marcantes como a de William H. Macy (a cena do bar com Supertramp de fundo é sensacional) e a de Tom Cruise, que se desdobra em intensidade e entrega a melhor atuação de sua carreira. Não é a oitava maravilha do mundo, mas pela complexidade, ousadia e originalidade chega perto. 9,0/10

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Revistos:

 

 

 

Ninja Assassino - Produção dos Wachowski, sangrento e muito violento, já diz na abertura ao que veio. BD maravilhosamente autorado com imagens e som nas alturas.

 

 

 

Caminho Para Perdição - Gosto demais deste do Sam Mendes, poucas vezes uma relação de pai e filho foi pra tela de forma tão bonita e dolorosa. E ainda um elenco fabuloso com Paul Newman fazendo jus à fama de mito.

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La Fuga
Drama prisional argentino baseado num fato real bem no estilão “Sonho de Liberdade” . O filme já começa com a fuga de 7 detentos de um presídio na Buenos Aires de 1928. E através de uma instigante narrativa não-linear acompanhamos o passado e futuro de cada detento, suas motivações, paixões, pendências e sonhos q os levaram a se pirulitar do cárcere. Na verdade a fuga é o retorno deles à vida q tinham deixado pra trás; uma vida, contudo, q volta a torná-los prisioneiros novamente. O filme poderia resvalar facilmente nos clichês q abrangem o gênero, mas foge deles com responsa. Apesar de abraçar tantas tramas paralelas, a narrativa nunca torna-se enfadonha principalmente pela presença de seus empenhados interpretes, em especial um ótimo Ricardo Darin em inicio de carreira. 9/10


 

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Piratas do Caribe - Navegando em Águas Misteriosas(Dir. Rob Marshall) 2/5

 

 

 

Acabo de chegar da pré. "Ruim" não faz jus o suficiente a essa porcaria.

 

 

 

Detalhes aqui

 

 

 

Não achei ruim. É muuuuuuito melhor que a bosta do terceiro, só que não no nível do primeiro e do segundo (sou um dos poucos que acha o 2 o melhor da série).

 

 

 

A saída do Orlando Bloon e aquela lenga lenga dele foi providencial. Muito melhor focar a história no Jack e no Barbosa (que pela primeira vez na série é o melhor personagem do filme). A Penelope Cruz tem umas tosqueiras, e a motivação dela é totalmente ridícula (que final foi aquele???? E não digo o final final, mas sim a resolução da coisa toda), mas de qualquer forma também tem seus momentos.

 

 

 

A parte com as sereias é a melhor, elas cercando o barco quando finalmente surtam... Muito bem filmada. E aquele inicio quando ele é capturado e vai arquitetando a fuga aos pouquinhos, apesar de exagerado, é totalmente digno do personagem, achei bem legal. E quanto as piadinhas, apesar de terem errado em algumas, também tiveram seus acertos.

 

 

 

Tava com um pouco receoso com esse novo diretor, acho ele muito extravagante, mas aqui parece que ele quase não teve liberdade, não se difere muito do que o Verbinski tava fazendo. Uma das poucas caracteriscas que ele manteve foi uma maior elaboração no visual, mas isso aí um ponto alto fo filme. Visualmente ele é disparado o mais bonito.

 

 

 

No final das contas tu sai pensando que viu um filme divertido, bem mais digno que o anterior, mas que ainda não é o que a série merece já que os dois primeiros possuem um nível de diversão muito acima da maioria dos blockbusters por aí. O que complica esse é que tem esses dois como comparação, mas que é um filme divertido, é sim.

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biutiful-06-600x400.jpg

Uxbal é uma lei de Murphy ambulante e, já que o filme tem uma vibe espiritualista, com um péssimo karma.
Suas falas nem fariam falta (mérito de Barden), está tudo lá nos olhos, a fadiga física e emocional, o sentimento de impotência e desespero.
Sabe essa magia de um ator te fazer refém, te deixar preso na trama, te arrastar aonde for em sua história, ainda que ela seja amarga de assistir ? Barden, titã !
E Inarritu (seu primeiro filme sem o roteirista Arriaga) é genial em pegar uma vida/fato comum, carregá-la com toda angústia possível e torná-la especial, empática, fazendo de (alguns) de nós masoquistas voluntários!
Tá isso foi meio mexicano, mas são cerca de 2 h de um Uxbal esperneando p/ não ser engolido pela miséria, pô!

Biutiful(Alejandro Gonzalez Inarritu) - 10,0 totalmente p/ Barden
MariaShy2011-05-21 14:22:50
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Piratas do Caribe - Navegando em Águas Misteriosas(Dir. Rob Marshall) 2/5

 

 

 

Acabo de chegar da pré. "Ruim" não faz jus o suficiente a essa porcaria.

 

 

 

Detalhes aqui

 

 

 

Não achei ruim. É muuuuuuito melhor que a bosta do terceiro' date=' só que não no nível do primeiro e do segundo (sou um dos poucos que acha o 2 o melhor da série).

 

 

 

A saída do Orlando Bloon e aquela lenga lenga dele foi providencial. Muito melhor focar a história no Jack e no Barbosa (que pela primeira vez na série é o melhor personagem do filme). A Penelope Cruz tem umas tosqueiras, e a motivação dela é totalmente ridícula (que final foi aquele???? E não digo o final final, mas sim a resolução da coisa toda), mas de qualquer forma também tem seus momentos.

 

 

 

A parte com as sereias é a melhor, elas cercando o barco quando finalmente surtam... Muito bem filmada. E aquele inicio quando ele é capturado e vai arquitetando a fuga aos pouquinhos, apesar de exagerado, é totalmente digno do personagem, achei bem legal. E quanto as piadinhas, apesar de terem errado em algumas, também tiveram seus acertos.

 

 

 

Tava com um pouco receoso com esse novo diretor, acho ele muito extravagante, mas aqui parece que ele quase não teve liberdade, não se difere muito do que o Verbinski tava fazendo. Uma das poucas caracteriscas que ele manteve foi uma maior elaboração no visual, mas isso aí um ponto alto fo filme. Visualmente ele é disparado o mais bonito.

 

 

 

No final das contas tu sai pensando que viu um filme divertido, bem mais digno que o anterior, mas que ainda não é o que a série merece já que os dois primeiros possuem um nível de diversão muito acima da maioria dos blockbusters por aí. O que complica esse é que tem esses dois como comparação, mas que é um filme divertido, é sim.[/quote']

 

 

 

Tu andas muito tolerante, hein, Thiago.06.gif

 

 

 

O filme é totalmente confuso. Parece que foi feito com preguiça, tipo "joga qualquer merda ai".

 

O Pablo foi feliz em apontar o enfraquecimento de trama quando esta se foca demais no Depp. O casal servia justamente para criar situações para Jack Sparrow se destacar. O bom-mocismo dos dois era o contraponto ideal do anti-herói do Depp. Ele se apoiava no casalzinho para dar o show.

 

 

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Morangos Silvestres. Um grande filme! Simples em sua história e amplo em seus significados. Inovador, ousado, criativo, onírico, divino, Bergman é objetivo, claro e direto. O filme enche os olhos do começo ao fim. Realmente uma obra prima do cinema. 10/10

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ENROLADOS - 6.5/10 - Antes de mais nada, esta é uma animação que deve ser vista com som original, afinal a dublagem de Luciano Huck destoa do time de dubladores, o que enfraquece o apelo do personagem central. "Enrolados" se beneficia bastante do perfil do seu casal central, Rapunzel, um estilo de princesa que faz jus ao perfil da Disney, mas que consegue ser divertida e atrevida na medida certa, enquanto que Flynn faz o estilo de anti-herói romântico, mas que possui senso de humor. A história padece um pouco pelas condições especiais da sua própria história que se sustenta muitas vezes por argumentos frágeis, especialmente relacionados ao cativeiro de Rapunzel, mas a animação consegue ter um bom ritmo e o saldo é positivo. As sequências musicais são descartáveis com exceção do bonita sequência que acompanha o lançamento de diversos balões. Não é nada acima da média, mas é uma animação suficientemente carismática.

Thiago Lucio2011-05-22 09:24:44
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