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cinema-the-guitar.jpg

 

 

 

Dirigido pela Amy Redford filha do veterano ator Robert Redford, filme com a bela atriz Melody Wilder.

 

 

 

Basicamente o filme conta a história de uma mulher que recebe um prognostico, está com câncer na faringe, tem dois meses de vida.

 

 

 

A partir dai a vida dela sofre uma reviravolta, abandona tudo que tem feito, sem ter tido alguma conquista e no decorrer do filme, vemos ela realizando certas coisas que passaram pela vida e que a impediam de alguma forma de ter-los, se tranca em um Loft que aluga, compra a mobília, experimenta comidas exóticas, se envolve com algumas personalidades, coisas que ela provavelmente nunca fez antes, e a parte principal, compra uma guitarra eletrica, um sonho desde quando ela era apenas uma criança mostrados em Flashbacks, tudo isso preenchendo a vida dela.

 

 

 

Não vemos atuações geniais, nem uma fotografia impressionante, pois a maior parte do filme se passa no apartamento, não senti monotonia no filme, deve ser porque depois de um grande trauma, sabendo que a protagonista pode morrer a qualquer instante, a gente fica mais curioso para o proximo passo, o que ela fará depois, em que tudo isso vai dar, o filme é levado de uma forma tranquila, acho que o roteiro ajudou um pouco.

 

 

 

Até que achei bom o filme, nem mais e nem menos, agora o resultado de tudo é o que vocês vão ter que ver caso se interessarem, pois nada de Spoilers. 06.gif

 

 

 

The Guitar é o primeiro trabalho da Amy com a direção, ela que andou tentando a carreira de atriz e apareceu em alguns trabalhos de filmes e seriados.

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Acabei de ver Pecados Inocentes. Acho que tenho que esperar a poeira baixar pq to chocado com realidade cruel desse filme! É tudo tão natural, simplesmente vai acontecendo, se sobrepondo, surgindo espontaneamente. E eu que achei que nunca ia acontecer nada, que seria só uma Julianne Moore destemperada e imprevisível o tempo todo! Que nada! Ela dá um show de atuação, pricnipalmente no final! E os figurinos? As locações? O Tony? Nossa, td tão maduro, tão bem exposto, bem discutido.....To desnorteado ainda com aquele final!!!! Eu amei mas tenho que esperar um pouco pra poder justificar isso! 9,5/10

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O PACIENTE INGLÊS

 

English+Patient.jpg

 

Histórias de amor em meio à guerra podem resultar em tentativas inócuas de levar a plateia às lágrimas (Pearl Harbor, Círculo de Fogo) ou atingir uma dramaticidade tão envolvente que não deixa a dever ao cenário já intenso na qual se desenvolvem (E o Vento Levou). Este oscarizado e hoje nem tão popular épico de Anthony Minghella - que nos deixou cedo demais - pertence ao último time, o dos bensucedidos.

 

O deserto africano é captado de uma maneira tal a evocar mistério e sensualidade - seguindo a linha de Bertolucci em O Céu que Nos Protege, em vez de Lean em Lawrence da Arábia. Entende-se por que levou o Oscar de fotografia. No entanto, evidenciando o controle de Minghella sobre o material, o espetáculo pictório não chega a ofuscar a dor da perda, o peso da culpa e as expectativas do anseio romântico, sentimentos tornados quase palpáveis na tela graças à sensibilidade do trabalho de Juliette Binoche e Ralph Fiennes.

 

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Eu também gosto muito de O paciente inglês, mas pelo visto estamos em minoria por aqui...06

 

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Agua para Elefantes 16
Água para Elefantes - Longe da densidade do livro que lhe deu origem, traz ao menos uma interpretação bacana de Christhoper Waltz que faz um August alternando momentos de doçura com outros de loucura completa. Do trio, o elo mais fraco é Reese Whiterspoon que faz uma Marlena apagada longe do brilho fulgurante da personagem do livro. Pattinson não compromete, o que no caso dele já é muito. Tinha muitas expectativas para esse filme já que acho o livro sensacional, mas ficou para a próxima.
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Nacka, você não é o primeiro que fala muito bem do livro "Água Para Elefantes". Curioso é ver várias mulheres namorando o livro por causa do filme (na frente das livrarias nos shoppings sempre vejo uma certa excitação feminina por causa dele). Eu me decepcionei bastante com a Whiterspoon, é bem isso que vc falou, sem brilho. O Crepúsculo-boy não é dos maiores problemas, mas toda vez que ele tenta dar uma nota mais animada, positiva, descontraída ao personagem, ele sempre acaba puxando logo em seguida para um tom mais introspectivo, melancólico, triste. O carisma do personagem desaparece, não consegue ser algo constante, presente. O Waltz, embora esteja se repetindo, é o elo seguro dentro do filme. E a elefanta que rouba o Oscar da Whiterspoon... rsrs... nessa eu exagerei... rsrsrs Thiago Lucio2011-09-11 09:58:02
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VIDEODROME

 

Videodrome94.gif

 

Prato cheio para quem se sente à vontade com obras estranhas, pesadas, metafóricas. Os efeitos especiais incomuns e os grotescos truques à base de maquiagem de Rick Baker, aliados à música densa de Howard Shore sinalizam uma experiência que descende progressivamente rumo a uma aura de pesadelo hardcore.

 

Cronenberg, contudo, nunca se interessou em limitar o apelo de seus enredos ao fator 'choque' ou 'nojo': assim como no posterior A Mosca, o show de horrores apresentado em Videodrome propicia leituras que realçam sua longevidade para aqueles que esperam algo além de emoções instantâneas.

 

O filme, com surpreendente grau de visionarismo e relevância para com a atualidade, sugere que as pessoas estão se entregando em demasia a tecnologias que veiculam mídia. Suas vidas passam a equivaler a uma fantasia virtual, enquanto suas mentes representam um campo suscetível à inoculação insidiosa dos conteúdos mercenários e dominadores veiculados. Em Videodrome, as consequências incluem deformação física e perda da autonomia. Nos primórdios dos anos 80, o alvo era a televisão; hoje, além dela, há a internet.

****/*****   

 

 

Cremildo2011-09-11 14:04:12

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Fat Girl. Um filme muito bem construído, objetivo e corajoso ao lidar com  temas difíceis e espinhosos como a virgindade e a sexualidade na adolescência. Fala também de contrastes e sobre como a dificuldade de lidar com eles pode ser fatal. Ótimas interpretações, excepcional texto e só pecou ao optar por um desfecho incoerente, em sua opção e execução que fique claro, com toda a estrutura montada por Breillat. Mais comentários no tópico do Festival. 9,0/10

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Dirty Dancing (Emile Ardolino, EUA, 1987) 4/5

 

Nobody puts Baby in a corner.

 

A discussão sobre o fosso que separa as classes sociais não passa de uma desculpa e nunca é aprofundada. O que vale é se empolgar mais uma vez com a história de pessoas que triunfam desafiando o pensamento convencional. No caso de Dirty Dancing, elas vencem dançando. O filme tem um clima erótico que envelheceu bem. A dança funciona como preliminares para o sexo que acontece sem ser mostrado, e o resultado é mais sexy do que cenas explícitas que eu já vi em outras produções. A atuação tosca de Patrick Swayze, como um pobre de bom caráter incompreendido pelos ricos, torna impossível levá-lo a sério, mas não atrapalha. Mesmo com um ator melhor, o drama continuaria superficial. Jennifer Grey, ao contrário, atua com naturalidade e carisma. O casal dança ao longo do filme, mas o melhor é guardado para o fim, quando eles se liberam de vez, e a coreografia, a direção, a química dos dois e a música resultam num final vibrante. 

 

 

Lucyfer2011-09-11 15:54:03

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A Rainha Margot. A primeira impressão é que tudo é forte, denso, intenso, pesado e carregado demais desde a cenografia até a duração (mais de duas horas). A história é meio esquisita, atropelada, cheia de entrecortes e entrelinhas. Talvez tenha que rever com mais atenção. Do elenco se sobrassem o Todeschini (hipnótico e sensualíssimo) e os poderosos olhares de Adjani, dona de uma beleza assustadora. O resto achei um pouco forçado também! Comento mais no tópico do Festival! 7,0/10

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la_casa_muda_4.jpg

 

A Casa (La casa muda, Gustavo Hernández, Uruguai, 2010) 3/5

A história se desenvolve de uma vez só, numa filmagem que dá a ilusão de tempo real. Explora o nosso medo do desconhecido, colocando pai e filha numa casa meio deteriorada e há muito tempo desabitada, onde lanternas carregadas por eles são a única fonte de luz. Impossível olhar para os objetos sem imaginar quem viveu ali e o que se passou entre aquelas paredes... A escuridão predomina, e surgem barulhos misteriosos de pessoas que estão se escondendo na casa e atacando. A atriz principal faz um trabalho pontuado por falhas, nem sempre demonstrando tanto medo e aflição quanto a situação pede. E não precisava da reviravolta que acontece mais ou menos na meia hora final, e que faz o filme tropeçar e se perder. É um terror que mete medo, mas em geral o efeito é moderado. Alguns momentos são superiores, como a expectativa terrível criada pelo flash da máquina fotográfica quebrando a escuridão.

 

 

A Rainha Margot. A primeira impressão é que tudo é forte' date=' denso, intenso, pesado e carregado demais desde a cenografia até a duração (mais de duas horas). A história é meio esquisita, atropelada, cheia de entrecortes e entrelinhas. Talvez tenha que rever com mais atenção. Do elenco se sobrassem o Todeschini (hipnótico e sensualíssimo) e os poderosos olhares de Adjani, dona de uma beleza assustadora. O resto achei um pouco forçado também! Comento mais no tópico do Festival! 7,0/10[/quote']

Eu gosto muito do contexto histórico em que o filme se passa. Lógico que contexto não é tudo...

 

VIDEODROME

 

Prato

cheio para quem se sente à vontade com obras estranhas, pesadas,

metafóricas. Os efeitos especiais incomuns e os grotescos truques à base

de maquiagem de Rick Baker, aliados à música densa de Howard Shore

sinalizam uma experiência que descende progressivamente rumo a uma aura

de pesadelo hardcore.

 

Cronenberg, contudo, nunca se

interessou em limitar o apelo de seus enredos ao fator 'choque' ou

'nojo': assim como no posterior A Mosca, o show de horrores apresentado em Videodrome propicia leituras que realçam sua longevidade para aqueles que esperam algo além de emoções instantâneas.

 

O

filme, com surpreendente grau de visionarismo e relevância para com a

atualidade, sugere que as pessoas estão se entregando em demasia a

tecnologias que veiculam mídia. Suas

vidas passam a equivaler a uma fantasia virtual, enquanto suas mentes

representam um campo suscetível à inoculação insidiosa dos conteúdos

mercenários e dominadores veiculados. Em Videodrome, as consequências incluem deformação física e perda da autonomia. Nos primórdios dos anos 80, o alvo era a televisão; hoje, além dela, há a internet.

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Muito interessante a sua visão do filme. Eu não

gostei e escrevi um texto negativo, mas não lembro mais o que

eu disse. Depois eu fiquei com a sensação de que não gostei porque não

entendi.

 

 

 

Água

para Elefantes - Longe da densidade do livro que lhe deu origem, traz

ao menos uma interpretação bacana de Christhoper Waltz que faz um August

alternando momentos de doçura com outros de loucura completa. Do trio, o

elo mais fraco é Reese Whiterspoon que faz uma Marlena apagada longe do

brilho fulgurante da personagem do livro. Pattinson não compromete, o

que no caso dele já é muito. Tinha muitas expectativas para esse filme

já que acho o livro sensacional, mas ficou para a próxima.[/quote']

 

Que chato... O trailer é lindo e eu tinha boas expectativas para o filme. Ainda vou ver. Talvez eu goste... Não simpatizo com Whiterspoon (felizmente ela perdeu ou largou o papel de Merida, na próxima obra-prima da Pixar). Prefiro Pattinson

a ela, mas longe de ser fã dele... O livro talvez eu leia um dia

(talvez, pois são muitos os que eu planejo ler). Gostaria de uma edição

sem aquela capa ridícula com os atores.

 

 

 

Lucyfer2011-09-11 17:13:57

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VIDEODROME

 

Prato cheio para quem se sente à vontade com obras estranhas, pesadas, metafóricas. Os efeitos especiais incomuns e os grotescos truques à base de maquiagem de Rick Baker, aliados à música densa de Howard Shore sinalizam uma experiência que descende progressivamente rumo a uma aura de pesadelo hardcore.

 

Cronenberg, contudo, nunca se interessou em limitar o apelo de seus enredos ao fator 'choque' ou 'nojo': assim como no posterior A Mosca, o show de horrores apresentado em Videodrome propicia leituras que realçam sua longevidade para aqueles que esperam algo além de emoções instantâneas.

 

O filme, com surpreendente grau de visionarismo e relevância para com a atualidade, sugere que as pessoas estão se entregando em demasia a tecnologias que veiculam mídia. Suas vidas passam a equivaler a uma fantasia virtual, enquanto suas mentes representam um campo suscetível à inoculação insidiosa dos conteúdos mercenários e dominadores veiculados. Em Videodrome, as consequências incluem deformação física e perda da autonomia. Nos primórdios dos anos 80, o alvo era a televisão; hoje, além dela, há a internet.

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Bela análise. Pra mim, o filme é obra-prima.

 

 

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Rainha Margot é exagerado mesmo, e pesado. Inclusive eu comentei que é um exagero ela sair pelas ruas procurando sexo com estranhos. O relacionamento dela com os irmãos e aquele sujeito prevendo o futuro em cadáveres também passam dos limites. Mas eu gosto do resultado que o filme consegue com seus excessos.

 

Lucyfer2011-09-12 06:37:02

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Conan
Remake até razoável do filmão do Schwarzza q aqui carrega numa mistureba videoclipada de “Piratas do Caribe” , “Furia de Titãs” e “Gladiador” . Claro q as comparações com o original serão inevitáveis: Jason Mamão não tem porte, presença e mto menos o carisma carrancudo do Governator, limitando-se a somente fazer uma eterna e canastra cara-de-mau; e a trilha genérica do Tyler Bates não chega ao dedo mindinho da clássica (e copiada à exaustão) do Basil Poledouris. Entretanto, desconsiderando estes dois principais detalhes q fizeram diferença no filme de 82, a produção dá pro gasto como matinezinha básica. Gostosinhas pitchulecas semi-nuas, batalhas sangrentas bem coreografadas e até o Ron “Hellboy” Perlman ta interessante como o pai do herói cimério. Poderiam apenas ter trocado esse vilão meia-boca (a filha malvada dele ta bem + mais interessante) e esticado um pouco mais a adolescência do personagem, q aqui ficou bacana. 8/10

 

Conan%20Pôster
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Esposa de Mentirinha. Mais uma comédia romântica banalzinha até dizer chega que tem no casal central o seu maior trunfo. Vou confessar que eu só vi pq tava precisando relaxar depois do peso que A Rainha Margot me proporcionou e escolhi essa pq eu amo a Aniston.

 

Até tem duas subtramas que se fossem melhor desenvolvidas renderiam ótimos momentos mas limitam-se ao ficar na superficialidade. As piadas são o pior do filme e eu quase não ri com tanta escatologia e nojeira dita perto de duas crianças. Por mais que elas não sejam inocentes no filme, eu evitaria ao máximo que meus filhos, se os tivesse, ouvissem tanta besteira.

 

Os atores mirins são bons e a aparição de Kidman também dá um plus pro filme (o jeitinho de competidora superior e nojenta dela é bacaninha). Mas o melhor mesmo é ver como Sandler e Aniston se divertem juntos. Os dois riem de si mesmos e adoram estar em cena e isso é o mais gostoso do filme. Nem falo do roteiro pra não me estressar.

 

 É por conta desse tipo de filme que eu digo: a Aniston pode ser o que for mas, pra mim, tem um encanto incrível e consegue torná-lo menos insuportável. 5,0/10
bs11ns2011-09-12 13:51:54
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CRONOS

 

CronosDelToro_1.jpg

 

A que preço a imortalidade? Seria ela uma vitória  sobre as regras da natureza ou um fardo inominável?

 

E se as nocivas necessidades vitais engatilhadas pelo vampirismo entrarem em choque com a firmeza de caráter do sanguessuga?

 

Del Toro, empregando-se de dispositivos narrativos e motivos visuais que iriam retornar mais apurados em obras subsequentes como A Espinha do Diabo e O Labirinto do Fauno, debruça-se sobre essas indagações, encampando-as numa aura de conto-de-fadas adulto que toma por base as convenções da ficção gótica.

 

O resultado é sempre instigante, porém afetado pela inexperiência de Del Toro em seu longa de estreia: o clímax carece de energia e tensão; um freio na música intrusiva seria benvindo; o senso de humor bizarro por vezes destoa do conjunto e distrai em vez de divertir.

 

Ainda assim, Cronos salta à vista como o início da carreira de um artista de formidável imaginação.

 

***/*****

 

 

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Premonição 5
O q se pode comentar de uma franquia cujos episódios se resumem a apenas eliminar seu jovem elenco aos poucos, partindo do pressuposto q ao escaparem da morte num desastre, a dita cuja não deixou barato e parte atrás de cada um dos sobreviventes??? Ué, resta nada mais senão q comentar as mortes dessa ilustre moçada q desponta pro anonimato, q pelo menos primam pela criatividade, uma variacao do filme dos slashers. No caso deste, as mais agoniantes e divertidas são às do ginásio, no acupunturista e no oftalmo. Tem até uma idêntica à do Donnie Darko e um breve videoclipe contendo tds as mortes da franquia, antes dos créditos finais. O desastre inicial, na ponte pênsil, é tão bem feito qto o do acidente na rodovia, no segundo filme. Ah, e no intuito tentar se diferenciar dos demais, este episódio cria uma interessante elipse com o primeiro filme, onde (SPOILLER) no final da projeção, o “casal-guti-guti-sobrevivente” acaba indo pro saco no acidente de avião q deu origem à franquia, na película de 2000. 7/10

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Revisto O AVIADOR

 

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Scorsese biografa um homem visionário - no ramo da aviação e do cinema -, num período atraente para qualquer pessoa interessada na história da Sétima Arte: entre as décadas de 30 e 40. Empresário implacável, controlador minucioso, teimoso feito uma mula, Howard Hughes investia os milhões herdados de seu pai magnata do petróleo em empreitadas, no mínimo, épicas. O hoje clássico Hell's Angels, o navio-voador H-4 Hércules. Colecionava amantes estreladas, do naipe de Katharine Hepburn, Bette Davis e Ava Gardner.

 

Mas

sofria de fobia de germes, medo aparentemente instilados na infância por

sua mãe. O céu poderia ser o limite, de uma forma literal, para o

aviador, caso sua mente corroída pelo transtorno obsessivo compulsivo

não o tivesse impedido de continuar atingindo grandes alturas.

 

A abordagem de Scorsese é proporcional, em espetáculo e grandiosidade, à vida de Hughes. Foi o mais estiloso lançamento de 2004, arrecadando estatuetas da Academia pela direção de arte, pelos figurinos, pela fotografia, pela edição e pela imitação de Hepburn por Cate Blanchett. Em casa, entretanto, tem uma parcela de sua magia diluída. É uma obra que clama pela telona.

 

****/*****

 

 

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