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UM HOMEM MISTERIOSO - 7/10 - Para o bem e para o mal é um filme americano narrado com a paciência européia. É a velha narrativa do matador de aluguel que está em vias de executar o seu último trabalho antes de conseguir suas merecidas férias. George Clooney tem mais uma oportunidade de mostrar que é um excelente protagonista, ele carrega o filme sozinho, aparecendo em absolutamente todas as cenas e ele traz uma humanidade ao seu personagem que o torna mais vulnerável embora seja muito bom no que faz. O início é fabuloso com uma sequência no meio da neve, tensa, capaz de deixar o espectador com os nervos à flor da pele, mas a tal última missão acaba se arrastando ao longo da narrativa já que se mostra óbvia após algumas primeiras pistas. Os desdobramentos emocionais são previsíveis, mas conseguem ter apelo graças ao carisma do casal e as reviravoltas cumprem o seu papel. Ao final fica aquela sensação de que a frieza e a impessoalidade da produção acabaram sendo o principal mérito e o seu maior defeito. Thiago Lucio2011-04-05 22:04:34

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Nosso dia chegará
Curiosa comédia dramática francesa com formato de “road-movie” esta estréia do rebento do Costa Gravas na direção. Misto de “Thelma & Louise” e “Clube da Luta” , a dupla Vicent Cassel e Olivier Barthelemy funciona com perfeição: o primeiro não precisa dizer mais nada por já ser maridão da Belluci; já o segundo, um clone do Jesse Eisenberg so q menos raquítico, tb impressiona pela responsa com q faz da dupla unha-e-carne e redireciona de forma radical o curso psiquiátrico inicialmente proposto pelo primeiro. Humor negro pra lá de surreal, com destaque pra cena do casamento. A estoria gira em torno da dupla q se manda pra Irlanda afim de alcançar o “paraíso dos ruivos”, por sinal marginalizados na França (!?). Não procure respostas ou metáforas e apenas assista, assim como o iraniano “Copia Fiel” . 8,5/10

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Estão Todos Bem. É um filme que me surpreende quando trata de dois temas adultos e difíceis de um forma madura e bem concebida: perda e solidão na terceira idade. Quando o personagem de De Niro se questiona sobre o que fazer da vida depois de um casamento de décadas' date=' a direção consegue se sobressair com planos afastados dele, luzes baixas, cores pasteis e um trem que deixa clara a passagem do tempo independente do que aconteça em nossas vidas. Não gosto especialmente da atuação de De Niro por não achá-lo adequado ao papel. A contenção de expressões, gestual e um olhar mais apurado, mais minimalista ficaria melhor nesses momentos em que ele se vê sozinho. Talvez o Nicholson seria mellhor aqui, como foi em Confissões de Schmidt, onde dá um banho (o filme também é melhor, mais bem acabado e resolvido). Já quando o roteiro se remete á vida dos filhos, o longa me decepcionou ao optar pelos clichês comuns ao gênero e, por pouco, não transformar o pai no responsável pela infelicidade de seus quatro filhos. Os quatro personagens também não são bem construídos. Suas razões, escolhas, personalidades não são investigadas. Você não conhece os quatro, não sabe como chegaram até ali, embora fique claro que não são felizes em suas vidas. Tudo soa muito artificial, distante, programado nessas partes. Dos três atores (um deles só aparece numa pequena cena no fim) o que menos compromete é Sam Rockwell, contido e dramático no ponto certo. O texto ás vezes derrapa feio ao tentar dar lições de moral ou passar mensagens manjadas, como na cena do trem, onde De Niro conversa com uma mulher. O final tem um tom de melodrama excessivo e dispensável pois já estava na cara que só poderia terminar daquele modo. Nem a cena do quadro que David pintou, que tem um significado especialíssimo pra família, dá maior ênfase a esse drama que poderia ter sido belíssimo. 5,0/10[/quote']

 

 

 

O original do Giuseppe Tornatore já não era uma maravilha (apesar do Mastroianni)... Nem fiquei com vontade de ver esse.

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A Viagem de Chihiro (2001) - 5/ 5

 

Este aqui tem alguns dos cenários mais belos de animações que eu já vi. Miyazaki se rendeu um pouco (mas não totalmente) à computação gráfica e o resultado é impressionante. A história, que pode parecer sem sentido ou fantasiosa demais no papel, funciona perfeitamente na lógica do próprio filme e consegue surpreender e emocionar na medida certa. O interessante é que, conforme o filme avança e Chihiro evolui, perdendo o medo e a timidez, o ambiente e personagens que a cercam também nos parecem menos intimidadores e perigosos, até o ponto de, no final da produção, serem engraçados e divertidos. O final, aliás, é um dos pontos fortes. (Spoiler) Sem apelar para o Foi Tudo Um Sonho (maior erro do Mágico de Oz, por exemplo), o roteiro deixa as possibilidades de reencontro em aberto, deixando de ser um final feliz para adquirir um tom mais contemplativo e reflexivo. É uma grande injustiça para ambos os lados dizer que Miyazaki é o Walt Disney japonês. São dois estilos completamente diferentes, fascinantes à sua própria maneira.

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Doce Vingança
“Jogos Mortais” encontra “Amargo Pesadelo” . Refilmagem de um trash dos 78, a trama gira em torno da patricinha indefesa q encontra no mato um quarteto de caipiras de deixar o Champinha parecendo coroinha de igreja no quesito brutalidade. Claro q a moça é dada como morta (após ser estuprada e mais o escambáu) mas ela volta pra dar o troco com + requintes de crueldade q seus algozes. O batido tema da vingança aqui ta mais pra “O Albergue” q pros interessantes filmes orientais ( "Lady Vingança" ), q exploram melhor o assunto. Interpretações canhestras onde a atriz principal parece não se dar conta q o filme gira em torno dela, desfilando boa parte do tempo com a buzanfa de fora. Restam apenas o xerife e o retardado, cujos papeis conseguem ser mais interessantes. Enfim, fica apenas um pseudo-hardcore caricato, clichê e repleto de furos, mas pra quem curte algo sadomasô é prato cheio. Feito sob medida pra agradar unicamente a catarse escapista do publico femenino, pois é tão previsível qto “Premonição” onde apenas resta adivinhar como serão as mortes.  Mas nao tem como nao fechar as pernas qdo ela capa um cara.. 7/10

 

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Jorge Soto2011-04-07 08:18:52

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Paranoid Park. Há alguma coisa de estranha e esquisita nesse painel sobre a introspecção e complexidade da adolescência. Talvez seja a falta conclusões da história central. Não há muitas resoluções e nem muitas respostas presentes na vida do garoto caladão e confuso que' date=' em meio á separação dos pais, tenta encontrar sua "turma", apesar de também se sentir distante dela. Temas como a sexualidade e vida desregrada dessa época também são abordados aqui, ambos sem muita profundidade ou substância. O melhor do filme são as músicas cantadas e instrumentais, a montagem com cenas desfocadas e planos em slow motion e a boa interpretação do rapazinho que faz o protagonista. Tem boas expressões e usa bem sua carinha "de nada" pra compor um personagem bem construído e sorumbático. Repare na cena onde a troca de olhares entre ele e o detetive que investiga a morte trágica que conduz o filme diz tudo. Não me senti especialmente tocado. Incomodado pela falta de conteúdo e densidade talvez seja o mais adequado. Mas o filme não é ruim. Só não alcança o esperado. 7,5/10

[/quote']

Adoro esse filminho. Se não é profundo (no sentido Daldry/Mendes do termo), a experiência sensorial é bem única.

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Pan Negro

Produção espanhola mix dos ecos opressivos pré-franquistas de "O Labirinto do Fauno" com amadurecimento precoce de uma criança, tal qual o iraniano "Um Doce Olhar" . Evitando maniqueismos, a estoria se passa na pós-guerra num vilarejo rural  miserável perdido nos cafundós da Catalunha, onde ocorre um crime brutal q muda a rotina de tds. É ai q uma criança vai atras dos responsaveis, pois seu pai é o principal suspeito, mas vai terminar descobrindo mediante desilusoes sucessivas q nem td q reluz é ouro, seja na vila ou na sua familia. E q pra sobreviver ali vale tudo. Afinal, de q valem ideais qdo se tá na merda? A sequencia inicial do crime impressiona pacas e é o q permanecerá na mente de quem for assistir este filme ótimo, q so peca em momentos onde o roteiro se dispersa além da trama principal sem necessidade. Por exemplo, pra q aquele relacionamento (homo?) entre o moleque e o leproso? 9/10

 

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Jorge Soto2011-04-08 09:01:05

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Paranoid Park. Há alguma coisa de estranha e esquisita nesse painel sobre a introspecção e complexidade da adolescência. Talvez seja a falta conclusões da história central. Não há muitas resoluções e nem muitas respostas presentes na vida do garoto caladão e confuso que' date=' em meio á separação dos pais, tenta encontrar sua "turma", apesar de também se sentir distante dela. Temas como a sexualidade e vida desregrada dessa época também são abordados aqui, ambos sem muita profundidade ou substância. O melhor do filme são as músicas cantadas e instrumentais, a montagem com cenas desfocadas e planos em slow motion e a boa interpretação do rapazinho que faz o protagonista. Tem boas expressões e usa bem sua carinha "de nada" pra compor um personagem bem construído e sorumbático. Repare na cena onde a troca de olhares entre ele e o detetive que investiga a morte trágica que conduz o filme diz tudo. Não me senti especialmente tocado. Incomodado pela falta de conteúdo e densidade talvez seja o mais adequado. Mas o filme não é ruim. Só não alcança o esperado. 7,5/10

[/quote']

Adoro esse filminho. Se não é profundo (no sentido Daldry/Mendes do termo), a experiência sensorial é bem única.

Van Sant é um mestre em construções em que as expressões falam mais que palavras, mas este acho chatíssimo. Um engodo na carreira dele. Depois da obra prima Last Days, tudo que funcionou de forma inacreditável lá (inclusive com a experiência sensorial estupenda) ficou um saco neste, que é um sonífero natural, sem conteúdo (como o bs disse) e com um ar "cult" que não funciona.

 

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Paranoid Park. Há alguma coisa de estranha e esquisita nesse painel sobre a introspecção e complexidade da adolescência. Talvez seja a falta conclusões da história central. Não há muitas resoluções e nem muitas respostas presentes na vida do garoto caladão e confuso que' date=' em meio á separação dos pais, tenta encontrar sua "turma", apesar de também se sentir distante dela. Temas como a sexualidade e vida desregrada dessa época também são abordados aqui, ambos sem muita profundidade ou substância. O melhor do filme são as músicas cantadas e instrumentais, a montagem com cenas desfocadas e planos em slow motion e a boa interpretação do rapazinho que faz o protagonista. Tem boas expressões e usa bem sua carinha "de nada" pra compor um personagem bem construído e sorumbático. Repare na cena onde a troca de olhares entre ele e o detetive que investiga a morte trágica que conduz o filme diz tudo. Não me senti especialmente tocado. Incomodado pela falta de conteúdo e densidade talvez seja o mais adequado. Mas o filme não é ruim. Só não alcança o esperado. 7,5/10

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Adoro esse filminho. Se não é profundo (no sentido Daldry/Mendes do termo), a experiência sensorial é bem única.

Van Sant é um mestre em construções em que as expressões falam mais que palavras, mas este acho chatíssimo. Um engodo na carreira dele. Depois da obra prima Last Days, tudo que funcionou de forma inacreditável lá (inclusive com a experiência sensorial estupenda) ficou um saco neste, que é um sonífero natural, sem conteúdo (como o bs disse) e com um ar "cult" que não funciona.

 

Eu usaria um comentário bem parecido com esse do Sílvio pra dizer o que penso desses dois filmes do Van Sant, só que em ordem inversa.

Adoro Paranoid Park e acho Last Days um sonífero, apesar de até gostar um pouco também.

 

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Paranoid Park. Há alguma coisa de estranha e esquisita nesse painel sobre a introspecção e complexidade da adolescência. Talvez seja a falta conclusões da história central. Não há muitas resoluções e nem muitas respostas presentes na vida do garoto caladão e confuso que' date=' em meio á separação dos pais, tenta encontrar sua "turma", apesar de também se sentir distante dela. Temas como a sexualidade e vida desregrada dessa época também são abordados aqui, ambos sem muita profundidade ou substância. O melhor do filme são as músicas cantadas e instrumentais, a montagem com cenas desfocadas e planos em slow motion e a boa interpretação do rapazinho que faz o protagonista. Tem boas expressões e usa bem sua carinha "de nada" pra compor um personagem bem construído e sorumbático. Repare na cena onde a troca de olhares entre ele e o detetive que investiga a morte trágica que conduz o filme diz tudo. Não me senti especialmente tocado. Incomodado pela falta de conteúdo e densidade talvez seja o mais adequado. Mas o filme não é ruim. Só não alcança o esperado. 7,5/10

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Adoro esse filminho. Se não é profundo (no sentido Daldry/Mendes do termo), a experiência sensorial é bem única.

Van Sant é um mestre em construções em que as expressões falam mais que palavras, mas este acho chatíssimo. Um engodo na carreira dele. Depois da obra prima Last Days, tudo que funcionou de forma inacreditável lá (inclusive com a experiência sensorial estupenda) ficou um saco neste, que é um sonífero natural, sem conteúdo (como o bs disse) e com um ar "cult" que não funciona.

Acho que tem momentos espetaculares gerados 100% por essa sensibilidade em transformar momentos aparentemente insignificantes em sensações "de cinema", que também admiro nele (garoto no chuveiro, garotos saltando com o skate, troca de olhares garoto-detetive). Não achei que tenha ficado enfadonho ou wannabe cult.

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Gente... Fui assistir o filme Tiros em Columbine na curiosidade pois disseram que ele se parece com esse massacre que houve no Rio de Janeiro. Conta história de dois adolescentes que atiraram em 14 estudantes dentro de um colégio em Colorado.

Realmente, histórias bem parecidas... E o filme é bem feito, mas triste.

 

 

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Tartarugas Podem Voar
Filmão iraniano q so consegui assistir agora (data de 2005) e resulta numa curiosa mistura de “Guerra ao Terror” com “Os Batutinhas” (!?). A estória gira em torno de um acampamento miséravel de refugiados curdos na fronteira Ira-Iraque, antes da invasão dos States. Encravado no meio de montanhas num lugar onde a informação é poder, elas são obtidas mediante parabólicas ou previsões mediúnicas. Lá, um grupo de crianças órfãs, mutiladas e sem esperança sobrevive desativando perigosas minas terrestres nos arredores, resultando nas sequencias mais tensas e agoniantes do filme. Desgraça pouca é bobagem, mas é em torno desta infância perdida q se desenvolve a narrativa bem pessimista. O elenco mirim (e não profissional) dá de dez em td Hollyhood por transmitir com impressionante naturalidade td sofrimento e dor q vem de uma guerra q nunca pediram. Enqto o ataque americano se aproxima tristes decisões vão sendo tomadas. É recomendável ter um lenço à mão. 10/10

 

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O Van Sant é mestre em mergulhar dentro do capuz de moletom que cobre o rosto da maioria dos adolescentes. E não é aquela coisa forçada do tipo "ser adolescente é...". É simples, poético e cinematográfico. Elefante, Last Days e Paranoid Park, 3 filmaços.

 

 

 

The-last-station-19.02.10.jpg

 

A Última Estação (The Last Station, 2009, Michael Hoffman)

 

 

 

Este não foge muito do esquema "de época", concentrando sua força na atuação potente da Helen Mirren. Serviu também pra contemplar o Christopher Plummer com sua primeira indicação ao Oscar.

 

De forma bem convencional, ele apresenta o grande Tolstói (escritor de Guerra e Paz) dividido entre suas convicções humanistas e a sua própria vida, relativamente conturbada, ao lado da mulher Sofia. Se por um lado a neurose e mesquinhez dela causam estresse, a vitalidade e o amor trazem a tona tudo de bom que a vida oferece.

 

A Última Estação ainda traz o James McAvoy se aperfeiçoando nesse gênero, tentando escapar de bordões. Seria bom vê-lo dando continuidade ao exímio teatro britânico trazido para as telas por tantos de seus conterrâneos, e quem sabe também se tornar um "sir" do cinema. Stradivarius2011-04-08 15:11:05

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A Outra História Americana (1998) - 4,5/ 5

 

Filme interessante e violento, que procura expor o ódio (que aqui ultrapassa os limites do preconceito) dos norte-americanos contra os estrangeiros, principalmente negros e latinos. Um dos seus muitos acertos é a interpolação de cenas coloridas com imagens em preto e branco, fazendo um paralelo óbvio com a incompatibilidade racial e servindo para separar os dois períodos vividos por Erik Vinyard (melhor interpretação da carreira de Edward Norton). As relações pessoais são o ponto alto do filme, que consegue evitar qualquer tipo de pieguice na trajetória de mudança de ponto de vista de Erik.

 

Ao mesmo tempo, um problema é a aceitação de seu irmão Danny, que parece fácil demais, de tudo que Erik levou anos para descobrir. Em um momento, ele está empurrando seu irmão furiosamente contra a parede e no outro o está abraçando, pronto para retirar qualquer vestígio de neonazismo da sua vida. Soa um tanto forçado, quaisquer que sejam as virtudes de Erik como contador de história.

 

A violência é o ponto central do filme e, por isso, mostra-se com todas as cores (mesmo que em preto e branco) e sons, tornando-se quase insuportável em alguns momentos. O final, apesar de previsível, é bastante eficaz, apesar de esbarrar ainda no problema que citei antes. Estruturalmente, isso acaba tornando o personagem de Danny um tanto maleável demais, um maria-vai-com-as-outras e tira um pouco de sua empatia.

 

 

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Eu acho Elefante genial, inclusive é uma obra bem mais interessante como análise desse terrível massacre aqui no Rio do que o filme do Moore, que é excecional também.  Last Days eu não consegui assitir todo, mas eu realmente achei Paranoid Park chato.  Não dá tesão.  Mas claro que só em existir um cineasta que propõe uma leitura desse porte no cinema hoje em dia, o cara é gênio sem meias palavras.

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The Warrior´s Way (Sngmoo Lee, 2010)

 

Idéia genial detected:

"Vamos botar um samurai fodasso no velho oeste, cortando bundas de

cowboys!". Legal. E aí? Porra, fudeu, temos que fazer um filme agora.

Humm, precisamos imitar algum diretor... Quem? Li que um tal de Snyder é

visionário. Beleza, esse foi o cara que misturou Espartanos e gays,

certo? Sim. Legal, vamos imitar ele então, porque não temos dinheiro pra

pagá-lo. Na verdade, não temos dinheiro para locações também, então

vamos filmar tudo em um chroma key vagabundo. Vixi, agora sobrou um

dinheirinho. Ouvi dizer que a mina que fez Louis Lane tá na fila do

desemprego. Pega ela, depois a gente pensa se tem sentido ela estar no

filme. Ahhh, tem um pirata do caribe que dá pra pagar! Johnny Depp,

caralho!!!! Não, o outro.

 

 

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The Warrior´s Way (Sngmoo Lee' date=' 2010)Idéia genial detected:

 

"Vamos botar um samurai fodasso no velho oeste, cortando bundas de

 

cowboys!". Legal. E aí? Porra, fudeu, temos que fazer um filme agora.

 

Humm, precisamos imitar algum diretor... Quem? Li que um tal de Snyder é

 

visionário. Beleza, esse foi o cara que misturou Espartanos e gays,

 

certo? Sim. Legal, vamos imitar ele então, porque não temos dinheiro pra

 

pagá-lo. Na verdade, não temos dinheiro para locações também, então

 

vamos filmar tudo em um chroma key vagabundo. Vixi, agora sobrou um

 

dinheirinho. Ouvi dizer que a mina que fez Louis Lane tá na fila do

 

desemprego. Pega ela, depois a gente pensa se tem sentido ela estar no

 

filme. Ahhh, tem um pirata do caribe que dá pra pagar! Johnny Depp,

 

caralho!!!! Não, o outro.

 

 

 

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Deu uma vontaaaade de assistir..

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Pessoas' date=' alguém teria a bondade de me explicar por que 8 1/2 do Fellini tem esse nome.

 

Muito louco o filme, recomendo.[/quote']

 

The title refers to the number of movies Federico Fellini

had directed up until that point - six features, two short (1/2) films

and "half a picture" ("Luci del Varieta'" his first, co-directed with Alberto Lattuada), for a total of 7 1/2. So this one is number 8 1/2.

 

 

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Predadores (Predators, Dir.: Nimod Antal, 2010) 2/4

 

predadores_7-1.jpg

 

Curto os filmes do Predador, mas não sou fã de carteirinha da série. Achei todos filmes, até o primeiro com o Swarza, basicamente bons (tirando o AVP2 que é uma bomba enorme), sem me fazer respirar mais fundo por eles. Esse aqui segue a linha dos anteriores. É bem legal, tem cenas e conceitos interessantes, e tals, mas só. E meu preferido dentro da série continua sendo o Predador 2.

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Titanic - Digam o que quiserem e eu mesmo já joguei mais pedras neste aqui do que qualquer outro, talvez por causa da ladainha do Bart, enfim... adorei desta vez. O que fazer quando você tem de contar uma história que todo mundo sabe como termina? Como torná-la minimamente interessante?

 

Fiquei com a impressão que o Cameron usou aqui o efeito bullet time tal é a sensação de ser empurrado para dentro da história. É como se ele girasse a câmera 360º o tempo inteiro e com o auxílio pra lá de luxuoso de uma produção grandiloquente mas absolutamente verossímel para a proposta do filme, demonstrasse um respeito absurdo pela trama. Mereceu todos os oscars técnicos que recebeu...

 

 
Nacka2011-04-09 20:07:02

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Pessoas' date=' alguém teria a bondade de me explicar por que 8 1/2 do Fellini tem esse nome.

 

Muito louco o filme, recomendo.[/quote']The title refers to the number of movies Federico Fellini

 

had directed up until that point - six features, two short (1/2) films

 

and "half a picture" ("Luci del Varieta'" his first, co-directed with Alberto Lattuada), for a total of 7 1/2. So this one is number 8 1/2.

 

 

 

 

Obrigada. ;D

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