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Quanto tempo não via alguém comentando este filme! Tenta ver Conquista Sangrenta, estilos parecidos.

 

 
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"Turks Fruit", junto com "Wild at Heart "do Lynch, "True Romance " e "Natural Born Killers " fazem parte do meu top  "best kickass couples do cinema" :D

 

Conquista Sangrenta é muuito bom mesmo, um dos melhores sobre a época medieval, sem dúvida. Sobretudo  o retrato da peste negra...bem legal mesmo!

 
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La otra familia (2011)

 

 

 

Cinema alternativo mexicano, tirando as viadagens, até que este filme é bom, serve como conscientização, é um drama, a historia roda entre o drama do mundo gay, Ivana (a lindissima Ana Serradilla que é um pecado), acaba cuidando de um garoto de 7 anos por negligencia da mãe que tem problemas com drogas, o que acaba prejudicando o garoto, abandonado nos dias em que a mãe vivia um "mundo de cores", com isso Ivana procura um casal gay de amigos, Jean Paul (Jorge Salinas) e Chema (Luis R. Guzmán) acabam ficando com o garoto por um favor, já que Ivana e a sua namorada tinham que viajar e acabou deixando a responsabilidade para a dupla, nesse tempo, vemos a total dificuldade de um casal de gays e tudo que envolve os preconceitos, terem filho, adoção no Mexico e adoção de crianças por casais gays, de inicio a idéia parece ruim para o casal que nem imaginavam que a familia cresceria e aos poucos a gente vê o despertar paterno ou materno natural, mas nem tudo são flores, o negocio começa a ficar pior quando um amigo da mãe biológica quer se aproveitar e vender-lo para seus ganhos e numa possível ameaça judicial por tráfico de menores envolvendo todos eles, um filme polêmico, um filme que fará o mais macho lacrimejar um pouco, destaque além do bumbum redondinho da Ana, para o ator mirim que é uma graça e as situações absurdas da visão da sociedade totalmente homofóbica que os prejudicam.

 

 

 

Achei o filme um pouco acima do bom, a pesar que tem algumas partes meio mal colocadas que poderiam ser encurtadas sem aquele lenga lenga, para evitar aquele tipico melodrama mexicano, para aqueles deste mundo e para aqueles que são humanitários e para os homofóbicos se conscientizarem com o sofrimento dos gays.

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O ESPIÃO QUE SABIA DEMAIS - 8/10 - É um filme do gênero de espionagem que possui uma embalagem sofisticada e refinada amparado por um trabalho técnico invejável seja pelo fotografia de tons frios e opacos, pelo belíssimo trabalho de direção de arte que torna todos os ambientes fechados em lugares claustrofóbicos e impessoais e pela trilha sonora que aposta em temas metódicos e discretos (o único tema musical que remete a um pouco mais de calor humano remete a uma festa de Natal em que reúne os principais personagens e que ganha um contorno mais denso no 3º ato). A montagem acompanha a narrativa um ritmo que busca valorizar essa frieza, sempre buscando essa inquietude quase que invisível presente na trama que pode ser resumida na máxima de que "espião que engana espião não tem perdão) e que muitas se concentra muito mais nos diálogos e nos olhares, a ação não é efetiva, mas está quase sempre subentendida. Ou seja, é um filme tecnicamente deslumbrante, mas que como espectador não me desperta nenhuma emoção, me coloca apenas como um espectador observador, mas sempre distante, logo por mais bonito que seja acompanhar esta adaptação da obra de John LeCarré, a sensação que se dá é que a preocupação é muito maior com a embalagem. O diretor Tomas Alfredson (do ótimo "Não Deixa Ela Entrar") é muito seguro de si e sabe criar um thriller de espionagem elegante porque é competente tecnicamente. As atuações são de qualidade e estão muito homôgeneas, destacando Gary Oldman (ótimo como de costume, mas não ao ponto de ganhar minha torcida para o Oscar, embora se ganhar não seja uma injustiça), Tom Hardy e Mark Strong. A história se sustenta quase que exclusivamente nos diálogos e nos personagens, o que torna o ritmo e a evolução da narrativa extremamente dependentes dos outros atributos técnicos e ao final por melhor que o filme seja nestes aspectos, ao final, só consigo me manter indiferente a ele.

Thiago Lucio2012-01-29 12:58:59
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Capitão América: O Primeiro Vingador (2011) - Depois de Liga Extraordinária achei que seria difícil ver os mesmos erros em outro filme sobre heróis, mas por incrível que pareça Capitão América não só repete os erros como consegue ser ainda pior que Liga.

 

Esse filme é uma verdadeira concha de retalhos, tudo vai acontecendo sem mais nem menos, as cenas de ação são feitas de forma precipitada e forçada a todo momento. É difícil dizer o que foi pior, mas aquelas máquinas futuristas em plena segunda guerra são de uma imbecilidade extrema que tira qualquer sensação de que o filme esteja acontecendo na época. Isso inclusive já foi mostrado em Liga Extraordinária, só que se encaixou bem na trama. Mas em Capitão América, deixou tudo muito falso/artificial.

 

O herói da trama é uma das coisas mais bizarras. No início é um franzino, quase um Hobbit e apanha de todo mundo. É claro que já sabemos que ele ficará poderoso em algum momento assim como Peter em homem aranha. Mas quando isso acontece ele simplesmente não se encaixa na trama. E não fica claro poderes que ele tem, já que as cenas de ação se resumem a lutas rápidas e em muitos casos nem sabemos com termina. A cena do herói pulando do avião em meio a artilharia antiaérea é um exemplo disso.

 

Quanto ao vilão é uma mistura de agente smith com o vilão de Liga Extraordinária e também não fez sentido ao logo do filme. E o "Heil Hidra" foi ridículo, muito ridículo! Eu não vi nada de bom nesse filme e acho até que é o pior filme de super herói que existe. Não me lembro de outro pior.

 

 

 

 

 

Judy Rush2012-01-29 16:10:08

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Vício Frenético

Bad Lieuntenant - 1992

 

Cheguei ao Vício Frénetico de Ferrara através do remake do Herzog. Logo me interessei pelo original por saber que ele é totalmente diferente do filme estrelado pelo ator Nicholas Cage. Este primeiro, de 1992 é um filme mais duro, mais crú, onde foca em um único personagem, que nem mesmo tem um nome, é apenas um Liteunant, um cargo na policia, como um tenente. Acompanhamos tudo que ele faz, vemo-lo cheirando cocaína, transando com prostitutas, abusando de viciados nas ruas, levando os filhos na escola e acordando chapado no dia seguinte para trabalhar.

 

Um excepcional trabalho de personagem aliados a uma excelente atuação  que cria uma experiência devastadora, digna de uma viagem ao inferno do submundo sujo das cidades e seus corruptos defensores.

 

 

 

Guastinha2012-01-29 20:39:32

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Os Homens Que Não Amavam as Mulheres

Finsher voltou ao genero q nunca deveria ter saido e com mto estilo' date=' depois dos medonhos Rede Social e Benjamin Botão , nesta refilmagem do tb mto bom homonimo sueco. Contudo, dei com os burros nágua ao afirmar q o original era insuperavel... Finsher o melhorou, omitindo ate momentos soltos do original. Noutras, temos um filmao de suspense..um thriller empolgante pra quem nunca leu o livro ou sequer viu o filme sueco. Comparacoes serao inevitaveis, claro. Mas aqui sao pra melhor. Td caça redondinho aqui, desde a fotografia lugubre ate o desfecho final. Temos algumas pequenas (e sutis) diferencas em relacao ao original, q nao vale a pena menciona-las sem dar spoillers. A Rooney Mara carrega o filme nas costas, tal qual Noomi Rapace no original. Ela é a alma da pelicula. E com acrescimos! Ja Craig ta Craig basicão. Os coadjudvantes tb estao bem. O unico porem desta pelicula esta justamente naquilo q havia frisado desde o inicio: a sequencia do estupro, q no original continua insupoeravelmente crua e impactante.; aqui o Finsher fez de uma brutalidade algo somente bonito plasticamente. No entanto, o saldo é mais q positivo. Vale muito a visita. 9,5/10

 

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 Faço minhas as suas palavras e impressões, Soto!! Filmaço! Fincher e Mara arrebentam! Sou avesso à refilmagens, mas essa aqui me surpreendeu de modo insuspeito (a começar com os créditos iniciais que, por si só, já valem o ingresso - 13 16). Mas a alma do filme é a Mara mesmo, carregando-o nas costas. A Lisbeth dela e da Rapace estão pau a pau!

    
Deadman2012-01-30 15:21:49
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Violeta se fue a los cielos
Ótima cinebiografia de Violeta Parra, o maior nome da música chilena (espécie de Elis Regina latina) embora seja desconhecida por aqui. Fugindo da narrativa linear ( “Não estou lá”? ) com constantes idas e vindas ao passado, Andrés Wood (de “Machuca” ) busca entender os motivos da artista incompreendida e insatisfeita com td, q se refletem na sua vasta obra, tal qual “Piaf” ou “Ray” . Com diálogos inspirados (principalmente da entrevista à TV argentina) e trilha sonora de primeira, o diretor nos mostra com mto humor (“A sra é comunista?”) e poesia alguns detalhes q fazem parte do turbilhão emocional q foi a essência da artista, tão genial e genuina qto complicada, q teve fim trágico. Francisca Gavilán carrega o filme nas costas como o titulo da produção e mesmeriza tds as cenas em q aparece. Além daquela da entrevista, atente pra sequencia do “acústico” pros mineiros, na Polonia e na embaixada parisiense, de arrepiar até a medula. 10/10

 

 

 

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Jorge Soto2012-01-30 15:02:54
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PÂNICO 4

 

Que os engravatados de plantão vetem a ideia já aventada de continuar esta saga. Ela já deu o que tinha de dar, virou uma múmia que insiste em retornar à vida. Em 1996, ela era cool, tinha atitude, era movida pelo propósito de esmiuçar as engrenagens do horror slasher com esperteza metalinguística - hoje, virou uma paródia de si mesma (em outras palavras, redundou num pleonasmo cinematográfico).

 

Os roteiristas não conseguem - pior, nem se esforçam para - inventar um assassino crível. O quanto mais insatisfatoriamente implausível a identidade do açougueiro de carne humana, menos significativa é a tensão acumulada até o momento da revelação. Pânico 3 foi vítima desse curto-circuito criativo; o fatalismo se repete nesta terceira sequência que levou 11 anos para ser lançada. Além disso, os objetos da 'crítica' no roteiro são um tapa na cara da geração que presenciou em primeira mão o surgimento da franquia e que dinheiro a ela rendeu para perdurar até agora: os jovens aficionados pelo gênero e, de quebra, os que desejam atingir o estrelato a qualquer custo, por exemplo, por meio da internet.

 

É preciso reconhecer, contudo, que os personagens originados da cabeça de Kevin Williamson permanecem carismáticos: quando o perigo se aproxima deles, ameaçando seu destino, o fã ainda prenderá a respiração, preocupado. Craven leva o suspense com pulso firme, embora derrape no humor forçado em horas inadequadas até para o padrão Pânico, mas o comendável esforço vai pelo ralo assim que Ghostface retira sua máscara. É a vitalidade que numa data distante foi o diferencial desses filmes sendo sugada por um buraco negro de mediocridade.

 

C+

 

 

 

Cremildo2012-01-31 18:22:37

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O Artista
Delicioso longa francês q parece saído dos anos 20 e nos mergulha numa época ingênua onde a imagem dizia td. Mix de qq filme do Chaplin, “A Rosa Purpura do Cairo” e o “O Palhaço” , acompanhamos a crise existencial, amorosa e financeira de um famoso ator do cinema mudo com o advento do som. Tornou-se obsoleto para a industria e não soube enxergar a oportunidade em se adaptar (reciclar) a nova situação, à diferença de uma fã q se torna nova queridinha do cinema falado. Trocentas homenagens e referencias ao cinema, metalinguagem, fotografia p&b (linda!), direção de arte e trilha sonora primorosas. A dupla principal de protagonistas esbanja talento e charme, mas francamente, quem me fisgou mesmo foi o cachorrinho (verdadeiro e não de CGI), mais expressivo e carismático q mto ator por aí. Destaque tb pros coadjuvantes, com mta gente sumida.. John Goodman, Malcolm McDowell, Penelope Ann Miller, James Cromwell, Ed Lauter, etc. Nada original mas extremamente simples e criativo, é uma ótima experiência mágica-nostálgica de se ver imerso no inicio do século passado. 10/10

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A SEPARAÇÃO

 

Os críticos fizeram um trabalho prestativo ao enumerar os temas explorados por Farhadi: as consequências e o peso moral da verdade e da mentira, os contrastes de sexo e classe, a superficialidade e a impassibilidade da Justiça. Trouxeram à luz inclsuive as qualidades cinematográficas do relato do diretor: a encenação que mantém os personagens separados num mesmo espaço, a montagem que a um só tempo permite fluidez e a construção da tensão, o comprometimento do elenco aos seus papéis, a resistência em tratar o público com condescendência, optando por suprimir ao menos uma cena crucial e deixar o final em aberto. Apesar de controlado e discreto, o drama é denso, favorecendo a apreensão seca em vez de lágrimas, irradiado ao público sem pressa porém firme. Quem está desacostumado a ver obras que não sejam americanas deve confiar na opinião de quem afirma que, embora pertença ao circuito de 'arte' e seja iraniano, A Separação tem uma linguagem acessível e exprime preocupações humanas, portanto, universais.

 

B+

 

 

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PÂNICO 4

 

Que os engravatados de plantão vetem a ideia já aventada de continuar esta saga. Ela já deu o que tinha de dar, virou uma múmia que insiste em retornar à vida. Em 1996, ela era cool, tinha atitude, era movida pelo propósito de esmiuçar as engrenagens do horror slasher com esperteza metalinguística - hoje, virou uma paródia de si mesma (em outras palavras, redundou num pleonasmo cinematográfico).

 

 

 

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Também não consegui comprar essa proposta do filme. A ideia me parece incrivelmente estúpida, de qualquer lado que se olhe. Ficou bastante estúpida na tela também.

 

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The Kill List
Curioso e perturbador thriller inglês independente, com ecos de “O Homem de Palha” e “Assassinos” . Trata no fundo sobre um matador de aluguel q entra de cabeça num novo “serviço”, e conforme manda pro saco as pessoas da lista q dá nome a fita o cara se mostra cada vez mais instável, perigoso e paranóico com a natureza daquele novo “serviço”, desta vez nada comum. O legal da fita é a mudança de tom (sutil) da película, tal qual “Um Drink no Inferno” e até “Cowboys & Aliens” : de tradicional filme de ação de matador vira um thriller sombrio e esquisitão, bem no estilo do David Finsher. Sem mtas explicações do q se passa, o diretor nos coloca no lugar do infeliz assassino até o trágico e chocante desfecho final. O único porém é q nos deixa com mais perguntas q respostas, mas até lá já nos deixou com uma sensação bem amarga e incômoda. 9/10

 

Kill-List-Poster.jpg
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Assistido Assalto ao Banco Central.  Com uma premissa extremamente interessante e um início (bem no início mesmo) promissor, o filme acaba sendo sabotado pela direção e principalmente pelo roteiro inexistente.  Alguns atores se esforçam (gosto particularmente da força da Giulia Gam, uma leoa defendendo seu personagem) mas não encontram o centro de equilíbrio, mas tudo por falta de um roteiro minimamente bem acabado, que simplesmente joga as histórias e reviravoltas de uma hora pra outra sem uma miníma preocupação com a verossimilhança.  Com um trabalho de montagem muito bom (o filme é contado de forma não-linear e tem uns momentos realmente ótimos de edição) mas que não consegue ir muito além das limitações da falta de estrutura do filme.  Só como uma consideração: gostei muito da última cena, que alguns podem achar batida, mas aqui funciona muito bem.

 

 

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<FONT size=2 face="Verdana' date=' Arial, Helvetica, sans-serif">Eu gosto de "Pânico 4", considero um filme bem competente no que se propõe através de uma narrativa que explora um "efeito colateral" das ações vistas nos filmes anteriores e ele só perde para o primeiro mesmo que é um pequeno clássico. [/quote']

 

 

 

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O Preço do Amanhã: até parece uma boa premissa' date=' mas logo se torna uma metáfora nem um pouco sutil para o capitalismo selvagem, caindo em um monte de lugares-comuns. Tem boas cenas, e o primeiro ato é bem bom, mas não passa do médio, no fim das contas.[/quote']

 

 

 

É isso mesmo mas a premissa é ótima.

 

 

 

 

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Os Descendentes
“Dramédia” apenas bonzinho, sensível e previsível, sem nada excepcional embora seja o indie queridinho pro Oscar. Só perde em chororô pro “The Help” , imbatível. Herdeiro de gde propriedade (Clooney) em lugar paradisíaco se vê subitametne tendo q reaproximar com as filhas qdo a esposa entra em coma, após um acidente. Pior q isso é ter de lidar com os cornos q ela lhe colocava. O autodescobrimento do personagem principal já foi melhor visto noutras produções quase similares envolvendo crianças, como por exemplo, o indie “Grace is Gone” , com o John Cusack, so q la a mae das meninas morre em combate, no Iraque. O diferencial aqui é o contexto é o Havaí, de onde a produção sacou paisagens deslumbrantes dignas de cartão-postal. Clooney como o personagem principal interage bem com as filhas, ambas ok. Dureza é ver o Salsicha (de “Scooby-Doo” ) como o cara q o chifrava, sem convencer em nenhuma cena. Pior q ele só o dispensável namoradinho da filha adolescente, metido a engraçadinho cool apenas pra servir de alivio cômico a algo q cairia na pieguice total. Destaque pro sumido irmão do Jeff Bridges, Beau, e o Robert Foster. Filme-familia q deve marcar presença em futuras “Sessão da Tarde”, mas q eu esperava mais, esperava. 8/10

 

Geroge-Clooney-The-Descendants-Poster.jpg
Jorge Soto2012-02-02 07:07:07
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Assisti hoje "Meia Noite em Paris", do Woody Allen. Segue meu comentário, já postado em outras redes... :)

 

Mais um filme do Oscar assistido. Woody Allen conseguiu nos

surpreender com um roteiro original e fantástico, no poético "Meia Noite

em Paris". Finalmente, né. Sempre aquela historinha do carinha com

problemas edípicos e hipocondríacos tava cansando... mentira, nunca

canso! hahaha. Se bem que o personagem principal nem difere muito do que

já estamos acostumados com o diretor, porém dessa vez de uma maneira

diferente. Aposto em "Meia Noite em Paris" pro prêmio de melhor roteiro

original. Por enquanto.

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A Pele que Habito.
La Piel que Habito - 2011

Que filme louco, que situação louca. Quando as pistas do
final começaram a aparecer eu não conseguia conceber a idéia absurda do
que
acontecia. Era como se me mostrasse uma imagem de uma banana e me
afirmasse que
aquela imagem tinha o nome de uva. Fiquei atordoado com a situação.
Méritos do
diretor que conduziu a narrativa de forma primorosa. Com cenas
belíssimas.
Valeu demais ter ido ao cinema, com certeza um dos melhores filmes de
2011, um crime não ter sido indicado a melhor filme no Oscar
2012.





O filme se destaca de diversas formas, desde á historia
totalmente maluca que é contada, até as questões técnicas que são
primorosamente executadas. Até o titulo se encaixa perfeitamente no contexto da historia. Claro que
existem alguns disparates, mas que são praticamente diluídos, pois a produção
te arrasta totalmente para ficção. Pena que este é daqueles filmes que só se
assiste uma vez, já que, sabendo o final ele perde boa parte da graça. 





Rivalizando com os já famosos filmes coreanos de
vingança, A Pele que Habito é um 
horror que aflige não somente o corpo mais principalmente a alma.







IDMB: 7,7


NOTA: 10/10


Recomendado para quem gosta de filmes com surpresas.


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TRONO MANCHADO DE SANGUE

 

Tema. Conteúdo. É o que, no mais das vezes, confere peso a um filme. Neste clássico de 1957, Kurosawa explora a falácia da intriga e da traição motivadas pela ambição pelo poder - trata-se, afinal, de uma transposição de Macbeth de Shakespeare para o Japão feudal do século XVI.

 

Pode-se refletir e conversar a respeito desses tópicos finda a sessão, mas o que permanece gravado na retina é a excelência formal com a qual o diretor envelopa a trama. Tudo foi calculado para impressionar: o posicionamento criterioso e a movimentação dramática da câmera, a localização e o deslocamento dos atores nos cenários esparsos, o gestual e as expressões facial-corporais acentuadas oriundas da tradição do teatro Noh. O emprego de mudanças climáticas naturais na criação de atmosferas variadas, a fotografia preto e branco que capta os vastos terrenos arenosos, a neblina espessa e a floresta-labirinto. A edição que alterna o ritmo entre o ponderado (conotando eventos pesarosos, ressonantes) e o ágil (batalhas, corridas) sem desfigurar o senso de unidade da narrativa.

 

Daí se depreende que talvez seja inadequado sempre opor, ou separar, automaticamente, noções de conteúdo e forma, pois constituem elementos complementares, tanto na feitura quanto na apreciação de uma obra de cinema.

 

A-

 

 

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O filme é mesmo estranho, até por isso nem o vi como terror, mas essa quase bizarrice toda é marca registrada de Almodovar, que diga-se senti falta em "Abraços Desfeitos".

 

By the way, (só) gosto mais de Bandeiras dirigido por Almodovar.

 

 

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Eu gostei bastante do Bandeiras dirigido pelo Almodovar, e não gosto muito do ator, mas neste filme achei que ele estava otimo.

 

Ainda não vi Abraços Patidos. Quem sabe futuramente.

 

 

 

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Meus Vizinhos são um Terror (The Burbs', Dir.: Joe Dante, 1989) 3/4

 

the-burbs3.jpg

 

Curto muito esse filme, mas tem algo nele que me incomoda, que é o seu final. Deveriam ter acabado tudo depois do discurso do Tom Hanks com o outro vizinho falando que eram eles mesmos os verdadeirso malucos não os Klopex. Mas disso depois colocaram um final extra que estragou um pouco a coisa (pelo menos pra mim), acho que aquilo ali não funcionou muito bem. Enfim.

 

Esse acabou sendo o último filme do Tom Hanks na rica fase cômica dele durante a década de 80. Depois na década de 90 ele partiu pra comédias românticas (Sintonia de Amor) e dramas ganhadores de Oscar (Philadelfia, Forrest Gump).
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