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Morgen
Interessante produção romena q, economizando diálogos e com jeitão documental, fala da amizade silenciosa improvável em meio a imigração ilegal na Europa. Algo como misturar o argentino “Um Conto Chinês” , o belga “Ilegal” , o americano “Terminal” e paraguaio “Gigante”. Na trama, romeno endividado se vê subitamente acolhendo um turco ilegal (q não fala patavinas seu idioma) em casa, pra desespero da esposa. E enqto promete ajudar o cara chegar à Alemanha, usa seu din-din pra fins pessoais, esticando mais sua permanecia sob risco de ser pego pelas autoridades. É bom ver q em meio a xenofobia, nacionalismo exacerbado, abuso policial e preconceito sob uma ótica crua e realista, há espaço tb pra solidariedade velada. E de como pequenos gestos podem mudar o caráter de uma pessoa. O ritmo é lento e arrastado, bem no estilo europeu. Não há trilha alguma. E esse é seu gde charme, pois não há sentimentalismo piegas e seus carismáticos (e desconhecidos) atores ajudam nessa tarefa. Cenas bacanas: a do jogo de futebol; do corte de lenha; e a sequencia inicial do quiprocuó do peixe na fronteira, por si só emblemática do resto do filme. 9/10

 

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Morgen
Interessante produção romena q' date=' economizando diálogos e com jeitão documental, fala da amizade silenciosa improvável em meio a imigração ilegal na Europa. Algo como misturar o argentino “Um Conto Chinês” , o belga “Ilegal” , o americano “Terminal” e paraguaio “Gigante”. Na trama, romeno endividado se vê subitamente acolhendo um turco ilegal (q não fala patavinas seu idioma) em casa, pra desespero da esposa. E enqto promete ajudar o cara chegar à Alemanha, usa seu din-din pra fins pessoais, esticando mais sua permanecia sob risco de ser pego pelas autoridades. É bom ver q em meio a xenofobia, nacionalismo exacerbado, abuso policial e preconceito sob uma ótica crua e realista, há espaço tb pra solidariedade velada. E de como pequenos gestos podem mudar o caráter de uma pessoa. (1) O ritmo é lento e arrastado, bem no estilo europeu. (2) Não há trilha alguma. E esse é seu gde charme, pois não há sentimentalismo piegas e seus carismáticos (e desconhecidos) atores ajudam nessa tarefa. Cenas bacanas: a do jogo de futebol; do corte de lenha; e a sequencia inicial do quiprocuó do peixe na fronteira, por si só emblemática do resto do filme. 9/10
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(1) Adoro! 05

(2) Você sempre prefere a ausência de trilha sonora? Tem filmes em que a trilha atrapalha, mas eu jamais diria que é sempre melhor sem ela. Quando eu penso em filmes como A Fraternidade é Vermelha...
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AMOR SEM ESCALAS

 

up_in_the_air.jpg

 

George Clooney empresta seu carisma a um "demitidor" profissional que passa mais de 320 dias por ano voando. Ele também dá palestras nas quais o gancho do palavrório é a comparação entre relações interpessoais e uma mochila pesada, que só torna a vida lenta, cheia de amarras. O solteirão acredita nisso: suas únicas conexões humanas são fugidias, ligadas ao trabalho - a própria família dele parece reagir como se estivesse diante de um velho conhecido quando ele dá as caras. "É um estilo de vida", repete.

 

Caso o filme se limitasse a isso, não haveria drama, e os roteiristas jogam umas pedras no meio do caminho do personagem que o farão repensar sua filosofia solitária e valorizar a companhia permanente de terceiros. A "dramédia" é leve, flui como uma brisa, mas pelo menos tem conteúdo e atuações cativantes de Vera Farmiga, Anna Kendrick e Clooney.

 

B

 

 

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Mais duas comédias (não desisto delas, não adianta rs):

 

Casa Comigo? Mais uma das que têm a fórmula bem batida do casal que se conhece por acaso e se odeia logo de início mas vai se apaixonando aos poucos até o finalzinho previsível. Uma coisa que eu odiei foi o fato desse encontro ocorrer por uma simples birra e marra da protagonista que cisma de ir pra Irlanda com o noivo para que a tradição das noivas serem pedidas em casamento pelos noivos num dia específico do ano seja cumprida. Que raio de argumento mais sem sentido é esse? A parte boa do filme são as belíssimas paisagens, as situações cômicas nas quais ela se envolve pra conseguir chegar a tempo á cidade onde o noivo a espera, a Amy Adams que é uma fofura faça o que fizer e a trilha lindíssima que conta com músicas do Mamas and the Papas, entre outros. Se o roteiro não ajuda, pelo menos há outras coisas que encantam e ajudam o longa a não ser uma bomba tão grande assim. 6,0/10

 

Uma Noite Fora de Série. Outro filme que tem um roteiro pífio (e isso me espantou vindo de algo escrito por Tina Fey, do 30 Rock) e que conta com seus protagonistas, a própria Tina e Steve Carell (ambos inspirados e carismáticos), para escapar do grosseiro e ridículo. Propostos a realizar algo diferente do que sempre fazem na rotina do casamento, os dois saem pra jantar num restaurante badaladíssimo em Nova York. Ao pegarem a reserva de um outro casal, se metem em uma encrenca sem tamanho, da qual sairão somente com a ajuda do personagem de Mark Whalberg (descamisado, rende boas risadas). O restante do filme é desnecessário, sem função e muito aquém da premissa que se estabeleceu. Tem participações de Ray Liotta, James Franco e Mila Kunis. 5,0/10 
bs11ns2011-11-07 10:12:28
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A Casa de Alice - Chico Teixeira, Brasil, 2007 - 9/10

 

Uma família brasileira cheia de problemas, como tantas outras. Não corresponde nem a padrões realistas do que uma família deveria ser. O cotidiano mesquinho é exposto com uma direção sem firulas, trilha sonora inexistente, diálogos realistas, atuações naturais e atores com aparência comum. É quase como se tivessem instalado câmeras escondidas. A essência do filme é um naturalismo contundente, que não expõe apenas o que há de ruim, mas dá destaque ao lado não lisonjeiro do ser humano (defeitos como hipocrisia, indiferença e falta de lealdade). O final é repentino e não resolve nada, porque a vida é assim, não se resolve, apenas vai seguindo com seus problemas. 

 

 

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La Piel que Habito     5.3/10

Mais uma prova de que o Almodóvar não consegue me fisgar. A estória não é ruim não, bastante rica em detalhes. E ele ainda trata de um tema de degradação e loucura que eu gosto bastante. Mas não funciona, muito pelo contrário.

 

Não gosto do ritmo do filme, do timing (não sei porque, mas mesmo acontecendo tanta coisa eu fico cansado de assistir) e não consigo comprar a trama, acho tudo absurdo demais partindo de um universo muito próximo do real (para distinguir bem de filmes como Matrix, por exemplo). Também não contribui em nada o fato de eu simplesmente não gostar de nenhuma das criações de personagens do diretor espanhol (e não é só nesse filme).

Sabe o que parece quando eu termino de ver os filmes dele? Que é o mesmo discurso contado com artifícios diferentes a cada filme.

 

Aqueles filmes sexualizados, a visão dele da feminilidade permeando e flertando com o sexo masculino, situações moralmente questionáveis, blábláblá. Como a forma dele de discursar não me agrada (por vezes acho até de mau gosto ou exageradas), bem como a manipulação dos elementos de construção dos seus filmes, permanece como o único diretor tido como de "qualidade' que eu não suporto nenhum dos filmes que já vi. E esse é o sétimo.

 

 

 

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Eu queria ler o texto do Scofield sobre A Pele que Habito, mas tenho medo de descobrir o que não devo, e não adianta dizer que não tem spoiler. Se eu pudesse assistir logo... Mas não chegou aqui.

 

 

 

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Morangos Silvestres - Smultronstället, Ingmar Bergman, Suécia, 1957 - 8/10

 

No caminho, um trio de jovens cheios de animação e vitalidade, para lembrá-lo de como é ter a vida pela frente, e um casal problemático, para lembrá-lo do que é um casamento ruim. E na mente dele, recordações e algum arrependimento. Estar mais próximo do fim da vida é um incentivo para Isak voltar tantas vezes ao passado, com alguma tristeza, mas também com bom humor (não é um filme pesado, apesar do tema). Numa vida inteira, há tanto o que lembrar, mas a história não destrincha o personagem e seu passado, apresenta o essencial e deixa algo para nossa imaginação. O encanto da nostalgia num filme agridoce. 

 

 

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A Casa de Alice - Chico Teixeira' date=' Brasil, 2007 - 9/10

 

Uma família brasileira cheia de problemas, como tantas outras. Não corresponde nem a padrões realistas do que uma família deveria ser. O cotidiano mesquinho é exposto com uma direção sem firulas, trilha sonora inexistente, diálogos realistas, atuações naturais e atores com aparência comum. É quase como se tivessem instalado câmeras escondidas. A essência do filme é um naturalismo contundente, que não expõe apenas o que há de ruim, mas dá destaque ao lado não lisonjeiro do ser humano (defeitos como hipocrisia, indiferença e falta de lealdade). O final é repentino e não resolve nada, porque a vida é assim, não se resolve, apenas vai seguindo com seus problemas. 

 

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Gostei desse também e concordo com você, é como se tivessem câmeras escondidas tamanha a naturalidades dos atores. Filme cru que não aponta para esperança nenhuma.
 
 
 
 
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UM ATO DE LIBERDADE

 

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Defiance apresenta sequências de ação nervosas, conta com dois atores expressivos na linha de frente (Daniel Craig, Liev Schreiber), recria uma ambientação florestal do Leste Europeu por meio de fotografia competente, o andar da narrativa nunca aborrece. Logo, justo concluir que é bom entretenimento.

 

Poderia ser algo além disso, caso Edward Zwick fosse um cineasta capaz de imbuir suas obras com traços de personalidade e apego íntimo aos temas nelas abordados. Ele comanda o show como um profissional hábil, interessado apenas em terminar o trabalho, distanciado, em vez de se conectar ao público ou acrescentar camadas de profundidade a um passatempo raso.

 

A edição enxuta até demais pouco espaço proporciona às imagens para se assentarem, causarem impacto. Revelações vêm e vão, fatos se acumulam, o tempo passado entre um evento e outro parece incerto, pouco se sentindo seus efeitos sobre os personagens.

 

Caso tivesse sido encenado com a mesma displicência do anterior Diamante de Sangue, o resultado teria sido um embaraço à memória dos irmãos Bielski.

 

B

 

 

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I vampiri - Riccardo Freda / Mario Bava, Itália, 1956

 

Tem bons cenários sinistros, mas não assusta. E eu não tive interesse pelo mistério. Não há muito o que dizer... Parei na metade.

 

 

 

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Martyrs - Pascal Laugier, França, 2008 - 10/10

 

Não vou tentar descrever Martyrs. Sei quais palavras eu posso usar, mas elas não parecem suficientes. Basta dizer que eu lembrei de um excelente motivo para assistir a filmes: ter experiências sublimes de vez em quando, e que por não serem muito frequentes, são ainda mais especiais.

 

 

 

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Uma Noite Fora de Série. Outro filme que tem um roteiro pífio (e isso me espantou vindo de algo escrito por Tina Fey' date=' do 30 Rock) e que conta com seus protagonistas, a própria Tina e Steve Carell (ambos inspirados e carismáticos), para escapar do grosseiro e ridículo. Propostos a realizar algo diferente do que sempre fazem na rotina do casamento, os dois saem pra jantar num restaurante badaladíssimo em Nova York. Ao pegarem a reserva de um outro casal, se metem em uma encrenca sem tamanho, da qual sairão somente com a ajuda do personagem de Mark Whalberg (descamisado, rende boas risadas). O restante do filme é desnecessário, sem função e muito aquém da premissa que se estabeleceu. Tem participações de Ray Liotta, James Franco e Mila Kunis. 5,0/10 [/quote']

A Tina Fey não escreveu o roteiro do filme. O roteirista é um tal de Josh Klausner, o mesmo que cometeu Shrek Terceiro. No mais, Date night é válido exclusivamente pelos dois protagonistas, que conseguem tirar o máximo dos seus papéis.

 

 

casa-de-alice.jpg

A Casa de Alice - Chico Teixeira' date=' Brasil, 2007 - 9/10

 

Uma

família brasileira cheia de problemas, como tantas outras. Não

corresponde nem a padrões realistas do que uma família deveria ser. O

cotidiano mesquinho é exposto com uma direção sem firulas, trilha sonora

inexistente, diálogos realistas, atuações naturais e atores com

aparência comum. É quase como se tivessem instalado câmeras escondidas. A

essência do filme é um naturalismo contundente, que não expõe apenas o

que há de ruim, mas dá destaque ao lado não lisonjeiro do ser humano

(defeitos como hipocrisia, indiferença e falta de lealdade). O final é

repentino e não resolve nada, porque a vida é assim, não se resolve,

apenas vai seguindo com seus problemas. 

 

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Gostei

desse também e concordo com você, é como se tivessem câmeras escondidas

tamanha a naturalidades dos atores. Filme cru que não aponta para

esperança nenhuma.

 

 

 

 

Esse é muito bom mesmo. Deu até vontade de rever.

 

-felipe-2011-11-08 23:16:51

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Altitude

Produção indie canadense q não dava nada e mostrou-se um thriller de suspense sobrenatural bem eficaz naquilo q se propõe: um episódio claustrofóbico do seriado "Alem da Imaginação" de 90min. No caso, com elementos de "Turbulencia""Voo Noturno" , "Heroes"  e até o episodio do aviao do longa-metragem "Alem da Imaginação" (84), dirigido por George Miller. Na trama simploria, Cinco jovens alugam um teco-teco q os leve a um show de Coldplay, mas durante o vôo sao surpreendidos por uma estranha nuvem negra q parece ser uma especie de limbo, com estranhos habitantes alados saidos de "O Nevoeiro" . Búúúú! O clima q perdura é de tensao, agonia e sufoco constante gde parte em fcao da estreita e unica locação do desafortunado quinteto: o exiguo espaço do bimotor. Mas o filme peca somente por carecer de um fator q mantenha o roteiro mais coeso, principalmetne no q tange as explicações do q acontece de fato. Alem do final, q deixa a desejar e podia ser melhoirzinho. Mas vale uma visita pelo q construiu ate la e pelas gostosas da pelicula. Afinal, o q vale mesmo é curtir a viagem e não seu destino final.  8/10

 

alti.CAPATELONA.jpg

 

 
Jorge Soto2011-11-09 09:29:52
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UM SONHO POSSÍVEL

 

the-blind-side-movie.jpg

 

Sandra Bullock poderia ter destruído Um Sonho Possível caso tivesse sido imprudente ao compor sua personagem. Leigh Anne Tuohy é uma mãe de família, sulista, republicana, de personalidade forte, cristã, membro da National Rifle Association. Corria o risco de alienar a plateia, ser insuportável. Na pele (e carisma) de Bullock, ela é uma força da natureza. A atriz deixa clara a sinceridade do altruísmo de Leigh Anne - assim como o próprio filme, totalmente despido de cinismo. A família Tuohy é legal, o garoto humilde não tem maldade, as coisas dão mais certo do que errado e assim por diante. John Lee Hancock dirigiu um drama feel good bensucedido, engraçado, leve. Feito sob medida para agradar, restaurar a fé na bondade de algumas pessoas. E nada além disso.

 

B

 

 

Cremildo2011-11-09 10:33:10

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TOKYO_SONATA_press.jpg

Tokyo Sonata - Kiyoshi Kurosawa, Japão, 2008 - 7/10

 

A família não se odeia, mas falta calor humano e proximidade. Do lado de fora, existe um mundo que consegue ser pior. O responsável pelo sustendo da família fica desempregado, porque a empresa prefere contratar três funcionários pelo preço de um, e para voltar a ser gente ele precisa trabalhar, mas é rejeitado como uma coisa descartável. Até se ver obrigado a aceitar um emprego do tipo que muitos dizem ser digno como qualquer outro, mas ninguém quer. Ele, a esposa e os dois filhos, num estado que beira a apatia, vão afundando lentamente, mas a depressão deles não é culpa apenas das consequências do desemprego, que nem chegam a um ponto terrível. A crise que a esposa tem envolvendo um ladrão é um exagero, podia ter sido mostrada de outra forma, e o filme sofre ligeiramente de tédio, mas nada muito grave.

 

 

 

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A Sétima Alma (My soul to Take), 2010

 

Wes Craven

 

 

 

Não vou falar muita coisa, apenas que é um pisada de bola do Wes, muita enrolação na trama com um final meio estupido.

 

 

 

A historia é de um garoto de 16 anos que divide um problema com mais 6 colegas terem nascido no mesmo dia, mesmo dia que um psicopata morre, ocorre então mistério de que este assassino tenha reencarnado em um deles, e assassinatos recomeçam, o mistério é que um deles pode ser o matador.

 

 

 

O filme não tem criatividade, enrola e enrola para nos fazer acreditar numa coisa e não é depois, coisas sem nexo e um final nada a ver...

 

 

 

Vou ver The Dead, estão falando bem deste filme de zombies na Africa.Angellus Lestat2011-11-09 12:09:59

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O melhor é o Freaky Friday de 1976.

Nunca vi o de 76' date=' mas acho a refilmagem bem divertida. Jamie Lee Curtis está impagável no filme.
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E eu nunca vi a refilmagem. Outro filme assim que eu assisti foi Wish Upon a Star, com Katherine Heigl, em que a troca acontece entre duas irmãs. Eu penso em ver It's a Boy Girl Thing, em que dois adolescentes do sexo oposto que se odeiam... Vocês sabem o resto. Se eu assistir vai ser só pela beleza de Kevin Zegers (aquele que interpretou o filho do transexual em Transamérica).

 

Por causa do sucesso do Quero ser Grande, saiu muito filme desse tipo de filme de troca de corpos nos anos 80 (na verdade, acabou que todos sairam meio juntos em 87 e 88).

 

Me lembro desses 3 (nem sei se teve mais):

 

Vice Versa (Vice Versa, 1988)

 

-Vice-Versa.jpg

 

Tal pai Tal Filho (Like Father, Like Son, 1987)

 

6185.jpg

 

De Volta aos 18 (18 Again, 1988)

 

f3ae3e5818again1988.jpg

 

Vice Versa e Tal Pai Tal Filho tem premissas iguais já que é o pai trocando de corpo com o filho. A diferença é que no Vice versa o filho é criança e no Outro o filho é adolescente. Já no De Volta aos 18, o avô fica no corpo do neto depois de um acidente.

 

Desses o melhor, que me lembro era o Vice Versa. Até porque foi o que vi mais, passou muito na sessão da tarde. Mas faz um tempão que vi eles.

 

(E teve um telefilme da Disney, que é igual ao Quero ser Grande com um menino ficando adulto, que passou muito no SBT, mas esse nem lembro o nome)
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X-Men Primeira Classe (X Men First Class, Dir.: Matthew Vaughn, 2011) 3/4

 

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SPOILERS

 

Mais um grande filme da série, como há muito tempo não se via. O pecado é o final. Já concluíram tudo aqui (com o Erik se tornando Magneto, o Xavier ficando paralítico e a separação dos dois). Gostaria de continuar vendo o Xavier e Magneto trabalhando juntos ainda num novo filme, montando e firmando melhor essa primeira equipe dos X Men. Essa separação rolaria melhor se rolasse no fim do 2º filme (como esse 2º filme vai realmente sair, essa separação deles aqui ficou meio sem sentido pra mim).

 

Gremlins (Gremlins, Dir.: Joe Dante, 1984) 4/4

 

gremlins.jpg

 

Em BD.

 

Um dos filmes notáveis da década de 80. Mas eu tenho uma preferência pelo 2º filme.
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Mais um grande filme da série' date=' como há muito tempo não se via. O pecado é o final. Já concluíram tudo aqui (com o Erik se tornando Magneto, o Xavier ficando paralítico e a separação dos dois). Gostaria de continuar vendo o Xavier e Magneto trabalhando juntos ainda num novo filme, montando e firmando melhor essa primeira equipe dos X Men. Essa separação rolaria melhor se rolasse no fim do 2º filme (como esse 2º filme vai realmente sair, essa separação deles aqui ficou meio sem sentido pra mim).[/quote']

 

Concordo que seria bem interessante se trabalhar Magneto e Xavier ainda juntos em uma sequência. Mas de certo modo o filme é sobre essa cisão. Ficaria meio vazio se ela não acontecesse.
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UM SONHO POSSÍVEL

 

the-blind-side-movie.jpg

 

Sandra Bullock poderia ter destruído Um Sonho Possível caso tivesse sido imprudente ao compor sua personagem. Leigh Anne Tuohy é uma mãe de família, sulista, republicana, de personalidade forte, cristã, membro da National Rifle Association. Corria o risco de alienar a plateia, ser insuportável. Na pele (e carisma) de Bullock, ela é uma força da natureza. A atriz deixa clara a sinceridade do altruísmo de Leigh Anne - assim como o próprio filme, totalmente despido de cinismo. A família Tuohy é legal, o garoto humilde não tem maldade, as coisas dão mais certo do que errado e assim por diante. John Lee Hancock dirigiu um drama feel good bensucedido, engraçado, leve. Feito sob medida para agradar, restaurar a fé na bondade de algumas pessoas. E nada além disso.

 

B

 

 

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Eu até hoje não tinha visto alguém definir tão bem esse filme.  Claro que indicação a melhor filme talvez tenha sido exagero (talvez, porque na lista tinha Precious), mas o prêmio pra Bullock foi mais que merecido (até pela concorrência irregular) e é um bom filme com lição de moral baseado em fatos reais.  Parabéns Cremildo!

 

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Valeu pela correção felipe. Fui procurar agora e vi que realmente me enganei. Ainda bem que não foi a Tina que cometeu este aqui, assim só ficarei com a boa atuação dela na memória.

Não vejo absolutamente nada nesse Um Sonho Possível. É bobíssimo, cheio de clichês mal utilizados, sem nada de interessante, meloso até a alma, arrastado, sem qualquer graça, profundidade ou densidade. Pra mim a personagem não é nada mais do que a extensão da Bullock (leia-se autoritária, controladora, mandona, cheia de manias, egocêntrica e autocentrada). A única coisa que o filme restaurou em mim foi a certeza que eu já tinha das limitações dela como atriz. Tenho paixão pela atuação da Sidibe no Precious que, assim, como as outras três indicadas, é muito mais sincera e bem feita do que este alter ego insuportável de Bullock. O lobby falou muito mais alto! 
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Interessante. Você a conhece pessoalmente?

 

Não e nem quero! Mas em tudo o que vejo dela - entrevistas, matérias, artigos e reportagens - ela aparece dessa forma, pelo menos alguns dos que falam dela dizem que é assim que se porta. Mas vc tá certo. Não a conheço mesmo. Então vou trocar meu argumento. A atuação dela, na maioria dos filmes, não me apresenta nenhuma naturalidade. Todas me soam forçadas e artificiais, me dando a impressão de que ela não está atuando e sim sendo ela mesma. 
bs11ns2011-11-09 22:40:21
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O nome da Rosa

 

Great movie!

 

Arrastado, porem muito bom. Obrigatorio pra quem se interessa pela era medieval (em especial a baixa)

 

Um dos finais mais belos do cinema...

 

Sean Connery play like a boss.

 

 

 

Christian Slater = Adso k.   HAuhushauhsuahsuahsuhsaCalvin2011-11-09 23:28:02

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X-Men Primeira Classe (X Men First Class' date=' Dir.: Matthew Vaughn, 2011) 3/4

  

SPOILERS

 

Mais um grande filme da série, como há muito tempo não se via. O pecado é o final. Já concluíram tudo aqui (com o Erik se tornando Magneto, o Xavier ficando paralítico e a separação dos dois). Gostaria de continuar vendo o Xavier e Magneto trabalhando juntos ainda num novo filme, montando e firmando melhor essa primeira equipe dos X Men. Essa separação rolaria melhor se rolasse no fim do 2º filme (como esse 2º filme vai realmente sair, essa separação deles aqui ficou meio sem sentido pra mim).[/quote']

Essas resoluções foram a única coisa que me incomodou no filme. Me pareceu um pouco "talvez não tenha um segundo filme então vamos atar todos os nós de uma vez". Em menos de 5 minutos explicou-se como Xavier ficou paralitico, como brigou com Magneto e como a Mistica passou para o lado oposto. Teria ficado melhor sem isso.

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