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O Que Você Anda Vendo e Comentando?

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Justice League of America (Félix Enríquez Alcalá, EUA, 1997)

Três dos homens são gordos. Os uniformes têm o pior design possível, cores brilhantes e não parecem feitos com material da melhor qualidade. Os efeitos especiais são toscos, principalmente os poderes de um deles. Há situações ridículas em que os heróis não são reconhecidos(pintar as bochechas de verde e prender o cabelo de outro jeito não torna ninguém irreconhecível), e Flash chega a usar seus poderes sem uniforme no meio das pessoas, mas ninguém percebe. Eles não se impõem como super-heróis e têm dificuldade pra vencer um vilão que não é muito mais do que um sujeito com uma mala no telhado. E por que dar depoimentos, como num documentário, se ninguém pode descobrir a identidade secreta deles? O filme não tem estrutura de filme, o que é normal, por ser o piloto de uma série (que nunca deu certo). Mas não é impossível uma série assim funcionar. Além da capacidade de desenvolver bem a história e os personagens, coisa que o piloto não faz, é importante saber adaptar os poderes e os uniformes dos super-heróis de forma que não fiquem ridículos em live-action, o que exige talento e muito dinheiro. Tudo é ridículo. Da comédia, passando pelos dramas pessoais, até a jaqueta sem mangas do Lanterna Verde... "Filme" obrigatório.

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You are not alone (Du er ikke alene, Ernst Johansen / Lasse Nielsen, Dinamarca, 1978)
 
Garotos fazendo o que eles fazem, principalmente pensar em sexo, e o filme celebra a fase da vida em que eles estão. Dá atenção principalmente a dois garotos pré-adolescentes, que se envolvem um com o outro numa mistura de amizade apaixonada e desejo sexual em amadurecimento. A relação deles é desenvolvida através de cenas soltas, e não de uma história específica. Gestos e olhares demonstram o que eles sentem. Acredito que tem um pouco mais de nudez do que o necessário, embora eu não tenha nada contra mostrar jovens nus e concorde com a naturalidade ao tratar da sexualidade deles. Deixaria muita gente escandalizada, por causa do conteúdo homossexual, da nudez e da idade dos atores, mas não é um filme vazio que apenas atira cenas ousadas, é uma obra sincera e corajosa sobre as transformações que marcam a adolescência, e um grande filme.

 

Lucyfer2012-05-03 11:14:25

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Como tinha falado, o No tengas Miedo é bem melhor que Elisa K, mesmo tema e falou tudo no seu post Jorge, aguardo um filme que parece interessante com essa bela atriz, Extraterrestre, comedia de ficção, acho que tem trailer legendado por ai, mas o filme ainda está em CAM.

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Duelo animal x homem é sempre interessante e  se for com o Neeson é quase de garantia de bons.

Interessante a inversão aqui' date=' além da luta pela sobrevivência num ambiente inóspito, o homem, tido como o maior predador é o caçado, o perseguido.

O fato de Ottway ser um especialista no modus operandi do caçador  é uma pequena vantagem contra  estes animais com inteligência quase humanas.

Final bemmmm FDM... aff!

The Grey” – (Joe Carnahan) - 8,0/10,0

[/quote']

 

 

Shy, o filme trata basicamente da luta de dois machos-alfas...o dos humanos versus animal... mesmo q sabendo q o personagem do Neeson buscava motivos pra se suicidar..03

Olha o spoiler, Xicuuu !! wacko

 

Então, essa é uma ponta bem interessante, que, de todo o grupo, o instinto de sobrevivência  mais latente seja o de um suicida!

Achei tão distoantes os FB do tipo durão que Ottway se mostrava serimage026.

 

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Dente Canino (Kynodontas, 2009)

 

 

 

Filme grego estranhíssimo que nos faz pensar sobre o que aprendemos, super-proteção dos pais para com os filhos, a "bolha" que de uma forma ou de outra todos nós somos inseridos e o controle, o controlador e o controlado. O filme mostra como as pessoas (desde cedo) são condicionadas pelo meio em que vivem a aceitar uma verdade e quando esta é questionada, as respostas são distorcidas. É uma crítica ácida à sociedade em que vivemos, tanto dentro de casa quanto fora de casa. Até que ponto vão os limites do que pode ser considerado aceitável em relação a uma vida comunitária ou privada? Será que tudo o que aprendemos é verdade? Será que não somos condicionados a acreditamos em uma mentira achando que estamos acreditando na verdade?

 

 

 

Mas afinal de contas, o que é a verdade?

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A noiva estava de preto (La mariée était en noir, François Truffaut, França, 1968)

 

É incrível como a assassina, a noiva que o título menciona, consegue caçar os homens. Ela é engenhosa, mas precisa que os acontecimentos se desenrolem de forma conveniente. O filme não é muito plausível, e é aí que está parte do seu charme. Inicialmente há o mistério sobre as intenções dela, e, no tempo certo, a história é relevada. Então a curiosidade vira compaixão, motivada pelo sofrimento que ela passa, e vontade de que consiga realizar sua vingança. Não há reflexão, há um filme que diverte com uma mulher arrasada indo atrás de seus alvos um por um, alimentando nosso próprio desejo de vingança.

 

 

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Beautiful Sunday (Tetsuya Nakashima, Japão, 1998)

 

Direção lenta para representar as vidas letárgicas e insípidas de pessoas deprimidas. Nem todas têm destaque, três delas são praticamente figurantes que não ajudam muito nem atrapalham. A que mais despertou meu interesse foi uma mulher jovem e casada, que simplesmente espera receber felicidade do marido, e demostra rancor o tempo todo em seu olhar. Não há histórias e os motivos de tanta tristeza não são explorados. Há diversos momentos que mostram a depressão aparecendo no comportamento mais ou menos estranho das pessoas. O filme é razoavelmente bom. Eu teria gostado mais se a frieza da direção não funcionasse em parte do jeito errado.

 

 

Dente Canino (Kynodontas' date=' 2009)

 

 

 

Filme grego estranhíssimo que nos faz pensar sobre o que aprendemos, super-proteção dos pais para com os filhos, a "bolha" que de uma forma ou de outra todos nós somos inseridos e o controle, o controlador e o controlado. O filme mostra como as pessoas (desde cedo) são condicionadas pelo meio em que vivem a aceitar uma verdade e quando esta é questionada, as respostas são distorcidas. É uma crítica ácida à sociedade em que vivemos, tanto dentro de casa quanto fora de casa. Até que ponto vão os limites do que pode ser considerado aceitável em relação a uma vida comunitária ou privada? Será que tudo o que aprendemos é verdade? Será que não somos condicionados a acreditamos em uma mentira achando que estamos acreditando na verdade?

 

 

 

Mas afinal de contas, o que é a verdade?[/quote']

Interessante a sua opinião. Eu gostei bastante do filme, mas não me incentivou a refletir sobre a situação. Apenas achei curioso e engraçado o experimento que os pais fazem com os filhos. Foi um passeio no zoológico sem ter pena dos animais porque eles estão presos. Bem... Talvez eu tenha sentido um pouquinho de pena.

 

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Zwart Water

Curioso filme de terror holandês q bebe da fonte de “O Orfanato” , “Os Outros” e do recente “O Despertar”. Menina se muda com os pais pra velha mansão (búúúúú!) pertencente á recém-falecida avó e começa a conviver numa boa, sem grilos, com uma sinistra fantasminha q supostamente morreu ali qdo criança. Se a nova e espectral amiga da pirralha é verdadeira ou fruto de sua imaginação fértil é o q mantém o suspense e o mistério da fita até o seu desfecho. Tecnicamente bem-feito, a fita segue a cartilha hollywoodiana desse naipe de filmes, com sustos aqui e ali, bons personagens e um clima de tensão constante. E claro, com direito a uma reviravolta bacana no roteiro, ao final. O q incomoda mesmo é q o filme poderia perfeitamente não ser holandês e passar desapercebido como qq (boa) produção comercial ianque, não fosse o idioma. Não é ruim, pelo contrário. Mas eu esperava algo mais “europeu” vindo da terra do Paul Verhoeven. Assista agora pq, acredite, já foi encomendado o remake americano! 8,5/10 

 

 

Zwart-Water-Wallpaper.jpg

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VÁ E VEJA - Tão repleto de imagens horríveis do pavor destruidor e desumano da guerra que, várias vezes, atinge ápices que aparentam surrealismo. O garoto, papel central da história, passa a maior parte do tempo em estado de choque. O turbilhão de emoções cruas e pesarosas, sem filtros diluidores, que Elem Klimov orquestra é o propósito da existência do filme, mais do que qualquer eventual 'mensagem' tipicamente embutida no roteiro de grande parte de outros exemplares do gênero. B+

 

 

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VÁ E VEJA - Tão repleto de imagens horríveis do pavor destruidor e desumano da guerra que' date=' várias vezes, atinge ápices que aparentam surrealismo. O garoto, papel central da história, passa a maior parte do tempo em estado de choque. O turbilhão de emoções cruas e pesarosas, sem filtros diluidores, que Elem Klimov orquestra é o propósito da existência do filme, mais do que qualquer eventual 'mensagem' tipicamente embutida no roteiro de grande parte de outros exemplares do gênero. B+

 

[/quote']

Meu Deus, quero ver desesperadamente. kong_chorando

 

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Ricky

Deliciosa produção francesa q flerta com dois estilos em dois momentos bem definidos, feito "Um Drink no Inferno" e "Cowboys & Aliens" . Se no primeiro iamos do policial pro terror e no segundo do faroeste ao sci-fi, aqui nos deparamos com um drama familiar q subitamente torna-se uma fábula de realismo fantastico, tocada em tom terno, lúdico e mta sensibilidade. E sem pieguice alguma. Nela acompanhamos a paixão de duas pessoas comuns fracassadas (uma mãe solteira e um imigrante), de onde nasce o bebê q dá nome à pelicula e q aos poucos demonstra habilidades pra lá de extraordinárias: tem asas e sabe voar!!! "O Refúgio" encontra "X-Men" ? Ou seria "X-Babie" ? E é a chegada desse rebento no lar q, além de ser o elemento fantastico, é o ingrediente catalisador das mudanças naquela familia desestruturada e fragilizada. O elenco td esta de parabéns, principalmente o mirim por ser extremamente cativante: a  Melasine Mayance carrega a pelicula nas costas disparado, na pele da irmãzinha q amadurece precocemente e é atraves dela q vemos a estória; e o q dizer do fofucho-voador Arthur Peyret q ilumina angelicalmente td cena em q aparece. Ótima pedida guti-guti de matinê de griffe. 9/10

 

Ricky-poster_280x415.jpg

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2 COELHOS - 8.0/10 - Somente pela iniciativa, o roteirista e diretor Afonso Poyart já merecia ser enaltecido, pois realizar um filme-pipoca no Brasil não é fácil, é praticamente um crime, uma ofensa, afinal fazer cinema no Brasil é tão difícil, ainda mais quando não existe uma indústria por trás e há tanta dependência de incentivos públicos e privados que correr o risco é arriscado demais. E Poyart correu esse risco. E valeu muito a pena. Em “2 Coelhos” fica evidente que ele aposta em diversas fórmulas sejam narrativas e/ou de estética visual quase que em um exercício constante de tentativas, acertos e erros, acertos e erros, acertos e erros. A trama em si envolve uma série de reviravoltas, no melhor estilo “gangster” e/ou “Onze Homens e Um Segredo”, investindo no caráter discutível dos personagens sejam eles malandros, criminosos, promotores ou deputados para surpreender o espectador dentro de uma lógica interna não linear e muito bem estruturada, mesmo quando funciona pelo fruto da coincidência, algo que o próprio roteiro faz questão de brincar. E o ritmo é muito bem conduzido pela direção, pela montagem arrojada e irregular do próprio Poyart que mescla quadrinhos, vídeo-game, rotoscopia, mockumentary, entre outros; pela fotografia estilizada, de vários tons, mas ainda assim apurada; e a trilha sonora repleta de hits de apelo pop. A partir do momento clímax que envolve uma determinada sequência de tiroteio (mal conduzida tecnicamente, infelizmente), o roteiro se perde nas suas pretensões e até o momento em que o filme se conclui ele segue capengando com reviravoltas fracas e irregulares que culmina em um final ironicamente melancólico e adequado, mas que se mostra forçado, como se Poyart tivesse a ideia da premissa e de como encerrá-la, mas sem saber como chegar até lá, o que compromete o resultado, mas não compromete a diversão. O elenco é uma pedra no sapato já que o protagonista Fernando Alves Pinto se mostra limitado e pouco carismático, além de Caco Ciocler um ator que tende exageradamente a enfraquecer o apelo de seus personagens por uma atuação mais “over-reaction”, mesmo que aqui se mostra mesmo canastrão já que se mostra mais introspectivo. Alessandra Negrini é uma grata surpresa já que, embora limitada, funciona como a figura feminina frágil, melancólica, mas manipuladora que arrebata boa parte dos figurões masculinos e com razão. Roberto Marchese sai-se muito bem como o deputado corrupto, além de Thayde, Thogun e Marat Descartes como os criminosos que funcionam como peões dentro da narrativa. Um pipocão do cinema nacional que de tão bacana que é consegue ser um tiro certo mesmo quando erra, afinal não tem medo de arriscar e que acaba tendo muito mais acertos.

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À TODA PROVA - 5.5/10 - Desde que o diretor Steven Soderberg anunciou sua aposentadoria e que somente iria finalizar os projetos pelos quais já havia se comprometido, as expectativas pelos seus filmes aumentaram, porém estão sendo gradativamente frustradas pelos resultados frios e nada animadores. Assim como no fraco “Contágio”, o diretor reúne em “A Toda Prova” um elenco promissor em uma genérica trama de espionagem sobre uma espécie de agente secreta que se vê perseguida pelos próprios homens que a contrataram a partir de um serviço executado em Barcelona. Em termos narrativos não existe nenhuma novidade e a obviedade acompanha a história do início ao fim (inclusive não se justifica, por exemplo, a necessidade da história ser narrada em “flashbacks” à medida que a agente narra os eventos a um civil após roubar o seu carro), cabendo a Sodebergh conferir certa personalidade à estética do filme. E considerando que este tipo de filme já foi apresentado várias vezes, seja evocando o clima dos filmes de ação dos anos 80, como em “O Atirador”, ou numa versão mais arrojada, como na série de filmes de Jason Bourne, entre outros, aqui a opção do diretor é de construir o filme através de uma ótica simples e elegante, fugindo de qualquer tipo de estilização e/ou efeitos de montagem “à la” Tonny Scott. E de certa forma, os resultados que Soderberg alcança na sequência de resgate do jornalista chinês em Barcelona e/ou na luta da agente com um espião britâncio num quarto de hotel e/ou na fuga dela em Dublin se mostram eficiente justamente por fugir do “mainstream” do gênero, pois capta uma naturalidade que não é comum, mesmo sem deixar de usar aqui ou ali, algum efeito de montagem que alavanque a sequência, mas sem que isso chame a atenção excessivamente, o que deixa o trabalho discreto, porém eficiente, charmoso e, porque não dizer, diferente. Mas ainda assim é muito pouco já que é utilizado para carregar nas costas um filme que em nenhum momento dá um sinal de sobrevida muito mais pela falta de ambição e personalidade do roteiro de Lem Dobbs do que propriamente por culpa do Soderbergh. O que não deixa de ser decepcionante, afinal às vésperas da aposentadoria, ele deveria selecionar melhor seus projetos e não escolher filmes apenas para ter a oportunidade de trabalhar com o maior número de atores possíveis. A missão de encarnar a intérprete feminina fica por conta da esforçada Gina Carano que embora linda, não possui muitos outros atributos, sequer carisma para segurar o filme, logo não tem como imaginar que Angelina Jolie seria a escolha ideal. Channing Tatum precisa provar que possui talento para justificar as apostas que estão fazendo nele já que ainda não disse para o que veio. Antonio Banderas, Ewan McGregor, Michael Douglas, Michael Fassbender, Bill Paxton e Mathieu Kassovitz se encarregam de ser os rostos mais conhecidos da produção até para legitimar seus personagens coadjuvantes que tem pouco tempo de cena, mas que necessitam ser marcantes já que não tem muito tempo para se investir neles. Excessivamente frio e com poucos méritos, “À Toda Prova” acaba sendo muito mais melancólico do que deveria já que evidencia a falta de ambição de um diretor que parece não ver a hora de tirar suas merecidas, porém definitivas férias.

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Sherlock Holmes 2 – O Jogo de Sombras

 

Sherlock Holmes: A Game of Shadows - 2011

 

Começando do ponto de

onde o primeiro filme parou, vemos o aloprado Sherlock Holmes se desventurar ao

lado de Irene Adler, até que esta tem seus serviços suspensos devido a uma

suposta traição. Enquanto Watson caminha para o casório, Holmes detecta mais um

plano mirabolante que precisa ser detido. Então convence Watson que esse seria

o último problema que o causaria. Com a ajuda da Cigana Sinza, o trio parte em

uma viagem por vários países em busca de impedir os planos de maquiavélico professor

Moriarty.

 

Esta segunda parte

prima mais pela ação e dialogo cômicos do que por um enredo mais investigativo

e de suspense, já que boa parte do longa  é focada na ação de seus personagens e a

relação entre eles, do que na criação ou a solução de um mistério. Mas isso não

compromete a qualidade do filme, apenas muda o foco de seu publico. Que passa a

agradar mais quem gosta de ver mais ação do que suspense.

 

Com uma direção

estilizada e dinâmica Guy Richie consegue mostrar um pouco de sua identidade

underground na qual ficou conhecido e cai de vez no gosto do grande publico,

com um Sherlock Holmes menos intelectual, porem mais louco e sínico. Mantendo a

mesma equipe técnica do primeiro, a produção consegue manter a qualidade neste

segundo filme, com destaque novamente para a trilha sonora assinada por Hans

Zimmer e a ótima direção de arte que tem sucesso com a reprodução da época e

dos cenários.

 

IMDB:7,6

 

NOTA:8/10

 

Recomendado para quem viu o primeiro Sherlock Holmes.

 

 

 

 

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Cubo 2: Hipercubo - A quantidade de personagens e as explicações desnecessárias que vão surgindo ao longo da trama' date=' acabam estragando uma idéia que poderia ter sido melhor aproveitada. A personagem Sasha simplesmente estraga tudo e explica o que devia ter sido deixado em aberto.[/quote']

 

 

 

 

 

Seria interessante um Reboot do "Cubo"...

 

 

 

O primeiro é fantástico, o segundo pisaram na bola, mas é assistível, o terceiro é bacana...

 

 

 

Seria bom se reiniciassem a franquia...

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Cubo 2: Hipercubo - A quantidade de personagens e as explicações desnecessárias que vão surgindo ao longo da trama' date=' acabam estragando uma idéia que poderia ter sido melhor aproveitada. A personagem Sasha simplesmente estraga tudo e explica o que devia ter sido deixado em aberto.[/quote']

 

 

 

 

 

Seria interessante um Reboot do "Cubo"...

 

 

 

O primeiro é fantástico, o segundo pisaram na bola, mas é assistível, o terceiro é bacana...

 

 

 

Seria bom se reiniciassem a franquia...

Hypercube é o patinho feio da série. Injustamente, pois é de longe o que tem o melhor final e o mais interessante, apesar dos personagens irregulares. Meu preferido dos 3 e um dos meus preferidos de horror. O primeiro parece um jogo de videogame (seria genial se o fosse, mas como filme é fraco com final surpreendente) e o terceiro é um lixo completo.

 

 

Mr. Scofield2012-05-06 17:00:45

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O problema da franquia é o "salto" que deram entre a história de um filme e outro... Como se o segundo fosse um remake (ou reboot) do primeiro e o terceiro uma prequência do primeiro dando algumas respostas mas indo do nada para lugar algum... Sendo um filme desnecessário, embora eu lembre ter gostado quando vi...

 

 

 

 

 

Acho que pelo fato das sequencias terem sido feitos na pressa em razão do sucesso do primeiro fez com que qualquer roteirozinho fosse feito nas coxas, sem planejamento algum... O que foi uma pena, pois praticamente sepultou uma idéia interessantíssima...

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La Voz Dormida
Dramalhão de guerra espanhol adaptado apenas bacaninha q versa, no caso, dos horrores da pós-Guerra Civil q levou Franco ao poder e q lembra bastante o conterrâneo (e tiquim melhor) “As Treze Rosas” e o recente “A Condenação”. A triste historia se resume uma irmã tentando tirar a outra (grávida) do xilindró, presa por suas tendências comunistas, no exato momento em q é condenada a morte! Mas sua execução é adiada até o parto, o q confere a obra o tempo q a nova “Sharazade” precisa pra conseguir o q quer pra mana: a liberdade. E tome chororô num cenário q se resume a uma cadeia femenina! Tecnicamente impecável e com interpretações sinceras de td elenco de saias, o destaque disparado pra belissima Maria Leon, uma espécie de “Olga hispânica”, q literalmente brilha em cada cena q aparece. Contudo, a produção apenas peca pelo exagerado maniqueísmo e tendência panfletaria escancarada, sem falar na clichezada garantida. Não q seja ruim, mas é um filme mais pro povão q podia dar mais caldo, se é q me entendem. Mas q dá curiosidade de conferir o best-seller do qual é oriundo, isso dá. 8/10

 

la-voz-dormida-cartel1.jpg

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Battleground

Skeleton Lake - 2012

Um assalto a banco deu errado e seis homens impiedosos fugiram

para a floresta, com três milhões de dólares, só que acabam entrando em uma

propriedade de um veterano de guerra que ainda vive para matar. E ele não gosta

de visitas indesejadas.

 

É um bacana 6x1, mas é só isso também. O velhinho é cruel e escorraça a

galera, só que os assaltantes também não são bobos e estão bem equipados.  No geral, o filme é fraquinho, tem algumas

cenas de gore para impressionar, alguma ação e cenas de tensão, mas não ganha o

expectador devido ao fraco elenco.

 

 O filme é

do inicio do ano de 2012, e eu não vi nada sobre ele aqui no Brasil, mas se

caso chegar a sair por aqui, deve ir direto para home vídeo.

 

 

 

 

 

 

IMDB: ?

/10

NOTA: 4/10

Recomendado para ver de madrugada para dar sono.

 

 

 

 

 

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ANJOS DA NOITE: O DESPERTAR – 3.5/10 – Diante das suas limitações mais que evidentes, “Anjos da Noite” apostava com relativo sucesso em uma narrativa que plagiava Shakespeare na inesperada relação de amor entre uma vampira e um lobisomem, inimigos mortais, em meio a efeitos especiais que plagiavam “Matrix”. A continuação buscava explorar um pouco mais da mitologia dos personagens como uma forma de conferir personalidade e ampliar a abordagem do universo, mas novamente os resultados finais deixaram a desejar, muito em função também do trabalho nada empolgante do diretor Les Wiseman. Em “Anjos da Noite – A Rebelião”, a tentativa do prequel foi construir uma aventura medieval com personagens sobrenaturais, mas a tragédia estava pra lá de anunciada a partir do não envolvimento dos principais personagens dos filmes anteriores, dentre eles Selene, interpretada por Kate Beckinsale. Pois bem, em “Anjos da Noite – O Despertar”, ela retorna, mas o Scott Speedman se recusou a retomar o personagem tanto que nas poucas aparições de Michael fica nítida a utilização de um dublê. Ou seja, quando um filme não consegue convencer o Scott Speedman pra retormar seu papel é porque alguma coisa está errada. Bom, brincadeiras à parte, a intenção deste 4º episódio é convertê-lo em uma espécie de “Resident Evil” já que vampiros e lobisomens foram dizimados pelos humanos, Alice, ou melhor, Selene foi mantida congelada em laboratório por 12 anos até que é libertada e se dá conta da nova realidade do mundo a sua volta. Se no filme com a Mila Jovovich, a Umbrella é a corporação maligna, aqui ela atende pelo nome de Antigen, personificado por um Stephen Rea visivelmente constrangido. E assim como em “Resident Evil – A Extinção”, o mais interessante de “Anjos da Noite 4” é o que acontece antes da narrativa do filme se iniciar, ou seja, aqueles poucos minutos em que a narração em “off” se encarrega de explicar como as coisas chegaram até ali, como numa espécie de documentário, mesmo que seja discutível como raças tão poderosas como vampiros e lobisomens conseguiram tão facilmente serem subjulgadas pelos humanos, ainda assim é um subtexto interessante e não abordado nos filmes anteriores. Tendo uma jovem de 12 anos como fio condutor da história (adivinhem quem ela é?), o filme, no entanto, se resume a um fiapo de história que mostra Selene encontrando a jovem antes dos vilões, perdendo a jovem para os vilões e recuperando a jovem matando os vilões. O filme se passa quase que totalmente em ambientes fechados, especialmente no esconderijo secreto dos vampiros e no laboratório, e os diretores suecos Måns Mårlind e Björn Stein não fazem muito para merecer crédito, muito embora saibam fazer o uso dos efeitos especiais, mesmo que de maneira irregular, a estética se mostra um tanto quanto estilizada e vazia. Não há nada que marque o filme visualmente, muito menos a fotografia, nem mesmo Kate Beckinsale consegue despertar do piloto automático e parece retomar a personagem de maneira preguiçosa (força de contrato ou imposição do maridão Les Wiseman que ficou só responsável pelo roteiro e produção). Se os dois filmes iniciais da saga que não possuem nada de extraordinário, mesmo assim justificaram o lançamento de dois filmes ruins em sequência, fica difícil acreditar no que está por vir. Não me surpreenderia se fosse o melhor filme da série, mas não faço a mínima questão de apostar.

 

 

 

TOP "ANJOS DA NOITE":

 

ANJOS DA NOITE - UNDERWORLD - 5.5/10

 

ANJOS DA NOITE - A EVOLUÇÃO - 5.5/10

 

ANJOS DA NOITE - A REBELIÃO - 3.0/10

 

ANJOS DA NOITE - O DESPERTAR - 3.5/10

 

 

 

Thiago Lucio2012-05-07 22:42:37

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A Divisão
Grata surpresa esta produção indie q, sob em formato de tenso e violento drama pós-apocaliptico, comecei a assistir sem pretensão alguma e me manteve grudado na tela até o fim. Com ecos de “Fase 7” , “Exterminio 2”, “O Nevoeiro”, “[Rec]” e “Ensaio Sobre a Cegueira”, acompanhamos um grupo de sobreviventes de um súbito ataque nuclear se virando nos trinta no minusculo porão dum edifício residencial duma Nova York devastada. Como é praxe nestes “filmes de confinamento”, a falta de perspectivas e escassez de recursos não tardarão a fazer com q os infelizes comecem a se matar uns aos outros. E sangue é o q não falta. Rodado num único cenário – o bunker improvisado – o filme foge da monotonia explorando tanto o clima claustrofóbico como tb delineando mto bem as mudanças de caráter de seus personagens, assim como sua lenta degradação física (e moral). Deixando questões em aberto e alguns pequenos furos, o elenco se sai satisfatoriamente bem e vale a visita. Destaque pra sequencia do desmembramento do presunto, q sem mostrar nada causa arrepios; e pra belíssima cena final. 9/10 

 

The+Divide.jpg
Jorge Soto2012-05-08 09:50:38

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A Ilha do Medo (Shutter Island, Dir.: Martin Scorsese, 2010) 3/4

 

leonardo-dicaprio-ilha-do-medo-450-338.jpg

 

Mas uma boa parceiria DiCaprio/Scorsa. Um suspense bem amarrado. Pena que o final seja um pouco longo demais.

 

Top Scorsa + DiCaprio:

 

01) Os Infiltrados 4/4

02) Gangues de Nova York 4/4

03) A Ilha do Medo 3/4

04) O Aviador 2/4

 

 

 

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A DivisãoGrata surpresa esta produção indie q' date=' sob em formato de tenso e violento drama pós-apocaliptico, comecei a assistir sem pretensão alguma e me manteve grudado na tela até o fim. Com ecos de “Fase 7” , “Exterminio 2”, “O Nevoeiro”, “[Rec']” e “Ensaio Sobre a Cegueira”, acompanhamos um grupo de sobreviventes de um súbito ataque nuclear se virando nos trinta no minusculo porão dum edifício residencial duma Nova York devastada. Como é praxe nestes “filmes de confinamento”, a falta de perspectivas e escassez de recursos não tardarão a fazer com q os infelizes comecem a se matar uns aos outros. E sangue é o q não falta. Rodado num único cenário – o bunker improvisado – o filme foge da monotonia explorando tanto o clima claustrofóbico como tb delineando mto bem as mudanças de caráter de seus personagens, assim como sua lenta degradação física (e moral). Deixando questões em aberto e alguns pequenos furos, o elenco se sai satisfatoriamente bem e vale a visita. Destaque pra sequencia do desmembramento do presunto, q sem mostrar nada causa arrepios; e pra belíssima cena final. 9/10 

 

 

 

http://2.bp.blogspot.com/_7S0a5hQSm7c/TMWKBEPKHeI/AAAAAAAAADU/jfCtiQ0Lmq0/s1600/The+Divide.jpg" height="720" width="486" style="WIDTH:%20326px;%20HEIGHT:%20483px" />

 

 

 

A primeira metade é PÉSSIMA! Mas a segunda metade é sensacional...

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Terribly Happy 
Ótimo suspense policial dinamarquês que, repleto de sarcasmo e humor negro, lembra um “Fargo” tocado em tom de faroeste. Ambientado numa comunidade interiorana situada nos cafundós nórdicos, acompanhamos um recém-chegado policial q percebe, de forma desconcertante, estar envolvido num triângulo amoroso e numa sinistra trama de prestação de contas do estranho vilarejo, repleto de leis “invisíveis”.Personagens esquisitos q parecem saídos do boteco de “Lobisomem Americano em Londres” , uma curiosa lenda local, a da “vaca atolada e o bezerro-capeta”, pontilham permanentemente este filme “neo-noir” com paisagens de cartão-postal. Produção OK, ótima fotografia e elenco impecável, como destaque pro gde Jakob Cedergren como personagem principal, fazem esta produção merecer uma visita, tanto q este filme concorreu ao Oscar mas perdeu pro ótimo francês “O Profeta”. Destaque pra fodástica cena final e pra bacana música da pop Kira Skov,“Riders of the Freeway”, q toca nos créditos finais. 10/10

 

terribly_happy-poster.jpg

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Enter Nowhere
Curiosa e discreta produção indie q começa com um enigma interessante: quatro desconhecidos se cruzam numa cabana isolada na floresta, mas qdo percebem uma estranha conexão entre si passam a se questionar o motivo daquele inusitado, improvável e impossivel encontro. A pelicula é assumidamente um sub-produto q não se destaca pela atuações (a excessão da loirinha Sara Paxton) nem parte técnica, mas o seu roteiro é mto bem trabalhado de modo a q prende de jeito a atenção do espectador. Com esta curiosa estória, com ressonâncias claras de “Efeito Borboleta” e “Repeaters” , o filme tem mesmo cara de ser um episódio de 90min do extinto seriado “Além da Imaginação” ao falar de destino e realidades paralelas. E por isso mesmo termina mostrando algo diferente e particular q vale uma bizoiada sem compromisso. 8,5/10

 

enter-nowhere-dvd-artwork.jpg

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